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SÃO CARLOS/SP - Uma motorista de aplicativo foi alvo de vagabundos na noite de ontem, 29, na Vila Jacobucci, em São Carlos.

De acordo com o esposo da vítima, a esposa fez uma corrida até o bairro Douradinho, e ao sair do bairro parou em uma rua na Vila Jacobucci aguardando um chamado do aplicativo de uma possível corrida. Foi quando duas pessoas, um do sexo masculino e outra do sexo feminino, em posse de uma faca fez a abordagem querendo o carro da vítima, porém a motorista relutou em entregar “este é o meu instrumento de trabalho e o carro tem rastreador, não adianta levar” foi dizendo a mulher.

Neste entrevero, os bandidos desistiram da ideia de levar o veículo e começaram a focar no dinheiro e no aparelho celular, mas o celular ela também resistiu, foi quando levou um golpe com a faca no rosto e no pulso, sem falar dos socos que levou. Após isso, os criminosos conseguiram levar o dinheiro e o aparelho celular e fugiram.

A motorista ficou por alguns instantes desacordada, quando voltou em si, conseguiu ajuda com marido que a levou até uma unidade de saúde, onde acionou a Polícia Militar que registrou a ocorrência.

Mais um caso de roubo em São Carlos, que deixa uma trabalhadora ferida e traumatizada com tamanha violência.

SÃO CARLOS/SP - Em 2022 já foram registradas em São Carlos 3.105 notificações, com 1.577 casos positivos de Dengue, sendo 1.504 autóctones e 73 importados com 1 morte registrada. Para Chikungunya foram registradas 38 notificações, com 37 casos descartados e 1 aguardando resultado de exame. Para Febre Amarela foram registradas 2 notificações com 2 resultados negativos. Para Zika foram registradas 11 notificações, com 11 casos descartados.

2021 - Foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados. 

2020 - Foram registradas 1.638 notificações para Dengue com 640 casos positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos. Para Chikungunya não foi registrada nenhuma notificação.

SÃO CARLOS/SP - A Suzantur juntamente com a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) informam que todas as linhas estarão em operação em virtude das Eleições no próximo domingo, dia 2 de outubro de 2022. 

Confira as linhas:

1    Pacaembu X UFSCar - Norte 
3    Azulville X Estação Norte 
4    Redenção X São José
6    Cardinalli X São José
8    Distrito Industrial X Fagá - Major
13    Tortorelli X Astolpho
18    Planalto Verde X Estação Norte
20    Fagá X Shopping
25    Cedrinho X São Carlos 8
27    Antenor Garcia X Santa Felícia
30    Redenção X Jóquei Clube
31    Belvedere X Itamaraty
32    Monte Carlo X Paulistano
34    Novo Mundo X Douradinho
36    Novo Horizonte X Paulistano
38    Gonzaga X Parque Fehr
40    Antenor Garcia X Santa Felícia
41    Cidade Aracy I X Arnon de Mello
43    Joquei Clube X Shopping
44    Estação X Agua Vermelha
52    Estação X Santa Eudóxia 
54    Estação X Embaré
55    Zavaglia X Arnon de Mello 
57    Estação X Douradinho
60    Zavaglia X Mercado
61    Estação X Araucária
66    Abdelnur X Mercado

Para consulta de horários, dúvidas, entre em contato através dos canais diretos da Suzantur pelo site www.suzantursc.com.br ou pelo Plantão Suzantur 24 horas no telefone (11) 4240-6633.

Primeiro departamento acadêmico na área do Brasil, DGero teve conquistas importantes ao longo dessa trajetória

 

