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BELO HORIZONTE/MG - É com muita tristeza e o coração apertado que informamos o falecimento do cantor Eduardo Borges, conhecido como Parrerito, neste domingo, 13 de setembro, em Belo Horizonte (MG). Voz principal do Trio Parada Dura, Parrerito morreu por volta das 22h após complicações causadas pela Covid-19. Parrerito foi internado há 16 dias no Hospital Unimed, em Belo Horizonte (MG), com sintomas do novo coronavírus e, por ser do grupo de risco pela idade e diabético, precisou ser mantido na UTI em estado grave. Batalhou muito, mas infelizmente não resistiu às complicações da doença. Familiares e a equipe Trio Parada Dura agradecem todas as correntes de orações e fé formadas durante a luta de Parrerito pela vida. Elas mostraram o quanto ele era tão querido e estimado por todos. E é desta forma que vamos sempre lembrar dele. Igual a andorinha, Parrerito parte voando e deixa um Brasil inteiro já com saudade de sua voz que por quase quatro décadas marcou gerações no Trio Parada Dura. Ficará para sempre em nossos corações e na memória da música sertaneja. Parrerito deixa mulher, filhas e netas que eram sua grande paixão. Vai com Deus, Parrerito! Sentiremos muito sua falta.

 

Por Conceito Sertanejo

Profissionais atuam na região de Aquidauana e Anastácio apoiando equipes de saúde locais

 

SÃO CARLOS/SP - A organização internacional de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) está atuando na prevenção, diagnóstico e tratamento da COVID-19 na região de Aquidauana e Anastácio, no Mato Grosso do Sul. O principal foco são as comunidades indígenas, que têm maior dificuldade de acesso a cuidados médicos. O trabalho de MSF abarca 11 aldeias da região, além de apoio a profissionais do hospital regional de Aquidauana e equipes móveis que fazem visitas domiciliares para acompanhar o estado de saúde de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus na cidade.

Quando ficamos sabendo que a doença já estava nas cidades vizinhas, nossa preocupação foi aumentando porque sabíamos que não tínhamos estrutura médica”, conta o cacique Oto Larada aldeia de Colônia Nova, na terra indígena de Taunay/Ypegue. “Onde a COVID-19 tem passado, tem deixado um rastro de destruição”, completa. A necessidade de reforçar a oferta de cuidados de saúde na região durante a pandemia foi a razão pela qual MSF começou suas atividades.

Desde o último dia 27 de agosto, equipes móveis da organização têm realizado visitas às aldeias, apoiando profissionais da secretaria de saúde local e do DSEI-MS (Distrito Sanitário Especial Indígena do Mato Grosso do Sul), responsável pelas ações relacionadas à saúde indígena na região. Médicos e enfermeiros de MSF atendem nas unidades básicas de saúde locais e fazem visitas domiciliares para detecção de novos casos da doença e acompanhamento de pacientes já diagnosticados. Também são realizadas ações de educação em saúde, buscando fornecer orientações claras sobre a doença e como evitá-la. O objetivo é deter a expansão da pandemia dentro das comunidades indígenas, que apresentam um número elevado de casos e de mortes.

Edivaldo Felix é agente comunitário de saúde indígena e morador da aldeia Limão Verde. Ele foi um dos primeiros a contrair COVID-19 na comunidade e precisou ser referenciado para o hospital de Aquidauana, onde ficou por 31 dias para receber tratamento. “É uma doença horrível. Você busca o ar e não encontra. Como profissional da área de saúde eu tinha algum conhecimento. Acho que isso ajudou”, conta Edivaldo. Agora, já de volta à sua casa, ele é uma das pessoas que recebem visitas para acompanhamento do seu estado de saúde. “Eu vivi a doença e vou poder transmitir a experiência. Acho que isso vai ajudar muito no meu trabalho, a atender melhor as pessoas”, resume.

O trabalho de conscientização e prevenção é muito importante para que a população esteja mais informada e tranquila para poder seguir as recomendações”, explica o médico Pedro Ueda. Segundo ele, uma das preocupações é com o grande número de pessoas que sofrem com outras doenças, como diabetes e hipertensão, fatores complicadores em caso de contágio pela COVID-19.

A atuação das equipes não se restringe às comunidades indígenas. MSF também está presente no hospital regional de Aquidauana, apoiando o trabalho dos profissionais locais com supervisão e treinamentos. Além disso, profissionais da organização participam de visitas domiciliares feitas pela secretaria de saúde de Aquidauana para acompanhamento de pessoas doentes e detecção de novos casos entre os seus familiares. “Na clínica móvel urbana, acompanhamos os pacientes que tiveram contato com doentes ou testaram positivo, além dos que retornaram para casa. O objetivo é detectar a necessidade de encaminhamento para o hospital ou de aplicação de algum tratamento mais específico”, explica José Lobo, coordenador do projeto de MSF no Mato Grosso do Sul. Também é a partir da avaliação da saúde de cada pessoa durante essas visitas que são estabelecidas as tão aguardadas altas médicas para os pacientes com COVID-19.

