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ALEMANHA - A Siemens registrou aumento na receita do primeiro trimestre, com desempenho positivo em todos os negócios industriais, enquanto o lucro líquido recuou em meio à continuidade de pressões cambiais. A gigante industrial alemã informou na quinta-feira (12) que o lucro líquido no trimestre encerrado em dezembro caiu para 2,03 bilhões de euros, ante 3,71 bilhões de euros um ano antes. O resultado superou a previsão de 1,60 bilhão de euros de analistas, segundo consenso compilado pela própria companhia.

A receita avançou 8% em base comparável, para 19,14 bilhões de euros. As encomendas somaram 21,37 bilhões de euros, ante 20,07 bilhões de euros no mesmo período do ano anterior. Analistas projetavam receita de 19,10 bilhões de euros e entrada de pedidos de 20,84 bilhões de euros, de acordo com o mesmo consenso.

O lucro do negócio industrial subiu para 2,90 bilhões de euros, de 2,52 bilhões de euros, com a margem aumentando para 15,6%. O número também superou a expectativa de 2,64 bilhões de euros dos analistas.

A divisão de infraestrutura inteligente registrou encomendas em nível recorde trimestral, de 7,17 bilhões de euros, enquanto a receita da área cresceu 10% em base comparável, para 5,53 bilhões de euros.

A unidade de indústrias digitais registrou alta nas encomendas e na receita em todas as regiões reportadas, com fortes avanços comparáveis tanto na China quanto nos Estados Unidos, informou a Siemens.

Para o exercício fiscal de 2026, a companhia manteve seu guidance, mas elevou a projeção de lucro por ação (EPS) para um intervalo entre 10,70 euros e 11,10 euros, ante faixa anterior de 10,40 euros a 11,00 euros.

Por volta das 8h30 (de Brasília), a Siemens subia 6,93% em Frankfurt. Fonte: Dow Jones Newswires.

 

 

por Estadao Conteudo

EUA - O Bank of America (BofA) teve lucro líquido de US$ 6,9 bilhões no terceiro trimestre de 2024, 12% menor do que o ganho de US$ 7,8 bilhões apurado em igual período do ano passado, segundo balanço divulgado na terça-feira. O lucro por ação do banco americano entre julho e setembro foi de US$ 0,81, acima da projeção de analistas consultados pela FactSet, de US$ 0,76.

A receita do BofA teve acréscimo anual de 1% no trimestre, a US$ 25,3 bilhões, superando levemente o consenso da FactSet, de US$ 25,25 bilhões.

Apenas a receita com juros diminuiu 3%, a US$ 14 bilhões, conforme “custos de depósito contrabalançaram juros elevados e crescimento nos empréstimos”.

Já as provisões para eventuais perdas com crédito somaram US$ 1,5 bilhão, ante US$ 1,2 bilhão um ano antes.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

EUA - A Meta registrou lucro líquido de US$ 13,47 bilhões no segundo trimestre, um salto de 73% na comparação com igual período do ano passado, segundo balanço divulgado na semana passada. O resultado equivale a ganho de US$ 5,16 por ação, acima da previsão de analistas consultados pela FactSet, de US$ 4,72.

As receitas somaram US$ 39,07 bilhões nos três meses encerrados em junho, acima dos US$ 31,99 bilhões verificado no intervalo equivalente de 2023. Neste caso, a previsão do mercado era de US$ 38,2 bilhões.

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

LONDRES - A Renault divulgou na quarta-feira um lucro operacional melhor do que o esperado para o primeiro semestre do ano, devido aos fortes preços e lançamentos de novos veículos, e manteve sua previsão de margem de lucro para o ano inteiro.

A montadora francesa informou na semana passada que seu volume de vendas no primeiro semestre aumentou 1,9% em relação ao mesmo período de 2023, devido ao forte desempenho dos modelos híbridos na Europa, sua principal região.

