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Unidade está agendando atendimento para controlar fluxo de pessoas; medida faz parte de orientações de precaução ao Coronavírus

 

JAÚ/SP - O Hemonúcleo Regional de Jaú solicita apoio da população para manter os estoques de sangue e plaquetas. A unidade, que atende mais de dez hospitais da região, já observa queda no número de doações nos primeiros meses de 2020.

Segundo o coordenador do Hemonúcleo, Marcos Mauad, é comum as doações caírem durante o inverno. "Nessa época, aumenta a incidência de gripes e resfriados, fator que impossibilita a doação. É necessário estar saudável para doar. No entanto, nesse ano, temos ainda o desafio provocado por conta da pandemia do Coronavírus", comenta.

De acordo com levantamento do Hemonúcleo, de janeiro a junho de 2020 foram 6.481 doações, 25% a menos do que o registrado no mesmo período no ano anterior, quando foram 8.700 doações.

Desde o início dos casos no País, em fevereiro, a unidade adotou medidas para garantir a segurança dos doadores como disponibilização de álcool em gel para higienização das mãos e distanciamento dos assentos na sala de espera. Além disso, há entrada alternativa para que os doadores não precisem transitar pelo hospital. O uso de máscaras é obrigatório no espaço.
Para controlar o fluxo de pessoas e evitar aglomerações, a equipe adotou também o agendamento de doações, que pode ser feito pelos telefones (14) 3602-1355 e (14) 3602-1356.

"Temos uma alta demanda de bolsas e é necessário ter o sangue pronto para uso, em estoque. Da coleta até o material pronto, são necessários dois dias. No entanto, o paciente não pode esperar. Por isso, é importante manter a frequência dos doadores", explica Mauad.

 

Serviço
Hemonúcleo Regional de Jaú

Rua Dona Silvéria, 150 – Jaú/SP
Agendamento: (14) 3602-1355 ou (14) 3602-1356

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h e no sábado das 7h30 às 12h.

Tem dúvidas sobre os requisitos para doação? Acesse o link: http://www.amaralcarvalho.org.br/amaralcarvalho/pt/medicinasaude-especialidade-doacaosangue/visualizar/codmedicinasaude_especialidade_doacaosangue/4/doacao-de-sangue.html

Protocolo prevê o uso de Cloroquina e Azitromicina nos primeiros 5 dias após o aparecimento dos sintomas.

Janaína Paschoal e Leticia Aguiar pedem ao Ministério Público que padronize o protocolo de atendimento aos pacientes de Covid-19 em todo o Estado

 

SÃO PAULO/SP - As deputadas estaduais Leticia Aguiar e Janaína Paschoal, ambas do PSL, enviaram ofício solicitando ao Ministério Público do Estado de São Paulo que tome as medidas necessárias para padronizar o protocolo de atendimento de pacientes diagnosticados com COVID-19 em todos os municípios de São Paulo, em especial com o atendimento precoce conforme prevê as determinações do Ministério da Saúde para o SUS. (VEJA O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA NO FINAL DESTA MATÉRIA).

No ofício, assinado por Janaína Paschoal e Leticia Aguiar, as parlamentares pedem que as medidas e orientações dadas pelo próprio MP ao município de Paulínia seja estendido a todos os municípios do Estado de São Paulo.

Isso porque recentemente o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) recomendou que Paulínia adote medidas para garantir o acesso e igualdade de possibilidades de tratamento em fase inicial para pacientes com Covid-19.

O MP entendeu que o Executivo deve adequar e reforçar o atendimento público de saúde primária de pacientes com síndromes gripais e Covid-19, com o propósito de evitar o agravamento da doença e de reduzir as internações, remetendo esclarecimentos acerca dos tratamentos disponibilizados, ampliação da testagem e do monitoramento de pacientes.

Protocolo saúde

Para a deputada Janaína Paschoal, que já foi diagnosticada com o novo coronavírus, o tratamento precoce é fundamental“A Ciência, tão alardeada pelos críticos, não nega fatos. Os fatos mostram que medicar os doentes com COVID no início salva vidas! E não estou falando só da cloroquina!”, disse a parlamentar.

