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SÃO CARLOS/SP - A doença venosa crônica é o resultado de uma alteração na estrutura do sistema venoso nos membros inferiores (pernas e pés), onde as veias perdem a função de transportar o sangue venoso de volta para o coração, provocando as famosas varizes.

De fato, as veias dos membros inferiores têm como função conduzir o sangue de volta ao coração, sendo que no interior delas existem pequenas válvulas que impedem o retorno venoso devido à ação da gravidade. Quando estas válvulas se tornam insuficientes, elas não fecham de forma correta e o sangue não progride. Localmente, a quantidade de sangue aumenta, fica estagnado e faz com que as veias se dilatem e se deformem tornando-se visíveis. Assim, as varizes são veias dilatadas com volume aumentado, tornando-se tortuosas e alongadas com o decorrer do tempo.

São diversas as causas para o surgimento da doença venosa crônica, sendo o fator genêtico responsável pela denominada “doença venosa primária”, apresentando uma evolução mais ou menos lenta. Ocasiona uma diminuição da resistência das paredes das veias tornando-as mais frágeis e menos resistentes. Depois, surgem a trombose venosa profunda, os traumatismos, as terapêuticas hormonais femininas, a gravidez e um número considerável de situações que igualmente provocam o aparecimento dessa doença, como a obesidade, o excesso de calor, tabagismo, ingestão exagerada de bebidas alcoólicas, excesso de peso, permanência prolongada na posição de pé, ou sentada, e atividades em que é necessário realizar grandes esforços, tal como sucede em muitas profissões e também no esporte.

Os principais sintomas são a sensação de peso, dor, e frequente edema nas pernas, tornozelos e pés - principalmente no final do dia -, cansaço, prurido, dormência e cãibras, principalmente durante a noite.

Faltosos:12.482 pessoas ainda não voltaram para receber a 2ª dose e 55.146 não tomaram a dose de reforço

 

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde confirmou na segunda-feira (04/04) que já foram aplicadas 602.862 doses das vacinas contra a COVID-19, sendo 240.360 referentes a 1ª dose, o que corresponde a 94,44% da população em geral e 219.174 referentes a 2ª dose, o que representa 86,12% da população. 144.537 pessoas também já receberam a dose de reforço o que corresponde a 56,79% da população em geral.

Mesmo com o índice de 86,12% de pessoas imunizadas com as duas doses, o município contabiliza 67.628 faltosos. De acordo com o relatório analítico de faltosos do Vacivida, a cidade registrou nesta segunda-feira (04/04), 12.482 pessoas sem a segunda dose da vacina contra a COVID-19 e 55.146 que ainda não tomaram a dose de reforço. 

Das 12.482 que ainda não completaram a imunização com a segunda dose, 1.510 deixaram de tomar a segunda dose da AstraZeneca, 6.046 da Coronavac e 3.563 da Pfizer. Os jovens com 18 anos estão entre os mais faltosos somando 6.801 pessoas sem a segunda dose, seguido por 1.909 pessoas na faixa etária entre 20 e 29 anos e 1.335 pessoas entre 30 e 39 anos.

RÚSSIA - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, é constantemente acompanhado por um médico especialista em câncer de tiroide. Esse seria um dos indicativos de que ele estaria fazendo um tratamento oncológico há anos. As informações foram publicadas pelo portal Proekt Media, que atualmente está bloqueado em território russo

A matéria revela que o cirurgião Yevgeny Selivanov, do Hospital Clínico Central de Moscou, visitou Putin 35 vezes em um resort em Sochi, onde fica uma de suas residências.

Segundo o portal, o presidente começou a invasão da Ucrânia enquanto escondia problemas de saúde da população do país. O tratamento de um possível tumor incluiria o uso de esteróides. As revelações ocorrem em meio às especulações sobre a saúde do líder russo.

Putin, que fará 70 anos em outubro, já demonstrou publicamente seu interesse relacionado ao câncer de tiroide. Segundo a reportagem do portal Proekt, em julho de 2020, ele se reuniu com Ivan Dedov, chefe do Centro Nacional de Investigação Médica.