MSF vem seguindo a evolução da pandemia no país desde seu início, com foco na atenção a populações vulneráveis. Começamos a atuar no país no início de abril, com a população em situação de rua em São Paulo. Posteriormente, realizamos atividades no Rio de Janeiro e no Amazonas (inicialmente em Manaus e depois nos municípios de São Gabriel da Cachoeira e Tefé). Atualmente, além do Mato Grosso do Sul, mantemos projetos em atividade em São Paulo e Boa Vista. Também estamos realizando treinamentos para prevenção e controle de infecções em municípios do estado de Goiás.

 

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.

SÃO PAULO/SP - Wesley Safadão usou os stories do Instagram para informar aos fãs que está curado da Covid-19. Nesta última sexta-feira (11), o cantor postou seu último exame afirmando que foi assintomático.

“Graças a Deus estou curado 100% do coronavírus. Passei muito bem pela doença, não tive sintomas. Só esperar passar os dias para dar o IGG positivo. Já posso voltar à vida normal, rever meus filhos e minha família. Agora é só aproveitar”, comentou.

 

 

*Por: Geórgia Santiago / METROPOLITANA

Vídeo e booklet online trazem as principais expressões em Inglês sobre a Covid-19

 

BURI/SP - Nos últimos meses, em função da pandemia do novo Coronavírus, expressões linguísticas referentes à doença passaram a circular, de modo contundente, no dia a dia dos brasileiros. Um bom exemplo são os protocolos de higiene e recomendações emitidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a fim de conter a doença. 
Pensando nisso, um grupo formado por servidores docentes e técnico-administrativos e estudantes do Campus Lagoa do Sino da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveu dois projetos de extensão voltados ao ensino-aprendizado de Língua Inglesa, abordando o atual contexto sanitário da Covid-19. Foram produzidos um vídeo explicativo e um booklet (livreto) online sobre as principais expressões linguísticas em Inglês utilizadas no âmbito da pandemia. O material está disponível gratuitamente para todo o público interessado. 
O vídeo "Covid-19: Talking about vocabularies and expressions" (https://bit.ly/2F7yD5T) tem o objetivo de explicitar e explicar, por meio de enunciados contextualizados, os principais termos linguísticos em Inglês relacionados à doença. Já o booklet "Let’s Speak Corona English!" (https://bit.ly/33hilPS) é uma espécie de minigramática, que reúne os principais vocabulários e expressões linguísticas utilizados no contexto da Covid-19. No final do livro há também atividades instrumentais para que o leitor possa praticar o conteúdo. O livro foi publicado pela Comissão Permanente de Publicações Oficiais e Institucionais (CPOI) da UFSCar.
Ilka de Oliveira Mota, docente do Centro de Ciências da Natureza (CCN) do Campus Lagoa do Sino e coordenadora dos projetos, defende que "em uma universidade pública, gratuita e de qualidade como a UFSCar, é fundamental a criação de condições materiais para que o acesso às línguas estrangeiras possa de fato se concretizar. Nesse sentido, essa nossa proposta extensionista vai ao encontro de um projeto inclusivo, portanto democrático, característica fundamental das universidades públicas federais brasileiras".
Os dois projetos compõem a Plataforma Institucional de Projetos para o Enfrentamento da Covid-19 da UFSCar, quem tem o propósito de gerar soluções, mobilizar a comunidade universitária e preparar a sociedade para o enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Série "Ciência contra a Covid-19" terá episódios com duração de 3 a 5 minutos

 

SÃO CARLOS/SP - O Laboratório Aberto de Interatividade para Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) convida pesquisadoras e pesquisadores de todo o Brasil que estão desenvolvendo pesquisas relacionadas à pandemia de Covid-19, para divulgar seus trabalhos na nova série "Ciência contra a Covid-19".

O projeto tem como objetivo apresentar de forma clara e acessível a todos os públicos, como a Ciência brasileira tem trabalhado em diversas áreas do conhecimento para encontrar soluções para o enfrentamento da pandemia.

Cada episódio da série será composto de um vídeo sobre a pesquisa com duração entre 3 e 5 minutos, apresentado pelo pesquisador. Podem participar professores, pesquisadores e pós-graduandos.

Os interessados devem entrar em contato com a equipe de produção do LAbI da UFSCar pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. para informações sobre a gravação, divulgação e demais esclarecimentos.

Dez novos auxiliares de enfermagem contratados já estão atuando no Hospital Municipal

 

IBATÉ/SP - Em meio à pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Ibaté realizou, no fim de julho, um Processo Seletivo Simplificado e Emergencial para contratação de 10 novos auxiliares de enfermagem. Foram 31 inscritos interessados nas vagas, posteriormente, selecionados de acordo com os critérios do edital.

