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Entre reviravoltas e reflexões, os próximos dias pedem cautela e ajustes na rota

 

SÃO CARLOS/SP - Um dos fenômenos mais marcantes do ano, a Lua de Sangue, acontecerá na madrugada de 13 para 14 de março. Isso porque o Eclipse Lunar Total em Virgem tingirá o céu de vermelho, um espetáculo visível em todo o Brasil e carregado de significados sobre encerramentos e transformações. Apenas um dia depois, em 15 de março, Mercúrio retrógrado em Áries entra em cena, trazendo desafios para a comunicação e impulsionando reflexões antes de decisões importantes.

De acordo com o Astrolink, o eclipse, popularmente chamado de "Lua de Sangue", recebe esse nome devido ao tom avermelhado que a Lua adquire durante sua totalidade. Esse efeito ocorre porque, ao ser eclipsada pela sombra da Terra, a luz solar que atravessa a atmosfera terrestre sofre um fenômeno conhecido como dispersão de Rayleigh, que filtra as cores azul e verde e permite que apenas os tons avermelhados e alaranjados alcancem a superfície lunar.

A astróloga Giovanna Guarnieri, do Astrolink, explica que eclipses lunares representam fechamentos de ciclos e revelações importantes, sendo momentos propícios para mudanças que se desenvolvem nos meses seguintes. “Em Virgem, signo ligado à organização, à análise crítica e ao cuidado com a saúde, esse evento reforça a necessidade de ajustar hábitos, eliminar padrões desgastados e encontrar um equilíbrio entre vida prática e bem-estar emocionaldiz.

Já Mercúrio Retrógrado em Áries chega para reforçar esse chamado de revisão, mas com um tom mais impulsivo e desafiador. Conhecido por sua pressa e instinto de ação, Áries encontra dificuldades naturais em períodos de retrogradação, que pedem cautela, reflexão e reavaliação de estratégias. Durante esse trânsito, que se estende até 7 de abril, será essencial evitar precipitações e repensar a forma como nos comunicamos e tomamos decisões, especialmente em momentos de tensão.

Com esses dois fenômenos ocorrendo praticamente ao mesmo tempo, a necessidade de ajustes pode ser necessária. O eclipse traz mudanças e viradas de chave, enquanto Mercúrio retrógrado sugere um freio para reavaliar antes de agir. O desafio será encontrar um equilíbrio entre a necessidade de transformação e o momento certo para colocar essas mudanças em prática.

Previsões para cada Ascendente: como esse período pode impactar sua vida?

Cada pessoa sentirá os efeitos do eclipse e da retrogradação de forma diferente, dependendo da área do mapa astral onde esses trânsitos ocorrem. Confira as principais tendências para cada Ascendente:

  • Ascendente em Áries: Revisão na forma como você se expressa e se apresenta ao mundo. Cuidado com impulsividade na comunicação.
  • Ascendente em Touro: Reflexões sobre espiritualidade, padrões do passado e dinâmicas de amizade.
  • Ascendente em Gêmeos: Ajustes em relações sociais e grupos. Amizades antigas podem reaparecer.
  • Ascendente em Câncer: Reavaliação de metas profissionais e trajetória de carreira. Evite tomar decisões definitivas.
  • Ascendente em Leão: Revisões em estudos, crenças e possíveis mudanças de planos de viagem. Atenção com mal-entendidos.
  • Ascendente em Virgem: Transformações financeiras e emocionais. Hora de deixar para trás padrões que não fazem mais sentido.
  • Ascendente em Libra: Reflexões sobre relacionamentos e parcerias. Comunicação clara será essencial.
  • Ascendente em Escorpião: Reestruturação da rotina e da saúde. Conflitos no ambiente de trabalho podem surgir.
  • Ascendente em Sagitário: Revisão de projetos criativos e expressão pessoal. Resgate de antigas paixões.
  • Ascendente em Capricórnio: Ajustes na vida familiar e no lar. Reflexões sobre vínculos e padrões ancestrais.
  • Ascendente em Aquário: Comunicação e aprendizado exigem mais clareza. Evite ruídos e distrações.
  • Ascendente em Peixes: Revisão financeira e de valores pessoais. Cautela com gastos impulsivos.

