Jornalista/Radialista
No Brasil, 10 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência auditiva; atenta a esse cenário, ADN Construtora e Incorporadora investe em atendimento qualificado para a inclusão de clientes
SÃO CARLOS/SP - A Federação Mundial dos Surdos (WFD – World Federation of the Deaf) estima que existem no mundo cerca de 70 milhões de pessoas com deficiência auditiva. Desse total, 80% vivem em países em desenvolvimento, o que dificulta o acesso à informação, educação e necessidades básicas de comunicação. As dificuldades incluem a tratativa comercial e, para fazer parte da transformação desse cenário e torná-lo cada vez mais inclusivo, a ADN Construtora e Incorporadora, de São Carlos (SP), criou a Central de Relacionamento Acessível na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). Uma iniciativa que reforça o compromisso com a qualidade do serviço e o bem-estar dos clientes.
A dinâmica é simples: os atendimentos são feitos por um profissional especializado em Libras por meio de videochamadas pelo WhatsApp, dessa forma, os clientes do departamento de pós-venda não precisam estar acompanhados para efetuarem uma tradução. Conseguem esclarecer todas as dúvidas do novo imóvel, o que é um facilitador para a compra. “É uma maneira de acolhermos esse público. Só em São Carlos, temos 9 mil pessoas com deficiência auditiva”, afirma Lidiane Pires, responsável pelo atendimento especializado da empresa. Ela também reforça que “a acessibilidade é importante para que todos se sintam amparados e seguros, estabelecendo um laço ainda mais forte entre a comunidade e a construtora”.
A Central de Relacionamento Acessível em Libras surgiu após a empresa verificar o crescimento no número de clientes com alguma deficiência auditiva, então foi implantada para possibilitar a comunicação e estabelecer um relacionamento mais próximo com esse público, satisfazendo de maneiras diferentes os diversos perfis de consumidores. A iniciativa tem dado certo, tornando-se um diferencial. “Estamos estudando maneiras de estender esse tipo de atendimento para as demais áreas da empresa, pois é um exemplo a ser seguido”, diz Bruno Spadacini, gerente de relacionamento da ADN.
Recentemente eleita a 36ª maior construtora do Brasil, a ADN Construtora e Incorporadora completa 10 anos de história em 2021 e, entre os avanços da empresa, aposta em um atendimento cada vez mais inclusivo. Mais informações no site adnconstrutora.com.br.
SÃO CARLOS/SP - Em parceria com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, a Prefeitura Municipal de São Carlos através da Secretaria Municipal de Trabalho Emprego e Renda lança a primeira etapa de cursos 100% on-line do Via Rápida. Serão 170 vagas com bolsa Auxílio de R$210,00. As Inscrições deverão ser realizadas pelo site: viarapida.sp.gov.br, onde o candidato deverá se cadastrar e seguir as orientações. O início das aulas é previsto para o dia 14 de Abril e as vagas são limitas, conforme abaixo
Podem se inscrever e receber a bolsa-auxílio, Jovens e adultos a partir de 16 anos, Domiciliados no Município de São Carlos; Alfabetizados; Desempregados; Aqueles que possuírem escolaridade mínima ou condição especial exigidos para determinado curso, quando for o caso e que não esteja recebendo seguro desemprego ou previdenciário
Para o Secretário Nino Mengatti, a formação e qualificação profissional é muito importante aos que buscam se inserir no mercado de trabalho, e dessa forma, a Secretaria busca formas de trabalhar em parceria para que seja oferecido à todos, além de formação de qualidade, meios que auxiliem à população na busca de novas oportunidades de emprego e, nesse momento de crise sanitária, a formação atrelada a bolsa auxílio intensifica o objetivo de atender às necessidades de cada interessado”.
O Direto de Políticas de Trabalho e Emprego para Juventude Antônio Ribeiro, acrescentou que para Abril o Município deverá receber mais um lote de cursos do via Rápida e que já está em entendimento com o Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, para novos programas de qualificação.
Maiores Informações pelos telefones (16) 3374-1750 ou (16) 3374-1064.
