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Pesquisa, que busca voluntários, é realizada na UFSCar em parceria com universidade holandesa

 

SÃO CARLOS/SP - Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) pretende avaliar as experiências dos profissionais da Saúde que prestaram assistência de fim de vida a pacientes que faleceram recentemente e como eles têm sido afetados pela atual crise da Covid-19. A pesquisa é coordenada, na UFSCar, por Esther Ferreira, docente do Departamento de Medicina (DMed), e integra o projeto iLIVE (www.iliveproject.eu), sob o comando da professora Agnes van der Heide, do Departamento de Saúde Pública da Universidade Erasmus de Rotterdam, na Holanda.
Ferreira afirma que a pandemia do novo Coronavírus pode afetar seriamente a relação com a morte de pacientes, familiares e profissionais da Saúde, tanto nos casos da própria Covid-19 quanto de outras causas. "O impacto não diz respeito apenas ao domínio físico, mas também aos domínios psicológico, social e espiritual", destaca a professora. 
Também de acordo com a pesquisadora, a morte deve ser compreendida como um fenômeno natural, tal como ela é, mas que pode desencadear processos de luto especialmente em amigos e familiares os quais, em algumas situações, precisarão de ajuda especializada. Para Ferreira, o atual contexto pandêmico tende a dificultar as experiências desses processos.
No caso específico dos profissionais da Saúde, que convivem com óbitos em seus cenários de trabalho, a dificuldade de lidar com o luto pode acarretar muitos problemas, inclusive "relacionados à saúde mental, como a depressão", como exemplifica a docente. A expectativa do estudo é levantar pontos críticos nessa relação dos profissionais com o processo de fim de vida e discuti-los, propondo ideias para minimizar danos em situações semelhantes no futuro.
"Estamos avaliando não apenas como o profissional da Saúde se auto percebe, mas também se o ambiente em que ele está inserido tem alguma relação com o processo de luto, o que possibilitará a proposição de melhorias", afirma. Além disso, por meio da parceria com o projeto holandês, os dados coletados no Brasil serão juntados com os de outros países, ampliando as análises dos resultados. 

Voluntários
Para realizar a pesquisa, estão sendo convidados profissionais da Medicina, Enfermagem e Fisioterapia, de qualquer região do País, que vivenciaram situações de morte de pacientes a partir de março de 2020. Os voluntários responderão a um questionário online (https://bit.ly/3g2Mp72), disponível até o dia 10 de outubro. Projeto aprovado pela Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 31896820.1.0000.5504).

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirmou neste sábado (22/08) mais uma morte por COVID-19 no município, totalizando neste momento 34 óbitos. Trata-se de uma mulher de 94 anos internada desde 19/08 com resultado positivo para a doença. São Carlos contabiliza neste momento 1.976 casos positivos para COVID-19 (24 resultados positivos foram divulgados hoje), com 34 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.976 casos positivos, 1.821 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 152 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 114 receberam alta hospitalar, 17 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 31 positivos internados foram a óbito. 1.695 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.025 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (62 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 39 pessoas, sendo 21 adultos na enfermaria (9 positivos, 5 suspeitos e 7 negativos). Na UTI adulto estão internadas 15 pessoas (10 positivos, 2 suspeitos e 3 negativos). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria 3 crianças estão internadas, 1 com resultado positivo, 1 com suspeita da doença e outra com resultado negativo. 7 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 54,2%. Na rede privada 2 pessoas estão internadas na UTI adulto, uma com resultado positivo e outra com suspeita da doença. Na enfermaria outros 2 pacientes estão internados, 1 com resultado positivo para a doença e 1 resultado negativo para COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.412 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.927 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.485 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.460 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.321 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.337 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Com múltiplos sistemas de informação e diferentes metodologias nos estados, dados sobre a epidemia no Brasil é um dos maiores desafios no enfrentamento ao novo coronavírus

Rio de Janeiro/RJ – A pandemia do novo coronavírus tem imposto desafios inéditos aos sistemas de informação em saúde. Os dados sobre a Covid-19 no Brasil, em nível estadual e municipal, são fundamentais para a tomada de decisões sobre as políticas públicas e medidas de emergência para conter a epidemia. Esses dados, porém, dependem de sistemas e painéis que têm cobertura e qualidade extremamente variável no país. É o que indica estudo da Fiocruz, que aponta: a divulgação de casos da doença pode apresentar demora de até sete semanas entre seu registro no sistema de saúde e a efetiva divulgação nos boletins epidemiológicos. Uma discrepância que pode fazer muita diferença, por exemplo, nas fases de flexibilização do isolamento social. 

