fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

TURQUIA - O Banco Central da Turquia reduziu a taxa básica de juros para 10,5% na quinta-feira (20), patamar mais baixo dos últimos dois anos.

Nos últimos dois anos, os presidentes do BC da Turquia foram trocados de acordo com a política de juros, as taxas foram reduzidas, aumentadas e agora elas estão sendo reduzidos novamente. O processo de mudança dessas políticas ocorreu em apenas dois anos.

Isto porque a política de juros baixos do governo excedeu o mandato de estabilidade de preços do Banco Central. Tornou-se uma política de cortar as taxas de juros a cada oportunidade, em vez de controlar a inflação. A situação atual é muito mais grave. A inflação é agora deixada para trás e o objetivo é reduzir as taxas de juros para um dígito até as eleições.

 

"Os cortes nas taxas de juros estão chegando ao fim", diz BC turco

A taxa de corte hoje foi de 150 pontos base, patamar mais alto desde o ano passado, quando o BC cortou a taxa foi de 200 pontos-base em outubro de 2021. Nas 2 reuniões seguintes, o corte foi em 100 pontos-base cada uma. Nas 7 reuniões subsequentes, a taxa de juros foi mantida, e depois houve mais 100 pontos base de corte em agosto e setembro.

No texto da reunião de hoje, o Banco Central disse que completaria o processo com uma etapa semelhante em novembro. Considerando o desejo do presidente Recep Tayyip Erdoğan de taxas de juros de um dígito, a redução será em 100 ou 150 pontos base na próxima reunião.

 

Por que as taxas de juros estão sendo reduzidas?

Não há resposta a esta pergunta de acordo com os indicadores econômicos e políticas econômicas relacionadas. Em outras palavras, a resposta é um processo errado para um corte nas taxas de juros. Mas infelizmente, a principal razão pela qual as taxas de juros foram reduzidas a cada oportunidade durante um ano não é econômica, mas política. Se fosse econômico, o Banco Central teria tomado medidas reais para reduzir a inflação, que chegou a 80%, a fim de manter a estabilidade dos preços. O que tem sido feito para reduzir a inflação? Nada!

A razão pela qual a frente política quer taxas de juros baixas é para manter as rodas girando. Há um ano ouvimos o mesmo ritmo (formado durante a leitura) de investimento, emprego, produção, exportações e superávit de conta corrente, uma política destinada a elevar completamente a série que está sendo perseguida. Entretanto, além do crescimento numérico e do emprego relativamente aceitável, as exportações (mesmo que o recorde seja quebrado, as importações estão aumentando muito mais) e o superávit da conta corrente infelizmente estão se movendo na direção oposta ao objetivo.

Como manter as taxas de juros baixas e apoiar o setor real é a política de prioridade máxima durante o processo eleitoral, o Banco Central está reduzindo as taxas de juros.

 

Uma economia com alta inflação nunca pode ser eficiente

A Turquia está passando pela maior inflação desde os anos 1990 e o ponto ruim é que este é um problema que não pode ser controlado sozinho, pois os aumentos de preços continuam no mundo. Mesmo que a economia apresente crescimento de dois dígitos, apenas determinados segmentos podem crescer em um momento em que a inflação está corroendo as perdas de renda. Entretanto, o crescimento real deve ser uma melhoria nas classes média e baixa. Não é possível dizer isto.

 

O preço de ignorar a inflação está se tornando mais pesado

Poderia pensar que diferença faz se a taxa de juros é de 19% ou 9% contra os atuais 83% de inflação. No entanto, não é este o caso. Sim, isto é verdade do ponto de vista da perda da lira turca, mas uma das razões da perda de valor da moeda turca (válida para cada moeda) é a expectativa. Há uma diferença significativa entre o Banco Central não aumentar as taxas de juros para reduzir a inflação e se concentrar no superávit da conta corrente e cortar as taxas de juros quando a inflação está aumentando. E como esta diferença cria uma percepção negativa tanto para os investidores quanto para os cidadãos, ela também afeta negativamente as expectativas, o que acontece.

 

O que acontecerá em seguida?