Um período para revisar, ajustar e planejar

O encontro entre o Eclipse Lunar em Virgem e Mercúrio Retrógrado em Áries cria um período de mudanças e reflexões profundas. É um momento de pausa estratégica, onde tentar forçar acontecimentos pode gerar mais obstáculos.

A melhor forma de atravessar esse período será com paciência, flexibilidade e disposição para revisões. Questões que surgirem agora tendem a se desenrolar nos próximos meses, e a forma como lidamos com os desafios desse período definirá muito do que está por vir.

Se o eclipse traz encerramentos e novas direções, Mercúrio retrógrado reforça a necessidade de pensar antes de agir. Em tempos de transição, a melhor estratégia é respeitar o ritmo do universo, aceitar os ajustes necessários e estar aberto às transformações que o destino colocar no caminho.

Os efeitos desses eventos astrológicos serão únicos para cada pessoa, pois tudo depende de qual área do Mapa Astral será ativada pelos trânsitos. Enquanto alguns sentirão mudanças nos relacionamentos, outros podem perceber impactos na carreira, família ou finanças. Para entender como essas energias vão se manifestar na sua vida, o ideal é analisar seu próprio mapa astral. No Astrolink, você pode conferir gratuitamente as influências planetárias e descobrir quais setores estarão mais movimentados neste período.

SÃO PAULO/SP - Hidratação constante e toalha úmida por perto, recomenda a pesquisadora Tatiane Cristina Moraes de Sousa para enfrentar o calor intenso. Professora do Departamento de Epidemiologia do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), alerta para os impactos a curto e longo prazo na saúde humana em razão da alta das temperaturas registradas na cidade do Rio de Janeiro.

Somente nos dois primeiros meses do ano, mais de 5 mil pessoas já procuraram atendimento médico em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) em razão do calor excessivo, conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ).

“Quando falamos dos impactos, temos que pensar primeiro na exposição, que é como aquela pessoa está exposta, por quantas horas, se está dentro de um ambiente ou não, se está a céu aberto, trabalhando”, avalia a professora.

Como efeitos imediatos da exposição ao calor, a pesquisadora cita sinais de exaustão e insolação, que, em casos mais graves ou quando não há tratamento adequado, podem provocar complicações em órgãos vitais.

“A pessoa pode ter desmaios, náuseas, diferentes sinais e sintomas que mostram que ela está se encaminhando para uma insolação. O risco final, que pode acontecer de imediato dependendo das condições, é a pessoa vir a óbito”, comenta, relembrando o caso da universitária Ana Clara Benevides Machado, que morreu devido à exaustão causada pelo calor durante um show da cantora Taylor Swift no Rio de Janeiro em 2023.

Além dos efeitos diretos da exposição ao sol, principalmente em dias de temperatura e sensação térmica elevadas, Sousa aponta para os efeitos a longo prazo. À Agência Brasil, a professora explica que a exposição ao calor intenso faz com que se exija mais esforço do organismo para se regular. “Nosso sistema cardiovascular e nosso sistema renal estão se esforçando mais para o nosso corpo voltar à temperatura em que o organismo funciona melhor, em torno de 37ºC, então, se expormos o nosso corpo a esse esforço por um longo período, também aumentamos a chance de aparecerem doenças crônicas”, diz.

