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SÃO CARLOS/SP - Os servidores municipais da saúde de São Carlos que atuam diretamente com pacientes infectados pela Covid-19 estão cobertos por um seguro de vida com pagamento de indenização no caso de invalidez ou morte.

Proposta pelo vereador Roselei Françoso (MDB), a Lei nº 19.809/2020 foi publicada no Diário Oficial do Município no último dia 27 de agosto e vale até durar a pandemia do coronavírus. A indenização pode chegar a R$ 50 mil.

“Essa lei garante um pouco de tranquilidade para os profissionais que seguem colocando suas vidas em risco para salvar às nossas”, diz Roselei. “Ninguém espera o pior, mas se acontecer, agora existe uma legislação que permite algum tipo de reparo ao servidor ou seus familiares”, destaca o parlamentar.

O projeto de lei foi apresentado no final de maio e aprovado por unanimidade dos vereadores em junho. A Prefeitura, no entanto, decidiu pelo veto total do benefício. Os vereadores derrubaram o veto na sessão do dia 28 de julho. “A Prefeitura tinha a opção de não publicar e devolver para a Câmara fazê-lo, mas decidiu sancionar e publicar”, explica Roselei.

A ideia original desta lei é do ex-presidente da OAB de São Paulo, Marcos da Costa, que por intermédio do advogado são-carlense Renato Barros, apresentou o projeto ao Roselei. “Projetos semelhantes estão sendo votados e apreciados em vários municípios, Assembleias Legislativas e o Congresso Nacional”, lembra Roselei.

Entre as alegações da Prefeitura para vetar estavam a restrição a alguns segmentos dos servidores municipais, dificuldades em identificar os que estão na linha de frente do combate à doença, pagamento em duplicidade, considerando que já existe o auxílio funeral e impossibilidade de estimar orçamento para este fim.

“A nossa torcida é para que ninguém precise usar essa lei, pelo contrário, queremos ver cada vez mais os casos de Covid diminuírem em nossa cidade”, salienta o parlamentar.

SÃO CARLOS/SP - NÚMEROS COVID-19 SÃO CARLOS – 08/09 – BOLETIM Nº 175 A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta terça-feira (08/09) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 2.373 casos positivos para COVID-19 (57 resultados positivos foram divulgados hoje), com 40 mortes confirmadas. 71 óbitos já foram descartados. Dos 2.373 casos positivos, 2.190 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 180 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 133 receberam alta hospitalar, 10 estão internadas e 37 positivos internados foram a óbito. 2.202 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.869 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus. Estão internadas neste momento 35 pessoas, sendo 20 adultos na enfermaria (11 positivos, 9 suspeitos). Na UTI adulto estão internadas 14 pessoas (11 positivos e 4 suspeitos). Já na enfermaria nenhuma criança está internada. Na UTI 1 criança está internada com suspeita da doença. 14 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 13.279 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 12.123 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.156 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 7.872 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 6.165 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.556 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 151 aguaram resultado de exame. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - Em uma de suas memoráveis atuações, Leonard Nimoy, no mítico papel de Sr. Spock proferiu uma das mais célebres frases: “As necessidades de muitos sobrepõem-se às necessidades de poucos, ou do indivíduo” (The needs of the many outweigh the needs of the few, or the one), cena do longa Jornada nas Estrelas: A Ira de Khan, de 1982.

Sr. Spock vinha de um povo evoluído, dotado de lógica, não era dado aos arroubos, falácias, fanfarronices e demais rudimentos de retórica.

Isto posto, com perplexidade, acompanhamos a declaração do Presidente Jair Bolsonaro afirmando que ninguém é obrigado a tomar a vacina contra a Covid-19. Mais estupefato ficamos, pois poderia ser uma resposta repentina, mas a declaração findou por ser referenda pela Secretaria de Comunicação do Governo.

Sabemos que de acordo com o art. 5º, inciso II, da Constituição Federal, “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.

Importante, porém, destacar que no texto constitucional estão presentes princípios basilares, garantias e direitos fundamentais que norteiam a República e que não podem comprometer, no caso específico, a segurança da sociedade e sua ordem interna.

Viver em sociedade só é possível porque estamos sujeitos a leis que protegem os interesses da Nação, do coletivo e não interesses individuais.

Partindo dessa premissa, sequer há conflito aparente de normas que suscite maior discussão quanto à necessidade de vacinação da população contra uma doença que já ceifou a vida de mais de 127 mil brasileiros na presente data.