A Renault registrou uma margem operacional de 8,1% no primeiro semestre do ano, acima dos 7,6% do ano anterior e acima dos 7,9% esperados por analistas.

Essa é uma métrica fundamental para a Renault, que tem como meta uma margem operacional de dois dígitos até 2030.

A montadora manteve sua previsão de margem operacional para o ano inteiro de 7,4% ou mais.

Questionado durante uma teleconferência com repórteres se a Renault pode atingir essa meta de margem de dois dígitos antes de 2030, o diretor financeiro Thierry Pieton se recusou a comentar, acrescentando: "Continuamos a estar à frente do plano que estabelecemos para nós mesmos".

A Renault voltou a crescer no ano passado, após quatro anos consecutivos de queda nas vendas de unidades, e espera que os dez novos lançamentos deste ano mantenham o ritmo.

A empresa tinha esperado estar na vanguarda dos esforços dos fabricantes de automóveis antigos para se tornarem elétricos, com um plano para que a marca Renault se tornasse totalmente elétrica até o final da década.

Depois de elogiar os esforços da Renault para eletrificar, o presidente-executivo Luca de Meo pediu esta semana "um pouco mais de flexibilidade" na proibição planejada pela União Europeia para 2035 dos modelos com motor a combustão.

A Renault divulgou uma receita de 26,96 bilhões de euros (29,26 bilhões de dólares) no primeiro semestre, um aumento de 0,4% em relação ao ano anterior e acima das previsões do mercado de 26,9 bilhões de euros.

A empresa disse que atualmente tem uma forte carteira de pedidos, equivalente a 2,6 meses de vendas futuras.

A Renault relatou um lucro líquido menor para o primeiro semestre, de 1,4 bilhão de euros, contra 2,1 bilhões de euros no ano anterior, em grande parte devido a uma perda de capital de 440 milhões de euros na venda de ações da parceira de aliança Nissan e despesas de reestruturação de 123 milhões de dólares.

 

 

Por Nick Carey e Gilles Guillaume / REUTERS

BRASÍLIA/DF - O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) teve, em 2023, lucro recorde de R$ 23,4 bilhões, quase o dobro dos R$ 12,1 bilhões registrados no ano passado. O Conselho Curador do Fundo aprovou na terça-feira,16 de julho, o balanço do FGTS no ano passado.

No próximo dia 6, o Conselho Curador reúne-se novamente para definir a parcela do lucro a ser repartida entre os trabalhadores. Em 2023 e 2022, 99% do lucro foi distribuído aos cotistas. Em 2021, 96% do resultado positivo foi partilhado.

Do lucro total, R$ 16,8 bilhões decorrem do lucro recorrente do FGTS, resultante de aplicações do fundo em títulos públicos e em investimentos em habitação, saneamento, infraestrutura e saúde. Os R$ 6,6 restantes decorrem da restruturação do fundo que financia a reconstrução do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. O acordo foi assinado em agosto do ano passado para dar prosseguimento às obras na região portuária, que se estendem desde 2010.

A Caixa Econômica Federal tem até 31 de agosto para creditar a parcela dos lucros do FGTS repartida entre os cotistas. O dinheiro é distribuído proporcionalmente ao saldo em cada conta em nome do trabalhador em 31 de dezembro do ano anterior.

Pela legislação, o FGTS rende 3% ao ano mais a taxa referencial (TR). Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Fundo deverá ter correção mínima pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mas a correção não é retroativa sobre o estoque das contas e só vale a partir da publicação do resultado do julgamento.

Se o resultado da distribuição do lucro por trabalhador e do rendimento de 3% ao ano mais a TR ficar menor que a inflação, o Conselho Curador é obrigado a definir uma forma de compensação para que a correção alcance o IPCA. O rendimento definitivo do FGTS em 2023 só será conhecido após a distribuição dos lucros.

 

Como consultar o saldo

O trabalhador pode verificar o saldo do FGTS por meio do aplicativo FGTS, disponível para os telefones com sistema Android e iOS. Quem não puder fazer a consulta pela internet deve ir a qualquer agência da Caixa pedir o extrato no balcão de atendimento.

