SÃO CARLOS/SP - Em atenção aos apelos feitos pelo vereador Bruno Zancheta (PL), a CPFL e a Secretaria Municipal de Serviços Públicos realizaram na última sexta-feira (12) os serviços de manutenção necessários na iluminação pública no Jardim Embaré. Foram trocadas todas as lâmpadas queimadas e também implantada a iluminação na segunda rotatória que dá acesso ao bairro.
Na última quarta-feira (10), o vereador esteve no Jardim Embaré analisando e fiscalizando a iluminação da entrada do bairro, que vinha sendo alvo de muitas reclamações dos moradores, e fez um vídeo solicitando a solução do problema “o mais breve possível”. Além disso, protocolou um requerimento na Câmara cobrando melhorias.
Bruno Zancheta ressaltou a importância da manutenção e agradeceu a CPFL e a Secretaria Municipal de Serviços Públicos pela pronta atenção dedicada à resolução dos problemas. Para o vereador, o atendimento da justa reivindicação foi uma vitória da população e da intermediação feita por seu mandato.
“Os serviços de infraestrutura são essenciais e sua manutenção deve ser permanente, especialmente no que se refere à iluminação pública, item também relacionado com a segurança pública”, concluiu.
MANILA - Os Estados Unidos estão fornecendo às Filipinas ajuda militar equivalente a outros países asiáticos, disse um importante porta-voz do governo na segunda-feira, apoiando as exigências do presidente Rodrigo Duterte para que Washington pague mais.
Duterte disse na semana passada que os Estados Unidos deveriam pagar mais se quiserem manter o Acordo de Forças Visitantes (VFA) de duas décadas, que ele cancelou unilateralmente no ano passado em uma resposta irada a um aliado que teve seu visto negado.
“Se tivermos laços muito fortes com um aliado muito forte, então acho que também haverá uma quantidade maior de assistência financeira a ser dada”, disse o porta-voz presidencial Harry Roque em uma reunião regular.
Roque citou um estudo do Stimson Center, com sede em Washington, que mostrou que as Filipinas receberam US $ 3,9 bilhões em apoio ao contraterrorismo dos EUA de 2002 a 2017, em comparação com os US $ 16,4 bilhões do Paquistão no mesmo período.
“Conseguimos $ 3,9 bilhões. Isso é uma quantia enorme? Isso é um troco em comparação com o que outros países estavam recebendo ”, disse ele.
As forças armadas dos dois países têm laços estreitos, forjados durante décadas de exercícios conjuntos que aumentaram a capacidade das forças filipinas, ao mesmo tempo que proporcionaram aos Estados Unidos uma posição importante em uma região onde o poder e a influência da China estão crescendo.
Oficiais de defesa de ambos os países estão tentando salvar o VFA, que sustenta o Tratado de Defesa Mútua e um Acordo de Cooperação de Defesa Reforçada. Duterte ameaçou desfazer-se de todos eles.
A embaixada dos EUA em Manila não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Em dezembro, ele disse que as Filipinas receberam a maior ajuda militar dos EUA na região do Indo-Pacífico, tendo recebido 33 bilhões de pesos (US $ 689 milhões) em hardware.
Roque disse que Duterte estava defendendo o interesse nacional e não cometendo extorsão, como alguns críticos, incluindo o vice-presidente Leni Robredo, disseram. Seu pedido era de indenização, porque a presença rotativa de tropas americanas colocava as Filipinas em risco.
Duterte instruiu Robredo sobre a formulação da política externa, dizendo que o poder de determinar e moldar as relações externas está nas mãos do presidente.
“Não é dinheiro que estou pedindo ... devemos receber armas e armamentos que possam nos colocar em pé de igualdade com os países em guerra conosco”, disse Duterte em um discurso transmitido pela televisão tarde da noite.
