JAPÃO - O mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, conquistou na manhã de hoje (2) o ouro na prova dos 50 metros costas da classe S2 (deficiência físico-motora), com o tempo de 53s96. Esta é a terceira medalha de nadador, de 19 anos, na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Ele já havia garantido o ouro nos 200 m livre da classe S2 e prata nos 100 metros costas (S2).
Bora brigar por medalha na #Natacao? Se liga na programação das finais desta manhã :
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 2, 2021
5h- 400m livre S6 com Talisson
5h10 - 400m livre S6 com Laila Abate
6h10 - 100m S14 com Ana Karolina
6h31 - 50m costas S1 com José Ronaldo
6h39 - 100m costas S2 com Gabrielzinho
No Centro Aquático de Tóquio, na capital japonesa, o chileno Alberto Albarza ficou com a prata (57s76) e Vladimir Danilenko, do Comitê Paralímpico Russo, terminou com o bronze (59s47).
Gabriel Araújo é natural de Santa Luzia, Minas Gerais. O nadador de 19 anos tem focomelia, doença congênita que impede a formação de braços e pernas. A sua iniciação na natação paralímpica aconteceu por influência de um professor de educação física, em 2015.
Outros resultados
A mineira Ana Karolina Soares, de 21 anos, disputou a prova dos 100 metros costas da classe S14 (deficiência intelectual), encerrando em quinto lugar (1min11s29).
Já José Ronaldo da Silva, de Santa Rita de Passa Quatro (SP), competiu nos 50 m costas da classe S1 (deficiência físico-motora mais severa) e concluiu o percurso em quarto lugar (1min11s29).
Por Rafael Monteiro - Repórter da Rádio Nacional
TÓQUIO - O catarinense Talisson Glock faturou o ouro na madrugada desta quinta-feira (2), asua terceira medalha na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Desta vez ele venceu a prova dos 400 metros livre da classe S6 (deficiência físico-motora), com o tempo de 4min54s42. O brasileiro já havia conquistado dois bronzes na Tóquio 2020: no revezamento misto no 4x50 m livre 20 pontos e nos 100 metros livre (S6).
A disputa no Centro Aquático de Tóquio contou com Antonio Fantin, da Itália, que ficou com a prata com o tempo de 4min55s70, e Viacheslav Lenskii, do Comitê Paralímpico Russo (RPC, sigla em inglês), medalha de bronze, com a marca de 5min04s84.
Talisson Glock vence os 400m livre e conquista a 7ª medalha de ouro para a natação brasileira nos #JogosParalimpicos de Tóquio: https://t.co/BOFq3Vj7cE#ParalimpicoEmToquio
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 2, 2021
Foto: Miriam Jeske/CPB pic.twitter.com/rEzmGnMWli
Talisson Glock, de 26 anos, já conseguiu superar seu próprio desempenho na Rio 2016, quando terminou os Jogos com duas medalhas, prata e bronze.
Natural de Joinville (SC), o nadador brasileiro foi atropelado aos nove anos de idade por um trem e perdeu o braço e a perna esquerdos. Seis meses depois, ele foi convidado para participar do Centro Esportivo para Pessoas Especiais (Cepe), em Joinville. Em 2004, passou a se dedicar aos treinos de natação. Seis anos depois, em 2010, foi chamado para integrar a seleção brasileira de natação.
A prova dos 400m livre classe S6 teve também a participação da mineira Laila Suzigan, de 21 anos, que terminou a disputa com o tempo de 5min38s72.
Por Rafael Monteiro - Repórter da Rádio Nacional
TÓQUIO - Alessandro da Silva fez valer a sua condição de favorito e conquistou a medalha de ouro na prova de lançamento de disco masculino classe T11 da Paralimpíada de Tóquio, na quarta-feira (1) no Estádio Olímpico. Esta é a segunda conquista do brasileiro no Japão, que ficou com a prata no arremesso de peso classe F11.
LANÇAMENTO DE #OURO PRO BRASIL!