Depois que o Banco Central cortou as taxas de juros em novembro, ele diz que vai esperar e assistir, assim como fez no período de 7 meses de manutenção das taxas. Vamos observar juntos como o aumento da inflação vai continuar e como a mobilidade a ser vivenciada da lira vai empurrar o BC a tomar medidas.

 

 

Şenay Şerefoğlu/Investing.com

EUA - O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial reforçaram o coro quanto à necessidade de a comunidade global unir esforços para ajudar os mercados emergentes e países em desenvolvimento diante das várias crises atuais, da financeira à climática. Ambos organismos, que iniciam nesta segunda-feria, 10, suas reuniões anuais em Washington, veem um maior risco de recessão diante do aumento dos juros para controlar a escalada da inflação, e atentam, sobretudo, para o impacto nas economias mais pobres, que sofrem com o aumento da pobreza, da fome e da desnutrição.

“A inflação ainda é um grande problema para todos, mas, especialmente, para os pobres”, disse o presidente do Banco Mundial, David R. Malpass, na abertura das reuniões anuais da organização em conjunto com o FMI, na manhã desta segunda.

Há em curso, na sua visão, uma “crise voltada para o desenvolvimento”. As economias avançadas estão, segundo Malpass, tomando muito do capital mundial, que vem na forma de déficits fiscais, principalmente de grandes corporações, e os próprios bancos centrais, comprando títulos de países desenvolvidos, o que coloca pressão no desenvolvimento do lado macro. “Um dos nossos principais desejos é ver mais recursos fluindo para o mundo em desenvolvimento”, afirmou.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, reforçou o maior risco de recessão no mundo. Cálculos do Fundo indicam que, ao menos um terço vão enfrentar pelo menos dois trimestres seguidos de contração econômica entre este e o próximo ano. Assim, o FMI espera que US$ 4 trilhões em produtividade seja perdida até 2026. “Este é o tamanho do PIB da Alemanha”, comparou Georgieva, em sua fala.

Ela afirmou que o mundo enfrenta um ambiente “difícil”, especialmente os mais pobres, após eventos impensáveis e que geraram consequências significativas, citando a pandemia e a guerra na Ucrânia. A inflação, avaliou, é persistente e tem exigido um aperto das condições financeiras mais rápido do que o originalmente previsto. O primeiro desafio é controlar a inflação, defendeu. “Não podemos deixar que a inflação seja um trem desgovernado.”

De acordo com Georgieva, a inflação é um imposto dramático, especialmente sobre os pobres, mas é um caminho “difícil” porque se não for controlada, pode gerar mais problemas. Por sua vez, os impactos de um aperto monetário além da conta também preocupam. “de você apertar demais, os temores de recessão se materializarão em grande escala”, alertou a diretora-gerente do FMI.

Além do controle da inflação, Georgieva citou como um dos desafios o apoio às pessoas, bem direcionado, para que não seja mais combustível ao salto dos preços. “Temos que unir forças para ajudar os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento que são particularmente atingidas pelo aperto das condições financeiras”, disse ela, defendendo que uma união de forçar poderia reduzir a dor que o mundo tem pela frente em 2023.

“É isso mesmo. É um esforço da comunidade global. Uma das questões é como obter mais produção, como obter mais crescimento”, emendou Malpass.

Ao comentar sobre os fluxos de capital, o presidente do Banco Mundial defendeu ainda um limite para dívidas tomadas por países. “É muito difícil pensar em um ambiente de crescimento mundial onde um certo pequeno grupo de países tem quantidades ilimitadas de dívidas que podem ser emitidas mesmo durante uma crise ou fora”, avaliou.

Para ele, é “urgente” a necessidade de canalizar recursos para os países mais pobres, cuja dívida atual é “impressionante”. Segundo ele, as estimativas apontam que essas economias teriam de desembolsar US$ 44 bilhões.

“Acho que precisamos realmente ter um foco urgente em reduzir essas dívidas insustentáveis para que possamos chegar a um ponto em que haja mais espaço fiscal para todas as outras coisas”, afirmou Malpass, citando este como um dos temas importantes para as reuniões do FMI e do Banco Mundial.