A deputada Leticia Aguiar destacou que falta orientação e a população está sendo prejudicada: “São muitos os relatos de pessoas com sintomas de Covid-19 que chegam as unidades de saúde e voltam para casa sem nenhuma orientação, remédios ou tratamento. E já sabemos que o Ministério da Saúde recomenda o tratamento precoce inclusive disponibilizando medicamentos como a Cloroquina e a Azitromicina, para evitar o agravamento da síndrome gripal provocada pelo vírus”, disse Leticia.

No documento de Paulínia, os promotores de Justiça Verônica Silva de Oliveira e André Perche Lucke, orientam a Administração Municipal no sentido de promover a conscientização da população sobre a necessidade de procurar atendimento diante dos primeiros sintomas, de modo a permitir a escolha do tratamento mais adequado junto ao médico.

Janaína Paschoal também exaltou o trabalho dos promotores: “Trata-se de petição perfeita. Documento importantíssimo! Deus abençoe os Promotores de Justiça de Paulínia! Que o Ministério Público de São Paulo se levante contra a iniquidade!”, disse.

A recomendação da petição de Paulínia, trata também de orientação expressa que deve ser direcionada aos médicos das unidades públicas de saúde sob gestão ou coordenação municipal, para que os profissionais de saúde possam ministrar o tratamento que julgarem apropriado, nos termos das “Orientações do Ministério da Saúde para manuseio medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da Covid-19”, disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, conforme protocolo de atendimento. Assim, fica preservada a autonomia do ato médico e a garantia a equidade do tratamento dos usuários, com foco no princípio da autonomia do paciente.

Ainda de acordo com os promotores, o município deve garantir que os medicamentos necessários sejam disponibilizados gratuitamente aos pacientes.

Leticia Aguiar destacou que o exemplo de Paulínia deve nortear o Ministério Público do Estado para padronizar as ações em todas as unidades de atendimento à população paulista: “Se os promotores entenderem que adotar o tratamento precoce, preservando-se a decisão do médico, é uma boa medida para o município de Paulínia, o mesmo deve valer para todo o Estado de São Paulo, e as pessoas poderão ter um atendimento padronizado sendo medicadas logo nos primeiros sintomas”, finalizou a deputada.

protocolo do Ministério da Saúde sobre o “tratamento precoce” de pacientes adultos com diagnóstico de covid-19, recomenda o uso da cloroquina ou do sulfato de hidroxicloroquina nos cinco primeiros dias depois de aparecem os sintomas da doença.

O período de tratamento é o mesmo da norma anterior, mas agora o protocolo recomenda o uso combinado de azitromicina, um antibiótico. As novas regras indicam o tratamento para os casos leves, sem que seja necessária a internação.

O protocolo de atendimento afirma ainda que o uso destas medicações deve ser feito após uma avaliação médica em unidades de saúde e que, além dos testes clínicos para o diagnóstico, deve ser feito um exame laboratorial ou radiológico. O paciente também precisa assinar um termo de consentimento para autorizar o tratament

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Iniciativa tem como objetivo apresentar dados, de forma clara e didática, da situação dos estados brasileiros e DF, em relação ao cenário epidemiológico da SRAG e da Covid-19, assim como da capacidade do sistema de saúde para o enfrentamento da pandemia

RIO DE JANEIRO/RJ - A Fiocruz lançou, nesta sexta-feira (10/7), o Boletim do Observatório Fiocruz Covid-19. A iniciativa tem como objetivo apresentar dados, de forma clara e didática, da situação dos estados brasileiros e do Distrito Federal, em relação ao cenário epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e da Covid-19, assim como da capacidade do sistema de saúde para o enfrentamento da pandemia.

A instituição acredita que por meio do boletim – que traz informações vitais para a tomada de decisões – contribuirá para ampliar a discussão sobre todos os aspectos que envolvem a Covid-19. Para isso, a ideia é contar com a participação dos diferentes atores sociais comprometidos com o processo e envolvimento de toda a sociedade.