O banco também envia o extrato do FGTS em papel a cada dois meses, no endereço cadastrado. Quem mudou de residência deve procurar uma agência da Caixa ou ligar para o número 0800-726-0101 e informar o novo endereço.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - O Itaú Unibanco lucrou R$ 9,771 bilhões no primeiro trimestre de 2024, anunciou o banco na segunda-feira (6). O resultado ficou ligeiramente acima da média estimada por analistas consultados pela Bloomberg, de R$ 9,72 bilhões.

O lucro é 15,8% maior que o registrado no mesmo período de 2023 e 3,9% acima do resultado do quarto trimestre do ano passado. A rentabilidade do banco medida pelo ROE (retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado) também melhorou em ambas as comparações: ele foi a 21,9%, ante 20,7% há um ano e 21,2% há um trimestre.

A receita bruta somou R$ 42,8 bilhões, 14,7% a mais que o mesmo período do ano passado e acima dos R$ 40,31 bilhões previstos pelo mercado financeiro.

Os fatores que mais contribuíram para a melhora no resultado foram o aumento anual de 7,4% da margem financeira com clientes, para R$ 25,8 bilhões, impulsionada pelo crescimento na concessão de crédito, e o crescimento de 5,8% nas receitas de serviços e seguros. Estas somaram R$ 13,5 bilhões graças ao aumento do faturamento de cartões, tanto em emissão quanto em adquirência; aumento dos ganhos com administração de fundos e com assessoria econômico-financeira e corretagem; e maior resultado de seguros em função do aumento dos prêmios ganhos.

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A carteira de crédito total do Itaú cresceu 2,8% na comparação anual, atingindo R$ 1,184 trilhão em março de 2024. Considerando apenas o crédito para pessoas físicas, o avanço foi de 2,6%, impulsionado pelos crescimentos de 11,1% em crédito pessoal, de 5,4% em veículos e de 3,1% em crédito imobiliário. O crédito consignado, porém, caiu 1,9%.

Já para pessoas jurídicas, a concessão de empréstimos acelerou. Para grandes empresas, subiu 9,3%, e para micro, pequenas e médias empresas cresceu 10,2%, com destaque para o aumento de 28% das linhas do Pronampe e do FGI, fomentadas pelo governo federal.

O custo do crédito caiu 3,2%, para R$ 8,8 bilhões, quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado. De acordo com o Itaú, "o cenário positivo na qualidade de crédito, em função das safras recentes, e a consequente melhora nos índices de inadimplência justificam a redução do custo do crédito na comparação anual."

O índice de atrasos acima de 90 dias caiu de 2,8% no quarto trimestre de 2023 para 2,7% no primeiro trimestre de 2024. Considerando apenas a operação brasileira do banco, este índice saiu de 3,2% para 3,1%.

 

RAIO-X | ITAÚ UNIBANCO

Fundação: 2008, ano de fusão do Banco Itaú e do Unibanco

Lucro líquido no 1º trimestre de 2024: R$ 9,77 bilhões

Clientes: 70 milhões

Agências e pontos de atendimento: 3.401

Funcionários: 95.773

Principais concorrentes: Bradesco, Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Nubank

 

 

POR FOLHAPRESS

EUA - A Johnson & Johnson informou na terça-feira, 16, que registrou lucro líquido de US$ 5,35 bilhões no primeiro trimestre de 2024, ou de US$ 2,20 por ação em termos ajustados. O resultado ficou aquém da projeção de US$ 2,64 dos analistas ouvidos pela FactSet. A empresa farmacêutica obteve US$ 21,383 bilhões em vendas, frente à previsão de US$ 21,39 bilhões.

Apesar de ter ficado abaixo das expectativas, os números foram melhores que os dos três meses encerrados em março no ano passado.

O lucro líquido compensou o prejuízo de US$ 491 milhões (ou US$ 0,19 por ação) vistos no primeiro trimestre de 2023.