SÃO CARLOS/SP - Em 2022 já foram registradas em São Carlos 471 notificações, com 132 casos positivos de Dengue, sendo 121 autóctones e 11 importados. Para Chikungunya foram registradas 4 notificações, com 3 casos descartados e 1 aguardando resultado de exame. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika nenhuma notificação foi registrada até agora.

Em 2021 foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio dos departamentos de Vigilância em Saúde e de Gestão do Cuidado Ambulatorial, informa que a partir desta segunda-feira (04/04), todas as 23 unidades de saúde da família (USF’s) e as 12 unidades básicas de saúde, estão aplicando a vacina contra a gripe das 8h às 16h.

“Colocamos a vacina em todas as unidades da rede porque recebemos mais doses contra a Influenza e também porque o público com 60 anos é bem maior”, explica Crislaine Mestre, diretora de Vigilância em Saúde.

Estudo de caso indica relação entre Covid-19 materna e alterações cardíacas no feto

 

SÃO CARLOS/SP - Pesquisas desenvolvidas no Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) evidenciaram a relevância do diagnóstico precoce de complicações relacionadas às cardiopatias congênitas, alterações cardíacas que têm origem no embrião e evoluem durante a gestação. Um dos estudos comparou a eficácia de dois exames na obtenção desse diagnóstico - a ultrassonografia obstétrica e a ecocardiografia fetal - e o outro, um estudo de caso, acompanhou gestante que teve Covid-19 confirmada na 23ª semana de gravidez, com impactos sobre a saúde fetal.
Os estudos, coordenados pelos cardiologistas e docentes do Departamento de Medicina (DMed) da UFSCar Haroldo Teófilo de Carvalho, da área de Saúde da Criança e do Adolescente, e Meliza Goi Roscani, da área de Saúde do Adulto e Idoso, tiveram a participação das estudantes de graduação em Medicina Maria Paz Lozano Chiquillo, Stella Naomi Tanaka e Lana Kummer, além de Ana Cândida Arruda Verzola de Castro, cardiologista no HU-UFSCar/Ebserh.
As cardiopatias congênitas compreendem um grupo de malformações estruturais e alterações fisiológicas associadas a alta mortalidade infantil. No Brasil, cerca de 30% dos recém-nascidos com essas doenças recebem alta hospitalar sem que haja um diagnóstico. Embora estudos indiquem maior acurácia (maiores sensibilidade, com consequente redução de falsos negativos, e especificidade, com menos falsos positivos) da ecocardiografia fetal na detecção das cardiopatias congênitas, não há centros especializados, condições técnicas e profissionais qualificados para adotar o exame em todas as gestantes, restando a ultrassonografia como instrumento mais amplamente utilizado.
Em um contexto de adoção da ecocardiografia no ambulatório de Cardiologia Pediátrica do HU-UFSCar/Ebserh, para mulheres com fatores de risco para cardiopatias congênitas nos fetos - tais como idade superior a 40 anos, comorbidades e condições clínicas durante a gestão, dentre outras -, um dos estudos comparou a acurácia do ultrassom com a ecocardiografia em 44 gestantes, das quais 10 deram à luz crianças com cardiopatias congênitas confirmadas.
Os resultados mostraram acurácia (97,7%), sensibilidade (100%) e especificidade (96,8%) maiores com o uso da ecocardiografia. No entanto, considerando as dificuldades já apresentadas e os valores encontrados para a ultrassonografia - acurácia de 81,8%, sensibilidade de 57,1% e especificidade de 93,3% -, os pesquisadores concluem que os resultados da ultrassonografia realizada por profissional experiente, conforme as técnicas recomendadas, segue sendo um instrumento útil na indicação de encaminhamento das gestantes para centros especializados, para exames no feto, diagnóstico, planejamento do parto e tratamento logo após o nascimento.
Os resultados do estudo foram publicados em artigo no periódico Progress in Pediatric Cardiology (acesso via https://bit.ly/3wOxw3j).

As 5 Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) que atendem Síndrome Gripal também vão atuar sem agendamento

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde comunica que a partir desta segunda-feira (04/04), todas as 23 Unidades de Saúde da Família (USF’s) passam a atender a demanda espontânea, ou seja, sem agendamento prévio de consultas. Esse acolhimento será oferecido na atenção básica de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h.