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Gerontologia (DGero) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está celebrando dez anos de atividades. Criado em 2012, com aprovação do Conselho Universitário, o DGero foi o primeiro departamento acadêmico de Gerontologia do País e tem conquistado etapas importantes no ensino, na pesquisa e extensão, além da implantação da pós-graduação na área.
O corpo docente do Departamento é formado 100% por professores com doutorado de diferentes áreas interdisciplinares que articulam o conhecimento e desenvolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão em Gerontologia. Dentre seus integrantes, estão profissionais da Enfermagem, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Biologia, Farmácia, Direito, Ciências Sociais e Engenharia.
O DGero possui articulação internacional por meio de parcerias universitárias com centros de Gerontologia de países como Portugal, Inglaterra e Holanda. Com base essencialmente multiprofissional, articula conhecimentos interdisciplinares para formação de um novo profissional que atua nas diversas faces do envelhecimento humano nos diferentes ciclos de vida. Um dos principais desafios do Departamento é a inovação de uma profissão humanizada que atenda às novas demandas decorrentes do envelhecimento populacional, dando suporte para a oferta, articulação e gestão de serviços, produtos, programas e projetos na área da Gerontologia.
A professora Letícia Pimenta Costa Guarisco, chefe do DGero, expõe que, em dez anos de trabalho, "o Departamento obteve muitas conquistas no âmbito do ensino, pesquisa e extensão em Gerontologia, com a ampliação de seu quadro docente e o Programa de Pós-Graduação em Gerontologia, o que permitiu sua inserção e visibilidade nos cenários nacional e internacional".
A celebração dos dez anos do DGero é concomitante com o Dia Internacional do Idoso (1º de outubro), simbolizando a importância da data - instituída em 1991 pela Organização das Nações Unidas (ONU) -, para sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar da população idosa. As informações completas sobre o Departamento, a graduação e a pós-graduação em Gerontologia podem ser acessadas no site www.gerontologia.ufscar.br.

SÃO CARLOS/SP - Há vários anos, o mês de outubro tem sido marcado por ações visando a prevenção do câncer de mama, algo cada vez mais necessário diante da grande incidência da doença.

Dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) revelam que no Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente em mulheres de todas as regiões, após somente do câncer de pele não melanoma. As taxas são maiores nas regiões mais desenvolvidas, ou seja, no Sul e Sudeste. Até o final de 2022 estima-se que ocorrerão 66.280 novos casos da doença.

Diante desse cenário tão preocupante devemos sempre alertar sobre as formas de prevenção e tratamento, assim como todo o processo de recuperação, que é bastante abrangente.

O cirurgião plástico e membro titular da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), Dr. Daniel Sundfeld Spiga Real, explica detalhes sobre a reconstrução mamária, parte fundamental da recuperação dessas mulheres, que acabam tendo a autoestima bastante abalada com a doença. “Muitos trabalhos publicados em revistas especializadas demonstram uma relevante melhora na qualidade de vida das pacientes, com menor sofrimento na recuperação e retorno mais rápido para suas atividades de vida diária e laboral, bem como uma grande melhora em suas atividades sociais e de relacionamentos”.

Dr. Daniel Sundfeld destaca que esse procedimento é garantido pelo SUS (Sistema Único de Saúde), através da Lei nº 9.797/1999. Ela determina que o SUS ofereça o tratamento de reparação a pacientes submetidas a mutilações mamárias para o tratamento de neoplasia. Além disso, a Lei nº 12.802/2013 complementa a anterior, prevendo a possibilidade da reconstrução imediata ou em mais breve tempo possível. “Em São Carlos tivemos um aumento significativo no número de cirurgias de reconstrução mamária realizadas pelo SUS: No ano passado foram 13 procedimentos, enquanto que entre janeiro e setembro desse ano houve 19 cirurgias”, contabiliza.

O cirurgião plástico ainda ressalta os dois momentos em que o procedimento pode ser realizado: reconstrução imediata (no mesmo momento da cirurgia para ressecção da neoplasia e em conjunto com a equipe de mastologia), e reconstrução tardia (após o término dos demais tratamentos, ocorrendo na maioria dos casos, no período de 6 a 18 meses após o procedimento para ressecção da neoplasia).

“O processo de recuperação depende do procedimento realizado, podendo ser bem simples e sem muitas restrições ou mais doloroso e com maiores restrições. Isso ocorre porque a reconstrução mamária abrange um grande número de técnicas e possibilidades, que serão avaliadas em consulta pré-operatória”, conclui Dr. Daniel Sundfeld Spiga Real.

De acordo com a diretora da ONG ONCOVITA, Rosemoreno Alka, a reconstrução mamária é essencial para as mulheres que vencerem a doença, pois faz com que as mesmas recuperem a autoestima e falem do assunto com muito mais leveza. “É um processo muito lindo, pois as mulheres que passam pela cirurgia de reconstrução trazem orgulho no peito por sua história de superação. É uma comprovação da vitória sobre a doença”, finaliza.

