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IBITINGA/SP - Nesta última 4ª feira (29), o Serviço Autônomo Municipal de Saúde (SAMS) recebeu da equipe do Sindicato Rural aproximadamente 3700 máscaras descartáveis, confeccionadas no Projeto “Oficina Organização Comunitária”, oferecido através do Senar.

Na ocasião, o Gestor Executivo do SAMS, Roberto Gonella, que também estava presente na entrega, salientou que o uso das máscaras é uma situação que provavelmente permanecerá por um bom tempo.

“Até que tenhamos uma vacinação abrangente para a imunizar a população, o uso da máscara permanecerá e, diante desta situação, toda doação de equipamentos de prevenção contra o novo coronavírus será bem-vinda”, complementou Gonella.

 O Presidente do Sindicato Rural, também aproveitou a oportunidade para destacar o bom relacionamento que o Sindicato mantém com o Presidente do Sistema FAESP/SENAR-AR/SP, Dr. Fábio Salles Meirelles. Sendo através deste projeto viabilizada a possibilidade de confecção de máscaras para proteger e dar segurança aos profissionais de saúde que estão expostos diuturnamente para trazer cuidados e proteção para a população.

 

 

*Por: PMI

As 50 máscaras faciais vão ajudar a garantir a proteção dos profissionais que atuam na linha de frente

 

SÃO CARLOS/SP - O Provedor da Santa Casa, Antônio Valério Morillas Júnior, e a Gerente de Operações da Santa Casa, Mariana Pelegrinotti, receberam a visita da Coordenadora do Programa Mesa Brasil do Sesc São Carlos, Veridiana Blanco de Molfetta e da Coordenadora de Comunicação do Sesc, Márcia Beltrami. Na ocasião, foram entregues 50 máscaras Face Shields.  A doação será destinada para os profissionais de saúde que estão na linha de frente do atendimento aos pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19.  

De acordo com a Coordenadora de Comunicação do Sesc São Carlos, Márcia Beltrami, essa é uma ação que conta com a participação de funcionários de diversas unidades do Sesc da capital que têm produzido protetores faciais a partir de uma linha de produção digital instalada no Sesc Avenida Paulista, utilizando impressoras 3D, plástico biodegradável e máquinas de corte, que fazem parte da infraestrutura do programa de Tecnologias e Artes. “Desde que começou a pandemia, temos buscado direcionar os esforços pra ajudar a comunidade em que estamos inseridos, seja com as doações ou com a contratação de profissionais locais para diversas ações programáticas. A Santa Casa é reconhecida pelo seu importante trabalho de atendimento a toda população. Os protetores faciais - Face Shields - são especificamente fabricados para atender os profissionais da saúde. É muito importante ajudar esses trabalhadores que estão na linha frente, atendendo a população e sendo decisivos nesse momento pelo qual todos nós estamos passando”, comenta Márcia.

Mesmo com as unidades fechadas para evitar propagação do novo Coronavírus, o Sesc mantém suas ações de doações normalmente. É o caso do Mesa Brasil, projeto que recolhe alimentos fora dos padrões de comercialização de várias empresas, mas em condições seguras para consumo e encaminham para as entidades. E a Santa Casa é uma das Instituições beneficiadas com essa doação. O hospital recebe aproximadamente 1 tonelada de alimentos por mês, entre salgados, leites, verduras, legumes e frutas.

O Provedor da Santa Casa conta que o Sesc já é um grande parceiro da Santa Casa. Ajuda diariamente a manter a qualidade das refeições do hospital.  E a doação das máscaras Face Shields vai oferecer, principalmente aos profissionais da linha de frente, a garantia de uma maior proteção. “A doação das máscaras contribui muito neste momento de dificuldade que o hospital enfrenta. Além disso, colabora para as finanças do hospital, já que representa um custo a menos no mês. Nossos profissionais estão se dedicando em meio a essa pandemia, e essas doações nos ajudam a garantir a proteção deles”.

