BRASÍLIA/DF - Pelo quinto mês consecutivo, o número de contratações com carteira assinada superou o de demissões no Brasil. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta última quarta-feira (23), o país criou 414.556 vagas de emprego em novembro. O número é o melhor da série histórica da pesquisa, iniciada em 1992.
Diante da sequência de dados positivos, o saldo acumulado em 2020 ficou positivo pela primeira vez e chegou a 227.025 postos de trabalho criados ao longo do ano.
O desempenho no ano foi motivado especialmente pelo programa do governo que permitiu a suspensão de contratos de trabalho e a redução de salários e jornada, medida que, segundo especialistas, evitou um número maior de demissões.
Ao avaliar os dados, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o fato dos setores de comércio e serviços, os mais atingidos pela pandemia, com 179.261 e 179.077 postos respectivamente, terem sido destaques na geração de emprego, significa o Brasil apresenta uma “retomada em V da economia”.
“Como eu disse, o Brasil está surpreendendo o mundo. As reformas prosseguiram, em ritmo mais lento, mas seguem acontecendo, e a economia brasileira voltou em V, como poucos acreditavam. Em vez da destruição de 1,5 milhão de empregos, como na recessão de 2015, da destruição de 1,3 milhão em 2016, nós já estamos, antes de chegarem os dados de dezembro, com 227 mil empregos criados”, destacou.
Guedes agradeceu a resiliência dos brasileiros neste ano e disse que todo o esforço em 2021 será para uma vacinação em massa contra a covid-19.
“Foi um ano muito difícil para todos nós. Eu espero que vocês se mantenham em boa saúde e celebrem a vida com as famílias. No que vem, nossa esperança, e nosso trabalho, vai ser a vacinação em massa para salvar vidas, garantir um retorno seguro ao trabalho e garantir a retomada do crescimento econômico brasileiro”, afirmou o ministro.
*Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil
MUNDO - O número de norte-americanos que entraram com pedidos iniciais de auxílio-desemprego caiu inesperadamente na semana passada, embora tenha permanecido elevado, conforme mais empresas enfrentam restrições e número reduzido de consumidores em meio a uma explosão nos casos de Covid-19.
Um relatório separado mostrou que os gastos dos consumidores caíram no mês passado pela primeira vez desde abril.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 803 mil, em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 19 de dezembro, contra 892 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Economistas consultados pela Reuters projetavam 885 mil pedidos na semana passada.
Embora os pedidos tenham caído de um recorde de 6,867 milhões em março, eles permanecem acima do pico de 665 mil visto durante a Grande Recessão de 2007/09.
Já segundo o Departamento do Comércio, os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, recuaram 0,4% em novembro, depois de alta de 0,3% em outubro. Foi a primeira queda desde que a recuperação começou em maio.
Economistas projetavam queda de 0,2% dos gastos do consumidor em novembro. A economia entrou em recessão em fevereiro.
A série de dados fracos alimenta expectativas de economistas de uma desaceleração significativa do crescimento econômico no quarto trimestre e de potencial contração da produção nos três primeiros meses de 2021, apesar de estímulo e de duas vacinas contra a Covid-19 estarem em distribuição.
*Por: Reportagem de Lucia Mutikani / REUTERS
MUNDO - Se você acha que fast-food tem todos o mesmo gosto, veja esta que o McDonald’s da China aprontou. A rede lançou no país uma edição limitada de um sanduíche com hambúrgueres de Spam (carne de porco enlatada e cozida), coberta com migalhas de Oreo (bolacha doce recheada). As informações foram divulgadas pela CNN Travel.
O anúncio no website do McDonald’s China descreveu o sabor do lanche de Oreo/Spam como “tenro e suculento”, “cheio de carne” e com “um toque de sabor doce” que equivale a “uma dupla surpresa inimaginável”.
O hambúrguer foi oferecido na segunda-feira (21) e fazia parte das promoções “só para membros” do McDonald’s China, que oferece uma série de descontos e ofertas especiais disponíveis todas às segundas-feiras.
Ao todo, foram 400.000 hambúrgueres de Oreo/Spam, disponíveis em cerca de 3.700 filiais em toda a China. Os hambúrgueres se esgotaram até ao meio-dia em alguns restaurantes.
*Por: ISTOÉ DINHEIRO
BRASÍLIA/DF - A partir de janeiro, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderá ser recolhido por meio do Pix, anunciou nesta terça-feira (22) o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central (BC), João Manoel Pinho de Mello. Na abertura da 11ª reunião plenária do Fórum Pix, ele declarou que o BC fechou um acordo de cooperação técnica com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho para permitir o recolhimento por meio do novo sistema de pagamentos instantâneo.