A administradora Letícia Reimer descobriu que estava com câncer de mama em 2014, ano em que fez o tratamento e a primeira cirurgia de reconstrução. “Optei pela reconstrução imediata e passei por seis cirurgias até chegar ao resultado final. Esse processo foi de suma importância para minha recuperação, pois me fez sentir mulher de novo, mais feminina, completa novamente. É gigantesca a mudança externa de uma reconstrução mamária, mais ainda a mudança interna”. 

Por fim, a administradora afirma que vê a reconstrução mamária como o recomeço após uma fase difícil e de muita luta, ou seja, a reafirmação de que essa trajetória foi vencedora e enriquecedora, que incluiu muita aprendizagem, resiliência, valores fortalecidos e autoconhecimento. “Através dessa experiência, eu pude me tornar uma mulher melhor e mais forte. Quanto à parte física, hoje me sinto mais bonita, já que trago no peito a marca de vitória. Sou uma mulher de peito, literalmente. Nada mais forte que uma mulher que se reconstruiu. Sou feita de cicatrizes e gratidão”, completa Letícia Reimer.

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores do Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia do IFSC/USP (GNano), coordenado pelo pesquisador Prof. Valtencir Zucolotto, desenvolveram um chip descartável com dois biossensores que utilizam a proteína não-estrutural NS1 como biomarcador, e que através de um único teste pode detectar e distinguir essa proteína presente nos vírus Zika e Dengue. O artigo foi publicado na revista “Biosensors and Bioelectronics” (IF=12.545).

Por um lado, esta pesquisa é particularmente importante tendo em vista que os vírus Zika e Dengue apresentam sintomas muito parecidos, sendo que os diagnósticos comuns geram por vezes dúvidas entre uma e outra doença. Por outro lado, o novo chip apresenta também a particularidade de distinguir essas proteínas da proteína spike do SARS-CoV-2, vírus causador da COVID-19 e que, no estágio inicial, também apresenta sintomas semelhantes aos da Zika e Dengue. Isso é especialmente relevante para áreas onde há a co-incidência dessas doenças.

Havendo a possibilidade de integrar mais dois biossensores neste chip, tornando-o uma plataforma portátil e versátil para a detecção várias doenças virais, este estudo poderá causar impactos positivos e bastante importantes, principalmente nos serviços de saúde, tendo em vista que só no que diz respeito à Dengue, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que anualmente 390 milhões de pessoas sejam infectadas por esse vírus em todo o mundo.

Assinam o artigo científico  os seguintes pesquisadores:

Isabella Sampaio, Felipe Domingues Quatroni , Juliana Naomi Yamauti Costa e Prof. Valtencir Zucolotto.

 

SÃO CARLOS/SP - O vereador Gustavo Pozzi esteve em visita a Unidade Básica de Saúde da Redenção, onde foi concluída a reforma solicitada por ele no início deste ano. Em fevereiro, uma árvore caiu no telhado da unidade e danificou várias salas. Após o ocorrido, o parlamentar reivindicou da Prefeitura uma reforma geral do prédio da unidade de saúde.

Antes da queda da árvore, a UBS já sofria com goteiras em diversos ambientes. Esse mês a reforma foi concluída e a visita do vereador teve o objetivo de verificar como ficou a reforma e conversar com a população no local e com os servidores que lá trabalham.

“Uma conquista muito importante para os moradores da região, pois a reforma se fazia necessária para melhor acolher a população e dar melhores condições de trabalho aos servidores públicos da unidade", ressaltou Pozzi.

Na visita, o parlamentar destacou que ainda existem algumas providências a serem tomadas, como o retorno da farmácia à USB. “Continuamos com os trabalhos para cada dia melhorar a saúde de nossa cidade, em especial das pessoas que precisam da UBS da Redenção, precisamos agora reativar a farmácia no local” reiterou.

Local será destinado para convênios médicos e contratações particulares e ajudará na manutenção do atendimento SUS.  