Rio de Janeiro (RJ), 17/02/2024 - Funcionários tabalham no Sambódromo debaixo de forte calor. Cidade do Rio de Janeiro atinge nível 4 de calor. Marco é caracterizado por temperaturas que podem chegar a 44ºC  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 Funcionários trabalham no Sambódromo debaixo de forte calor. Cidade do Rio de Janeiro atinge nível 4 de calor. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Apesar das temperaturas recordes registradas na capital fluminense — na segunda-feira (17), a cidade atingiu máxima de 44ºC, maior temperatura desde 2024 —, a pesquisadora avalia que o calor excessivo não é um desafio apenas da cidade do Rio de Janeiro, mas um problema que precisa ser repensado por diferentes sistemas de gestão pública e pela sociedade.

“Hidratação, por exemplo, é essencial. A prefeitura municipal [do Rio de Janeiro] disponibilizou pela cidade diferentes pontos de hidratação gratuita, mas sabemos que interromper ou evitar essa exposição no horário de 11h às 15h é ideal, só que isso mexe, principalmente, com o trabalhador, isso mexe como construímos a nossa sociedade para os horários de trabalho”, reflete.

Segundo Sousa, os profissionais mais afetados são aqueles com vínculos informais de trabalho, especialmente entregadores e vendedores ambulantes, que dependem dos horários de maior movimento. “Como você vai garantir que esse vendedor não trabalhe nos horários de pico, se no carnaval, por exemplo, é o momento em que eles mais ganham?”, questiona.

Rio de Janeiro (RJ) 25/01/2025 – Vendedores ambulantes na Praia do Flamengo durante semana com alerta de calor extremo. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Vendedores ambulantes na Praia do Flamengo durante semana com alerta de calor extremo  - Fernando Frazão/Agência Brasil

Além da atividade desenvolvida, outro fator importante para compreender a situação de vulnerabilidade a que os trabalhadores estão submetidos é a idade, já que idosos, assim como crianças, são mais suscetíveis a problemas em decorrência do calor intenso. Muitos desses trabalhadores informais, avalia a pesquisadora, também apresentam quadros de hipertensão, diabete, doenças renais e cardíacas, que contribuem para uma situação de mal-estar.

Pensando, sobretudo, nos trabalhadores informais expostos ao sol por um longo período, a pesquisadora recomenda buscar áreas cobertas e ventiladas, usar chapéus o tempo inteiro e reconhecer o momento de encerrar a atividade para buscar ajuda. “Essa é uma coisa que o poder público vai ter que intensificar, é o acesso ao socorro, à assistência, o cuidado durante esse período”, explica a professora.

Outra recomendação que Sousa faz é sempre refrescar o corpo com água ou uma toalha molhada. Para ela, essas ações, no entanto, não podem ser restritas ao início deste ano: “Faltam ações concretas, mas isso não pode parar agora porque estamos no verão. São planejamentos, revisões que temos que ter para o próximo verão, para outros períodos que não imaginávamos que fossem ser tão quentes, mas serão”.

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - A Defesa Civil do Estado de São Paulo informa que, durante o período natalino, estão previstas chuvas intensas, especialmente nas regiões do Litoral Norte, Vale do Paraíba, Litoral Sul, capital paulista, Região Metropolitana de São Paulo, Região de Campinas, Sorocaba e Bauru, entre terça-feira (24) e sexta-feira (27).

Na terça-feira (24) e quarta-feira (25), os dias serão marcados pelo Sol entre nuvens, favorecendo a elevação das temperaturas e a sensação de calor em todo o Estado de São Paulo. O aquecimento diurno, combinado com a umidade do ar proveniente do oceano, criará condições para pancadas de chuva isoladas em diversas regiões do território paulista.

Embora os modelos meteorológicos não indiquem previsões de acumulados significativos, é importante destacar que poderão ocorrer temporais, principalmente nas áreas que fazem divisa com Minas Gerais e na faixa leste do Estado.

Durante quinta-feira (26), a previsão é de pancadas de chuva fortes, seguidas por raios e rajadas de vento em todo o território paulista. Isso ocorre devido à passagem de uma frente fria, acompanhada de um corredor de umidade do ar vindo da região Amazônica.

