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Solicitações de TC do tórax aumentam 192% durante a pandemia da Covid-19, chegando a crescer mais de 1800% no Pará e mais de 1303% no Ceará  

 

SÃO PAULO/SP - A pandemia da Covid-19 exigiu o isolamento social em massa, colocando a população de diversos países em quarentena e levando o sistema de saúde ao máximo em diferentes locais, no Brasil e no exterior.

No meio desse cenário, os exames radiológicos desempenharam um papel fundamental para o entendimento da nova patologia e também para diagnóstico e acompanhamento de pacientes.

A suspeita de que a pandemia resultou em um aumento na procura por exames radiológicos foi confirmada com a realização de um estudo científico específico sobre o tema.

Estudo revela crescimento na realização de tomografias durante pandemia da Covid-19

A pesquisa “Aumento da demanda por TC de tórax devido ao COVID-19 no Brasil” publicada na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical contou com a participação de pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo e da The Masters School (EUA) e também com médicos da Telelaudo.

Para realização da pesquisa foi feito um levantamento do número de solicitações de tomografia computadorizada de tórax pelos hospitais dos estados brasileiros de janeiro a junho de 2019 e 2020.

Verificou-se que em 94 hospitais e centros de diagnóstico, divididos em 14 estados do País, que são atendidos pela Telelaudo houve um aumento geral de 192% nas solicitações de TC do tórax na comparação de 2020 em relação a 2019.

Outro dado relevante da pesquisa é o aumento de mais de 1.000% nas solicitações desse exame. No Pará houve um aumento de 1613% em maio e 1853% em junho, indo de 60 para 1172 exames.

No Ceará o aumento de 1303% foi identificado em junho, indo de 31 para 435 exames de TC do tórax no mês. 

Os estados que mais apresentaram alta na solicitação desse exame radiológico estão no Norte (Amazonas e Pará) e Nordeste (Ceará, Pernambuco e Sergipe). 

Uma das explicações encontradas pelos pesquisadores é que o sistema de saúde chegou a uma situação mais crítica nesses estados, com mais casos da Covid-19 do que a capacidade de atendimento regular era capaz de suportar.

Mesmo em estados que têm uma infraestrutura com maior capacidade de atendimento, como São Paulo, houve crescimento significativo nas solicitações da TC do tórax, como 251% e 175% em abril e maio, respectivamente, meses de aumento de casos da Covid-19 no estado.

Verificou-se que a tomografia computadorizada do tórax auxiliou no diagnóstico de pacientes, com o reconhecimento de novos casos de COVID-19, o que contribui para a contenção e controle da pandemia.

Os autores afirmam, no entanto, a importância de outras medidas para conter o avanço da Covid-19 no Brasil, destacando que, no mês de agosto, o País foi o segundo no mundo em números de casos e óbitos.

Quais as vantagens da telerradiologia?

Já no início da pandemia da Covid-19 verificou-se a importância da regulamentação e bom funcionamento da prestação de serviços médicos à distância para facilitar o isolamento social e conter o avanço do coronavírus.

Nesse cenário, a telemedicina foi permitida em caráter emergencial, mas a telerradiologia já estava em pleno funcionamento há anos, o que garantiu uma rápida capacidade de atender o aumento da demanda por exames radiológicos.

Na telerradiologia, exames realizados no hospital ou clínica diagnóstica são enviados, por um sistema próprio via internet, para uma empresa de telerradiologia parceira que faz a distribuição das solicitações entre os profissionais ativos.

O radiologista avalia o exame de imagem e dados complementares enviados pelo hospital solicitante e faz a emissão do laudo. O laudo é enviado pelo mesmo sistema via internet, podendo ficar disponível em questão de horas.

Esse modo de operação da telerradiologia garantiu maior acesso aos serviços especializados de saúde mesmo em locais com uma infraestrutura reduzida ou com menor disponibilidade de profissionais qualificados no mercado de trabalho.

Por conta disso, a telerradiologia é vista como um serviço que aumenta a democratização do acesso de qualidade aos serviços de saúde.

Os exames radiológicos passaram por muitas modernizações nos últimos anos, como a radiologia digital, que reduz a exposição dos pacientes à radiação ao mesmo tempo em que melhora a qualidade da imagem capturada.

