fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
 

ÁFRICA - O número de mortos devido às inundações causadas por chuvas torrenciais no Chade, que começaram no final de julho, subiu para 487, quase metade do total de mais de mil vítimas fatais registradas em toda a África Central e Oriental. De acordo com informações divulgadas nesta terça-feira pelas autoridades do Chade à agência EFE, somente na última semana, 146 mortes foram registradas no país.

Na Nigéria, o número de mortos também aumentou de 259 para 269, com mais de 640 mil pessoas forçadas a abandonar suas casas, conforme informou a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

"Até o momento, registramos 487 mortes relacionadas às cheias e quase 1,7 milhões de pessoas afetadas. É um número alarmante e estamos solicitando apoio dos parceiros internacionais", afirmou Mahamat Assileck Halata, vice-presidente do Comitê Nacional de Prevenção e Gestão de Cheias do Chade, confirmando os dados divulgados anteriormente pelas Nações Unidas.

As chuvas devastaram 200 mil residências e mais de 355 mil hectares de terras agrícolas no Chade, além de causarem a perda de 66 mil cabeças de gado. O fenômeno afetou 117 dos 120 departamentos do país, com as províncias de Logone Est, Mayo-Kebbi Ouest (sul), Ouaddaï e Wadi Fira (leste) registrando o maior número de mortes, enquanto a província de Lac (oeste) conta com o maior número de pessoas afetadas.

"Todos os campos estão inundados, e nossas colheitas estão apodrecendo na água. Isso prenuncia um futuro sombrio: se não conseguirmos colher o que plantamos, a fome será inevitável nos próximos meses", lamentou Jonas Masra, morador da cidade de Sarh, na província de Moyen-Chari (sul), também em declarações à EFE.

Além do Chade, diversos países da África Ocidental e Central, como Nigéria, República Democrática do Congo (RDC), República Centro-Africana (RCA), Togo, Costa do Marfim, Libéria, Níger e Mali, também foram atingidos por chuvas intensas nos últimos meses. A situação agrava ainda mais as condições de uma população já vulnerável, marcada pela pobreza crônica, subdesenvolvimento, conflitos e instabilidade política.

Segundo dados divulgados pela Bloomberg, as enchentes nesta faixa da África deixaram pelo menos 2,9 milhões de pessoas desabrigadas e devastaram plantações em uma região que já enfrenta escassez de alimentos e insegurança.

As chuvas torrenciais na região semiárida do Sahel, que faz fronteira com o deserto do Saara, devem continuar, de acordo com a Rede de Sistemas de Alerta Precoce contra a Fome. O dilúvio deste ano, coincidente com uma época crucial para as colheitas, é atribuído ao aquecimento global, segundo especialistas.

Algumas partes do Saara receberam mais de 500% da precipitação normal de setembro, conforme relatado pelo blog Severe Weather Europe. O Grupo Internacional de Salvamento descreveu as enchentes como as piores dos últimos 30 anos, enquanto o Centro de Riscos Climáticos da Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, apontou que grandes áreas de Mali e Mauritânia registraram níveis recordes de chuva nos primeiros dez dias de setembro, de acordo com a Bloomberg.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

BRASÍLIA/DF - O segundo maior bioma brasileiro também ocupa essa posição (segundo) quando o assunto é ameaça à biodiversidade e aos serviços ecossistemáticos. De acordo com estudo realizado pela Mapbiomas, o Cerrado perdeu 27% de sua vegetação nativa nos últimos 39 anos, o que representa 38 milhões de hectares.

Em toda a cobertura natural do país que sofreu transformação no uso do solo, o bioma, proporcionalmente, só foi menos afetado que o Pampa, que perdeu 28% de vegetação nativa ao longo desses anos.

Também conhecido como savana brasileira, o Cerrado ocupa 25% do território nacional, em 11 estados que se estendem do Nordeste à maior parte do Centro-Oeste, e mantém áreas de transição com praticamente todos os biomas, exceto os Pampas. Pelas características adquiridas no contato com mais quatro ecossistemas (Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga), é considerada a savana mais biodiversa do planeta.

Ao longo desse período, o bioma teve 88 milhões de hectares atingidos pelo fogo, o que causou a perda de 9,5 milhões de hectares. Embora seja mais resiliente aos incêndios, pesquisadores apontam que as mudanças climáticas associadas ao uso indiscriminado do fogo têm ameaçado a integridade de sua cobertura natural. “É essencial implementar políticas públicas que promovam a conscientização, reforcem sistemas de monitoramento e apliquem leis rigorosamente contra queimadas ilegais”, reforça a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Vera Arruda.