"Embora existam muitas iniciativas de governos, universidades e organizações da sociedade na construção de painéis e critérios para adoção de medidas de distanciamento social e físico, que são fundamentais para a redução do crescimento de casos, acreditamos que o boletim trará informações que contribuem para subsidiar a tomada de decisões relacionadas as adoção de medidas de distanciamento social de maior ou menor restrição", destacam os pesquisadores envolvidas nesta iniciativa, como Christovam Barcellos, Daniel Villela e Margareth Portela.

Para a criação do boletim foram tomadas como referências não só critérios e indicadores propostos pela OMS, mas também iniciativas da sociedade civil, como o Covid Exit Strategydisponível no site. A publicação traz um panorama geral do cenário epidemiológico, com indicadores-chave para o monitoramento da situação nos estados e regiões do país, relacionados à incidência e à mortalidade por Covid-19, incidência de SRAG e disponibilidade de leitos. 

O cálculo de incidências semanais de Covid-19 é feito por médias das últimas duas semanas e a incidência de SRAG por média móvel  (a média em intervalos de três semanas) das últimas três semanas. As tendências são avaliadas pelo crescimento médio diário nas últimas duas semanas.

Os níveis de ocorrência de SRAG são avaliados por padrões históricos detalhados nos documentos do InfoGripe. Outros indicadores de Covid-19 estão disponíveis no MonitoraCovid-19. O indicador de disponibilidade de leitos de UTI Covid-19 baseia-se em dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) obtidos em 29 de junho de 2020.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta sexta-feira (17/07) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 997 casos positivos para a doença (23 resultados positivos foram liberados hoje), com 17 mortes confirmadas e 1 suspeita. 54 óbitos já foram descartados até o momento. Um óbito foi descartado nesta sexta-feira (17/07). Trata-se de um homem de 84 anos internado em 08/07 que morreu na noite de ontem, porém o resultado foi negativo para COVID-19. A VIGEP ainda aguarda o resultado do exame de um homem de 37 anos, que foi a óbito na própria residência e que o corpo foi encaminhado ao IML. Dos 997 casos positivos, 906 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 90 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 61 receberam alta hospitalar, 13 estão internados e 16 positivos internados foram a óbito. 659 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 4.078 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (88 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 35 pessoas, sendo 20 adultos na enfermaria (5 positivos – sendo 1 de outro município, 6 suspeitos, 9 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 11 pessoas (10 positivos - sendo 2 de outros municípios e 1 suspeito). Na UTI uma criança está internada com suspeita da doença. 3 crianças estão na enfermaria, uma com resultado negativo para COVID-19 e duas com suspeita da doença. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 66,7%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 6.637 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 5.059 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.578 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 3.217 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 2.455 tiveram resultado negativo para COVID-19, 629 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 133 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Nas duas fases, os pesquisadores estimaram que 1,62% dos moradores foram contaminados pela COVID-19

 

SÃO CARLOS/SP - Os pesquisadores do “Testar para Cuidar – Programa de Mapeamento da COVID-19” em São Carlos divulgaram nesta quinta-feira, 16 de julho, os resultados da segunda etapa do levantamento. Dos 1.400 moradores convocados para participar da pesquisa, 804 compareceram e foram testados via levantamento. Destes, 13 tiveram resultado positivo, ou seja, 1,62%.

A segunda etapa foi realizada nos dias 27 e 28 de junho, com a participação de 67% dos moradores selecionados. O levantamento mostra que entre os dias 27 e 28 de junho, o número estimado de infectados era de 3.156 pessoas, 6 vezes mais do que indicava o número oficial da Vigilância Epidemiológica, que era de 478 casos confirmados.

 

PRIMEIRA PARA SEGUNDA ETAPA

Se compararmos a primeira e a segunda etapas, pela estimativa, a doença se manteve estável na cidade. Isso porque, os pesquisadores também estimaram durante a primeira fase do levantamento, que 1,62% dos moradores teriam sido infectados pela COVID-19. Já os dados oficiais, apontam crescimento de 313 casos para 478 casos confirmados. “Pela nossa estimativa, o número de casos confirmados se manteve o mesmo em duas semanas, em pouco mais de 3 mil casos. Isso mostra que do dia 14 ao dia 28 de junho, mais casos foram confirmados não porque mais pessoas ficaram doentes, mas, sim, porque aumentou o número de pessoas testadas, o que permitiu que mais gente descobrisse que tinha sido infectada”, explica o estatístico Prof. Dr. Jorge Oishi.