Segundo Pinho, a novidade está prevista para entrar em funcionamento em janeiro e será lançada junto com o FGTS Digital. A nova plataforma pretende centralizar a apuração, a cobrança, o recolhimento e o lançamento das contribuições para o Fundo de Garantia.
Segundo a Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, o novo sistema reduzirá custos para as empresas. Isso porque os empregadores deixarão de emitir cerca de 70 milhões de guias de recolhimento por ano e poderão acompanhar digitalmente o pagamento e a destinação das contribuições.
Durante o evento, o diretor do Banco Central acrescentou que a utilização do Pix para recolher o FGTS aumenta a concorrência entre as instituições financeiras. Segundo Mello, não será necessário estabelecer convênios entre a empresa e um banco, como ocorre hoje.
O recolhimento de obrigações tributárias e trabalhistas e o pagamento de impostos estão sendo gradualmente transferidos para o novo modelo. Em novembro, o Tesouro Nacional lançou o PagTesouro, plataforma digital de pagamentos integrada ao Pix.
No início de dezembro, a Receita Federal e o Banco do Brasil fecharam um convênio que permite a algumas empresas pagar tributos com um código QR (versão avançada do código de barras) para o sistema Pix. A novidade foi lançada para as companhias obrigadas a entregar a Declaração de Débitos e de Créditos Tributários Federais, Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos (DCTFWeb).
Com o código QR, bastará o contribuinte abrir o aplicativo do banco, ativar o Pix e apontar o celular para o código, que será lido pela câmera do celular. No início do próximo ano, a Receita Federal pretende estender a opção às guias de recolhimento do eSocial de empregadores domésticos e microempreendedores e de pagamento do Simples Nacional. Ao longo de 2021, o Fisco quer incluir o código QR em todos os documentos de arrecadação, por meio dos quais são feitos 320 milhões de pagamentos de tributos por ano.
*Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - A Campanha “Natal Premiado ACISC 2020” já movimentou mais de 4,5 milhões de reais na economia da cidade. Até a manhã desta terça-feira, 22, mais de 90 mil cupons já haviam sido lançados na urna, que está localizada no Palácio do Comércio “Miguel Damha”, sede da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos).
José Fernando Domingues, presidente da ACISC, explica que esse valor pode ser ainda maior. “Para se ter uma ideia, o ticket médio de compras dos cupons lançados está em R$ 309,40. A gente fica muito feliz com o resultado que estamos tendo porque estamos em um ano totalmente atípico por conta da pandemia do novo coronavírus”, destacou.
Neste ano, os consumidores que efetuarem suas compras até às 23h59m do dia 26 de dezembro, nas lojas participantes, concorrerão a 01 Apartamento da ADN Construtora com 01 veículo zero-quilômetro (Renault Kwid), na garagem, e mais 07 Patinetes Elétricos da MUUV.
As lojas que aderiram à campanha estão identificadas com cartazes e podem ser conferidas no site e aplicativo ACISC, onde também está publicado o regulamento.
José Fernando Domingues, presidente da ACISC, explica como o consumidor pode participar da campanha.
“Para participar, o consumidor deve gastar R$ 50 ou mais, nas lojas participantes, baixar o Aplicativo ACISC no celular, se cadastrar e fazer a leitura do cupom fiscal, através do QR Code, ou ainda, digitar manualmente o seu cupom que já estará concorrendo aos prêmios”, explicou. “É muito importante exigir o seu cupom fiscal no ato da compra para participar dos sorteios”, lembra.
Zelão lembra que os associados participam gratuitamente das campanhas promovidas pela ACISC.
“Nossas campanhas têm como objetivo atrair os consumidores da cidade e região, para fomentar as vendas. A gente vem evoluindo ao passar dos anos, melhorando os prêmios ofertados e ajudando nosso comércio, especialmente, neste ano de pandemia e dificuldades que estamos passando. Só a ACISC supera a ACISC”, relatou.
O sorteio será realizado no dia 28 de dezembro, às 10h, na ADN Construtora e Incorporadora.
MUNDO - O estúdio cinematográfico norte-americano MGM Holdings está avaliando uma venda, disse uma pessoa familiarizada com o assunto à Reuters na segunda-feira (21).
O estúdio de cinema responsável pela franquia "James Bond" contatou os bancos de investimento Morgan Stanley e LionTree e iniciou um processo formal de venda, afirmou a fonte, pedindo para não ser identificada.
A empresa tem um valor de mercado de cerca de 5,5 bilhões de dólares, com base em ações negociadas de forma privada e incluindo dívidas, acrescentou a fonte. A iniciativa foi reportada anteriormente pelo Wall Street Journal.
