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EUA - A situação judicial da influenciadora e modelo Adva Lavie, de 29 anos, ganhou um novo capítulo nos Estados Unidos. Conhecida também como Mia Ventura, Shoshana e Shana, ela já responde a acusações de furtar pessoas que conhecia por meio de aplicativos de relacionamento e agora é investigada pela suspeita de ter dopado o ex-noivo, o empresário bilionário Stephen Cloobeck, de 64 anos, com cetamina.

A existência da nova investigação veio à tona por meio de um mandado de busca obtido pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) para examinar o celular da influenciadora. O documento foi revelado pelo "Los Angeles Times" e também obtido pela emissora ABC7.

No pedido judicial, a detetive Andrea Marsh, do LAPD, relatou que um investigador da polícia de Beverly Hills já acompanhava Lavie por outra razão.

"O detetive Steve Own conhecia Lavie porque ele próprio investigava se ela estava dopando seu noivo, Steve Cloobeck, com cetamina", diz o documento.

As autoridades não revelaram o que motivou inicialmente a suspeita, se houve exame toxicológico ou em quais circunstâncias a substância teria sido administrada. Lavie não foi acusada formalmente de dopar Cloobeck, e a apuração sobre o episódio continua em andamento.

Um advogado da influenciadora, Jeremy Lessen, afirmou ao "Los Angeles Times" que não poderia comentar a suspeita. A polícia de Beverly Hills também não apresentou detalhes sobre o caso.

Ex-noivo chegou a registrar ocorrência

Stephen Cloobeck, fundador da Diamond Resorts International e ex-candidato ao governo da Califórnia, chegou a registrar uma ocorrência junto à polícia de Beverly Hills, segundo uma fonte ouvida pelo jornal americano.

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O conteúdo completo desse registro não foi divulgado. Cloobeck e Lavie chegaram a ficar noivos, mas o relacionamento terminou enquanto a modelo já enfrentava problemas com a Justiça.

O empresário também se tornou personagem do processo criminal envolvendo a ex-noiva. Em maio, ele próprio foi acusado de tentar dissuadir testemunhas de depor e de assédio por ligações telefônicas. Cloobeck se declarou inocente, e seu advogado classificou as acusações como falsas.

Influencer é acusada de se aproximar de homens ricos para furtá-los

Os problemas de Lavie com a Justiça começaram antes da investigação envolvendo o bilionário.

Segundo a Promotoria do Condado de Los Angeles, entre 2023 e 2025, a influenciadora teria usado aplicativos de relacionamento para criar vínculos com homens mais velhos e ricos, além de algumas mulheres mais jovens, em áreas como Beverly Hills, West Hollywood, Los Angeles e Westlake Village.

A acusação sustenta que Lavie se apresentava como namorada ou acompanhante de viagem, conquistava a confiança das pessoas e, depois de conseguir acesso às residências, teria levado dinheiro, ouro e artigos de luxo.

O promotor Nathan Hochman afirmou que o caso envolve uma suposta exploração da "confiança construída por meio de relacionamentos online". Lavie nega as acusações.

Ela responde a seis acusações criminais no Condado de Los Angeles: duas por uso não autorizado de informações pessoais, duas por furto qualificado e duas por invasão residencial, sendo uma delas com uma pessoa presente no imóvel.

Lavie se declarou inocente. Caso seja condenada em todas essas acusações, pode receber uma pena superior a 11 anos de prisão.

Rolex e produtos Louis Vuitton estão em outra investigação

Enquanto respondia ao processo em liberdade, usando tornozeleira eletrônica, Lavie voltou a ser presa em julho.

Nesse segundo caso, investigadores de Riverside afirmam que ela teria furtado objetos de um homem durante o festival Coachella, em 2025. Entre os itens estavam um relógio Rolex avaliado em US$ 8,6 mil, óculos e um porta-cartões da Louis Vuitton, além de dinheiro.

Segundo a CBS Los Angeles, os objetos teriam valor total superior a US$ 11 mil. A polícia de Indio afirmou que imagens de segurança mostrariam Lavie entrando no veículo da vítima depois de uma discussão relacionada a uma pulseira de acesso ao festival.

O mandado que revelou a investigação sobre a possível dopagem de Cloobeck também traz outro detalhe: quando um policial de Beverly Hills encontrou Lavie em um restaurante, ela aparentemente não estava usando a tornozeleira determinada pela Justiça.

Os policiais verificaram que o dispositivo eletrônico indicava que ela estaria em um hotel próximo, enquanto a influenciadora estava no restaurante. Ela acabou sendo presa novamente.

Processo chegou a ser suspenso por avaliação sobre saúde mental
Em agosto, a defesa de Lavie pediu que ela fosse encaminhada para um programa de tratamento de saúde mental em vez de continuar respondendo ao processo pela via criminal tradicional. O pedido foi rejeitado por um juiz de Los Angeles.