Junto com a cobertura natural do solo, a perda do Cerrado significa perder também a sua enorme capacidade de reter gás carbônico na biomassa de suas longas raízes, de recarregar a água subterrânea e de manter o ciclo hídrico que equilibra o planeta. “Temos observado que as áreas úmidas no Cerrado estão secando. Além disso, a expansão da agricultura sobre essas áreas vêm ocorrendo em algumas regiões no bioma, o que pode afetar o abastecimento hídrico e resultar em escassez de água para a população e para a agricultura, aumentando também a vulnerabilidade a desastres climáticos e à perda de biodiversidade”, alerta Joaquim Raposo, pesquisador do Ipam.

Para se ter uma ideia, de toda a área perdida ao longo dos 39 anos estudados, 500 mil hectares foram de áreas úmidas substituídas principalmente por pastagem. São áreas naturais consideradas fundamentais na manutenção dos recursos hídricos, presentes em 6 milhões de hectares do bioma onde nascem oito das 12 bacias hidrográficas brasileiras.

No 11 de setembro, em que é celebrado o Dia do Cerrado, organizações da sociedade civil como os institutos Cerrados, Sociedade População e Natureza, Ipam e WWF Brasil lançaram uma campanha de sensibilização sobre a relevância do bioma e os desafios a serem enfrentados para a sua preservação.

Chamada Cerrado, Coração das Águas, a campanha foi lançada em um site que reúne informações relevantes sobre o bioma, suas características, biodiversidade, povos, turismo e caminhos para a preservação, além de reunir boas histórias dessa “floresta invertida”.

 

 

Por Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - Um incêndio iniciado na última quinta-feira (5) destruiu 10 mil hectares do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. De acordo com a administração da unidade de preservação, a área atingida é ainda uma estimativa e fica entre o Paralelo 14 e a Cachoeira Simão Correia.

Em nota divulgada ontem (7), a chefia do parque informou que ainda não sabia o que ou quem provocou o incêndio, o que sinaliza que a unidade de preservação entende que pode ter sido criminoso. Na mensagem, também destaca que, desde o começo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o PrevFogo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), escalaram efetivos para ajudar a debelar o incêndio, junto com o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás. A expectativa era de que hoje fossem enviadas à localidade duas aeronaves, o que a reportagem não conseguiu confirmar, já que não teve sucesso nas tentativas de contato.

Um grupo organizado pelo Polo de EcoCiências do Cerrado realizou hoje (8), pelo segundo dia consecutivo, um mutirão para avaliar as condições da Reserva Privada do Patrimônio Natural (RPPN) Campo Úmido Voshysias, em Alto Paraíso de Goiás, próxima ao Parque Nacional. Assim como a RPPN Murundu, visitada neste sábado (7) no mesmo município, o local foi afetado por um incêndio e precisou ser examinado mais de perto, demandando também a retirada de espécies de plantas exóticas invasoras.

A rede de combate às chamas conta, ainda, com a Rede Contrafogo, que articula brigadas de voluntários, e o Instituto Biorregional do Cerrado (IBC). Em um vídeo postado nas redes sociais, Ivan Anjo, da Rede Contrafogo, compartilha informações sobre outro ponto atingido por chamas, o lixão de Alto Paraíso de Goiás.

"Todo ano é a mesma coisa. O lixão pega fogo sempre na mesma semana! Em 2021 foi no dia 7 de setembro, 2022 foi dia 4 de setembro, em 2023 não teve (oh glória) e esse ano, 6 de setembro iniciado perto das 22h, enquanto ainda cuidavam do fogo no Pouso Alto [também em Alto Paraíso]. Seria só coincidência? A prefeitura não se organiza pra fiscalizar, vigiar e muito menos pra combater. Parecem gostar que o lixão diminua seu volume todo ano pra ter menos o que administrar. Dezenas de famílias tiveram que abandonar suas casas ontem devido a essa incompetência. Ou seria maldade mesmo? O que você acha?", diz o texto que acompanha o vídeo. Nos comentários da postagem, moradores da cidade concordam com o brigadista e fazem críticas à gestão municipal.

