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MUNDO - Dezenas de funcionários da companhia aérea chileno-brasileira Latam protestaram nesta quarta-feira (22) em frente ao aeroporto de Buenos Aires.

Eles querem garantir seus empregos, depois que o governo argentino negou o pedido da empresa pela abertura de um Procedimento Preventivo de Crise, instrumento que permite a demissão de funcionários com o pagamento de apenas 50% das verbas rescisórias.

"Estamos aqui defendendo os postos de trabalho, a continuidade e pedindo que pare a pressão que está ocorrendo para desmembrar ilegalmente a empresa, nos extorquir e nos forçar a sair", disse à AFP o comissário de bordo Franco Fernández, de 29 anos.

Os manifestantes exibiam bandeiras argentinas e cartazes com os dizeres "LATAM, nenhuma família na rua". Além disso, cerca de 20 trabalhadores permanecem no hangar para evitar a retirada dos aviões pela companhia.

Na terça-feira, o Ministério do Trabalho rejeitou a solicitação de Procedimento Preventivo de Crise, já que um decreto do governo de Alberto Fernández proíbe demissões sem justa causa durante a pandemia do coronavírus, a não ser que seja concedida indenização em dobro.

"Não estamos interessados em compensação, queremos continuar trabalhando, queremos continuar sendo aeronáuticos", disse Paula Viñas, 51 anos, funcionária do setor de tráfego do aeroporto. Ela vem recebendo seu salário pela metade há três meses.

Em 17 de junho, a Latam anunciou em Santiago do Chile o fim por tempo indeterminado das operações de sua subsidiária argentina, que atua há 15 anos no país e emprega 1.715 pessoas. Segundo a empresa, maior companhia aérea da América Latina, não é possível visualizar um projeto sustentável com as condições da indústria local agravadas pela pandemia.

A Latam Airlines Argentina parou de voar para 12 destinos domésticos, mas suas outras subsidiárias continuarão operando em Estados Unidos, Brasil, Chile e Peru.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - A Liga Mundial do Surf anuncia a volta do surf profissional. Será em setembro e outubro, com os eventos especiais que fazem parte do “Australian Grand Slam of Surfing”.

Um deles é o Boost Mobile Pro Gold Coast, que acontece na Ilha South Stradbroke, em Queensland, e o outro é o Margaret River Pro, que acontece na Austrália Ocidental.

Esses dois eventos acontecem somente para transmissão e terão período de espera de dois meses. Cada evento precisa apenas de dois dias para acontecer.

A série verá 24 dos melhores surfistas da Austrália (12 homens e 12 mulheres) enfrentarem suas respectivas divisões com 11 competidores masculinos de CT e 8 mulheres competidores de CT em standby a cada parada.

Os spots restantes em cada campo serão alocados aos surfistas australianos não qualificados com melhor classificação em 2019 ou surfistas coringas selecionados.

O Boost Mobile Pro Gold Coast verá o tricampeão mundial Mick Fanning contra Bede Durbidge; e o campeão mundial de 2012 Joel Parkinson e ‘Cooly Kid ‘Dean‘ Dingo’ Morrison.

Para o Margaret River Pro, Taj Burrow aceitou um coringa no sorteio masculino, e Jake Paterson e Dave Macaulay vão competir no calor do Heritage.

Cada vencedor das séries masculinas e femininas recebe US$ 20.000;  que irão para uma instituição de caridade de sua escolha.

O Australian Grand Slam of Surfing tem janela para acontecer de 1 de setembro a 31 de outubro.

 

 

*Por: HARDCORE

MUNDO - A companhia aérea americana United Airlines perdeu US$ 1,6 bilhão no "trimestre mais difícil financeiramente" de seus 94 anos de existência, marcado pela queda vertiginosa do transporte aéreo em meio à pandemia de coronavírus.

Seu faturamento caiu nesse período 87%, para 1,42 bilhão de dólares, enquanto suas despesas foram de 40 milhões por dia, detalhou a companhia em comunicado sobre os resultados trimestrais divulgados nesta terça-feira.

Por ação, a perda no trimestre chega a US$ 9,31, acima dos US$ 9,02 esperados pelos analistas.

