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EUA - A polícia do estado de Iowa, nos Estados Unidos, investiga a morte de seis pessoas encontradas com ferimentos causados por disparos de arma de fogo na segunda-feira. O caso também deixou um sétimo morto, apontado pelas autoridades como o autor dos ataques.

De acordo com o jornal The Guardian, policiais foram chamados a uma residência na cidade de Muscatine, onde encontraram quatro vítimas já sem vida.

O principal suspeito foi identificado como Ryan Willis McFarland, de 52 anos. Ele ainda estava vivo quando foi localizado pelas autoridades, mas teria tirado a própria vida ao ser abordado pelos policiais.

Durante as buscas, os agentes encontraram outras duas vítimas em locais diferentes da cidade. Uma delas estava dentro de uma residência, enquanto a outra foi localizada nas proximidades de uma empresa.

Em comunicado, autoridades locais lamentaram a tragédia.

“É com profunda tristeza que compartilhamos as notícias deste episódio devastador que atingiu nossa comunidade e envolveu a família McFarland”, afirmaram.

Segundo o chefe da polícia de Muscatine, Anthony Kies, as primeiras investigações indicam que o crime pode estar relacionado a uma longa disputa familiar.

As identidades das vítimas ainda não foram oficialmente divulgadas. No entanto, a emissora ABC informou que duas delas eram crianças.

Informações preliminares apontam ainda que uma das vítimas fatais seria Lesa McFarland, esposa do suspeito.

“Hoje não tenho palavras para descrever esse ato de violência e o impacto que ele causou em nossa comunidade”, declarou Anthony Kies.

A polícia segue investigando o caso e pediu a colaboração da população para esclarecer as circunstâncias do crime. As autoridades confirmaram que Ryan McFarland possuía antecedentes criminais, mas não divulgaram detalhes sobre as ocorrências anteriores.

 

 

por Notícias ao Minuto

ESPANHA - Um homem matou nesta terça-feira (19) a ex-companheira em plena rua de Figueres, na Espanha, após ser detido e solto duas vezes em dois dias. Testemunhas que presenciaram o crime reagiram e acorrentaram o suspeito até a chegada da polícia.

Crime ocorreu em uma praça pública e foi testemunhado por várias pessoas. Segundo o jornal El País, o suspeito, um espanhol de 48 anos, matou a ex-companheira -uma mulher trans hondurenha de 33 anos- a facadas que atingiram o tórax, braços, costas e pescoço e, depois, caminhou até uma fonte para lavar o sangue das mãos.

Serviços de emergência foram acionados. A vítima, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Vídeos mostram momento em que suspeito é cercado por testemunhas. Imagens gravadas por testemunhas mostram o momento em que o suspeito é derrubado por pessoas que estavam no local. Ele foi imobilizado e acorrentado até a chegada da polícia. Outras imagens também registraram o ataque à mulher.

Suspeito foi preso no domingo (17) por abuso e ameaças e foi liberado. Ele acabou sendo detido novamente na segunda (18), por agressão, abuso, danos à propriedade e violação de uma ordem de restrição, de acordo com a publicação.

Homem aceitou acordo judicial por violência doméstica. Ele teria recebido uma pena de prisão de seis meses e uma ordem de restrição que o proíbe de se aproximar da vítima a menos de 250 metros e de se comunicar com ela por um ano e quatro meses".

Assassinato ocorreu horas depois. O crime contra a ex-companheira ocorreu na madrugada de terça-feira.

 

 

 por Folhapress

IBATÉ/SP - A Polícia Civil do Estado de São Paulo abriu investigação para apurar um homicídio ocorrido na noite deste sábado (9), na Rua Itirapina, no Jardim Cruzado, em Ibaté.

A vítima, identificada como Edemilson Santana de Queiroz, foi baleada no tórax e morreu no local antes de receber atendimento médico.