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 2, 2021
Alessandro Rodrigo, da classe F11, se tornou bicampeão no lançamento de disco com a marca de 43m16. E melhor: bateu o próprio recorde paralímpico. Ele é gigante! ?#ParalimpicoEmToquio #JogosParalimpicos pic.twitter.com/4FHoaxptlH
Atual detentor do recorde mundial da prova, de 46,10 metros (m), o paulista estabeleceu o novo recorde paralímpico, 43,16 m, em sua segunda tentativa, e garantiu a conquista no Japão. A prata ficou com o iraniano Mahdi Olad (40,60 m) e o bronze com o italiano Oney Tapia (39,52 m).
O favoritismo de Alessandro não se devia apenas ao fato de ser o atual detentor do recorde mundial da prova, mas vem também do fato de o brasileiro ter ficado no lugar mais alto do pódio também no Mundial de 2019 (Dubai), no Parapan-Americano (2019), no Mundial de 2017 (Londres) e nos Jogos Paralímpicos de 2016 (Rio de Janeiro).
Por Agência Brasil
JAPÃO - Mateus Evangelista alcançou a medalha de bronze na prova do salto em distância masculino classe T37 da Paralimpíada de Tóquio (Japão), na quarta-feira (1) no Estádio Olímpico.
BRONZE!! ?✊
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 2, 2021
Mateus Evangelista Cardoso fez 6.05 no Salto em distância da classe T37 e ficou com o terceiro lugar para ganhar o ? PARABÉNS MATEUS! Muito orgulho!! #ParalímpicoEmTóquio #JogosParalimpicos pic.twitter.com/xC31UmQ8vI
Para conseguir a conquista, o atleta que nasceu em Porto Velho (Rondônia) saltou 6,05 metros (m) em sua segunda tentativa. Além disso, ele teve três tentativas invalidadas, além de saltar 5,87 m e 5,80 m nas outras tentativas.
Na disputa, o ouro ficou com o ucraniano Vladyslav Zahrebelnyi (6,59 m) e a prata com o argentino Brian Lionel (6,44 m).
Esta é a segunda medalha de Mateus em edições de Jogos Paralímpicos. Em 2016, no Rio de Janeiro, ele conquistou a prata.
*Por Agência Brasil
TÓQUIO - Marivana Oliveira conquistou a medalha de prata na prova do arremesso do peso feminino classe F35 da Paralimpíada de Tóquio (Japão), na quarta-feira (1) no Estádio Olímpico.
? É PRATA! ?
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 2, 2021
Marivana Oliveira conquista o segundo lugar no Arremesso de peso classe F35 e soma mais uma medalha para o Brasil! Parabéns Marivana!! Você merece!! ??#ParalímpicoEmTóquio #JogosParalimpicos #Atletismo pic.twitter.com/aTTeXYOZbT
Para garantir a conquista, a atleta alagoana conseguiu uma marca de 9,15 metros (m). O ouro ficou com a ucraniana Mariia Pomazan (12,24 m) e o bronze ficou com a Anna Luxova (8,60 m), da República Tcheca.
Esta é a segunda medalha de Marivana em edições de Jogos Paralímpicos. Em 2016, no Rio de Janeiro, a atleta conseguiu um bronze.
*Por Agência Brasil
TÓQUIO - A pernambucana Maria Carolina Santiago bateu, nesta quarta-feira (1), o recorde paralímpico na prova de 100 metros peito da classe SB12 (deficiência visual) e conquistou a medalha de ouro, a terceira dela na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Carol completou o percurso em 1min14s89 no Centro Aquático de Tóquio, e se tornou a brasileira que mais colocou medalhas no peito em uma só edição dos Jogos.
Também do Nordeste, a potiguar Cecília Araújo, de 22 anos, garantiu a prata, sua primeira medalha paralímpica, nos 50 m livre S8 (deficiência físico-motora), com o tempo de 30s83.