Em cinco estados — Amapá, Maranhão, Paraíba, Rio de Janeiro e Rondônia — os dados oficiais registraram o número máximo de casos de Covid-19 mais de 50 dias depois de ele ter efetivamente acontecido. Isso significa que medidas importantes de saúde pública podem ter demorado a ser tomadas, prejudicando o combate à epidemia. 

O caso desses cinco estados é o mais significativo descoberto em um estudo realizado por pesquisadores do projeto MonitoraCovid-19, do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), da Fiocruz. O resultado da análise está na Nota Técnica O tempo dos dados: explorando a cobertura e oportunidade do SIVEP-Gripe e o e-SUS VE (que pode ser lida na íntegra, aqui). Outros estados com discrepância grande entre as datas real e oficial no número máximo de casos foram Paraná (30 dias), Rio Grande do Norte e Espírito Santo (27 dias), Goiás (25 dias), Distrito Federal (26 dias), Rio Grande do Sul (22 dias), Roraima (21 dias), Santa Catarina (20 dias) e Amazonas (19 dias). A diferença média entre os estados foi de 17 dias. 

Dois sistemas nacionais 

Essa diferença, porém, não pode ser encarada como resultado de falhas técnicas e operacionais, mas sim como inerente aos desafios impostos pela própria complexidade da epidemia e de seus desdobramentos num país tão grande e diverso quanto o Brasil. “Não é possível apontar uma única causa para explicar essas discrepâncias. Trata-se da soma de vários fatores, alguns deles complexos, que demandariam uma investigação mais detalhada”, explica Diego Xavier, epidemiologista do Icict/Fiocruz que participou do estudo. 

O pesquisador acrescenta que cada estado segue procedimentos próprios para consolidar seus boletins epidemiológicos e lançar as informações nos dois sistemas nacionais de dados de saúde que abrangem a Covid-19: o Sistema de Informação de Vigilância da Gripe (Sivep- 2 Gripe) e o e-SUS VE. Este último foi criado para atender à alta demanda de notificações devido à epidemia. “Como e-SUS VE foi desenvolvido durante a pandemia, alguns registros eventualmente podem ter sido inseridos em ambos os sistemas, e não existe um indexador que permita acompanhar o paciente na transição de um sistema para o outro”, descreve Xavier. 

Na prática, a análise do MonitoraCovid-19 constatou que a discrepância de datas não é a única: também há diferenças consideráveis com relação aos registros dos doentes e óbitos. Por exemplo: os dados do e-SUS VE, quanto aos números de casos da doença, apresentam diferença de 10% em relação ao observado nos boletins das Secretarias Estaduais. Mas, se somados os casos registrados no Sivep-Gripe, essa variação passa a 4%. 

Em prol da padronização 

Espírito Santo e Paraná apresentam a maior variação percentual na comparação com os dados do Ministério da Saúde. Nestes estados, os números de casos divulgados nos boletins oficiais são muito maiores do que os casos registrados nos bancos de dados. Situação inversa é observada em Goiás, Piauí e Rio Grande do Norte, onde o volume de casos nos sistemas é superior ao observado nos boletins epidemiológicos. 

Em suas conclusões, a nota técnica recomenda que não seja modificada a forma de divulgação dos registros, mas que as divergências apontadas sejam levadas em conta pelos gestores públicos: “Esta análise não busca sugerir ou recomendar que os dados sejam alterados para divulgação, pois a população já se habituou a essa lógica, e alterar as datas neste momento do processo epidêmico traria mais desinformação do que ganho na comunicação. Contudo, as defasagens apresentadas devem ser consideradas pelos gestores públicos, sobretudo para tomada de decisão e orientação das intervenções”. 

O sanitarista Christovam Barcellos, vice-diretor do Icict/Fiocruz, diz que esse estudo é um chamamento às autoridades de Saúde para ações de melhoria na confiabilidade dos dados de saúde pública no Brasil: “Seria importante um esforço nacional, que poderia ser liderado pelo próprio Ministério da Saúde. Uma busca coletiva em prol da padronização na forma como são lançados os dados de saúde em todos os níveis, começando pela ponta, ou seja, nos postos de saúde e hospitais públicos dos municípios. Além de padronizar, seria preciso um esforço de treinamento de abrangência nacional, criando uma cultura mais sólida de registro das informações de saúde no Brasil”. 

Leia a nota técnica na íntegra. 