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é um dos locais de preservação do Cerrado, conhecido como "berço das águas" e que, apesar disso, pode perder cerca de 34% do fluxo dos rios até 2050. De acordo com monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), somente este ano, até ontem (7), foram detectados 48.966 focos de queimada no bioma, que só perde para a Amazônia (79.175).

A Agência Brasil tentou contato com o ICMBio, o Ibama e a prefeitura de Alto Paraíso de Goiás, mas não teve retorno até o fechamento desta matéria.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

NORUEGA - Hvaldimir, a baleia beluga que hamou a atenção em 2019, foi encontrada sem vida, no sábado (31), na Noruega.

O mamífero suscitou interesse depois de há cinco anos ter sido encontrada com uma espécie de cinto com uma câmara integrada. Alegou-se na ocasião que o animal seria um espião ao serviço de Vladimir Putin.

Hvaldimir foi encontrada no sábado, por uma organização sem fins lucrativos, que trabalhou para proteger a baleia.

Sebastian Strand, fundador da Marine Mind, disse que viu a baleia morta flutuando perto de Risavika, no sudoeste da Noruega. A causa da morte não ficou imediatamente clara.

"É de partir o coração. Ela tocou o coração de milhares de pessoas aqui na Noruega", lamentou.

A baleia foi encontrada em 2019 e dada as suspeitas em torno de estar ao serviço da Rússia, decidiu-se dar-lhe o nome de Hvaldimir que é a combinação de “hval”, a palavra norueguesa para baleia, e o nome Vladimir.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

BRASÍLIA/DF - O número de municípios que decretaram situação de emergência por incêndios florestais em agosto aumentou em 354% em comparação com o mesmo mês de 2023, de acordo com um levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Esse dado reflete uma intensificação significativa das ocorrências de incêndios florestais no Brasil, o que pode ser atribuído a fatores como condições climáticas extremas, aumento das práticas de desmatamento e outros fatores ambientais que têm agravado a vulnerabilidade das áreas florestais a incêndios.

Somente neste mês, 118 gestores municipais registraram a condição no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Este ano, até o dia 26 de agosto, 167 municípios declararam situação de emergência. No mesmo período de 2023 apenas 57 enfrentavam o problema.

De acordo com o levantamento, 4,4 milhões de pessoas já foram afetadas pelos incêndios florestais este ano, sendo que a maioria, 4 milhões, foram alcançados pelos efeitos como poluição do ar e perda da biodiversidade.

O maior número de decretos foi registrado em São Paulo, por 51 municípios, seguido por Mato Grosso do Sul, com 35 registros; Acre, com 22; Espírito Santo e Rondônia, dois municípios, e Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Santa Catarina, apenas um município cada.

Até o momento, o sistema aponta que já foram reconhecidos pelo governo federal a situação de emergência por incêndio florestal em 12 municípios em Mato Grosso do Sul. Os demais processos ainda estão em andamento para que os gestores possam ter acesso aos recursos públicos federais para medidas emergenciais.

A instituição estima um prejuízo de R$ 10 milhões em assistência médica emergencial para a saúde pública, que ainda pode crescer com impactos causados pela exposição da população à fumaça.

 

 

Por Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil

São ofertadas 30 vagas, preenchidas por ordem de inscrição

 

SÃO CARLOS/SP - No próximo dia 27 de agosto, terça-feira, a atividade de extensão "Visitas Orientadas à Trilha da Natureza: Disseminando Cultura Ambiental" promoverá uma visita aberta monitorada ao fragmento de Cerrado da UFSCar. A atividade está vinculada ao Departamento de Apoio à Educação Ambiental (DeAEA), da Secretaria Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS), e ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), todos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com o Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP.

A visita tem o objetivo de aproximar a comunidade da UFSCar e externa dessa importante área natural remanescente e protegida no Campus de São Carlos,  promovendo, assim, uma sensibilização para a importância da conservação do Cerrado de forma específica e para o debate ambiental de forma mais ampla. O local de encontro é o DeAEA, junto ao Departamento de Gestão de Resíduos (DeGR), na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar, às 17h45. A visita tem início às 18 horas e terá duração aproximada de duas horas e meia.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através de formulário no link https://bit.ly/cerradocrepuscular. São disponibilizadas 30 vagas, por ordem de inscrição; dentre estas, duas vagas são destinadas a pessoas com mobilidade reduzida, que poderão solicitar o uso de scooters elétricas disponíveis. É preciso estar de sapatos fechados e calças compridas. Recomenda-se também levar agasalhos, água e lanterna. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelos telefones (16) 3306-6462 e 3351-3771.