Já as 5 Unidades Básicas de Saúde (UBS'S do Maria Stella Fagá, do Santa Felícia, do Cidade Aracy, do Botafogo e do Azulvile) referenciadas para atender síndrome gripal após o fechamento de Centro de Triagem do Ginásio Milton Olaio Filho, também vão atender a demanda espontânea de baixa complexidade, das 7h30 às 16h.

De acordo com a chefe de gabinete e responsável pelo expediente da Secretaria Municipal de Saúde, Jôra Porfírio, essa decisão foi tomada em reunião realizada com os diretores da rede para tentar reduzir a demanda das UPA’s. “A demanda espontânea é aquela que se refere aos pacientes que procuram uma unidade de saúde de maneira inesperada. Esses pacientes procuram atendimento médico por diversos motivos, tais como alguma patologia ou alguma queixa a ser solucionada. Percebemos que esses usuários vão diretamente para as UPA’s, deixando de procurar a atenção básica, por isso estamos fazendo essa mudança no atendimento das USF’s e algumas UBS’S”, justifica a chefe de gabinete da Saúde.

Lindiamara Soares, diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Hospitalar, confirma que 90% dos casos atendidos nas UPAS poderiam ter sido resolvidos nas unidades da atenção básica. “As UPAS trabalham com 3 médicos por plantão, porém em alguns dias da semana, principalmente as segundas e terças-feiras, atendemos 400 pacientes em cada unidade, a maioria casos de baixa complexidade. A utilização inapropriada da urgência como porta de entrada para o sistema de saúde sobrecarrega o serviço, causando superlotação e, consequentemente, impacta na qualidade dos da assistência prestada”, ressalta a diretora.

Os casos de urgência e emergência devem continuar sendo direcionados para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) da Vila Prado, Santa Felícia e do Cidade Aracy. Essas são as únicas portas de entrada em São Carlos para os usuários SUS em casos de urgência. Nas UPAS os pacientes recebem o primeiro atendimento, são estabilizados e, se necessário atendimento em unidade hospitalar, são cadastrados na CROSS (Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde) para transferência.

Confira quais são as Unidades de Saúde da Família (USF’s) de São Carlos:

USF Antenor Garcia- Equipe 1, Antenor Garcia – Equipe II, USF Presidente Collor, USF CDHU, USF Cidade Aracy - Equipe I, USF Cidade Aracy - Equipe II, USF Jardim Munique, USF Jardim São Carlos, USF Romeu Tortorelli, USF Água Vermelha, USF Santa Eudóxia, USF Jockey Club, USF Jardim Guanabara, Jardim Zavaglia, USF Santa Angelina, USF Cruzeiro do Sul – Equipe I, USF Cruzeiro do Sul – Equipe I, USF Itamaraty, USF São Carlos VIII, USF São Rafael, USF Astolpho Luís do Prado, USF José Fernando Petrilli e USF Arnon de Mello.

BRASÍLIA/DF - Começa nesta segunda-feira (4) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A meta do Ministério da Saúde é imunizar cerca de 76,5 milhões de pessoas até o dia 3 de junho, data prevista para encerramento da campanha.

Segundo a pasta, 80 milhões de doses da vacina Influenza trivalente, produzidas pelo Instituto Butantan e eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B, estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

Etapas

Para evitar surtos da doença, que pode sobrecarregar os serviços de saúde e até levar à morte, a pasta alerta para a importância da vacinação dos grupos prioritários.

A campanha nacional ocorrerá em duas etapas. Na primeira, de hoje a 2 de maio, serão vacinados idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. A segunda, que vai de 3 de maio a 3 de junho, tem como público-alvo crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes e puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com comorbidades; pessoas com deficiência permanente; membros de forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa e pessoas privadas de liberdade.

No caso das crianças de 6 meses a menores de 5 anos que já receberam ao menos uma dose da vacina influenza ao longo da vida, deve-se considerar o esquema vacinal com apenas uma dose em 2022. Para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, a orientação é agendar a segunda aplicação da vacina contra gripe para 30 dias após a primeira dose.

