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ARGENTINA - O ministro argentino da Economia, Martín Guzmán, pediu demissão no sábado,02, em meio a uma crise que fez disparar o câmbio paralelo e a inflação, e após meses de críticas da vice-presidente, Cristina Kirchner.

Guzmán apresentou sua demissão em longa carga ao presidente argentino, Alberto Fernández, publicada no Twitter, na qual enumera os desafios e conquistas de sua gestão, sem informar o motivo de sua decisão, após dois anos e meio na pasta.

Enfrentando a resistência de boa parte do Partido Justicialista (peronista), de situação, Guzmán, 39, assinalou que, para seu substituto, será primordial que trabalhe em um acordo político dentro da coalizão governante.

Em uma economia assolada por uma inflação de mais de 60% em 12 meses e pela desvalorização de sua moeda, o peso, Guzmán disse que, a partir de agora, "será fundamental continuar fortalecendo a consistência macroeconômica, incluindo as políticas fiscal, monetária, de financiamento, cambial e energética".

Terceira maior economia da América Latina, atrás do Brasil e do México, a Argentina acertou com o Fundo Monetário Internacional (FMI) um empréstimo de facilidades estendidas, conhecido como SAF, para liquidar os 44 bilhões de dólares desembolsados no âmbito de um crédito acordado há quatro anos por 57 bilhões, o maior da história do Fundo.

Guzmán liderou as negociações com o FMI para alcançar esse acordo, que enfrentou a resistência de parte do governismo, liderado pela vice-presidente, Cristina Fernández, e conseguiu evitar que o país entrasse em default.

As conquistas do ministro, no entanto, não foram suficientes para devolver a confiança a uma economia que registra uma inflação anualizada de 60%, uma das mais altas do mundo, e que, apesar de um rígido controle cambial, não consegue estabilizar seus reservas internacionais, nem o preço do dólar.

"Com a profunda convicção e confiança em minha visão sobre o caminho que a Argentina deve seguir, continuarei trabalhando e agindo por uma pátria mais justa, livre e soberana", acrescentou o ministro em sua carta de demissão.

O presidente Alberto Fernández ainda não se pronunciou sobre a saída de um dos principais colaboradores do seu gabinete. Para o analista político Carlos Fara, a saída de Guzmán é "um xeque-mate na autonomia do presidente".

"A renúncia terá um efeito muito negativo nos mercados. Ainda que o presidente e a vice cheguem a um consenso sobre a condução da economia, a partir de agora tudo fica condicionado à pressão de Cristina Kirchner", disse Fara à AFP.

A gestão de Guzmán é criticada pelo kirchnerismo desde o fim do ano passado, quando, nas eleições legislativas de meio de mandato, a Frente de Todos perdeu a maioria no Senado. O kirchnerismo questiona, em particular, a redução do déficit fiscal para cumprir as metas acordadas pela Argentina com o FMI.

 

- Crescimento insuficiente -

Há uma semana, o FMI aprovou a primeira revisão do programa de facilidades estendidas de 44,5 bilhões de dólares, correspondente ao primeiro trimestre deste ano, e autorizou um desembolso de 4 bilhões para o país sul-americano.

Nos dias seguintes, no entanto, houve fortes movimentos nos mercados, tanto dos títulos da dívida quanto do câmbio paralelo, e o índice de risco-país medido pela agência JP Morgan ultrapassou 2.500 pontos.

O presidente Fernández chegou a dizer nesta semana que a economia argentina enfrenta "uma crise de crescimento", que atribuiu à escassez de divisas.

No primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto teve um crescimento interanual de 6% e o desemprego ficou em 7%, com um índice de pobreza de 37%.

As reservas internacionais brutas são de 42,471 bilhões de dólares, mas as líquidas são bastante inferiores, segundo analistas.

 

 

AFP

ARGENTINA - O banco central da Argentina elevou sua taxa básica de juros na quinta-feira (16). Foi a maior alta em três anos, na esteira do amplo aumento de juros pelo banco central dos Estados Unidos, o Federal Reserve, e enquanto o país sul-americano combate uma inflação altíssima, em cerca de mais de 60%.

O BC elevou a taxa de referência Leliq em 300 pontos-base, para 52%, o aumento mais acentuado desde 2019, citando a crescente percepção de risco financeiro, a disparada dos preços globais e a necessidade de estimular a economia com o fortemente atingido peso local.

O movimento pela Argentina, que tem um dos mais altos níveis de inflação do mundo, ocorre à medida em que os bancos centrais do Brasil e da Europa também elevaram os juros para combater a alta dos preços.

“A alta nos juros age principalmente incentivando a economia em pesos", disse o banco central argentino, acrescentando que continuará calibrando a política monetária conforme a inflação.