 

 

Aline Bronzati / ESTADÃO

ALEMANHA - Os principais bancos centrais não buscaram quantidades notáveis de liquidez em dólares do Federal Reserve na última semana, apesar dos mercados financeiros altamente instáveis.

Nesta quinta-feira, o Federal Reserve Bank de Nova York disse que o Banco Central Europeu (BCE), por meio da linha de swaps de liquidez com o Fed, buscou 274,8 milhões de dólares em uma operação a vencer em 6 de outubro.

O Banco da Inglaterra (BoE) buscou 5 milhões de dólares para o mesmo vencimento, enquanto o Banco Nacional Suíço demandou 20 milhões de dólares, também para 6 de outubro. Os três pagarão juros de 3,34%.

 

 

 

Por Michael S. Derby / REUTERS

BRASÍLIA/DF - Os servidores do Banco Central realizaram na terça-feira, 13, e vão fazer nesta quarta-feira, 14, dois atos virtuais contra a demora do governo federal em enviar a proposta de reestruturação de carreira da categoria ao Congresso Nacional, afirma o presidente do Sindicato Nacional de Funcionários do BC (Sinal), Fábio Faiad.

Segundo Faiad, a expectativa é de adesão majoritária ao protesto, que irá ocorrer entre 14h e 16h, sem nenhuma paralisação de serviços do órgão. Mas, caso não haja avanços, a categoria ameaça entrar em “operação diferenciada” a partir de 27 de setembro, o que poderia dificultar algumas atividades do BC, diz Faiad.

“Mas foi o último alerta! Os servidores do Banco Central do Brasil estão cobrando uma reunião urgente com o Ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, a fim de resolver o pleito da Reestruturação de Carreira de uma vez por todas. Se a enrolação do Governo Federal continuar, os servidores do BC poderão entrar a partir de 27/9/2022 em operação diferenciada, dificultando alguns processos de trabalho do BC”, afirmou o presidente do Sinal, em nota.

Após o fim da greve no BC, que durou cerca de três meses, um ato nos mesmos moldes já foi realizado no dia 23 de agosto, após o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovar uma proposta de reajuste de 18% para o Judiciário em 2023.

Na ocasião, foram discutidos os problemas enfrentados pelo corpo técnico do órgão e o futuro da mobilização. Além disso, a categoria marcou os dois novos protestos previstos para esta terça e quarta. Na segunda-feira, 12, houve reunião com a diretora de Administração do BC, Carolina Barros, mas sem avanços, segundo Faiad.

O movimento dos servidores do BC por recomposição salarial e reestruturação de carreira começou na virada do ano, após o presidente Jair Bolsonaro indicar que iria privilegiar categorias policiais com ganhos salariais este ano. Mas os funcionários cruzaram os braços de vez no início de abril.

Depois, com o veto do Planalto a qualquer aumento no contracheque do funcionalismo federal em 2022, a greve foi encerrada e a única vitória da categoria foi o envio de uma proposta de Medida Provisória ao Ministério da Economia com a pauta não salarial.

Dentre os pontos pedidos, há a exigência de ensino superior em concursos para o órgão, a mudança do nome do cargo de analista para auditor, a criação de uma taxa de atividade e de um bônus de produtividade. A proposta, contudo, “empacou” na Economia e os servidores agora cobram o envio imediato ao Congresso.

Nos corredores do BC, há insatisfação com a maneira que o movimento dos servidores foi conduzido pela diretoria do órgão, com queixas sobre a articulação política. A greve este ano prejudicou uma série de serviços e publicações importantes do BC, algumas delas ainda não estão em dia.

 

 

Thais Barcellos / ESTADÃO

ARARAQUARA/SP - Um homem de 69 anos procurou a delegacia de Polícia Civil, na tarde de segunda-feira (11), para relatar um golpe sofrido dentro da agencia do Banco do Brasil, na Avenida Brasil, no Carmo, na cidade de Araraquara.

Em seu relato, a vítima disse que procurou o caixa eletrônico da agência e, ao iniciar suas transações bancárias, percebeu que seu cartão de crédito ficou travado dentro do caixa eletrônico.

