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De 12 de abril a 10 de maio serão vacinados contra a H1N1 crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. A vacinação para idosos começa em 11 de maio

 

SÃO CARLOS/SP - A 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe de 2021 começa na próxima segunda-feira, dia 12 de abril, em todo o país. A imunização se estende até 9 de julho. Esse ano o Ministério da Saúde dividiu a campanha em três etapas, sendo que inicialmente serão vacinadas crianças (de 6 meses a menos de 6 anos), gestantes, puérperas (pessoas que tiveram filho há pouco tempo), povos indígenas e trabalhadores da saúde. A primeira etapa vai até o dia 10 de maio.
Em São Carlos a vacinação desta primeira fase será realizada nas unidades básicas de saúde (UBS’s) do Delta, Santa Paula, Vila Nery, Maria Stella Fagá, Botafogo e Cruzeiro do Sul, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 15h30.

As Unidades de Saúde da Família (USF’s) vão aplicar tanto as vacinas contra a COVID-19 quanto a da gripe, porém com agendamento.“Como as unidades de saúde da família conhecem sua população, vão fazer contato com as pessoas e organizar para alguns dias vacinar COVID e outros vacinar gripe, e assim conseguir vacinar toda a população do território de cada unidade”, explica Denise Braga, diretora do Departamento de Gestão e Cuidado Ambulatorial, lembrando que todos os protocolos sanitários serão cumpridos em todas as unidades e que não há necessidade de aglomeração.

A segunda etapa vai de 11 de maio a 8 de junho e contempla idosos (com 60 anos ou mais) e professores das redes pública e particular de ensino. Já a última etapa da campanha, a ser realizada entre 9 de junho a 9 de julho, contemplará pessoas com comorbidades (hipertensão, diabetes, asma, entre outras) ou deficiências permanentes, assim como caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo rodoviário e portuário, membros das forças de segurança e do Exército, além de funcionários do sistema prisional. A população privada de liberdade e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas também serão imunizados nesta fase.  

A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório e é de alta transmissibilidade. A estratégia de vacinação contra a influenza foi incorporada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 1999, com o propósito de reduzir internações, complicações e óbitos na população-alvo. 
Crislaine Mestre, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, disse que as doses da vacina contra a gripe para a primeira etapa da campanha chegam no próximo sábado (10/04). “Em 2020, imunizamos 70.869 pessoas em São Carlos, com cobertura vacinal de 80,54%. Foi o ano com mais procura pela vacina, uma vez que a pandemia já tinha começado, mas nossa meta é sempre alcançar 90% do público alvo”, explica a diretora.

Entre os 70.869 imunizados em 2020, 33.204 estavam no grupo de idosos (113,48%), 8.927 profissionais da saúde (113,95%), 6.863 crianças (41,57%), 963 gestantes (40,96%), 214 puérperas (55,30%). Também já foram imunizados 1.348 professores (redes pública e particular), 2.887 adultos de 55 a 59 anos, 6.640 pessoas da força de segurança e salvamento, 13.726 pessoas com comorbidades e dos demais grupos outras 2.073 pessoas.

O Ministério da Saúde ressalta que neste momento é importante que seja priorizada a administração da vacina contra a COVID-19, mesmo para as pessoas contempladas no grupo prioritário da Influenza. A Norma Técnica do Ministério da Saúde diz que o intervalo mínimo entre as imunizações deve ser de 14 dias entre as vacinas.

ALEMANHA - A Alemanha anunciou nesta quinta-feira (8) que quer discutir possíveis entregas do imunizante Sputnik V com Moscou, sem esperar pelo sinal verde da União Europeia (UE), onde a vacina anticovid russa continua gerando polêmica.

“Expliquei, em nome da Alemanha ao Conselho de Ministros da Saúde da UE, que discutiríamos bilateralmente com a Rússia, antes de mais nada, para saber quando e quais quantidades poderiam ser entregues”, indicou o ministro da Saúde Jens Spahn na rádio pública regional WDR nesta quinta-feira (8).

Ele justificou sua decisão com a recusa da Comissão Europeia, expressa, segundo ele, na noite de quarta-feira (7) aos Estados membros, em negociar em nome dos 27 a compra da vacina Sputnik V, ao contrário do que tem feito com outros imunizantes contra Covid -19.