A MGM Holdings disse que não tinha comentários.
*Reportagem de Kanishka Singh em Bengaluru e Krystal Hu / REUTERS
BRASÍLIA/DF - O Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) informou ontem (21) ter assinado um empréstimo de US$ 350 milhões – em torno de R$ 1,8 bilhão – para o Ministério da Economia enfrentar a crise gerada pela pandemia de covid-19.
A operação tinha sido aprovada pela instituição financeira em agosto, mas só foi oficializada nesta última segunda-feira.
“O financiamento complementará as iniciativas fiscais já em curso no país e reforçará as medidas econômicas anticíclicas voltadas a reduzir os efeitos da pandemia do coronavírus no país”, destacou o CAF em nota.
Durante a pandemia, o CAF ofereceu US$ 2,5 bilhões em linhas emergenciais de crédito para países da América Latina. O banco também ofereceu doações de US$ 400 mil por país.
Fundado em 1970, o CAF é constituído por 19 países – 17 da América Latina e do Caribe mais Portugal e Espanha – e por 13 bancos privados. Os principais acionistas são cinco países da Cordilheira dos Andes: Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. O Brasil participa como membro associado.
*Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
BRASÍLIA/DF - Já começaram as apostas para a Mega da Virada que, segundo estimativas da Caixa, deve ter uma premiação de R$ 300 milhões este ano. As apostas poderão ser feitas até as 17h (horário de Brasília) do dia 31 de dezembro nas lotéricas de todo do país pelo portal Loterias Caixa ou pelo app Loterias CAIXA, disponível para usuários das plataformas Android e iOS; e pelo internet banking da Caixa.
O valor de uma aposta simples da Mega, com seis números, é de R$ 4,50. No caso do Bolão Caixa, o preço mínimo de apostas é de R$ 10. Com isso, o valor mínimo da cota é de R$ 5. De acordo com a Caixa, é possível que seja cobrada, a critério da lotérica, uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, para o bolão.
As apostas pela internet só podem ser feitas por pessoas maiores de 18 anos, após o preenchimento de um pequeno cadastro. Nesse caso, o pagamento deve ser feito por cartão de crédito, e o valor mínimo do conjunto de apostas é de R$ 30, podendo chegar a R$ 945 por dia.
Como a Mega da Virada não acumula, caso ninguém acerte as seis dezenas, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números, e assim sucessivamente conforme as faixas de premiação.
De acordo com o banco, “se apenas um ganhador acertar as seis dezenas da Mega da Virada e aplicar o prêmio estimado na poupança, terá uma renda mensal de R$ 347,7 mil”.
*Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
Finalização deve acontecer até o fim de janeiro de 2021, antes do previsto incialmente
MUNDO - A aliança entre o PSA Group e a Fiat Chrysler Automobiles pode ser completada mais cedo que o esperado. A Bloomberg diz que as duas automotivas estão procurando finalizar os processos o mais rápido possível, com uma provável finalização antes do final de janeiro de 2021. E isso não está tão longe do previsto, já que quando anunciaram a aliança em 2019, queriam finalizar ainda no primeiro quadrimestre de 2021.
Pessoas ligadas ao processo alegam que problemas enfrentados pela indústria automotiva, se referindo a pandemia do coronavírus, aceleraram a finalização dos papeis. De acordo com a Bloomberg, esperam receber a aprovação da Europa até o fim de 2020. E em 4 de janeiro há um encontro entre as duas para a aprovação dos acionistas, mesmo que a posição da Europa demore um pouco mais.
O acordo irá criar a quarta maior companhia do mundo, chamada Stellantis, e terá 13 marcas automotivas - porém não por muito tempo. Rumores que circulam indicam que ambas as empresas devem cortar algumas marcas e modelos dos catálogos para a redução de custos. Isso significa que marcas como a Chrysler e a Lancia podem desaparecer. Além disso, podem ter mudanças em ambas as empresas na China.
A PSA é listada como a empresa que está adquirindo, tendo ela 6 das 11 cadeiras do Board da Stellantis. O CEO da PSA, Carlos Tavares, também será o líder na nova empresa. Sobre o CEO da FCA, Mike Manley, há indicativos de que ele deve ir para a Ferrari, após uma aposentadoria repentina do CEO da empresa italiana. Ao mesmo tempo, Manley deve liderar a operação da Stellantis na América do Norte e Sul e não terá uma posição no board.
*Por: Leo Fortunatti / MOTOR1.com
MUNDO - Os distritos comerciais de Manhattan estão se preparando para um longo inverno pela frente.