Dias depois, o processo foi temporariamente suspenso após a defesa levantar dúvidas sobre a capacidade mental da influenciadora para acompanhar o próprio julgamento. A Justiça determinou que a questão fosse avaliada antes da continuidade da ação criminal.

As investigações sobre os supostos furtos e sobre a possível dopagem de Stephen Cloobeck são distintas. Até o momento, Lavie não foi denunciada criminalmente pela suspeita envolvendo cetamina.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

EUA - O Philadelphia 76ers vai ter uma nova casa para chamar de sua em 2030. A franquia da NBA onde joga LeBron James divulgou fotos do novo estádio que será construído na cidade. De acordo com informações da imprensa americana, estima-se que a nova arena deve gerar mais de R$30 bilhões de mais de 15 mil empregos no município de Philadelphia na próxima década.

O ginásio será financiado100% com dinheiro privado e vai ser casa também do Philadelphia Flyers, time de hóquei, e da futura franquia da WNBA que chega na cidade em 2030.

A arena será construída onde hoje é o estacionamento do complexo esportivo da cidade. As instalações do bairro de South Philly também incluem o Lincoln Financial Field, casa do Philadelphia Eagles (NFL), e o Citizens Bank Park, estádio do Philadelphia Phillies (MLB), além da X-Finity Mobile Arena, onde atualmente jogam os 76ers e o Philadelphia Flyers (NHL).

- Os fãs de Philly merecem a melhor arena do mundo e nós queremos entregar isso. Essa arena vai ser a casa de momentos e memórias que vão definir essa cidade por gerações - disse o executivo do 76ers Josh Harris.

O Philadelphia 76ers chega para a temporada de 2026/27 com um time recheado de medalhões e uma torcida esperançosa. A franquia, que perdeu nas semifinais da Conferência Leste para o New York Knicks na última temporada, busca seu quarto título da NBA. A última vez que os Sixers foram campões foi em 1983. Além de LeBron James, o elenco de Philadelphia também conta com Jaylen Brow e Joel Embiid.

 

 

Por Redação do ge

EUA - Aos 18 anos, em 1995, Christa Pike matou uma colega. No ano seguinte, foi condenada à pena de morte e, desde então, permanece no corredor da morte no Tennessee. Sua execução está marcada para 30 de setembro.

O caso chama atenção nos Estados Unidos pela excepcionalidade: se os recursos apresentados por seus advogados não impedirem a execução, Pike será a primeira mulher a ser executada pelo Tennessee em mais de 200 anos.

A raridade se estende ao restante do país. Desde 1976, quando a Suprema Corte voltou a permitir a aplicação da pena de morte após uma suspensão de quatro anos, apenas 18 mulheres foram executadas nos Estados Unidos, diante de mais de 1.600 execuções realizadas no período.

"É muito raro", afirmou à reportagem Robin Maher, diretora executiva do Death Penalty Center, organização sem fins lucrativos que publica análises e informações sobre a pena de morte. Segundo ela, além de crimes violentos serem cometidos com maior frequência por homens, há historicamente uma resistência maior dos júris americanos em condenar mulheres à morte.

"Ainda existe a percepção de que mulheres não estão entre os 'piores dos piores'", disse, em referência ao critério usado pelo sistema americano para determinar quais réus devem receber a punição máxima.

A idade de Pike na época do crime torna o caso ainda mais incomum. Ela tinha acabado de completar 18 anos quando participou do assassinato de Colleen Slemmer, 19, ao lado de outros dois jovens. Na era moderna da pena de morte, o Tennessee nunca executou uma pessoa que tivesse 18 anos na época do crime.

Tadaryl Shipp, então namorado de Pike, tinha 17 anos e, por isso, não podia ser condenado à morte. Ele cumpre prisão perpétua e teve seu primeiro pedido de liberdade condicional negado em 2025. Pike era apenas dez meses mais velha.
Em 2005, a Suprema Corte proibiu a aplicação da pena de morte a pessoas que cometeram crimes antes dos 18 anos. Desde então, segundo Maher, também se tornou menos comum que jovens de 18, 19 ou 20 anos sejam condenados à morte, em meio ao avanço do conhecimento científico sobre o desenvolvimento cerebral nessa faixa etária.

Outro ponto levantado pelos advogados de Pike é seu histórico de traumas e problemas de saúde mental. A defesa afirma que ela foi vítima de abuso sexual e estupros durante a infância e a adolescência, além de abandono e violência familiar.

Os episódios de abuso sexual documentados não foram apresentados ao júri como fatores atenuantes. O advogado responsável por essa fase do julgamento tinha quatro meses de formado e nunca havia atuado em um caso de homicídio. Maher afirma que Pike também sofreu uma lesão cerebral e tinha problemas de saúde mental não tratados.

