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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - De vez em quando sempre bate aquela vontade de comer uma sobremesa, não é mesmo? Por isso, aprenda agora a fazer a torta holandesa de biscoito maisena, que além de ter cobertura de chocolate, é crocante e tem um sabor muito especial! Aliás, a torta doce é aquele prato que sempre faz sucesso, né? Prove já a torta holandesa de biscoito maisena fácil e deliciosa!

Ingredientes da Torta holandesa de biscoito maisena

Massa

  • 1 pacote de biscoito maisena (200g)
  • Margarina para untar
  • Açúcar para polvilhar

Creme

  • 1 xícara (chá) de margarina sem sal
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • 1/2 xícara (chá) de leite condensado
  • 1 e 1/2 lata de creme de leite sem soro (450g)
  • 1 xícara (chá) de amendoim sem pele e sem sal triturado
  • 1 xícara (chá) de açúcar

Cobertura

  • 200g de chocolate meio amargo picado
  • 1 colher (sobremesa) de margarina
  • 1 caixa de creme de leite (200g)
  • 1 colher (sopa) de cachaça

Modo de preparo

Para o creme, coloque na batedeira a margarina, o açúcar e bata até obter um creme esbranquiçado.

Adicione o leite condensado e continue batendo.

Junte o creme de leite, a essência de baunilha e continue batendo. Acrescente o amendoim e misture.

Unte uma fôrma grande de aro removível com margarina e polvilhe com açúcar em toda a lateral.

Forre o fundo da fôrma com parte do biscoito de maisena, despeje metade do creme, coloque outra camada de biscoito maisena e o restante do creme.

Para a cobertura, derreta o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas, misture o creme de leite, a margarina, a cachaça e espalhe sobre o creme.

Leve à geladeira por no mínimo 2 horas.

Desenforme, coloque o restante dos biscoitos na lateral da torta e sirva.

 

 

*Por: GUIA DA COZINHA

COLABORAÇÃO: Rafael Cunha

 

O ano de 2021 começou decolando para a marca italiana, que teve números negativos em 2020

 

ITÁLIA - A Lamborghini começa o ano de 2021 com um estrondo, obtendo o melhor resultado de todos os tempos já no primeiro trimestre. A marca italiana relançou-se no mercado de forma brilhante após um 2020 marcado por negativos 11% de seu volume de negócios devido à pandemia e o consequente bloqueio da produção.

No entanto, o interesse por carros esportivos e as restrições de viagens turísticas resultaram no aumento da demanda, pois já no final de 2020 os pedidos cobriam a produção de janeiro a setembro de 2021.

Os primeiros três meses da Lamborghini

Olhando os números, entre janeiro e março de 2021, a Lamborghini vendeu 2.422 carros. Como mencionamos, este é um recorde para a fabricante, que registrou crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2020 e de 22% em relação ao primeiro trimestre de 2019 que, por sua vez, foi o segundo melhor de todos os tempos.

O SUV Urus continua a ser o modelo mais solicitado (com 1.382 unidades), seguido do Huracán (753 unidades) e do Aventador (287 unidades). Entre os mercados, houve um bom momento nesta primeira fase do ano nos EUA, China e Alemanha.

A família cresce

O ano de 2021 está se preparando para ser um ano inesquecível para a Lamborghini. Após os 8.205 carros entregues em 2019 e os 7.430 em 2020, o novo ano parece promissor.

Para dar suas impressões, Stephan Winkelmann, presidente e CEO da Lamborghini, fez sua declaração: “A marca continua apresentando grande reatividade ao contexto e uma atratividade crescente em um período de contínuos desafios e incertezas. A carteira de pedidos cresceu 25% em relação ao primeiro trimestre de 2020”.

Nestes primeiros meses do ano, o extremo Huracán STO já fez a sua estreia. Ao longo dos meses, no entanto, também esperamos ver a reestilização do Urus e a apresentação de dois novos modelos com um motor V12 que podem ser o herdeiro do Aventador e um supercarro híbrido derivado do Sian.

 

 

*Por: Helena Arida / MOTOR1

BRASÍLIA/DF - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes determinou que 7 Estados forneçam informações sobre medidas restritivas adotadas para conter o coronavírus. O prazo é de 10 dias.

Os Estados incluídos são os seguintes: Acre, Amapá, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Sergipe, Piauí (leia nos links as íntegras de cada comunicado aos governadores). O processo é uma ADI (ação direta de inconstitucionalidade) movida pelo PTB.

A decisão de Gilmar é de 6ª feira (16.abr.2021). Os ofícios informando os governos estaduais foram expedidos no mesmo dia.

Depois de fornecidas as informações, a AGU (Advocacia Geral da União) e a PRG (Procuradoria Geral da República) terão 5 dias para se manifestar.

A ADI do PTB foi registrada em 5 de abril. Pede uma liminar (decisão provisória tomada com urgência) contra decretos estaduais de lockdown e toque de recolher. Segundo o partido, essas providências violam direitos de ir e vir, trabalho e reunião.

Essa ação não é a 1ª em que a sigla contesta medidas de restrição adotadas nos Estados. Em março, o PTB fez tentativa similar por meio de ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental).

O relator era Marco Aurélio Mello, que rejeitou a ação. Segundo o ministro, as situações descritas pelo partido deveriam ser discutidas em outro tipo de processo.

O PTB é presidido por Roberto Jefferson, um dos principais apoiadores de Jair Bolsonaro entre os dirigentes partidários.

O partido se alinha a Bolsonaro ao se colocar contra medidas restritivas tomadas para conter o coronavírus. O presidente da República já demonstrou diversas vezes descontentamento com essa medida, apontada por especialistas como a melhor forma de combater o colapso hospitalar até que parcela significativa das pessoas tenha sido imunizada.

A oposição de Bolsonaro ao isolamento social o coloca contra governadores. O presidente disse, por exemplo, que os chefes dos Executivos estaduais que estipulam medidas restritivas são “exterminadores de empregos“.

 

 

*Por: PODER360

PARIS - Potências mundiais devem traçar “limites claros” em relação à Rússia e considerar possíveis sanções quando eles forem cruzados, disse o presidente francês Emmanuel Macron em entrevista à emissora de televisão norte-americana CBS.

“É o único jeito de ter credibilidade”, afirmou Macron, segundo um trecho do vídeo da entrevista, gravada na sexta-feira.

“Sanções não são suficientes em si, mas são parte de um pacote”, disse, acrescentando que também concordava com a disposição do presidente norte-americano Joe Biden de abrir um diálogo com o presidente russo Vladimir Putin em um momento de tensões acirradas.

Desde sua eleição, em 2017, o líder francês tem tentado reduzir a desconfiança entre Rússia e o Ocidente, na esperança de conseguir a ajuda Moscou para resolver as crises mais intragáveis do mundo.

Em uma aparente mudança de tom, Macron citou a anexação da Crimeia, na Ucrânia, por parte da Rússia em março de 2014 como um episódio em que a diplomacia ocidental foi complacente demais.

Os Estados Unidos impuseram semana passada uma série de sanções contra a Rússia, incluindo restrições às compras de sua dívida, em respeito do que disse ter sido interferência de Moscou na eleições norte-americana, ataques cibernéticos e intimidações na Ucrânia, entre outros problemas. Também expulsou 10 diplomatas da Rússia.

 

 

 

*Reportagem de Mathieu Rosemain e Michel Rose / REUTERS

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