Com isso, os laudos médicos podem ser emitidos em menos tempo, com um elevado grau de acertos e maior especialização, o que é essencial para identificar alterações sutis.

Portanto, a medicina à distância, seja com a telemedicina ou mesmo a telerradiologia, tem gerado importantes contribuições no combate à pandemia da Covid-19 e suporte médico de qualidade aos pacientes.

Nova funcionalidade teve início nesta semana e vai agilizar o acesso a imagens e laudos dos exames

 

SÃO CARLOS/SP - Na última segunda-feira, dia 23 de novembro, os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) de São Carlos e região podem acessar, via celular ou por computador conectado à Internet, os resultados de exames de imagem realizados no Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh). A medida agiliza a entrega dos resultados e o paciente não precisará mais se deslocar até o Hospital para retirar os exames. 

Com a implantação do PACS/RIS - softwares que controlam e distribuem as imagens radiológicas e as informações de pacientes - imagens e laudos de exames como tomografia, ultrassonografia, ecocardiografia, endoscopia e radiografia serão acessados por QR-Code ou no site do HU-UFSCar, podendo ser consultados a qualquer tempo pelo paciente. Já o médico que solicitou o exame terá acesso ao resultado apenas quando o paciente lhe der permissão. Essa restrição de acesso aos resultados está em consonância com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), vigente desde agosto de 2020. As informações clínicas do paciente estão entre os dados sensíveis previstos pela LGPD e seu armazenamento é de responsabilidade do Hospital, e apenas o próprio paciente pode fornecer os seus resultados a terceiros. 

Para Valéria Gabassa, Gerente de Atenção à Saúde do HU-UFSCar, além do armazenamento seguro dos dados, a implantação do PACS/RIS resultará em diversos benefícios. "Agilidade no acesso aos resultados e diagnóstico de saúde dos pacientes; redução do custo com transporte dos resultados de exames entre o Hospital e as unidades básicas de saúde; redução do risco de perda ou extravio dos resultados. O paciente não precisará mais se deslocar até o HU para buscar exames de imagem e haverá economia de recursos do Hospital que não precisará imprimir exames ou ter espaço físico para guardá-los. Além disso, os processos assistenciais mais eficientes contribuem com o ambiente e com o sistema de saúde público, satisfazendo pacientes e sociedade", enumera Gabassa. Atualmente, o HU realiza 2.730 exames de imagem por mês. 

Esse novo formato de entrega dos resultados é válido para os exames solicitados a partir de hoje, 23 de novembro. Pacientes que não têm acesso a celular ou a computador com Internet poderão solicitar as imagens dos exames no HU, que serão entregues gravadas em DVD.   

Implantação e capacitação
Os profissionais do HU foram capacitadas para trabalharem internamente com o novo sistema de emissão dos resultados dos exames de imagem. Além disso, o Hospital realizou encontros online com profissionais de todas as unidades de saúde e gestores de saúde do município de São Carlos, para capacitação sobre a nova ferramenta.

Somente 12% puderam fazer o teste rápido de farmácia e 3% o teste CPR.

 

SÃO CARLOS/SP - O Brasil já passou 4 milhões de casos de infecções por coronavírus, porém, sua taxa de recuperados é maior do que a taxa mundial, segundo a Universidade de Johns Hopkins. Porém, mesmo com a alta taxa de recuperação, a população continua assustada com o número de casos, e também com a impossibilidade de realizar um teste para Covid. Pois, os testes são reservados para as pessoas que apresentam sintomas. 

Trocando Fraldas em seu mais recente estudo, constatou que pelo menos metade das brasileiras gostariam de fazer um teste para covid. Porém, 74% delas não têm condições de pagar por ele. E por esse motivo, 82% das entrevistadas ainda não realizou um teste para coronavírus. Somente 12% fizeram o teste rápido, e 3% o teste CPR.

O estudo também constatou que o principal motivo que faz com que 74% das participantes queiram fazer o teste é a curiosidade de saber se já tiveram ou têm coronavírus. O segundo motivo é realmente pela suspeita de ter o vírus, com 14% das entrevistadas. 

Os dados estaduais demonstram que, Rio Grande do Norte e Pará são os estados com os maiores percentuais de pessoas que gostariam de fazer um teste, com 68% e 64% respectivamente. No Rio de Janeiro, 52% da população gostaria de poder fazer. Já em São Paulo pelo menos metade da população gostaria de realizar o teste. E o Mato Grosso é o estado com o menor percentual, mas mesmo assim, 41% da população gostaria de fazer um teste.