Após serem acionados, policiais militares compareceram ao endereço e realizaram a preservação da área para o trabalho da perícia. Técnicos da Polícia Científica também estiveram presentes coletando informações e evidências que possam auxiliar nas investigações.

Até o fechamento desta reportagem, o suspeito pelos disparos não havia sido encontrado. A motivação do crime ainda é desconhecida.

CHINA - A influenciadora taiwanesa Wang Wei-Chien morreu aos 29 anos após enfrentar um câncer. A informação foi confirmada por representantes de sua empresa e ganhou repercussão internacional nos últimos dias.

Ela havia sido diagnosticada com linfoma em 2021, mas demorou a buscar atendimento médico. Os primeiros sinais, como dores e inchaço no braço, foram inicialmente interpretados como consequência de esforço físico. A situação só mudou quando percebeu a presença de um caroço, o que a levou a procurar ajuda especializada. Mesmo após o início do tratamento, a doença avançou rapidamente.

Ao longo da batalha contra o câncer, Wang compartilhou momentos de sua rotina com os seguidores nas redes sociais, onde reunia mais de 18 mil pessoas. Em uma das publicações, mostrou a surpresa preparada pelo namorado e por amigos, que rasparam o próprio cabelo em apoio a ela. “No momento em que eu os vi, comecei a chorar, minhas emoções simplesmente explodiram. Eles me mostraram que eu não precisava ter medo”, escreveu.

Conhecida pelo conteúdo sobre beleza, ela também era fundadora da marca Hermacy. Após a confirmação da morte, a empresa anunciou o encerramento das atividades. Em comunicado, afirmou que Wang era peça central no funcionamento do negócio e que não seria possível dar continuidade ao projeto.

Na biografia de suas redes, a influenciadora se apresentava como a “embaixadora contra o câncer mais bonita”, título que recebeu de seus seguidores durante o tratamento.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - A escritora infantil Kouri Richins foi considerada culpada na segunda-feira pelo assassinato do marido, Eric Richins, ocorrido em 4 de março de 2022, nos Estados Unidos. De acordo com a decisão do júri, o crime foi motivado por interesses financeiros, incluindo o recebimento do seguro de vida, além do desejo de iniciar uma nova vida com um amante.

Após cerca de três semanas de julgamento, os jurados levaram apenas três horas para chegar ao veredito. As investigações apontaram que Eric morreu após ingerir uma bebida adulterada com uma dose letal de fentanil, substância altamente potente.

O caso chamou atenção internacional também pelo comportamento da autora após a morte do marido. Meses depois do crime, Kouri lançou o livro infantil “Are You With Me?”, no qual aborda o luto sob a perspectiva de crianças que perdem um dos pais, obra inspirada, segundo ela, na experiência dos próprios filhos.

Durante o processo, a promotoria apresentou evidências de que a escritora já havia tentado envenenar o marido anteriormente, no Dia dos Namorados daquele mesmo ano, ao adulterar um alimento. A tentativa não teve sucesso, mas reforçou a tese de premeditação.

Além do homicídio qualificado, Kouri foi condenada por tentativa de homicídio, fraude de seguro e falsificação. Segundo os promotores, ela enfrentava sérios problemas financeiros, com dívidas que ultrapassavam 4 milhões de dólares relacionadas a negócios imobiliários.

A acusação sustentou que a ré planejou o crime para acessar o dinheiro do seguro de vida do marido e resolver suas pendências financeiras, além de viabilizar uma nova vida ao lado de outra pessoa.

Durante o julgamento, a promotoria descreveu Kouri como alguém que mantinha uma imagem pública de sucesso, mas que, na realidade, enfrentava dificuldades financeiras significativas.

O casal vivia com os três filhos na cidade de Kamas, em Utah, região próxima a Park City. Segundo a investigação, Kouri considerava o divórcio, mas não queria abrir mão dos recursos financeiros do marido, o que teria contribuído para a motivação do crime.

