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CURITIBA/PR - Na quarta-feira (19), o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) deferiu, por unanimidade, a candidatura de Deltan Dallagnol, ex-procurador da força-tarefa da Lava Jato.

Deltan foi o candidato a deputado federal mais votado do Paraná, com mais de 344 mil votos.

Em suas redes sociais, ele comemorou a decisão dos juízes que rejeitaram os pedidos de impugnação. “O TRE-PR fez justiça e confirmou por unanimidade minha candidatura, rechaçando todas as alegações infundadas que fizeram contra mim”, escreveu.

 

 

RedeTV! 

PALESTINA - O movimento islâmico palestino Hamas anunciou, na quarta-feira (19), o restabelecimento de suas relações com o presidente sírio, Bashar al-Assad, mais de dez anos depois de tê-las rompido no início da revolta popular na Síria.

"É um dia de glória, um dia importante, no qual restabelecemos nossa presença na Síria e retomamos o trabalho conjunto" com Damasco, disse Khalil Hayya, chefe do escritório de relações árabes e islâmicas do Hamas.

Hayya fez sua declaração em entrevista coletiva, após um encontro com o presidente sírio, que o recebeu como parte de uma delegação de facções palestinas.

O Hamas, no poder na Faixa de Gaza, era um dos aliados palestinos mais próximos de Assad, mas a relação azedou após o início da revolta popular na Síria em 2011.

O movimento palestino criticou a repressão do regime sírio, e seu então líder, Khaled Meshaal, deixou Damasco em 2012 para se estabelecer no Catar.

De acordo com um alto funcionário do Hamas consultado pela AFP, o movimento islâmico está se preparando para reabrir um escritório de representação em Damasco, como "a primeira etapa para restabelecer antigas relações".

"Concordamos com o presidente que devemos virar a página e olhar para frente", acrescentou Khalil Hayya.

- Hezbollah, o mediador -

A visita a Damasco ocorreu semanas depois que o Hamas anunciou sua disposição de restabelecer as relações com o poder sírio, "à luz dos rápidos desenvolvimentos regionais e internacionais relacionados à nossa causa", uma referência implícita à reaproximação entre Israel e vários países da região, como Bahrein e Emirados Árabes Unidos.

A delegação do Hamas chegou à Síria depois de passar pela Argélia, onde 14 facções palestinas, incluindo o Hamas e o movimento laico Fatah, divididos por mais de 15 anos, assinaram um novo acordo de reconciliação na última quinta-feira.

Nos últimos meses, os líderes do movimento islâmico palestino tiveram múltiplos contatos com altos funcionários sírios, com a mediação do Irã e do movimento xiita libanês Hezbollah, segundo a autoridade do Hamas.

Durante anos, o poder sírio considerou a saída do Hamas um "golpe fatal" para o relacionamento com a Síria, com alguns altos funcionários falando até em "traição".

Ao mesmo tempo, durante esse período, o Hamas manteve boas relações com o Hezbollah, um firme aliado do regime sírio.

O Hezbollah, um movimento pró-iraniano, afirmou ter desempenhado um papel importante na reconciliação entre o poder sírio e o Hamas, que considera parte do "eixo de resistência" contra Israel, e que também inclui Damasco, Teerã e grupos iraquianos.

A reunião desta quarta-feira entre o Hamas e Bashar al-Assad "faz parte da reaproximação entre o Hezbollah e o Hamas, evidente no Líbano há mais de um ano", comentou à AFP Maha Yahya, diretora do Carnegie Middle East Center, com sede em Beirute.

 

 

AFP

SÃO PAULO/SP - Após 22 anos de PSDB, o ex-governador de São Paulo, João Doria, anunciou nesta quarta-feira, 19, sua saída do partido. O agora ex-tucano, fez várias postagens no Twitter e disse que deixa o PSDB de cabeça erguida. Pode até ser que ele saia de cabeça erguida, mas o partido fez feio com ele.

“Anuncio minha desfiliação do PSDB após 22 anos no partido. Inspirado na social democracia e em nomes como Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e FHC, cumpri minha missão política partidária pautado na excelência da gestão pública e em uma sociedade mais justa e menos desigual. Encerro essa etapa de cabeça erguida. Orgulhoso pela contribuição que pude dar a São Paulo e ao Brasil, graças à generosidade e à confiança de todos aqueles que optaram pelo meu nome em três prévias e duas eleições. Com minha missão cumprida, deixo meu agradecimento e o firme desejo de que o PSDB tenha um olhar atento ao seu grandioso passado em busca de inspiração para o futuro. E sempre em defesa da democracia, da liberdade e do progresso social do Brasil” disse Doria.