Ele disse a Robredo, que foi eleito separadamente e deve ser a aposta presidencial da oposição nas eleições do próximo ano: “Você não está qualificado para se candidatar à presidência. Você não conhece o seu papel no governo. ”
O porta-voz de Robredo não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
*Reportagem de Karen Lema; Edição de Martin Petty e Giles Elgood / REUTERS
EUA - O presidente Joe Biden prometeu que nunca politizará os militares dos EUA ao fazer sua primeira visita ao Pentágono como comandante-em-chefe na quarta-feira, buscando contrastar com a era Trump em um discurso de longo alcance que enfatizava a diversidade nas forças armadas.
Biden, cujo filho falecido, Beau, era um soldado desdobrado no Iraque, irritou-se com a abordagem do ex-presidente Donald Trump aos militares durante a campanha presidencial, incluindo um relatório que Trump certa vez chamou em particular os soldados americanos mortos durante a Primeira Guerra Mundial de "perdedores" e "Otários."
Os críticos dizem que Trump desrespeitou abertamente as normas de comportamento na busca aberta de apoio político entre as tropas americanas, que deveriam ser leais à Constituição americana - não a qualquer partido ou movimento político.
“Eu nunca vou desonrá-lo, nunca vou desrespeitá-lo, nunca vou politizar o trabalho que você faz”, disse Biden na sala de instruções do Pentágono.
Ele acrescentou: “Isso é pessoal para mim. A família Biden é uma família de militares. ”
A liderança do Pentágono está sob pressão para mostrar progresso no combate ao nacionalismo branco e outros extremismos nas fileiras, depois que membros do serviço militar atuais e anteriores participaram do cerco pró-Trump ao Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro.
Na terça-feira, o principal almirante da Marinha dos EUA condenou dois incidentes racistas envolvendo símbolos de ódio em navios de guerra, que fontes disseram incluir um laço que foi deixado na cama de um marinheiro negro.
Biden fez história ao nomear o general aposentado do exército Lloyd Austin o primeiro secretário de defesa negro dos EUA. Em seu discurso no Pentágono na quarta-feira, Biden enfatizou outras conquistas inovadoras de soldados negros, desde pilotos que lutaram na Segunda Guerra Mundial até soldados que lutaram na Guerra Civil.
“No momento, mais de 40% de nossas forças de serviço ativas são pessoas de cor. Agora já passou da hora de que toda a diversidade e força total de nossas forças se reflitam em todos os níveis deste departamento ”, disse Biden.
Ainda assim, a discriminação persiste nas forças armadas dos EUA.
A Reuters foi a primeira a informar no mês passado que quase um terço dos militares americanos negros indicou ter sofrido discriminação racial, assédio ou ambos durante um período de 12 meses, de acordo com uma pesquisa do Departamento de Defesa que foi retida durante grande parte do governo Trump.
Durante seus primeiros dias no cargo, Biden assinou uma ordem executiva que revogou a proibição de Trump sobre indivíduos trans que serviam nas forças armadas dos EUA.
Biden observou que Austin, ao assumir o cargo de secretário de defesa, ordenou uma revisão dos casos de agressão sexual.
“Esta administração ... é dedicada a garantir que cada pessoa seja tratada com dignidade e respeito”, disse Biden.
A visita de Biden, que incluiu uma visita a uma exposição do Pentágono em homenagem aos militares negros, contrastou fortemente com a estreia de Trump no Pentágono em 2017. Trump aproveitou a oportunidade para assinar uma ordem executiva proibindo refugiados de nações de maioria muçulmana de entrar nos Estados Unidos.
Ainda assim, deixou muitas perguntas sem resposta sobre a abordagem de Biden ao Pentágono, à medida que aumentam as especulações sobre potenciais cortes nos gastos com defesa, a guerra de duas décadas no Afeganistão, futuros deslocamentos dos EUA para o Oriente Médio e Ásia e tensões com o Irã.
Biden anunciou planos para uma revisão da estratégia do Pentágono em relação à China, mas não havia sinal por enquanto de qualquer mudança na abordagem dos EUA.
