EUA - Produção da Searchlight Pictures, A Casa Sombria é uma das grandes estreias da semana nas salas de cinema. Estrelado por Rebecca Hall (Godzilla vs Kong), o filme, dirigido por David Bruckner (O Ritual), conta a história de Beth, mulher que recentemente ficou viúva e decide passar um período sozinha em uma casa à beira de um lago, construída pelo próprio marido.
Ao mesmo tempo que aprende a lidar com o luto, ela descobre segredos obscuros daquele que era seu grande companheiro e, ainda por cima, sente que está sendo observada por algo inexplicável. A combinação de mistério, solidão e temor monta uma atmosfera extremamente intrigante que certamente agradará aos fãs dos gêneros de suspense e terror.
Em evento virtual realizado com a imprensa antes da estreia, a atriz deu mais detalhes sobre sua personagem, o que lhe fez aceitar o papel e mais. “Houve essa escala de motivos, desafios e fatores. Fiquei intrigada e talvez ingenuamente seduzida com a ideia de fazer algo que é basicamente um projeto “solo”. Eu atuo sozinha na maior parte do tempo e vi que seria algo interessante assim que li o roteiro. E eu gostei muito de Beth. O ponto de virada para mim foi quando li uma cena que acontece mais ou menos no início, antes de o público saber o que está acontecendo com ela. Há mistério ali. A personagem é tão frágil e estranhamente engraçada... Realmente gostei da dureza e desse tipo de estranheza que paira sobre ela”, diz Hall.
A experiência de trabalhar ao lado de Bruckner também foi um elemento positivo em seu mais recente trabalho para a telona. “Ele é um diretor focado em terror, então é um profissional que traz consistência e detalhes específicos. David sabe como manipular o horror e a trama — O Ritual é absurdamente assustador —, assim como estabelecer toda a base para os grandes sustos.”
Para a atriz anglo-americana, um dos melhores atributos de A Casa Sombria é a mistura de seriedade e diversão que o longa traz. “Dentro da sensibilidade de uma situação real e séria, eu também agarrei a oportunidade de atuar em uma experiência cinematográfica verdadeiramente divertida. É uma história que as pessoas podem ver juntas, se assustar e depois rir sobre o fato de que tomaram um susto. Adoro essa combinação.”
*Por: Barbara Demerov / VEJA SP