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde alerta os faltosos da segunda dose da Astrazeneca, mais de 1.500 pessoas, para que procurem um posto de vacinação até a próxima segunda-feira (04/04) para completar a imunização contra a COVID-19.
De acordo com Crislaine Mestre, diretora de Vigilância em Saúde, o município tem um estoque pequeno de doses da vacina Astrazeneca e não tem previsão de receber novas grades no momento. “Pedimos para que essas pessoas aproveitem o plantão deste sábado ou procurem na segunda uma das unidades para completar o esquema vacinal”, explica Crislaine Mestre.
De acordo com o relatório analítico de faltosos do Vacivida, 12.190 pessoas ainda não tomaram a segunda dose em São Carlos, sendo 1.514 da Astrazeneca, 6.056 da Coronavac e 3.514 da Pfizer. 6.501 pessoas que ainda não finalizaram a imunização têm 18 anos; 1.913 pessoas estão na faixa etária de 20 a 29 anos e 1.337 pessoas estão na faixa etária de 30 a 39 anos.
Já 54.860 pessoas ainda não compareceram aos postos de vacinação para receber a dose de reforço (terceira dose), 17.997 são pessoas que receberam as duas primeiras doses da AstraZeneca, 22.040 da Coronavac, 12.841 da Pfizer e 1.982 receberam uma dose da Janssen. 15.003 pessoas da faixa etária entre 20 e 29 anos ainda não receberam a dose adicional, seguidas por 13.209 de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos ainda faltam 10.861 pessoas. Os idosos (60 anos ou mais) somam 5.917 pessoas sem a terceira dose. 

VACINÔMETRO - Já foram aplicadas 602.862 doses das vacinas contra a COVID-19, sendo 240.278 referentes a 1ª dose, o que corresponde a 94,41% da população em geral e 218.723 referentes a 2ª dose, o que representa 85,94% da população. 143.861 pessoas também já receberam a dose de reforço o que corresponde a 56,52% da população em geral.

Durante a próxima semana a vacinação contra a COVID-19 para adultos e adolescentes de 12 a 17 anos permanece sendo realizada na Fundação Pró-Memória, USF do Aracy Equipe I, USF CDHU, USF Jardim São Carlos, USF do Munique/Astolpho e USF do Jockey/Guanabara, também das 8h às 16h.
A terceira dose contra a COVID-19 (dose adicional) somente é aplicada em adolescentes de 12 a 17 anos com imunossupressão - com intervalo de oito semanas entre as doses.
Já as crianças 5 a 11 anos devem ser levadas nas unidades USF do Antenor Garcia, UBS da Redenção, UBS da Vila Isabel, UBS da Vila São José e USF Angelina/Arnon para receber a vacina. O horário de vacinação é das 8h às 16h em qualquer uma das unidades.

SÃO CARLOS/SP - A Comissão de Saúde e Promoção Social da Câmara Municipal – presidida pelo vereador Lucão Fernandes e integrada pelos vereadores Cidinha do Oncológico e Sérgio Rocha – encaminhou ofício ao prefeito Airton Garcia na sexta-feira (1), solicitando abertura de sindicância para apurar fato ocorrido no último dia 30 no Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Juliana Maria Ciarrochi Perez, onde se relatou que uma menina de dois anos teve sua clavícula quebrada. A denúncia feita pela mãe da criança foi veiculada pela mídia local.

No ofício, a Comissão solicita que a Prefeitura encaminhe toda documentação e cópia do processo que esteja sendo ou venha ser instaurado pelos órgãos competentes da administração municipal para esclarecer o fato “que requer pronta resposta”. Os vereadores pedem que sejam informados pelo Executivo sobre a situação processual a cada etapa da apuração do caso, para que seja exercida a função fiscalizadora da Câmara.

A Comissão de Saúde aponta a “gravidade da situação” e observa que a unidade deve ter enfoque no bem estar e na integridade física e psíquica da criança “que deve se sentir acolhida e protegida dentro da escola ou creche”.

“Os CEMEIs têm por dever a promoção social das crianças, servindo de amparo e esteio aos pais que precisam deixar seus filhos sob a responsabilidade de agentes educacionais do Município, os quais devem, por ofício, oferecer-lhes acolhida e amparo, com o necessário cuidado esperado, voltando-se ao preparo das crianças para seu futuro educacional”, afirmam os vereadores.

O ofício reafirma “a premente necessidade de se promover uma averiguação escorreita e cristalina do infortúnio ocorrido no interior do CEMEI”.

 

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