Biden estava acompanhado pela vice-presidente Kamala Harris, a primeira mulher, a primeira negra americana e a primeira asiático-americana a ocupar o segundo cargo mais alto nos Estados Unidos.
Harris prestou homenagem aos membros negros que quebraram barreiras.
“Eles não se juntaram apenas para fazer história. Eles se juntaram para servir ”, disse ela.
*Reportagem de Phil Stewart, Idrees Ali e Steve Holland; REUTERS
BRASÍLIA/DF - O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10), por 339 votos a 114, o texto-base do projeto que prevê autonomia para o Banco Central. Neste momento, os parlamentares ainda analisam os destaques que podem modificar trechos da proposta.
A proposta foi aprovada pelo Senado em novembro do ano passado e confere mandato de quatro anos para o presidente e diretores da autarquia federal. O texto estabelece que o Banco Central passa a se classificar como autarquia de natureza especial caracterizada pela "ausência de vinculação a ministério, de tutela ou de subordinação hierárquica".
Para o relator do projeto, deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), a medida vai melhorar a nota do Brasil em relação aos investidores internacionais. O parlamentar reiterou que a proposta já é discutida no Congresso há 27 anos.
“ Vai dar ao Brasil um novo padrão de governança monetária, que vai dar um sinal muito importante ao mercado internacional, fazendo com que o Brasil possa melhorar a sua imagem internacional e, mais do que nunca, fazendo com que investidores possam analisar o Brasil como uma janela de oportunidades”, afirmou o relator.
De acordo com o texto, o presidente da República indicará os nomes, que serão sabatinados pelo Senado e, caso aprovados, assumirão os postos. Os indicados, em caso de aprovação no Senado, assumirão no primeiro dia útil do terceiro ano do mandato do presidente da República.
O projeto estabelece mandatos do presidente e diretores de vigência não coincidente com o mandato de presidente da República. Diretores e o próprio presidente da autarquia não poderão ser responsabilizados pelos atos realizados no exercício de suas atribuições se eles forem de boa-fé e não tiverem dolo ou fraude. Essa regra também se aplica aos servidores e ex-servidores das carreiras do banco e aos ex-ocupantes dos cargos da diretoria.
Partidos contrários à matéria tentaram estender as discussões sobre o projeto. Na avaliação de líderes de siglas da oposição, a proposta não vai blindar a autarquia de pressões político-partidárias.
“Porque o Presidente da República quando indica um Banco Central para gerir a política monetária está exposta a pressão política. Para as agências, quando não protegem os interesses dos consumidores e, sim, dos prestadores de serviço, o conceito é captura. Nó teremos um Banco Central capturado. Imaginem, pelos banqueiros e o povo brasileiro será preterido. Vai aumentar a pobreza e a miséria. Esta que é a realidade”, argumentou o deputado Afonso Florence (PT-BA).
*Por Heloísa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - Após reunião realizada na Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito entre a equipe técnica do vereador Elton Carvalho (Republicanos), a Chefe de Gabinete Ingrid Ienco e os Diretores Paulo Sergio Luciano e Kleber Renato Luchesi, ficou definida a sinalização vertical e horizontal no bairro Jardim Embaré.
A sinalização começou a ser executada na manhã de quarta-feira (10), e deverá contemplar todo o bairro. O pedido foi formalizado por meio do ofício nº 029/2021-GP do vereador.
“Uma sinalização adequada representa segurança para os moradores, condutores e pedestres. Essa região está crescendo, se expandindo rapidamente. Nós como poder público devemos olhar atentamente para as demandas e sempre que possível, equacionar os problemas”, afirmou o parlamentar. “Gostaria de destacar a presteza e excelência no atendimento dos servidores da Secretaria de Trânsito e colocar meu mandato à disposição da pasta e de todos os moradores do Jardim Embaré e região”, destacou.
No mesmo bairro, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, através do secretário Mariel, do diretor Everaldo e de toda a equipe, realizou tapa-buracos também solicitado por Elton, por meio do ofício nº 009/2021-GP.