Com carga horária de 40 horas por semana, os 10 profissionais selecionados já foram contratados pela Prefeitura e já estão atuando no Hospital e Maternidade Municipal, diretamente no reforço da linha de frente da pandemia do novo coronavírus em Ibaté. 

A Secretaria-adjunta Municipal de Saúde, Elaine Sartorelli Breanza, destacou que com essa contratação foi possível reorganizar o trabalho das equipes no hospital, para oferecer um atendimento ainda mais eficiente neste momento. "Graças a esse aumento na equipe estamos conseguindo manter os atendimentos separados no Hospital de Ibaté. Os casos de emergências respiratórias ou suspeitos de Covid-19 são encaminhados para a entrada principal, com acesso pela rua Floriano Peixoto e são atendidos por uma equipe. Já uma outra equipe faz os atendimentos convencionais, com entrada pela rua 15 de Novembro, das 6h às 22h", explicou.

Dados em Ibaté

Segundo o último relatório da situação da Covid-19 em Ibaté, divulgado pela Vigilância Epidemiológica e pelo Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, do total de casos positivos registrados no município, que é de 270 (dados de sábado 05.9), 229 estão recuperados, o que representa 84,81% e 38 casos estão ativos (14,07%).

Ibaté tem três óbitos pela doença e com isso a Taxa de Letalidade no município (relação entre o número de óbitos e o número de casos diagnosticados) é de 1,11%.

SÃO CARLOS/SP - Os servidores municipais da saúde de São Carlos que atuam diretamente com pacientes infectados pela Covid-19 estão cobertos por um seguro de vida com pagamento de indenização no caso de invalidez ou morte.

Proposta pelo vereador Roselei Françoso (MDB), a Lei nº 19.809/2020 foi publicada no Diário Oficial do Município no último dia 27 de agosto e vale até durar a pandemia do coronavírus. A indenização pode chegar a R$ 50 mil.

“Essa lei garante um pouco de tranquilidade para os profissionais que seguem colocando suas vidas em risco para salvar às nossas”, diz Roselei. “Ninguém espera o pior, mas se acontecer, agora existe uma legislação que permite algum tipo de reparo ao servidor ou seus familiares”, destaca o parlamentar.

O projeto de lei foi apresentado no final de maio e aprovado por unanimidade dos vereadores em junho. A Prefeitura, no entanto, decidiu pelo veto total do benefício. Os vereadores derrubaram o veto na sessão do dia 28 de julho. “A Prefeitura tinha a opção de não publicar e devolver para a Câmara fazê-lo, mas decidiu sancionar e publicar”, explica Roselei.

A ideia original desta lei é do ex-presidente da OAB de São Paulo, Marcos da Costa, que por intermédio do advogado são-carlense Renato Barros, apresentou o projeto ao Roselei. “Projetos semelhantes estão sendo votados e apreciados em vários municípios, Assembleias Legislativas e o Congresso Nacional”, lembra Roselei.

Entre as alegações da Prefeitura para vetar estavam a restrição a alguns segmentos dos servidores municipais, dificuldades em identificar os que estão na linha de frente do combate à doença, pagamento em duplicidade, considerando que já existe o auxílio funeral e impossibilidade de estimar orçamento para este fim.

“A nossa torcida é para que ninguém precise usar essa lei, pelo contrário, queremos ver cada vez mais os casos de Covid diminuírem em nossa cidade”, salienta o parlamentar.

SÃO CARLOS/SP - NÚMEROS COVID-19 SÃO CARLOS – 08/09 – BOLETIM Nº 175 A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta terça-feira (08/09) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 2.373 casos positivos para COVID-19 (57 resultados positivos foram divulgados hoje), com 40 mortes confirmadas. 71 óbitos já foram descartados. Dos 2.373 casos positivos, 2.190 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 180 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 133 receberam alta hospitalar, 10 estão internadas e 37 positivos internados foram a óbito. 2.202 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.869 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus. Estão internadas neste momento 35 pessoas, sendo 20 adultos na enfermaria (11 positivos, 9 suspeitos). Na UTI adulto estão internadas 14 pessoas (11 positivos e 4 suspeitos). Já na enfermaria nenhuma criança está internada. Na UTI 1 criança está internada com suspeita da doença. 14 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 13.279 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 12.123 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.156 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 7.872 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 6.165 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.556 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 151 aguaram resultado de exame. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - Em uma de suas memoráveis atuações, Leonard Nimoy, no mítico papel de Sr. Spock proferiu uma das mais célebres frases: “As necessidades de muitos sobrepõem-se às necessidades de poucos, ou do indivíduo” (The needs of the many outweigh the needs of the few, or the one), cena do longa Jornada nas Estrelas: A Ira de Khan, de 1982.