Os modelos meteorológicos indicam condições para acumulados expressivos de chuva e, com o solo já encharcado, recomendamos atenção redobrada em áreas mais vulneráveis, pois há risco de transtornos.

O Gabinete de Crise estará mobilizado ao longo da semana do Natal, para garantir a pronta resposta à população em caso de emergência causada pelas chuvas previstas neste feriado, em todo estado.

Cuidados redobrados durante temporais

Os temporais costumam ter curta duração, no entanto, possuem grande intensidade de chuva e são acompanhados de rajadas de vento e queda de raio. Exatamente por esta condição é que apresentam risco de transtorno, principalmente em centros urbanos, com formação de áreas alagadas e enxurradas. No Litoral é fundamental que os banhistas saiam da praia durante a formação de mau tempo. Os raios podem cair antes do início da chuva.

Durante estes temporais, a Defesa Civil orienta à população a se proteger em locais seguros e evitar transitar por áreas sujeitas a alagamentos. Procure abrigo em uma edificação e opte por não transitar nesses momentos. Uma lâmina com 30 cm de água pode arrastar um carro.

Quem mora em áreas de risco precisa ficar atento às encostas, já que volumes grandes de chuva aumentam a chance de ocorrências de escorregamento de terra. Sinais como surgimento de rachaduras nas paredes do imóvel, postes ou árvores inclinadas e água lamacenta descendo do morro são sinais de um possível deslizamento. Com qualquer uma destas situações a pessoa deve deixar o local e acionar a Defesa Civil.

Antes da chegada dos temporais, o CGE encaminha mensagens de alerta para a população através do SMS 40199. Para se cadastrar basta enviar uma mensagem de texto para o número 40199 e colocar o CEP da localidade de interesse.

Médica-veterinária orienta sobre medidas e medicamentos que podem amenizar os danos das celebrações para os pets

 

SÃO PAULO/SP - Embora a soltura de fogos de artifício com barulhos seja proibida em diversas cidades brasileiras, a regra não é cumprida por todos. Então, vale imaginarmos como seria repentinamente escutar ruídos dos fogos de artifício quatro vezes mais alto do que ouvimos, acompanhados de iluminação forte e agitação de pessoas, sem entender do que se trata. É assim que as celebrações de fim de ano são percebidas pelos pets e, por isso, a conscientização e a prevenção são fundamentais.

Os animais de estimação possuem uma audição muito mais sensível. Cães conseguem captar sons em frequências de até 60.000 Hz, enquanto gatos chegam a 85.000 Hz, muito superiores aos 20.000 Hz que o ouvido humano pode perceber. Essa capacidade auditiva ampliada faz com que os estrondos dos fogos sejam assustadores, podendo causar desde medo, traumas, posturas agressivas, tentativas de fuga até laceração dos tímpanos, ataque cardíaco, desmaios, automutilações, convulsões ou, mesmo, a morte em animais mais sensíveis ou com comorbidades.

Preparativos

Segundo a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade, quanto antes tomarmos medidas preventivas, melhores os resultados. A dessensibilização dos animais habituando-os a ouvirem ruídos de fogos enquanto participam de uma brincadeira ou recebem carinho e petiscos é uma forma de associarem o som alto a bons momentos, contribuindo com a prevenção de respostas exacerbadas.

Uma consulta antecipada ao médico-veterinário também é essencial para avaliar as condições clínicas, a ansiedade, o medo e o estresse do animal. Em muitos casos, é recomendado o uso de medicamentos para preparar o pet e proporcionar maior tranquilidade. Florais de Bach, nutracêuticos e fitoterápicos, como valeriana, kawa-kawa, passiflora, L-triptofano e melatonina são algumas opções naturais para a prevenção e podem ser manipuladas em formas farmacêuticas flavorizadas que auxiliam a administração.