“A principal avenida tem recebido comércios e novos empreendimentos. Além disso, é via que dá acesso ao Arcoville, aos apartamentos da MRV, ao bairro Vista Alegre e ao Aracê de Santo Antônio. Ficam registrados minha gratidão e respeito ao secretário Mariel e toda sua equipe”, finalizou Elton.
BRASÍLIA/DF - A Comissão Mista de Orçamento (CMO) foi instalada hoje (10) com a eleição da deputada Flávia Arruda (Pl-DF), por aclamação, para presidir o colegiado. A relatoria ficará a cargo do senador Márcio Bittar (MDB-AC). A CMO é formada por 30 deputados e 10 senadores titulares e tem entre suas atribuições a análise e aprovação do Orçamento da União.
Inicialmente, a instalação do colegiado estava prevista para ontem (9), mas foi adiada em razão da morte do senador José Maranhão (MDB-PB) em decorrência da covid-19.
Ontem (9), ao anunciar a nova para a instalação do colegiado, o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que a comissão vai se dedicar exclusivamente na análise da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021 (PLN 28/20), cuja tramitação está atrasada. Após a aprovação da LOA, o colegiado será desfeito para a formação de uma nova comissão.
No entanto, diversos integrantes do colegiado pediram a prorrogação dos trabalhos por mais tempo, argumentando que precisam analisar o Orçamento com mais tempo. A nova presidente da CMO disse que vai levar a questão para debate junto à presidência do Senado
"A gente tem uma proposta de prazo para a gente votar [o Orçamento], que ainda vai ser levada ao presidente do Congresso. Nós votaremos, sim, porque esse é um compromisso que temos com o país de votar esse orçamento até antes do final de março, mas isso não nos impede de colocar em discussão e votação no plenário a prorrogação da comissão", disse Flávia Arruda.
A instalação da CMO chegou a ser anunciada no segundo semestre do ano passado, mas não ocorreu em razão de disputas pelo comando do colegiado. Concorriam à presidência da comissão os deputados Elmar Nascimento (DEM-BA), apoiado pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Flávia Arruda (PL-DF), que contava com o apoio do então líder do Centrão e atual presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).
Nesta quarta-feira, logo após o início da reunião para instalar a CMO, o líder do DEM, Efraim Filho (DEM-PB), anunciou ter chegado a um acordo com Lira e retirou o requerimento indicando o deputado Elmar Nascimento para o cargo de presidente.
“Conversamos bastante com o presidente Arthur Lira e também fizemos um rápido diálogo com a deputada Flávia [Arruda] e temos todas as condições de prosseguir”, disse.
Com a retirada da candidatura, o senador Paulo Rocha (PT-BA) anunciou a eleição de Flávia Arruda por aclamação. “Estamos atrasados na feitura do nosso orçamento, então urge a comissão trabalhar”, disse o senador.
Ao tomar posse, Flávia Arruda disse que, além do Orçamento, uma das prioridades do colegiado será trabalhar no enfrentamento à pandemia da covid-19, pela vacinação em massa e por medidas de distribuição de renda, como a prorrogação do auxílio emergencial e a retomada da economia, com geração de renda.
“Só temos uma grande chance de fazer esse esforço através do diálogo e do entendimento. Os prazos são exíguos, os recursos escassos e as necessidades imensas”, disse Flávia Arruda.
*Por Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - Na segunda-feira (8), o vereador Tiago Parelli esteve em reunião com o diretor do Departamento de Fomento ao Turismo, Rykoff Aidar, e com o vice-prefeito Edson Ferraz para entender e resolver a situação do grupo Airsoft Blackwater. Esteve presente também Jeferson, um representante do grupo.
Conforme descrição no site do Blackwater, o airsoft é uma atividade esportiva e recreativa que utiliza réplicas de armas de combate e táticas militares para promover treinamento físico e mental, através de simulações de combate e técnicas de movimentação. As réplicas de armas são de pressão e atiram projéteis plásticos não letais. É praticado em ambientes fechados ou ao ar livre, frequentemente em áreas de grande extensão.
