JARAGUÁ DO SUL/SC - A seleção masculina de basquete continua sem vencer após duas rodadas da segunda fase das Eliminatórias para a Copa do Mundo do ano que vem, que será disputada no Japão, nas Filipinas e na Indonésia. Na segunda-feira (29), o Brasil não resistiu ao México e foi derrotado por 82 a 72 na Arena Jaraguá, em Jaraguá do Sul. O outro tropeço foi na última quinta-feira (25), em San Juan (Porto Rico), para os donos da casa, por 75 a 72.

Fechamos a primeira janela da segunda fase das Eliminatórias da Copa do Mundo com revés para o México por 82 a 72. Seguimos trabalhando para a sequência da competição, em novembro. pic.twitter.com/LwacMi6cZi
— Basquete Brasil - CBB (@basquetebrasil) August 30, 2022
Os brasileiros aparecem na terceira posição do Grupo F, com as cinco vitórias conquistadas na primeira fase e três derrotas (todas consecutivas), somando os mesmos 13 pontos dos mexicanos, que ficam à frente pelo confronto direto, mesmo critério que deixa a equipe dirigida por Gustavo de Conti com vantagem sobre o Uruguai, que é o quarto. Os três primeiros vão direto ao Mundial. O quarto colocado terá que ter uma campanha melhor que a do quarto do Grupo E para se classificar.
O Brasil volta a quadra pelas Eliminatórias em novembro, para mais duas rodadas, ambas fora de casa. No dia 11, a seleção verde e amarela encara os Estados Unidos. Três dias depois, reencontra o México. O próximo compromisso em casa pelo torneio será em 23 de fevereiro do ano que vem, diante de Porto Rico.
Antes, os brasileiros terão pela frente a AmeriCup, a Copa América da modalidade, que será disputada em Recife. A estreia será na próxima sexta-feira (2), às 20h10 (horário de Brasília), diante do Canadá, no ginásio Geraldo Magalhães.
Os mexicanos sempre estiveram à frente do marcador. No primeiro quarto, o Brasil insistiu nos arremessos de três pontos, mas com baixo aproveitamento, acertando somente duas de nove tentativas. O cenário se repetiu no período seguinte: apenas uma cesta em seis chutes. Os rivais, por outro lado, cravaram quatro bolas de três pontos. O México foi para o intervalo oito pontos à frente.
O pior momento brasileiro foi no terceiro período. Inspirados, os mexicanos erraram somente quatro dos 13 arremessos que tentaram, dobrando a diferença para os dez minutos finais. A reação do Brasil no quarto decisivo foi tardia. A equipe da casa encurtou a diferença para cinco pontos, restando pouco menos de dois minutos, mas uma bola de três do armador Paul Stoll, cestinha da noite com 16 pontos, deu fim ao ímpeto do time verde e amarelo, que teve o também armador Yago como destaque, com 15 pontos.
BRASÍLIA/DF - Emblema das comemorações do bicentenário da Independência promovidas sob o governo Jair Bolsonaro, o coração de Dom Pedro 1º aterrissou em solo brasileiro na segunda-feira (22/08) em clima pomposo, numa recepção que incluiu a exibição da bandeira do Brasil Império (1822-1889).
É a primeira vez em 187 anos que o coração deixa Portugal, onde é guardado a cinco chaves sob os cuidados da Irmandade de Nossa Senhora da Lapa e da Câmara da cidade do Porto, para uma solenidade do outro lado do Atlântico.
Cinquenta anos atrás, em 1972, quando Brasil e Portugal viviam sob ditaduras, ação semelhante trouxe ao Museu do Ipiranga, em São Paulo, os restos mortais do primeiro imperador brasileiro, onde a ossada repousa até hoje.
Intelectuais fazem paralelos entre os dois eventos e criticam o uso de recursos públicos para promover o que classificam como propaganda política.
À agência portuguesa Lusa, o jornalista Laurentino Gomes, autor de diversos livros sobre a história brasileira, chamou a movimentação de "eco autoritário de uma ditadura".