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A receita cresceu 2,3% ante os US$ 20,894 bilhões reportados um ano antes.

Após a divulgação, a ação da J&J recuava 1,69% nas negociações pré-mercado em Nova York, às 7h58 (de Brasília).

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

BRASÍLIA/DF - O Banco do Brasil (BB) bateu recorde de lucro nos nove primeiros meses do ano. De janeiro a setembro, a instituição financeira teve lucro líquido ajustado de R$ 26,1 bilhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em nota, o BB informou que a melhoria dos lucros decorreu do crescimento da margem financeira bruta (+30,1%), decorrente do bom desempenho da carteira de crédito e dos investimentos em títulos. O banco também cita a diversificação das receitas (principalmente de serviços) e o controle dos gastos.

Apenas no terceiro trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 8,8 bilhões, resultado 4,5% acima do mesmo trimestre de 2022 e 12,8% acima do trimestre anterior. O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) chegou a 21,3%, o que, segundo o BB, representa um índice semelhante ao dos bancos privados.

De acordo com o BB, parte da melhoria decorre do crescimento do crédito. A carteira de crédito ampliada encerrou setembro em R$ 1,07 trilhão, 10% acima do registrado em setembro de 2022 e 2% acima do observado no fim do segundo trimestre.

O índice de inadimplência, que considera atrasos de mais de 90 dias, subiu de 2,73% em junho para 2,81% em setembro, refletindo a alta nos juros, mas, segundo o BB, está abaixo da média de 3,5% registrada no sistema financeiro nacional.

 

Segmentos

Na distribuição por segmentos de crédito, a carteira pessoa física ampliada cresceu 7,9% em relação a setembro do ano passado e 0,7% em relação a junho deste ano. O destaque foi o crédito consignado (+2% no trimestre e +8,9% em 12 meses).

Em relação ao crédito para empresas, a carteira pessoa jurídica ampliada expandiu-se 4,7% em 12 meses. O melhor desempenho foi registrado na carteira para micro, pequenas e médias empresas (+4,2% no trimestre e +14,2% em 12 meses).

O crédito para o agronegócio encerrou setembro com alta de 5,7% no trimestre e de 18,2% sobre setembro do ano passado. Somente na atual safra 2023/2024, foram emprestados R$ 68,8 bilhões, alta de 8,2% em relação à safra anterior. Os destaques no crédito para o agronegócio foram operações de custeio (+14,2% no trimestre e +18,9% em 12 meses), de investimento (+4,8% no trimestre e +37,1% em 12 meses) e comercialização (+8,7% no trimestre e +64,9% em 12 meses).

As operações de crédito sustentáveis, que respeitam parâmetros sociais e ambientais, atingiram R$ 338,8 bilhões no fim do terceiro trimestre, com alta de 5,5% em 12 meses. O crédito sustentável corresponde a 32% da carteira de crédito ampliada do banco.

 

Receitas e despesas

As receitas de prestação de serviços nos nove primeiros meses do ano cresceram 5% em 12 meses. As despesas administrativas subiram 8% na mesma comparação, segundo o BB por causa de investimentos em tecnologia.

 

Projeções

O Banco do Brasil manteve as projeções para 2023. A estimativa de lucro ajustado para o ano está entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões. A previsão de crescimento do volume de crédito neste ano está entre 9% e 13%. As receitas com serviços crescerão de 4% a 8%. A previsão para as despesas administrativas foi mantida, com alta de 7% a 11% neste ano.

 

 

Por Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

EUA - A Disney divulgou na quarta-feira (8) lucros trimestrais melhores do que o esperado – ajudados pelo aumento da frequência aos parques temáticos, um plano agressivo de corte de custos e perdas reduzidas em seu negócio de streaming – enquanto o CEO Bob Iger tenta se defender dos desafios à sua liderança por parte de investidores ativistas.