Ainda dentro da agência, a vítima ligou para a central do banco relatando o problema. Durante o atendimento, foi informada pelo atendente que dois saques haviam sido feitos no cartão informado, gerando um prejuízo próximo a R$ 3.000,00.

O caso foi registrado em boletim de ocorrência e será investigado pela Polícia Civil.

 

 

 

PORTAL MORADA

LONDRES - O Banco da Inglaterra alertou nesta terça-feira que as perspectivas econômicas do Reino Unido e do mundo pioraram desde o início do ano, e disse aos bancos que aumentem suas reservas de capital para garantir que possam resistir à tempestade.

"As perspectivas econômicas globais se deterioraram acentuadamente. As condições financeiras globais como um todo apertaram significativamente", disse o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, em entrevista coletiva após o banco central britânico publicar seu Relatório de Estabilidade Financeira semestral.

Os desdobramentos em torno da guerra na Ucrânia também serão um ponto fundamental, acrescentou o banco.

Os credores britânicos estão bem posicionados para resistir até mesmo a uma recessão econômica severa, disse o banco central, embora tenha afirmado que seus índices de capital --ainda fortes-- devem cair ligeiramente nos próximos trimestres.

O banco central também expressou desconforto com a saúde dos principais mercados financeiros. "Em meio à alta volatilidade, as condições de liquidez se deterioraram mesmo em mercados em geral altamente líquidos, como o de Treasuries, gilts e futuros de taxas de juros", disse o Banco da Inglaterra.

Ele disse que os principais mercados britânicos --embora ainda funcionais-- se tornaram mais caros, com os spreads de compra e venda dos gilts (títulos soberanos do Reino Unido) de curto prazo mais que dobrando em comparação com a média de 2021.

"(As condições) podem continuar a se deteriorar, especialmente se a volatilidade do mercado aumentar ainda mais", disse o BoE.

 

 

Por Andy Bruce e Huw Jones / REUTERS

ESLOVÁQUIA - O Banco Central Europeu precisa acelerar o ritmo do aperto monetário para 0,50 ponto porcentual em setembro, após um aumento inicial de 0,25 ponto previsto em julho, disse ontem o membro do conselho do governo eslovaco, Peter Kazimir.

“O verão (no Hemisfério Norte) não é o fim de nada, apenas o começo”, disse Kazimir, em comentários enviados por e-mail. “No outono, concretamente em setembro, continuaremos com o aumento dos juros, e aqui vejo claramente a necessidade de acelerar o ritmo e entregar um aumento de 0,50 ponto.”

O BCE indicou um aumento de 0,25 ponto dos juros em julho e disse que uma elevação maior pode ser necessária em setembro, pois as pressões inflacionárias estavam aumentando e se disseminando, elevando o risco de o crescimento dos preços se tornar arraigado.

“Do meu ponto de vista, é mais razoável agir preventivamente do que coçar a cabeça depois”, disse Kazimir, presidente do banco central eslovaco.

O BCE estima inflação de 6,8% este ano, mais do que o triplo da meta, e a subida dos preços pode se manter acima de 2% até 2024, aumentando o risco de as empresas e as famílias perderem a confiança no compromisso do banco com a estabilidade.

 

 

ESTADÃO

BRASÍLIA/DF - O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido ajustado recorde de R$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre de 2022, um crescimento anual de 34,4% e 11,5% maior que o do quarto trimestre de 2021. O balanço foi divulgado na quarta-feira (11). 

De acordo com o BB, o resultado do período é explicado pelo crescimento do crédito, com performance positiva em todos os segmentos, pelo crescimento da margem financeira bruta e pelo bom desempenho das receitas de prestação de serviços. 

“O lucro recorde pelo quinto trimestre consecutivo demonstra nosso compromisso com a originação de negócios robustos, controle de custos, proximidade com nossos clientes, aceleração da nossa transformação digital e geração de impactos sociais e ambientais positivos para toda sociedade”, diz  Fausto Ribeiro, presidente do Banco do Brasil.