Durante a reunião, foi discutida a necessidade do grupo por um espaço adequado para a prática do esporte.
O vereador Tiago Parelli aproveitou a ocasião para conversar com Rykoff sobre melhorias e possibilidades para promover eventos e outros incentivos ao turismo em São Carlos.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Azuaite França (Cidadania), ao se pronunciar na sessão da Câmara Municipal de São Carlos nesta última terça-feira (9), alertou para o esgotamento do atendimento hospitalar na cidade na pandemia e considerou “totalmente irresponsável” a decisão do governo estadual de determinar o retorno das aulas presenciais nas escolas públicas.
Azuaite citou a preocupação diante de documento da Santa Casa datado de segunda-feira (8) informando que está esgotada a capacidade atual de internação nos 10 leitos de UTI adulto, 10 leitos de UTI coronariana, 5 leitos de UTI infantil, 5 leitos de UTI neonatal, 18 leitos de COVID-19, 7 leitos da sala amarela (urgência clínica) e 3 leitos da sala vermelha (cirúrgicas).
“Isto significa dizer que tudo o que existe na Santa Casa está ocupado e se algum de nós nesse momento precisarmos de socorro terá que entrar na fila das internações; estamos no limite e é preciso que tenhamos todos os cuidados desse mundo”, declarou.
O parlamentar lamentou, no entanto, que existam aqueles que não têm cuidado e “aqueles que, exercendo cargos públicos, são totalmente irresponsáveis”. Ele fez referência ao governador João Dória, “que se não bastasse relegar à miséria com baixos salários os professores da rede estadual de ensino, quer matar de Covid-19 os professores, profissionais de educação e alunos ao determinar o recomeço das aulas presenciais”.
“Pergunto: se houver um óbito, uma internação, uma doença, o governador se responsabilizará? Porque quem induz alguém ao perigo, quando cria uma situação que possa levar à morte, passa a ser o mentor intelectual dessa morte”, acrescentou.
O vereador ressaltou que Dória não assumirá a responsabilidade se o pior acontecer: “Aí ele vai fugir e a responsabilidade recairá sobre a família que, de boa fé, leva o filho à escola e, sobre o professor que, para não perder seu salário e parte de seu orçamento doméstico, vai lecionar no período mais crítico da pandemia”.
Para Azuaite têm toda a razão as pessoas que criticam o modo lamentável como age o presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia. “Temos que juntar na turma do Bolsonaro o governador Dória”. A seu ver, além da flagrante irresponsabilidade, o governador paulista demonstra-se insensível e incoerente ao insistir na reabertura das escolas sem que antes os professores tenham acesso à vacina. “Em São Carlos as escolas reabrem quando a cidade está na fase mais intensa do contágio de Covid-19, algo incompreensível e digno de repúdio”.
WASHINGTON - Um Senado americano dividido votou amplamente nas linhas partidárias na terça-feira para seguir em frente com o julgamento de impeachment de Donald Trump sob a acusação de incitar o ataque mortal ao Capitólio, mas a condenação parece improvável, exceto uma grande mudança entre os republicanos.
O Senado votou por 56 a 44 para proceder ao primeiro julgamento de um ex-presidente, rejeitando o argumento de seus advogados de defesa de que Trump estava fora do alcance do Senado depois de ter deixado a Casa Branca em 20 de janeiro.
Os democratas esperam desqualificar Trump de ocupar cargos públicos novamente, mas o resultado de terça-feira sugere que eles enfrentam muitas probabilidades. Apenas seis senadores republicanos se juntaram aos democratas para votar a favor de permitir a realização do julgamento, muito longe dos 17 necessários para garantir uma condenação.
Condenar Trump exigiria uma maioria de dois terços no Senado 50-50.
