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SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirmou nesta segunda-feira (13/07) mais duas mortes por COVID-19. Trata-se de uma mulher de 82, de São Carlos, internada no dia 07/07 e que morreu nesta segunda-feira (13/07). O outro óbito foi registrado na capital paulista no dia 28/06, porém somente agora a notificação foi repassada para a Vigilância Epidemiológica. Como a pessoa tem residência aqui na cidade e conforme determina protocolo do Ministério da Saúde, a morte é contabilizada para São Carlos. São Carlos contabiliza neste momento 842 casos positivos para a doença (18 resultados positivos foram liberados hoje), com 17 mortes confirmadas e 1 suspeita. 53 óbitos já foram descartados até o momento. O resultado do exame da mulher de 77 anos internada na quinta-feira (09/07) e que morreu no mesmo dia foi negativo para COVID-19. A VIGEP ainda aguarda o resultado do exame do um homem de 37 anos, que foi a óbito na residência e que corpo foi encaminhado ao IML. Dos 842 casos positivos, 757 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 84 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 55 receberam alta hospitalar, 13 estão internados e 16 positivos internados foram a óbito. 598 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 3.702 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (20 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 39 pessoas, sendo 26 adultos na enfermaria (7 positivos – sendo 1 de outro município, 12 suspeitos, 7 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 9 pessoas (7 positivos – sendo 1 de outro município e 2 negativos). Na UTI nenhuma criança está internada neste momento. Quatro crianças estão na enfermaria, uma com resultado negativo para COVID-19 e outras três suspeitas da doença. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 38,9%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 5.216 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 4.308 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 908 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 2.710 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 2.097 tiveram resultado negativo para COVID-19, 528 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 85 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Campanha de Doação da Santa Casa completou 3 meses. Durante este período (23/3 a 30/6), o hospital arrecadou R$ 313.219,24. E com as doações de insumos, EPIs, alimentos e outros itens por empresas e voluntários, a Instituição deixou de gastar R$ 845.473,44.

Muitas dessas contribuições têm vindo por meio das lives. O proprietário da Canto Quieto Cutelaria Artesanal, Flávio Mesquita, que trabalha com a fabricação de facas artesanais, promoveu uma dessas ações virtuais. Ele decidiu rifar uma faca de churrasco e, com a venda das rifas, conseguiu angariar um valor de R$ 2.500 para o hospital. “Já tenho o hábito de doar mensalmente um valor ao hospital. Diante dessa situação que estamos vivendo, resolvi fazer a rifa. Pedi a ajuda de alguns amigos e, rapidamente, conseguimos vender 100 números de R$ 25,00 cada, e conseguimos arrecadar um valor significativo”, afirma. Mesquita ainda ressalta que a Live foi acompanhada pela Consultora do Setor de Captação de Recursos da Santa Casa, Angela Oioli, que falou um pouco sobre quais são as necessidades da Santa Casa neste momento de pandemia e como o valor será investido. “Espero ter contribuído, não só com o dinheiro, mas também com a sensibilização de mais pessoas a se tornarem contribuintes”, declara. O recurso arrecadado já foi usado para a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como jalecos, luvas, toucas e máscaras N-95 para os profissionais.

Preocupado com a situação das entidades que necessitam de ajuda nesse momento de pandemia, o Professor da Unesp, Weber Adad Ricci, também organizou uma Live e pediu, em troca, que os internautas fizessem doações à Santa Casa. “Me senti muito tocado pelo fato de que havia uma deficiência de algumas instituições nesse momento tão difícil de pandemia e resolvi ajudar de alguma forma. Durante a live, eu ofereci, durante 3 horas, uma aula com os meus conhecimentos em Odontologia e pedi para quem estava assistindo, que contribuísse com um valor ou com alguma doação. Fui surpreendido pela Destilaria Meneghetti de Brotas que, por intermédio de um dos dentistas que estava assistindo à aula, resolveu doar 1000 litros do álcool líquido 70%. É muito gratificante poder ajudar de alguma maneira”, conta o professor. 

