SÃO CARLOS/SP - Uma caminhonete produto de furto foi localizada e um individuo preso na tarde de hoje, 24, na Rua Dr. Theodoro Fehr, no Jardim Tangará, em São Carlos.
A equipe Policial estava em patrulhamento pelo bairro Jardim Tangará, quando avistou uma caminhonete modelo Hilux, Branca, e ao realizar a consulta do emplacamento que constava no veículo constou como sendo um caminhão, a equipe prontamente acompanhou brevemente o veículo, quando ele veio a estacionar na Rua Dr. Theodoro Fehr, e foi realizada a abordagem veicular.
Durante a abordagem foi consultado o chassi do veículo e então constou como produto de furto por São Carlos na data de 23/10/2023.
Indivíduo foi encaminhado até a CPJ de São Carlos, onde foi lavrada a prisão em flagrante do sujeito.
SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar com apoio da Guarda Municipal, Vigilância Sanitária e o Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Habitação de Desenvolvimento Urbano, realizou na manhã desta terça-feira (24/10) uma operação para coibir ilícitos penais em comércios de ‘ferros-velhos’.
Os policiais militares, guardas municipais e os fiscais municipais realizaram vistorias em seis estabelecimentos com denúncias de receptação de produtos e fiação furtados. Os militares também verificaram a ficha criminal dos proprietários e possíveis ilícitos penais no local. Todos os produtos tiveram a procedência penal verificado.
De acordo com o diretor de Fiscalização, Rodolfo Tibério Penela, foi verificada a documentação e regularidade dos referidos comércios. Três estabelecimentos foram notificados por não possuir o Alvará de Funcionamento.
O secretário municipal de Segurança Pública, Samir Gardini, disse que as operações nesses estabelecimentos comerciais são realizadas periodicamente para coibir furtos de fiação e cabos na cidade.
Durante a operação três estabelecimentos foram notificados por irregularidades administrativas, 6 estabelecimentos foram vistoriados e 6 pessoas abordadas.
SÃO CARLOS/SP - Uma mulher acompanhada de sua filha de 17 anos, foram até a delegacia de Polícia para registrar uma ocorrência de ameaça na escola Álvaro Guião, em São Carlos.
De acordo com a vítima, desde o ano passado a “colega” vem dizendo que iria pegá-la na rua, ou seja, agredi-la fora da escola. Mas, ontem, 23, a acusada teria passado dos limites dizendo que iria matá-la. Assustada a jovem foi até sua casa e desabafou para sua mãe, que não pensou duas vezes para registrar o boletim de ocorrência.
O caso deverá ser investigado.
SÃO CARLOS/SP - Um sujeito foi detido na noite de ontem, 23, acusado de tráfico de drogas, na Rua Álvaro Câmera, no Jardim Gonzaga, em São Carlos.
Durante patrulhamento de Força Tática pelo bairro e ao averiguar uma casa abandonada conhecida por ser local de tráfico de drogas, os PMs visualizaram dois indivíduos saindo do imóvel, que ao notar a presença dos policiais tentaram se evadir, sendo um deles abordado. Ao realizar busca corporal e em uma mochila que segurava, foi encontrado drogas, dinheiro e celulares.
Diante dos fatos o indivíduo e a mochila foram levados à Central de Polícia Judiciária, onde o delegado de plantão ratificou a voz de prisão em flagrante de tráfico de drogas.
APREENSÃO
500 microtubos de Cocaína
126 pedras de Crack
54 comprimidos de drogas sintéticas
19 porções de Maconha
12 LSD
R$ 221,25 em espécie.
3 celulares (2 Samsung e 1 IPhone)
1 Hd Externo
ARARAQUARA/SP - Um fato inusitado ocorreu na segunda-feira (23), na base da Polícia Militar, nas proximidades do Terminal Rodoviário, na cidade de Araraquara.
Segundo os fatos narrados por agentes da PM, o trabalho transcorria normalmente na base quando um rapaz apareceu no local e confessou que tinha cometido um crime.
O homem de 34 anos, disse que furtou uma picape FIAT/Strada na cidade de Matão-SP na noite de domingo (22), mas procurou a PM pois tinha se arrependido de cometer o crime. Ele relatou que depois de furtar o carro, se encaminhou para Araraquara, onde estacionou perto da rodoviária e dormiu no veículo.
Enquanto ele contava o fato para os PMs na base, os agentes perguntaram sobre o veículo e ele disse que a picape estava estacionada nas proximidades com defeito no câmbio. Já no local, os agentes consultaram a placa da Strada ano 98, porém, não havia registro de furto. Na sequência, contataram o proprietário da picape, que confirmou que o carro tinha sido furtado, mas ainda não tinha registrado o Boletim de Ocorrência, pois o veículo estava emprestado para amiga, quando foi furtado.