Nove meses após o início da pandemia, turistas e funcionários de escritórios ainda estão em casa. Muitos nova-iorquinos fugiram enquanto as infecções por coronavírus se intensificam. Centenas de lojas e restaurantes fecharam e outros estão prestes a fechar para sempre, sem qualquer alívio financeiro rápido.
Com o Natal e o Ano Novo chegando, o vazio da cidade é especialmente gritante. A Quinta Avenida, geralmente cheia de compradores ávidos durante as férias, está assustadoramente silenciosa. Os teatros da Broadway continuam às escuras e o tráfego diário de visitantes na vizinha Times Square caiu 70% em relação a dezembro passado, de acordo com a Times Square Alliance.
“A situação se mostra muito feia para os próximos trimestres”, disse Tom Mullaney, que lida com locação e reestruturação de dívidas na Jones Lang LaSalle. “Estou preocupado que muitas das empresas menores e subcapitalizadas não tenham a liquidez de que precisam para sobreviver nos próximos três a nove meses.”
O golpe final para muitos comerciantes pode vir em breve. O prefeito Bill de Blasio disse aos moradores para que se prepararem para o segundo lockdown - com exceção de negócios essenciais -, logo após o Natal com o intuito de desacelerar o ressurgimento do vírus. Refeições internas nos restaurantes da cidade já foram proibidas.
O setor de varejo de Manhattan estava sob pressão muito antes do surgimento do Covid-19, prejudicado pelo crescimento do e-commerce e pela redução da demanda por espaço. Agora, existem ainda mais desafios em toda a cidade - da Madison Avenue e Fifth Avenue ao SoHo. No total, mais de 250 lojas estavam disponíveis para aluguel no terceiro trimestre, o maior número em dados que remontam a 2015, de acordo com a corretora CBRE Group. Com o aumento das vagas, os pedidos para aluguéis caíram pelo 12º trimestre consecutivo.
A pandemia acelerou anos de mudança em apenas alguns meses. De 1º de março a 11 de setembro, quase 6.000 empresas da cidade de Nova York fecharam, mais de 4.000 delas definitivamente, de acordo com o Yelp, site de avaliações de usuários.
A pandemia pode fechar permanentemente até um terço dos 230.000 pequenos negócios da cidade que ocupam os corredores comerciais, de acordo com a Partnership for New York City.
Crescimento de inadimplência
Os sinais de dificuldades financeiras estão aumentando. As varejistas cuja receita diminuiu ou desapareceu não podem continuar pagando aluguel, deixando os proprietários com renda insuficiente para cumprir as obrigações hipotecárias.
A taxa de inadimplência para empréstimos garantidos por propriedades de varejo em Manhattan atingiu 14,6% em novembro, com cerca de US$ 570 milhões em hipotecas solicitando alívio financeiro relacionado ao Covid até agora, de acordo com a empresa de dados Trepp.
Embora a inadimplência tenha melhorado de uma alta histórica de 16,8% em agosto, a angústia é preocupante porque as propriedades de varejo em Manhattan são garantias para US$ 5 bilhões em empréstimos em títulos lastreados em hipotecas comerciais, disse a Trepp em relatório este mês.
Um pedestre carrega um guarda-chuva e uma sacola de compras no bairro do SoHo em dezembro.
“Para muitos proprietários e credores, este foi um ano para tentarem o possível para atravessá-lo, o que funciona apenas até certo ponto”, disse Vik Uppal, CEO da empresa de investimentos imobiliários Terra Capital Partners. “Ainda estamos no início quando se trata de problemas no varejo e até mesmo no setor imobiliário de Nova York, de forma mais ampla.”
Queda no aluguel
Para atrair inquilinos, os proprietários estão cada vez mais dispostos a dar descontos no aluguel e outras concessões, como pagar a conta das melhorias do local.
Corretores de varejo dizem que as expectativas dos proprietários quanto aos preços caíram cerca de 20% a 25% desde o início da pandemia.
“Trata-se apenas de fechar negócios e preencher espaço”, disse Steven Soutendijk, diretor da corretora Cushman e Wakefield. “Vimos aumentos constantes nas concessões para inquilinos de varejo, quedas no pedido de aluguéis e isso está apenas acelerando esse fenômeno.”
Notícias positivas sobre vacinas deram motivos para otimismo na indústria, embora as vacinas provavelmente não sejam amplamente distribuídas nos próximos meses, que serão cruciais. As medidas de distanciamento social e as restrições às viagens provavelmente serão mantidas por algum tempo.
“Turismo não é como apertar um interruptor de luz - será um gotejar lento e constante de volta aos níveis em que estávamos”, disse Soutendijk.
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*Por: NATALIE WONG / BLOOMBERG
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