"Não vejo muito sentido nisso em um momento em que mais de 30 milhões de brasileiros estão passando fome", afirma por sua vez o jornalista Tiago Rogero, idealizador do Projeto Querino, podcast que narra episódios da história brasileira de uma perspectiva negra.
A crítica é endossada pela arqueóloga Valdirene Ambiel, autora de pesquisa pioneira sobre os restos mortais de D. Pedro 1º. "Entendo que o momento econômico do Brasil é delicadíssimo para um gasto de dinheiro público desnecessário", disse em pronunciamento via redes sociais.
Custos não foram revelados
Pelo acordo firmado com as autoridades portuguesas, o governo brasileiro é quem arca com as despesas do empréstimo do coração do monarca português e primeiro imperador brasileiro. A jornalistas, contudo, o Itamaraty, que esteve à frente das tratativas para o traslado da relíquia, desconversou ao ser indagado sobre os custos da ação: sem revelar valores, alegou que são "absolutamente ínfimos".
A Força Aérea Brasileira (FAB) é responsável pelo traslado aéreo. A segurança do coração será supervisionada pelos portugueses e ficará a cargo das forças armadas e das polícias federal e militar.
Informação veiculada recentemente por Lauro Jardim no jornal O Globo, contudo, dá uma pista sobre a magnitude dos valores envolvidos: a FAB teria dito a Bolsonaro que os voos no avião presidencial durante a campanha eleitoral sairiam por R$ 120 o quilômetro – e mais de 7 mil quilômetros separam Brasília e Porto.
A isso somam-se as diárias dos agentes envolvidos na segurança do coração e os custos de recepção da delegação portuguesa.
"Espetáculo mórbido"
Para Rogero, a vinda do coração de D. Pedro 1º serve à uma construção nacionalista e ufanista da história. "Casa com esse momento que antecede o 7 de Setembro, que é uma celebração que ao mesmo tempo também soa como uma ameaça de ruptura democrática", afirma.
Avaliação semelhante é feita por Isabel Lustosa, biógrafa de D. Pedro 1º. Ela diz que por trás da movimentação está a tentativa do governo federal de faturar politicamente, dominando a agenda e instilando na população "um patriotismo fabricado" às vésperas da eleição e do 7 de Setembro –data icônica para os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e que, nos últimos anos, tem sido marcada por demonstrações de força de discursos golpistas.
Lustosa critica a falta de iniciativas do governo federal em memória do bicentenário. "Não tem um evento. Só resta fazer algum tipo de espetáculo em torno do pedaço do corpo de alguém que pediu para ser enterrado em Portugal", afirma. "É uma coisa quase mórbida. Não tem significado nenhum e não serve a ninguém."
O mesmo tom é seguido pela historiadora Lilia Moritz Schwarcz. "Bem se vê como o governo não tem projeto, só tem fumaça", escreveu em uma rede social. "Mal sabia ele [D. Pedro 1º] que seu coração viraria bengala para um presidente autoritário, sem projeto."
Desrespeito ao patrimônio histórico
Para Lustosa, o traslado do órgão é um desrespeito à memória do monarca, que ainda em vida pediu para ter o corpo sepultado em Lisboa e o coração, embalsamado e enviado ao Porto.
"Acho que é quase uma violência, inclusive do ponto de vista do patrimônio histórico. Isso é patrimônio histórico português. Deveria ser preservado, e não ficar fazendo turismo mundo afora", lamenta a biógrafa.
Já Rogero diz esperar que o episódio incentive as pessoas a se informarem sobre a Independência para além da narrativa romantizada e usada ideologicamente por setores reacionários da sociedade brasileira.
"No mito oficial da Independência, o que se vê são homens brancos, em fardas militares, numa pose bem heroica. Mas quem de fato viveu os conflitos, inclusive armados, foi principalmente a parcela negra e pobre da população – muitos, inclusive, ainda na condição de escravizados", afirma o idealizador do Projeto Querino.
Embebido em formol e envolto por um receptáculo dourado, o órgão de quase 188 anos será recebido no Palácio do Planalto nesta terça-feira (23/08) e, em seguida, haverá uma cerimônia no Palácio do Itamaraty.