E mais, atendendo ao princípio da legalidade, temos a Lei 13.979/20 sancionada pelo próprio Presidente Jair Bolsonaro, com implicações legais de recusar vacinar-se contra a doença. Se de fato, houver rejeição, o Estado não necessitará usar o poder físico de coação que lhe confere o Poder de Polícia, o qual não pode abrir mão, mas poderá aplicar os procedimentos processuais e penais previstos na legislação, mesmo a aplicação de pena pecuniária, o que se demonstrará bem mais persuasivo.

Tratamos aqui de um interesse individual que deve submeter-se ao interesse coletivo e de proteção da saúde do próximo.

Na velha lição da escola primária: o seu direito termina quando começa o do coleguinha. Assim nos ensinaram nossas valorosas professoras e professores.

Por fim, vimos que o tema não comporta uma discussão mais séria. Como diria o lendário Sr. Spock citado no início: “Vida longa e próspera", (Live long and prosper”). Ninguém vive em uma bolha.

 

Cássio Faeddo - Sócio Diretor da Faeddo Sociedade de Advogados. Graduado em Direito pela Universidade Paulista (1994). Mestre em Direitos Fundamentais pelo UNIFIEO.  Professor de Direito tendo lecionado no Centro Universitário SENAC, Anhembi Morumbi e UNIBERO. MBA em Relações Internacionais/FGV-SP 

Terapia fotodinâmica usa o laser como aliado e age na estrutura celular do fungo, destruindo os micro-organismos

 

SÃO CARLOS/SP - O nome não é muito comum, mas seu efeito nos pés é bem conhecido. A Onicomicose, mais conhecida como micose, é uma infecção causada por fungos que se alimentam da queratina das unhas e que se desenvolvem em ambientes úmidos quando usamos meias e calçados fechados, por exemplo, ou por causa do compartilhamento de objetos contaminados, como alicates e cortadores de unha. O resultado quando ocorre a proliferação dos micro-organismos é que as unhas se tornam mais vulneráveis e criam um espaço oco entre a unha e a carne, levando o acúmulo de maceração (restos de queratina,  bactérias e  fungos), deixando-a amarelada ou esbranquiçada.

“É preciso alguns cuidados especiais com os pés, principalmente no inverno, quando o uso de sapatos fechados é mais frequente. Dependendo do tipo de micose, como a causada por fungos, pode ser tratada através de um laser terapêutico que, combinado a um agente fotossensibilizador, age na estrutura celular do fungo, causando a morte celular”, explica a podóloga Malú Nascimento Pinheiro, coordenadora técnica da Doctor Feet, maior rede de podologia do Brasil.

Segundo a profissional, a terapia fotodinâmica é um serviço extremamente seguro e eficaz quando feito corretamente, gerando excelentes resultados nas unhas. “É necessário passar por uma avaliação em uma clínica de podologia de confiança antes de iniciar o tratamento, pois a duração varia em média seis meses, podendo chegar a um ano, já que depende do crescimento das unhas, que é um processo mais lento, ou da extensão da área tratada. É fundamental que a pessoa não abandone o procedimento no meio, pois o problema pode recorrer ou regredir”, finaliza Malú.

Sobre a Doctor Feet

Pioneira no segmento, a Doctor Feet é a mais ampla rede de serviços de podologia e venda de produtos médicos/ortopédicos. Comemorando 22 anos de mercado, a marca conta com mais de 80 unidades, em 14 estados brasileiros. Informações: www.doctorfeet.com.br / Instagram: @doctor_feet / Facebook: /doctorfeet.podologia

SÃO PAULO/SP - Não é segredo nenhum que existem diversas receitas naturais que fazem bem para a pele e os cabelos. Mas você sabia há sucos detox contra celulite? Isso mesmo, e além de ajudarem a combater essas gordurinhas que incomodam tantas mulheres, eles também são deliciosos.

No entanto, é importante ressaltar que esses sucos não substituem uma refeição, apenas auxiliam na prevenção de celulites. O recomendado é que ele seja consumido na parte da manhã, entre o café e o almoço, ou na parte da tarde, antes do jantar. Agora, basta separar os ingredientes e preparar o seu favorito hoje mesmo.

Sucos detox contra celulite para experimentar agora!

