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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (REPUBLICANOS) protocolou, no legislativo municipal, a proposta de realização de uma audiência pública com o objetivo de discutir a duplicação da Rodovia SP-215 (Rodovia Doutor Paulo Lauro), importante via de ligação entre São Carlos e municípios da região. A iniciativa busca reunir representantes do poder público, sociedade civil, especialistas e usuários da rodovia para debater soluções concretas que garantam mais segurança e melhor mobilidade.

A SP-215 é uma via de tráfego intenso, utilizada diariamente por milhares de motoristas, trabalhadores e moradores de condomínios e empresas instaladas ao longo de seu trajeto, como por exemplo, o Condomínio Parque Itaipu e a empresa SILTOMAC. O fluxo crescente de veículos, incluindo transporte de carga e passageiros, têm evidenciado a necessidade urgente de melhorias estruturais.

De acordo com o parlamentar, o trecho apresenta dispositivos de acesso precários, com ausência de sinalização adequada, falta de faixas de aceleração e desaceleração e condições inseguras para entrada e saída de veículos. Esses fatores têm contribuído para o aumento no número de acidentes, muitos deles com vítimas fatais, gerando preocupação constante entre os usuários da rodovia.

A proposta da audiência pública surge também em resposta à mobilização da população local e de representantes da sociedade civil, que vêm cobrando providências e defendendo a duplicação da via como medida essencial para a preservação da vida, melhoria da mobilidade e fortalecimento do desenvolvimento econômico regional.

Bruno Zancheta destacou que já vem atuando diretamente na pauta, com o envio de documentos tanto no âmbito do Legislativo Municipal quanto junto ao Governo do Estado, reforçando a necessidade de intervenção na rodovia.

“A duplicação da SP-215 é uma demanda urgente e legítima da nossa população. Estamos falando de vidas que estão sendo colocadas em risco diariamente. A audiência pública será um espaço democrático para ouvir todos os envolvidos, fortalecer esse movimento e buscar, de forma conjunta, soluções efetivas junto ao Governo do Estado”, afirmou o vereador.


A data e o local da audiência pública serão divulgados em breve pelos canais oficiais do Legislativo Municipal e pelas redes sociais do parlamentar.

SÃO PAULO/SP - Assim como fizeram em Salvador no fim de semana, Paulinho e Vitor Roque acompanham a equipe do Palmeiras na viagem a Cartagena, na Colômbia, mas ainda devem ser desfalques para a estreia na Conmebol Libertadores. Ao menos é o plano do comissão técnica, que ainda comanda um treino durante a tarde desta quarta-feira, no colégio Jorge Washington, na cidade.

O Alviverde enfrenta o Junior Barranquilla às 21h30 da quarta-feira (horário de Brasília) no estádio Jaime Morón León.

Vitor Roque trata dores no tornozelo que o incomodam desde as pancadas sofridas no Choque-Rei contra o São Paulo, pela semifinal do Paulistão. Ele apareceu no banco no primeiro jogo da final do Estadual e foi titular no confronto decisivo, mas, na Data Fifa, iniciou tratamento fazendo trabalhos à parte no campo e na parte interna do Centro de Excelência.

Paulinho, por sua vez, avançou na recuperação e, na segunda-feira, em Salvador, chegou a treinar com o grupo pela primeira vez. Antes, havia sido parte das movimentações como "curinga", função que tem menor contato físico.

Ele está em fase de recondicionamento físico avançado, e ambos acompanham a delegação para dar sequência aos trabalhos e treinos, uma vez que o clube emendou viagens com dois dias de atividade fora da Academia de Futebol.

– Eu sinto falta deles e quando saímos (para jogos fora), quero que vão sempre comigo. Mesmo sem jogar – disse Abel Ferreira no domingo, após a vitória sobre o Bahia.

Além da dupla de atacantes, portanto, estão entre os desfalques Piquerez, que passou por cirurgia no tornozelo direito, e Jefté, com uma lesão na coxa direita. Cenário tem feito a Cria da Academia Arthur de titular na lateral esquerda.

 

Por Camila Alves, Laura Fonseca e José Renato Ambrósio / ge

PARAUAPEBAS/PA - Xingu é o mais novo habitante do BioParque Vale Amazônia, na Serra do Carajás, na cidade de Parauapebas, no Pará. Nascido do casal Marília e Zezé, Xingu veio ao mundo no dia 27 de dezembro do ano passado e é irmão de Rhuana e Rhudá.

Xingu é uma oncinha-macho e recebeu esse nome indígena - escolhido na semana passada por meio de uma votação popular - em homenagem a um dos mais importantes afluentes do rio Amazonas. O rio Xingu nasce no Mato Grosso e segue até a sua foz, no estado do Pará, banhando terras nos biomas Amazônia e Cerrado e garantindo a vida de centenas de povos e comunidades tradicionais.

“Nós sugerimos nomes de rios porque os filhos dela [da onça Marília] anteriores tinham nomes indígenas. Dessa vez queríamos homenagear os rios da Amazônia: Xingu, Tapajós e Solimões, e colocamos para votação do público. A Marília já tinha o Rhudá e a Rhuana, que foram para outros zoológicos em São Paulo”, disse Rejânia Azevedo, analista administrativa do BioParque.

Os pais da oncinha chegaram ao BioParque vindos de Goiás. Sua mãe Marília foi resgatada de cativeiro ilegal e seu pai Zezé nasceu em instituição em Goiás, filho de pais resgatados de cativeiro ilegal de animais silvestres. Por terem sido retirados do habitat natural e mantidos sob influência humana, eles não podem ser reintroduzidos na natureza, já que perderam habilidades essenciais para sobreviver em vida livre.