A empresa registrou US$ 15,2 bilhões caixa em 20 de julho.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - Os três grupos de credores argentinos se recusaram a participar da nova oferta de swap de cerca de 66 bilhões de dólares em títulos de dívida formulada pelo governo e anunciaram que fizeram outra proposta ao executivo de Alberto Fernández.

"A oferta da Argentina está aquém do que os grupos de credores podem aceitar", disseram eles no comunicado, garantindo que não participarão do swap, cujo prazo termina em 4 de agosto.

Os credores se mostraram confiantes de que poderá ser alcançada uma "solução de consenso" que assegure "sustentabilidade econômica futura para o povo argentino".

Os grupos Exchange Bondholders, Ad Hoc e Argentina Creditor Committee dizem representar um terço dos detentores de títulos argentinos emitidos sob lei estrangeira e sujeitos a swap.

Essa porcentagem lhes daria poder de veto nesta proposta de reestruturação da dívida, segundo especialistas.

A oferta argentina inclui títulos de 2005 e 2010, resultado de uma reestruturação anterior da dívida e outros emitidos a partir de 2016.

Nos títulos a partir de 2016, o percentual mínimo de adesão deve ser 66,5% para que o swap seja válido. Nos de 2005 e 2010, aumenta para 85%, disse o economista Nery Persichini à AFP.

Embora não tenham dado detalhes da proposta que apresentaram à Argentina, esses três grupos afirmam que ela ajudaria as demandas urgentes do país, constituiria uma solução que permita o acesso ao mercado de capitais e ofereceria o marco legal necessário para incentivar investimentos.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse nesta segunda-feira (20) que não pode prometer que haverá uma vacina bem-sucedida contra a covid-19 desenvolvida até o fim deste ano, afirmando que "não estamos lá ainda", apesar de o país estar montando estoques.

"Afirmar que estou 100% confiante que teremos uma vacina, neste ano ou de fato ano que vem, é, infelizmente, simplesmente um exagero. Não estamos lá ainda", disse Johnson após o Reino Unido anunciar acordos para o fornecimento de mais duas potenciais vacinas que estão em desenvolvimento.

 

 

*Por William James - Repórter da Reuters

MUNDO - A Walt Disney tornou-se a mais recente empresa a cortar seus gastos de publicidade no Facebook. A empresa aderiu ao boicote que visa pressionar a rede social a tomar medidas concretas para bloquear o discurso de ódio.

Segundo o New York Times, a Disney foi a principal anunciadora do Facebook de 1º de janeiro a 30 de junho. Gastou US$ 212 milhões de dólares –mais do que o dobro da Procter & Gamble, 2ª no ranking de principais anunciadores da rede social.

Brian Nowak, analista do Morgan Stanley, estima que a empresa pode perder US$ 1 bilhão em receita por mês por causa dos cortes publicitários. Mas, só em 2019, o Facebook gerou US$ 69,7 bilhões em receita com publicidade.

Já são mais de 1.000 empresas que apoiaram o boicote e cortaram seus gastos de anúncios no Facebook. Gigantes farmacêuticas, como Pfizer e Bayer, até de automóveis, como Ford e Honda, apoiaram o movimento. Leia a lista completa.

OBJETIVO

O movimento Stop Hate for Profit teve início em 17 de junho. Foi iniciativa de grupos de direitos civis que pediram às companhias que agissem contra o ódio e a desinformação “espalhados” pelo Facebook ao suspender, temporariamente, a publicidade na rede social.

A empresa, como resposta, anunciou em 26 de junho que começaria a sinalizar publicações que violassem suas regras. Também prometeu inserir 1 link informativo em posts da campanha eleitoral nos EUA, direcionando o internauta a sites com informações oficiais.

Mark Zuckerberg falou em aumentar o combate ao discurso de ódio em anúncios publicitários. Declarou que proibiria mensagens que afirmassem “que pessoas de uma raça, etnia, origem nacional, afiliação religiosa, casta, orientação sexual, identidade de gênero ou status de imigração são uma ameaça à segurança física, à saúde ou à sobrevivência de outras pessoas”.

Porém, no início de julho, organizadores do movimento reuniram-se com Zuckerberg e relataram que a empresa “não tem nenhum compromisso com a ação”. Além disso, auditoria contratada pela própria empresa mostrou que a gigante tech está falhando em abordar temas como ódio, intolerância e manipulação na plataforma.