 

 

Por Jorge Otaola / REUTERS

EUA - O presidente esquerdista da Argentina, Alberto Fernández, confrontou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, por ter excluído Cuba, Venezuela e Nicarágua da Reunião de Cúpula das Américas, e pediu a reestruturação dos órgãos de integração regional.

Como já havia adiantado antes de sua viagem a Los Angeles, onde está sendo realizada a cúpula, Fernández falou na condição de líder da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, a qual pertencem as nações excluídas.

“O fato de ser país anfitrião da Cúpula não outorga a capacidade de impor o direito de admissão sobre os países membros do continente”, disse durante a primeira plenária de governantes, diante de Biden e da vice-presidente Kamala Harris.

Os EUA não convidaram os governos de esquerda de Cuba, Venezuela e Nicarágua por considerar que “não respeitam a democracia”.

“O diálogo na diversidade é o melhor instrumento para promover a democracia”, afirmou Fernández em seu discurso. O presidente argentino se queixou do “bloqueio” existente há mais de seis décadas contra Cuba, e apontou que uma situação similar ocorre contra a Venezuela de Nicolás Maduro.

Fernández também pediu que sejam reconstruídas instituições como a Organização dos Estados Americanos (OEA). “A OEA, se quer ser respeitada e voltar a ser a plataforma política regional para qual foi criada, deve ser reestruturada, removendo de imediato quem a conduz”, disse, somando-se às críticas contra o chefe da entidade, Luis Almagro.

O presidente argentino não foi o único a voltar a carga contra Washington. Antes o fez Belize. "Esta reunião de cúpula pertence a todas as Américas. Portanto, é imperdoável que todos os países das Américas não estejam aqui e que o poder desta cúpula diminua com sua ausência", criticou o primeiro-ministro John Briceño, diante do olhar de Biden e de sua vice-presidente, Kamala Harris.

Briceño destacou que Cuba tem prestado muita "cooperação em matéria de saúde" à região, e a Venezuela, "segurança energética".

Os Estados Unidos flexibilizaram no mês passado algumas das restrições impostas a Cuba, mas não convidaram o país para a reunião de cúpula porque não viram reciprocidade por parte das autoridades cubanas, que prosseguem com o julgamento de dissidentes.

 

- 'Reestruturar a OEA' -

Soma-se ao protesto pelas exclusões, segundo a Argentina, a necessidade de "reconstruir instituições que foram pensadas" para a integração. "A OEA, se quer ser respeitada e voltar a ser a plataforma política regional para a qual foi criada, deve ser reestruturada, removendo imediatamente aqueles que a dirigem", disse o presidente, somando-se às críticas do México ao secretário-geral da organização, Luís Almagro.

Apesar das críticas, Biden mantém seu otimismo característico. "Apesar de algumas divergências relacionadas à participação, nos assuntos substanciais o que ouvi foi quase unidade e uniformidade", disse durante a sessão plenária após o sermão de Fernandez.

A 9ª Cúpula das Américas é afetada pela ausência de vários presidentes, incluindo o mexicano Andrés Manuel López Obrador, demonstrando seu descontentamento pelas exclusões.

López Obrador enviou seu chanceler, Marcelo Ebrard, que, ao chegar, classificou a exclusão como “erro estratégico" e defendeu “refundar a ordem interamericana”.

 

 

AFP

ARGENTINA - A área de plantio de trigo da Argentina deve alcançar 6,5 milhões de hectares na temporada 2022/23, uma queda ante os 6,6 milhões de hectares vistos na projeção anterior, informou a Bolsa de Cereais de Buenos Aires ontem (2).

A bolsa disse que a redução de 100 mil hectares foi devido às condições secas no norte da Argentina, sem expectativas de chuvas nas previsões de curto prazo.

Anteriormente, a bolsa havia informado que os altos preços dos fertilizantes e os custos crescentes dos insumos também estão tendo efeitos negativos sobre a nova temporada de trigo.

Até quarta-feira (1), os agricultores haviam semeado 13,9% da área estimada, após um mês de maio com seca no país sul-americano.

“Se esse cenário se estender por todo o mês de junho, poderá causar novas reduções na área projetada”, alertou a bolsa.

Do lado da soja, a bolsa disse que vê um aumento na produção a 43,3 milhões de toneladas para a temporada 2021/22, acima dos 42 milhões de toneladas estimados anteriormente.

“Rendimentos melhores do que os esperados no centro e norte da área agrícola nos permitem aumentar” a estimativa de produção, disse a bolsa, acrescentando em seu relatório semanal de safra que 94,3% das terras plantadas com soja foram colhidas.

Em relação ao milho, a bolsa informou que a colheita do país está 32% concluída e estimou a safra 2021/22 em 49 milhões de toneladas.