Sr. Spock vinha de um povo evoluído, dotado de lógica, não era dado aos arroubos, falácias, fanfarronices e demais rudimentos de retórica.

Isto posto, com perplexidade, acompanhamos a declaração do Presidente Jair Bolsonaro afirmando que ninguém é obrigado a tomar a vacina contra a Covid-19. Mais estupefato ficamos, pois poderia ser uma resposta repentina, mas a declaração findou por ser referenda pela Secretaria de Comunicação do Governo.

Sabemos que de acordo com o art. 5º, inciso II, da Constituição Federal, “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.

Importante, porém, destacar que no texto constitucional estão presentes princípios basilares, garantias e direitos fundamentais que norteiam a República e que não podem comprometer, no caso específico, a segurança da sociedade e sua ordem interna.

Viver em sociedade só é possível porque estamos sujeitos a leis que protegem os interesses da Nação, do coletivo e não interesses individuais.

Partindo dessa premissa, sequer há conflito aparente de normas que suscite maior discussão quanto à necessidade de vacinação da população contra uma doença que já ceifou a vida de mais de 127 mil brasileiros na presente data.

E mais, atendendo ao princípio da legalidade, temos a Lei 13.979/20 sancionada pelo próprio Presidente Jair Bolsonaro, com implicações legais de recusar vacinar-se contra a doença. Se de fato, houver rejeição, o Estado não necessitará usar o poder físico de coação que lhe confere o Poder de Polícia, o qual não pode abrir mão, mas poderá aplicar os procedimentos processuais e penais previstos na legislação, mesmo a aplicação de pena pecuniária, o que se demonstrará bem mais persuasivo.

Tratamos aqui de um interesse individual que deve submeter-se ao interesse coletivo e de proteção da saúde do próximo.

Na velha lição da escola primária: o seu direito termina quando começa o do coleguinha. Assim nos ensinaram nossas valorosas professoras e professores.

Por fim, vimos que o tema não comporta uma discussão mais séria. Como diria o lendário Sr. Spock citado no início: “Vida longa e próspera", (Live long and prosper”). Ninguém vive em uma bolha.

 

Cássio Faeddo - Sócio Diretor da Faeddo Sociedade de Advogados. Graduado em Direito pela Universidade Paulista (1994). Mestre em Direitos Fundamentais pelo UNIFIEO.  Professor de Direito tendo lecionado no Centro Universitário SENAC, Anhembi Morumbi e UNIBERO. MBA em Relações Internacionais/FGV-SP 

SÃO CARLOS/SP - O Rotary Clube São Carlos Norte com apoio do Departamento de Vigilância em Saúde, através do Projeto Corona Zero, desenvolvido pelos clubes Rotary do Brasil, realizou na última semana em São Carlos ações para promover a proteção de pessoas que vivem e trabalham em instituições de longa permanência para idosos (ILPIs) em relação ao novo coronavírus.

Ao todo, nesta primeira etapa, foram realizados mais de 300 testes nos abrigados e profissionais de cinco instituições: Cantinho Fraterno Dona Maria Jacinta, Bem Estar Residência Geriátrica, Bonicelli Residência Geriátrica Sênior, Pensionato para Idosos Aconchego e Nova Jerusalém. Na próxima semana o Abrigo de Idosos Helena Dornfeld também será atendido pelo Rotary.

O Departamento de Vigilância em Saúde realizou a capacitação dos enfermeiros que atuam nessas instituições com relação notificação do E-SUS e também com relação à coleta de amostra através do swab para a realização do exame de RT-PCR para diagnóstico de SARS Cov-2 (COVID 19).

“O papel do Rotary neste projeto é realizar, através de seus associados pelo Brasil, a campanha de proteção e prevenção da COVID-19 nos ILPIs, consistindo-se a ação, especialmente, no incentivo de parcerias locais com os órgãos de saúde, identificando a presença do vírus, a fim de prestar tratamento precoce para a doença e garantir o isolamento dos pacientes, através de testagem em toda a população dos asilos, residentes e funcionários, pelo método PCR. O nosso projeto busca ajudar instituições de todo o Brasil a se defender da crise do coronavírus, realizando ações de ajuda humanitária”, explica Thiago Gialorenço Cazú, do Rotary Clube São Carlos Norte.

 “A Prefeitura também fez exames em idosos de instituições filantrópicas, mas esse apoio do Rotary é importantíssimo para o município, nos ajudando na questão das testagens. Os exames foram encaminhados para o Laboratório DASA de Barueri, parceiro do Rotary, que vai enviar os resultados eletronicamente para as instituições”, explica Crislaine Mestre, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde.

O Projeto Corona Zero também repassa roupas de proteção; máscaras; material de limpeza; álcool gel; material de higiene, entre outros produtos.

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