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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A vereadora Professora Neusa (Cidadania) destinou parte da sua emenda parlamentar para a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, no valor de R$20 mil, conforme ofício que foi protocolado na Prefeitura Municipal em 5 de abril deste ano.

A parlamentar destacou que a verba destinada está relacionada à retomada das atividades de castração por parte da Defesa Animal do município. Ressaltou também que no início deste ano destinou recursos para a compra de foco cirúrgico, com a finalidade de melhoria do centro cirúrgico do Parque Ecológico Municipal.

“Nossos animais necessitam de uma atenção especial, não podemos deixar a Defesa Animal e nosso Parque Ecológico desassistidos. O castração é indispensável, sendo usada também como uma forma eficaz de controle no abandono dos animais”, disse a vereadora.  

SÃO PAULO/SP - Tão logo os primeiros casos de Covid-19 começaram a aparecer por aqui, em março do ano passado, os hospitais, principais clientes do empresário do ramo de confecção Sergio Bertucci (50), foram um a um cancelando seus pedidos de uniformes com nanotecnologia (sujam menos, não amassam). De uma hora para a outra, suas máquinas deixaram de costurar calças, aventais e jalecos para fabricar máscaras cirúrgicas simples. Foram milhões de unidades produzidas e entregues na metrópole. Desde setembro, o produto ganhou um ingrediente tecnológico que atende pelo nome de phitalox e que garante matar o coronavírus.

Desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a empresa Golden Technology, a Phitta Mask apresentou uma eficácia de 99,99% e sua aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorreu em novembro do ano passado. “Os pesquisadores colocam um pedacinho do tecido dentro da célula e o deixam lá por 72 horas. É nesse momento que eles conseguem confirmar o grau de inativação do vírus”, afirma Bertucci, que investiu 5 milhões de reais, juntamente com dois sócios, para fabricar o produto. Outros testes ocorreram com pacientes internados com Covid-19 no Hospital das Clínicas. Nesses casos, eles usaram uma máscara comum por duas horas e depois o acessório com o ativo pelo mesmo período. Esse segundo estudo foi importante para saber se o produto realmente inativou o vírus ou se a máscara estava sem vírus porque os pacientes não estavam mais doentes.

Além de proteger contra o vírus do momento, outro diferencial da Phitta Mask é que seu efeito dura doze horas, seis vezes mais do que uma máscara cirúrgica convencional. O tempo não precisa ser ininterrupto. “Pode usar duas horas, depois três, no outro dia cinco, até dar doze horas”, afirma Bertucci.

A máscara que promete matar o coronavírus — inclusive, segundo a empresa, as variantes P1 e P2 — custa no varejo 1,70 real a unidade. Em abril, foram produzidos 4 milhões delas. Para maio, o número passará para 6 milhões por mês. O próximo passo da empresa é aplicar o produto phitalox, um líquido verde, em outros materiais, como aventais e enxovais de hospitais. Há outras possibilidades de utilização em pastas de dente e enxaguantes bucais. Também existem propostas para a Phitta Mask ser exportada para países como Peru, Colômbia e Estados Unidos. Nesse último, o produto precisa passar pelo crivo da Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora americana.

Independentemente da eficácia, o uso de máscaras de qualquer tipo não garante 100% de segurança contra o coronavírus. Distanciamento social e higienização das mãos fazem parte da prevenção ideal.

 

 

*Por: Sérgio Quintella / VEJA SP

Roberto Antonio Martins é Professor Titular do Departamento de Engenharia de Produção

 

SÃO CARLOS/SP - Roberto Antonio Martins, Professor Titular do Departamento de Engenharia de Produção (DEP), do campus sede da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), recebeu o prêmio "IEOM Teaching Excellence Award", outogardo pelo Industrial Engineering and Operations Management Society (IEOM). O anúncio foi feito na cerimônia de encerramento da 2nd South American International Conference on Industrial Engineering and Operations Management, realizada de 5 a 8 de abril, de forma remota.

A indicação do nome para recebimento do prêmio é um critério da IEOM que utiliza fatores como dedicação do docente às atividades de graduação e aos esforços para a formação de chapters de estudantes de graduação da IEOM. A escolha é feita pelo board da IEOM.

A IEOM é uma sociedade sem fins lucrativos cuja missão é promover globalmente o pensamento crítico e sua utilização efetiva no campo da Engenharia de Produção e Gestão de Operações, proporcionando meios de comunicação e networking entre pessoas diversificadas, especialmente em países emergentes, motivadas por interesses semelhantes. É formada por profissionais de empresas privadas, docentes, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e de graduação de áreas afins da Engenharia de Produção e Gestão de Operações.

"O prêmio representa um reconhecimento dos esforços feitos durante os meus 27 anos como professor da UFSCar, principalmente nos últimos dez anos com envolvimento nas atividades de graduação, inclusive como coordenador do curso de Engenharia de Produção. Para a Universidade, o prêmio representa visibilidade internacional", afirma o professor premiado.

Martins possui graduação em Engenharia de Produção-Mecânica, mestrado e doutorado em Engenharia de Produção, todos pela Universidade de São Paulo (USP). É membro do corpo editorial de vários periódicos, com destaque para Gestão & Produção e Production. É, atualmente, editor-in-chief da Gestão & Produção. Seu interesse principal de pesquisa recai sobre sistemas de medição de desempenho. O enfoque está nos sistemas de medição de desempenho para gestão da cadeia de suprimentos sustentáveis e economia circular; sistemas de medição de desempenho para sustentabilidade; uso de big data analytics em sistemas de medição de desempenho; e digitalização dos sistemas de medição de desempenho (em especial na indústria 4.0 e agricultura 4.0).

SÃO PAULO/SP - Mamma Bruschetta foi vítima de um golpe, na última quinta-feira (22). Ao verificar a fatura de seu cartão de crédito, a apresentadora encontrou gastos no valor de R$ 17 mil feitos sem sua autorização.

“Tive até desarranjo intestinal de nervoso. Gente do céu! Na hora que a gente sabe que o seu cartão de crédito foi clonado, fica sem ação. Não sabemos se vamos para frente, para trás ou para o meio”, desabafou ao “Notícias da TV”.

E ainda reclamou: “Essa coisa de roubar pobre é um mal que está se alastrando nesse país”.

Devido ao acontecido, Mamma Bruschetta fez um boletim de ocorrência e entrou em contato com a administradora de seu cartão de crédito. A empresa, inclusive, já sinalizou que o valor será estornado.

“O povo pensa que, por causa do meu nome ou por qualquer outra coisa que eu faça, a minha vida financeira é abastada. Não é. A gente sabe que não é. [Ainda mais] Neste tempo de pandemia, eu praticamente desempregada, quando você sabe que está sendo clonada, fala: ‘Mas o que é isso?’”, lamentou.

 

 

*Por: FAMOSIDADES

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