Carteira de crédito

A carteira de crédito ampliada atingiu R$ 883,5 bilhões em março de 2022, evolução de 16,4% na comparação com março de 2021 e 1% na comparação com dezembro do ano passado.

A carteira Pessoa Física cresceu 14,9% em março deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O crédito consignado subiu 12,1% e o cartão de crédito 54,1%. O empréstimo pessoal cresceu 33%.

A carteira do agronegócio em março de 2022 atingiu R$ 255 bilhões, crescimento de 28,2% na comparação com março de 2021. O destaque ficou com custeio agropecuário (+47,8%) e linhas de investimento agropecuário (+68,7%). 

ALEMANHA - Um aumento da taxa pelo Banco Central Europeu (BCE) não reduzirá os preços da energia, que são responsáveis por metade da inflação do continente, disse a presidente do BCE, Christine Lagarde, no domingo (24), sobre a pressão que a instituição enfrenta para aumentar a taxa de juros.

"A inflação na Europa está muito alta no momento. Cinquenta por cento está relacionado aos preços da energia" e a guerra na Ucrânia "aumentou drasticamente esses preços", disse Lagarde à rede americana CBS.

"Se eu aumentar os juros hoje, não vai baixar o preço da energia", disse.

Os bancos centrais de todo o mundo começaram a aumentar as taxas em grande parte para desacelerar o consumo e aliviar a pressão sobre os preços.

"Vamos interromper as compras de ativos no decorrer do terceiro trimestre" e "há uma alta probabilidade de fazermos isso mais cedo" nesse trimestre, afirmou Lagarde, que está em Washington participando de reuniões financeiras.

A titular do BCE enfatizou ainda que as diferentes políticas adotadas pela Europa e pelos Estados Unidos diante da pandemia de coronavírus conduziram a uma inflação anormal em ambos os lados do Atlântico.

O aperto do mercado de trabalho dos EUA "está claramente contribuindo para uma inflação potencialmente forte e um efeito de segunda ordem, onde os preços sobem, os salários sobem, há escassez de mão de obra, os salários continuam a subir e isso retroalimenta os preços", disse ela. "Essa é uma das diferenças entre nossas duas economias", completou.

A inflação atingiu 7,5% em março na zona do euro e 8,5% nos Estados Unidos.

 

 

AFP

BRASÍLIA/DF - O Banco Centrou informou que, a partir de 2 de maio, o Sistema de Valores a Receber (SVR) terá uma nova fase com sete novos cenários em que os brasileiros podem resgatar o dinheiro “esquecido” em bancos.

Quem já recuperou alguma quantia na primeira fase ainda pode receber novamente. Veja as situações que permitem o resgate:

 

1 – Tarifas cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo do BC;

2 – Parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, também não previstas;

3 – Contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível;

4 – Contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo;

5 – Entidades em liquidação extrajudicial;

6 – FGC (Fundo Garantidor de Créditos);

7 – FGCoop (Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito).

 

O calendário da primeira fase do SVR termina neste sábado (16), quando se encerra o prazo à repescagem de quem perdeu os prazos.

 

Como consultar e resgatar dinheiro no Sistema de Valores a Receber

Passo 1

Acessar o site valoresareceber.bcb.gov.br na data e no período de saque informado na primeira consulta.

 

Passo 2

Fazer login com a conta Gov.br (nível prata ou ouro). Se o cidadão ainda não tiver conta nesse nível, deve fazer logo o cadastro ou aumentar o nível de segurança (no caso de contas tipo bronze) no site ou no aplicativo Gov.br. O BC aconselha o correntista a não deixar para criar a conta e ajustar o nível no dia de agendar o resgate. Confira aqui como aumentar o nível do login Gov.br.

 

Passo 3

Ler e aceitar o termo de responsabilidade.

 

Passo 4

Verificar o valor a receber, a instituição que deve devolver o valor e a origem (tipo) do valor a receber. O sistema poderá fornecer informações adicionais, se for o caso. A primeira etapa da consulta só informava a existência de valores a receber, sem dar detalhes.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Janeiro 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
      1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 31  
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.