“Medicar um animal nem sempre é uma tarefa fácil, especialmente os gatos. Por isso, a manipulação de medicamentos com formas farmacêuticas como glóbulos, biscoitos ou molhos, em sabores como bacon, leite condensado ou frango facilitam a aceitação do pet e reduzem o estresse de medicar”, argumenta Farah.

A veterinária lembra ainda que para animais com alto grau de ansiedade ou com saúde debilitada, pode ser necessária a administração de medicamentos de uso controlado. “Esse tipo de medicamento só pode ser prescrito por um médico-veterinário. O tutor nunca deve administrar doses menores de seus próprios medicamentos para o pet. Embora alguns princípios ativos sejam comuns aos animais e aos humanos, a indicação é muito específica e a dose, muito diferente. Esse é outro motivo para optar pela manipulação de medicamentos veterinários: a dose é exata para o peso do animal e a quantidade específica para o tratamento, uma segurança a mais para pets e tutores”, esclarece Farah.

Como proteger os pets durante a soltura de fogos de artifício

Administre os medicamentos conforme a prescrição médica. Mantenha o pet dentro de casa, pois será mais difícil escapar e ficará mais tranquilo ao se sentir próximo do tutor. Fechar portas, janelas e cortinas, ajudará a abafar o som e criará a sensação de segurança. Escolha um ambiente tranquilo da casa onde o pet possa se sentir seguro e inclua objetos familiares, como caminhas, brinquedos e roupas com o cheiro do tutor.

Ligue a TV, rádio ou músicas relaxantes para disfarçar o som dos fogos. Utilize essências ou difusores de feromônios, que ajudam a criar um ambiente mais calmo. Se possível, permaneça com o pet e demonstre tranquilidade durante os estrondos, isso o deixará mais seguro e confortável.

Outros riscos do fim do ano

Confraternizações, decoração e alimentação típicas das festas de fim de ano também representam riscos aos pets. Visitas frequentes e festas em casa geralmente causam estresse aos animais, que podem se sentir acuados ou ameaçados. Enfeites como fios de luz, bolinhas de árvore de Natal e plantas como a flor-de-natal (tóxica para animais) podem ser ingeridas acidentalmente e causar intoxicação, choques, obstrução ou perfuração de órgãos internos.

O cardápio diferenciado dos tutores também oferece risco, caso seja ingerido pelos pets. As tão comentadas uvas-passas, presentes em diversos pratos, e as uvas, que compõem as mesas e os rituais de fim de ano podem causar insuficiência renal aguda em cães e gatos, assim como a carambola, que tem alto teor de ácido oxálico, prejudicial aos rins. Condimentos e temperos, como cebola e alho, por exemplo, contêm dissulfetos e tiossulfatos, que podem causar danos aos glóbulos vermelhos dos animais, levando a uma anemia hemolítica. Espinhas de peixe e ossos oferecem risco de gerar uma obstrução intestinal. Doces, bolachas, rabanada, panetones e chocotones são ricos em gordura, carboidratos e açúcar, além do chocolate dos chocotones, extremamente tóxico para cães e gatos.

A importância da conscientização

Muitas consequências negativas podem ser evitadas com medidas simples, mas que exigem planejamento e atenção. Para auxiliar na conscientização dos tutores, a DrogaVET lançou um e-book gratuito com dicas práticas para o fim de ano, que pode ser acessado pelo link:  https://encurtador.com.br/FxBHo

AUSTRÁLIA - Um terremoto de magnitude 7,3 atingiu Vanuatu nesta terça-feira, por volta das 12h47 (22h47 no horário de Brasília). O abalo sísmico causou danos significativos, especialmente nas áreas próximas à capital, Porto Vila, localizada na ilha Efate, a maior do país. Vanuatu é uma nação insular formada por 80 ilhas no Pacífico, situada a mais de 1.600 quilômetros a nordeste da Austrália.