A votação culminou em um dia dramático na Câmara do Senado. Legisladores democratas atuando como promotores abriram o julgamento com um vídeo gráfico intercalando imagens da violência no Capitólio de 6 de janeiro com clipes do discurso incendiário de Trump para uma multidão de apoiadores instando-os a "lutar como o inferno" para anular sua derrota nas eleições de 3 de novembro.
Os senadores, servindo como jurados, assistiram as telas mostrarem os seguidores de Trump derrubando barreiras e atingindo policiais no Capitólio. O vídeo incluiu o momento em que a polícia que guardava a câmara da Câmara dos Representantes atirou mortalmente contra o manifestante Ashli Babbitt, uma das cinco pessoas, incluindo um policial que morreu na confusão.
A multidão atacou a polícia, enviou legisladores em busca de segurança e interrompeu a certificação formal do Congresso da vitória do presidente Joe Biden depois que Trump passou dois meses contestando os resultados das eleições com base em falsas alegações de fraude eleitoral generalizada.
“Se isso não é um delito de impeachment, então não existe”, disse o deputado democrata Jamie Raskin, que liderou uma equipe de nove membros da Câmara que processam o caso, aos senadores reunidos depois de mostrar o vídeo.
Ele chorou ao contar como os parentes que trouxe ao Capitólio naquele dia para testemunhar a certificação da eleição tiveram que se abrigar em um escritório perto do plenário da Câmara, dizendo: “Eles pensaram que iam morrer”.
Em contraste com a apresentação emocional dos democratas, os advogados de Trump atacaram o processo, argumentando que o processo era um esforço partidário e inconstitucional para fechar o futuro político de Trump, mesmo depois de ele já ter deixado a Casa Branca.
“O que eles realmente querem realizar aqui em nome da Constituição é impedir Donald Trump de concorrer a um cargo político novamente, mas isso é uma afronta à Constituição, não importa quem seja o alvo hoje”, David Schoen, um dos advogados de Trump , disse aos senadores.
Ele denunciou a "ânsia insaciável de impeachment" entre os democratas antes de exibir seu próprio vídeo, que reunia clipes de vários legisladores democratas pedindo o impeachment de Trump desde 2017.
Trump, que sofreu impeachment pela Câmara liderada pelos democratas em 13 de janeiro, é apenas o terceiro presidente na história dos Estados Unidos a sofrer impeachment, e o único a sofrer duas de impeachment.
Sua defesa argumentou que ele estava exercendo seu direito à liberdade de expressão sob a Primeira Emenda da Constituição quando se dirigiu a apoiadores antes do ataque ao Capitólio.
Bruce Castor, um dos advogados de Trump, disse que o assalto ao Capitólio por centenas de pessoas "deveria ser denunciado nos termos mais vigorosos", mas argumentou que "um pequeno grupo de criminosos", não Trump, foi o responsável pela violência.
A maioria dos especialistas jurídicos disse que é constitucional realizar um julgamento de impeachment depois que um funcionário deixa o cargo.
“Os presidentes não podem inflamar a insurreição nas últimas semanas e depois ir embora como se nada tivesse acontecido. E, no entanto, essa é a regra que o presidente Trump pede que vocês adotem ”, disse o deputado democrata Joe Neguse aos senadores.
A maioria dos senadores no julgamento estava presente no Capitólio em 6 de janeiro, quando muitos legisladores disseram temer por sua própria segurança.
Vários senadores republicanos disseram que acharam a defesa de Trump, particularmente o argumento de Castor, desconexa e obscura.
“Os gerentes da Câmara apresentaram um caso convincente e convincente. E a equipe do presidente não ”, disse o senador republicano Bill Cassidy, que votou pelo avanço do julgamento.
Cassidy votou pelo bloqueio do julgamento por motivos constitucionais no mês passado, uma tentativa republicana que fracassou por 55 a 45. Ele foi o único republicano a trocar de lado na terça-feira, uma medida que levou o Partido Republicano em seu estado natal, Louisiana, a emitir uma declaração repudiando sua decisão.
