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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - O Senado aprovou na quarta-feira (18) o Projeto de Lei 1.419/2019, que proíbe a aquisição de arma de fogo por quem praticar violência contra mulheres, idosos ou crianças. O texto, que altera o Estatuto do Desarmamento, também determina a perda do registro de armas já existentes em nome do agressor e prevê a apreensão imediata de armas de fogo que estejam de posse do agressor, mesmo que elas não tenham sido utilizadas na agressão.

Os senadores aprovaram um texto alternativo (um substitutivo) proposto pela senadora Leila Barros (Cidadania-DF) ao projeto da senadora Rose de Freitas (MDB-ES). O projeto foi aprovado por unanimidade e segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

Atualmente, a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) prevê a suspensão da posse ou porte de arma de fogo, mas apenas como medida protetiva de urgência e é restringida a atos de violência que ocorram no âmbito familiar. Com o projeto, a medida poderá ser aplicada independentemente de onde ocorra a violência.

Para a senadora Rose de Freitas, a proteção da vítima deve sempre estar um passo à frente do agressor. “O preço da nossa liberdade é a eterna vigilância. Temos que construir, temos que debater, temos que emendar. Quero dizer que o Brasil ainda vai melhorar. Vai melhorar quando a educação dada nas escolas falar sobre direitos humanos e cidadania e mostrar o respeito que se tem que ter com seu próximo, e muito mais se esse próximo for uma mulher”, disse a senadora.

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Segundo um relatório do Instituto Sou da Paz, as armas de fogo foram os principais meios utilizados nos assassinatos de mulheres entre 2000 e 2019, sendo utilizadas em 51% dessas mortes.

 

 

*Por Agência Brasil

EUA - As vacinas de reforço contra a covid-19 serão amplamente disponibilizadas aos norte-americanos a partir de 20 de setembro, disseram autoridades de saúde do país na quarta-feira (18), citando dados que mostram a diminuição da proteção das vacinações iniciais à medida que aumentam as infecções pela variante Delta.

Autoridades norte-americanas oferecerão uma terceira dose aos norte-americanos que receberam duas doses das vacinas feitas pela Moderna e pela Pfizer BioNTech pelo menos oito meses antes, informou o Departamento de Saúde e Serviços Humanos em comunicado.

"É a melhor maneira de nos proteger de novas variantes que possam surgir", disse o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a repórteres na Casa Branca. "Isso nos deixará mais seguros e por mais tempo. Ajudará a acabar com essa pandemia mais rapidamente."

O governo dos EUA prevê distribuir 100 milhões de doses de reforço gratuitamente em cerca de 80 mil locais em todo o país, disse Biden.

Doses iniciais de reforço serão dadas aos norte-americanos que receberam vacinas de duas doses, mas as autoridades disseram que as pessoas que tomaram a vacina da Johnson & Johnson, autorizada nos Estados Unidos em fevereiro, também precisarão de reforços.

"Queremos nos antecipar ao vírus", disse Anthony Fauci, médico-chefe que aconselha o presidente Joe Biden, a repórteres.

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As doses de reforço, segundo as autoridades, inicialmente se concentrarão em profissionais de saúde, residentes de lares de idosos, entre os primeiros grupos a serem vacinados no final de 2020 e início de 2021.

 

 

*Por Carl O'Donnell e Ahmed Aboulenein - Repórteres da Reuters

JAPÃO - O Grande Prêmio de Fórmula 1 de 2021 do Japão foi cancelado devido à pandemia de covid-19 pelo segundo ano consecutivo, informaram os organizadores da corrida nesta quarta-feira.

O cancelamento da prova, agendada para o final de semana de 8 a 10 de outubro no circuito de Suzuka, ocorre na esteira da desistência da realização da corrida noturna de Cingapura entre os dias 1º e 3 de outubro.

"Depois de conversas em andamento com o promotor e as autoridades do Japão, o governo japonês tomou a decisão de cancelar a corrida nesta temporada devido às complexidades atuais da pandemia no país", disse a F1 em um comunicado. "Agora a Fórmula 1 está trabalhando nos detalhes do calendário revisado, e anunciará os detalhes finais nas próximas semanas."

Recentemente, o Japão sediou a Olimpíada de Tóquio sem a presença de espectadores, e as competições paralímpicas de 24 de agosto a 5 de setembro também acontecerão sem a presença do público.

Atualmente, a F1 está operando com protocolos de saúde rígidos, com equipes em "bolhas" e exames de covid-19 frequentes para todos os funcionários e a mídia.

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O cancelamento da prova japonesa pode dificultar o GP da Turquia, que foi acrescentado ao calendário no lugar da corrida de Cingapura. A competição no circuito de Istanbul Park foi encaixada uma semana antes de Suzuka e uma semana depois da etapa russa de Sochi, mas pode haver novas mudanças nas datas.

 

 

*Por Sudipto Ganguly / REUTERS

BELO HORIZONTE/MG - O reencontro da torcida do Atlético-MG com o Mineirão, após um ano e cinco meses sem poder frequentá-lo por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19), foi melhor do que o esperado. Nesta quarta-feira (18), diante de 16 mil torcedores (o equivalente a 30% da capacidade liberada no estádio), o Galo se classificou às semifinais da Libertadores ao derrotar o River Plate (Argentina) por 3 a 0, no jogo de volta do confronto pelas quartas de final da competição.

O triunfo alvinegro garante pelo menos um clube brasileiro na final do torneio sul-americano, já que os mineiros terão o Palmeiras pela frente na semifinal. A previsão é que as partidas ocorram entre 21 e 30 de setembro.

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O Atlético-MG teve a iniciativa. O atacante Eduardo Vargas assustou duas vezes antes mesmo dos cinco minutos. A resposta argentina veio em chute de primeira do meia Matías Suárez, aos 18, que o goleiro Everson salvou no ângulo. Na sequência, aos 21, o atacante Hulk escapou da marcação pela direita em uma pedalada e cruzou para Matías Zaracho, substituto do também meia Nacho Fernández (suspenso), emendar um lindo voleio na meta do goleiro Franco Armani.

Dois gols atrás no agregado, devido à vitória atleticana por 1 a 0 no jogo de ida, na Argentina, o River se alçou ao ataque tentando diminuir o prejuízo. Aos 27 minutos, o atacante Julián Álvarez foi lançado na área, mas parou em Everson. Aproveitando os espaços deixados para contra-atacar, o Galo ampliou a fatura. Aos 33, Hulk recebeu do atacante Jefferson Savarino e tocou por cobertura, na saída de Armani.

A superioridade atleticana se manteve na volta do intervalo. Aos nove minutos, Zaracho recebeu de Hulk na área, livre e com o gol escancarado, mas mandou por cima. O meia, porém, redimiu-se aos 15, concluindo para as redes, de peixinho, um cruzamento de Savarino. O River tentou descontar aos 38, em cobrança de falta venenosa do meia Nícolas de la Cruz, mas Everson defendeu de forma brilhante. Com a vitória definida, o Galo administrou o resultado até o apito final.

O Atlético volta a campo na segunda-feira (23), em São Januário, no Rio de Janeiro, para enfrentar o Fluminense, às 20h (horário de Brasília), pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Galo lidera o torneio nacional com 37 pontos, com cinco de vantagem para o Palmeiras.

 

 

*Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

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