 

 

por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar prendeu na tarde desta quinta-feira (5) o terceiro suspeito de participação em um assalto ocorrido pela manhã em Bauru, quando uma família foi rendida dentro de casa. Após o crime, os criminosos fugiram e acabaram perseguidos por equipes policiais até a região de São Carlos.

Durante a fuga, os suspeitos trocaram tiros com a polícia na rodovia Washington Luís (SP-310). Um dos envolvidos morreu no confronto. Os demais conseguiram escapar inicialmente e seguiram em direção à rodovia SP-215, onde abandonaram o veículo usado na fuga e correram para uma área de mata.

Horas depois, policiais localizaram um dos suspeitos escondido em uma área de vegetação próxima a um sítio no bairro Jardim Novo Horizonte, em São Carlos, onde ele acabou preso.

O terceiro integrante do grupo foi detido no período da tarde. Segundo a Polícia Militar, ele estava escondido dentro de um veículo Tracker que pertenceria à ex-companheira do segundo suspeito. A mulher teria saído de Porto Ferreira para buscá-lo.

O caso começou pela manhã, em Bauru, quando pelo menos três homens invadiram a casa de uma família, renderam as vítimas e roubaram diversos objetos, além de um carro. O veículo foi recuperado pela polícia durante a operação, junto com parte dos itens levados no assalto. A ocorrência foi registrada e segue sob investigação.

FRANÇA - A polícia francesa voltou, nesta quarta-feira, à casa localizada em Aillevillers-et-Lyaumont, na região de Haute-Saône, no leste da França, onde dois corpos de bebês foram encontrados dentro de um congelador.

O imóvel pertence a uma portuguesa de cerca de 50 anos, que foi presa na semana passada e indiciada por homicídio de menores. Ela está em prisão preventiva.

A descoberta ocorreu meses após a mulher deixar a residência, alegando que queria se separar do então companheiro. Posteriormente, o ex-parceiro e a irmã dele decidiram fazer uma limpeza na casa. Durante a organização do imóvel, encontraram um dos corpos no congelador e acionaram a polícia. Já no local, os agentes localizaram um segundo corpo.

Segundo as investigações, o ex-companheiro afirmou não ter conhecimento das duas gestações. A suspeita confessou às autoridades que escondeu as gravidezes de familiares e amigos. Ela relatou que deu à luz em casa e que, logo após os partos, envolveu os recém-nascidos e os colocou em um congelador na lavanderia da residência.

A mulher não soube informar com precisão as datas de nascimento dos bebês, afirmando apenas que os partos teriam ocorrido entre 2011 e 2018.

Após a separação, ela retornou a Portugal. Foi detida quando voltou à França para resolver questões administrativas. A prisão ocorreu em Boulogne-Billancourt, onde um de seus filhos mora. Em seguida, foi transferida para Haute-Saône para interrogatório.

A suspeita é mãe de outros nove filhos. Cinco deles são do relacionamento mais recente, com idades entre 14 e 20 anos. Os outros quatro são de um casamento anterior.

Nesta quarta-feira, pouco antes do meio-dia, a rua onde fica a residência foi isolada. Diversos veículos policiais e uma equipe de identificação criminal estiveram no local. Dois agentes, acompanhados por quatro cães farejadores especializados na busca por cadáveres, realizaram novas buscas na propriedade.

Segundo Jean-Philippe Mondin, autoridade local citada pela imprensa francesa, o objetivo da operação é verificar se há outros corpos ocultados na casa ou no terreno ao redor.

A mulher não tinha antecedentes criminais conhecidos. O caso segue sob investigação.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - A morte da britânica Lucy Harrison, de 23 anos, voltou ao centro das atenções após a abertura de um inquérito no Reino Unido que revelou detalhes das horas que antecederam o disparo fatal. Segundo informações divulgadas pela BBC, a jovem teria discutido com o pai sobre o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pouco antes de ser baleada.