Durante as prévias do PSDB para ver quem disputaria a corrida presidencial, Doria venceu Eduardo Leite e estava entusiasmado para concorre, mas nem Doria e nem Leite foram para o pleito, e mais ambos eram governadores de seus respectivos estados e renunciaram para concorrer ao Palácio do Planalto, porém a covardia do PSDB fez que abandonasse o projeto de Doria.

O PSDB acabou apoiando Simone Tebet (MDB), tendo como vice Mara Gabrilli (PSDB), que neste segundo turno, Tebet está apoiando Lula (PT).

SÃO PAULO/SP - A terceira pesquisa presidencial foi realizada pela Quaest após a definição do segundo turno que será no próximo dia 30 de outubro.

De acordo com o instituto de pesquisa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), continua na liderança com 47% das intenções de voto, mas a diferença vem diminuindo em relação ao presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), que tem 42%. Os votos brancos e nulos são 6%, já os indecisos são 5%.

Na segunda pesquisa Quaest para este segundo turno, que foi publicada no último dia 13 de outubro, Lula oscilou dois pontos para baixo, ou seja, ainda está dentro da margem de erro. Jair Bolsonaro também oscilou, porém foi um ponto para cima, também dentro da margem de erro.

Nos votos válidos, Lula tem 52,8%, ante 47,2% de Bolsonaro. Na comparação com a semana passada, o ex-presidente oscilou 0,6 ponto percentual para baixo e o atual mandatário, 0,6 ponto percentual para cima.

Foram entrevistadas duas mil pessoas entre os dias 16 e 18 de outubro. Encomendado pelo banco Genial, a sondagem está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-04387-2022.

A briga pela vitória esta acirrada, vamos aguardar o que o povo brasileiro vai decidir.

BRASÍLIA/DF - Com 295 votos favoráveis, a Câmara dos Deputados aprovou, na terça-feira (18), o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 96/11 que visa ampliar multas aos institutos de pesquisa que divulgarem dados com divergências acima da margem de erro em relação aos resultados das votações.

De autoria do deputado Rubens Buenos (Cidadania), o requerimento recebeu 120 votos contrários e mesmo com a aprovação não será incluída na Ordem do Dia do Plenário. O presidente da casa, Arthur Lira (PP), disse que haverá uma rodada de negociação com os líderes dos partidos.

“Nós estamos votando o requerimento de urgência do projeto mais antigo [sobre o tema] sem lidar com o mérito. Nós fizemos um compromisso com os líderes da base hoje de que vamos sentar para dialogar sobre o texto de mérito deste projeto e, depois do texto resolvido, ele vem ao Plenário quando tiver um mínimo de acordo possível”, explicou o presidente.

O texto apresentado por Ricardo Barros (PP) está apensado ao projeto em questão e inclui a criminalização dos erros das pesquisas, chegando a penal de 4 a 10 anos, além de multas.

Lira ainda disse durante sessão que o texto será negociado com o Senado.

 

 

RedeTV!

EUA - Luis, chefe de uma família venezuelana que chegou à Cidade do México, dá de ombros, resignado: "com essa mudança que eles (os Estados Unidos) fizeram, parece que vamos ficar por aqui".

Seu plano inicial era levar os seus, três adultos e quatro crianças, até a fronteira norte e tentar cruzá-la para pedir asilo.

Mas no caminho, este pai de família de 48 anos que pediu para manter o sobrenome em sigilo, soube que na quarta-feira passada Washington modificou sua política migratória e agora os venezuelanos terão que chegar por via aérea após a tramitação de uma permissão.

A família não teve outra opção que pernoitar, sob forte chuva e frio, do lado de fora da governamental Comissão de Ajuda a Refugiados (Comar) na tentativa de regularizar sua situação para permanecer no México.

"Que ajudem a nós, que andamos em família, nos deem uma permissão pelo menos para poder trabalhar, matricular as crianças na escola. Tudo o que uma pessoa precisa: saúde, trabalho, educação", diz à AFP.

Dezenas de venezuelanos, alguns deles devolvidos dos Estados Unidos, faziam fila nesta terça-feira (18) do lado de fora da Comar, vestindo roupas grossas para se proteger do frio da manhã.

Sabendo das novas políticas dos Estados Unidos, o México aceitou receber, por razões humanitárias, os venezuelanos que tentam cruzar por terra e agora se prepara para dar refúgio a quem pedir.