O proprietário, de 42 anos e a amiga, de 29 anos, compareceram na delegacia em Araraquara, onde ela confirmou que estava com o carro emprestado para utilizá-lo no dia a dia. Ela relatou que o veículo estava na frente de seu estabelecimento comercial na Avenida Trolezi, no Jardim Buscardi, quando foi furtado.
Em sua versão, o rapaz, que não tem histórico criminal, disse que caminhava pela avenida Trolezi quando se deparou com o carro com os vidros abertos e a chave no contato. Ele se apossou da picape e rumou para Araraquara, onde, após dormir no carro, procurou a polícia se dizendo arrependido.
Depois de ouvir as versões de ambas as partes, onde pesou o arrependimento e devolução do carro e também por não ter sido detido em flagrante na hora do crime ou em perseguição, o rapaz foi autuado e liberado.
O veículo deverá passar por perícia e os documentos foram devolvidos ao proprietário. O caso será encaminhado para apuração dos fatos através de inquérito pela autoridade policial de Matão.
Ed Junior / PORTAL MORADA
SÃO CARLOS/SP - Na madrugada de hoje, 23, uma briga em um bar localizado na Rua Episcopal, terminou com 5 pessoas detidas e um policial ferido.
Segundo informações, os Militares patrulhavam a região central da cidade, quando foram avisados de um tumulto em um barzinho. Os PMs foram ao local e teriam sido recebidos a pedradas, e por isso, mais viaturas foram ao apoio. Muitas pessoas conseguiram sair, porém 5 foram detidas e tiveram que dar explicações ao delegado de plantão.
SÃO CARLOS/SP - A Policia Militar, com apoio da Guarda Municipal, Vigilância Sanitária e do Departamento de Fiscalização da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, realizou no sábado (21/10) e madrugada de domingo (22/10), a operação “Moralização“.
A operação foi realizada com objetivo de coibir o funcionamento irregular e fora do horário permitido de bares e para evitar bailes e pancadões sem as devidas autorizações.
O secretário de Segurança Pública, Samir Gardini, informou que a operação teve continuidade para garantir segurança e sossego público da população. "Outras operações já estão sendo programas pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGIM)", afirmou o secretário.
Nesta operação 25 pessoas foram abordadas e revistadas. Nenhum ilícito penal foi constatado. No total foram 9 bares vistoriados, sendo que 1 bar foi interditado por não possuir Alvará de Funcionamento, 2 estabelecimentos foram notificados por irregularidades administrativas e 2 proprietários foram orientados sobre o cumprimento do horário de funcionamento.
No Parque do Kartódromo na madrugada de domingo (22/10), após denúncias de perturbação de sossego devido a som alto, 6 veículos foram autuados e os condutores orientados a retirar seus carros do local.
Durante as investigações, Polícia Civil conseguiu esclarecer o roubo e identificar dupla envolvida
CAMPINAS/SP - A Polícia Civil prendeu no último dia 19, dois homens acusados de manter uma mulher refém durante um roubo ocorrido no final de setembro, em Campinas. A prisão aconteceu na Estrada Luiz De Queiroz Guimarães, em Campinas.
Após o crime, policiais da Delegacia de Investigações Gerais de Campinas (DIG) iniciaram as investigações e conseguiram esclarecer o roubo, identificando os dois envolvidos. Os mandados de prisão temporária contra a dupla foram concedidos pela Justiça.
No dia do roubo, a vítima, de 44 anos, estava dirigindo seu carro quando foi abordada por dois homens, um deles armado.
Enquanto estavam com a vítima, os suspeitos realizaram diversas transferências bancárias, fugindo em seguida com objetos pessoais da mulher assim que a Polícia Militar chegou. Ela foi deixada no Jardim Marisa, junto com seu carro.
O caso foi registrado como roubo na Delegacia de Investigações Gerais de Campinas (DIG).
SÃO PAULO/SP - Um ataque com arma de fogo deixou ao menos três pessoas feridas na Escola Estadual Sapopemba, no Jardim Sapopemba, na zona leste de São Paulo, na manhã desta segunda (23).
De acordo com informações preliminares da Polícia Militar, por volta das 7h30, uma pessoa entrou no colégio e efetuou diversos disparos. Ela usava o uniforme da escola.
Ao menos uma vítima precisou ser socorrida ao pronto-socorro do Hospital Sapopemba, mas ainda não foi divulgado seu estado de saúde.
O atirador foi detido por equipes da Polícia Militar. Ainda não há informações da identidade do atirador ou a motivação do crime.
Dezenas de viaturas da PM, do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do Corpo de Bombeiros estão na região.
A reportagem questionou a Secretaria Estadual da Educação e aguarda posicionamento.
