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SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou mais um óbito por COVID-19 nesta terça-feira (26/04), totalizando 584 mortes pela doença no município. 

O óbito foi de uma mulher de 72 anos internada em hospital público desde 23/04 com comorbidades. A paciente já tinha recebido 3 doses da vacina contra a COVID-19.

Foram registrados 65 exames positivos e 149 negativos para COVID-19. Nenhum paciente com suspeita de COVID-19 aguarda vaga neste momento em leito de estabilização da UPAS.

SÃO PAULO/SP - Uma pesquisa do Datafolha encomendada pelo Instituto Oncoguia revela que cerca de oito em cada dez brasileiros (83%) de 16 anos ou mais já tiveram algum conhecido com câncer, seja familiar, amigo, vizinho ou colega. Se considerados aqueles que receberam o diagnóstico da doença ou viram alguém do lar desenvolvê-la, quatro em cada dez pessoas no país já conviveram com o câncer de perto.

Ao todo, 63% dos brasileiros afirmam que o câncer deve ser a doença tratada como maior prioridade pelo governo. Na sequência aparecem doenças cardiovasculares e o consumo abusivo de álcool, distantes em 55 pontos percentuais, com 8% das citações. Diabetes, por sua vez, recebeu 6% das menções.

O Datafolha realizou 2.099 entrevistas entre os dias 4 e 12 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Pessoas com nível de escolaridade superior e pertencentes às classes A e B são os grupos que menos fizeram alguma menção ao câncer.

As mulheres foram as que mais citaram "doenças cardiovasculares", "obesidade" e "doenças respiratórias", enquanto os homens destacaram "tabagismo" e "falta de atividade física" quando questionados sobre doenças que mais causam preocupação.

Falar em câncer desperta sentimentos negativos em 42% dos brasileiros, destacando-se a associação à palavra "morte". "Doença", "dor", "medo", "tristeza" e "sofrimento" são outras que aparecem com maior frequência. Menções a "tratamento" e "cura" foram feitas por apenas 14% e 9% dos entrevistados, respectivamente.

Segundo o Datafolha, os resultados da pesquisa indicam a importância de ampliar os esforços para diagnósticos precoces e o acesso a tratamentos, hoje pouco percebidos pela população.

Para a fundadora e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, o levantamento mostra que o câncer chega cada vez mais perto das pessoas, além de um pedido da população para que o câncer receba mais atenção de governos.

"Essa é uma informação que todos os políticos precisam conhecer, principalmente em ano eleitoral", afirma. "Diante de tantos problemas, há que se priorizar e agir. O câncer não espera", segue.

A pesquisa feita pelo Datafolha será apresentada pela ONG de apoio e defesa de direitos de pacientes com câncer nesta terça-feira (26), durante o Fórum Nacional Oncoguia. No evento, que se estenderá até a próxima sexta (29), será discutido o cenário da oncologia no país.

 

 

MÔNICA BERGAMO / FOLHA

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou a ‘1ª Conferência Municipal de Saúde Mental’ do município, no dia 25 de abril, no Centro de Convivência da Melhor Idade. 

O evento seguiu as diretrizes do Conselho Nacional de Saúde, com o tema: "A Política de Saúde Mental como Direito: pela defesa do cuidado em liberdade, rumo a avanços e garantia dos serviços da atenção psicossocial no SUS".

A conferência tem como objetivo impulsionar e efetivar os princípios e diretrizes do SUS (Sistema Único de Saúde), além de aprofundar o debate sobre a reforma psiquiátrica e os cuidados em saúde mental no município, fortalecendo a base territorial, comunitária e familiar.
“É  de extrema importância fomentar esse debate em Ibaté e ouvir todos os envolvidos, para que possamos traçar as estratégias para o futuro, tanto a nível municipal, como nacional, tendo em vista que os temas debatidos serão levados para as conferências regional, estadual e nacional de saúde mental”, explica Elaine Sartorelli Breanza, secretária municipal de Saúde.

Seguindo as regras propostas pelo Conselho Nacional de Saúde, a conferência contou exclusivamente com a presença, dos conselheiros do Comus (Conselho Municipal de Saúde), que são os chamados delegados natos, e também pelo grupo dos delegados com direito a voz, que será formado por representantes da Secretaria de Saúde (25%), por trabalhadores da área da Saúde (25%) e por usuários de serviços relacionados à saúde mental no município (50%).

As propostas aprovadas serão devidamente encaminhadas para a Conferência Macrorregional, quando serão analisadas juntamente com as de outras cidades da região. Posteriormente, as propostas debatidas nesta conferência serão encaminhadas para as conferências Estadual e Nacional, respectivamente.