Assistindo ao processo pela TV em seu resort na Flórida, Trump não gostou do desempenho de Castor, disse uma pessoa a par da situação.
Depois que o Senado foi adiado para o dia, Castor disse aos repórteres: “Achei que tivemos um bom dia”, e disse que não esperava fazer nenhum ajuste em sua defesa planejada em resposta às críticas.
O julgamento pode fornecer pistas sobre a direção do Partido Republicano após a tumultuada presidência de quatro anos de Trump. Surgiram fortes divisões entre os leais a Trump e aqueles que esperam levar o partido em uma nova direção. Os democratas, por sua vez, estão preocupados que o julgamento possa impedir a capacidade de Biden de avançar rapidamente com uma ambiciosa agenda legislativa.
Mas poucos senadores republicanos parecem dispostos a romper com Trump.
O senador Josh Hawley, que ajudou a liderar a oposição no Senado até os resultados da eleição presidencial, previu que a votação de terça-feira refletirá em última instância a decisão final da câmara.
“Esse provavelmente será o resultado, bem ali”, disse Hawley aos repórteres.
Há um ano, o então Senado controlado pelos republicanos absolveu Trump das acusações de obstrução do Congresso e abuso de poder por pressionar a Ucrânia a iniciar uma investigação sobre Biden e seu filho Hunter em 2019.
*Por David Morgan , Richard Cowan / REUTERS
Novo método apresentado prevê a construção da obra sem causar impacto no tráfego de veículos
SÃO CARLOS/SP - Representantes de relações governamentais e institucionais da concessionária RUMO apresentaram na manhã desta terça-feira (09/02), ao prefeito Airton Garcia, o projeto de implantação da passagem de nível inferior do pontilhão Praça Itália. Diferente do método apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o novo modelo apresentado, além de prever mais agilidade na obra, causará menos impacto no tráfego de veículos, já que não prevê a demolição da passagem existente para a ampliação das 4 faixas de rodagem.
Além dos representantes da concessionária, Rodrigo Veradino, Bruno Madalena e Marcelo Rodrigues, também participaram da apresentação o chefe de gabinete da Prefeitura, José Pires (Carneirinho), os secretários José Galizia Tundisi (Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação), Júlio Cesar Alves Ferreira (Obras Públicas) e representantes de outras pastas.
Com previsão de início para o próximo semestre, o projeto apresentado pela RUMO prevê manter a passagem existente com a implantação de outra passagem ao lado, permitindo a duplicação das 4 vias de tráfego e faixas para pedestre. O novo método divide a obra em 7 fases: desvio ferroviário; cravação de estacas; desmontagem da grade ferroviária; escavação e execução das vigas de travamento e laje de cobertura; escavação no interior da PI; execução da laje de fundo e das paredes da passagem inferior, e por último, a execução do pavimento viário.
Além de utilizar um método europeu de empuxe hidráulico, primeira vez a ser utilizado no Brasil, a nova proposta para a construção da passagem inferior do pontilhão da Praça Itália terá o tempo reduzido de 14 meses para 9 meses, sem a interrupção no tráfego de veículos durante a execução.
Para o prefeito Airton Garcia, o novo método realmente trará menos transtornos para a cidade e para os motoristas.
“A praça Itália é um dos lugares que mais passa carros por dia em São Carlos, então, tudo o que for feito naquele local tem que ser rápido e com o mínimo de transtorno possível. E esse novo procedimento de construção com certeza irá trazer agilidade e tranquilidade na tão esperada duplicação do pontilhão”, disse o prefeito.
De acordo com o chefe de gabinete do Prefeito, José Pires (Carneirinho), uma nova reunião será realizada com os representantes da RUMO para a apresentação final do projeto junto às secretarias municipais, para maior agilidade nos trâmites autorizativos para o início das obras. “É uma determinação do prefeito Airton Garcia que a Prefeitura e todas as secretarias façam uma força tarefa para solucionar tudo o que for burocrático, para que essa obra inicie o mais rápido possível”, concluiu José Pires.
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