O tremor teve uma profundidade de 57 quilômetros e, de acordo com imagens e vídeos compartilhados nas redes sociais, causou consideráveis danos. As agências governamentais, uma companhia elétrica e as comunicações locais estão fora do ar, como reportado pelo The Washington Post. Diversas embaixadas também sofreram danos e foram fechadas após o sismo.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, manifestou solidariedade às vítimas do terremoto, dizendo em sua conta na rede social X (antigo Twitter): "Os australianos estão pensando nos amigos e vizinhos de Vanuatu depois do sismo devastador que atingiu suas casas esta tarde. Estamos monitorando de perto a situação e prontos para ajudar a população de Vanuatu como pudermos."

Além disso, foi emitido um alerta de tsunami para algumas áreas costeiras, mas ele foi posteriormente retirado.

Vanuatu, como muitas nações do Pacífico, está sujeito a frequentes atividades sísmicas devido à sua localização no Cinturão de Fogo do Pacífico, uma região onde ocorrem muitos terremotos e erupções vulcânicas.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

SÃO PAULO/SP - O governo de São Paulo informou que apenas 76 municípios do estado estão em condições de enfrentar calamidades como enchentes. A parcela corresponde a 11,7% do total de cidades do estado, que é de 645.

Segundo estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), apenas dois em cada dez municípios estão preparados para enfrentar eventos climáticos extremos. O mesmo estudo que evidencia esse cenário mostra que 44% deles não possuem setor/pessoal responsável pelo monitoramento de eventos climáticos e 57% não contam com um sistema de alerta para desastres.

A entidade, que lidera a criação de um Consórcio Nacional para Gestão Climática e Prevenção de Desastres (Conclima), diz que medidas contra desastres dessa natureza são de responsabilidade da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, que devem trabalhar conectados.

Os dados foram divulgados durante anúncio de investimentos de R$ 5,5 milhões do governo do estado na contratação de mecanismos capazes de mapear zonas de risco e na elaboração do Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil, com o objetivo de encontrar soluções para desastres naturais de modo antecipado e rápido. O plano foi anunciado no Palácio dos Bandeirantes, durante a divulgação do início da Operação SP Sempre Alerta de Chuvas, que é realizada entre 1º de dezembro e 31 de março e reforça medidas como os alertas.

A Operação SP Sempre Alerta de Chuvas designa uma época do ano em que é implementado o monitoramento climatológico ininterrupto, ou seja, 24 horas, e na qual equipes emitem mais alertas e realizam vistorias de campo. As ações educativas, de orientação à população, também são redobradas, com a veiculação de materiais pela TV, pelo rádio, outdoor, panfletos e faixas.

 

Investimentos

O conjunto de ações soma investimentos de R$ 64,3 milhões. No âmbito da operação, o governo deve colocar em funcionamento novos radares meteorológicos, sendo um deles da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), comprado por R$ 4,4 milhões. As imagens serão transmitidas às autoridades a partir de São José dos Campos. O governo também informou a compra de três novos radares que foram custeados pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).

Do montante anunciado, R$ 21,1 milhões foram destinados a 24 obras de reconstrução de moradias e outras edificações de comunidades que perderam tudo em desastres. Outro valor mencionado foram os R$ 12,6 milhões reservados para a preparação de defesas civis municipais.

O governo também disse que pretende criar o Curso Técnico de Agente de Proteção e Defesa Civil. A previsão é de que seja lançado no segundo semestre de 2025 e que as aulas sejam ministradas em duas unidades piloto do Centro Paula Souza.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SEUL - Acidade de Seul, capital da Coreia do Sul, amanheceu na quarta-feira (27) coberta por uma camada histórica de neve. Mais de 16 centímetros de neve foram registrados pela manhã, marcando o maior volume desde o início das medições em 1907, segundo a Administração Meteorológica da Coreia (KMA).

Até as 7h da manhã (horário local), Seul registrou 16,5 centímetros de neve, superando o recorde anterior de 12,4 centímetros, registrado em 28 de novembro de 1972. Este volume de neve também marcou a primeira grande nevasca da temporada na capital.