"Hoje, como sociedade, temos uma compreensão melhor sobre trauma e doenças mentais do que tínhamos 30 anos atrás", afirmou. "Suspeito que, se o julgamento dela fosse realizado hoje, a apresentação das evidências seria muito diferente e um júri poderia chegar a uma conclusão muito diferente."

Mesmo a poucas semanas da data marcada, a execução ainda pode ser suspensa. Os advogados de Pike apresentaram um pedido de clemência de 226 páginas ao governador do Tennessee, Bill Lee, que pode converter a pena em prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Os tribunais também podem intervir.

Pike chegará à data prevista para sua execução após cerca de três décadas no corredor da morte -um período longo, mas não excepcional nos Estados Unidos. Segundo Maher, os presos executados no ano passado permaneceram, em média, 27 anos no corredor da morte. A demora decorre, entre outros fatores, da extensa tramitação dos recursos e da revisão de possíveis erros nos processos.

EXECUÇÕES REGISTRARAM ALTA EM 2025, MAS PENA DE MORTE SEGUE EM DECLÍNIO

A possível execução de Pike ocorre em um momento contraditório para a pena de morte nos Estados Unidos. O país registrou 47 execuções em 2025, o maior número em mais de 15 anos. Apesar da alta recente, outros indicadores apontam para uma trajetória de queda no longo prazo.

A pena capital foi abolida em 23 dos 50 estados do país. Em outros três -Califórnia, Oregon e Pensilvânia-, as execuções estão suspensas por moratórias.

Mesmo entre os estados que mantêm a pena de morte, seu uso está concentrado em uma parcela pequena do país. Apenas 11 estados realizaram execuções no ano passado. A Flórida respondeu sozinha por 19 das 47 mortes, ou cerca de 40% do total. Alabama, Carolina do Sul e Texas tiveram cinco execuções cada. O Tennessee, onde Pike está presa, realizou três.

Das 47 execuções, 39 foram por injeção letal, 3 por pelotão de fuzilamento e 5 por hipóxia de nitrogênio, método criticado por especialistas da ONU como potencialmente cruel e desumano.

As novas condenações também permanecem em níveis baixos: foram 23 em oito estados em 2025, o quinto ano consecutivo com menos de 30.

"A grande maioria dos Estados Unidos não condena pessoas à morte nem realiza execuções", afirmou Maher. Segundo ela, o que existe hoje é um pequeno grupo de estados que continua recorrendo à pena capital.

A Flórida é o principal exemplo. Maher atribui o número elevado de execuções à política adotada pelo governador Ron DeSantis, que, segundo ela, passou a marcar execuções em intervalos de aproximadamente duas semanas.

No plano federal, Donald Trump também busca ampliar o uso da pena de morte. Em abril, o Departamento de Justiça anunciou a ampliação dos métodos disponíveis para execuções federais, incluindo pelotão de fuzilamento, e medidas para acelerar a tramitação de casos de pena capital.

A política ainda não resultou em novas sentenças ou execuções federais. Segundo Maher, há três pessoas no corredor da morte federal, nenhuma em condições de ser executada. "Embora o presidente Trump tenha mudado a política sobre a pena de morte federal, ainda não vimos nenhuma nova sentença de morte federal", disse.

Para Maher, o aumento registrado em 2025 não representa uma reversão da tendência observada nas últimas décadas. "Absolutamente não. Não é uma reversão", afirmou. Segundo ela, embora Trump e um grupo de autoridades estaduais busquem ampliar o uso da pena capital, o apoio popular à medida está no menor nível em cinco décadas, em cerca de 52%.

 

 

por Folhapress

EUA - A agência climática dos Estados Unidos elevou para 97% a chance de que o El Niño evolua para um patamar muito forte a partir do início da primavera, no final de setembro. A Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica) atualizou na quinta-feira (10) sua análise sobre o fenômeno.

O órgão prevê, ainda, probabilidade de 93% da temperatura do oceano Pacífico equatorial permanecer até janeiro no patamar muito alto -o que vem sendo chamado de "Super El Niño".

A última previsão do órgão, do mês passado, era de 93% de chance de um El Niño muito forte a partir de setembro.

"O El Niño continuará se intensificando até o fim do ano", diz o comunicado da Noaa. "No trimestre de outubro a dezembro de 2026, há 75% de probabilidade de um evento histórico, que superaria a intensidade dos eventos anteriores de El Niño registrados desde 1950."

Um evento dessa magnitude, ressalta a entidade, aumenta a probabilidade de ocorrerem impactos compatíveis com o El Niño, mas não há garantia disso e nem se as consequências serão mais graves do que o normal.