Mais de 500 máscaras de tecido e 100 protetores faciais (Face Shield) produzidos por funcionários do Sesc são distribuídas para uso de profissionais de instituições de saúde, de assistência social, em empresas doadoras do Programa Mesa Brasil e empresas do comércio em geral

 

 

SÃO CARLOS/SP - Mesmo com as unidades fechadas desde março, o Sesc continua realizando atividades programáticas em ambiente digital, e também trabalhando em um conjunto de ações socioculturais nas áreas de educação, saúde, alimentação e sustentabilidade para atenuar a crise sanitária que atinge todo o país.

Em São Carlos, uma equipe de 11 funcionários do Sesc e costureiras vinculadas ao Programa Municipal de Economia Solidária participam da campanha Tecido Solidário, criada pelo Sesc São Paulo, para confecção de máscaras de tecido com distribuição comunitária gratuita para grupos em situação de vulnerabilidade, entidades assistenciais e funcionários de empresas do comércio e serviços.

Afastados de suas funções presenciais por conta da pandemia, os funcionários produzem as máscaras em suas casas, utilizando máquinas de costura próprias ou com equipamentos que eram usados em cursos e oficinas oferecidos na unidade do Sesc.

O processo inclui protocolo de boas práticas, seguindo as determinações das autoridades de saúde, e as máscaras produzidas já estão de acordo com a mais atual recomendação da Organização Mundial de Saúde, possuindo três camadas: camada exterior feita de material resistente à água, camada intermediária em material sintético ou algodão e camada interior em material que absorva a água.

A participação na campanha tem propiciado inúmeros aprendizados e experiências para os funcionários, “costurar as máscaras é uma forma da gente se doar, colocar um pouco de carinho ao fazer bem ao próximo, mesmo que distante. Para mim foi uma experiência que fez muito bem, poder me dedicar a uma atividade que trouxesse bem estar, principalmente num momento em que estava entristecida com a doença da minha mãe. Aprendi com a costura e ainda formamos um grupo de funcionários e nos aproximamos muito, mesmo separados, trocamos informações, nos ajudamos, vibramos com o que conseguimos fazer. Ser capaz de aprender novas habilidades, criar algo com capricho e que ainda vai proteger alguém, me deixou muito feliz, afinal proteção é uma forma de amor”, relata Janaína Malvina, funcionária da área de alimentação.

Para Sidney Silva, acostumado com o trabalho na Central de Atendimento, “costurar foi um desafio, e tem sido um aprendizado. Nunca tinha costurado antes, mas ao saber do projeto Tecido Solidário, quis muito participar. Emprestei uma máquina do Sesc e comecei a treinar a costura a partir de algumas explicações e tutorial que recebi para a confecção da máscara. No começo, fiz algumas que não ficaram muito boas, mas hoje já estão dentro do padrão necessário para serem usadas nas empresas e instituições que receberão as doações”.

 

Protetores faciais

A partir de uma linha de produção digital instalada no Sesc Avenida Paulista, utilizando impressoras 3D, plástico biodegradável e máquinas de corte, que fazem parte da infraestrutura do programa de Tecnologias e Artes, funcionários de diversas unidades do Sesc da capital têm produzido protetores faciais (face shield) em dois modelos diferentes, um destinado aos trabalhadores do serviço público de saúde e instituições de atendimento hospitalar sem fins lucrativos, e outro modelo direcionado a entidades assistenciais que atendem idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade e pessoas com deficiência, nas cidades atendidas pelas unidades da instituição em todo o estado.

Obrigatórias e comprovadamente eficazes na proteção individual contra a propagação do Coronavírus, as máscaras e os protetores faciais (face shield), juntamente com folheto educativo e embalagens plásticas para acondicionar separadamente máscaras limpas das usadas, neste primeiro momento, foram entregues para funcionários da Santa Casa de São Carlos, aos colaboradores de empresas atendidas pelo Programa Sesc de Relacionamento com Empresas e para as instituições Nave Sal da Terra, Nosso Lar, Acorde, e os abrigos Cantinho Fraterno e Dona Helena Dornfeld, cadastrados no Mesa Brasil Sesc.