A neve não se limitou a Seul, atingindo grande parte do país. Regiões centrais, orientais e do sudoeste registraram acumulados de 10 a 23 centímetros de neve. De acordo com previsões meteorológicas, a neve deverá continuar em boa parte do território até o meio-dia de quinta-feira.

A forte nevasca causou transtornos significativos no transporte. Pelo menos 220 voos foram cancelados ou atrasados em aeroportos de todo o país. Cerca de 90 ferries foram impedidos de deixar os portos, e centenas de trilhas para caminhadas foram fechadas como medida de segurança, conforme informou a Associated Press.

O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, mobilizou esforços emergenciais para minimizar os impactos da nevasca. Ele instruiu os ministérios da Segurança e dos Transportes a utilizarem todos os recursos disponíveis para evitar acidentes de trânsito e outros incidentes causados pelas condições climáticas.

Yoon também pediu às autoridades que mantivessem a população informada sobre as condições climáticas e de tráfego, visando reduzir riscos e danos.

 

NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

SANTA MARIA - Um dos principais pontos turísticos da Ilha do Sal, em Cabo Verde, o famoso pontão de Santa Maria, foi totalmente destruído neste fim de semana devido à força do mar, agravada pela passagem de uma onda tropical.

O pontão, feito de madeira, era um ponto de parada obrigatório para turistas que visitavam a ilha. Além de sua beleza cênica, ele servia como uma importante área comercial para os moradores locais. Ali, pescadores atracavam seus barcos e vendiam peixe fresco diretamente ao público, enquanto vendedores ambulantes aproveitavam o fluxo de visitantes para oferecer seus produtos.

Nas redes sociais, imagens do pontão sendo destruído pelas fortes ondas circularam amplamente, gerando grande comoção. Muitos recordam com carinho não apenas a importância do local para o turismo, mas também como um meio de subsistência para a comunidade da região

O pontão de Santa Maria era muito mais do que um ponto turístico. Sua destruição representa uma perda significativa tanto para os moradores locais, que dependiam dele para sustentar suas famílias, quanto para a economia da Ilha do Sal, que tem no turismo uma de suas principais fontes de renda.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

BRASÍLIA/DF - Com mais de 2,3 mil focos de incêndio detectados nas últimas 48 horas, o Brasil já acumula este ano até o domingo (13), 226,6 mil registros detectados pelo Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número representa aumento de 76% na comparação com o mesmo período de 2023.

De acordo com os dados do Inpe, do total de focos detectados, 49,4% ocorreram na Amazônia. O Cerrado é o segundo bioma mais afetado em números absolutos com 32,1%. O Pantanal, embora tenha registrado 6% do total de focos do país, foi o bioma que observou o maior crescimento de incêndios na comparação com 2023: um crescimento de 1.240%.

Áreas do Pantanal e da Amazônia estão com alerta de chuvas intensas, conforme boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divulgado nesta segunda-feira (14). No entanto, até dezembro, o Inmet prevê predomínio de chuva abaixo da média histórica em grande parte da Região Norte, com baixos níveis de umidade no solo em grande parte da região no mês de outubro. Na Amazônia, o estado do Pará registrou 466 focos de calor nas últimas 48 horas. Já o Mato Grosso contabilizou 189 focos.

O Matopiba (região que reúne os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde predomina o bioma Cerrado, apresentou 826 focos nas últimas 48 horas. A região está hoje com alerta de baixa umidade, com risco aumentado de incêndios florestais em uma faixa que se estende do Sul do Maranhão, passando por grande parte do Piauí e alcançando o centro-norte baiano.

De acordo com o governo federal, há 3.732 profissionais em campo atuando no enfrentamento aos incêndios florestais na Amazônia, Pantanal e Cerrado. Também foram disponibilizadas 28 aeronaves.