O fenômeno climático, que começou em junho, é caracterizado pelo aquecimento acima da média das águas do Pacífico na região da linha do Equador próxima à costa do Peru -ao contrário da La Niña, que ocorre quando a superfície nesta região está mais fria do que o normal.

Quando a variação acima da média é de 0,5°C a 1°C, o El Niño é classificado como fraco. Na classificação moderada, a anomalia de temperatura fica entre 1°C a 1,5°C e, na forte, vai de 1,5°C a 2°C. O El Niño é classificado como muito forte quando o aquecimento da superfície do Pacífico equatorial fica acima de 2°C.

O El Niño já vem causando alterações climáticas ao redor do planeta. A Indonésia enfrenta seca extrema, que vem facilitando o espalhamento de incêndios florestais que sufocam o país com nuvens infindáveis de fumaça.

No final de julho, fortes chuvas atingiram o Rio Grande do Sul, levando ao deslocamento de milhares de pessoas na região do vale do Taquari, que também foi fortemente atingida na histórica enchente de 2024.

O canal do Panamá reduziu o fluxo de navios, já que opera utilizando água da chuva armazenada nos lagos artificiais de Gatun e Alhajuela, cujos níveis diminuíram devido à seca causada pelo fenômeno climático.

Setembro também registrou um raro trio de furacões no oceano Pacífico -Marie, Karina e Lowell.

 

 

por Folhapress

EUA - O Instagram anunciou nesta segunda-feira que será mais ativo na regulamentação de perfis gerados por Inteligência Artificial na rede social, destacando que vai limitar o alcance de páginas que não se identificarem como tal.

A empresa compartilhou uma publicação em seu blog, na qual informa que as páginas que representarem criadores de conteúdo gerados por Inteligência Artificial terão que deixar isso claro. É importante destacar que o objetivo é apenas informar aos usuários do Instagram que a página que estão visualizando não representa uma pessoa real.

Isso significa que a medida não se aplica a fotografias editadas com Inteligência Artificial ou a vídeos cujas legendas sejam geradas com essa tecnologia. Portanto, os responsáveis por páginas no Instagram que utilizem Inteligência Artificial para esses fins não precisarão usar essa nova categorização.

“À medida que a Inteligência Artificial generativa se torna uma parte cada vez maior da forma como as pessoas criam, ouvimos que as pessoas não gostam de ver perfis que parecem humanos e descobrir mais tarde que a pessoa representada foi gerada por Inteligência Artificial”, explica o Instagram. “Elas querem saber quando um perfil exibe uma pessoa gerada por Inteligência Artificial”.

Psicologia

Caso o Instagram categorize determinados perfis de forma incorreta como sendo gerados por Inteligência Artificial, a empresa informa que os responsáveis por essas páginas poderão apresentar um recurso. “Se o recurso for bem-sucedido, o perfil e seu conteúdo voltarão a ser elegíveis para aparecer novamente nas recomendações”, destaca o Instagram.

Além disso, a empresa pertencente à Meta afirma que a medida surge com o objetivo de “melhorar a transparência” e ajudar as pessoas a entenderem o que estão vendo no Instagram.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

EUA - Quatro anos depois de um crime que abalou a pequena cidade de Chippewa Falls, no estado norte-americano de Wisconsin, Carson Peters-Berger foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato da prima Iliana “Lily” Peters, de 10 anos. Ele tinha apenas 14 anos quando cometeu o crime e hoje está com 18.

A sentença foi anunciada na quarta-feira (26) pelo juiz Steven Gibbs, do Condado de Chippewa, depois que Peters-Berger se declarou culpado por homicídio doloso em primeiro grau. Ele poderá solicitar liberdade sob supervisão ampliada depois de cumprir 25 anos da pena.

Durante a audiência, Gibbs ressaltou a gravidade do caso, mesmo considerando a idade que o réu tinha na época.

“Eu acredito em dar às pessoas uma segunda chance depois que elas pagam sua dívida com a sociedade. Embora você fosse menor quando cometeu o crime, ainda é uma infração muito grave, e isso abalou esta comunidade”, afirmou o magistrado, segundo a emissora norte-americana WEAU.

Peters-Berger optou por não fazer uma declaração durante a audiência.

Lily desapareceu quando voltava da casa da tia

O assassinato aconteceu em 24 de abril de 2022. Lily havia passado um período na casa de uma tia e voltava de bicicleta para casa, em Chippewa Falls, quando estava acompanhada do primo.

De acordo com a denúncia  criminal consultada pela revista People, Peters-Berger convenceu a menina a sair da trilha e entrar em uma região de mata. Aos investigadores, ele admitiu posteriormente que já tinha a intenção de atacá-la.

História do crime

O The Independent informa que a casa da tia e a residência da família de Lily ficavam a cerca de seis minutos de caminhada uma da outra. Como a menina não chegou em casa, o pai comunicou o desaparecimento por volta das 21h.