De acordo com as novas diretrizes dos Estados Unidos, serão recebidos 24.000 venezuelanos, mas aqueles que tiverem entrado ilegalmente no México ou no Panamá não vão poder aspirar a este benefício.

Andrés Ramírez, coordenador-geral da Comar, disse à emissora de televisão Milenio que este ano esperam receber 10.000 solicitações, o que será um máximo histórico.

Eduardo Rodríguez, venezuelano de 43 anos, que vive no México desde 2011, chegou à Comar para levar roupas paara seus compatriotas, aos quais incentiva a permanecer no país.

"Se tiverem que ficar no México, onde há muita oportunidade, que fiquem", diz.

Segundo dados da ONU, desde 2015, mais de 6 milhões de venezuelanos deixaram o país, mergulhado em uma profunda crise política e econômica.

Assim que as novas medidas migratórias entraram em vigor, os Estados Unidos começaram a devolver ao México os venezuelanos, que permanecem em cidades fronteiriças, onde participaram de alguns protestos.

Outros milhares estão bloqueados na cidade de San Pedro Tapanatepec, em Oaxaca (sul), à espera de um documento migratório para transitar pelo México.

O governo mexicano começou a pedir vistos aos venezuelanos a partir de janeiro passado, levando milhares a tentar cruzar o país clandestinamente ou em caravanas que tentam chegar aos Estados Unidos.

 

 

AFP

SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (PL) protocolou um requerimento propondo o adiantamento do processo seletivo para contratação de professores de educação especial para o ano letivo de 2023. Em 2022, esse tema foi bastante discutido no legislativo municipal para poder atender toda a demanda necessária para este ano.

Bruno Zancheta destacou: “Estas contratações precisam acontecer no início do ano letivo para que os alunos não sejam prejudicados. O número de alunos laudados portadores de algum tipo de deficiência e ou transtorno que estudam na rede municipal de ensino triplicaram nos últimos anos, saltando de 267 em 2019 para 582 em 2021. Já em 2022, temos mais de 750 alunos. Precisamos de um olhar diferenciado neste sentido, com nossos professores e alunos”.

“Para que tenhamos uma ideia, em 2022, apenas no mês de Maio tivemos um processo seletivo temporário, muito tardio. Precisamos antecipar esse processo seletivo em 2023 para o mais breve possível, ou buscarmos juntos a prorrogação do que fizemos em 2022. Ninguém pode ser penalizado”, completou o vereador Bruno Zancheta, presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência do Legislativo.

INGLATERRA - Buscando acalmar com urgência mercados financeiros mergulhados no caos, o novo ministro das Finanças britânico anunciou na segunda-feira (17) a remoção "de quase todas as medidas fiscais" apresentadas três semanas antes pelo governo de Liz Truss, cuja sobrevivência política está ameaçada.

Jeremy Hunt, nomeado na sexta-feira imediatamente após a demissão do ultraliberal Kwasi Kwarteng - que permaneceu no cargo por pouco mais de um mês - fez o anúncio em um discurso transmitido na televisão, antes de dar explicações à tarde na Câmara dos Comuns em Londres.

"A primeira-ministra e eu concordamos ontem em reverter quase todas as medidas fiscais anunciadas no plano de crescimento de três semanas atrás", anunciou Hunt hoje no Parlamento, em uma aparição urgente para acalmar o nervosismo antes da apresentação de seu orçamento detalhado, prevista para o próximo dia 31.

"Quero ser completamente franco sobre a magnitude do desafio econômico que enfrentamos", acrescentou Hunt, levantando temores de aumentos de impostos e medidas de austeridade. Sentada a seu lado na bancada do Executivo, Liz Truss permaneceu calada e com olhar distante.

Liz disse mais tarde que "lamenta" seus "erros" e se mostrou disposta a continuar no cargo pelo "interesse nacional", em entrevista à BBC exibida na noite desta segunda-feira. "Quero assumir minha responsabilidade e lamento os erros cometidos", declarou a líder conservadora, cujo mandato parece agonizando após seis semanas no poder. "Seguirei em meu posto, para cumprir meus compromissos pelo interesse nacional."

Liz explicou que queria "ir muito longe e muito rápido", e garantiu que continuará liderando o partido nas próximas eleições, previstas para daqui a dois anos, nas quais a oposição é a grande favorita. "Agi rapidamente para corrigir esses erros", acrescentou, dirigindo-se à sua maioria, onde aumentam as manobras nos bastidores para forçá-la a deixar o cargo.