“Os sintomas psíquicos e transtornos mentais são por vezes negligenciados devido à preconceitos e tabus. Discutir as melhores formas de receber e ouvir as pessoas que chegam até os nossos profissionais pode ser o início da transformação dessa realidade. Esse espaço de debate é mais um dos passos em direção a um suporte de referência e acessível para todos”, concluiu Elaine.

SÃO CARLOS/SP - Em 2022 já foram registradas em São Carlos 799 notificações, com 260 casos positivos de Dengue, sendo 238 autóctones e 22 importados e 1 óbito registrado no último dia 12 de abril. Para Chikungunya foram registradas 5 notificações, com 5 casos descartados. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika nenhuma notificação foi registrada até agora.

O número de notificações registradas nesse segundo bimestre de 2022 já ultrapassa o ano inteiro de 2021 quando foram somadas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados.  Nenhum óbito foi registrado no ano passado. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados.

A Prefeitura de São Carlos, por meio das secretarias de Saúde e de Serviços Públicos, permanece realizando o mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypyi, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febra Amarela. Os trabalhos começaram no último dia 19 de abril pelo bairro Romeu Tortorelli, seguindo para a região do grande Santa Felícia, local onde a equipe de Agentes de Combate à Endemias continua realizando a vistoria dos imóveis com eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti e recolhimento de inservíveis. 

No total já foram recolhidas 82 toneladas de entulhos entre resíduos descartados em locais errados e inservíveis, nem todos com criadouros, mas que poderiam se tornar.

A Secretaria de Serviços Públicos não está recolhendo móveis como guarda-roupas, sofás, armários nem fogões e geladeiras. “Esse tipo de material deve ser descartado nos Ecopontos. Estamos ajudando os agentes a recolher inservíveis que acumulam água nas residências, nas ruas e terrenos baldios”, explica Mariel Olmo, secretário de Serviços Públicos.

Crislaine Mestre, diretora de Vigilância em Saúde, solicita a colaboração da população. “As pessoas precisam cuidar das suas residências, somente dessa forma vamos evitar a Dengue. Também precisam atender os Agentes de Combate à Endemias para receber orientações e para que eles possam eliminar caso já exista algum criadouro. Em caso de sintomas a população deve procurar a unidade de saúde mais próxima da sua residência”, ressalta a diretora.

Durante o mutirão as equipes estão encontrando um número grande de garrafas, pneus, latas, lonas, material reciclável em local sem cobertura, brinquedos espalhados nos quintais, além de caixote de leite, balde, prato de planta, vaso com planta na água, bebedouro de animal, vaso sanitário, tambor, caixa d’água, fonte e sucata. 

A eliminação dos criadouros ainda é a principal medida preventiva de combater o mosquito Aedes aegypyi. Após o término do mutirão no Santa Felícia as equipes seguem para o Jardim Centenário.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta fez uma afirmação categórica em sessão realizada na última terça-feira (19) no legislativo sobre a situação da saúde em nossa cidade. O parlamentar criticou também a falta de materiais básicos nas UBS, USFs e UPAs.


“A saúde de São Carlos está na UTI, em estado grave. Há demora no atendimento nas UPAs, faltam materiais básicos nas unidades de saúde para fazer curativo (gaze, esparadrapo), não dá para aceitar. Os médicos que atendem nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), tem trocado medicações que seriam aplicadas nos pacientes pois elas estão em falta e isso tudo é inaceitável. Não vou culpar nenhuma pessoa, a culpa é da gestão, está faltando gestão. Precisamos de soluções em caráter emergencial”, afirmou Bruno Zancheta.


Ele fez questão de destacar o trabalho realizado pelos servidores da saúde. “Quero destacar o trabalho incansável de cada servidor da área da saúde, que mesmo com todas essas dificuldades, tem se desdobrado para que as coisas funcionem”, disse Bruno Zancheta.

SÃO CARLOS/SP - A vacinação em São Carlos de 25 a 29 de abril vai ser realizada para adultos e adolescentes de 12 a 17 anos contra a COVID-19 na Fundação Pró-Memória, USF do Aracy Equipe I, USF CDHU, USF Jardim São Carlos, USF do Munique/Astolpho e USF do Jockey/Guanabara, das 8h às 16h. Já a vacina para a gripe continuará sendo aplicada em todas as 23 Unidades de Saúde da Família (USF’s) para pessoas com 60 anos ou mais.