Na manhã seguinte, voluntários que participavam das buscas encontraram o corpo da criança em uma área arborizada próxima à trilha. A autópsia concluiu que Lily havia sido agredida, estrangulada e vítima de violência sexual. Peters-Berger foi preso no dia seguinte à localização do corpo.

Segundo o The Independent, promotores afirmaram ainda na época da prisão que o adolescente admitiu às autoridades que sua intenção, desde o início, era abusar sexualmente e matar a prima.

Acordo retirou duas acusações de abuso sexual

Peters-Berger respondia inicialmente por três acusações. Ao aceitar se declarar culpado de homicídio intencional em primeiro grau, duas acusações relacionadas à violência sexual foram formalmente retiradas como parte do acordo judicial.

As acusações, no entanto, foram registradas no processo de forma que o juiz pudesse levá-las em consideração na definição da sentença, segundo a People.

Decisões judiciais

A defesa havia tentado anteriormente transferir o processo para a Justiça juvenil. Os advogados argumentaram que Peters-Berger precisava de tratamento de saúde mental que não receberia de maneira adequada no sistema penal destinado a adultos.

O pedido foi rejeitado. O juiz considerou que a gravidade dos crimes justificava a permanência do caso na Justiça comum, decisão posteriormente mantida por um tribunal de apelações de Wisconsin, conforme noticiaram a Associated Press e o The Independent.

Família fala sobre impacto da morte de Lily

Familiares e pessoas próximas à menina participaram da audiência de sentença e falaram sobre os efeitos do crime nos últimos quatro anos.

“Ela era a minha luz”, afirmou Kiara Stevens, amiga de Lily. “Houve momentos em que eu simplesmente não queria mais continuar, mas Lily era o tipo de pessoa que fazia você querer seguir em frente”, relatou à WEAU.

Dana Whitcome, madrasta de dois irmãos de Lily, afirmou que a família pretende agora concentrar esforços na recuperação emocional e na memória da criança.

“Esperamos seguir em frente, nos curar e compartilhar esse espírito de gentileza com todos em memória de Lily”, disse.

A People relembrou ainda que, após a morte, familiares divulgaram um poema escrito pela menina. Nele, Lily expressava desejos de que as pessoas fossem mais gentis umas com as outras e de que houvesse paz no mundo.

O promotor do Condado de Chippewa, Wade Newell, afirmou que a condenação encerra o processo judicial, mas não apaga o que aconteceu.

Decisões judiciais

“Não acho que exista encerramento no sistema de Justiça criminal. Nada do que seja feito aqui vai apagar o que aconteceu com aquela pobre menina”, declarou.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

IRÃ - O regime do Irã chamou os Estados Unidos de Satã nesta quarta-feira (2), após acusar as forças americanas de matar cinco pessoas, entre elas uma criança, durante uma festa de casamento no sul do país. Autoridades de Washington não confirmam envolvimento de seus militares no ataque.

"Se uma potência age como Satã, escolhe alvos como Satã e mata como Satã, é Satã", escreveu no X o presidente do Parlamento e principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Qalibaf. A expressão é usada pelo regime e seus simpatizantes desde a Revolução Islâmica de 1979 para se referir aos EUA.

Segundo autoridades iranianas, um ataque americano atingiu na terça (1º) uma casa em Kuhestak, no distrito de Sirik, onde era realizada uma festa de casamento. Veículos de mídia do país informaram que cinco pessoas, incluindo uma criança, foram mortas na ofensiva. Outras 68 teriam sido feridas.

A informação não pôde ser verificada de forma independente pela Folha, e autoridades americanas não comentaram o episódio.

O Ministério das Relações Exteriores iraniano classificou a ação como um "crime de guerra". Para o porta-voz da pasta, Esmail Baqai, o bombardeio foi parte de uma tentativa americana de esconder seu fracasso na guerra.

Imagens divulgadas pela agência iraniana West Asia News Agency e atribuídas ao local do ataque mostram cômodos e um pátio cobertos por escombros. Em um dos ambientes, aparecem sandálias femininas sobre um tapete manchado de sangue. "Só estou feliz que as vítimas não tenham sido ainda maiores", afirmou Ali Molahi, identificado como pai da noiva.

Sem informar detalhes, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezai, afirmou que os recentes ataques levarão Teerã a adotar uma nova estratégia no campo de batalha, na diplomacia e no enfrentamento das sanções econômicas impostas por Washington. Ele disse, numa mensagem afrontosa, que o plano deixará os alicerces de Washington "em pedaços".

A declaração ocorreu depois de uma nova sequência de ataques entre os países. Os EUA atingiram alvos na costa sul do Irã, enquanto Teerã lançou mísseis e drones contra instalações americanas em diferentes pontos do Oriente Médio. Foram as maiores ofensivas do conflito desde julho.