Abacate com linhaça

Ingredientes:

 

  • Abacate sem casca e sem caroço
  • Suco puro de 1 limão
  • 1 colher (sobremesa) de folhas frescas de hortelã picadas
  • 1 colher (sobremesa) de semente de linhaça triturada
  • 1/2 litro de água

Modo de preparo: Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata bem. Adoce com mel ou adoçante a gosto e sirva gelado. Beba até 2 copos (500ml) por dia.

 

Suco de maçã com pêra

Ingredientes:

 

  • 1/2 pera sem sementes picada
  • 2 talos de salsão
  • 1 maçã sem sementes picada
  • 1 copo (250ml) de água
  • Folhas de hortelã a gosto

Modo de preparo: Esse é um dos sucos mais saborosos que tem, e seu preparo não segredo, basta bater todos os ingredientes no liquidificador e beba sem coar.

 

Frutas vermelhas

Ingredientes:

 

  • 1 xícara (chá) de morango e framboesa
  • 1 maçã com casca picada
  • Suco de 1 lima-da-pérsia
  • 1 colher rasa (sopa) de aveia
  • 1 pires de couve-manteiga
  • 1 copo (250ml) de água

Modo de preparo: Se você ama frutas vermelhas não pode deixar de experimentar esse suco. Basta bater tudo no liquidificador e coar antes de beber. Se as frutas estiverem geladinhas, ele fica mais gostoso ainda.

 

Beterraba com couve e maçã

Ingredientes:

 

  • 1/2 beterraba cozida
  • 1 colher (sopa) de salsinha
  • 1 colher (sopa) de couve
  • 1/2 maçã sem sementes
  • 150ml de água

Modo de preparo: pegue todos os ingredientes, bata no liquidificador e seu suco já estará pronto. Essa receita é indicada para ser consumida no período da manhã.

 

Abacaxi com couve

Ingredientes:

 

  • 1 fatia de abacaxi
  • 3 folhas de hortelã
  • 1 colher (de sopa) de couve
  • 1 colher (de sopa) de salsa
  • 350 ml de água de coco

Modo de preparo: Corte o abacaxi em cubos, triture todas as ervas e bata tudo no liquidificador com a água de coco. Essa receita fica uma delícia e pode ser consumida duas vezes ao dia.

 

Acerola, laranja e goji berry

Ingredientes:

 

  • 2 laranjas
  • 10 acerolas
  • 1 colher (sopa) goji berry
  • 1 pitada de pimenta
  • 1 cm de gengibre
  • 1/4 de pepino cru, com casca
  • Gelo

Modo de preparo: apesar de diferente, essa é uma das melhores receitas de suco detox que existem. E o preparo é simples, só bater tudo no liquidificador e consumir, de preferência, sem açúcar.

 

 

*Por: ALTOASTRAL.com.br

Apresentações serão ao vivo na segunda-feira e prometem muita música sertaneja

 

JAÚ/SP - Gosta de uma boa música e quer aproveitar o feriado do dia 7 de setembro sem sair de casa? Na próxima segunda-feira, serão duas opções de lives beneficentes com música sertaneja e que terão arrecadação em prol do Hospital Amaral Carvalho (HAC).

A partir das 12h, a Liga do Bem pela Vida de Guareí promove a live solidária com apresentações da dupla Maique e Rafael e do cantor Maurício Leonel, que prometem animar a tarde com muita música raiz. O evento será transmitido pelo Facebook da Liga do Bem de Guareí e pelo canal do YouTube Maique e Rafael.

De acordo com o artista Maique Arantes, essa será uma oportunidade única. "Temos a chance de nos divertir, ajudando quem precisa. Isso é sensacional!" O repertório, rico de moda de viola, há clássicos como 'Boate Azul', 'Ainda Ontem Chorei de Saudade' e outras de duplas consagradas como Goiano e Paranaense e João Carrero e Pardinho.

Durante o show, haverá leilões e sorteios de prêmios como a camiseta doada e autografada pelo goleiro Ivan Quaresma da Ponte Preta. Além de diversão e solidariedade, haverá muitos momentos de emoção. "Convidei um amigo para cantar comigo. Ele está fazendo tratamento. Tenho certeza que será bastante emocionante", diz o músico.

Mais tarde, a partir das 15h, a dupla Fábio Lopes e Rodrigo inicia live solidária transmitida no Youtube e página do Facebook que leva o nome dos músicos. A apresentação, voltada para o sertanejo universitário, também contará com a participação especial do cantor Gui Costa, de Limeira.