PARÁ - Desde o início dos anos 2000, o Pará foi o Estado que registrou a maior redução da floresta. Foi uma diminuição de 116 mil quilômetros quadrados ou 11,5% de seu território, segundo a última edição do Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra no Brasil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, divulgado nesta quarta-feira, 17, o Pará também foi o Estado que registrou o maior incremento absoluto de área de pastagem com manejo, 83,4 mil quilômetros quadrados. Em 2018, 14% desses territórios do País estavam no Estado.
Entre 2000 e 2018, de acordo com o IBGE, observou-se em Mato Grosso a redução de 17% (71.253 quilômetros quadrados) da área de vegetação florestal. Também houve recuo de 9,7% (22.653 quilômetros quadrados) da vegetação campestre – as segundas maiores diminuições registradas entre os Estados nessas categorias.
No mesmo período, também cresceu em Mato Grosso a região de pastagem com manejo (45.449 km²). Em terceiro lugar, aparece Rondônia, com redução de 22,7% (37.901 km²) na vegetação florestal e o incremento da pastagem com manejo de 33.259 km².
“Nos Estados do Norte observa-se a interiorização da ocupação do território e o forte crescimento de áreas de pastagem com manejo sobre áreas de vegetação florestal. Em alguns Estados, nota-se também a marcante expansão de áreas destinadas ao cultivo agrícola”, avaliam os pesquisadores do IBGE no trabalho.
“A Região Centro-Oeste foi caracterizada primeiramente pela expansão de áreas de pastagem com manejo sobre áreas de vegetação florestal e vegetação campestre. Em um segundo momento, a partir de 2012, o avanço das áreas agrícolas e da silvicultura sobre as pastagens, tornando-se um dos processos de transformação do território mais representativo da região.”
A cada dois anos, o IBGE divulga o monitoramento da cobertura e uso da terra, permitindo a comparação entre os anos analisados e as formas de ocupação do País. Os números analisados remontam a 2000 e vão até 2018. Agora, pela primeira vez, o IBGE faz uma análise individual de cada uma das 27 unidades da Federação. O objetivo é orientar políticas públicas e gestão.
O levantamento mostra que a dinâmica no Nordeste é marcada pela expansão de áreas chamadas de mosaicos campestres. Elas são caracterizadas por um elevado número de estabelecimentos rurais de pequeno porte com múltiplos usos. Uma das principais fronteiras agrícolas do Brasil fica na borda oeste da região. Lá, territórios de vegetação campestre vêm sendo substituídos por agricultura. Bahia, Piauí e Maranhão responderam por 91,7% do aumento das regiões agrícolas no Nordeste entre 2000 e 2018.
Os Estados do Sudeste apresentam dinâmica mais variada, com áreas de antropização (ação dos seres humanos sobre a natureza) das vegetações naturais e também conversões entre as faixas já ocupadas. Em São Paulo, por exemplo, entre 2000 e 2018, houve predominância de transições entre os usos pelo homem. Ocorreu especialmente avanço dos cultivos agrícolas sobre territórios previamente ocupados por mosaicos florestais e por pastagem com manejo.
No mesmo período, o Estado contabilizou aumento de sua área agrícola de 28,1% (22.290 km²). Em 2018, São Paulo apresentava 15,2% do território agrícola do País e 11,9% da silvicultura.
A dinâmica de ocupação do território no Sul é similar à do Sudeste. É marcada pelo avanço de áreas agrícolas e de silvicultura sobre outras classes de uso da terra. Em Santa Catarina e no Paraná esse avanço ocorreu principalmente sobre territórios anteriormente ocupados por mosaicos florestais e, no Rio Grande do Sul, sobre a vegetação campestre.
*Por: Roberta Jansen / ESTADÃO
SÃO CARLOS/SP - Uma mulher foi assaltada na rua Vera Lúcia Morello, no bairro Parque Novo Mundo, em São Carlos. O assalto ocorreu na noite de ontem, 16.
Segundo consta, a mulher de 42 anos estava chegando em sua residência, quando os meliantes armados fizeram a abordagem anunciando o assalto.
Com ameaças de matar a mulher, os bandidos puxaram a bolsa dela. Momento este que ela gritou e seu filho saiu da casa e começou a ir atras dos marginais. Um deles percebendo a perseguição sacou a arma e atirou contra o rapaz, que por sorte não acertou.
A Polícia Militar foi acionada, mas até o momento ninguém foi preso, o caso será investigado.
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