Os EUA afirmaram ter atingido sistemas de defesa aérea, radares, equipamentos marítimos, estruturas relacionadas à instalação de minas e centros de comunicação da Guarda Revolucionária.

Segundo o regime iraniano, os EUA miraram alvos em áreas próximas ao estreito de Hormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte mundial de petróleo.

O Irã respondeu com mísseis e drones contra instalações americanas no Bahrein, na Jordânia, no Kuwait e no Iraque. O comando militar iraniano afirmou que seu objetivo é expulsar as forças americanas da rede de bases que os EUA mantêm no Oriente Médio.

Na Jordânia, os militares disseram ter detectado 13 mísseis, dos quais 10 foram interceptados e 3 caíram em áreas remotas. O Irã afirmou ter matado militares americanos no país, mas autoridades dos EUA disseram, em uma avaliação inicial, que não houve vítimas.

No Kuwait, o Irã afirmou ter lançado mísseis e drones contra a base aérea americana de Ali Al Salem e contra a área de alojamento dos EUA. O serviço de combate a incêndios do Kuwait confirmou um ataque de drone que provocou um incêndio em um complexo residencial, mas disse que não foram registradas mortes.

Qatar e Bahrein, que abrigam importantes instalações militares americanas, também relataram ataques iranianos. O Qatar responsabilizou Teerã pelos episódios, enquanto o Bahrein afirmou que drones iranianos foram interceptados e destruídos.

A Guarda Revolucionária também afirmou ter atacado bases americanas em Erbil, no norte do Iraque, e matado militares dos EUA. Nem Bagdá nem Washington confirmaram a informação.

As ofensivas também impactaram o tráfego marítimo no estreito de Hormuz. O Irã disse que dois petroleiros foram atingidos por explosões de minas enquanto eram conduzidos por militares americanos por uma rota que Teerã diz ter fechado no canal.

A empresa estatal de navegação da Arábia Saudita informou que dois tripulantes filipinos morreram a bordo de um petroleiro atingido no estreito dois dias antes.

A troca de ataques desta semana é a mais intensa desde julho, quando o presidente americano, Donald Trump, interrompeu bombardeios contra o Irã. Na ocasião, integrantes do comando militar americano alertaram que os EUA estavam consumindo munições e ficando sem alvos considerados relevantes.

 

 

por Folhapress

CHINA - A China é o maior parceiro comercial do Irã e o principal comprador do petróleo iraniano, recebendo mais de 80% das exportações de petróleo bruto do país, embora grande parte seja realizada por canais indiretos.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou na segunda-feira a operação "Economic Outcast" (Pária Econômico), destinada a intensificar a pressão sobre as ligações financeiras do Irã em todo o mundo, mas evitou detalhar possíveis medidas contra Pequim.

Isso acontece em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se prepara para receber o presidente chinês, Xi Jinping, em setembro, em um encontro destinado a preservar a frágil trégua comercial entre as duas maiores economias do mundo.

"O anúncio foi muito cuidadoso ao evitar detalhes [sobre medidas contra a China], que poderiam ter provocado perturbações na cúpula", afirmou Edgard Kagan, especialista em China do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, citado pela agência de notícias Associated Press.

Segundo Kagan, Washington terá de determinar até que ponto pode pressionar Pequim a reduzir as relações econômicas com Teerã sem fazer com que as autoridades chinesas considerem as exigências americanas inaceitáveis.

Em resposta à iniciativa dos Estados Unidos, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que a cooperação com o Irã sempre ocorreu "no âmbito do direito internacional".

"A cooperação entre a China e o Irã não deve ser perturbada nem prejudicada", afirmou o porta-voz da diplomacia chinesa, Lin Jian, reiterando a oposição de Pequim a "sanções unilaterais ilegais".

Kagan antecipou que Pequim procurará fazer o mínimo necessário para evitar um confronto direto com Washington, lembrando práticas como transferências de petróleo entre navios, que dificultam a identificação da origem do petróleo bruto e permitem contornar sanções.

A diretora do programa para a China do grupo de reflexão Stimson Center, Sun Yun, considerou que Pequim não apoiará a campanha caso o objetivo de Washington seja destruir a economia iraniana e provocar o colapso do regime.

Mas, se a intenção for pressionar Teerã a fazer concessões sobre o Estreito de Ormuz e pôr fim ao conflito, "a China pode e vai demonstrar cooperação sem precisar cortar completamente as relações com o Irã", afirmou, apontando uma eventual redução das importações de petróleo como exemplo.

Com a cúpula Trump-Xi a poucas semanas de distância, "nenhum dos lados deseja uma grande escalada bilateral neste momento", acrescentou.

Até agora, o governo Trump evitou sancionar grandes empresas ou bancos chineses ligados ao sistema financeiro americano.