Para a diretora de Vigilância em Saúde da Prefeitura de São Carlos, Crislaine Mestre, os resultados de cada etapa devem ser analisados com cautela, respeitando a metodologia estatística empregada. “Essa etapa comprova nossa expectativa: a curva em São Carlos está “achatada”, e os novos casos vêm crescendo de forma lenta, assim o sistema de saúde consegue oferecer assistência a todos de forma integral em todos os níveis de atenção”, avalia.

 

LETALIDADE

Até o dia 28 de junho, o município registrava 14 mortes por COVID-19 e taxa de letalidade adulta de 2,93% (o que significa que 3 em cada 100 pacientes infectados morreram). Pela estimativa do TESTAR PARA CUIDAR, a letalidade na época foi bem menor, de 0,44% (o que significa que 4 em cada 1 mil pacientes infectados morreram).

“Os números já nos mostram que o esforço das Instituições de Saúde de São Carlos para oferecer o melhor atendimento aos pacientes com COVID-19 tem dado resultado. Na Santa Casa, por exemplo, os pacientes curados estão acima da média dos hospitais brasileiros (públicos e particulares). E esse atendimento diferenciado tem contribuído para que São Carlos esteja entre os 5 municípios com menor letalidade do Estado de São Paulo”, explica a médica infectologista Carolina Toniolo Zenatti, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção relacionada à Assistência em Saúde (SCIRAS) da Santa Casa e uma das coordenadoras do Testar para Cuidar.

O “TESTAR PARA CUIDAR – PROGRAMA DE MAPEAMENTO DA COVID-19” é uma iniciativa da Santa Casa, Prefeitura de São Carlos, Statsol, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Hospital Universitário (HU-UFSCar) e Unimed São Carlos.

Pessoas que foram internadas por causa da doença são acompanhadas e reavaliadas no Hospital

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) tem dois ambulatórios de Infectologia voltados ao acompanhamento de pacientes que foram contaminados por Covid-19 e precisaram ser internados em enfermaria ou em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O Ambulatório de Infectologia - Covid-19 iniciou suas atividades em 22 de junho e é destinado ao cuidado de pacientes que foram contaminados com a doença e internados na enfermaria ou na UTI do HU, mas que já tiveram alta do Hospital; acompanha também quem passou pelo Pronto Atendimento, testou positivo e que precisa de reavaliação ambulatorial. Esse ambulatório é coordenado por Henrique Pott Júnior, infectologista e docente do Departamento de Medicina (DMed) da UFSCar, e atendeu cerca de 20 pacientes.

O seu principal objetivo é, justamente, acompanhar a evolução dos pacientes de Covid-19 que já receberam alta, para avaliar função pulmonar, necessidade de reavaliação cardiovascular e de outros exames, além de tirar dúvidas. "O comportamento das complicações da Covid-19, por se tratar de doença nova, ainda não é conhecido. Há a necessidade de dar assistência direta a esses pacientes, bem como reavaliá-los do ponto de vista pulmonar, laboratorial e cardiológico", afirma Meliza Roscani, Chefe da Divisão de Gestão do Cuidado do HU e docente do DMed.

Podem participar dos atendimentos aos pacientes no ambulatório estudantes inseridos na atividade "Brasil Conta Comigo", do Ministério da Saúde, que estão atuando no HU-UFSCar, além de residentes da Clínica Médica do Hospital.