A dupla Zé Renato e Raphael também ajudou a Santa Casa por meio de uma Live Sertaneja que aconteceu no dia 18 de junho. Durante a apresentação virtual foi possível arrecadar um valor de R$ 350,00. A doação será investida na compra de materiais descartáveis como aventais e luvas para ajudar na proteção dos profissionais de saúde. “A gente vem acompanhando tantos artistas fazendo Lives durante essa pandemia e decidimos também ajudar. Escolhemos a Santa Casa por ser um hospital de referência em São Carlos”, explica o músico Raphael.

“Tudo o que fizemos foi de coração para ajudar a Santa Casa. Qualquer ajuda neste momento é importante”, ressalta o médico obstetra, plantonista da Maternidade da Santa Casa e organizador da Live, Vinicius Reis Machado Costa.

 

DOAÇÕES DE ALIMENTOS E PRODUTOS DE HIGIENE

Além das ações virtuais, a Santa Casa vem recebendo diversas doações de alimentos e produtos de higiene. A empresa de tecnologia Liber Capital doou mais de 20 quilos de presunto e muçarela, 3 pacotes de rosquinhas de chocolate, 6 pacotes de bolacha água e sal e 1 pacote de açúcar. “Nossa empresa consegue funcionar com todos colaboradores em home office, mas reconhecemos que muitas pessoas não têm a mesma sorte. Fizemos a doação para ajudar, de alguma forma, quem está na linha de frente no combate à pandemia, já que esses profissionais correm risco enquanto prestam serviços essenciais para todos nós”, ressalta o Diretor Executivo, Victor Morandini Stabile.

O SESC São Carlos, que já é um parceiro tradicional da Santa Casa, tem ajudado diariamente com doações para as refeições que são servidas no hospital. Por meio do projeto Mesa Brasil (que recolhe alimentos fora dos padrões de comercialização de várias empresas, mas em condições seguras para consumo e encaminham para as entidades), a Santa Casa recebeu doações de 540 caixas de leite de amêndoa, 108 litros de leite desnatado, pão de mandioca, salgados, frutas, verduras e legumes. Além da alimentação, o Mesa Brasil doou 600 unidades de álcool em gel 70%, 400 unidades de álcool líquido 70% e 24 unidades de água sanitária que vão ajudar na higiene do hospital.

Pesquisadores desenvolvem sistema inteligente para intubações traqueais decorrentes do coronavírus e outras complicações

 

SÃO CARLOS/SP - Em virtude da preocupação mundial sobre o crescimento de casos da COVID-19 no Brasil e no mundo, a atenção dos pesquisadores voltados para a área da saúde ganhou destaque. Além da busca por soluções que evitem o contágio e transmissão do novo Coronavírus, a dinâmica dos ambientes hospitalares também apresenta fatores de risco, a exemplo do procedimento que pode estabilizar um quadro de falência respiratória: a intubação traqueal. Questionando a pouca disponibilidade de dispositivos para realizar o controle da pressão dos balonetes dos tubos traqueais visando preservar a respiração do paciente durante cirurgias que envolvem anestesia geral ou quadros de complicação respiratória grave, um pesquisador do Departamento de Medicina da UFSCar trouxe o tema para a universidade visando discutir uma solução que facilitasse o trabalho de todos os profissionais da área da saúde através da utilização de um dispositivo nacional. Foi assim que teve origem a patente de invenção "Sistema para aquisição, armazenamento e transmissão da pressão do balonete de próteses endotraqueais" - o Cuffômetro inteligente - cujo depósito de pedido de patente foi realizado nesta última sexta-feira (10/07) junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial com titularidade da Universidade Federal de São Carlos.

Com o início da pandemia, o pesquisador e médico Rafael Luís Luporini percebeu a necessidade da Santa Casa de São Carlos em adquirir aparelhos de medição da pressão do balonete de próteses endotraqueais para garantir a vedação adequada do tubo orotraqueal à traqueia do paciente e assim levar a ventilação correta do mesmo. Isso porque os fabricantes e representantes nacionais que possuem licença junto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não deram conta de suprir o estoque internacional, além de elevar o preço do material. Entendendo que a intubação traqueal é considerada um método de suporte avançado à vida, mas que a técnica poderia se popularizar e tornar mais necessária durante a pandemia, Luporini se reuniu com os pesquisadores Rafael Vidal Aroca da Computação; Fernando Guimarães Aguiar, Leonildo Bernardo Pivotto e Marcos Tan Endo da Engenharia Mecânica; e Heitor Vinicius Mercaldi da Engenharia Elétrica e, em menos de 30 dias, foi desenvolvido o cuffômetro inteligente, um dispositivo inédito capaz de manter e auxiliar na vedação adequada do sistema de intubação traqueal em pacientes em terapia intensiva e emergência intubados. 

