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SÃO CARLOS/SP - Uma funcionária de uma escola no bairro Cidade Aracy foi à Central de Polícia Judiciária e registrou um boletim de ocorrência (B.O), contra uma mãe de aluno, onde trabalha.

A diretora da unidade de ensino disse aos Policiais que estava trabalhando quando teria recebido via WhatsApp uma mensagem da mãe de um aluno, onde lhe acusava de ter agredido sua filha e de ser racista.

A dirigente da escola teria respondido à mãe que a filha dela não aparece na escola há pelo menos 15 dias. E sobre a agressão na última terça-feira, contra a garota, a diretora disse estar atendendo uma empresa que presta serviços à unidade escolar.

O fato foi registrado.

BRASÍLIA/DF - A aprovação da reforma do ensino médio pela Comissão da Educação do Senado representa mais um passo para mudanças bastante significativas não apenas na rotina de profissionais da educação e de alunos, mas também para as famílias desses estudantes e para as comunidades. Para que seja de fato implementado e garanta a qualidade e equidade na educação, será necessário o empenho e articulação dos entes federados, assim como da comunidade escolar e de universidades, visando a formação de professores para o novo currículo.

Como o texto aprovado do PL 5.230/23 na comissão é um substitutivo, ele terá de retornar à Câmara dos Deputados, caso se confirme a aprovação no plenário do Senado. O texto aprovado prevê a ampliação da carga horária mínima total destinada à formação geral básica (FGB), das atuais 1,8 mil horas para 2,4 mil. A carga horária mínima anual do ensino médio passa de 800 para 1 mil horas distribuídas em 200 dias letivos.

Há a possibilidade de essa carga ser ampliada progressivamente para 1,4 mil horas, desde que levando em conta prazos e metas estabelecidos no Plano Nacional de Educação (PNE), respeitando uma distribuição que seja de 70% para formação geral básica e 30% para os itinerários formativos – disciplinas, projetos, oficinas e núcleos de estudo a serem escolhidos pelos estudantes nos três anos da etapa final da educação básica.

Segundo o substitutivo aprovado, da relatora do PL no Senado, Dorinha Seabra (União-TO), a partir de 2029, as cargas horárias totais de cursos de ensino médio com ênfase em formação técnica e profissional serão ampliadas, de 3 mil horas para 3,2 mil; 3,4 mil; e 3,6 mil quando se ofertarem, respectivamente, cursos técnicos com carga específica de 800 horas, 1 mil  horas e 1,2 mil horas.

Entre os destaques apresentados pela parlamentar no relatório figura a inclusão da língua espanhola como componente curricular obrigatório, além do inglês. Outros idiomas poderão ser ofertados em localidades com influências de países cujas línguas oficiais sejam outras, de acordo com a comunidade escolar (professores, técnicos administrativos, estudantes e pais ou responsáveis).

A ampliação da carga horária e a inclusão da língua espanhola entre as disciplinas a serem ministradas são pontos positivos da reforma, segundo a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Catarina de Almeida Santos. Ela chama atenção para alguns problemas que podem decorrer da forma como serão implementadas.

“O texto aprovado pela comissão do Senado apresenta alguns avanços, ainda que insuficientes, na comparação com o texto enviado pela Câmara”, disse a educadora à Agência Brasil. “Trazer o espanhol de volta é algo positivo, se levarmos em consideração nossa identidade continental. Mas é preciso estabelecermos uma divisão clara das cargas horárias, uma vez que horas dedicadas a espanhol são horas a menos para outros conteúdos”, disse ela ao destacar ser necessário, também, que haja clareza, no novo ensino médio, com relação não apenas à carga horária de cada disciplina, mas também aos conteúdos que serão apresentados.

Segundo a educadora, o substitutivo manteve brechas especialmente relativas à educação profissional, uma vez que não ficou claro quais seriam as disciplinas que vão compor tais áreas. “É preciso dizer as áreas do conhecimento e, dentro delas, definir disciplinas e carga horária. A nova legislação precisa apresentar e detalhar isso; pegar as áreas de conhecimento e dizer o que vai compor em termos de disciplinas".

Diretor de Políticas Públicas da ONG Todos Pela Educação, Gabriel Corrêa diz que a obrigatoriedade da língua espanhola no ensino médio será provavelmente um ponto de discordância, quando a matéria retornar à Câmara.

“É possível que a Câmara não acate todas mudanças feitas pela senadora Dorinha no texto. Antevejo discordância de alguns com relação à obrigatoriedade do espanhol no ensino médio. O problema, talvez, seja colocá-lo na parte comum, como mais uma disciplina obrigatória, porque implicaria na diminuição da carga horária de outras disciplinas importantes”, disse.

A solução, segundo ele, seria a de colocar o espanhol como disciplina opcional, em vez de obrigatória. “Se as escolas já funcionassem em tempo integral, não haveria esse problema, porque a carga horária seria maior”, complementou ao lembrar que essa obrigatoriedade foi publicamente criticada pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação – o que certamente será usado como argumento pelos contrários.