A Argentina é o segundo maior exportador mundial de milho, depois dos Estados Unidos.

 

 

Reuters

Forbes

ARGENTINA - O Fluminense empatou com o Unión Santa Fe (Argentina) por 0 a 0, na noite de quinta-feira (19) no estádio 15 de Abril, e ficou em situação muito complicada na Copa Sul-Americana.

Com este resultado o Tricolor das Laranjeiras permanece na terceira posição do Grupo H, agora com oito pontos, um a menos que os argentinos, que pegam o líder Junior Barranquilla (Colômbia), que tem dez pontos, na última rodada da chave. Já a equipe de Fernando Diniz pega o Oriente Petrolero (Bolívia).

Como na competição apenas o primeiro colocado de cada grupo avança para as oitavas de final, o Fluminense terá que torcer por um empate entre Unión Santa Fe e Junior Barranquilla, além de vencer o Oriente Petrolero por ao menos seis gols de diferença, para descontar o melhor saldo de gols dos colombianos.

O jogo

Mesmo precisando da vitória para chegarem à última rodada com melhores chances de classificação, Fluminense e Santa Fe fizeram uma partida muito amarrada, com poucas oportunidades de lado a lado. Na primeira etapa a equipe argentina teve três finalizações, e o Tricolor apenas uma, em chute de longe de Nathan.

O panorama do segundo tempo final foi muito parecido. Tentando melhorar a produção de sua equipe o técnico Fernando Diniz tirou os meias Ganso e Nathan para colocar jogadores de frente (Arias e Willian), mas a mudança mais atrapalhou do que ajudou, pois desorganizou o time carioca, que no fim sofreu com a pressão do Santa Fe.

Agora, antes do desafio de buscar a classificação na Sul-Americana, o Fluminense volta suas atenções para o Brasileiro, onde visita o Fortaleza no domingo (22) no Castelão.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BUENOS AIRES – A Argentina, um dos maiores exportadores de trigo, tornou-se nesta quinta-feira o primeiro país do mundo a autorizar o plantio de trigo transgênico ao aprovar a comercialização nacional da variedade do cereal HB4 desenvolvida pela Bioceres BIOX.BA.

A empresa disse, no entanto, que a semente HB4 –que é mais tolerante à seca e resistente ao herbicida glufosinato de amônio– ainda não estará disponível no mercado.

“Vamos continuar produzindo sob o esquema de identidade preservada que temos atualmente. Não vamos comercializar as sementes por enquanto”, disse uma fonte da empresa à Reuters, sem fornecer mais detalhes.

A Argentina, onde os agricultores estão prestes a começar a semear trigo para a temporada 2022/23, foi o primeiro país a aprovar o trigo transgênico em 2020 em caráter experimental, seguido pelo Brasil em 2021, que é o maior comprador de trigo argentino e deu sinal verde para farinha de trigo transgênica.

A liberação do trigo transgênico na Argentina está gerando preocupação entre os exportadores de grãos, que temem que muitos clientes deixem de importar o cereal argentino, já que a grande maioria dos países do mundo ainda não autorizou o produto geneticamente modificado ou seus derivados.

 

 

 

Por Maximilian Heath / REUTERS

SALOU - A seleção de futebol PC (paralisados cerebrais) está nas semifinais do Campeonato Mundial da modalidade, antigamente chamada "futebol de sete". Nesta segunda-feira (9), os brasileiros superaram a Argentina por 3 a 0 e mantiveram os 100% de aproveitamento no torneio, que é disputado em Salou (Espanha).

O próximo adversário será o Irã, medalhista de prata na última vez que a modalidade foi disputada na Paralimpíada, em 2016, no Rio de Janeiro. Também nesta segunda (9), a equipe asiática bateu a Inglaterra por 3 a 1. O duelo por uma vaga na final está marcado para quinta-feira (12), às 10h30 (horário de Brasília). Os jogos do Mundial têm transmissão ao vivo online.

Ainda na quinta (12), na outra semifinal às 13h30, a favorita Ucrânia, maior vencedora da competição, com seis títulos (o último em 2017), terá pela frente os Estados Unidos. A decisão será no domingo (5), também às 13h30.

O triunfo sobre os argentinos foi construído no primeiro tempo (no futebol PC, cada etapa tem 30 minutos), com "ajuda" dos rivais, que balançaram as próprias redes duas vezes. O capitão Pablo Molina tentou cortar um chute de Lucas Henrique e tirou a bola do alcance do goleiro Sérgio Gutierrez, colocando os brasileiros à frente, logo aos seis minutos. Na sequência, Hernando Romussi repetiu a dose sem querer, aumentando a vantagem verde e amarela. Aos 14, Lucas Henrique lançou César Augusto na área. Cesinha - como é conhecido o camisa 10 - driblou Gutierrez e fez o terceiro do Brasil.