Lucy morreu em 10 de janeiro de 2025, na cidade de Prosper, no Texas, onde visitava o pai, Kris Harrison. Na época, a polícia americana investigou o caso como possível homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Um grande júri decidiu não apresentar denúncia criminal contra ele.

Agora, o caso passou a ser analisado pela Justiça britânica, em Cheshire, região onde Lucy nasceu. Durante audiência, o namorado da jovem, Sam Littler, afirmou que o clima na casa ficou tenso após uma discussão política envolvendo Trump, que se preparava para assumir um novo mandato.

De acordo com Littler, Lucy questionou o pai sobre acusações de abuso sexual atribuídas ao presidente americano e perguntou como ele reagiria se uma de suas filhas estivesse naquela situação. O comentário teria provocado forte abalo emocional na jovem, que deixou o ambiente contrariada.

Ainda segundo o depoimento, pouco antes de o casal sair para o aeroporto, Kris Harrison levou Lucy até o quarto. Segundos depois, um disparo foi ouvido. Littler relatou ter encontrado a namorada caída no chão, enquanto o pai gritava por ajuda.

Em declaração enviada ao tribunal e citada pela BBC, Kris Harrison afirmou que mostrava à filha uma pistola Glock 9 mm que guardava no quarto quando a arma disparou. Ele disse não se lembrar se estava com o dedo no gatilho no momento do tiro.

O pai admitiu que havia consumido cerca de 500 ml de vinho no dia do episódio e reconheceu histórico de problemas com álcool. Uma policial que atendeu a ocorrência relatou ter sentido odor de bebida alcoólica quando chegou ao local. Imagens de segurança mostraram que Harrison havia comprado vinho horas antes do disparo.

Durante a audiência, advogados do pai tentaram afastar a legista responsável pelo inquérito, alegando possível parcialidade. O pedido foi rejeitado. A defesa da mãe de Lucy sustentou que Kris era a única pessoa presente no quarto quando o tiro foi disparado.

Em nota, também mencionada pela BBC, Kris Harrison afirmou que aceita as consequências do que aconteceu e declarou que carrega diariamente o peso da perda da filha.

Lucy trabalhava no setor de moda e foi descrita pela mãe como uma jovem determinada, envolvida com causas que considerava importantes e apaixonada por debates. A audiência foi suspensa e deve ser retomada nos próximos dias, quando a legista apresentará suas conclusões.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Os dois agentes federais de imigração mascarados que mataram o enfermeiro Alex Pretti, em Minneapolis, foram identificados pelo site americano ProPublica como Jesus Ochoa e Raymundo Gutierrez.

Segundo o site, que cita registros do governo dos Estados Unidos, Ochoa tem 43 anos e Gutierrez, 35, e ambos são do sul do Texas.

Ochoa é um agente da Patrulha de Fronteira que se juntou ao CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras, em inglês) em 2018. Gutierrez está no órgão desde 2014 e trabalha no escritório de operações de campo da agência, em uma equipe que conduz operações especiais de alto risco.

O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês), pasta do governo de Donald Trump responsável pelo CBP, ICE e outros órgãos de migração, não respondeu a pedidos de comentário feitos pela ProPublica, e indicou que o site deveria buscar o FBI, a polícia federal americana –que também não comentou. O site diz que tentou contatar Ochoa e Gutierrez diversas vezes, mas não foi atendido.

O site publicou a reportagem sobre as identidades dos atiradores com uma nota em que justificam a divulgação.

"Acreditamos que há poucas investigações que merecem mais esclarecimento e escrutínio público do que essa, na qual dois agentes mascarados atiraram dez vezes em Pretti enquanto ele estava estirado no chão, depois de receber spray de pimenta. O Departamento de Justiça diz que a investiga o incidente, mas os nomes dos dois agentes não foram informados nem ao Congresso, nem às forças de segurança estaduais e municipais", diz a nota.