 

Saiba+: sescsp.org.br/tecidosolidario

 

+SESC NA QUERENTENA

Durante o período de distanciamento social, em que as unidades do Sesc no estado de São Paulo permanecem fechadas para evitar a propagação do novo coronavírus, um conjunto de iniciativas garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

Mesa Brasil | Tecido Solidário | Fabricação Digital de Protetores Faciais | Teatro | Música | Dança | Cinema | Esporte | Crianças | Ideias | SescTV | Selo Sesc | Edições Sesc São Paulo | Youtube Sesc São Paulo | Instagram Sesc Ao Vivo | Portal Sesc SP

 

+ SESC DIGITAL

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.

Saiba +: Sesc Digital

RIO CLARO/SP - A cidade de Rio Claro realizou na última segunda-feira (6) ação de fiscalização quanto ao uso de máscaras. O item de proteção obrigatório deve ser usado sempre que for necessário sair de casa como medida de proteção ao novo coronavírus.

“A fiscalização se faz necessária para que a comunidade entenda a importância de se adotar os cuidados para impedir contágio e transmissão da doença”, destaca o prefeito João Teixeira Junior. “O uso da máscara, higienização adequada e isolamento social são as ferramentas que temos para conter a Covid-19”, acrescenta o prefeito Juninho.

Equipes de fiscalização da Vigilância Sanitária, juntamente com a Polícia Militar e Guarda Municipal, percorreram a região central de Rio Claro e bairros Cidade Jardim e Alto do Santana. Não foi necessário nenhum auto de infração.

“A fiscalização continuará sendo feita e quem não estiver utilizando corretamente a proteção poderá ser multado”, observa Maurício Monteiro, secretário de Saúde. O mesmo vale para estabelecimentos comerciais que permitirem a presença de pessoas que estiverem sem máscaras.

Desde que o uso de máscara tornou-se obrigatório, as equipes vem atuando nos estabelecimentos e orientando a comunidade sobre a importância da proteção. As multas podem ser aplicadas em pessoas físicas ou jurídicas.

Quem for flagrado em espaços públicos sem o equipamento, ou usando-o de maneira incorreta, será multado em R$ 524,59. Já os estabelecimentos que permitirem a presença de pessoas sem a proteção adequada receberão multa de R$ 5.025,02, valor que será multiplicado pelo número de pessoas em situação irregular. Os estabelecimentos devem manter aviso em local visível informando sobre o uso obrigatório das máscaras. Além disso, deverão advertir os eventuais infratores sobre a proibição de entrada e permanência no local sem o uso da proteção. Podem ser utilizadas máscaras de tecido ou outro material adequado, de fabricação caseira ou industrial, e a máscara deve cobrir corretamente o nariz e boca. As pessoas devem usar proteção facial em qualquer via pública, praças, logradouros, passeios públicos, parques, repartições públicas, interior ou área adjacente de estabelecimentos essenciais de serviços ou comércio, na espera e durante a utilização de transporte coletivo, transporte por veículo de serviço de táxi ou de motorista por aplicativo ou transporte aéreo.

 

 

*Por: PMRC

MATÃO/SP - Em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a AB Triângulo do Sol está apoiando a campanha do governo paulista sobre o uso da máscara de proteção durante a pandemia de covid-19. Na última sexta-feira (3), os letreiros eletrônicos da concessionária, localizados ao longo das rodovias, começaram a exibir a seguinte mensagem: “Use máscara. Proteja a sua vida e a dos outros”.

Desde o início da pandemia, a AB Triângulo do Sol adotou medidas para reduzir o risco de contágio nas praças de pedágio, como a disponibilização de álcool gel para colaboradores e usuários, máscaras de proteção para colaboradores e higienização frequente das cabines. Além disso, o pagamento da tarifa passou a ser coletado por meio de uma cesta plástica, que é higienizada após cada atendimento.

Site

O governo do estado de São Paulo lançou, na quarta-feira (1º), um site exclusivo sobre o uso obrigatório de máscaras como prevenção ao coronavírus. A nova página concentra uma série de informações oficiais e atualizadas sobre o tema e ainda disponibiliza o download do cartaz oficial sobre a obrigatoriedade de uso da proteção facial, considerada fundamental para reduzir o contágio durante a pandemia.

O site https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/mascaras contém esclarecimentos a respeito da legislação que obriga o uso das máscaras em todo o estado e prevê multas em caso de infrações. Na aba “Dúvidas Frequentes”, é possível ter acesso ao detalhamento do Decreto Estadual 64.959/2020 e da Resolução SS 96/2020, incluindo as regras vigentes para pessoas físicas e jurídicas e as especificações sobre a fiscalização.