No mesmo palácio, o coração ficará exposto para visitação pública de 25 de agosto a 5 de setembro, e retornará ao Porto em 8 de setembro, informou o Ministério das Relações Exteriores.
Segundo informações veiculadas pela imprensa brasileira, o presidente de Portugal e os demais chefes de Estado de países de língua portuguesa foram convidados para as comemorações e devem visitar o coração no Itamaraty em 6 de setembro.
Autor: Rayanne Azevedo / DW
ARGENTINA - O Brasil superou o Chile por 100 a 37, na noite de quarta-feira (3) no ginásio Ave Fenix, em San Luis (Argentina), pelo Campeonato Sul-Americano de basquete feminino.

Grande vitória sobre o Chile e o primeiro lugar do Grupo no Sul-Americano de San Luis: 100 x 37!
— Basquete Brasil - CBB (@basquetebrasil) August 3, 2022
Na sexta, às 18h30, o Brasil encara a Venezuela nas semifinais do torneio, já classificada para a AmeriCup 2023! pic.twitter.com/68XuudJWXQ
Com este resultado, a equipe comandada pelo técnico José Neto terminou a primeira fase da competição na liderança do Grupo B. Agora, a seleção brasileira medirá forças com a Venezuela, já pelas semifinais, a partir das 18h30 (horário de Brasília) da próxima sexta-feira (5).
A cestinha do Brasil na partida foi a ala Patty Teixeira, do Sampaio Corrêa, que conseguiu o total de 18 pontos.
COLÔMBIA - O tênis de mesa brasileiro dominou as finais femininas de simples e duplas no Campeonato Sul-Americano da modalidade, realizado em Pereira (Colômbia). A delegação do país monopolizou as decisões de terça-feira (27), com destaque para Caroline Kumahara, que foi campeã em ambas.

O dia começou com as classificações brasileiras à final de duplas. Na primeira semifinal, Laura Watanabe e Beatriz Kanashiro derrotaram as argentinas Camila Kaizoji e Candela Molero por três sets a um (12/9, 9/11, 15/13 e 11/5). Depois, Carol e Giulia Takahashi garantiram a decisão verde e amarela ao superarem as colombianas Cory Tellez e Manuela Echeverry pelo mesmo placar (11/8, 11/13, 11/9 e 11/6). No jogo valendo o título, melhor para Carol e Giulia, ambas presentes na Olimpíada de Tóquio (Japão), que venceram Laura e Beatriz por três a zero (11/7, 11/9 e 11/9).
CALI - O Brasil encerrou em grande estilo a participação na primeira fase da Copa América Feminina, disputada na Colômbia. Nesta quinta-feira (21), a seleção canarinho aplicou 6 a 0 no Peru, a maior goleada desta edição da competição, igualando a vitória do Uruguai sobre as mesmas peruanas na segunda-feira (18). A partida ocorreu no Estádio Pascual Guerrero, em Cali.

A equipe brasileira finalizou o Grupo B com quatro vitórias em quatro jogos, 12 pontos somados, 17 gols marcados e nenhum sofrido. O Peru terminou na lanterna, sem pontos ganhos e gols feitos, e levou 18 gols na competição.
As atenções da seleção de Pia Sundhage se voltam, agora, ao Paraguai. O duelo pelas semifinais será nesta terça-feira (26), às 21h (horário de Brasília), no Estádio Alfonso López, em Bucaramanga. A classificação à final assegura ao Brasil, de uma só vez, as vagas na Copa do Mundo do ano que vem (em Austrália e Nova Zelândia) e na Olimpíada de Paris (França), em 2024.
Pia aproveitou o jogo para descansar titulares e testar uma nova formação. Ao invés do habitual 4-4-2, a técnica escalou a equipe no 3-4-3, com as laterais Letícia Santos e Fê Palermo compondo o trio defensivo com a zagueira Kathellen. O meio-campo teve Luana e as Dudas Santos, Sampaio e Francelino, com Gabi Portilho, Kerolin e Geyse fazendo a trinca ofensiva.