“A gente não pega nenhum animal da natureza. Eles vêm através dos órgãos ambientais, de cativeiros ilegais, de apreensões. Alguns chegam bem, mas alguns já chegam machucados, mutilados. Então fazemos todo um procedimento de acompanhamento e de atendimento [desses animais]”, explicou Rejânia.

Xingu é a sétima reprodução de uma onça realizada no BioParque nos últimos 12 anos. A reprodução desses animais em cativeiro é uma estratégia nacional para preservação da onça-pintada, uma espécie símbolo da fauna brasileira e que é ameaçada de extinção.

“O Xingu não poderia ser readaptado para a natureza porque já nasceu em cativeiro. Daí ele permanecerá aqui ou será destinado para algum outro zoológico”, disse a analista do parque.

Apesar de já ser uma atração na internet, Xingu ainda não pode ser visto pelo público que visita o parque.

“Hoje ele tem três meses e fica na área de manejo, sob os cuidados da mãe. Ele não pode ainda vir para a exposição [do público] porque ainda é um bebê. Quando ele chegar aos cinco ou seis meses de idade é que a mãe vai ensinar ele para vir para a exposição”, contou Rejânia.

Ao atingir a fase adulta, a onça-pintada, que é o maior felino das Américas, pode chegar até 1,90 metro de comprimento e 80 centímetros altura, podendo atingir 135 quilos.

O BioParque

Inserido na Floresta Nacional de Carajás (Flona de Carajás), o BioParque Vale Amazônia já completou 41 anos e é mantido pela Vale. O espaço ocupa 30 hectares de área, dos quais cerca de 70% é de floresta nativa.

O BioParque faz parte da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB) e atua com os Planos Nacionais de Conservação de Espécies Ameaçadas (ICMBio), além de seguir metas nacionais e internacionais voltadas à preservação da biodiversidade.

Atualmente o parque abriga 360 animais de 70 espécies diferentes, como a também famosa Chicó, uma macaca-aranha que enfrentou muitas dificuldades até chegar ao local e poder reaprender a ser um animal de sua espécie.

“A Chicó tem uma história triste, que terminou com um final feliz. Ela veio de Mato Grosso e foi resgatada pelos órgãos ambientais. Ela viveu em Mato Grosso acorrentada por 18 anos. Vivia em um bar e o dono do bar dava cachaça para ela para mostrar aos clientes”, contou Rejânia.

Ela foi resgatada após a polícia receber denúncias de abusos e de maus-tratos e então encaminhada pelos órgãos ambientais para ser cuidada pelo BioParque, já que por viver em cativeiro, não teria condições de ser solta novamente ao seu habitat natural. “Ela chegou aqui bem debilitada. Levamos ela para o setor de quarentena, que é o nosso setor técnico. Nossos biólogos e veterinários fizeram todo um processo de reabilitação, já que ela não tinha hábitos nenhum de macaco. Ela não usava o rabo, que dizemos que é o quinto membro e que é por onde eles se seguram. Ela não sabia como fazer isso”.

Depois de um trabalho intensivo, Chicó pôde ser colocada novamente para interagir com outros macacos de sua espécie. “Hoje ela está totalmente inserida no bando já que agora ela tem os hábitos de primata normais. Ela teve que reaprender a ser um primata”, falou a analista.

Também chamada de macaco-aranha, coatá-da-testa-branca, cuamba (Pará) ou guatá (Mato Grosso), essa espécie também está na lista de animais ameaçados de extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio).

Visitas

Só no ano passado, o BioParque registrou mais de 200 mil visitantes. Além das onças e dos macacos, quem visita o BioParque também pode conhecer um pouco da flora amazônica, como uma castanheira que foi plantada em 1991 pelo então príncipe Charles [atual Rei Charles] e pela princesa Diana, durante uma viagem ao Brasil em 1991.

A entrada no BioParque Vale Amazônia é gratuita. O parque funciona de terça-feira a domingo.

* A repórter viajou a convite da Vale

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - Os interessados em pedir a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio de 2026 deverão acessar a Página do Participante do Enem para fazer a solicitação no período de 13 a 24 de abril. O acesso deve ser feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

O prazo também vale para os candidatos que precisam justificar a ausência na edição do ano passado para participar do Enem 2026 gratuitamente.

As regras e os prazos estão descritos em edital publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no último dia 1º.

O período oficial de inscrições do Enem 2026 ainda será divulgado pelo Ministério da Educação (MEC).

Quem pode pedir a isenção

O Inep prevê a gratuidade na inscrição do exame para os seguintes solicitantes:

  • Matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
  • estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
  • pessoas de baixa renda com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
  • beneficiários do programa Pé-de-Meia, do MEC.

As pessoas que se enquadram nesses perfis devem solicitar a dispensa do pagamento da taxa, pois a isenção não é automática.

O Inep destaca que o participante que integra uma família inscrita no CadÚnico precisa estar com a situação cadastral regular para solicitar a isenção da inscrição no Enem. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento do pedido para fazer as provas de graça.

Resultados

Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Inep em 8 de maio.

Os solicitantes com pedidos de isenção negados pela autarquia poderão entrar com recurso administrativo entre 11 e 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.

Necessidade de inscrição

O edital do Inep esclarece que ter a aprovação da isenção de pagamento da taxa de inscrição não garante a inscrição no Enem 2026.

Os interessados em participar da edição deste ano do exame, isentos ou não, deverão realizar a inscrição na Página do Participante.

O Enem

O exame é a principal prova para ingressar no ensino superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas federais como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Desde a edição de 2025, o Exame Nacional do Ensino Médio voltou a certificar a conclusão desta etapa de ensino para os candidatos que têm 18 anos completos e também alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para aceitar as notas do exame.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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