MAIS DOIS PÓDIOS NA NATAÇÃO! ?? Maria Carolina Santiago fez história DE NOVO e conquistou o terceiro #ouro em Tóquio, dessa vez no 100m peito S12. Ninguém para essa mulher! ? Também tivemos a #prata da Cecília Araújo, que arrebentou na piscina nos 50m livre S8. pic.twitter.com/So1jsAiOLh
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 1, 2021
Com a medalha dourada de Carol Santiago, o Brasil soma agora 15 ouros, superando a performance na Rio 2016, quando conquistou 14. Em seis provas disputadas em Tóquio, a pernamucana faturou cinco medalhas. Além da vitória nos 100 m peito (SB12), Carol garantiu duas medalhas de ouro na disputa dos 50 m livre da classe S13 (deficiência visual) e nos 100 m livre da classe S12 (deficiência visual). A brasileira, de 36 anos, também assegurou uma prata no revezamento misto 4x50 m 49 pontos (deficiência visual) e um bronze nos 100 m costas (S12).
A paraense Lucilene da Silva Sousa também competiu nos 100 m peito, concluindo a prova em quinto lugar (1min30s25).
Pódios
Abaixo de Carol Santiago no pódio da prova de 100 m peito da classe SB12, ficaram Daria Lukianenko, do Comitê Paralímpico Russo (RPC, sigla em inglês) que levou a prata como tempo de 1min17s55, e a ucraniana Yaryna Matlo, medalha de bronze, com 1min20s31.
Nos 50 metros livre S8, Viktoriia Ishchiulova, do RPC, ficou à frente de Cecília Araújo com o ouro, ao completar a prova em 29s91. O bronze ficou com a italiana Xenia Francesca Palazzo (31s17).
*Por Rafael Monteiro - Repórter da Rádio Nacional
*Por: AGÊNCIA BRASIL
JAPÃO - O catarinense Talisson Glock conquistou, na manhã desta quarta-feira (1), medalha de bronze na prova dos 100 metros livre da classe S6 (deficiência físico-motora), sua segunda medalha na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Ele completou a prova em 1min05s45 no Centro Aquático de Tóquio, na capital japonesa.
QUE MOMENTO! Talisson Glock bate em terceiro e garante mais um #bronze para o #BRA na prova dos 100m livres S6. FOI LINDO DE VER! #Natacao #ParalimpicoEmToquio pic.twitter.com/CUKUMEV1XU
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 1, 2021
O atleta, de 26 anos, garantiu o primeiro bronze na Tóquio 2020 no revezamento misto 4x50m livre 20 pontos (deficiência físico motora). Na Rio 2016, Talisson também assegurou duas medalhas para o país: prata no revezamento 4x50 metros livre 20 pontos e bronze nos 200 metros medley (S6).
Natural de Joinville (SC), Talisson Glock foi atropelado aos nove anos de idade por um trem e perdeu o braço e a perna esquerdos. Seis meses depois, ele foi convidado para participar do Centro Esportivo para Pessoas Especiais (Cepe), em Joinville. Em 2004, passou a se dedicar aos treinos de natação. Seis anos depois, em 2010, foi chamado para integrar a seleção brasileira de natação
Pódio
O nadador mais rápido da prova dos 100m livre foi o italiano Antonio Fantin, que além do ouro, bateu o novo recorde mundial da prova, com o tempo de 1min03s71. A prata ficou com o colombiano Nelson Crispin Corzo, com 1min04s82.
*Por Rafael Monteiro - Repórter da Rádio Nacional
JAPÃO - José Carlos Chagas conquistou a medalha de bronze na bocha na classe BC1 (quando os atletas podem contar com auxílio de ajudantes) da Paralimpíada de Tóquio (Japão), na noite de terça-feira (31) no Centro de Ginástica de Ariake. A conquista veio com uma vitória de 8 a 2 sobre o português André Ramos. O brasileiro começou perdendo por 2 a 0, mas, quando começou a marcar, virou a partida.
SEGUNDA MEDALHA DA BOCHA! ?