A Cientista brasileira Jackeline Alecrim acredita que o debate da ciência pode ser popularizado no Brasil a partir do interesse despertado pela pandemia
 

SÃO CARLOS/SP - A especialista em Cosmetologia Avançada e Farmacologia, a cientista Jackeline Alecrim, acredita que a pandemia,- que segundo dados, já matou mais de 100 mil pessoas no Brasil, - despertou uma nova forma das pessoas enxergarem o mundo e surgiram novos hábitos e interesses, como o de discutir a ciência. Ela é pesquisadora e empreendedora no ramo da beleza, mas defende que a ciência como um todo seja mais palpável ao grande público, “momentos desafiadores nos convidam à reflexão, quando este problema envolve um risco de saúde global, a preocupação aumenta entre as pessoas fora da área da saúde”. Jackeline explica que neste momento muitos estão buscando informações e querem entender as diversas terminologias científicas para saber o que ocorre. “A curiosidade para entender como algo microscópico pode causar tanto caos no mundo desperta o interesse de muitos”, afirma.

A busca por informações qualificadas e o medo de acreditar em fake news tem sido a porta de entrada para o universo da pesquisa, ainda pouco valorizado no Brasil. “Nosso papel como pesquisador é cada vez mais levar informações corretas à população para evitar esta proliferação de notícias sem embasamento científico”, afirma Jackeline. Para isso, ela defende que a comunidade científica busque linguagem acessível para não afastar o público, “temos que parar de elitizar a ciência, ela tem que alcançar pessoas de todos os níveis sociais e escolaridades”.

A brasileira já participou de diversas discussões como esta, uma das últimas durante palestra na Universidade de São Paulo (USP), em junho, no evento “A Química do Futuro”, parte integrante do curso de extensão do Centro de Estudos em Química (CENEQUI) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto e em comemoração ao Dia do Químico. Ela abordou sua especialidade ao falar sobre o tema “Empreendedorismo na Ciência”, no qual lamentou que os resultados das pesquisas científicas não virem produtos oferecidos no mercado brasileiro. Da mesma forma que ela defende que inovações científicas cheguem à população, ela espera que todos tenham mais intimidade com estes assuntos, ainda relegados ao meio acadêmico.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta quinta-feira (20/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.930 casos positivos para COVID-19 (46 resultados positivos foram divulgados hoje), com 33 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Um homem de 54 anos de outro município que estava internado em São Carlos desde 20/08 na UTI de um hospital particular, morreu hoje. Como estabelece o protocolo do Ministério da Saúde o óbito é contabilizado para o município de origem do paciente e não para São Carlos. Dos 1.930 casos positivos, 1.777 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 150 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 114 receberam alta hospitalar, 15 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 30 positivos internados foram a óbito. 1.491 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.884 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (94 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 36 pessoas, sendo 22 adultos na enfermaria (9 positivos, 8 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 12 pessoas (7 positivos, 2 suspeitos e 3 negativos). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria 2 crianças estão internadas, 1 com suspeita da doença e outra com resultado negativo. 3 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%. Na rede privada nenhuma pessoa está internada UTI adulto. Na enfermaria outros 4 pacientes estão internados, 1 com resultado positivo para a doença e 3 com suspeita da COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.316 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.601 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.715 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.381 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.180 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.291 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 110 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Vice-presidente, Ivan Linjardi, participou de reunião virtual da Central Nacional Unimed

 

 SÃO CARLOS/SP - A Unimed São Carlos teve a oportunidade de apresentar novamente suas ações de combate à pandemia de coronavírus, convidada pela Central Nacional Unimed para uma reunião virtual sobre o tema. Com participantes de todo o país, o encontro “Alinhamento e Compartilhamento de Estratégias no Combate à Covid-19” acontece semanalmente reunindo as principais ações do setor. Recentemente, o vice-presidente da cooperativa, o médico Ivan Linjardi, apresentou as ações também em encontro realizado pela ANS.

O vice-presidente levou à reunião da CNU alguns dos mais de 200 cases de sucesso realizados durante a pandemia, muitos ainda em andamento.  As ações vêm minimizar a transmissão do vírus e seus impactos na Unimed São Carlos e são voltadas aos beneficiários, cooperados, colaboradores e comunidade.

A apresentação abrangeu a estrutura da Unimed São Carlos e enfatizou suas medidas, como alteração de fluxo de atendimento, implementação do Teleatendimento, ligações de orientação aos idosos, ações pertinentes de comunicação, investimento em EPI’s e capacitação intensiva de colaboradores e cooperados para manejo da Covid – 19.

“Nosso sucesso em ações de combate à pandemia é um trabalho de todos. O envolvimento das equipes foi essencial para que pudéssemos alcançar bons objetivos. Criamos um Comitê de Crise, incentivamos as reuniões online para andamento das atividades, valorizamos nossos colaboradores. Temos muito a fazer ainda, o trabalho não acabou, mas estamos no caminho certo”, apontou o vice-presidente.