A questão do uso da Sputnik V é controversa na Europa. O ministro francês das Relações Exteriores criticou recentemente a Rússia por torná-la uma ferramenta de "propaganda" no mundo.

De acordo com Berlim, qualquer entrega da vacina russa permanece, no entanto, sujeita ao sinal verde da Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

“As entregas russas devem ocorrer nos próximos dois a cinco meses para realmente fazer diferença na nossa situação atual em termos de número de doses", disse Jens Spahn, criticado pela lentidão da campanha de vacinação em seu país.

Por querer ser capaz de produzir o suficiente e desejar dedicar sua produção como uma prioridade à população russa, Moscou até agora apenas despachou pequenas quantidades de sua vacina para o exterior.

Desde a primeira vacinação, logo após o Natal de 2020, três imunizantes são atualmente utilizados na Alemanha: o da Pfizer/BioNTech, o da Astrazeneca, que ficou suspenso e agora é usado só para maiores de 60 anos, e o da Moderna. Um quarto, o da Johnson & Johnson, deve ser distribuído em toda a União Europeia nas próximas semanas.

 

Pressão pela Sputnik V vacina aumenta

Na Alemanha, a pressão pela vacina russa está aumentando. A Baviera, maior região do país, já anunciou quarta-feira (7) que negociou um "contrato preliminar" para receber 2,5 milhões de doses da vacina russa, sujeitas à autorização do regulador europeu.

As discussões foram realizadas em particular com o Fundo Soberano da Rússia, que financiou o desenvolvimento da vacina.

Mecklenburg-Vorpommern, uma região pouco povoada do nordeste, fez o mesmo nesta quinta-feira ao pré-encomendar um milhão de doses da Rússia.

“Atualmente ainda estamos na situação de grande dependência de poucos fabricantes de vacinas”, sublinhou o ministro regional da Saúde, Harry Glawe, citado pela agência DPA.

A EMA não estabeleceu um prazo para sua decisão sobre a Sputnik V. No entanto, para outros laboratórios que submeteram sua vacina contra a Covid-19 para aprovação, a agência examinou os dados fornecidos em dois a quatro meses.

O ministro da Saúde alemão insistiu na autorização para comercializar a Sputnik no mercado europeu antes de qualquer distribuição da vacina em seu país.

“Para isso, a Rússia deve fornecer dados como todos os outros [laboratórios] e, enquanto esses dados não forem fornecidos, não pode haver autorização”, disse.

 

Lenta campanha de vacinação

As autoridades alemãs, profundamente preocupadas com a terceira onda de contaminações, estão sob pressão. Apenas 13% da população recebeu pelo menos uma injeção, mais de três meses após o lançamento da midiática campanha de vacinação.

As autoridades prometeram que qualquer pessoa que deseje ser vacinada receberá ao menos a primeira dose até o final de setembro.

A chanceler Angela Merkel e os líderes das 16 regiões devem se reunir novamente na próxima segunda-feira (12) para decidir sobre novas medidas de restrição. A líder alemã é favorável a um lockdown curto, mas rígido, a fim de conter a epidemia que está novamente colocando o sistema hospitalar do país em dificuldades.

 

 

(Com informações da AFP)

*Por: RFI

SÃO CARLOS/SP - O vereador Rodson Magno (PSDB) solicita às autoridades competentes a desinfecção imediata no CDHU em São Carlos. Dado o grande movimento, fluxo de pessoas, anúncio de vazamentos hídricos no condomínio, as expressivas contaminações nesse período pandêmico em toda nossa região, aliados ao processo inicial da vacinação ainda dosado, o advento das chuvas entre outros, a preocupação do legislador é o pronto atendimento à população. 
 
O parlamentar informa que, considerando todo trânsito local, não só de moradores, como prestadores de serviços, familiares e o escoamento do trânsito naquelas proximidades, se faz prioritária tal assepsia para o bem-estar e tranquilidade de todos, sobretudo dos moradores e vizinhança. 
 
“Acredito que essa ação deve ser contínua e sequencial em áreas de intensa circulação em nosso Município”, declarou o vereador Rodson. 

IBATÉ/SP - Uma casa ficou destruída pelo fogo na manhã de hoje, 06, no bairro Jardim Cruzado, na cidade de Ibaté.