 

 

*Por: PODER360

MUNDO - A redução do tempo de trabalho dos negociantes de ações europeus, que trabalham duas horas a mais por dia do que seus colegas americanos e asiáticos, é uma questão de discussão nas bolsas de valores europeias, onde muitos atores não descartam encurtar a duração das sessões.

Enquanto duram apenas seis horas e meia, no máximo, em Wall Street ou na Ásia, na Europa, os pregões se estendem por mais de oito horas e meia por dia, especialmente em Paris.

"Sei por experiência que fazer malabarismo entre o trabalho e a vida doméstica nunca é fácil", diz April Day, chefe da divisão de ações da AFME, uma associação que reúne as maiores instituições financeiras da Europa e que milita há meses por um encurtamento dos pregões.

April Day, que dirigiu o serviço Equity Sales das casas Dresdner Kleinwort e Panmure Gordon, lembra que os corretores de ações geralmente devem estar em seus postos entre uma a duas horas antes e depois da sessão.

"A revisão dos horários das operações financeiras (...) melhorará a cultura e a diversidade nas empresas financeiras da Europa", afirma a AFME, uma vez que o ritmo atual de trabalho não promove a feminização ou diversificação do setor.

 

- Apoio do Blackrock -

A reforma também melhoraria o funcionamento dos mercados europeus.

A liquidez nos mercados, isto é, a capacidade de um intermediário encontrar facilmente ações para vender ou comprar, é baixa quando o dia começa, e o custo das transações é até três vezes maior do que no final da sessão, quando as bolsas tendem a polarizar-se, graças à influência da Bolsa de Nova York.

Atrasar a jornada para 10h00-17h00 ou 10h30-17h30, ou seja, 35 horas por semana, contra 9h00-17h30 atualmente em Paris, resolveria, em parte, esses problemas, sustenta a organização.

A iniciativa recebeu o apoio de alguns pilares da indústria, como Blackrock, cujo chefe de operações na Europa, Paul Battams, assumiu um compromisso nesse sentido em um tuíte no final de janeiro.

No entanto, resta convencer os operadores das plataformas. A Euronext, que administra as Bolsas de Paris, Amsterdã, Lisboa, Bruxelas, Dublin e Oslo, disse à AFP que concluiu uma consulta sobre o assunto em 30 de junho.

Suas conclusões, assim como uma avaliação detalhada do impacto potencial de uma mudança no horário de funcionamento dos mercados, são esperadas ainda na segunda quinzena de julho.

A poderosa Bolsa de Londres ainda não se pronunciou claramente, mas também realizou consultas a esse respeito.

Por sua vez, a Federação Europeia de Bolsas de Valores (FESE), uma associação que inclui a Euronext entre seus membros, afirmou em 1 de julho ser contra o projeto, assim como a alemã Deutsche Börse.

Segundo a FESE, a redução das trocas não impedirá que os corretores tenham dias menos ocupados.

Mas, apesar da firme posição da associação, o projeto de reforma ainda não foi enterrado.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - O governo dos Estados Unidos (EUA) desistiu, nessa terça-feira (14), de uma tentativa de barrar dezenas de milhares de estudantes estrangeiros no país, após sofrer críticas generalizadas e pressão de faculdades e de grandes empresas contra a medida.

Autoridades norte-americanas anunciaram, na semana passada, que estudantes estrangeiros de instituições de ensino que haviam adotado regimes de aulas online por causa da pandemia do novo coronavírus teriam de deixar o país caso não pudessem fazer transferência para locais que estivessem conduzindo aulas presenciais.

Mais de 1 milhão de estudantes estrangeiros estão matriculados atualmente em faculdades e universidades nos EUA, e muitas escolas dependem da receita desses estudantes, que normalmente pagam os custos cheios do ensino, ao contrário de muitos norte-americanos.

O anúncio pegou de surpresa muitas universidades e faculdades que ainda estavam fazendo seus planos para o semestre de outono, tentando equilibrar as preocupações com a alta no número de casos do novo coronavírus em muitos estados norte-americanos que pretendiam voltar às salas de aula.

Uma onda de processos foi aberta após a nova medida, incluindo um da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), além de outro aberto por uma coalizão de governos estaduais. Dezenas de grandes empresas, faculdades e universidades apresentaram intervenções em oposição ao decreto.