POR FOLHAPRESS
SÃO PAULO/SP - O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é alvo de um inquérito da Polícia Federal aberto em junho para investigar suposto crime eleitoral durante uma agenda da campanha de 2022 em Paraisópolis, zona sul da capital paulista, interrompida por um tiroteio. A investigação apura se partiu da equipe de Tarcísio a versão falsa de que o então candidato foi vítima de um atentado com o objetivo de impulsionar a popularidade dele perante a opinião pública e colher benefícios eleitorais.
Em nota, a assessoria do governador disse que o caso já foi investigado pela Justiça Eleitoral e a conclusão é que “não houve ingerência política eleitoral no episódio” e, portanto, “não há o que ser averiguado pela Polícia Federal”. Leia mais abaixo.
O Estadão apurou que a instauração do inquérito dividiu integrantes da corporação e tem alimentado, nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes, queixas de instrumentalização da PF contra adversários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tarcísio é hoje o nome mais forte na direita para enfrentar o petista nas eleições presidenciais de 2026.
Na portaria em que abriu o inquérito, o delegado Eduardo Hiroshi Yamanaka determina a apuração de possível violação do Código Eleitoral e “outras que porventura forem constatadas no curso da investigação”.
No diagnóstico de aliados de Tarcísio, a redação do despacho abre margem para que o inquérito seja utilizado para colher qualquer fato potencialmente incriminador que surja diante dos investigadores, ainda que não esteja relacionado com a denúncia original. A intenção, segundo eles, é intimidar um opositor.
A denúncia que motivou a abertura do procedimento de junho se baseia em reportagens veiculadas na imprensa em que o ex-cinegrafista da emissora Jovem Pan Marcos Vinícius Andrade diz ter sido pressionado por assessores do então candidato a deletar filmagens que supostamente mostravam seguranças da equipe de campanha atirando contra o homem que morreu naquele tiroteio “possivelmente para simular um atentado fraudulento”.
O inquérito da Polícia Civil de São Paulo aberto para investigar a morte concluiu que o disparo partiu da arma de um policial militar.
Procurado pelo Estadão, o advogado Thiago Boverio, que representa Tarcísio, não quis se manifestar. As primeiras diligências da PF, feitas em agosto, concluíram que “em nenhum momento o governador falou em atentado, classificando o evento como um ‘ataque’, não atribuindo ao fato nenhuma motivação política ou partidária” em suas redes sociais.
O governo de São Paulo lembrou que, “no último dia 17, a Justiça Eleitoral realizou julgamento sobre o episódio em Paraisópolis e, após a manifestação do Ministério Público, oitiva de testemunhas e colheita de provas, foi concluído de forma unânime que o episódio tratou-se de uma ocorrência policial, sem qualquer ingerência política ou eleitoral”.
“Uma vez que não há fato novo, não haveria outra questão a ser averiguada no inquérito da Polícia Federal mencionado”, destacou o governo, em nota ao Estadão.
A decisão a que se refere a gestão paulista diz respeito a uma ação diferente, em que Tarcísio era acusado de utilizar bens da União em proveito de sua campanha, devido à presença de seu ex-assessor Danilo Campetti, que é policial federal, no ato eleitoral. O agente foi fotografado no local do tiroteio com o distintivo e arma da PF. A Justiça rejeitou a denúncia.
Inquérito divide opinião de delegados
Em dezembro do ano passado, a três dias do fim do governo de Jair Bolsonaro, o delegado Leonardo Henrique Gomes Rodrigues, então responsável pelo caso, havia instruído o arquivamento de uma notícia crime contra o governador sob o argumento de que não havia justa causa e competência federal para conduzir a investigação.
No mês seguinte, já sob Lula, a corregedoria se manifestou contra esse posicionamento e determinou que fosse feito um pedido à Justiça de São Paulo de acesso ao inquérito da Polícia Civil sobre a morte de um homem naquela troca de tiros. Em resposta, Rodrigues alegou que seria necessário pedir autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), responsável por julgar ações criminais contra governadores.
O delegado afirmou ainda que a denúncia imputa a Tarcísio crimes comuns, “como fraude processual, ameaça e falso testemunho” e que, por isso, seria necessário consultar a Corte.
Um parecer da corregedoria da PF foi na contramão desse entendimento e lembrou que a apresentação da denúncia ocorreu quando Tarcísio ainda era candidato e não exercia cargo público. Por isso, a abertura do inquérito não dependeria de chancela do tribunal mesmo em caso de acusação de crime comum.
Para o advogado especialista em Direito eleitoral Alberto Rollo, o caso não deveria passar pelo STJ. “Se na época dos fatos ele era apenas candidato e o crime de que ele é acusado é eleitoral, a competência é do TRE-SP. O Supremo já definiu que, em casos assim, mesmo quando há crime comum conexo, cabe à Justiça Eleitoral julgar”, disse.
A reportagem procurou a Polícia Federal com pedidos de explicações sobre a reabertura do caso e sobre os fatos investigados. Não houve nenhuma resposta.
por Gustavo Côrtes / ESTADÃO
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