BRASÍLIA/DF - Os planos de saúde estão obrigados, a partir de hoje (14), a cobrir exames para detecção do novo coronavírus (SARS-CoV-2), que provoca a covid-19. A decisão, tomada ontem pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar, prevê a cobertura para a pesquisa de anticorpos IgC ou anticorpos totais e foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

Os exames poderão ser feitos nos pacientes com síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas e também para crianças ou adolescentes com quadro suspeito de síndrome multissistêmica inflamatória pós-infecção pelo novo coronavírus.

Os planos de saúde, no entanto, não estão obrigados a cobrir os testes nos seguintes casos: RT-PCR prévio positivo para Sars-Cov-2; pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo; pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de uma semana; para testes rápidos; pacientes cuja prescrição tem finalidade de screening, retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado; e para verificação de imunidade pós vacinal.

 

 

*Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

A estimativa de adultos infectados é 10 vezes maior que os dados oficiais

 

SÃO CARLOS/SP - Os pesquisadores do “Testar para Cuidar – Programa de Mapeamento da COVID-19” em São Carlos divulgaram nesta terça-feira, 7 de julho, os resultados da primeira etapa do levantamento. Dos 1.048 moradores testados via levantamento, 17 tiveram resultado positivo, ou seja, 1,62%.

A primeira etapa foi realizada nos dias 13 e 14 de junho, com a participação de 75% dos moradores selecionados. “A partir da análise das amostras e dos números, nós concluímos que naquele momento, entre os dias 13 e 14 de junho, o número estimado de infectados era de 3.167 pessoas. Ou seja, 10 vezes mais do que indicava o número oficial da Vigilância Epidemiológica, que era de 313 casos confirmados”, afirma o pesquisador e estatístico Prof. Dr. Jorge Oishi.

Outro dado preocupante apontado pelo levantamento é de que a porcentagem de pessoas susceptíveis a serem contaminadas ainda é superior a 98%. “Esse número mostra que ainda não podemos flexibilizar os cuidados para evitar o contágio. Então é preciso manter o isolamento social e reforçar o uso de máscaras e a higiene das mãos”, alerta o estatístico.

Até o dia 14 de junho, o município registrava 7 mortes por COVID-19 e taxa de letalidade adulta de 2,24% (o que significa que 2 em cada 100 pacientes infectados morreram). Pela estimativa do TESTAR PARA CUIDAR, a letalidade na época foi bem menor, de 0,22% (o que significa que 2 em cada 1 mil pacientes infectados morreram).

“Com esse levantamento, é possível ter uma ideia mais precisa da prevalência da doença em São Carlos e da letalidade da COVID-19 no município. E a partir desses dados, pensar em estratégias mais pontuais para o enfrentamento da pandemia”, explica a médica infectologista Carolina Toniolo Zenatti, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção relacionada à Assistência em Saúde (SCIRAS) da Santa Casa e uma das coordenadoras do Testar para Cuidar.

O “TESTAR PARA CUIDAR – PROGRAMA DE MAPEAMENTO DA COVID-19” é uma iniciativa da Santa Casa, Prefeitura de São Carlos, Statsol, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Hospital Universitário (HU-UFSCar) e Unimed São Carlos.

Para o prefeito Airton Garcia somente está sendo possível realizar esse trabalho, um dos maiores do Brasil, em virtude da união e esforços de todos os envolvidos. “Os primeiros números nos mostram que as medidas foram tomadas no momento certo, que não foram cedo demais. Fomos o primeiro município, até mesmo antes do Estado, a determinar o isolamento social e vamos continuar alertas. Estamos em outro patamar quando a questão é o monitoramento da expansão da pandemia. Mas é preciso continuarmos seguindo as orientações das autoridades médicas, por isso, se puder, fica em casa”, ressalta o prefeito de São Carlos.

Nesta terça-feira, 7 de julho, teve início a terceira etapa do Mapeamento. Até sexta-feira (10), 1.400 pessoas serão visitadas. Alunos do curso de Medicina e de outras áreas da saúde da UFSCar e de outras instituições de ensino, integrantes ou não da ação “Brasil Conta Comigo”, juntamente com profissionais voluntários da área da saúde do HU-UFSCar e Santa Casa, estão visitando os domicílios, entre 8h e 17h, e entregando uma senha com agendamento para a coleta de exame de sangue em um local próximo da residência dos moradores selecionados.