Jogadoras como as atacantes Adriana, Bia Zaneratto e Debinha, as laterais Tamires e Antonia, a zagueira Tainara (recuperada da covid-19) e a meia Ary Borges iniciaram o duelo no banco, enquanto a volante Angelina e a zagueira Rafaelle, suspensas pelo terceiro amarelo, não foram relacionadas. O Peru, por sua vez, foi a campo com a mesma equipe goleada pelo Uruguai.
O Brasil precisou de 40 segundos para sair na frente. Na sequência de uma troca de passes, Geyse invadiu a área pela direita e cruzou rasteiro para Duda Francelino abrir o placar. Aos 17 minutos, Fê Palermo apareceu pela esquerda e rolou na área. A bola sobrou para Duda Sampaio, que bateu no canto da goleira Maryory Sánchez. Aos 41, Duda Santos avançou na esquerda e encontrou Geyse livre, na área, para fazer o terceiro. O quarto gol saiu dois minutos depois, com Duda Santos cobrando pênalti sofrido por ela própria - apesar de a infração da meia Nahomi Martínez ter sido fora da área.
Na volta do intervalo, as brasileiras chegaram ao quinto no primeiro minuto de bola rolando, com Fê Palermo, de cabeça, completando a cobrança de escanteio de Duda Sampaio pela direita. Aos três, Duda Sampaio foi derrubada na área e sofreu pênalti, cobrado e convertido por Adriana (que entrou no lugar de Duda Francelino). Em ritmo bem mais lento, a seleção canarinho se manteve no ataque, mas sem criar muitos lances de perigo.
No outro confronto do Grupo B, a Argentina derrotou a Venezuela por 1 a 0, no Estádio Centenário, em Armenia. O gol da atacante Florencia Bonsegundo, aos 17 minutos da etapa final, valeu às argentinas, com nove pontos, a segunda vaga da chave às semifinais, para encarar a anfitriã Colômbia na segunda-feira (25), às 21h, em Bucaramanga. Às venezuelanas, que estagnaram nos seis pontos, resta a disputa do quinto lugar no domingo (24) diante do Chile, às 21h, novamente em Armenia. O confronto é classificatório para a repescagem da Copa do Mundo.
ARMENIA - O Brasil manteve 100% de aproveitamento na Copa América de futebol feminino após derrotar o Uruguai por 3 a 0, na noite de terça-feira (12) no estádio Centenário, na cidade de Armenia (Colômbia).

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— Copa América (@CopaAmerica) July 12, 2022
A Seleção Canarinho venceu o Uruguai por 3 a 0 e é líder isolada do Grupo B da CONMEBOL Copa América Femenina ?
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Com a segunda vitória na competição, após a goleada de 4 a 0 sobre a Argentina na estreia, a equipe comandada pela técnica sueca Pia Sundhage lidera o Grupo B de forma isolada.
Claramente superior, a seleção brasileira abriu o placar ainda no primeiro tempo. Aos 32 minutos, Antônia recebeu na direita, se livrou da marcadora com um bonito drible e chegou até a linha de fundo, de onde cruzou rasteiro para a área. Debinha furou a finalização de letra, mas Adriana não perdoou e bateu com liberdade.
Sete minutos depois o Brasil voltou a vencer a goleira Sofía Olivera, desta vez com a volante Ary Borges. Mas o lance acabou anulado por causa de posição irregular da jogadora brasileira. Mas aos 46 minutos não teve jeito, Bia Zaneratto arrancou pela esquerda e enfiou a bola para Debinha, que chutou rasteiro.
Mas a seleção brasileira queria mais, e conseguiu logo aos dois minutos da etapa final, com Adriana após passe de Debinha. Com este gol a camisa 11 do Brasil assumiu a artilharia isolada da competição com quatro tentos.
Agora o Brasil folga na próxima rodada, e volta a entrar em campo na competição apenas na próxima segunda (18), ainda pela primeira fase, contra a Venezuela.
PORTUGAL - Portugal passará a aceitar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do Brasil como documento válido para dirigir no país. A mudança foi aprovada pelo presidente português Marcelo Rebelo de Sousa em 8 de julho e passará a valer para toda a Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP) após ser publicada no Diário da República.