Segundo consta, o morador estaria transtornado e que resolveu atear fogo na casa, porém devido a muita fumaça ocasionada pelas chamas, o indivíduo desmaiou e por pouco não perdeu a vida.

Vizinhos ao ver o fogo imediatamente acionou a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros, a vítima foi socorrida ao hospital municipal ‘Hermínia Morganti’, e não corre o risco de morrer. 

A casa ficou completamente destruída segundo as imagens abaixo.

Pesquisa também vai analisar apoio social e qualidade de vida das crianças e de seus cuidadores

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de Iniciação Cientifica desenvolvida na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) pretende avaliar o impacto do distanciamento social causado pela pandemia da Covid-19 em crianças e adolescentes com desenvolvimento típico (sem deficiência), e comparar esses resultados com o de crianças com deficiência. O trabalho é realizado pela aluna de graduação em Fisioterapia, Isabelle Gansella Rocha da Costa, como parte de uma pesquisa de doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) pela aluna Beatriz Helena Brugnaro, sob orientação de Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar. O estudo tem parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

A pesquisa busca comparar o apoio social percebido pelo cuidador, a qualidade de vida da criança e a do cuidador principal de crianças com e sem deficiência com idades entre 5 e 12 anos. Além disso, pretende verificar se existe correlação entre o apoio social e a qualidade de vida do cuidador e de crianças com deficiência e com desenvolvimento típico durante a pandemia da Covid-19.

O apoio social pode ser considerado qualquer suporte recebido por alguém, ou seja, apoio financeiro, emocional ou um apoio mais prático, no caso dos pais, por exemplo, ter alguém que ajude a cuidar da sua criança, levá-la ao médico ou à escola, se necessário. Esse apoio social pode ser dado desde por amigos, familiares, vizinhos, até por serviços de saúde, serviços sociais e profissionais. No entanto, Beatriz Brugnaro aponta que, durante a pandemia da Covid-19, muitos dos serviços comumente frequentados pelas famílias não estão funcionando devido ao período de distanciamento social, como escolas, parques, academias e terapias. "Essa mudança na rotina das famílias pode ter causado impacto negativo nas crianças e nos seus pais ou responsáveis, visto que, além da falta de socialização com pessoas que costumavam ter, as famílias podem ter tido sua rede de apoio enfraquecida, já que não podem deixar suas casas para realizar atividades que realizavam antes da pandemia", avalia Brugnaro sobre o possível impacto do distanciamento social na vida das crianças e seus cuidadores.

A hipótese das pesquisadoras é que maiores níveis de apoio social percebidos pelo cuidador mostrem relação positiva com a qualidade de vida das crianças e de seus cuidadores em ambos os grupos durante a pandemia. "Espera-se também que o grupo de crianças com desenvolvimento típico e seus pais apresentem melhores níveis de qualidade de vida em relação ao grupo de crianças com alguma deficiência", acrescenta Beatriz Brugnaro. A partir disso, a pesquisa vai mostrar se uma boa rede de disponibilidade de apoio social para essas famílias pode atuar positivamente na qualidade de vida em um cenário como o atual (pandemia) em ambas as populações. 

Nesta etapa da pesquisa, serão avaliados pais ou responsáveis de crianças e adolescentes com desenvolvimento típico (sem deficiência), entre 5 e 12 anos de idade. Os interessados participarão de avaliações online, via formulários eletrônicos, com início imediato. Os interessados em participar devem entrar em contato com a aluna Isabelle Gansella Rocha da Costa, pelo telefone (16) 99310-6363 (WhatsApp) ou com a pesquisadora Beatriz Brugnaro, pelo telefone (19) 99758-1342 (WhatsApp), ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., até o final do mês de abril.

As equipes da UFSCar e da UFPR analisarão os resultados conjuntamente. O grupo do Paraná é orientado pela professora Silvia Leticia Pavão, do Departamento de Prevenção e Reabilitação em Fisioterapia. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 42344221.0.0000.5504).

Dr. Guilherme Sangirardi de Melo Reis, cardiologista credenciado Omint, destaca alguns aspectos relacionadas ao sedentarismo causado pela Covid-19 e aborda a relação entre doenças cardíacas e inatividade física

 

SÃO PAULO/SP - Nesta terça-feira, 6 de abril, é comemorado o Dia Mundial da Atividade Física, data importante para conscientizar as pessoas de que o sedentarismo é um fator de risco para a saúde e deve ser combatido. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas no mundo com o aumento da atividade física.