Os mercados financeiros britânicos foram abalados por um grande nervosismo e volatilidade desde que Liz e Kwarteng apresentaram seu controverso pacote econômico, em 23 de setembro. O pacote combinava ajuda pública significativa às contas de energia e fortes cortes de impostos, mas não incluía nada para financiá-lo além de aumentar a já elevada dívida pública britânica.

Dando uma dramática guinada de 180 graus e enfraquecendo ainda mais Liz, que permanece como primeira-ministra, mas não tem mais nenhum poder real, Hunt anunciou: "reverteremos quase todas as medidas fiscais anunciadas (...) três semanas atrás".

Entre suas principais decisões, a ajuda às famílias para pagar as contas de energia caras será limitada a seis meses, até abril, em vez dos dois anos prometidos por Liz e Kwarteng.

 

- Mercados tranquilizados? -

Segundo a imprensa britânica, deputados conservadores cogitam nomes para substituí-la há dias. O jornal "Times" listou hoje quem poderia substituí-la em Downing Street.

Liz é a quarta primeira-ministra conservadora do Reino Unido desde o referendo do Brexit em 2016, mas várias figuras da direita britânica opinaram publicamente que ela deveria renunciar, após apenas 40 dias no cargo.

Apresentado em 23 de setembro, o plano econômico de Liz e Kwarteng semeou o caos nos mercados financeiros, temendo que as finanças públicas britânicas descarrilassem.

A libra caiu e o custo da dívida pública disparou, tornando mais caros os juros de empréstimos a famílias e empresas.

O Banco da Inglaterra precisou intervir para evitar que a situação se transformasse em uma crise financeira, com um programa maciço de compra de dívida de longo prazo que terminou na sexta-feira.

Em um sinal de que os anúncios de Hunt para garantir a estabilidade das finanças públicas do Reino Unido podem tranquilizar os mercados, mesmo antes de seu discurso na televisão, a libra subiu 1,08% em relação ao dólar nesta segunda-feira, sendo negociada a US$ 1,1293 às 06h20 (horário de Brasília).

As taxas de juro da dívida pública a 30 anos caíram para 4,48%, refletindo também uma resposta favorável dos investidores.

Essa reação "sugere que a remoção de Kwasi Kwarteng e a nomeação de Jeremy Hunt ajudaram a estabilizar o mercado e restaurar a confiança no mercado da dívida pública do Reino Unido", disse Victoria Scholar, analista da Interactive Investors.

Hunt adiantou no fim de semana que teria que tomar medidas "duras", com aumentos de impostos e cortes de gastos em todos os ministérios, uma mudança radical do programa de Liz, defensora de uma política ultraliberal de baixa tributação para estimular o "crescimento econômico".

 

 

AFP

BRASÍLIA/DF - Mais de 83 mil pessoas se inscreveram no concurso do Senado Federal e vão disputar 22 vagas para 15 especialidades, além do cadastro de reserva para outras 22 especialidades. A concorrência média é de 379 candidatos por vaga. O cargo mais disputado é o de analista legislativo na especialidade processo legislativo. São 16.047candidatos na disputa por uma única colocação.  

A concorrência é de 4.057 candidatos por vaga para os cargos do Edital nº 1, que oferece 11 vagas para 10 especialidades no cargo de analista legislativo. Para o Edital n° 2, que oferece um posto para analista legislativo na área de registro e redação parlamentar, foram 1.752 candidatos inscritos. O Edital nº 3, para o cargo de advogado, tem 4.091 candidatos na disputa pela única vaga oferecida.

O cargo com mais vagas oferecidas é o de técnico legislativo na especialidade policial legislativo (Edital nº 5) com 7 vagas e 25.037 inscritos, um total de 3.576 candidatos por posto.

Já para consultor, são 24 especialidades, mas apenas 2 oferecem vagas e as outras 22 são para a formação de cadastro de reserva. No total, foram 7.544 inscritos. Os cargos com vagas são nas áreas de direito do trabalho e direito previdenciário, com 431 inscritos disputando uma vaga, e orçamento e direito financeiro, com 599 inscritos para uma vaga oferecida.

Os candidatos ainda têm 19 dias para estudar para as primeiras provas, que serão aplicadas no dia 6 de novembro.