"Temos muitos conhecidos que fazem tratamento aí no hospital. A gente queria fazer a live e ajudar alguma entidade. E o Fábio sugeriu o Hospital. Sabemos da seriedade do trabalho do HAC então resolvemos fazer", comenta o produtor Alberto José de Souza.

 

As lives podem ser acessadas pelos links:

Maique e Rafael / Maurício Leonel – a partir das 12h. Acesse: https://www.youtube.com/channel/UCKL2L7Rtkmf9kFFq_bZ-LBg

Fábio Lopes e Rodrigo – a partir das 15h. Acesse: https://www.youtube.com/channel/UCC3YlZlIUiIuhE_H0bghDwA

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma neste sábado (05/09) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 2.316 casos positivos para COVID-19 (24 resultados positivos foram divulgados hoje), com 40 mortes confirmadas. 71 óbitos já foram descartados. Dos 2.316 casos positivos, 2.142 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 171 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 130 receberam alta hospitalar, 13 estão internadas e 37 positivos internados foram a óbito. 2.189 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.869 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (79 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 35 pessoas, sendo 22 adultos na enfermaria (14 positivos, 3 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 10 pessoas (10 positivos). Já na enfermaria 3 crianças estão internadas, 1 com COVID-19, 1 com suspeita da doença e 1 com resultado negativo. Na UTI nenhuma criança está internada. 11 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 32,2%. Neste momento São Carlos disponibiliza 28 leitos de UTI/SUS, sendo 18 na Santa Casa (14 adultos e 4 na ala infantil) e 10 para adultos no Hospital Universitário (HU-UFSCar). Na rede privada 2 pessoas estão internadas na enfermaria com COVID-19. Na UTI 1 pessoa está internada também com resultado positivo para COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

N​​​​​​OTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 13.149 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 11.807 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.342 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 7.471 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 6.165 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.556 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Segundo médico da família Marcelo Demarzo, com o agravamento dos quadros psiquiátricos causado pela pandemia, sistemas de saúde podem sofrer impacto com a procura de atendimentos. 

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), com cerca de 400 médicos de 23 estados e do Distrito Federal, mostrou que 89,2% dos especialistas entrevistados destacaram o agravamento de quadros psiquiátricos em seus pacientes devido à pandemia de Covid-19.  

O alto percentual é um alerta para os sistemas de saúde público e privado, já que muitas doenças mentais causadas pelo sofrimento psicológico podem desencadear ou agravar quadros físicos, chamados de doenças psicossomáticas. 

De acordo com o médico da família Marcelo Demarzo, as doenças psicossomáticas são causadas, na maioria das vezes, pelo estresse crônico, sendo que as mais comuns no Brasil são: enxaqueca; síndrome do intestino irritado; alergias alimentares, respiratórias e de pele; sintomas de gastrite sem infecção aparente; impotência sexual; entre outras. 

“A mente e o corpo estão estreitamente ligados. Por isso, quando a primeira está doente, é possível que vários órgãos do corpo sintam o reflexo dessa desordem, mesmo sem alteração orgânica alguma”, diz. 

Segundo Demarzo, o processo de desenvolvimento das doenças não é consciente e, por isso, o diagnóstico é feito por exclusão. Geralmente, o médico, além de uma entrevista clínica completa e centrada nas necessidades do paciente, precisa solicitar alguns exames complementares para confirmar que a causa dos sintomas relatados não seja por alguma alteração no organismo.  

“Levando em conta que este paciente poderá usar mais constantemente o atendimento médico até que seu diagnóstico seja feito e o problema inicial tratado, os sistemas de saúde podem ficar sobrecarregados, principalmente em tempos em que os hospitais já estão lotados devido à pandemia do novo coronavírus”, explica. 

Para evitar que o sofrimento psicológico cause disfunções maiores ao organismo, o médico explica que reservar atenção à saúde mental é o primeiro passo para o tratamento. 

“A mudança de hábitos e estilo de vida é uma das principais dicas para evitar que o estresse se torne algo crônico e desencadeie sintomas físicos. Reprogramar o cérebro diante de situações desafiadoras não é uma tarefa fácil, mas é possível com tratamentos psiquiátricos, acompanhamento terapêutico e treinamentos regulares, como a meditação e o mindfulness”, explica. 