No Brasil, o número de indivíduos fisicamente inativos é significativo: segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 40,3% da população de 18 anos ou mais foram classificadas como insuficientemente ativas. Esse cenário torna-se ainda mais preocupante quando levamos em consideração que o sedentarismo é um dos principais causadores de doenças crônicas não transmissíveis, como as doenças cardiovasculares, por exemplo, e que provavelmente, no ano de 2020, por conta da pandemia de Covid-19 e do distanciamento social, esses números devem ter piorado ainda mais.

O cardiologista credenciado Omint, Dr. Guilherme Sangirardi de Melo Reis, explica que as doenças coronárias são a causa primordial de morte no país e podem levar ao infarto agudo do miocárdio, provocando uma disfunção do músculo cardíaco, que compromete o bombeamento de sangue para todo o corpo e ocasiona uma série de complicações. Além disso, “a hipertensão arterial é o principal fator de risco de pacientes cardiopatas, seguida de diabetes, dislipidemia, que são os níveis elevados de colesterol, e tabagismo. O controle adequado dessas condições é a única maneira de tentar minimizar a incidência de quadros agudos”, alerta.

Atividade física x Covid-19
A pandemia do novo coronavírus acabou afetando a prática de atividades físicas, devido ao distanciamento social e ao fechamento de academias, clubes e parques. As pessoas com doenças crônicas deixaram de fazer seu acompanhamento médico periódico com medo da transmissão do vírus em ambientes de ambulatórios e laboratórios, aumentando índices de descompensações de hipertensão, diabetes etc. Além disso, muitas pessoas que foram infectadas pelo vírus estão sofrendo com os efeitos colaterais da doença. Soma-se a isso o fato de que indivíduos que apresentam problemas de saúde pré-existentes, como doença cardíaca, diabetes e problemas respiratórios, correm maior risco de complicações e morte devido à Covid-19.

Na prática, a infecção pelo coronavírus não é limitada ao trato respiratório, é uma doença sistêmica que afeta diversos órgãos, e um deles é o coração. “Em pacientes com estado mais grave, a Covid-19 pode causar miocardite, que uma inflamação no músculo cardíaco. Ela pode trazer distúrbios da frequência cardíaca e causar arritmia cardíaca, fazendo com que o paciente precise usar marca-passo, que é uma maneira artificial de estimular o coração. Estamos vendo isso com cada vez mais frequência, independentemente da variante do vírus”, afirma.

Para pacientes que se recuperaram da Covid-19, é importante verificar se houve algum acometimento do sistema cardiocirculatório. Se for uma infecção leve ou assintomática, em 20, 30 dias o paciente já está autorizado a fazer atividade física, mas é importante ir ao cardiologista para realizar exames e ter certeza de que não há sequelas.

Entretanto, o paciente que teve miocardite deverá passar por uma fase de recuperação mais extensa e será necessária a realização de alguns exames específicos. “Antes de liberar o paciente para a prática de atividade física com segurança, prescrevemos a ressonância, para ver a extensão da inflamação, e o holter, para avaliar se houve algum distúrbio do ritmo cardíaco. Se os resultados forem favoráveis, entre 40 e 60 dias o paciente é liberado para fazer esportes”, orienta.

Recomendações para manter a saúde em dia
De maneira geral, antes de começar a praticar uma atividade física de forma segura, é importante ir ao médico para fazer uma anamnese, que é a verificação do histórico clínico da pessoa, além de teste ergométrico (ou teste da esteira) e ecocardiograma, que é o ultrassom do coração, responsável por avaliar a parte estrutural e funcional do órgão.

O estímulo de hábitos saudáveis, como a atividade física e a alimentação equilibrada, é imprescindível para a longevidade e reduz a prevalência de doenças. “Mesmo em pessoas que apresentam alguma patologia, como no caso de pacientes hipertensos, por exemplo, é possível, sim, ter qualidade de vida, mas levando em consideração alguns cuidados importantes”, afirma.