Num procedimento de intubação hospitalar convencional, um tubo de plástico é conectado ao respirador que é inserido na traqueia do paciente. No entanto, para realizar a ventilação, é necessário vedar este tubo com a traqueia do paciente através de balões infláveis. Para isso, após a inserção do tubo, uma seringa de ar é utilizada para insuflar o balonete até completa vedação a fim de evitar a transferência de secreções e permitir uma ventilação mecânica adequada. 

De acordo com um dos inventores, Fernando Aguiar, a ausência deste equipamento de medição da pressão dos balonetes pode trazer danos ao paciente e profissionais de saúde, mesmo que o procedimento seja feito com todas as recomendações necessárias, pois um insuflamento de ar inferior ao necessário pode não garantir a vedação adequada do sistema. "Se a vedação não acontece corretamente, as secreções das vias aéreas superiores e trato digestivo podem passar para as vias aéreas inferiores do paciente, podendo ocasionar uma pneumonia ou mesmo contaminar os profissionais de saúde, como, por exemplo, com o coronavírus. Por outro lado, o hiperinsuflamento - ar em excesso pressionando a traqueia -pode diminuir significativamente a perfusão de sangue, ocasionando lesões e estenose, e levando a um quadro cirúrgico que pode trazer sequelas crônicas ao paciente", explicou Aguiar.

Nesse sentido, para que a quantidade de ar correta seja inserida no balonete, há a necessidade de um sistema de monitoramento de pressão - o cuffômetro. A proposta desta tecnologia é justamente encaixar uma seringa em uma válvula com três conexões, possibilitando a conexão entre o cuffômetro inteligente, o balonete e a seringa para injeção de ar, de acordo com todas as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo Aguiar. "A tecnologia possui um sistema de auto calibração, cartão de memória interno para armazenamento de dados e capacidade de comunicação via Bluetooth, Wi-Fi e modem 4G. Tudo isso permite o monitoramento instantâneo do paciente ao longo do período em que estiver intubado e, inclusive, durante um transporte intra-hospitalar dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva móvel, além de permitir o envio de dados e gráficos para um servidor, fazendo com o que a equipe médica consulte seu histórico completo a qualquer hora em qualquer lugar". 

Levando cerca de 30 dias para ser desenvolvida, entre a demanda e união das áreas técnicas até a confecção do primeiro protótipo, o principal diferencial desta tecnologia é o fato de todos os produtos disponíveis no mercado brasileiro serem analógicos. O cuffômetro inteligente é microprocessado e permite a autocalibração quando o equipamento é inicializado, equalizando a pressão externa com a pressão da medição. "A invenção superou as nossas expectativas porque a ideia inicial era a medição de pressão do balonete para monitorar a quantidade correta de ar injetado, mas com a união das áreas, investimos na aplicação por telemedicina, o que torna o dispositivo ainda mais atrativo ao mercado", sugeriu Aguiar. 

Segundo o inventor, para a fabricação deste equipamento, considerando o licenciamento da tecnologia junto a UFSCar, bem como o licenciamento do produto junto a  Anvisa, os pesquisadores estimam que o custo de sua produção será compatível aos modelos analógicos existentes, mas com maior abrangência em suas funcionalidades, dado que os equipamentos atuais não possuem display, não gravam e não fazem o compartilhamento de informações através de um sistema inteligente.