Além disso, no dia 14 de julho, entrou em atividade o Ambulatório de Doenças Infecciosas Agudas e Covid-19, coordenado por Sigrid de Sousa Santos, infectologista e docente do DMed da UFSCar, onde também será realizado o acompanhamento de pacientes acometidos pela Covid-19 e que precisaram de internação no Sistema Único de Saúde (SUS) de São Carlos, mas que já tiveram alta da Santa Casa ou do próprio Hospital. Esse ambulatório receberá, inclusive, participantes do programa "Testar para Cuidar", inquérito soroepidemiológico para Covid-19 realizado no município de São Carlos.

Levantamento estuda a incidência da COVID-19 em São Carlos

 

SÃO CARLOS/SP - A terceira etapa do “Testar para Cuidar – Programa de Mapeamento da COVID-19” coletou informações e exames de sangue de 851 pessoas selecionadas para participar do levantamento. Essa terceira fase foi realizada no último fim de semana, entre 11 e 12 de julho.

Coordenado pela Santa Casa, Prefeitura de São Carlos, Statsol, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Hospital Universitário (HU-UFSCar) e Unimed São Carlos, o Programa vai permitir o desenvolvimento de ações baseadas em estatísticas para o enfrentamento da COVID-19 na cidade. “As coletas são realizadas a cada 15 dias e demonstram o comportamento da doença em São Carlos. Em breve, teremos um estudo epidemiológico baseado em informações científicas para pautar nossas ações”, afirmou a médica infectologista Carolina Toniolo Zenatti, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção relacionada à Assistência em Saúde (SCIRAS) da Santa Casa e uma das coordenadoras do Testar para Cuidar.

Os resultados dos exames dos participantes do Programa serão liberados para os pacientes a partir da próxima semana, por e-mail ou por telefone. Também poderão ser consultados no site http://testarparacuidar.saocarlos.sp.gov.br/. “A finalidade dos nossos exames é identificar a exposição de parcela da população da cidade ao novo coronavírus. Os exames do tipo ELISA determinam se a pessoa foi infectada em algum momento”, explicou a médica infectologista, docente do Departamento de Medicina da UFSCar e uma das coordenadoras do estudo, Sigrid de Sousa dos Santos. Os moradores que tiveram resultado de exames positivo serão contatados e orientados pela médica.

 

Os exames estão sendo realizados pelo Laboratório de Inflamação e Doenças Infecciosas (LIDI), do Departamento de Morfologia e Patologia (DMP) da UFSCar. Os testes tipo ELISA foram adquiridos pela Prefeitura de São Carlos e serão usados para detecção de anticorpos anti SARS-CoV. Com sensibilidade de até 98% na detecção do anticorpo, o exame pode ser feito mesmo depois de 14 dias do contato com o vírus e o diagnóstico é muito confiável.

“A UFSCar conta com laboratórios especializados, equipamentos de última geração e profissionais altamente qualificados para a participação nesse estudo”, afirmou a professora, coordenadora do grupo de pesquisa e do LIDI, Fernanda Anibal.

 

RESULTADOS PARCIAIS DA PRIMEIRA ETAPA

 

Na análise estatística da primeira etapa do Programa, realizada entre os dias 13 e 14 de junho, dos 1.048 moradores testados, 17 tiveram resultado positivo para o novo coronavírus, ou seja, 1,62%. O número é 10 vezes maior do que o indicado pelos dados oficiais da Vigilância Epidemiológica do município naquele período, segundo o pesquisador, estatístico e um dos coordenadores do mapeamento, Prof. Dr. Jorge Oishi. 

O Programa tem quatro etapas com visitas, entrevistas e coletas de exames a cada duas semanas. A quarta e última etapa começa na próxima semana. Entre os dias 20 e 24 acontecem as visitas aos moradores selecionados. As coletas de informações e exames serão realizadas no sábado (25) e domingo (26).

Uma nova preliminar do levantamento, da segunda etapa, será divulgada ainda esta semana. O resultado de todo o Programa será divulgado em setembro. Dúvidas e outras informações podem ser consultadas no endereço eletrônico http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/testar-para-cuidar/.