A mudança beneficiará os brasileiros que moram em Portugal, que atualmente têm um prazo de 90 dias após a autorização de residência permanente para fazer a troca da habilitação brasileira pela portuguesa. Para os viajantes que visitam o país a turismo, nada mudará. Sempre foi possível alugar e dirigir veículos usando a CNH brasileira em Portugal por até 185 dias.
Bárbara Ligero / VIAGEM E TURISMO
RIO DE JANEIRO/RJ - O Brasil conquistou o bicampeonato na disputa geral dos conjuntos (a soma das notas da série mista e da dos cinco arcos) no Campeonato Pan-Americano de Ginástica Rítmica que está sendo disputado na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro.

Na sexta-feira (8), a equipe formada por Maria Eduarda Arakaki, Deborah Medrado, Nicole Pircio, Gabrielle Moraes da Silva, Giovanna Oliveira e Bárbara Galvão garantiu a segunda melhor nota na série mista (29.050), atrás apenas do México (30.150). Na quinta (7), o conjunto brasileiro conquistou a primeira posição nos cinco arcos.
Na série mista, a equipe do Brasil apresentou uma coreografia montada com base na música Smile, de Charles Chaplin. “Estudamos bastante, é um código muito artístico e sempre tivemos isso como ponto forte. As nossas treinadoras são fortes no artístico, então foi incrível. Pudemos estudar, assistir filmes do Chaplin, estudar os movimentos dele. Trouxemos para a coreografia o máximo de referências que conseguimos”, disse Maria Eduarda, a capitã do time brasileiro.
BRASÍLIA/DF - O Brasil tem 106 casos confirmados de varíola dos macacos (Monkeypox), segundo levantamento do Ministério da Saúde. A maioria (75) foi registrada em São Paulo. Em seguida, está o Rio de Janeiro, com 20 casos. 

Em Minas Gerais, foram três casos da doença. No Ceará, no Paraná e no Rio de Grande do Sul foram dois registros em cada estado. Há também confirmação de infecção pelo vírus no Distrito Federal e no Rio Grande do Norte, com um caso cada.
O órgão destacou que segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos dos pacientes. Isso é feito por meio da Sala de Situação e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional).
A varíola causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) causa uma doença mais branda do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 1980.
Trata-se de uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente.
Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.
Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.
Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.
RIO DE JANEIRO/RJ - Construído para as provas de ciclismo da Olimpíada Rio 2016, o Velódromo da cidade maravilhosa abriu as portas para outra modalidade na segunda-feira (4): o Campeonato Brasileiro de Boxe Elite. As disputas masculina e feminina reunirão 173 atletas de todo o país, entre eles, expoentes como Beatriz Ferreira (prata nos Jogos de Tóquio e atual vice-campeã mundial nos 60 quilos), Keno Marley (vice-campeão mundial nos 86kg), e Abner Teixeira, bronze em Tóquio, nos 90 kg. A competição vai até domingo (10). 

As lutas começam a partir das 14h30 (horário de Brasil), em ringues no vão interno do Velódromo, no Parque Olímpico, na zona oeste do Rio. A entrada é gratuita, mediante inscrição online. As lutas também são transmitidas ao vivo no YouTube da Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe). A programação e resultados são publicados diariamente, depois das 22h30, no site da entidade.
Na semana que vem, a partir do dia 14, o Velódromo do Parque Olímpico receberá o 1º Grand Prix Internacional, com 52 atletas de países como México, Argentina, Colômbia, Panamá, Paraguai e Equador, entre outros. Serão 13 categorias de peso, entre masculino e feminino.
Após os dois grandes eventos, Marcos Cândido de Brito, presidente da CBBoxe, enxerga a possibilidade de o Parque Olímpico receber em 2023 um evento do calendário classificatório para os Jogos de Paris 2024.
“Queremos criar um círculo virtuoso. Essa presença de eventos de referência incentiva a garotada, os técnicos e os projetos a se desenvolverem. Com isso, mais atletas ganham condições de ter nível de seleção e de competir internacionalmente e o Brasil só tem a ganhar", afirmou o dirigente em depoimento ao Ministério da Cidadania.
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