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 1, 2021
José Carlos Chagas, classe BC2, arrasou 8x2 e conquistou a terceira colocação na prova individual! Parabéns José!! Orgulho!!??#ParalímpicoEmTóquio pic.twitter.com/EpwFVcyug8
Nos Jogos Paralímpicos de 2012 (Londres) Chagas ficou em quarto lugar. Além disso, garantiu um ouro no Parapan de 2015 (Toronto) e fez parte do time brasileiro que disputou os Jogos de 2016 (Rio de Janeiro).
Esta é a segunda medalha de bronze da bocha brasileira na noite desta terça. Mais cedo Maciel Santos garantiu a terceira posição na classe BC2 (na qual o atleta não conta com auxílio de ajudantes).
Praticada por atletas com elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas, a bocha paralímpica consiste em lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma bola branca. Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos. É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento do movimento dos membros.
*Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil
RIO DE JANEIRO/RJ - A técnica da seleção brasileira de futebol feminino, Pia Sundhage, convocou na terça-feira (31) as jogadoras para os amistosos contra a Argentina. Os jogos serão disputados em período de data Fifa, nos dias 18 e 21 de setembro, respectivamente nas cidades paraibanas de João Pessoa e Campina Grande.
Na avaliação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os Jogos Olímpicos encerraram um ciclo na seleção feminina. Na competição, o Brasil foi eliminado nas quartas de final da Olimpíada de Tóquio, em uma derrota nos pênaltis para o Canadá.
Para esse novo ciclo Pia convocou seis jogadoras pela primeira vez: a goleira Lorena (Grêmio), as defensoras Katrine (Palmeiras), Yasmin (Corinthians), Lauren (São Paulo), Bruninha (Santos), além da meia Thaís (Palmeiras). Destas, apenas Yasmin já havia vestido a camisa da seleção, antes de a sueca assumir o comando. Por outro lado, a goleira Bárbara, titular da seleção por vários anos, ficou de fora da lista. Já a meio-campista Marta, outro nome há anos na seleção, foi convocada.
Jogadores convocadas para a seleção:
Goleiras:
Aline Reis - UD Granadilla Tenerife (Espanha)
Letícia - Benfica (Portugal)
Lorena - Grêmio
Defensoras:
Tamires - Corinthians
Yasmin - Corinthians
Katrine - Palmeiras
Antonia - Madrid C.F.F
Daiane - Madrid C.F.F
Erika - Corinthians
Bruninha - Santos
Lauren - São Paulo
Meio-campistas:
Duda - São Paulo
Thaís - Palmeiras
Ary Borges - Palmeiras
Angelina - O.L Reign (Estados Unidos)
Marta - Orlando Pride (Estados Unidos)
Andressinha - Corinthians
Ivana Fuso - Manchester United (Inglaterra)
Atacantes:
Kerolin - Madrid C.F.F
Debinha - North Carolina Courage (Estados Unidos)
Geyse - Madrid CFF (Espanha)
Ludmila - Atlético de Madrid (Espanha)
Nycole Raysla - Benfica (Portugal)
*Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil
TÓQUIO - O brasileiro Maciel Santos derrotou o tailandês Worawut Saengampa por 4 a 3 e conquistou a medalha de bronze da Paralimpíada de Tóquio (Japão) na classe BC2 da bocha (quando o atleta não conta com auxílio de ajudantes), na noite de terça-feira (31) no Centro de Ginástica de Ariake.
PRIMEIRA MEDALHA DA BOCHA! ?
— Comitê Paralímpico Brasileiro -ブラジルパラリンピック委員会 (@cpboficial) September 1, 2021
Em uma partida contra a Tailândia, Maciel Santos, da classe BC2, faz 4 a 3 e garante a terceira colocação na prova individual da modalidade nos #JogosParalimpicos de Tóquio! Parabéns, Maciel! Você merece! ? pic.twitter.com/G5OMAvzNXt
O atleta cearense já tem outras medalhas paralímpicas no currículo, um ouro alcançado em 2012 (Londres) e uma prata em 2016 (Rio de Janeiro).
O Brasil ainda tem chance de alcançar outra medalha na modalidade na noite desta terça, com José Carlos Chagas Oliveira.
*Por Agência Brasil
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