Na última sexta-feira (11), o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, declarou que o governo federal está totalmente mobilizado para atender todos os estados afetados. "Estamos constantemente monitorando e avaliando os mais variados casos. Não por acaso, mantemos uma Sala de Situação para discutir ações emergenciais diante das mudanças climáticas, que se tornam cada vez mais frequentes e severas", acrescentou.

 

Seca

A Agência Nacional das Águas e Saneamento Básico (ANA) declarou situação de escassez hídrica nos rios Madeira e Purus, no Amazonas; Tapajós e Xingú, no Pará; e em toda a região hidrográfica do Paraguai, no Pantanal. Com a baixa das águas dos rios, comunidades ficaram isoladas na Amazônia e vários rios atingiram os menores níveis observados nas séries históricas.

Nesse domingo (13), o Rio Paraguai registrou a mínima histórica superando o recorde registrado em 1964, na estação do município de Ladário, em Maro Grosso do Sul.

 

 

FABÍOLA SINIMBÚ - REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

EUA - O agravamento dos sinais vitais do planeta indica que estamos entrando em uma fase "crítica e imprevisível" da crise climática, que demanda ações rápidas e decisivas. Essa é a conclusão de cientistas de um consórcio internacional, liderado pela Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, em um relatório anual sobre o estado do clima, publicado na revista BioScience.

"Estamos à beira de um desastre climático irreversível", alertaram os pesquisadores no documento, que destaca que grande parte da estrutura da vida na Terra está sob ameaça.

Mesmo com décadas de avisos e previsões sobre as consequências das mudanças climáticas, as emissões de combustíveis fósseis alcançaram "níveis históricos", indicaram os cientistas. Eles ressaltam que os três dias mais quentes já registrados ocorreram em julho deste ano, e as políticas climáticas atuais estão conduzindo o planeta a um aumento de temperatura de aproximadamente 2,7°C até 2100.

"Tragicamente, estamos falhando em evitar impactos graves", disseram os especialistas. "Levamos o planeta a um estado climático nunca antes presenciado por nossa espécie ou por nossos ancestrais", reforçaram.

O estudo, liderado por William Ripple, da Oregon State University, aponta áreas prioritárias para mudança: energia, poluição, preservação da natureza, alimentação e economia. Os dados mostram que, em 2022, houve temperaturas recordes nos oceanos e o verão mais quente do Hemisfério Norte em 2.000 anos.

"As emissões de dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa, causadas pelo homem, são os principais motores da mudança climática. Em 2022, a queima de combustíveis fósseis e processos industriais foram responsáveis por 90% dessas emissões", explicaram os pesquisadores.

Segundo Ripple, a própria estrutura da vida na Terra está em risco: "Estamos no meio de uma transformação climática abrupta que ameaça a vida no planeta de uma forma que nunca foi vista pelos humanos".

Dos 35 sinais vitais monitorados anualmente pela equipe, 25 já estão em níveis recordes. O relatório também destaca desastres climáticos como os incêndios florestais no Chile, que mataram pelo menos 131 pessoas e destruíram mais de 14.000 casas este ano, e as chuvas intensas na África, que causaram inundações devastadoras, afetando mais de 700.000 pessoas e resultando em centenas de mortes.

Outras regiões, como partes da Ásia, enfrentaram "ondas de calor devastadoras". Em Myanmar, cerca de 1.500 pessoas morreram devido à insolação, enquanto na Índia, as temperaturas chegaram a 50°C, e doenças relacionadas ao calor causaram 60 mortes.

Além disso, o relatório alerta para o crescimento da população humana, que aumenta em 200.000 pessoas por dia, e o crescimento do número de animais ruminantes — como bovinos, ovinos e caprinos — que contribuem significativamente para as emissões de gases de efeito estufa. Estima-se que cerca de 170.000 desses animais sejam criados diariamente, exigindo grandes quantidades de energia e gerando impactos negativos para o meio ambiente.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

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