Para as crianças a vacinação contra a COVID-19 permanece sendo realizada na USF do Antenor Garcia, UBS da Redenção, UBS da Vila Isabel, UBS da Vila São José e USF Angelina/Arnon. O horário de vacinação é das 8h às 16h em qualquer uma das unidades.

BRASÍLIA/DF - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou a portaria de encerramento da emergência de saúde pública de interesse nacional da pandemia da covid-19, hoje (22). Essa condição reconhecia a gravidade da pandemia e dava base para políticas e medidas de autoridades de saúde nos níveis federal, estadual e municipal. A norma deverá ser publicada em edição especial do Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira (22).

O fim da emergência de saúde pública terá um prazo de transição de 30 dias, para adequação dos governos federal, estaduais e municipais, ou seja, a portaria passa a valer em 22 de maio.

Em entrevista coletiva, o ministro e secretários da pasta afirmaram que essa mudança não comprometerá as diversas ações e o aporte de recursos para a vigilância em saúde.

“Mesmo que tenhamos casos de covid-19, porque o vírus vai continuar circulando, se houver necessidade de atendimento na atenção primária e leitos de UTI, temos condição de atender”, declarou.

Quanto à manutenção da condição de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o titular da pasta acrescentou que a portaria lida com o encerramento da emergência de saúde pública de interesse nacional, sem mencionar pandemia ou endemia.

Um impacto chave do fim da emergência será sobre as medidas de restrição e prevenção, como a obrigatoriedade do uso de máscaras, definida por estados e municípios. “O que muda é a questão de se restringir as liberdades individuais de acordo com as vontades de um gestor municipal. Não faz mais sentido este tipo de medida. A minha expectativa é que se acabe essas exigências”, disse.

Vacinação

Outro efeito do fim da emergência será sobre a exigência de vacinação para acesso a locais fechados. O ministro criticou essa exigência. Ele lembrou que 74% da população completaram o ciclo vacinal.

Sobre 2023, o ministro afirmou que “ninguém sabe” como será a vacinação contra a covid-19. “Vamos vacinar só idosos, profissionais de saúde, gestantes, crianças? Com qual vacina? Essa que temos, outra com capacidade de combater variantes? A ciência trará essas respostas”, ressaltou.

Sobre as vacinas e medicamentos autorizados em caráter emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o ministro disse que solicitou a prorrogação da medida por mais um ano.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, afirmou que o fim da emergência de saúde pública não afetará a transferência do governo federal para estados e municípios na modalidade chamada “fundo a fundo”.

Secretaria Especial

A secretaria criada para o combate à covid-19 será extinta. Na entrevista coletiva, Rodrigo Cruz afirmou que o tema será tratado “em alguma área no ministério”. O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, disse que será criada uma coordenação-geral voltada a vírus respiratórios.

Vigilância

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, informou que o ministério manterá ações de controle da doença e de outros vírus de síndrome respiratória aguda grave. “Manteremos vigilância de casos, testagem, notificação obrigatória, genômica, da síndrome inflamatória em crianças e adultos e vigilância de emergência em saúde pública”, declarou.

Telemedicina

Sobre a telemedicina, autorizada em caráter excepcional em razão da pandemia, Queiroga citou o Projeto de Lei nº 1998 de 2020, que está pronto para votação na Câmara dos Deputados. “Uma vez aprovado na Câmara, podemos editar uma nova portaria enquanto o Senado Federal se manifesta sobre essa proposta legislativa”, pontuou Queiroga.

Transição

Nesta semana, os conselhos de secretários de Saúde de estados (Conass) e municípios (Conasems) questionaram o fim da emergência e pediram um prazo maior, de 90 dias, em vez de 30 dias, para adaptação.

“Sob o risco de desassistência à população, solicitamos ao Ministério da Saúde que a revogação da Portaria MS/GM nº 188, de 3 de fevereiro de 2020, estabeleça prazo de 90 dias para sua vigência e que seja acompanhada de medidas de transição pactuadas, focadas na mobilização pela vacinação e na elaboração de um plano de retomada capaz de definir indicadores e estratégias de controle com vigilância integrada das síndromes respiratórias”, diz o ofício das entidades.

Na entrevista coletiva, Queiroga comentou a posição dos conselhos de secretários de saúde. “Eu sei que secretários dos estados e municípios queriam que o prazo fosse maior. Mas olha, o governador Ibaneis Rocha já cancelou o decreto do DF e o governador Cláudio Castro vai fazer o mesmo no Rio de Janeiro. Não vejo muita dificuldade para que secretarias estaduais e municipais se adéquem”, avaliou.