 

AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo

A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo: Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / Nemésio Cadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.

SÃO CARLOS/SP - Uma ação da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) realizada na manhã de sábado, 03, distribuiu 5 mil máscaras à população são-carlense. A ação foi realizada em diversas regiões da cidade, em especial, nas áreas de comércio e grande circulação de pessoas.

O governador João Doria editou um decreto estadual onde, desde o dia 1º de julho, as pessoas que não estiverem usando máscaras como forma de prevenção ao novo Coronavírus poderão ser multadas.

O presidente da ACISC, José Fernando Domingues, explica que a iniciativa surgiu com o objetivo de conscientizar, ainda mais, a população. “Em São Carlos, temos tido uma grande adesão das pessoas ao uso das máscaras e nunca é demais ajudarmos nessa conscientização. Segundo os especialistas, elas ajudam a salvar vidas e evitam o aumento do contágio da doença, primordial para que o comércio não essencial continue em funcionamento”, contou.

Além das máscaras, também foram distribuídos folders com todos os protocolos sanitários para o setor comercial. “Se não tivermos os devidos cuidados, os casos de Coronavírus podem aumentar e o comércio não essencial pode ser fechado. Continuamos solicitando o apoio de todos os comerciantes, funcionários do comércio e dos próprios consumidores”, explicou Zelão.

Repasse à Santa Casa

Na semana passada, a ACISC repassou recursos na ordem de R$ 95 mil e mais 1 mil aventais descartáveis para procedimentos, à Santa Casa de Misericórdia de São Carlos.

Os recursos são originários de uma campanha realizada pela entidade, junto aos seus associados. “Desde janeiro iniciamos essa campanha para ajudar a nossa Santa Casa e estamos repassando esses R$ 95 mil que servirão para os investimentos que a provedoria achar necessário”, explicou Zelão.

As doações foram recebidas pelo provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior. Ele ressaltou que o recurso recebido vai resultar em mais melhorias. “Esse valor vai impactar uma melhoria da infraestrutura interna para todos os pacientes da região, pois não atendemos só a cidade de São Carlos. Então, a ACISC investe na Santa Casa, via comerciantes, há alguns anos, nesse retorno social que traz benefício para a população, principalmente, a mais carente da nossa cidade”, finalizou.

PORTO FERREIRA/SP - Nesta última semana Policiais Militares de Porto Ferreira, receberam por meio de doação máscaras para a prevenção ao Covid-19 durante o trabalho policial.

A empresa que fez a doação foi a “Nova Alfa Uniformes” da cidade de Descalvado através de seu proprietário Sr. Maurício Suriano.

A doação foi uma forma de ajudar os Policias a se prevenirem ao Covid-19 tendo em vista que estão também ligados diretamente ao atendimento de toda população, sendo também considerados “linha de frente” onde dão suporte e ajuda a todas as outras áreas também ligadas ao combate do Coronavírus.

O Comandante da Polícia Militar em Porto Ferreira, Capitão Leonardo Régis Ramos, agradece ao Sr. Maurício pela doação das máscaras que será muito útil a todos os policiais.

As máscaras de proteção tornaram-se fundamentais no combate à pandemia do novo coronavírus; aprenda a usá-las de forma correta

SÃO PAULO/SP - Praticar o distanciamento social e lavar as mãos com frequência são as medidas mais efetivas para prevenir o contágio do novo coronavírus, mas o uso de máscaras de proteção também vem provando ser um hábito importante para o combate à pandemia.

As máscaras de proteção são especialmente importantes para prevenir que pessoas infectadas espalhem o vírus, por meio de partículas de saliva ou de secreção expelidas ao tossir ou espirrar. Por isso, o uso de máscaras de proteção é considerado hoje não só uma forma de cuidado pessoal, mas um ato de respeito ao próximo.

Para uma proteção eficaz, é essencial que as máscaras sejam usadas corretamente. Confira os erros mais comuns no uso das máscaras e como corrigi-los.