As principais recomendações para quem tem o diagnóstico de hipertensão incluem: prática de atividade física (30 minutos, no mínimo, e três vezes por semana), bons hábitos alimentares, privação de consumo de cigarro, redução na ingestão de álcool e restrição do sódio na alimentação – a quantidade diária que o nosso organismo precisa é de 1g, que equivale aproximadamente a uma colher de café ou um sachê de sal.

O paciente que pratica esporte de maneira regrada consegue fazer de forma mais adequada um controle glicêmico, da pressão, do peso e dos lípides, partículas de gordura que circulam no sangue e podem ser acumular no fígado (esteatose) ou em outros órgãos e tecidos. “Ao fazer atividade física, você melhora o metabolismo, baixa os níveis de colesterol, glicemia e triglicérides. É uma maneira natural de tratar o organismo sem precisar medicar. O combate ao sedentarismo é a melhor maneira de prevenir as doenças cardiovasculares de maneira geral”, conclui.


Sobre a Omint
A Omint iniciou suas operações no Brasil em 1980, com o lançamento do primeiro plano de saúde voltado ao segmento de alto padrão do país. A Omint Saúde está entre as 500 maiores empresas do país, ocupando a 4ª posição em saúde, de acordo com o ranking Exame Melhores e Maiores 2020.

O Grupo Omint atua no segmento de viagem desde 2011, sendo parceira da IAG (International Assistance Group), considerada a mais completa associação de empresas especializadas em assistência em viagem pelo mundo. Posteriormente, com a Omint Seguros, passou a comercializar o Omint Seguro Viagem individual e coletivo, para empresas - além de operar no ramo de seguro de pessoas, comercializando seguros de vida em grupo e individual.
O Grupo Omint faturou R$ 1,8 bilhão em 2020, resultado de crescimento orgânico e sustentável.

Desenvolvida no interior, parceria pretende contribuir para melhorias no setor

 

CATANDUVA/SP - Na região de São Carlos, jovens desenvolvem iniciativas que pretendem transformar o Brasil. A parceria é uma dessas iniciativas que visam engajar jovens na potencialização de seus resultados. Desenvolvido pela empresa júnior da Faculdade de Economia e Administração da USP de Ribeirão Preto, a Jr. FEA, o projeto visa auxiliar o planejamento estratégico, o mapeamento de processos e o crescimento do Hospital Mahatma Gandhi, trazendo inúmeros benefícios para a cidade. 

A aproximação entre as organizações surgiu após parceria entre o Núcleo São Carlos (NuSC), responsável pelas Empresas Juniores (EJs) da região, e a Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Catanduva. Desde junho de 2020, essa colaboração do NuSC e a ACE,  apoia o comércio local por meio de projetos desenvolvidos por EJs. A consultoria da Jr. FEA para o Hospital apresenta uma alternativa mais barata e viável em comparação ao que é feito por empresas sêniores do mercado.

Uma Empresa Júnior é uma iniciativa estudantil sem fins lucrativos, na qual universitários buscam seu primeiro contato com o mundo empresarial e colocam em prática aquilo que aprendem em sala de aula. O Núcleo São Carlos é responsável por coordenar mais de 50 EJs no interior do Estado de São Paulo. Além disso, o NuSC estimula o ecossistema da região por meio de entregas de impacto e líderes que persistem.

Pedro Máximo, membro da Jr. FEA e um dos responsáveis pelo projeto, relata a importância dessas parcerias firmadas. “A realização deste tipo de projeto é extremamente enriquecedora para ambas as partes! Estas oportunidades trazem um crescimento profissional enorme para as EJs e é uma grande oportunidade para as empresas terem uma visão inovadora na solução de dificuldades”, declara.

O Núcleo São Carlos incentiva projetos engajados com a mudança e a transformação da região e do Brasil. Presente em treze cidades, o Núcleo é responsável por incentivar mais de 1200 jovens universitários a desenvolver projetos que impactam as pessoas e a sociedade em geral.

 

Estudo da UFSCar busca voluntários para avaliar protocolo a distância

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de Iniciação Científica, desenvolvida no Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem como objetivo investigar se um protocolo de exercícios a distância para pacientes com dor crônica no joelho tem maior eficácia clínica, caracterizada por melhora da intensidade de dor e função física, quando associado à telerreabilitação. O estudo busca voluntários a partir de 45 anos para aplicar o protocolo de exercícios remotamente.