Importante frisar que todos os profissionais envolvidos no levantamento estão usando os equipamentos de proteção individual necessários. Além disso, todos estão devidamente identificados com uniformes e crachás e contam com apoio da Guarda Municipal.

A coleta do exame de sangue será realizada no sábado (11) e domingo (12), com a participação da equipe da Unimed São Carlos e outros profissionais da saúde, em 16 pontos espalhados pelo município: escolas municipais, com apoio da Secretaria Municipal de Educação, Casa das Voluntárias da Santa Casa, Vigilância Epidemiológica e Parque do Kartódromo. A Diocese de São Carlos também está dando apoio ao “Testar para Cuidar” e disponibilizou salões paroquiais de várias igrejas para que o levantamento fosse feito.

 

SERVIÇO:

TESTAR PARA CUIDAR – PROGRAMA DE MAPEAMENTO DA COVID-19 EM SÃO CARLOS

VISITAS DOMICILIARES:

07 a 10 de julho – 8h às 17h

APLICAÇÃO DE QUESTIONÁRIO E COLETA DE SANGUE

11 e 12 de julho – 8h às 17h

PARA CONSULTAR O RESULTADO DO SEU EXAME, É SÓ ACESSAR: http://testarparacuidar.saocarlos.sp.gov.br/

Exames foram adquiridos pela Prefeitura de São Carlos, realizados pela UFSCar e podem ser consultados via internet.

SÃO CARLOS/SP - Os primeiros exames de sangue coletados nas duas etapas do “TESTAR PARA CUIDAR – PROGRAMA DE MAPEAMENTO DA COVID-19” foram disponibilizados para as pessoas que participaram do levantamento e podem ser consultados no site é http://testarparacuidar.saocarlos.sp.gov.br/. Basta informar o número do documento e data de nascimento pra conferir o resultado. Os exames foram realizados pelo Departamento de Morfologia e Patologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Os moradores selecionados para o “TESTAR PARA CUIDAR” devem consultar o site usando o número do documento. Quem teve resultado positivo para COVID-19 está sendo contatado pela médica infectologista, docente da UFSCar e uma das coordenadoras do Mapeamento, Sigrid de Souza. “Estou ligando para todas as pessoas com resultado positivo. O exame indica se a pessoa já teve contato ou não com o vírus, se já foi infectada pelo Coronavírus. Todos estão sendo orientados e atendidos no CAIC (Centro de Atendimento de Infecções Crônicas). Quem fez o exame deve ficar atento a uma ligação com número diferente”, falou a médica.

Os resultados dos testes e as informações levantadas com a aplicação dos questionários (com perguntas como profissão, escolaridade, se tem alguma doença crônica, se teve sintomas de doenças respiratórias, se ficou em isolamento nos últimos 15 dias) estão sendo analisados pela Statsol, Consultoria Estatística e Pesquisa de Mercado, sob a coordenação do Prof. Dr. Jorge Oishi.

 

TERCEIRA ETAPA

Na próxima semana, o “TESTAR PARA CUIDAR – PROGRAMA DE MAPEAMENTO DA COVID-19” inicia a terceira etapa. “As visitas serão realizadas entre terça-feira (07) e sexta-feira (10), das 08 às 17h. Os profissionais estão identificados e com proteção individual. O morador selecionado irá receber uma senha e orientações para a coleta de informações e exame”, explicou a médica infectologista Carolina Toniolo Zenatti, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção relacionada à Assistência em Saúde (SCIRAS) da Santa Casa e também coordenadora do “Testar para Cuidar”.

A coleta do exame de sangue será realizada no sábado (11) e domingo (12), com a participação da equipe da Unimed São Carlos e outros profissionais da saúde, em pontos espalhados pelo município.

O “TESTAR PARA CUIDAR – PROGRAMA DE MAPEAMENTO DA COVID-19” está sendo realizado pela Santa Casa, Prefeitura de São Carlos, Statsol, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Hospital Universitário (HU-UFSCar) e Unimed São Carlos, com colaboração do São Francisco, Clara Resorts, Dr. Tips e Centro de Diagnóstico e Pesquisa em Biologia Molecular Ivo Ricci.