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos realizou um evento de inauguração da nova ala da Maternidade Dona Francisca Cintra Silva, nesta quinta-feira (29/09). Serão 7 apartamentos (com capacidade para até 14 leitos) e um quarto PPP (pré-parto, parto e pós-parto). O custo dessa primeira parte ficou em torno de 350 mil reais. 
O projeto só foi possível devido a união de forças que resultaram na conclusão desse local, anteriormente ocupado pela Unimed. Foram doações de empresários, de instituições, de pessoas físicas (através da Central de Captação de Recursos) e também da arrecadação do 1º Arraiá da Santa Casa de São Carlos, realizado em julho. 
A maternidade, que nesse ano de 2022 irá completar 70 anos de história, atende por ano cerca de 2.700 partos, entre pacientes do SUS, convênios e particulares. 
Autoridades da cidade e médicos foram recebidos no Auditório Alois Partel pelo Provedor Antônio Valério Morillas Júnior; o Diretor Técnico Dr. Roberto Muniz Júnior; a Diretora de Práticas Assistenciais, Dra. Carolina Toniolo Zenatti e o Diretor Administrativo e Operações, Mário José Calderaro.
Entre os presentes destaque para Netto Donato, Secretário de Governo, representando o prefeito Airton Garcia; Jôra Porfírio, Secretária Municipal de Saúde; Leandro Severo, Secretário de Comunicação e Ivone Zanquim, vice-presidente da Acisc. 
A primeira parte do evento foi uma cerimônia solene no auditório Alois Partel com apresentação de Dagoberto Rosa. Na sequência, autoridades foram visitar a nova ala onde foi realizada uma benção, pelo capelão da Santa Casa, Padre Jonas Rafael da Silva. 
Depois houve uma recepção aos convidados paga pelos laboratórios Libbs e GSK. 
O Diretor Técnico da Santa Casa, Dr. Roberto Muniz Júnior, ressalta que esse tipo de investimento, com a nova ala, é fundamental para garantir o atendimento de gestantes pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.
“A reforma da ala da maternidade traz para São Carlos um espaço excelente para atender convênios e pacientes particulares dentro da Santa Casa, e o lucro obtido com essa operação vai servir para financiar a operação do SUS também. Como a gente sabe, a operação do SUS é deficitária e há muitos anos não há um reajuste na tabela do Sistema Único de Saúde. Então essas iniciativas, que foram financiadas exclusivamente com dinheiro de doações, vão trazer para Santa Casa a capacidade de continuar se financiando ao longo do tempo” - explicou o diretor.  
Já o Secretário de Governo Netto Donato e também a Secretária de Saúde, Jôra Porfírio destacaram a importância da inauguração para a cidade e que a mesma qualidade destinada para a ala de convênios também será aplicada no SUS. 
Jôra afirmou que “ o projeto da Santa Casa é a ampliação de leitos SUS, então a gente ganha muito com isso, e uma qualidade de primeiro mundo, não vi diferença entre o SUS e os convênios”. 
“É uma alegria muito grande saber do esforço da Santa Casa, juntamente com o poder público, com outras parcerias que a Santa Casa está conseguindo, a gente viu uma maternidade de alto nível e eu tenho certeza que a população de São Carlos e região será muito beneficiada e muito bem atendida na Santa Casa” - disse Donato. 
Para a Coordenadora da Maternidade, Dra. Bruna Parreira, a estrutura física montada é capaz de garantir um atendimento de qualidade para as pacientes.
“Agora temos um consultório próprio para elas, com privacidade, com banheiro. Temos uma sala de medicação preparada, uma sala de estabilização para pacientes mais graves. Então agora nós podemos oferecer uma experiência melhor para essas pacientes que vão fazer o parto aqui na Maternidade”, afirmou. 
Sobre o quarto PPP, a Dra. Bruna explica ser um espaço que oferece tudo o que uma mãe necessita no momento do parto normal, proporcionando mais conforto e segurança: “A sala PPP conta com banheira, para que a gente possa fazer o parto humanizado, com uma cama específica, que vira uma cadeira, para que a paciente possa ter o parto verticalizado. Além disso, temos a bola, banqueta de parto, a cromoterapia e todo o restante da estrutura necessária para realizar os procedimentos.”
Um dos principais apoiadores do projeto foi a Unifai de Adamantina, que tem alunos do curso de Medicina fazendo o internado no IEP (Instituto de Ensino e Pesquisa). A Universidade doou recursos para a realização da reforma da nova ala. 
Alexandre Teixeira, reitor da universidade agradeceu a parceria e destacou também a importância o incentivo à educação. “É uma excelente referência de ensino para todos os nossos estudantes de medicina, nós esperamos que essa nova aquisição fortaleça ainda mais as oportunidades de aprendizado dos nossos alunos através do seu objetivo principal que é oferecer à população o melhor serviço de saúde” - afirmou.  
O Provedor Antônio Valério Morillas Júnior agradeceu pela presença de todos e afirmou que, além desta nova ala destinada para atendimentos particulares, toda a Maternidade será reformada até o final do ano. “Estamos inaugurando hoje essa nova ala, onde serão atendidos convênios e particulares. Mas a reforma continua em andamento. Até o final do ano, com a participação da sociedade, que tem feito doações, nós estaremos entregando para a comunidade de São Carlos e região a nova Maternidade, totalmente remodelada e reformada, o que vai trazer uma qualidade assistencial melhor do que nós já fazemos hoje”, disse. 