A pesquisa é realizada no Laboratório de Análise da Função Articular do DFisio, pela graduanda Gabriella da Silva Ribeiro, sob coordenação de Stela Márcia Mattiello, docente do DFisio, e Jéssica Bianca Aily, pós-graduanda do Departamento.

Gabriella Ribeiro explica que, na telerreabilitação realizada de maneira assíncrona, são enviadas orientações, como materiais por escrito e vídeos, e o paciente realiza o exercício de forma independente. O terapeuta realiza contatos periódicos para entender como o paciente está se adaptando à modalidade e se serão necessários alguns ajustes. "Essa modalidade de reabilitação também pode ser utilizada em outros momentos e é uma estratégia importante para pessoas que moram em locais distantes de centros de reabilitação ou querem ter maior flexibilidade de horário, por exemplo", explica a estudante.

A ideia do estudo foi aplicar a telerreabilitação em pacientes com dor crônica por ser uma condição muito frequente na população. A expectativa é que, após a telerreabilitação, os voluntários tenham uma melhora clínica significativa, com redução da intensidade de dor e melhora da funcionalidade. Além disso, Ribeiro aponta que a pesquisa poderá oferecer "possíveis evidências de que a modalidade remota também fornece benefícios para a população e, assim, os fisioterapeutas que atuam nos diferentes serviços de saúde terão maior segurança para utilizar a estratégia".

Para desenvolver o estudo, estão sendo convidados voluntários, com idade a partir de 45 anos, que sintam dor no joelho há pelo menos três meses, que não tenham realizado cirurgia nos membros inferiores e tenham acesso à Internet. Devido à pandemia, todas as etapas da pesquisa serão realizadas de maneira remota, por preenchimento de questionários online e videochamadas. Interessados em participar do estudo devem entrar em contato com a pesquisadora até o dia 15 de abril, pelo telefone (35) 99175-4262 ou pelo e-mail gabriellaribeiro@estudante.ufscar.br. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 01000018.0.0000.5504).

RIO DE JANEIRO/RJ - Um dia após receber alta do hospital em que estava internado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o ex-jogador Branco comemorou o aniversário de 57 anos com a família. A esposa, Cleo Pozzebon, celebrou a recuperação nas redes sociais com uma foto do ex-lateral já em casa.

Branco foi internado no dia 17 de março e chegou a ser intubado devido ao coronavírus. O coordenador das seleções de base da CBF deixou ontem a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e vai passar por dias de repouso para continuar se recuperando.

No Twitter, o Fluminense, clube em que Branco mais se destacou, publicou hoje uma homenagem ao ídolo.

 

 

*Por Agência Brasil

ÍNDIA - O estado mais rico da Índia, Maharashtra, anunciou restrições severas contra a covid-19 que entrarão em vigor a partir desta segunda-feira (5). Foi registrado aumento das infecções no estado, que agora respondem por mais da metade dos novos casos diários do país inteiro.

Empresários que participaram de reunião com o ministro-chefe de Estado, antes do anúncio das restrições, consideram a situação sombria e acreditam que pode haver falta de leitos hospitalares, de médicos e respiradores.

O estado fechará shoppings, cinemas, bares, restaurantes e locais religiosos a partir de amanhã à noite.

As autoridades também imporão um lockdown severo nos fins de semana, disse Nawab Malik, ministro do governo estadual, a repórteres, após reunião de gabinete.

Milhões de trabalhadores migrantes viajam de toda a Índia até Maharashtra para procurar empregos no estado do oeste indiano, que responde por cerca de 16% da produção econômica da Índia.

A Índia fica atrás apenas dos Estados Unidos e do Brasil no maior número de infecções no mundo, com mais de 12 milhões de casos e quase 165 mil mortes registradas desde o início da pandemia.

O país teve 93,24 mil novos casos nas 24 horas até a manhã deste domingo, segundo dados do Ministério da Saúde. Maharashtra, que representa menos de um décimo da população, foi responsável por um recorde de 49,44 mil novos casos.

O primeiro-ministro Narendra Modi presidiu hoje uma reunião de alto nível para revisar a situação da covid-19 no país e o programa de vacinação.

 

 

* Com informações de Rajendra Jadhav e Abhirup Roy - Repórteres da Reuters

Por Agência Brasil*

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