Serviço:

Página para consulta: http://testarparacuidar.saocarlos.sp.gov.br/

Visita domiciliar

Terça-feira (7) a Sexta-feira (10)

Horário: 8h às 17h

Coleta do exame de sangue

Sábado (11) e Domingo (12)

Horário: 8h às 17h

RIO CLAOR/SP - Os exames para diagnóstico da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, devem ter resultados mais rápidos em Rio Claro. Chegaram ao laboratório regional do Instituto Adolfo Lutz de Rio Claro duas máquinas emprestadas pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Rio Claro, que serão utilizadas na realização de testes.

“É uma ótima notícia para a cidade, já que com isso os exames de PCR de coronavírus poderão ser realizados aqui, dando uma resposta mais rápida aos pacientes com síndrome respiratória e seus familiares”, observa o prefeito João Teixeira Junior, acrescentando que a estimativa é de sejam feitos aproximadamente 90 testes por dia. “Com esta parceria entre prefeitura, Unesp e Instituto Adolfo Lutz quem ganha é a população”, destaca Juninho, agradecendo a Unesp pela cessão das máquinas.

O Instituto Adolfo Lutz de Rio Claro atende 26 cidades da região, entre elas Piracicaba e Limeira. “Até então os exames de Rio Claro eram encaminhados para o Instituto Adolfo Lutz central, agora o laboratório daqui ganha condições de processar as amostras e emitir resultados”, observa Maurício Monteiro, secretário municipal de Saúde.

Além dos dois equipamentos cedidos temporariamente pela Unesp, para a realização dos exames da Covid-19 no Instituto Adolfo Lutz de Rio Claro foram necessários treinamentos e capacitação de funcionários. A expectativa é de que os exames comecem a serem feitos no laboratório de Rio Claro nas próximas semanas.

 

 

*Por: PMRC

Resultados serão encaminhados à Vigilância Epidemiológica de São Carlos com cópia para os hospitais de referência

 

SÃO CARLOS/SP - A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) iniciou nesta última quinta-feira (23) a realização dos primeiros exames para diagnóstico da COVID-19 em seus Laboratórios de Bioquímica e Genética Aplicada (LBGA) e de Bioinformática Evolutiva, do Departamento de Genética e Evolução da UFSCar, no campus de São Carlos. Os resultados dos 11 exames, provenientes de pacientes do Hospital Universitário (HU - UFSCar), serão enviados à Vigilância Epidemiológica de São Carlos com cópia para os hospitais de referência.  

"Neste primeiro momento, os exames serão feitos com apoio do laboratório DNA Consult, nosso parceiro no projeto de extensão. A extração do DNA é realizada por eles e o PCR processado na Universidade", explicou o Professor Anderson Ferreira da Cunha, coordenador do laboratório LGBA e do projeto de testes da COVID-19 na UFSCar. "Aguardamos a chegada de novos equipamentos para fazer todo o processo dentro da UFSCar", completa o Professor.

Certificado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), com nível 2 em biossegurança, o Laboratório de Bioquímica e Genética Aplicada (LBGA) foi credenciado pelo Instituto Adolfo Lutz para o diagnóstico da COVID-19. "Atendemos todas as normas do Adolfo Lutz e nossos exames não necessitarão de contraprova, agilizando o diagnóstico da doença. Os docentes, técnico-administrativos e alunos que participam do projeto, de forma voluntária, foram capacitados seguindo as normas de biossegurança vigentes", contou o professor Anderson Cunha. 

A UFSCar recebeu R$ 1.970.000,00 da Secretaria de Educação Superior, do Ministério da Educação (SESu/MEC), para a realização de 5 mil exames diagnósticos da COVID-19. "Assim que tomamos conhecimento da disponibilidade do recurso para fomentar ações, visando a realização de testes para diagnóstico do vírus, fizemos gestões junto ao MEC para a aprovação do recurso. Esta é uma das contribuições da UFSCar para enfrentamento da doença COVID-19", conclui a Reitora da UFSCar, Wanda Hoffmann. 

A divulgação do resultado do exame, realizado na UFSCar, é de responsabilidade da Vigilância Epidemiológica do município de São Carlos.

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