Dada a necessidade atual, em função da preocupação com o novo coronavírus, os pesquisadores já receberam contato de empresas interessadas no licenciamento da tecnologia e, paralelamente a isso, investem na aplicação de testes clínicos. Neste momento, Aguiar conta que a equipe atua na construção de dois protótipos, acreditando que a tecnologia pode transformar o trabalho dos profissionais e a segurança dos pacientes intubados. "Além de suprir uma demanda nacional, com a escassez de equipamentos importados, esta solução tecnológica ganha importância porque reduz a chance de complicações ao paciente, e evita a dispersão e contaminação da equipe de saúde e familiares ao redor. Ou seja, protegendo a vida do paciente e facilitando o trabalho dos profissionais de saúde, ela salva vidas. Adicionado a isso, o monitoramento remoto também é uma realidade cada dia mais necessária", finalizou.

A farmacêutica J&J anunciou que baixou o preço da bedaquilina, usada no tratamento de pessoas com tuberculose, mas a organização humanitária argumenta que o valor ainda é alto para muitas pessoas

MUNDO - A empresa farmacêutica Johnson & Johnson (J&J) anunciou na última segunda-feira (06) o preço reduzido de US$ 1,50 (cerca de R$ 8) por dia para a bedaquilina, medicamento usado para o tratamento da tuberculose, para um rol de 135 países com renda média e baixa. O valor representa uma redução de 32% sobre o preço anterior de US$ 400 (cerca de R$ 2,1 mil) para o tratamento de seis meses. A organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) afirmou que esse foi um passo importante que deve permitir que mais pessoas com formas resistentes da tuberculose (TB-DR) possam ter acesso ao medicamento. No entanto, MSF defendeu que o preço ainda poderia cair mais e ser estendido a mais países.

A organização vem pressionando a J&J para a redução do preço do medicamento desde que o produto chegou ao mercado em 2012 e lançou uma campanha global, ao lado de pessoas com tuberculose e a sociedade civil, no ano passado, pedindo à companhia que reduzisse, em mais da metade, o preço cobrado pelo medicamento em países de baixa e média renda, para ao menos US $ 1 por dia (ou R$ 5,35 por dia). Ao todo, 120.707 pessoas assinaram petições pedindo à J&J que reduzisse o preço.

Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso oral da bedaquilina como a base do tratamento contra TB-DR, para substituir medicamentos mais antigos, mais tóxicos e que requerem doses injetáveis diariamente que podem causar efeitos colaterais graves, tais como a surdez. Diante

da pandemia de COVID-19, a OMS também aconselhou os países a tratar pessoas com TB-DR na segurança de suas casas, usando tratamentos orais, incluindo bedaquilina, no lugar de injeções, que obrigam as pessoas a se deslocarem até as clínicas. O tratamento mais antigo e mais longo com DR-TB, usado por muitos países até agora, exige que as pessoas tomem até 14 mil comprimidos ao longo de quase dois anos, junto com injeções dolorosas diárias por até oito meses.

“À medida que o mundo se recupera da pandemia de COVID-19, o acesso ao tratamento com bedaquilina é uma necessidade nesse momento para pessoas com TB-DR", disse a médica Pilar Ustero, conselheira para tratamento de tuberculose da Campanha de Acesso de MSF. “Não apenas os medicamentos mais antigos que precisam ser injetados são dolorosos e podem causar efeitos colaterais graves, como também exigem que as pessoas se desloquem para instalações de saúde todos os dias, colocando-as em maior risco de infecção por COVID-19. Com um preço reduzido, os governos devem aumentar urgentemente o uso da bedaquilina como parte essencial dos tratamentos orais de TB-DR. Não vamos perder um minuto para por fim ao sofrimento das pessoas com TB-DR.”

O preço da bedaquilina cobrado pela J&J permaneceu como uma grande barreira para os países que vem ampliando esse tratamento capaz de salvar vidas, especialmente ao considerar que a bedaquilina é apenas um dos muitos medicamentos necessários para o tratamento de pessoas com TB-DR. MSF argumenta que a farmacêutica recebeu financiamentos substanciais por parte de contribuintes dos Estados Unidos (EUA) e de outros países, além de organizações não-governamentais, para realizar a pesquisa e o desenvolvimento do medicamento. MSF e outras instituições pediram que a companhia reduzisse o preço e aumentasse o acesso das pessoas ao tratamento. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Liverpool mostrou que a bedaquilina poderia ser produzida e vendida com lucro por apenas US$ 0,25 por dia (cerca de R$ 1,35).