Nota técnica

O Conselho Nacional de Saúde divulgou nota técnica em que defende medidas para uma “transição segura da pandemia para uma futura situação endêmica da covid-19, mantendo as medidas não farmacológicas até que sejam atingidas coberturas vacinais homogêneas em todas as unidades da federação de, no mínimo, 80% da população vacinável”.

Entre as medidas, o conselho, que reúne representantes do poder público, de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e entidades da sociedade civil, recomenda a continuidade do uso de máscaras em ambientes fechados e com aglomeração. Outra ação defendida pelo CNS é a “implementação de estratégias para verificação dos comprovantes de vacinação, especialmente em situações de aglomeração”.

 

 

Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil

ITIRAPINA/SP - Já está em funcionamento no Hospital Municipal São José, o Raio-X Digital. Com tecnologia moderna, o novo aparelho oferece agilidade na execução dos exames ( já que as imagens geradas permanecem armazenadas no computador e podem ser acessadas de imediato), além de disponibilizar resultados mais precisos (já que o sistema digital produz imagem de alta resolução), garantindo aos médicos maior segurança nas decisões clínicas.

Outro diferencial do novo raio X está relacionado à proteção do paciente e dos profissionais de saúde responsáveis por realizar o procedimento, já que em comparação ao aparelho de Raio X convencional, a quantidade de radiação gerada é significativamente menor.

MAIS MELHORIAS - A Secretaria Municipal de Saúde está investindo muito no Hospital São José. No início deste ano foram adquiridas campainhas hospitalares que foram instaladas nos quartos de internação e de observação permitindo que o paciente ou acompanhante possa chamar, de forma rápida e objetiva, a equipe de enfermagem em qualquer momento de necessidade ou de urgência. Também foram adquiridos novos aparelhos de ar condicionado e ventiladores para o Hospital São José.

Com os novos equipamentos, a Prefeitura de Itirapina continua trabalhando com todo empenho para oferecer cada vez mais dignidade no atendimento na área da saúde para a população.

 

 

PMI

EUA - A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) divulgou nesta quinta-feira (21) nota na qual destaca que, em termos gerais, o número de mortes e de casos de covid-19 continua caindo no continente americano. Segundo a Opas, mais de dois terços dos latino-americanos e caribenhos já receberam duas doses de vacinas contra a doença, e muitos países da região têm algumas das taxas de cobertura mais altas do mundo.

De acordo com a Opas, 14 países da região já atingiram a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar totalmente 70% de suas populações.

Nos três primeiros meses de 2022, a Nicarágua aumentou a cobertura em 18%. Peru e Colômbia expandiram a vacinação em 12%, enquanto Bolívia e Venezuela aumentaram a cobertura vacinal em quase 10%.

A Opas, no entanto, acrescenta que, na última semana, a doença avançou no Canadá, que registrou 11,2% a mais de casos e 20% de alta nas hospitalizações.

Segundo a entidade, “a alta na América do Norte é causada pela subvariante da Ômicron, o tipo BA.2”. Na avaliação da diretora da Opas, Carissa Etienne, à medida que as fronteiras foram reabertas e o turismo aumentou, os casos também subiram em alguns outros países e territórios do Caribe, como São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, Barbados e São Martinho.

Carissa Etienne explica que a redução das taxas de mortalidade e novas infecções “são a prova de que as vacinas estão funcionando bem” para proteger as pessoas das internações e mortes causadas pela covid-19.

Ao reafirmar a segurança e eficácia das vacinas contra covid-19, ela disse ser necessário ampliar “ainda mais” a cobertura nas Américas.

No entanto, a diretora da Opas acrescentou que, em algumas áreas do Caribe, a vacinação diminuiu ou estagnou. “Menos de 30% da população obteve a primeira dose no Haiti, Jamaica, São Vicente e Granadinas e Santa Lúcia”, disse.

“E em toda a América Latina, Guatemala, Guiana e Paraguai ainda não atingiram metade de suas populações”, completou.

 

 

*Com informações da ONU News

Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil*

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio dos departamentos de Vigilância em Saúde e de Gestão do Cuidado Ambulatorial, comunica que neste final de semana (22-23), vai ter plantão de vacinação contra a COVID-19 e contra a gripe.

Vacinação dia 22/04 - 6ª feira

Da 7:30 às 16:30

- UBS Vila Isabel – infantil COVID

- USF Jd S. Carlos – adolescentes (COVID) e adultos (COVID e influenza)

 

Vacinação dia 23/04 - Sábado

Das 8:00 às 14hs

-  UBS Vila Isabel – infantil COVID

- USF Jd S. Carlos – adolescentes (COVID) e adultos (COVID e influenza para 60 anos ou mais e profissionais da saúde).

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