Erro: não higienizar as mãos antes de colocar a máscara de proteção

Nunca toque a máscara de proteção antes de lavar as mãos, ou você corre o risco de contaminá-la antes mesmo de sair de casa. O primeiro passo para um uso seguro é colocar a máscara de proteção somente após essa higienização.

Erro: deixar o nariz descoberto

A máscara de proteção deve proteger bem o nariz e a boca, cobrindo também o queixo. Certifique-se de que o tecido fique bem ajustada ao rosto, sem que fiquem vãos largos nas laterais.

Erro: tocar a máscara de proteção para ajustá-la ao rosto

Evite ao máximo tocar na máscara de proteção. Caso precise arrumá-la, nunca toque a parte de tecido. Manuseie somente as alças para ajustá-la, assim você evita contaminá-la com as mãos.

Erro: achar que o uso da máscara de proteção é suficiente para se proteger

Mesmo com o uso de máscaras de proteção, é fundamental continuar respeitando as medidas de prevenção ao contágio: manter uma distância segura de outras pessoas ao sair de casa e jamais tocar o rosto com as mãos antes de lavá-las.

Erro: usar a máscara de proteção apenas na presença de outras pessoas

Mesmo que não haja outras pessoas por perto, usando a máscara de proteção você evita que possíveis gotículas infectadas contaminem as superfícies com as quais entrou em contato. Lembre-se de que boa parte das pessoas infectadas pelo novo coronavírus não apresentam sintomas. Por isso, ao sair sem máscara de proteção, você pode estar colocando outras pessoas em risco sem saber.

Erro: retirar a máscara de proteção sem cuidado

Assim como deve-se lavar as mãos antes de colocar a máscara de proteção, é muito importante repetir esse processo ao retirá-la. Ao voltar da rua, coloque a máscara de tecido imediatamente para lavar e higienize bem as mãos em seguida. No caso de máscaras descartáveis, faça o descarte adequado no lixo comum.

Erro: achar que o uso dentro de casa não é necessário em nenhuma situação

Em geral, não é preciso usar máscaras de proteção dentro de casa se você estiver em contato apenas com quem mora no mesmo local. Porém, se uma das pessoas apresentar qualquer suspeita de infecção pelo novo coronavírus, o uso por todos os moradores torna-se fundamental. O doente deve manter-se isolado em um cômodo próprio, na medida do possível, e qualquer contato com outras pessoas da casa deve ser feito com ambos protegidos pela máscara.

 

Sobre a Extrafarma

Fundada há 59 anos, a Extrafarma atua no mercado de varejo farmacêutico do Brasil. Com mais de 400 lojas e mais de 7 mil colaboradores diretos, a rede conta com mais de 6 milhões de clientes cadastrados no seu programa de fidelidade, o Clube Extrafarma. Em 2014, a empresa passou a fazer parte do Ultra, companhia multinegócios da qual fazem parte também Ipiranga, Ultragaz, Ultracargo e Oxiteno.

Para encontrar a Extrafarma mais próxima, basta acessar o site:

https://www.extrafarma.com.br/lojas/.

Foi vetada a obrigatoriedade de uso de máscara em estabelecimentos comerciais, indústrias, templos religiosos, estabelecimentos de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas

 

BRASÍLIA/DF - Entrou em vigor nesta sexta-feira (3) a lei nacional que torna obrigatório o uso de máscaras de proteção facial em espaços públicos, como ruas e praças, em veículos de transporte público, incluindo carros de aplicativos de transporte, e em locais privados acessíveis ao público. As alterações promovidas na Lei Nacional da Quarentena valem enquanto durar o estado de calamidade pública decorrente da pandemia de Covid-19.

O texto publicado no Diário Oficial da União (Lei 14.019/20) foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro com 17 vetos. Entre os trechos vetados está o que obrigava a população a manter boca e nariz cobertos por máscara de proteção individual em estabelecimentos comerciais, como shoppings e lojas, indústrias, templos religiosos, estabelecimentos de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas.

Na justificativa, Bolsonaro destacou que, ao mencionar “demais locais fechados”, o texto aprovado pelo Congresso – substitutivo do Senado para o Projeto de Lei 1562/20, do deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA) –, “incorre em possível violação de domicílio”.