Em 30 dias, foram realizados 3 procedimentos, mesmo durante a pandemia da COVID-19

 

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos bateu um recorde na captação de órgãos: foram feitos 3 procedimentos em 30 dias, enquanto a média é de 1 procedimento a cada 2 meses. No total, dos 3 doadores, foram captados 4 rins, 1 fígado e 2 córneas. Os órgãos e tecidos foram transplantados em pacientes que aguardavam na fila de espera nos hospitais de Ribeirão Preto, São Paulo e no Hospital de Base de São José do Rio Preto

Participaram desses procedimentos médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e do Centro Cirúrgico da Santa Casa, juntamente com as equipes de captações de órgãos.

De acordo com a Enfermeira da Comissão de Doação de Órgãos e Tecidos da Santa Casa, Sara de Almeida Pedrosa, a captação de órgãos segue um protocolo rigoroso, que começa com a constatação da morte cerebral do paciente. “Antes de tudo, a família é avisada que será aberto o protocolo de morte encefálica, quando há perda irreversível das funções cerebrais. Só depois que a morte encefálica é constatada, é que uma equipe multiprofissional, composta por psicólogos, médicos e enfermeiros, entrevista a família e fala sobre a opção da doação dos órgãos. Se a família concordar, são feitos todos os exames necessários para avaliar as condições dos órgãos. Em seguida, é feita a documentação autorizando a doação e, assim, seguir com os procedimentos cirúrgicos para a retirada dos órgãos.

A equipe da Organização de Procura de Órgãos da Regional de Ribeirão Preto (OPO-RP) é a responsável pela captação dos rins e por toda a logística do processo de doação. Já a distribuição dos órgãos é feita pela Central de Transplantes Regional que, por meio de um sistema, define quem serão os receptores que estão na fila de espera para receber o transplante.

A Enfermeira Chefe da OPO-RP, Judith dos Santos, explica que, em virtude da pandemia, houve uma redução de 30% nas captações de órgãos na região de Ribeirão Preto (onde São Carlos está incluída). “Por isso, o recorde da Santa Casa de São Carlos é animador, mostra o trabalho da Instituição em valorizar a doação de órgãos. Nós da OPO também continuamos em busca de potenciais doadores, pois muitas pessoas aguardam por essa chance de viver”, comenta a Enfermeira.

A grande dificuldade no processo de captação e doação de órgãos ainda é a recusa dos familiares. O fato de não terem conhecimento sobre a vontade do possível doador, causa o impedimento da doação. Por isso, a Coordenadora da Comissão de Doação de Órgãos e Tecidos da Santa Casa de São Carlos, Tatiana Zanqueta, explica que é muito importante conversar com a família sobre o desejo de ser doador para que, assim, os familiares autorizem a doação. “Essa comunicação é fundamental, já que hoje em dia não existe mais a necessidade apresentar a carteirinha do doador. Optar pela doação dos órgãos é um gesto nobre de dar a esperança de um novo recomeço de vida para o próximo. É permitir que alguém tenha uma qualidade melhor de vida”, afirma a coordenadora.

Para a Gerente de Práticas Assistenciais da Santa Casa, Vanisia Sulpino, o hospital tem um papel muito importante por ser o notificador de potenciais doadores. “Apesar da COVID-19, pessoas continuam perdendo vidas na fila de espera por um transplante. E a gente conseguir bater esse recorde no meio da pandemia, é importante demais, porque estamos ajudando a também salvar essas vidas".

Foram coletadas cerca de 227.900 tampinhas plásticas para trocar por uma cadeira de rodas.

SÃO CARLOS/SP - O Diretor Técnico da Santa Casa e infectologista, Vitor Marim, recebeu a visita dos integrantes do Rotary Club São Carlos Clima e Interact do Rotary Club São Carlos.

Na oportunidade, foi entregue uma cadeira de rodas arrecadada através da campanha “Tampinha Solidária”. O projeto é uma parceria da Santa Casa com o Rotary Club São Carlos Clima e o Interact do Rotary Club São Carlos.