“A J&J não desenvolveu esse medicamento sozinha"disse Sharonann Lynch, consultora sênior para o tratamento de HIV e TB da Campanha de Acesso de MSF. “A bedaquilina foi desenvolvida com apoio considerável de contribuintes, com apoio de instituições sem fins lucrativos e filantrópicas. A J&J recebeu investimentos públicos da ordem de centenas de milhões de dólares, incluindo doações do governo dos EUA e vários outros incentivos financeiros, além de prestadores de serviços de saúde como MSF que contribuíram para a pesquisa e desenvolvimento do medicamento. A J&J não deveria cobrar preços altos por ele em lugar algum.”

O preço anunciado hoje é 32% menor que o preço que já era oferecido a um valor mais baixo para uma lista de países indicada pela J&J e vinculado a compromissos de compra feito por meio do Global Drug Facility (GDF), uma organização administrada pela Stop TB Partnership que fornece medicamentos para tratamento de pessoas com tuberculose nos países de baixa e média renda. Os que não compram da GDF não são elegíveis ao preço mais baixo e continuam pagando valores mais altos cobrados pela J&J ou pelo seu parceiro comercial russo Pharmstandard, que destina o produto para um número de países da Comunidade de Estados Independentes. Um exemplo é o caso da Federação Russa, que paga mais de US$ 8 (ou cerca de R$ 43) por dia pela bedaquilina, preço que é significativamente mais alto do que está disponível agora para os países elegíveis ao preço reduzido de US$ 1,50 por dia (o equivalente a R$ 8).

MSF pediu à J&J que reduzisse ainda mais o preço e oferecesse o medicamento a um valor mais baixo a todos os países que possuem número elevado de pessoas com TB-DR, para que mais vidas possam ser salvas.

Atualmente, a J&J é o único fabricante de bedaquilina e patenteou o medicamento na maioria dos países, controlando o preço pelo qual é vendido. O monopólio da J&J impede que outros fabricantes na Índia e em outros lugares produzam e forneçam versões genéricas mais acessíveis. Embora a

patente da empresa sobre o composto bedaquilina expire em 2023, a substância está registrada como uma patente evergreening, o que possibilita registrar patentes adicionais estendendo, assim, o monopólio do medicamento para 2027 em muitos países afetados pela tuberculose. Os fabricantes de genéricos dizem que são capazes de produzir versões mais acessíveis a partir de 2021, mas estão impedidos de entrar no mercado pelos direitos de propriedade industrial da J&J. MSF pede à farmacêutica que não imponha patentes à bedaquilina e que interrompa as estratégias para prolongar o monopólio sobre o medicamento por meio de extensões desses direitos de exclusividade, que atrasariam ainda mais a disponibilidade de versões genéricas do medicamento com garantia de qualidade.

“Protestamos do lado de fora da sede global da J&J e de seus escritórios em todo o mundo, ao lado de pessoas que sobreviveram à tuberculose e ao tratamento doloroso e árduo, instando a corporação a reduzir o preço desse medicamento que salva vidas", disse Lara Dovifat, especialista da Campanha de Acesso e Advocacy de MSF. “Enquanto esperamos ansiosamente que versões genéricas mais acessíveis da bedaquilina sejam disponibilizadas, queremos instar os governos a garantir que as pessoas com TB-DR obtenham o melhor tratamento possível hoje, e a redução de preços atual é uma etapa útil.”

 

Bedaquilina não é oferecida pelo SUS

No Brasil, a bedaquilina ainda não é oferecida no sistema público de saúde (SUS), apesar de o país ser o campeão de casos de tuberculose entre os países americanos e o segundo mais afetado pela forma resistente doença em todo continente. A bedaquilina ainda está em processo para ser incorporada ao sistema de saúde brasileiro pelo governo, após atrasos no cronograma.