SAIBA MAIS SOBRE PREÇOS E PLANOS DA NOVA ALA DA MATERNIDADE
CONTATO: 3509-1281/ 3509-1233

SÃO CARLOS/SP - Guardas Municipais conseguiram deter um jovem acusado de roubar uma bicicleta, a detenção ocorreu nos últimos minutos de ontem, 29.

Segundo a GM, uma viatura realizava patrulhamento, quando na Avenida José Pereira Lopes, no Jardim Botafogo, observaram um sujeito arrastando uma bicicleta, o que chamou a atenção dos agentes de segurança.

A abordagem foi realizada e ao ser questionado, R.G.D.O, disse que era do seu padastro, mas depois mudou a versão afirmando que havia comprado a bike em um ponto de drogas.

Diante das afirmações, os GMs entraram em contato com a Polícia Militar que compareceu ao local dos fatos e informou que havia queixa de roubo sobre a bike.

Então os Guardas Municipais conseguiram entrar em contato com a vítima que reconheceu o produto como de sua propriedade.

A bike foi devolvida para seu legitimo dono e o adolescente conduzido à Central de Polícia Judiciária de São Carlos. Posteriormente foi recolhido à Fundação Casa da cidade de Araraquara.

Trabalho pioneiro, com participação da UFSCar, mostra que águas continentais em diferentes localizações têm sua "digital bacteriana"

 

SÃO CARLOS/SP - A Rede Microsudaqua, de pesquisa em ecologia aquática microbiana, lançou a Base de Dados Georreferenciada de Microbiomas Aquáticos da América do Sul. Inédito, o mapeamento preenche uma lacuna, uma vez que há vários estudos do tipo para o hemisfério Norte, mas a América do Sul, com cerca de um terço de toda a água doce do mundo, é uma das regiões menos estudadas.
O mapeamento foi elaborado a partir do sequenciamento do DNA de bactérias aquáticas presentes em quase 900 amostras coletadas em 10 diferentes ecorregiões da América do Sul, dos Andes até as planícies costeiras. A Rede Microsudaqua reúne pesquisadores de diferentes países e, no Brasil, é coordenada por Hugo Sarmento, docente da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), coordenador do Laboratório de Biodiversidade e Processos Microbianos (LBPM). Os dados são relevantes para pesquisas futuras sobre os ambientes aquáticos continentais, ou seja, corpos d´água sobre a superfície de continentes, como os rios e os lagos.
"É muito importante a base de dados ser georreferenciada, ou seja, cada informação estar ligada a uma coordenada geográfica. Assim, conseguimos fazer uma classificação dos biomas a partir da microbiota aquática, da mesma forma que temos do Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Caatinga, por exemplo. A partir desses dados da base, podemos ver que grupos de bactérias estão presentes em diferentes tipos de ecossistemas aquáticos e observar esse bioma aquático a partir da sua composição por microrganismos", explica Sarmento, que é um dos fundadores da Microsudaqua - Rede Colaborativa em Ecologia Aquática Microbiana da América Latina.
A partir da base, será possível saber não apenas quais microrganismos são dominantes em cada bioma, mas também suas funções ecológicas. Sarmento explica que, em determinados biomas, pode haver mais fixação de oxigênio ou mais fotossíntese, enquanto em outros pode ocorrer mais degradação de compostos que vêm das florestas, por exemplo. "Podemos fazer análise funcional desses microrganismos nas diferentes ecorregiões", resume o docente da UFSCar.