Linjardi também enfatizou a parceria com instituições, ofertando orientações e compartilhando informações de qualidade, além do programa Testar para Cuidar, que veio monitorar a atuação do coronavírus em São Carlos. O médico apresentou ainda a preocupação da cooperativa com a sociedade. “Nesse momento de economia delicada, muitos precisam de mais atenção. Por isso, intensificamos nossas ações sociais com o Programa Social Fazendo a Diferença, além da assistência que já oferecemos aos abrigos de idosos e vamos, cada vez mais, estar próximos à sociedade”.

O vice-presidente finalizou a apresentação com uma revelação sobre a molécula em forma de coração, que pode ser uma “arma” contra o coronavírus e deixou a reflexão que comoveu os participantes. “Tenho certeza que vamos ter vacina, medicação, mas o que está fazendo diferença até agora é nosso comportamento, a maneira como a gente trata o próximo. Na minha opinião, o amor e o respeito são fundamentais. O isolamento social é uma demonstração de amor ao próximo, de proteção íntima. A pandemia veio demonstrar o quanto precisamos progredir como civilização. Espero que a gente aprenda essa lição”.

Também participaram do encontro o presidente da Unimed São Carlos, Daniel Canedo, o diretor-administrativo, Humberto Rizzoli, representantes do HCor, Alexandre Biasi e Fernando Torelly e o superintendente de Provimento de Saúde da CNU, Daniel Peixoto de Albuquerque.

 

 

Sobre a CNU

A CNU - Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde Unimed. Comercializa assistência médica empresarial com abrangência nacional, benefícios especiais e atendimento diferenciado.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informou na manhã quarta-feira (19/08), em boletim extra, a morte de um homem de 47 anos internado desde 11/08 com resultado positivo para COVID-19. Essa é a 33ª vítima do novo coronavírus no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.884 casos positivos para COVID-19 (30 resultados positivos foram divulgados hoje), com 33 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.884 casos positivos, 1.735 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 146 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 108 receberam alta hospitalar, 10 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 30 positivos internados foram a óbito. 1.475 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.790 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (177 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 34 pessoas, sendo 23 adultos na enfermaria (6 positivos, 11 suspeitos e 6 negativos). Na UTI adulto estão internadas 10 pessoas (7 positivos, 1 suspeito e 2 negativos). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria 1 criança está internada com suspeita da doença. 6 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 37,5%. Na rede privada 1 pessoa está internada UTI adulto com resultado positivo para a doença. Na enfermaria outros 3 pacientes estão internados, 1 com resultado positivo para a doença e 2 com suspeita da COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.234 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.454 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.780 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.271 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.086 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.245 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 94 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta terça-feira (18/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.854 casos positivos para COVID-19 (64 resultados positivos foram divulgados hoje), com 32 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.854 casos positivos, 1.706 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 145 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 107 receberam alta hospitalar, 8 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 29 positivos internados foram a óbito. 1.459 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.613 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (115 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 36 pessoas, sendo 25 adultos na enfermaria (4 positivos, 13 suspeitos e 8 negativos). Na UTI adulto estão internadas 10 pessoas (8 positivos, 1 suspeito e 1 negativo). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria uma criança está internada com suspeita da doença. 7 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 41,7%. Na rede privada 1 paciente está internado na UTI adulto com resultado positivo para COVID-19. Na enfermaria estão internados 3 pacientes adultos, sendo 1 com resultado positivo e 2 com suspeita da doença. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.137 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.278 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.859 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.177 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 4.909 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.215 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 123 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, tem como objetivo reforçar as ações de sensibilização e mobilização da população para os danos causados pelo tabaco.

 

ARARAQUARA/SP - Uma pesquisa chinesa divulgada no Brasil pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), atestou que as chances de agravamento da Covid-19 são 14 vezes maiores entre as pessoas com histórico de tabagismo em comparação com as que não fumavam. Em 29 de agosto, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, com o objetivo de conscientizar a população sobre os danos causados pelo cigarro e suas substâncias.

De acordo com o médico oncologista, Dr Luís Henrique de Carvalho, o tabagismo é um fator de risco grave para o desenvolvimento de uma série de doenças cardíacas, pulmonares, vasculares, além de aumentar o risco de doenças infecciosas, como a Covid-19, e principalmente o desenvolvimento de diversos tipos de câncer.

“A nicotina e todas as substâncias que estão presentes no cigarro causam muitas interações moleculares que prejudicam o sistema respiratório. Como já sabemos, a Covid-19 é uma doença que pode ser extremamente agressiva aos pulmões. Isso faz com que os fumantes entrem no grupo de risco da doença”, explicou.