De acordo com o documento apresentado pelo órgão responsável pela incorporação do medicamento no SUS, o preço proposto para a compra da bedaquilina pelo governo brasileiro é de US$ 400 (equivalente a R$ 2,1 mil), relativo ao tratamento por seis meses por pessoa, o que dá US$ 2,10 (R$ 11,25) por comprimido. Em outubro de 2019, MSF e outros 100 manifestantes se reuniram em frente à sede da J&J no Brasil pedindo o preço de US$ 1 por comprimido, para que a oferta do medicamento seja viável no país por meio do SUS.

A quantidade de pessoas afetadas pela forma resistente da tuberculose no Brasil ainda é incerta e há informações de subnotificação dos casos. Além disso, a pandemia de COVID-19 tem afetado estratégias importantes de combate à tuberculose como o tratamento supervisionado e diagnóstico precoce, o que aumenta a probabilidade de crescimento do número de casos da forma resistente da doença e que pode gerar uma maior demanda pela bedaquilina no país.

Em maio deste ano, organizações da sociedade civil ligadas ao Grupo de Trabalho em Propriedade Intelectual (GTPI), organizado no Brasil, apresentaram um documento de oposição a um pedido de patente para a bedaquilina. O objetivo da ação é impedir o aumento do prazo de monopólio da empresa J&J, que, mesmo já possuindo uma patente aprovada no país, fez sete pedidos adicionais para estender a exclusividade de mercado até 2036.

 

Há 30 anos tratando tuberculose

MSF é a organização não-governamental que mais trata pessoas com tuberculose no mundo e oferece o tratamento para a doença há 30 anos, trabalhando frequentemente com autoridades nacionais de saúde para tratar pessoas em ampla variedade de contextos, incluindo zonas de conflito permanente, favelas, prisões, campos de refugiados e áreas remotas. Em setembro de 2019, em projetos de MSF em 14 países, mais de 2 mil pessoas tiveram acesso ao tratamento com os medicamentos mais novos: 429 delas fizeram uso de delamanid (o único outro novo medicamento para tuberculose desenvolvido há mais de 40 anos) e 1.517 utilizaram bedaquilina. No total, 429 fizeram uso de ambos. Globalmente, estima-se que 484 mil pessoas tenham desenvolvido a forma resistente da tuberculose (DR-TB) em 2018, mas apenas 32% foram tratadas.

 

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma neste sábado (11/07) os números no município da COVID-19. São Carlos contabiliza neste momento 800 casos positivos para a doença (29 resultados positivos foram liberados hoje), com 15 mortes confirmadas e 3 suspeitas. 51 óbitos já foram descartados até o momento. Mortes suspeitas: mulher de 77 anos internada na quinta-feira (09/07) e que morreu no mesmo dia; mulher de 71 anos internada desde 09/07 que faleceu na sexta-feira (10/07) e homem de 37 anos, que foi a óbito na residência e corpo foi encaminhado ao IML. A Vigilância Epidemiológica aguarda o resultado desses três exames. Dos 771 casos positivos, 717 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 82 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 50 receberam alta hospitalar, 18 estão internados e 14 positivos internados foram a óbito. 568 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 3.650 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (75 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 38 pessoas, sendo 26 adultos na enfermaria (11 positivos, 6 suspeitos, 9 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 11 pessoas (8 positivos – sendo 1 de outro município e 3 suspeitos). Na UTI nenhuma criança está internada neste momento. Uma criança está na enfermaria, porém com resultado negativo para COVID-19. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 55,6%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 5.054 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 4.206 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 848 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 2.599 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 2.050 tiveram resultado negativo para COVID-19, 507 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 42 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta sexta-feira (10/07) os números no município da COVID-19. São Carlos contabiliza neste momento 771 casos positivos para a doença (20 resultados positivos foram liberados hoje), com 15 mortes confirmadas e 3 mortes suspeitas. 51 óbitos já foram descartados até o momento. Mortes suspeitas: mulher de 77 anos internada na quinta-feira (09/07) e que morreu no mesmo dia; mulher de 71 anos internada desde 09/07 que faleceu nesta sexta-feira (10/07) e homem de 37 anos, que foi a óbito na residência e corpo encaminhado ao IML. A Vigilância Epidemiológica aguarda o resultado desses três exames. Dos 771 casos positivos, 691 pessoas apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 79 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 49 receberam alta hospitalar, 16 estão internados e 14 positivos internados foram a óbito. 560 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 3.575 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (62 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 39 pessoas, sendo 23 adultos na enfermaria (8 positivos, 10 suspeitos, 5 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 12 pessoas (9 positivos, 2 suspeitos, 1 negativo). Na UTI nenhuma criança está internada neste momento. 4 crianças estão na enfermaria, todas com resultado negativo para COVID-19. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 66,7%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 5.018 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 4.155 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 863 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 2.599 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 1.982 tiveram resultado negativo para COVID-19, 480 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 137 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta quinta-feira (09/07) os números no município da COVID-19. São Carlos contabiliza neste momento 751 casos positivos para a doença (22 resultados positivos foram liberados hoje), com 15 mortes confirmadas. 51 óbitos já foram descartados até o momento. Dos 751 casos positivos, 676 pessoas apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 74 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 48 receberam alta hospitalar, 12 estão internados e 14 positivos internados foram a óbito. 549 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 3.513 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (44 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 32 pessoas, sendo 19 adultos na enfermaria (5 positivos, 12 suspeitos - sendo 1 de outro município, 2 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 8 pessoas (6 positivos, 1 suspeito, 1 negativo). Na UTI nenhuma criança está internada neste momento. 5 crianças estão na enfermaria, sendo 1 com resultado positivo para COVID-19, 2 com suspeita da doença e 2 com resultado negativo para o novo coronavírus. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 38,9% %.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 4.911 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 4.111 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 800 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 2.522 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 1.921 tiveram resultado negativo para COVID-19, 473 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 128 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Comprometimento pulmonar e perda da capacidade física e motora estão entre os danos causados pela doença. Demanda por profissionais na área continua aumentando