Promessa de forrageiras com alta produtividade e alto teor de proteína bruta para qualquer tipo de solo, pode ser indicação de armadilha. Portanto, é fundamental estar atento a possíveis contradições para evitar ser enganado

 

SÃO PAULO/SP - Estima-se que cerca de 90% da carne bovina do Brasil é produzida em regime de pastagens. De acordo com a Embrapa, são aproximadamente 177 milhões de hectares de pasto no país, para um rebanho de 234,4 milhões de animais. Na busca por uma pastagem que ofereça alimento de qualidade ao rebanho, é preciso atenção para não cair em armadilhas ou falsas promessas de um capim "que só tenha vantagens".

"Embora pareça promissor, não há um capim que trará 'soluções milagrosas'. Qualquer capim precisará absorver uma grande quantidade de nutrientes do solo para atingir alta produtividade e qualidade. O termo 'capim milagroso' é frequentemente utilizado para descrever variedades que prometem alta produção e qualidade, mesmo em solos pobres, alagados ou baixa disponibilidade hídrica, por exemplo, mas essa conta não fecha. Se o solo e as condições forem ruins, o capim irá refletir isso, e a consequência será sentida pelos animais.", explica o zootecnista Wayron Castro, assistente técnico de sementes na Sementes Oeste Paulista (Soesp).

Segundo o especialista, é natural que cada forrageira possua exigências e adaptações diferentes. Cada capim apresenta suas vantagens e desvantagens. "Desconfie quando um produto for apresentado como tendo apenas vantagens, mesmo em diversas condições de clima e manejo. No Brasil, com nossa vasta extensão territorial e seis biomas distintos, é difícil acreditar que um único capim possa ter excelentes resultados em tantos ambientes diferentes", detalha.

Testes, validações e a escolha certa

O lançamento de uma nova cultivar é algo que requer muitos anos de pesquisas e validações. A Embrapa, por exemplo, pode levar até 15 anos para desenvolver um novo capim. São realizados inúmeros testes para verificar todo o seu potencial, inclusive em vários biomas. Entre eles é testado a viabilidade, produção de semente e sua validação no campo em pelo menos cinco regiões diferentes do Brasil.

Outro cuidado fundamental que o produtor precisa ter, é em relação à qualidade das sementes – estas precisam ter tratamento especial antes de chegar ao campo para garantir aos pecuaristas o recebimento desse importante insumo livre de doenças e pragas, como por exemplo, nematoides.

As sementes blindadas com tecnologia Advanced da Soesp, por exemplo, recebem na fábrica o tratamento para garantir sua qualidade. A empresa possui laboratório especializado em sementes forrageiras acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro e aplica dois fungicidas e um inseticida à superfície das sementes. Todo o processo tecnológico proporciona alta pureza e alta viabilidade para as Brachiarias e Panicuns.

As sementes blindadas com a tecnologia Advanced têm ainda como importante característica a uniformidade e resistência, assim não entopem os maquinários de plantio e o tratamento não se rompe, chegando intacto ao solo. Além disso, são produtos com inteligência na absorção de água e ideais para Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), com menor custo por hectare. "É fundamental que o produtor busque sementes de empresas idôneas como a Soesp, que sejam associadas da Unipasto e/ou parceiras da Embrapa", pontua Castro.

Simples e eficiente

Conforme destacado, não existe capim milagroso que possa ter alta produção em solos com baixa fertilidade. Não é só uma boa cultivar que vai gerar resultados ao pecuarista, é preciso um conjunto de fatores, e isso passa obrigatoriamente por cuidados e preparo de solo. "Não há mágica, o produtor tem que fazer o básico bem feito, ou seja, adubar, aplicar calcário e buscar a melhoria contínua da fertilidade", destaca o especialista.

Outra dica importante é que o produtor procure sempre um agrônomo, zootecnista ou um técnico de sua confiança, que conheça bem a sua região e as condições de solo, para poder indicar as variedades que melhor se adaptam a cada realidade. "É válido reforçar que nunca é indicado fazer compra de insumos pela empolgação, é preciso ser criterioso, pesquisar sobre a origem dos produtos e o histórico da empresa. Somado a isso, é preciso que o produtor enxergue o pasto como uma cultura, pois todo investimento ajudará em um bom desempenho dos animais, bem como na garantia de oferta de alimentos com valor mais competitivo", finaliza Castro.