O Departamento do Tesouro anunciou na segunda-feira sanções contra quase 60 entidades ligadas ao Irã, incluindo indivíduos e empresas na China continental e em Hong Kong acusados de apoiar os programas nuclear e de mísseis de Teerã.

Washington também sancionou um petroleiro de propriedade chinesa, acusado de transportar milhões de barris de petróleo iraniano para a China, e uma empresa de Hong Kong supostamente envolvida na chamada "frota fantasma", utilizada para exportar petróleo bruto iraniano.

A visita também poderá preparar o terreno para Trump viajar à China em novembro, por ocasião da cúpula de líderes do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

EUA - A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, apagou evidências sobre assédio e exploração sexual de menores "em mais de uma ocasião", disse Jason Sattizahn, ex-pesquisador de integridade e segurança da unidade de realidade virtual da big tech.

O testemunho de Sattizahn faz parte de uma ação contra a big tech nos Estados Unidos por práticas abusivas com o objetivo de viciar usuários jovens. Segundo Sattizahn, houve ordem direta para exclusão de "rastros documentais" que colocassem as marcas em risco.

A empresa rejeita as acusações dos 29 estados americanos que integram o processo. "Pesquisas não mostraram uma ligação clara entre o uso de redes sociais por adolescentes e a falta de bem-estar", afirmou o advogado da companhia Paul Schmidt.

Segundo depoimento de Sattizahn, publicado no último dia 18, a Meta começou a tratar as investigações sobre danos ligados às redes sociais "como riscos para a marca", desde o vazamento de relatórios internos no fim de 2021 pela delatora Frances Haugen.

Na época, vazaram estudos internos com conclusões sobre efeitos nocivos das redes sociais na saúde mental de adolescentes.

Nos documentos internos entregues à corte do estado do Novo México, a companhia disse que mantinha um trabalho de pesquisa de ponta para identificar problemas relevantes. "É desanimador ver esse trabalho tirado de contexto e usado para a construção de uma narrativa falsa", disse a big tech.

Embora a Meta tenha afirmado que continuaria com as investigações sobre danos a crianças, Sattizahn afirmou que a empresa começou a impor uma série de barreiras ao seu trabalho. Qualquer pesquisa sobre verificação de idade passou a envolver "forte interferência do time jurídico".

A política sistemática de supervisão jurídica criou um "funil de manipulação", afirmou o ex-funcionário. "A presença obrigatória de advogados em todas as fases da investigação científica servia para silenciar os cientistas, e os relatórios eram rotineiramente alterados."

Segundo o pesquisador, os usuários com idades entre 13 e 17 anos foram classificados como público sensível. "Se um estudo científico pretendesse recrutar voluntários dessas faixas etárias, ou se houvesse uma suspeita razoável de que eles pudessem estar presentes no grupo de teste, a pesquisa sofria limitações severas sobre o que se podia perguntar ou registrar", afirmou.

Sattizahn disse que ele mesmo recebeu ordens para apagar dados de investigações sobre assédio e exploração sexual de menores nas plataformas da empresa. Quando ele registrava um relato na Alemanha, onde estava alocado em março de 2023, de uma mãe e seu filho, de menos de dez anos, sobre assédio direcionado à criança e solicitações de fotos nuas, houve uma interrupção por ordem da chefia.

"A minha gerente direta e uma advogada da Meta me ordenaram explicitamente que apagasse e eliminasse de forma absoluta todos os dados recolhidos sobre os danos sexuais sofridos por menores naquele estudo", relatou o ex-funcionário. Foi essa situação que o fez buscar as autoridades.
O relato do ex-funcionário é central para o argumento da acusação de que a big tech promove publicamente esforços de segurança enquanto internamente oculta riscos para os consumidores.

A Meta contestou a legalidade do depoimento de Sattizahn com o argumento de que as comunicações entre a empresa e seus advogados estão sob sigilo. As funcionárias envolvidas no caso disseram que as recomendações ao pesquisador visavam garantir o respeito às leis locais de proteção de dados e às políticas de privacidade da própria plataforma.

Reportagem recente da revista Wired mostrou que as imagens de abuso sexual infantil não só persistem, mas também foram disseminadas por aplicativos de IA que tiram as roupas das pessoas sem consentimento. O TTP (Tech Transparency Project, Projeto para Transparência Tecnológica) identificou mais de 50 anúncios em imagem e vídeo com esse tipo de abuso, segundo a publicação especializada.

A entidade confirmou o trabalho à reportagem e disse que já enviou os conteúdos criminosos às autoridades.

Para a diretora do TTP Katie Paul, o material contradiz o esforço da big tech para se promover como um lugar seguro para menores de idade, com ferramentas de proteção como "as contas de adolescente".