São Paulo/SP– Os casos de infectados pela COVID-19 tem aumentado a cada dia, sem previsão de queda até o momento. O que muitos desses pacientes ainda não sabem é que parte deles deverão ter sequelas no sistema respiratório, desde casos mais leves da doença até os mais graves, segundo a fisioterapeuta Cássia Xavier Santos, coordenadora dos cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo.

Os pacientes que se tratam ou os que já concluíram o tratamento entre os meses de maio e junho, que até o momento mostram o maior número de contágio e mortes pela covid-19, podem ter consequências no organismo até o início de 2021. Guardadas as proporções dos casos mais e menos graves, ambos serão impactados com a doença, seja por uma possível intubação ou repouso absoluto com acompanhamento médico, respectivamente.

“É por essa razão que a demanda por fisioterapeutas no país aumentou exponencialmente neste período, principalmente em função do trabalho que envolve a recuperação dos pacientes hospitalizados, cuidados intensivos e especializado”, afirma Cassia. Além disso, a tendência é que, mesmo com futuras quedas nos números de infectados no Brasil, a atuação do profissional de fisioterapia deverá ser essencial para a plena recuperação posterior do paciente, em razão das sequelas decorrentes do longo período de internação ao qual muitos deles foram submetidos.

Prova disso, é o aumento na demanda por profissionais em pós-graduação na área em até 50% no período de março a maio deste ano, de acordo com o levantamento da Faculdade Santa Marcelina. A demanda a ser suprida está no apoio a reabilitação principalmente pulmonar, órgão foco do ataque pelo vírus.

Outro fator não menos importante, é a fraqueza muscular. Muitos dos pacientes que tiverem a necessidade de maior tempo de internação em (UTI), precisarão ser acompanhados de perto por esses profissionais, de forma a evitar maior enfraquecimento em médio prazo e acarretar a síndrome do imobilismo. “Em casos graves, pode chegar a dimensões irreparáveis para o paciente, a partir do momento em que o período de repouso pode afetar a função motora do indivíduo”, alerta Cassia.

Fisioterapia na história

A profissão está diretamente ligada à grandes eventos, como foi o caso da Segunda Guerra Mundial. Antes e depois do conflito, a fisioterapia passou a atuar de forma mais expressiva na medicina, juntos aos militares que ficaram comprometidos fisicamente no front. Havia ali uma necessidade de se reaprender a conviver com novas condições corporais ou recuperar parte de funções de maneira progressiva. “Salvo exceções, assemelha-se à batalha que também vivemos hoje e que vai deixar marcas na população pelos próximos anos”, finaliza a coordenadora e fisioterapeuta.