Criados com o objetivo de aprofundar áreas de conhecimento ou de formação técnica profissional – levando em conta a importância desses conteúdos para o contexto local e as possibilidades do sistema de ensino –, os itinerários formativos terão carga horária mínima de 800 horas nos três anos de ensino médio.

Na avaliação de Catarina de Almeida, da UnB, o aumento da carga horária do técnico profissionalizante acabaria por resultar na diminuição da formação básica, o que, segundo ela, não seria bom.

“Levando em consideração o atual quadro de professores e a infraestrutura limitada das escolas, o correto seria não fazer essa divisão [entre áreas de conhecimento e técnico profissionalizante], e sim focar exclusivamente em uma formação básica, comum a todos. Isso, na verdade, significa os dois tipos para todos. Ao separar o processo, teremos estudantes com menos informação do básico”, argumentou.

Se for para implementar com essa divisão, que seja, na avaliação dela, aumentando a carga horária total. Nesse caso, ela sugere que se postergue a implementação das novas regras. “A pressa pode atrapalhar a perfeição. Se o Brasil está atrasado nessa reformulação, ficará ainda mais com a necessidade de, depois, ter de fazer mais uma reforma. Isso prejudicaria mais gerações. O melhor é centrar esforços em uma reforma robusta que possa ficar por muito tempo”.

Com relação aos itinerários formativos, a grande preocupação manifestada por parlamentares durante a tramitação do texto foi a de resultarem em conteúdos e atividades de pouca relevância para a formação do estudante. Foi inclusive citado o caso de uma aula dedicada a ensinar estudantes a prepararem brigadeiro gourmet.

A ideia proposta prevê que os itinerários têm de estar articulados com as quatro áreas de conhecimento previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC): linguagens e suas tecnologias, integrada pela língua portuguesa e suas literaturas, língua inglesa, artes e educação física; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias, integrada pela biologia, física e química; e ciências humanas e sociais aplicadas, integrada pela filosofia, geografia, história e sociologia.

As diretrizes nacionais que aprofundarão cada uma das áreas do conhecimento ficarão a cargo do Ministério da Educação (MEC), em parceria com os sistemas estaduais e distrital de ensino.

O projeto em tramitação no Senado aponta para a importância do tempo integral, e isso certamente constará na lei, segundo Gabriel Corrêa, da ONG Todos pela Educação. Enquanto isso não acontece, o Senado propôs a ampliação da carga diária atual, de 5 horas, no caso dos estudantes que optarem por curso técnico. Já a Câmara defende cargas horárias iguais para os dois grupos – técnico profissionalizante e áreas de conhecimento.

“Há alguns problemas com relação ao tempo integral. Um deles é que as redes [de ensino] das secretarias de educação terão de ofertar estrutura para alunos ficarem mais tempo na escola, o que resulta em mais trabalho, recursos e contratações de professores. Outro ponto está relacionado ao risco de os estudantes optarem por uma frente, apenas pelo fato de ficarem menos tempo em sala de aula. Em outras palavras, desestimularia a escolha pelos cursos técnicos, caso a carga horária diária deles seja maior”, argumentou o diretor.

A ONG Todos pela Educação defende que não haja essa distinção entre as duas frentes, até porque mais carga atrapalha a oferta do poder público para a expansão da rede. “O ideal é que todos tenham a mesma carga horária, independentemente do caminho a ser escolhido. Com isso, a escolha é em função da vocação e dos interesses, e não da preguiça de fazer menos aulas. Por fim, isso pode confundir os estudantes, levando-os a acreditar que uma maior carga horária indicaria maior relevância”.

Um outro ponto polêmico do texto substitutivo aprovado na comissão do Senado é o que trata da possibilidade de algumas aulas serem ministradas por pessoas sem diploma de licenciatura específico para a disciplina, mas que tenham notório saber e experiência comprovada no campo da formação técnica e profissional. Algo similar já ocorre, por exemplo, quando engenheiros dão aula de matemática.

Segundo a relatora Dorinha Seabra, a atuação desses profissionais de notório saber será “em caráter excepcional, mediante justificativa do sistema de ensino e regulamentação do Conselho Nacional de Educação (CNE)."

Essa possibilidade preocupa a educadora Catarina de Almeida Santos, da UnB. Segundo ela, esse tipo de situação implica risco de, ao autorizar aulas ministradas por pessoas de notório saber, a nova legislação coloca à frente das salas de aula pessoas leigas, em vez de profissionais habilitados da área. “A meu ver, notório saber não tem relação com saber prático”.

Essa possibilidade foi também criticada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). “Um ponto considerado negativo foi a permanência do notório saber, embora o texto aponte para a normatização nacional e excepcional da contratação desses profissionais para atuarem no itinerário da formação técnico-profissional”, ponderou a entidade.