Paul menciona como exemplo as ações publicitárias da empresa com influenciadores. A empresa diz que trabalha com influenciadores "há anos" e divulga suas ferramentas de segurança por exigência regulatória.

"Se a Meta está revisando, aprovando e fazendo dinheiro com anúncios que colocam crianças em perigo, isso torna mais difícil para que a empresa argumente que é capaz de proteger meninos e meninas", afirmou a diretora.

A Meta removeu os conteúdos ainda no dia 5 de agosto, após contato da Wired. "A maioria desses anúncios teve alcance mínimo e muitos deles foram desativados antes que a revista os enviasse. Muitos desses anúncios também são anteriores à nossa tecnologia de IA [inteligência artificial] mais recente para detecção de violações já no upload", disse a empresa em nota.

De acordo com o comunicado, a Meta removeu, no ano passado, mais de 36 milhões de publicações com referências à exploração sexual de menores, além de ter mobilizado esforços contra apps de remoção de roupas.

Também em depoimento no caso dos 29 estados americanos contra a Meta, o ex-diretor de engenharia Arturo Béjar afirmou que a diretriz interna da big tech era "priorizar lucros em vez de segurança no design das plataformas".

Em conferência com acionistas no último dia 29, o CEO da big tech, Mark Zuckerberg, disse que monitora riscos legais e regulatórios que podem causar impacto significativo nos resultados financeiros da companhia.

"Seguimos observando escrutínio em relação a pautas ligadas a jovens em diversos mercados, com diversos julgamentos sobre o tema agendados para este ano nos EUA, os quais podem resultar em perdas materiais", afirmou Zuckerberg.

Ele fez referência também ao veto ao Instagram e ao Facebook em diversos países. O tema também está em pauta no Congresso brasileiro, no projeto de lei nº 94 de 2026, em tramitação na Câmara dos Deputados.

 

 

por Folhapress

EUA - Um familiar, Brad Ireland, cuja ex-mulher e dois filhos estavam entre os mortos, identificou o atirador como Alan Smith, de 44 anos.

Os pais de Smith, que também morreram, haviam pedido que ele se mudasse semanas antes, mas ele voltou no domingo e abriu fogo, disse Ireland.

As vítimas pertenciam a quatro gerações da família, desde uma bisavó de 90 anos que usava cadeira de rodas até uma menina de 7 anos, de acordo com Jennifer Mercer, vizinha e amiga da família que criou uma campanha online para arrecadar dinheiro para ajudar a cobrir os custos do funeral e outras despesas.

A polícia foi chamada à residência na noite de domingo e ouviu tiros vindos dos fundos da casa, pouco antes de o imóvel ser completamente consumido pelas chamas.

Os investigadores confirmaram na terça-feira que houve oito vítimas, incluindo quatro crianças, e que o suspeito atirou contra si mesmo e morreu posteriormente.

A investigação foi dificultada pelas preocupações com a integridade estrutural da casa, depois que o incêndio a reduziu a escombros, disse Jeff Stovall, porta-voz do Departamento de Polícia de Billings.

Os bombeiros combateram o incêndio até a madrugada de segunda-feira, de acordo com o chefe do Corpo de Bombeiros de Billings, Matt Hoppel.

Entre os mortos estavam a ex-mulher de Brad Ireland, Megan Ghekiere, e os dois filhos, Owen Ireland, de 13 anos, e Chloe Ireland, de 7. Também morreram os dois enteados de Ghekiere com o atual marido: Landon Ghekiere, de 15 anos, e Charlotte Ghekiere, de 12.

"A única coisa que sabemos é que Charlotte foi a heroína", disse Jennifer Mercer. "Charlotte ligou para o 112 e tentou salvar a família", acrescentou.

A família Smith era originária da região de Seattle, no noroeste dos Estados Unidos, e os pais de Alan Smith, Dana e Barb Smith, mudaram-se para Billings depois que Megan Ghekiere comprou uma casa na região.

Alan Smith mudou-se para a casa dos pais em Montana e ficou com eles durante anos, antes de ser convidado a sair algumas semanas atrás, disse Brad Ireland.

O suspeito voltou inesperadamente para a casa no domingo à noite, onde a família estava reunida para o habitual jantar semanal.

Alan Smith matou a avó, os pais, a irmã mais nova e os quatro filhos antes de incendiar a casa, disse Ireland. O suspeito tentou fugir antes de ser confrontado pela polícia, acrescentou.

"Havia muitos sinais de preocupação e muitas pessoas alertaram" as autoridades, disse Ireland, que mora no Arizona, no sudoeste dos Estados Unidos. "Ninguém prestou atenção", lamentou.

Ireland descreveu Alan Smith como um "eremita" que passava a maior parte dos dias no quarto, em frente a um computador. "Ninguém sabia o que ele fazia lá dentro 24 horas por dia, sete dias por semana", disse.

 

 

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