Cargo           

Vagas

Inscritos

Candidatos/vaga

Analista legislativo - diversas especialidades (Edital nº 1)

11

44.635

4.057

Administração

2

13.668

6.834

Arquivologia

1

745

745

Assistência social

1

1.788

1.788

Contabilidade

1

2.142

2.142

Enfermagem

1

4.743

4.743

Engenharia do trabalho

1

933

933

Engenharia eletrônica e telecomunicações

1

707

707

Informática legislativa - análise de sistemas

1

2.306

2.306

Informática legislativa - análise de suporte de sistemas

1

1.556

1.556

Processo legislativo

1

16.047

16.047

Analista legislativo - registro e redação parlamentar (Edital n° 2)

1

1.752

1.752

Advogado ( Edital nº 3)

1

4.091

4.091

Consultor legislativo (Edital nº 4)

2

7.544

3.772

Agricultura

cadastro de reserva

130

-

Comunicações e tecnologia da informação

cadastro de reserva

274

-

Desporto e cultura

cadastro de reserva

183

-

Direito civil, processual civil e agrário

cadastro de reserva

244

-

Direito constitucional, administrativo, eleitoral e processo Legislativo

cadastro de reserva

713

-

Direito do trabalho e direito previdenciário

1

431

431

Direito econômico e regulação, direito empresarial e do consumidor

cadastro de reserva

78

-

Direito internacional público, relações internacionais e defesa nacional

cadastro de reserva

319

-

Direito penal, processual penal, penitenciário e segurança pública

cadastro de reserva

552

-

Direito tributário e direito financeiro

cadastro de reserva

505

-

Direitos humanos e cidadania

cadastro de reserva

339

-

Economia do trabalho, renda e previdência

cadastro de reserva

52

-

Economia regional e políticas de desenvolvimento urbano

cadastro de reserva

87

-

Educação

cadastro de reserva

869

-

Meio ambiente

cadastro de reserva

433

-

Minas e energia

cadastro de reserva

158

-

Política econômica e finanças públicas

cadastro de reserva

85

-

Política econômica e sistema financeiro

cadastro de reserva

100

-

Políticas microeconômicas

cadastro de reserva

52

-

Pronunciamentos

cadastro de reserva

300

-

Saúde

cadastro de reserva

621

-

Transportes

cadastro de reserva

149

-

Orçamento e análise econômica

cadastro de reserva

271

-

Orçamento e direito financeiro

1

599

599

Técnico legislativo - policial legislativo (Edital nº 5)

7

25.037

3.576

Todos os cargos

22

83.059

379

Agência Senado 

Fonte: Agência Senado

SÃO PAULO/SP - Muita gente estava esperando este primeiro debate presidencial no segundo turno entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Sila (PT), e o presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), porém a expectativa era que fosse um pouco mais acalorado.

O de sempre ocorreu, mais ataques e menos propostas. Bolsonaro atacava Lula com os fatos de esquema de corrupção ocorridos em seu governo como: Mensalão e Petrolão.

Já Lula falou da pandemia e fake News, para atacar Bolsonaro.

"Lula, pare de mentir, pega mal para um homem da sua idade", disse Bolsonaro, a Lula, que tem 76 anos.

"Você é o rei das 'fake news', o rei da estupidez", respondeu Lula, que criticou duramente Bolsonaro por sua gestão da pandemia.

O presidente, por sua vez, acusou o PT de ter divulgado notícias falsas sobre o suposto envolvimento do mandatário com pedofilia. Bolsonaro mostrou a decisão do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, obrigando a campanha de Lula a remover, de todas as redes sociais, o vídeo descontextualizado da fala do presidente da República sobre meninas venezuelanas.

"Sua negligência causou a morte de 680.000 pessoas quando metade poderia ter sido salva", disse o petista.

Bolsonaro qualificou Lula de "vergonha nacional". "Lula, você deveria ficar em casa, curtindo a vida, e não querendo voltar à cena do crime", disse o presidente, falando sobre os casos de corrupção durante o governo Lula (2003-2010).

Sobre o Petrolão, o atual mandatário citou empresas envolvidas e declarou que a dívida da Petrobras, por causa do esquema de corrupção, foi equivalente a 60 vezes a transposição do Rio São Francisco.

“Olha aqui Lula, os delatores devolveram R$ 6 bilhões […] Olha aqui as empresas que roubaram a Petrobras. Odebrecht devolveu R$ 2,7 bi; SBN R$ 1,3 bi; Andrade Gutierrez, R$ 1,4 bi; Braskem, R$ 2,8 bilhões; Camargo Correa, R$ 1,4 bilhão; OAS, RS 1,9 bilhão”, afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro lembrou também da relação notória de Lula com ditadores, como o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, e afirmou que o ex-presidente também pretende fechar igrejas, como o colega.

O debate na Band neste domingo, 16, demorou cerca de 2 horas.

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