EUA - A tempestade Debby chegou na Geórgia após deixar um rastro de destruição na Flórida, nos Estados Unidos. Autoridades alertam para inundações históricas e declararam situação de emergência.

 

O QUE ACONTECEU

Ventos de 72 km/h foram registrados no sudoeste de Savannah, na Geórgia, por volta das 5h (4h no horário de Brasília). Cidades na região sudeste podem enfrentar até 63 centímetros de chuva, informou o Centro Nacional de Furacões.

Prefeito de Savannah diz estar aterrorizado. Van Johnson alertou que algumas regiões estarão submersas daqui alguns dias. "Eu tenho enfrentado tempestades por aqui por 30 anos e nunca experimentei nada assim. Nós estivemos no olho de uma tempestade e nunca experimentamos isto".

Nos próximos dias, Debby cruza a Geórgia e se aproxima da costa do Atlântico, atingindo os estados Carolina do Sul e Carolina do Norte. O Centro Nacional de Furacões prevê que a tempestade deve ganhar força e atingir um ponto de terra perto de Charleston, na Carolina do Sul.

Autoridades alertam para inundações catastróficas na costa do Atlântico, com estimativas de 50 a 75 centímetros de chuva até a manhã de sexta (9). Os governadores da Geórgia e da Carolina do Sul declararam estado de emergência em antecipação aos danos causados pelo Debby.

 

FURACÃO DEIXOU CINCO MORTOS NA FLÓRIDA

Pelo menos cinco pessoas morreram durante a passagem do furacão no norte da Flórida. Na manhã nesta segunda-feira (5), Debby atingiu a pequena cidade de Steinhatchee, a cerca de 115 km de Tallahassee, como um furacão de categoria 1. Depois, o furacão se aproximou da região de Big Bend com ventos de até 130 km/h, mas perdeu força.

Duas crianças morreram após queda de árvores no Condado de Levy, informaram as autoridades. Um deles, um menino de 13 anos, estava dentro de uma casa móvel, segundo a polícia local.

Um caminhoneiro de 64 anos morreu após perder o controle de um caminhão na rodovia 75. Ele caiu no canal de Tampa Byapass.

Uma mulher de 38 anos e seu filho de 12 anos estavam em um SUV que derrapou em Dixie, ao norte de Tampa, durante a tempestade.

 

 

POR FOLHAPRESS

SÃO PAULO/SP - No meio do inverno, o começo de agosto será marcado por dias de forte a extremo calor em Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, segundo previsão da MetSul. "A temperatura passará dos 30ºC mais ao Sul do País e ficará ao redor dos 40ºC no Centro-Oeste", prevê a empresa de meteorologia.

Segundo a MetSul, uma massa de ar quente predomina sobre grande parte do País neste início de mês, mantendo os dias quentes, principalmente à tarde. Na região amazônica, a expectativa é de temperaturas acima dos 35ºC.

Extremo calor no Centro-Oeste

A primeira semana do mês será extremamente quente na região brasileira. Conforme a MetSul, para Cuiabá, em Mato Grosso, e Corumbá, em Mato Grosso do Sul, a expectativa é de vários dias com máximas perto ou até acima dos 40ºC nas duas cidades.

Calor na região Sudeste

Embora grande parte do Sul e do Sudeste ainda estejam sob influência de uma massa de ar frio que se deslocou no começo da semana, a previsão indica que a condição climática já se afasta para o mar, dando lugar ao ar quente.

Em São Paulo, a projeção da MetSul indica que os primeiros dias do mês devem ser mais quentes no oeste e norte do Estado, com máximas variando entre 31ºC e 34ºC. No sul e leste paulista, o calor será mais intenso a partir de domingo, 4, com possibilidade de atingir marcas acima de 30ºC em regiões do litoral.

Depois da passagem de uma frente fria neste início de semana que trouxe chuva e também derrubou drasticamente os termômetros na terça-feira, 30, a cidade de São Paulo voltou a registrar temperaturas em leve elevação.

Nesta quinta-feira, 1º, o sol voltou a predominar na capital paulista, favorecendo a elevação dos termômetros ao longo do dia.

Conforme a empresa de meteorologia Meteoblue, além do aumento das temperaturas, com a máxima chegando aos 28ºC entre domingo, 4, e segunda-feira, 5, não há expectativa de chuva nos próximos dias.