As universidades argumentaram que a medida era ilegal e afetaria as instituições acadêmicas.

Em uma esperada audiência nessa terça-feira no caso aberto pela Universidade de Harvard, a juíza distrital dos EUA Allison Burroughs, do estado de Massachusetts, disse que o governo e duas universidades de elite que haviam entrado na Justiça tinham chegado a um acordo que retiraria as novas regras e restauraria a situação anterior. A audiência durou menos de quatro minutos.

Em março, o Serviço de Fiscalização Alfandegária e Imigração (ICE) isentou estudantes estrangeiros das regras que limitam o número de cursos online que podem fazer se quiserem continuar nos Estados Unidos. A medida foi tomada enquanto as escolas fechavam seus campi, em resposta à propagação do novo coronavírus e dos lockdowns impostos por autoridades de saúde pública.

No entanto, no dia 6 de julho, o governo do presidente Donald Trump reverteu a medida abruptamente e sem explicação.

As orientações do ICE no dia 6 de julho diziam que estudantes estrangeiros poderiam permanecer no país se seus programas fossem presenciais ou oferecessem uma mistura de aulas online e no campus, mas muitas universidades ainda não haviam estabelecido planos para o semestre.

Harvard planeja realizar todas as suas aulas online para o próximo ano acadêmico, por exemplo.

 

 

*Por Mica Rosenberg e Ted Hesson - Repórteres da Reuters

MUNDO - Estudantes estrangeiros já foram impedidos de ingressar nos Estados Unidos (EUA), devido às novas regras do governo Donald Trump que barram a entrada de alunos no país se as respectivas instituições de ensino realizarem aulas exclusivamente online durante a pandemia do novo coronavírus.

Um documento, assinado por dezenas de universidades e faculdades, foi apresentado em apoio a uma ação civil da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) que tenta derrubar as novas regras de imigração estabelecidas no dia 6 de julho, que pegaram instituições acadêmicas de todo o país de surpresa.

O texto afirma que as autoridades imigratórias "já estão impedindo que estudantes em retorno voltem a entrar no país" e citou o caso de um aluno da Universidade DePaul, que voltava da Coreia do Sul e foi barrado no Aeroporto Internacional de San Francisco.

A Universidade DePaul não quis liberar o aluno para conceder entrevista. Um porta-voz da Agência de Proteção da Alfândega e da Fronteira dos EUA não comentou sobre os estudantes cujo ingresso está sendo negado em respeito às novas regras.

O comunicado foi somente um de uma série de documentos apresentados por várias associações comerciais, sindicatos trabalhistas e empresas de tecnologia, como Google, Microsoft, Facebook e Twitter, para apoiar a ação civil. Eles foram seguidos por mais de duas dúzias de cidades grandes e pequenas e condados que repudiaram a medida.

Há mais de 1 milhão de estudantes estrangeiros em universidades e faculdades dos EUA, e muitas escolas dependem da renda deles, que muitas vezes pagam mensalidades integrais.

 

 

*Por: REUTERS

MUNDO - A Flórida registrou aumento recorde de mais de 15 mil novos casos de covid-19 em 24 horas nesse último domingo (12), um dia depois de a Walt Disney World em Orlando reabrir e de ativistas contrários ao uso de máscara realizarem manifestação em um restaurante próximo.

Se a Flórida fosse um país, ficaria em quarto lugar no mundo em maior número de novos casos em um dia, atrás dos Estados Unidos (EUA), do Brasil e da Índia, de acordo com análise da Reuters.

O aumento diário de casos na Flórida já ultrapassou a contagem diária mais alta do qualquer país europeu durante o ápice da pandemia lá. Também quebrou o recorde do estado de Nova York, de 12.847 novos casos em 10 de abril, quando era o epicentro do surto nos EUA.

O aumento foi registrado um dia depois de a Walt Disney World, em Orlando, reabrir com número limitado de convidados, que foram recebidos com uma série de medidas de segurança.

Ativistas contrários ao uso das máscaras, na Flórida e em Michigan, organizaram protestos contra as determinações locais, argumentando que as medidas infringem a liberdade individual.

 

 

*Por Lisa Shumaker - Repórter da Reuters

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