Contudo, Demarzo aconselha que o paciente relate suas queixas sobre a carga emocional durante as consultas médicas, para que o especialista considere a causa psicológica desde o primeiro atendimento. 

 

Quem é Marcelo Demarzo? 

É médico especialista em Mindfulness para adultos e crianças, com treinamentos na Inglaterra (Mindfulness in Schools Project, em Londres; Oxford Mindfulness Centre, na Universidade de Oxford; e Instituto Breathworks, em Manchester), e nos EUA (Center for Mindfulness in Medicine, Health Care, and Society, na Universidade de Massachusetts). 

Fez pós-doutorado em Mindfulness e Promoção da Saúde na Universidade de Zaragoza, na Espanha, e diversos cursos de aprofundamento nas tradições contemplativas e meditativas, incluindo a Psicologia Budista e Tibetana em Dharamsala, na Índia. 

Junto com o professor Javier Garcia-Campayo, da Universidade de Zaragoza, desenvolveu a Terapia de Compaixão Baseada em Estilos de Apego (Attachment-Based Compassion Therapy). 

É fundador e atual coordenador do Mente Aberta (www.mindfulnessbrasil.com), referência nacional e internacional nos programas e pesquisas sobre Mindfulness. 

SÃO CARLOS/SP - NÚMEROS COVID-19 SÃO CARLOS – 03/09 – BOLETIM Nº 172 A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta quarta-feira (02/09) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 2.265 casos positivos para COVID-19 (27 resultados positivos foram divulgados hoje), com 40 mortes confirmadas. 71 óbitos já foram descartados. Dos 2.265 casos positivos, 2.092 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 170 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 129 receberam alta hospitalar, 13 estão internadas e 37 positivos internados foram a óbito. 2.129 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.711 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (71 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 37 pessoas, sendo 22 adultos na enfermaria (14 positivos, 5 suspeitos e 3 negativos). Na UTI adulto estão internadas 14 pessoas (11 positivos e 3 suspeitos). Já na enfermaria 1 criança está internada com suspeita da doença. Na UTI nenhuma criança está internada. 12 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 46,5%. Neste momento São Carlos disponibiliza 28 leitos de UTI/SUS, sendo 18 na Santa Casa (14 adultos e 4 na ala infantil) e 10 para adultos no Hospital Universitário (HU-UFSCar). Na rede privada 3 pessoas estão internadas na enfermaria, 2 com COVID-19 e 1 com suspeita da doença. Na UTI 1 pessoa está internada com COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 13.033 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 11.600 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.433 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 7.356 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 6.007 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.515 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 77 ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Serão explorados aspectos como incorporação de novas rotinas de serviços durante a pandemia; formas de atenção prestada a suspeitos e doentes com a covid-19; práticas de promoção da saúde para proteção à doença e práticas de vigilância para seu monitoramento e mitigação.

 

RIO DE JANEIRO/RJ - A Fiocruz lança nesta sexta-feira, 4, a pesquisa nacional Análise do processo de trabalho da Estratégia Saúde da Família na pandemia de covid-19. A investigação toma como ponto de partida a relevância da Estratégia Saúde da Família (ESF), considerada a estratégia primordial para o fortalecimento da atenção primária e coordenadora da rede de cuidados no SUS.

Os profissionais das equipes de ESF atuam no mapeamento do território, na coleta de dados sobre as condições socioeconômicas e de vulnerabilidade das populações e na vigilância epidemiológica. Estão, portanto, na linha de frente da promoção e prevenção da saúde, prestando os primeiros cuidados a pacientes infectados pelo novo coronavírus. O papel das equipes da ESF no controle da pandemia de covid-19 e na mitigação da morbimortalidade é, assim, realçado.

A pesquisa é conduzida pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, em parceria com a Fiocruz Ceará e a Universidade Federal da Paraíba. Serão explorados aspectos como incorporação de novas rotinas de serviços durante a pandemia; formas de atenção prestada a suspeitos e doentes com a covid-19; práticas de promoção da saúde para proteção à doença e práticas de vigilância para seu monitoramento e mitigação. A pesquisa buscará, ainda, conhecer as medidas de proteção individual/familiar/domiciliar e ocupacional dos profissionais das equipes de Saúde da Família.