Segundo o médico, o baixo nível de oxigênio no sangue e a exposição a outras toxinas do tabaco levam à disfunção da camada que reveste o interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, o que pode levar a um processo inflamatório generalizado.

 

Câncer e tabagismo

Além das doenças infecciosas, o tabagismo também é um dos principais causadores de cânceres de vários tipos. Dr. Luís Henrique explica que a interação da nicotina (entre outras substâncias presentes nos cigarros) modifica o processo celular do corpo e abre portas para o crescimento de tumores.

“Pesquisas estatísticas mostram que o risco de pessoas fumantes desenvolverem câncer é 30% maior que as que não fumam, mas o que vemos no dia a dia é um número ainda maior que este. O tabagismo é responsável por até 90% da mortalidade dos pacientes com câncer de pulmão, ou seja, é uma taxa extremamente alta”, disse.

De acordo com o médico oncologista, o hábito de fumar pode ser responsável pelo desenvolvimento de alguns tipos de leucemia, como a leucemia mieloide aguda, o câncer de bexiga, o câncer de pâncreas, alguns tipos de tumores de fígado, câncer de colo de útero e tumores ligados a toda a parte respiratória e digestiva alta, como o câncer de laringe, cordas vocais, cavidade oral, faringe, esôfago, estomago, traqueia, dos brônquios e do próprio pulmão.

 

Enfrentando o vício

Para o Dr. Luís Henrique, a definição de uma data para abordar o combate ao tabagismo é uma iniciativa importante para demonstrar apoio e incentivo ao enfrentamento do vício. “O cigarro é feito para que a pessoa não consiga parar de fumar e crie dependência química. É extremamente prejudicial”.

Deixar o tabagismo é uma tarefa difícil e, para conseguir êxito, as pessoas podem procurar serviços de saúde, seja na rede pública ou particular, que ofereçam orientação e ajuda. 

“Ganha-se muito deixando de fumar. Há benefícios em qualidade de vida e sobrevida. Se pensarmos então no impacto social e econômico que essas doenças trazem, vamos ter ainda mais motivos para brigar contra esse tipo de disseminação”, disse.

Quem é o Dr. Luís Henrique de Carvalho?

De origem paulista e formado pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), o Dr. Luís Henrique de Carvalho também tem um coração araraquarense, com vínculo familiar na região. Atualmente é Coordenador do Centro de Pesquisas Clínicas em Oncologia da Clínica Spero e do Centro de Oncologia da Santa Casa de Araraquara.

Atua ainda como Médico Oncologista e Coordenador do Grupo de Cuidados Paliativos da Unimed Araraquara, além de se dedicar como Professor Regente dos Internatos em Clínica Médica e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Araraquara.

Casos ativos no município correspondem a 11,22%. Jardim Cruzado ainda tem maior número registrado

 

IBATÉ/SP - Segundo relatório da situação da Covid-19 nos bairros de Ibaté, divulgado nesta segunda-feira (17) pela Vigilância Epidemiológica e pelo Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, o município tem ativos 11,22% dos casos confirmados. Esse é o oitavo relatório divulgado e confirma uma tendência das semanas anteriores de um aumento dos casos recuperados, que hoje é de 87,32%.

Ibaté registrou três óbitos pela doença e a Taxa de Letalidade no município (relação entre o número de óbitos e o número de casos diagnosticados) é de 1,46%.

O Jardim Cruzado continua com o maior número de casos (61), seguido pelo Jardim  Icaraí (25), pelo Jardim América (13), Encanto do Planalto (11), Centro (11), Santa Terezinha (11), Jardim  Menzani (9), Jardim Mariana (8), São Benedito (8), Conj. Habitacional Pedro Ricco (7), Antônio Moreira (7), Residencial José Giro (7),   Jardim  Nossa Senhora Aparecida (6),  Jardim do Bosque (5),  Domingos Valério (4), Distrito Industrial (3), Vila Tamoio (3), Vila Bandeirantes (3), Jardim Encanto do Planalto (2) e Zona Rural (1).

A Vigilância Epidemiológica e o Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté alertam sobre a importância de se manter as medidas sanitárias para controlar a disseminação do novo coronavírus, com o uso de máscaras de proteção facial, uso de álcool em gel para higienização das mãos e evitando aglomerações.

Um novo relatório consolidado de casos na cidade será divulgado na segunda-feira, 24 de agosto. Um boletim atualizado da situação da doença no município é divulgado, diariamente, pela Prefeitura de Ibaté em seu site (ibate.sp.gov.br).

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