Digital bacteriana
Para Hugo Sarmento, o resultado de maior destaque é justamente que, a partir das informações da base, é possível caracterizar cada região, já que as diferentes ecorregiões têm comunidades bacterianas próprias. "Uma comunidade da Amazônia é diferente da dos pampas argentinos, por exemplo. Na prática, se nos fornecessem uma amostra e não soubéssemos sua origem, poderíamos determinar de onde vem essa amostra analisando a sua comunidade bacteriana. Isto nos mostra que, apesar de as bactérias e outros microrganismos terem grande capacidade de dispersão, existe uma biogeografia de bactérias. Existe uma microbiota particular de cada bioma. Pudemos identificar isso de forma bem clara nessas regiões demarcadas, como se existisse uma digital bacteriana", explica.
A base da dados ainda está incompleta. No Brasil, por exemplo, há trabalhos a serem feitos na Caatinga, especialmente nas regiões Norte e Nordeste e, também, no Pantanal e na Amazônia, que são áreas muito extensas. Além disso, Sarmento explica que, apesar de o trabalho ter sido feito por uma rede latino-americana, nem todos os países estão representados, seja pela ausência de especialistas na área ou por não dominarem as técnicas de sequenciamento de DNA para esse trabalho. No caso da Colômbia, por exemplo, o laboratório coordenado por Sarmento na UFSCar tem parceria com universidade colombiana, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), para coletar DNA em lagos de grande altitude na Colômbia e, também, na Caatinga brasileira, onde há poucos dados.
O acesso à base de dados é gratuito, disponível na página da Microsudaqua (https://microsudaqua.netlify.app/pt/#database). A íntegra da base de dados georreferenciada foi publicada também na Nature Scientific Data, acessível em https://doi.org/10.1038/s41597-022-01665-z.

Microsudaqua e eventos
A Rede Colaborativa em Ecologia Microbiana Aquática na América Latina foi fundada em 2017, pela parceria entre Hugo Sarmento e pesquisadores do Uruguai e da Argentina. O grupo reúne pesquisadores e estudantes e seus objetivos são fortalecer e ampliar a interação entre pesquisadores que trabalham na área; contribuir para o desenvolvimento de um senso de comunidade científica regional; além de proporcionar espaço para colaboração de longo prazo em investigação e formação de pessoas. Dentre outras estratégias, a Rede conta com observatórios microbianos, que coletam amostras de água mensalmente em diferentes locais da América do Sul, para acompanhamento dos ecossistemas. Nesse âmbito, a equipe da UFSCar, que tem atuação em todos os grupos de trabalho da Microsudaqua, coleta água do lago do Broa, próximo a São Carlos. Há, também, equipes dedicadas à divulgação científica e a estudos sobre fitoplânctons e sua diversidade funcional.
Entre 11 e 15 de outubro, será realizada, no Brasil, a terceira edição do Workshop da Rede Microsudaqua. As primeiras edições foram realizadas no Uruguai e na Argentina, e a programação sempre oferece palestras, sessões de apresentação da Rede, de trabalhos científicos, de pôsteres e grupos de trabalho. A equipe do LBPM da UFSCar está atuando na organização do Workshop.
Na UFSCar, entre os dias 17 e 21 de outubro, um dos convidados do Workshop - Carlos Pedrós-Alió, do Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha -, em parceria com a equipe do LBPM da UFSCar, ministrará o curso "Análise de Microbiomas". A atividade será teórico-prática e abordará diversos temas e ferramentas atuais em ecologia microbiana, incluindo técnicas moleculares de sequenciamento massivo, análises bioinformáticas e estatísticas. Mais detalhes sobre a atividade e instruções para inscrição serão divulgados em breve.
Esta matéria aborda contribuição da comunidade da UFSCar à concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Agenda 2030 (ODS14-Vida na Água)

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