Iger declarou que a ‘Mouse House’ está entrando numa nova fase de reconstrução após uma reestruturação massiva, colocando a empresa no caminho certo para alcançar cerca de 7,5 bilhões de dólares em cortes de custos – um aumento de 2 bilhões de dólares em relação aos 5,5 bilhões de dólares anunciados anteriormente no início do ano.

“Embora ainda tenhamos trabalho a fazer, estes esforços nos permitiram ultrapassar este período de fixação e começar a construir os nossos negócios novamente”, disse Iger numa teleconferência depois de a empresa ter divulgado os resultados do quarto trimestre.

“Temos uma base sólida de excelência criativa e inovação construída ao longo do século passado, que só foi reforçada pelo importante trabalho de reestruturação e eficiência de custos que realizamos este ano.”

As ações da Mouse House, que permaneceram perto dos mínimos de nove anos, subiram quase 4% nas negociações após o expediente de quarta-feira.

A gigante do entretenimento centenária está mais uma vez sob pressão do acionista ativista Nelson Peltz, cuja Trian Fund Management deverá buscar assentos no conselho. O bilionário e ex-executivo da Marvel Isaac “Ike” Perlmutter disse que confiou sua participação na Disney a Trian para esse esforço, dando ao fundo o controle sobre uma participação avaliada em mais de US$ 2,5 bilhões, informou o Wall Street Journal .

A Trian havia pressionado por um assento no conselho em janeiro, mas encerrou sua disputa por procuração um mês depois, depois que Iger apresentou planos de reestruturação com o objetivo de economizar US$ 5,5 bilhões.

No trimestre encerrado em 30 de setembro, o lucro líquido da Disney aumentou 63%, para US$ 264 milhões, ou 14 centavos, em comparação com o lucro do ano anterior de US$ 162 milhões, ou 9 centavos por ação. O lucro por ação ajustado totalizou 82 centavos, melhor do que a estimativa de lucro por ação da Wasll Street de 70 centavos.

A receita aumentou 5%, para US$ 21,24 bilhões, ficando aquém das expectativas de US$ 21,33 bilhões.

A queda na receita publicitária nas emissoras de TV da empresa, como a ABC, fez com que a Disney relatasse sua segunda perda consecutiva de receita.

Durante o verão, Iger disse que estava interessado em vender propriedades de TV da empresa, como National Geographic, FX, ABC e outras. Iger também pretende vender uma participação minoritária na rede esportiva ESPN.

A divisão de entretenimento da Disney, que inclui redes de TV e estúdios de cinema, gerou US$ 9,5 bilhões em receitas, com o direto ao consumidor representando mais de US$ 5 bilhões desse número. A receita totalizou US$ 236 milhões, com todos os lucros das redes lineares compensando as perdas em serviços de streaming como Disney+.

A Disney disse que seu negócio de streaming, que vem perdendo dinheiro desde o lançamento do Disney+ no final de 2019, está progredindo na redução de suas perdas. O negócio, que também inclui Hulu e ESPN+, perdeu US$ 387 milhões no trimestre, abaixo dos US$ 1,47 bilhão do ano anterior.

Na sua unidade desportiva, a ESPN viu a sua receita aumentar ligeiramente para 3,8 bilhões de dólares, com o lucro operacional aumentando 16%, para 987 milhões de dólares.

Por último, nos parques temáticos e experiências, as receitas aumentaram 13%, para 8,2 bilhões de dólares, com o lucro operacional a aumentar 31%, para 1,8 bilhões de dólares. A maior frequência nos resorts Shanghai Disney, Hong Kong Disneyland e Disneyland e o crescimento dos negócios de cruzeiros ajudaram a compensar os resultados mais baixos no Walt Disney World, na Flórida.

Embora os lucros de quarta-feira tenham elevado o preço das ações da Disney, foi um ano difícil para a Mouse House, cujo preço das ações caiu abaixo de US$ 90 durante a maior parte do ano. Isso representa menos da metade do preço de suas ações apenas dois anos antes.