Ele se referiu ao princípio constitucional de que a casa é asilo inviolável do indivíduo. “Deste modo”, acrescentou o presidente, "não havendo a possibilidade de veto de palavras ou trechos, impõe-se o veto [total] do dispositivo”.

No entendimento da Secretaria-Geral da Mesa (SGM) da Câmara, no entanto, "demais locais fechados” refere-se a espaço privado acessível ao público e nunca a domicílios. Para a SGM, a garantia constitucional de inviolabilidade de domicílio não poderia, em nenhuma hipótese, ser afastada por lei ordinária.

Foi mantida no texto a dispensa do uso de máscara por pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado do equipamento.

Também permanece a obrigação de órgãos, entidades e estabelecimentos afixarem cartazes informativos sobre o uso correto de máscaras e o número máximo de pessoas permitidas ao mesmo tempo no local.

Bolsonaro vetou ainda trechos do projeto que obrigavam estados, municípios e o Distrito Federal a estabelecerem multas e a restringirem a entrada ou retirarem de suas instalações quem não estivesse usando máscaras. Outros trechos vetados previam multas a estabelecimentos em funcionamento durante a pandemia que deixassem de fornecer gratuitamente máscaras a funcionários e colaboradores e álcool em gel a 70% em locais próximos a entradas, elevadores e escadas rolantes.

Entre as razões para esses vetos está a falta de limites para a aplicação das multas e a criação de despesa aos demais entes federados sem a indicação da fonte de custeio. O governo federal argumenta que já estão previstas na legislação atual multas por infração sanitária (Lei 6.437/77).

Foram mantidos no texto o uso obrigatório de máscaras em estabelecimentos prisionais e nos de cumprimento de medidas socioeducativas e ainda a previsão de atendimento preferencial em estabelecimentos de saúde para profissionais da saúde e da segurança pública.

 

 

Reportagem – Murilo Souza

Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Inicialmente somente serão realizadas blitz orientativas

SÃO CARLOS/SP - Após parecer jurídico da Procuradoria Geral do Município (PGM) a Vigilância Sanitária de São Carlos informa que vai seguir as determinações do Governo do Estado que a partir de agora exige o uso de máscaras faciais também em espaços comuns.

No último mês de maio a Prefeitura de São Carlos publicou decreto estabelecendo o uso obrigatório de máscaras de proteção facial nos estabelecimentos que executam atividades comerciais, corporativas e congêneres em geral no município com objetivo proteger os são-carlenses, evitando a transmissão do novo coronavírus (COVID-19). Já para a população em geral o uso de máscara foi recomendado e não obrigatório.

“Agora com a nova Resolução do Governo do Estado o uso se torna obrigatório para todo mundo. A resolução é válida para todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias, drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, transporte coletivo, condomínios e em qualquer área púbica, ou seja, nas vias públicas em geral. Saiu de casa, sai de máscara”, explica Fernanda Cereda, supervisora da Vigilância Sanitária de São Carlos, lembrando que nessa primeira semana as pessoas somente serão orientadas e informadas da obrigatoriedade do equipamento de proteção.

Fernanda ressalta, ainda, que inicialmente as pessoas serão orientadas, se necessário, notificadas e se multadas tem o direito de recorrer. “A definição da multa pela ausência de máscaras tem como mote a conscientização da importância da proteção facial individual em favor de toda a sociedade”, finaliza a supervisora da Vigilância Sanitária.

Para Mateus de Aquino, coordenador do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus e secretário de Comunicação, a população de São Carlos já aderiu o uso de máscaras. “Acreditamos e contamos com a colaboração da população que pode nos ajudar ainda mais orientando familiares, amigos e vizinhos. “O objetivo não é punir, mas orientar, alertar as pessoas sobre a importância de proteger vidas. Não há nenhum sentido arrecadatório e nem punitivo, mas de alertar a população para que use máscaras”, acrescentou o coordenador do Comitê.

Em estabelecimentos comerciais, a multa prevista é de R$ 5 mil por pessoa sem máscara a cada fiscalização. Já em espaços públicos, como ruas e praças, a pessoa que não estiver usando a proteção será multada em R$ 500,00.

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