Sobre a Faculdade Santa Marcelina    

A Faculdade Santa Marcelina é uma instituição mantida pela Associação Santa Marcelina – ASM, fundada em 1º de janeiro de 1915 como entidade filantrópica. Desde o início, os princípios de orientação, formação e educação da juventude foram os alicerces do trabalho das Irmãs Marcelinas. Em São Paulo, as unidades de ensino superior iniciaram seus trabalhos nos bairros de Perdizes, em 1929, e Itaquera, em 1999. Para os estudantes é oferecida toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento intelectual e social, formando profissionais em cursos de Graduação e Pós-Graduação (Lato Sensu). Na unidade Perdizes os cursos oferecidos são: Música, Licenciatura em Música, Artes Visuais, Licenciatura em Artes Plásticas e Moda. Já na unidade Itaquera são oferecidas graduações em Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Tecnologia em Radiologia.

 

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta quarta-feira (08/07) o 15° óbito no município por COVID-19. Trata-se de um homem de 64 anos internado desde 15/06 que morreu hoje com resultado positivo para a doença. São Carlos contabiliza neste momento 729 casos positivos para a doença (37 resultados positivos foram liberados hoje), com 15 mortes confirmadas. 51 óbitos já foram descartados até o momento. Dos 729 casos positivos, 654 pessoas apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 74 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 47 receberam alta hospitalar, 13 estão internados e 14 positivos internados foram a óbito. 539 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 3.469 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (74 resultados negativos liberados hoje, 1.031 resultados negativos do Testar para Cuidar). Estão internadas neste momento 34 pessoas, sendo 20 adultos na enfermaria (6 positivos - sendo 1 de outro município, 12 suspeitos, 2 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 9 pessoas (7 positivos, 1 suspeito, 1 negativo). Na UTI nenhuma criança está internada neste momento. 5 crianças estão na enfermaria, sendo 1 com resultado positivo para COVID-19, 2 com suspeita da doença e 2 com resultado negativo para o novo coronavírus. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 33,4%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 4.831 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 4.041 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 790 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 2.430 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 1.881 tiveram resultado negativo para COVID-19, 466 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 83 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

IBITINGA/SP - Os agentes de combate a endemias fizeram mais de 53 mil visitas a imóveis da cidade de Ibitinga, no primeiro semestre do ano. De acordo com Hellen Laleska, da equipe do departamento de controle de vetores, a intensificação nas visitas visa não só a busca por criadouros do mosquito da dengue, como a conscientização dos moradores.

“Esse é um dos trabalhos mais importantes do departamento, uma vez que une conscientização à busca por possíveis criadouros. Ibitinga se mantém firme contra a guerra ao mosquito da dengue e, para isso, realiza diversas ações”, informou Hellen.

O setor também tem feito faxinas ecológicas em áreas verdes. Recentemente, os profissionais da área recolheram dezenas de sacos com lixo, provenientes de materiais plásticos e de vidro despejados indevidamente a céu aberto. A ação mais recente foi feita nos bairros Jardim Mirante e São Benedito.

“Esse mosquito não só transmite a dengue, como também a chikungunya e o zika vírus. As doenças podem matar e é preciso conscientização das pessoas no sentido que é errado, e muito prejudicial, descartar estes itens a céu aberto”, disse o agente de endemias, Nilton Ribeiro.

O SAMS (Serviço Autônomo Municipal de Saúde) pede para que a população tenha consciência sobre o assunto e mantenha a limpeza de quintais e terrenos em dia. “Assim, evitaremos problemas de saúde pública que podem afetar milhares de famílias de nossa cidade”, disse Queila Pavani, diretora do SAMS.

Números

O município de Ibitinga registrou o 42º caso confirmado de dengue. Os registros têm origem em 20 bairros da cidade e inclui o Centro como uma das áreas com maior número de casos.

 

 

 

Fonte: Prefeitura de Ibitinga.

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