A Campanha, que teve início em fevereiro, já arrecadou três cadeiras de rodas para a Santa Casa.  Em junho, o hospital recebeu duas cadeiras que foram trocadas por 530.000 tampinhas plásticas. Desta vez, 227.900 tampinhas plásticas foram recolhidas, em um total de 430 quilos. As tampinhas foram separadas por cores e vendidas para o reciclador. Com o valor arrecadado, é feita a compra da cadeira. “Esse resultado é o fechamento de uma segunda fase desse projeto com a colaboração de todos os parceiros. Percebemos que a população está envolvida e a comunidade abraçou essa causa. Logo entregaremos mais cadeiras ao hospital. Esse é o objetivo do projeto, ajudar as pessoas necessitadas”, comenta o rotariano, Luiz Renato de Lourenço. 

A cadeira de rodas doada vai ser usada nos blocos das Enfermarias. No momento, a Santa Casa possui  17 cadeiras de rodas, mas para atender toda à demanda do hospital, o ideal seria ter pelo menos 23.

De acordo com o Presidente do Rotary Club de São Carlos Clima, Sebastião Vicente Canevarolo Júnior, a parceria da comunidade é fundamental para continuar o projeto. “Começamos com o projeto no Clube em função dos novos eventos que aconteceram e surgiu um interesse muito grande de todos. Tantos os colegas do clube, como os parceiros de diversos estabelecimentos colaboraram com o projeto.  O valor da cadeira de rodas exige um trabalho muito grande, são muitas pessoas envolvidas, e todos se sentem um pouco participante dessa atividade comunitária e humanitária”, explica.

Para o Diretor Técnico da Santa Casa, Vitor Marim, esse apoio do Rotary Club, que já é um grande parceiro da Santa Casa, é muito importante. “Mais uma vez, o Rotary Club mostra-se parceiro do hospital trazendo uma enorme contribuição para os pacientes atendidos na Santa Casa. Essa cadeira vai fazer bastante diferença na assistência que prestamos”, afirma o diretor técnico.

A consultora do Setor de Captação de Recursos da Santa Casa, Angela Oioli, ressalta que o projeto continua até o fim do ano. “O recebimento dessa terceira cadeira dentro da Campanha Tampinha Solidária é a prova que estamos no caminho certo. Temos o apoio da população da cidade e, principalmente, dos funcionários da Santa Casa, que não medem esforços para arrecadar as tampinhas. Além disso, estamos protegendo o planeta e transformando tampinhas em novas peças de plástico. Tínhamos como meta três cadeiras, mas com o apoio de todos, vamos conseguir mais. Conto com a colaboração de toda população para ajudar a nossa Santa Casa”, comenta.

Na ocasião, também foram entregues duas cadeiras de rodas para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de São Carlos.

Podem ser doadas tampinhas plásticas de água, refrigerante, leite, maionese, achocolatados, remédios, creme dental, shampoo, condicionador, amaciante, sabão em pó e líquido, café, catchup, detergente, requeijão, leite, potes de sorvetes, dentre outros similares. O importante é que as tampas estejam limpas e sem nenhum rótulo de papel.

A entrega das tampinhas pode ser feita na Portaria do Estacionamento da Santa Casa (Portaria 5), que fica na Rua Maestro João Seppe, s/nº.

 

SERVIÇO:

CAMPANHA TAMPINHA SOLIDÁRIA

LOCAL DE ENTREGA – PORTARIA 5 DA SANTA CASA (PORTARIA DO ESTACIONAMENTO – RUA MAESTRO JOÃO SEPPE, S/N)

O QUE DOAR: QUALQUER TAMPINHA PLÁSTICA, LIMPA E SEM RÓTULOS

RIO DE JANEIRO/RJ - O estudo clínico internacional HPTN 083 comprovou que a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) contendo Cabotegravir injetável de ação prolongada (CAB-LA) utilizado a cada oito semanas obteve eficácia superior ao Truvada na Prevenção da infecção pelo vírus. “Esta é uma conquista sem precedentes para o campo da prevenção do HIV. A PrEP com CAB-LA é uma estratégia nova e poderosa que pode realmente fazer a diferença no controle da epidemia de HIV/Aids”, destacou Beatriz Grinsztejn, chefe do laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). Beatriz coordenou a nível global o ensaio clínico em parceria com Raphael Landovitz, professor associado da Divisão de Doenças Infecciosas da David Geffen School of Medicine, na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). O anúncio foi feito durante o 23ª Conferência Internacional de Aids (Aids 2020).