"Tivemos um jogo muito difícil, como sempre é contra a Argentina. Infelizmente, eles usaram de muita violência na partida e o nosso objetivo era jogar futebol. Conseguimos manter nosso ritmo, fazer 3 a 0 e depois [no segundo tempo] adotamos um sistema para jogarmos um pouco mais fechados e utilizarmos o contra-ataque. Por muitas vezes, quase ampliamos o placar", descreveu o técnico Paulo Cabral, à Agência Brasil.

O Brasil mira um título inédito. As melhores campanhas foram em 2003 e 2013, quando conquistou o vice-campeonato. Na edição passada, em 2019, também na Espanha, mas em Sevilha, a seleção acabou na terceira posição. Nas quartas, os brasileiros bateram justamente o Irã, por 2 a 1, na prorrogação. O triunfo teve gosto de revanche, já que os asiáticos levaram a melhor nas quartas do Mundial de 2017, em San Luís (Argentina), e na semifinal da Rio 2016.

"[O Irã] Será mais uma pedra no nosso caminho que teremos que ultrapassar. É um país tradicional, que sempre luta para ficar entre os três primeiros. Faremos o possível para sairmos vitoriosos", completou Cabral.

ARGENTINA - O governo argentino anunciou na segunda-feira, 18, uma série de medidas econômicas levando em conta retomar o poder de compra da população e combater os efeitos do choque causado pela guerra na Ucrânia. Entre os elementos, está o aumento nos valores de uma série de auxílios pagos pelo governo, incluindo apoios para aposentados e trabalhadores sem renda formal. Para tentar compensar os custos com as medidas, a administração anunciou um imposto sobre “ganhos inesperados”.

“Temos de pedir àqueles que tiveram um ganho inesperado que contribuam”, afirmou o presidente Alberto Fernández em evento na Casa Rosada no qual discursou sobre as ações. Em sua visão, é necessário que as “grandes empresas contribuam para gerar mais desenvolvimento e igualdade”. Também presente, o ministro da Economia local, Martín Guzmán, afirmou que será estabelecida uma alíquota sobre tais componentes inesperados de receita em empresas que tenham lucros líquidos tributáveis superiores a 1 bilhão de pesos no ano.

ARGENTINA - Milhares de manifestantes marcharam nesta quarta-feira (13) até o palácio do governo para exigir emprego ao presidente Alberto Fernández e maior assistência do Estado em planos sociais e alimentação, em meio a uma inflação anual projetada em 60%.

Os manifestantes ocuparam a histórica Plaza de Mayo com faixas exigindo "trabalho genuíno", "ajuda para se alimentar" e "aumento dos planos sociais", em um dia de protestos em todo o país que teve seu epicentro na capital argentina.

"Eu vejo as coisas muito mal, a economia está ficando fora de controle para este governo", disse Mario Almada, pedreiro de 60 anos que trabalha em uma cooperativa social e cuja maior preocupação é que "o dinheiro não é suficiente para comprar comida".

Almada é beneficiário de um plano social pelo qual recebe cerca de 16.000 pesos por mês (136 dólares no câmbio oficial), mas em seu bairro de Florencio Varela, na periferia sul de Buenos Aires, "o dinheiro vai como a água".

Em fevereiro, o governo aumentou em 50% a ajuda destinada a 2,4 milhões de beneficiários para a compra de alimentos, chegando a cerca de 6.000 pesos (50 dólares) por mês por pessoa.

A Argentina experimenta um reaquecimento da economia com crescimento de 10,3% em 2021 após três anos de recessão, a taxa de desemprego caiu para 7% no quarto trimestre de 2021, a menor em seis anos, mas a inflação segue alta e a pobreza chega a 37%.

Seu controle é, junto com a redução do déficit fiscal, um dos pontos centrais do programa de crédito de 45 bilhões de dólares acordado com o Fundo Monetário Internacional.

 

 

AFP

BUENOS AIRES - No último jogo das Eliminatórias Sul-Americanas diante da sua torcida, a Argentina derrotou a Venezuela por 3 a 0, na noite de sexta-feira (25) no mítico estádio da Bombonera, em Buenos Aires. Com este triunfo, os hermanos permanecem na vice-liderança da classificação, agora com 38 pontos, quatro a menos do que o líder Brasil.

Além disso, a seleção do craque Messi chegou à 30ª partida de invencibilidade. O próximo compromisso da Argentina nas Eliminatórias será contra Equador, a partir das 20h30 (horário de Brasília) da próxima terça-feira (29) no estádio Monumental, em Guayaquil.

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