Veja a previsão para os próximos dias:

  • Sexta-feira: entre 13ºC e 25ºC;
  • Sábado: entre 14ºC e 27ºC;
  • Domingo: entre 14ºC e 28ºC;
  • Segunda-feira: entre 16ºC e 28ºC.

No Rio de Janeiro, a temperatura também deve subir no começo de agosto. "As máximas passam de 30ºC no fim de semana e aquece ainda mais entre segunda e quinta-feira, 8, da semana que vem, inclusive com registros próximos ou acima dos 35ºC", estima a MetSul.

Dias quentes no estado gaúcho

No Rio Grande do Sul, onde as temperaturas máximas ficam em torno de 10ºC nesta época do ano, a expectativa é de que os termômetros passem dos 30ºC, principalmente no oeste gaúcho. A partir desta quinta-feira, já começa a esquentar e as tardes serão marcadas por muito calor.

Risco para queimadas no Pantanal

A MetSul também alerta que o tempo muito seco e quente deve agravar o problema das queimadas no Pantanal. "Depois de um recuo no fogo em meados de julho, as queimadas voltaram a aumentar neste fim de julho e tendem a seguir com muitos focos de calor durante os primeiros dias de agosto", acrescenta a empresa de meteorologia.

 

 

 

ESTADAO CONTEUDO

Localizado em um sítio de mais de 50 hectares, estrutura tem 12 pavilhões a céu aberto e combina arte, ciência e natureza

 

BROTAS/SP - O Parque Campana está aberto ao público, um projeto concedido em Brotas, com repercussão internacional, e que une arte, ciência e natureza. Situado em uma área de 52 hectares, o parque conta com oito dos 12 pavilhões planejados, todos voltados para a integração ambiental.

O espaço, que foi destaque em edição recente do jornal britânico Financial Times,  oferece oficinas de manualidades, residências artísticas e exposições com obras dos irmãos Fernando e Humberto Campana, além de artistas convidados. Um projeto de regeneração de biomas, desenvolvido em parceria com cientistas da Universidade de São Paulo, permitirá que o público acompanhe ações de conservação ambiental.

Com mais de 20 mil mudas nativas plantadas em pouco mais de 50 hectares, o Parque Campana está em pleno desenvolvimento desde 2020. O local, antiga fazenda de café e gado, pertenceu à família Campana há mais de quatro gerações e agora faz parte do Instituto Campana, que preserva o legado dos irmãos e promove programas educacionais usando o design como ferramenta de transformação social.

Futuras etapas incluirão a construção de um bistrô e a realização de eventos privados. Informações sobre a abertura ao público serão anunciadas em breve pelo site www.parquecampana.com.br e no perfil do Instagram @parquecampana.

 

Conexão com a natureza

O Instituto Campana foi fundado com o objetivo de promover educação e cultura através do design e da arte e se dedica a preservar e divulgar o legado dos irmãos Campana, além de fomentar novos talentos por meio de programas educacionais, workshops e projetos comunitários. A missão do instituto é inspirar e capacitar novas gerações de designers, contribuindo para o desenvolvimento cultural e social. Já o Parque Campana busca conectar o homem e o planeta por meio da restauração da terra, oferecendo um espaço de pesquisa aplicada e práticas regenerativas. Pavilhões construídos em meio à natureza proporcionam momentos de contemplação, introspecção e cura da alma através da arte e da ciência.

 

Transformação do cotidiano em arte

Fernando e Humberto Campana são reconhecidos internacionalmente por seu trabalho inovador no design, transformando elementos do cotidiano em peças de arte. Com mais de 30 anos de carreira, suas obras estão presentes em coleções de museus renomados, como o MoMA em Nova York. Fernando Campana faleceu em 16 de novembro de 2022, mas seu legado continua a inspirar novas gerações.

Os irmãos Campana têm uma ligação profunda com Brotas, onde nasceram e passaram grande parte de sua infância e juventude. Esta conexão pessoal com a cidade influenciou a escolha do local para o Instituto e o Parque Campana. A inauguração do parque é um marco significativo para o turismo local, trazendo uma nova atração que combina arte e natureza, e tem o potencial de atrair visitantes nacionais e internacionais. Com suas atividades culturais e ambientais, o Parque Campana promete dinamizar a economia local, oferecendo novas oportunidades de emprego e fomentando o desenvolvimento sustentável na região.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Abril 2025 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30        
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.