O estudo foi realizado pela rede de pesquisa HIV Prevention Trials Network (HPTN) e financiado pelo National Institute of Allergy and Infectious Diseases/National Institutes of Health (NIAID/NIH) dos Estados Unidos. A Unidade de Ensaios Clínicos em HIV/Aids liderada pela pesquisadora Beatriz Grinsztejn integra o HPTN desde 1999. 

HPTN 083

O HPTN 083 foi o primeiro ensaio clínico em larga escala contendo um medicamento injetável de ação prolongada para prevenção ao HIV. O estudo comparou a eficácia e a segurança em 4.570 voluntários HIV negativos da PrEP contendo CAB-LA com a PrEP com Truvada. Participaram da pesquisa homens gays, outros homens que fazem sexo com homens, mulheres travestis e trans que fazem sexo com homens, em 43 centros de pesquisa de sete países (África do Sul, Argentina, Brasil, Estados Unidos da América, Peru, Tailândia e Vietnã). A inclusão teve início em novembro de 2016. Dois terços do grupo de participantes têm menos de 30 anos e 12% são mulheres trans e travestis. A coordenação clínica do estudo no Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids do INI/Fiocruz foi feita por Lara Esteves Coelho, pesquisadora da unidade, que é o centro de pesquisa que incluiu o maior número de participantes (240) entre todos os centros do mundo.

Os participantes, todos considerados sob risco aumentado de adquirir o HIV, foram aleatoriamente designados para receber PrEP contendo Cabotegravir injetável de ação prolongada (CAB-LA) a cada oito semanas ou Truvada diariamente. O desenho do ensaio clínico previa que cada voluntário receberia Cabotegravir ou Truvada por três anos na fase cega do estudo (quando nem os participantes nem os pesquisadores sabem que medicamento os pacientes estão recebendo).

Na primeira das três análises intermediárias previstas no protocolo, o Comitê de Monitoramento de dados e Segurança verificou que os dados mostravam a superioridade da PrEP contendo Cabotegravir injetável de ação prolongada (CAB-LA). Entre os que usaram Cabotegravir, a taxa de aquisição da infecção pelo HIV foi 66% mais baixa do que entre os que usaram Truvada em dose diária. No total de 52 pessoas que adquiriram o HIV durante o estudo, 39 estavam alocadas no braço Truvada e 13 no braço Cabotegravir.

“O HPTN 083 foi o primeiro estudo de PrEP a ser desenhado com foco nas populações mais vulneráveis entre os vulneráveis, que até então estavam pouco representadas nos estudos anteriores de PrEP: jovens, negros, travestis e mulheres Trans. Os resultados vão contribuir para diminuir a disparidade no acesso aos benefícios da PrEP”, afirmou Grinsztejn. O estudo será apresentado por Beatriz Grinsztejn durante a 23ª Conferência Internacional da Aids (Aids 2020) nesta quinta-feira (9/7).

Rede HPTN

A Rede de Ensaios de Prevenção ao HIV (HPTN) é uma rede mundial de ensaios clínicos colaborativos que reúne pesquisadores, especialistas em ética, membros da comunidade e outros parceiros para desenvolver e testar a segurança e a eficácia de intervenções projetadas para impedir a aquisição e transmissão do HIV. O HPTN colabora com mais de 85 locais de pesquisa clínica em 19 países para avaliar novas intervenções e estratégias de prevenção do HIV em populações consideradas mais vulneráveis à infecção. A agenda de pesquisa da HPTN - mais de 50 ensaios em andamento ou concluídos com mais de 161 mil participantes inscritos e avaliados - concentra-se principalmente no uso de estratégias integradas: uso de medicamentos antirretrovirais (terapia antirretroviral e profilaxia pré-exposição); intervenções para abuso de substâncias, particularmente uso de drogas injetáveis; intervenções comportamentais de redução de risco e intervenções estruturais.

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