“Objetivamos também no estudo conhecer o acesso das equipes de Saúde da Família aos equipamentos de proteção individual e à testagem, as formas de uso da saúde digital na comunicação com os usuários, a atuação dos conselhos locais de Saúde e das equipes NASF [Núcleo Ampliado de Saúde da Família], das equipes de consultório na rua, das equipes ribeirinhas e dos programas de residência médica e multiprofissional em saúde da família no contexto da pandemia”, destaca uma das coordenadoras do estudo, a pesquisadora Ivana Barreto, da Fiocruz Ceará.

Os resultados podem subsidiar os formuladores de políticas, nas diferentes esferas de governo, federal, estadual e municipal, bem como os gestores locais, com evidências empíricas sobre como a Estratégia Saúde da Família participa do enfrentamento à covid-19 e como o contexto das práticas no território e as condições de trabalho afetam sua atuação.

A pesquisa e a covid-19

No processo de atenção aos casos suspeitos e confirmados de covid-19, as unidades básicas de saúde (UBS) devem cumprir uma série de cuidados para prestar atendimento e prevenir a transmissão da doença aos profissionais e a outros usuários, além de manter, em paralelo, os demais serviços de rotina, o que representa um desafio para as equipes da ESF e gestores de saúde.

A atenção primária à saúde enfrenta desafios também por conta da atuação em territórios marcados por um quadro de morbimortalidade de elevada carga de doenças infecciosas e prevalência de condições crônicas, além de uma carga importante de causas externas, como a violência.

Entre as medidas necessárias à correta realização do trabalho pelas equipes da ESF, estão equipamentos de proteção individual (EPI) aos profissionais de saúde (máscara cirúrgica, luvas, óculos ou protetor facial e aventais descartáveis), lavagem das mãos com frequência, limpeza e desinfecção de objetos e superfícies tocados e manuseados rotineiramente, oferta de máscara cirúrgica a todos pacientes suspeitos de contaminação pelo coronavírus, logo após reconhecimento pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS) ou profissional responsável pela recepção dos usuários, e condução dos casos suspeitos a uma área separada específica, visando ao isolamento respiratório.

Sabe-se, entretanto, que existem várias restrições à realização desses procedimentos nas unidades de saúde, desde a inadequação da estrutura física ao desabastecimento de EPI.

Sobre o público-alvo e a metodologia da pesquisa

A pesquisa dirige-se a todos os profissionais de saúde que atuam nas equipes da Estratégia Saúde da Família, na atenção primária à saúde – médicos, enfermeiros, cirurgiões dentistas, técnicos de enfermagem, técnicos de saúde bucal, agentes comunitários de saúde e profissionais dos núcleos ampliados em Saúde da Família (fisioterapeutas, psicólogos, acupunturistas, fonoaudiólogos, entre outros).

As informações serão coletadas por meio de um questionário on-line, a ser acessado por qualquer dispositivo (computador, tablet ou celular) e que buscará explorar quatro eixos: perfil demográfico e profissional dos trabalhadores; manutenção e novos fluxos e rotinas dos serviços; atenção prestada a suspeitos, doentes e contatos de covid-19; promoção da saúde; vigilância em Saúde; e proteção individual/familiar/domiciliar e ocupacional dos profissionais.

A proposta é buscar a participação do maior número possível de profissionais, não havendo limite para uma amostra, nem cotas pré-definidas.

Sobre a Estratégia Saúde da Família

Criada pelo Ministério da Saúde em 1994, inicialmente, com o nome de Programa Saúde da Família, tem por objetivo promover a qualidade de vida da população brasileira, atuando na prevenção e na promoção da saúde e reduzindo os riscos à saúde, como o sedentarismo, a má alimentação e o tabagismo. Dessa forma, o foco se dá na saúde, não apenas na doença.

A ESF conta com equipe de trabalho multiprofissional, reunindo médicos, enfermeiros, profissionais de saúde bucal, agentes comunitários de saúde, além dos profissionais de seus núcleos de apoio (fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, assistentes sociais e fonoaudiólogos, entre outros). Essas equipes fazem o acompanhamento de um número definido de famílias, localizadas em uma área geográfica delimitada e têm uma relação próxima com a comunidade na qual atuam, podendo orientar o trabalho que realizam pelas características epidemiológicas, demográficas e sociais do local onde os pacientes vivem, oferecendo-lhes, assim, atenção integral.

Para acessar e responder o questionário

Todos os profissionais de saúde que integram equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família (NASF), atuando na pandemia de COVID-19, podem participar da pesquisa, respondendo o questionário.

Acesse o link: http://bit.ly/pesquisa-esf-covid

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