"A política de proteger a identidade dos agentes é um severo desvio dos protocolos padrão de atuação das forças de segurança, segundo legisladores, procuradores estaduais e ex-autoridades federais. Tal sigilo, na nossa visão, priva o público da ferramenta mais fundamental de responsabilização pública", afirma o site.

Pretti, 37, protestava em Minneapolis contra as ações de agentes federais de imigração no último dia 24 quando foi abordado. Ele, que filmava a operação, foi derrubado, recebeu disparos de spray de pimenta no rosto e foi imobilizado por ao menos seis agentes.

Durante a imobilização, agentes gritaram que Pretti tinha uma arma -ele tinha licença para porte e em nenhum momento aproximou as mãos da arma que estaria na parte de trás de sua cintura. Em seguida, um dos agentes deu um tiro em Pretti, que caiu no chão, e foi atingido por mais nove tiros. Ele foi dado como morto a caminho do hospital.

O governo Trump se apressou em classificar Pretti de "terrorista doméstico" que queria "massacrar" agentes federais. Após evidências em vídeos gravados por testemunhas com diversos ângulos da ação contradizendo a versão oficial, a Casa Branca passou a mudar de tom e dizer que revisaria o ocorrido.

Autoridades estaduais e locais, no entanto, denunciaram que não estavam conseguindo trabalhar com o governo federal, inclusive sem acesso imediato ao local da morte de Pretti.

Um órgão corregedor do próprio CBP, durante a semana, enviou ao Congresso americano um primeiro relatório escrito produzido pelo governo federal sobre o incidente. Nele, novas contradições: o texto não menciona que Pretti estava armado ou que ameaçava agentes quando foi abordado, além de notificar o Legislativo de que dois agentes realizaram os disparos, não um, como disseram autoridades federais inicialmente.

O relatório, no entanto, não continha os nomes dos agentes, que foram afastados das funções. Após semanas de protestos, o Departamento de Justiça afirmou que sua Divisão de Direitos Civis iniciaria uma investigação sobre a morte de Pretti.

 

 

por Folhapress

EUA - O lutador de MMA Robert S. Buskey Jr., de 35 anos, foi condenado à prisão perpétua após confessar que deixou a própria filha, de 5 anos, morrer de fome no estado de Nova York, nos Estados Unidos. A sentença prevê o cumprimento mínimo de 27 anos antes de qualquer possibilidade de progressão de pena.

O caso veio à tona em abril de 2024, quando equipes de emergência foram acionadas para atender uma criança encontrada inconsciente em uma residência. No local, os socorristas constataram a morte da menina, identificada como Charlotte, em estado extremo de desnutrição. Durante a ocorrência, os agentes também encontraram um menino de 3 anos mantido preso em uma estrutura improvisada dentro da casa, tipo uma gaiola.

Segundo as autoridades, o imóvel apresentava condições consideradas “deploráveis” e indicava negligência prolongada. De acordo com a People, as investigações apontaram que as crianças viviam confinadas e sem cuidados básicos enquanto o pai passava o tempo usando drogas e jogando videogame.

Em comunicado oficial, o Condado de Schenectady afirmou que Buskey afastou os filhos do convívio com familiares e nunca providenciou matrícula escolar. “O mundo deles se reduziu aos confins da casa deplorável do Sr. Buskey”, diz a nota divulgada pelas autoridades locais.

A autópsia revelou que Charlotte sofria de desnutrição severa e desidratação extrema, com “olhos fundos e sinais claros de abandono”. De acordo com a investigação, a menina era mantida trancada em um quarto que continha apenas um berço portátil, o que a obrigava a permanecer deitada em posição fetal.

Exames toxicológicos indicaram ainda que as duas crianças testaram positivo para cocaína. Durante o julgamento, Buskey admitiu que forneceu drogas ao filho mais novo, o que levou ao acréscimo de dois anos à pena aplicada pelo crime de homicídio.

 

 

por Notícias ao Minuto

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