 

 

por diegof / ISTOÉ

BRASÍLIA/DF - O principal banco no crédito imobiliário no país, a Caixa Econômica Federal fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 4,5 bilhões, resultado 3,2% maior que nos seis primeiros meses do ano passado. Apenas no segundo trimestre (abril a junho), a instituição lucrou R$ 2,6 bilhões, com alta de 40,9% sobre o mesmo período de 2022.

Os números constam de balanço divulgado pela Caixa na noite de quarta-feira (16). A carteira de crédito total da instituição encerrou junho em R$ 1,062 trilhão, com alta de 14,4% em 12 meses. Em relação à concessão de créditos, o banco emprestou R$ 259,1 bilhões no primeiro semestre, alta de 8,5% em relação ao mesmo período de 2022. No segundo trimestre, os empréstimos somaram R$ 132,5 bilhões, com alta de 1,9% na mesma comparação.

Do saldo total de crédito, R$ 682,8 bilhões correspondem ao crédito imobiliário, principal segmento do banco, com crescimento de 15% em relação a junho do ano passado. A concessão de financiamentos imobiliários somou R$ 85,4 bilhões nos seis primeiros meses do ano, somando os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS). O valor representa alta de 14% sobre o mesmo período de 2022.

No primeiro semestre, a Caixa respondeu por 67,5% dos financiamentos imobiliários em todo o país. No Programa Minha Casa, Minha Vida, destinado a famílias de renda mais baixa, o banco concentra 99% de participação no mercado. Segundo a Caixa, o crédito imobiliário beneficiou 1,3 milhão de pessoas com a casa própria na primeira metade do ano e contribuiu para a criação de 581,1 mil empregos.

 

Demais linhas de crédito

Em relação às demais linhas de crédito, o crédito ao agronegócio encerrou o primeiro semestre com saldo de R$ 49,4 bilhões (+60,5%), o estoque de crédito consignado atingiu R$ 102,8 bilhões (+13,5%) e o saldo de crédito para infraestrutura somou R$ 98,5 bilhões (+5,3%) no fim de junho.

O segmento de crédito comercial para pessoas físicas registrou saldo de R$ 126 bilhões, com contratações de R$ 51 bilhões no semestre. Houve crescimento de 21% nos financiamentos de cartões de crédito, de 11,8% no penhor e 8,3% no crédito rotativo.

O segmento de pessoas jurídicas totalizou saldo de R$ 89 bilhões, dos quais as linhas de capital de giro somaram R$ 77 bilhões, com contratações de 35,6 bilhões no semestre. Os maiores crescimentos foram registrados nas linhas de cartão de crédito (+66,9%), capital de giro (+41,6%), e crédito rotativo (+28%).

 

Receitas e despesas

No primeiro semestre, as receitas com prestação de serviços alcançaram R$ 12,5 bilhões, alta de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. Os destaques foram o aumento de 29,1% em produtos de seguridade, de 6,5% em receitas de cartões de débito e crédito e 5,4% nos serviços prestados para o governo.

As despesas administrativas (despesas de pessoal e outras despesas administrativas) totalizaram R$ 19,8 bilhões. O valor representa alta de 10,5% em relação aos seis primeiros meses de 2022.

 

Inadimplência

As operações com mais de 90 dias de atraso subiram de 1,73% no primeiro semestre de 2022 para 2,71% no mesmo período deste ano. Segundo a Caixa, o indicador poderia ter ficado em 2,46%, não fosse o impacto de um caso específico. O banco não informou se esse caso diz respeito ao consignado do auxílio emergencial, concedido em outubro do ano passado e cuja inadimplência continua neste ano.

Considerado apenas o crédito imobiliário, o índice de operações com mais de 90 dias de atraso ficou em 2,1%. A Caixa ressalta que 95% dos financiamentos do setor têm nota entre AA e C, o que indica ausência de calote, embora notas B e C indiquem risco de inadimplência.

 

 

Por Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

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