A relatora Dorinha Seabra disse à Agência Brasil que, para ser implementada de forma adequada, a nova proposta vai requerer esforço do estado e do governo federal, para melhorar a estrutura das escolas. Em especial, as estruturas de laboratórios e bibliotecas.

“Será necessário um aprofundamento em relação às disciplinas básicas. Quando se trata da educação profissional, requer uma estrutura ainda maior de investimento em laboratórios e livros; em atividades extras. Temos um grande desafio, a exemplo dos profissionais e de funcionamento das escolas”, disse.

Dorinha acrescentou que o aumento de carga horária vai requerer mais dedicação também de alunos e professores. “O tempo integral fica no foco de todo conjunto, [passando por] ampliação da carga horária e permanência na escola”.

Ainda segundo a senadora, o olhar do novo do ensino médio tem que estar cada dia mais inserido no seu espaço; na sua localidade. “Requer a participação da comunidade nesses espaços coletivos de formação e leituras em relação ao meio em que está inserido, bem como aos espaços no mundo do trabalho.”

A ONG Todos pela Educação alerta que “sem o apoio do governo federal ao estado, e dos estados às escolas, o abismo entre escolas públicas e privadas permanecerá mesmo com o país tendo sua legislação melhorada.”

A aprovação pelo Legislativo, segundo Corrêa, é apenas um primeiro passo para novos desafios. “Na sequência teremos outros desafios, até que consigamos, de forma gradual, fazer as mudanças que melhorarão o ensino médio do país. Será uma fase complexa e não rápida, tomando pelo menos os anos de 2025 e 2026”, afirmou.

Segundo ele, os desafios para a implementação das novas regras passam pela preparação de infraestruturas, profissionais, materiais e pelas avaliações que são necessárias para identificar o que pode ser melhorado.

“Além disso, será necessário estabelecer uma nova comunicação [das autoridades] com estudantes e famílias sobre as mudanças que virão. Apoiar os estudantes inclusive para que eles apoiem a escola. Não adianta o poder público se preparar e as comunidades não se apropriarem desse modelo”, complementou.

Além de campanhas midiáticas, será necessária muita atuação no ambiente escolar, no sentido de preparar professores e diretores. “Serão momentos de debates sobre projetos de vida e opções disponibilizadas pelo ensino médio. Não é apenas o governo chegar e expor suas intenções. Será necessário ouvir, dialogar e envolver o jovem nesse processo de escolha. Não será algo fácil. Por isso precisaremos de uma coordenação muito boa entre MEC e secretarias estaduais/distrital de educação”.

Outra sugestão apresentada no relatório da parlamentar é a obrigatoriedade de os estados manterem pelo menos uma escola com ensino médio regular noturno em cada município, caso haja demanda comprovada.

O relatório prevê, ainda, formação continuada de professores, de forma a garantir que eles estejam preparados para as novas diretrizes e metodologias, “com foco em orientações didáticas e reflexões metodológicas, assegurando o sucesso das transformações propostas para o ensino médio.”

O ministro da Educação, Camilo Santana, comemorou pelas redes sociais a aprovação do substitutivo na comissão do Senado. Em tom de agradecimento aos parlamentares, ele destacou, entre os avanços, a manutenção das 2,4 mil horas, conforme proposto pelo governo federal, para a formação geral básica e fortalecimento da formação técnica de nível médio.

Segundo ele, esta foi uma vitória para a educação e para a juventude do Brasil. "Prevalece o interesse maior, que é comum aos que trabalham por um país de mais oportunidades: a construção de um ensino médio capaz de contribuir para tornar a escola pública mais atrativa, gratuita e de qualidade para todas e todos”, disse.

 

 

POR AGÊNCIA BRASIL

DOURADO/SP - A escola centenária Senador Carlos José Botelho foi reinaugurada em Dourado (SP). A restauração e reforma do prédio é fruto de uma iniciativa inédita de parceria público-privada entre a Prefeitura Municipal de Dourado e a PremieRpet – por meio do seu braço social, o Instituto PremieRpet –, que conta com um polo industrial na cidade.

O evento, aberto ao público, marcou o retorno das atividades escolares em um prédio histórico, com mais de 100 anos, e teve a presença do prefeito Gino Torrezan, da vice-prefeita Angela Sciarretta, do diretor de educação Ricardo Fattore e da diretora da escola Rosana Puerta, além de diretores da PremieRpet e do Instituto PremieRpet, autoridades da região, educadores e alunos e ex-alunos da escola.

Além da restauração do prédio, a parceria entre a prefeitura e a PremieRpet reafirmou o compromisso com a população de Dourado e região e a preservação do patrimônio histórico da cidade. O projeto incluiu não apenas a recuperação física do edifício centenário, mas também a implementação de melhorias estruturais e tecnológicas, proporcionando um ambiente educacional moderno e acolhedor para os alunos.

“Esta parceria entre a Prefeitura de Dourado e o Instituto PremieRpet demonstra o nosso comprometimento constante em não apenas oferecer alimentos de alta qualidade para pets, mas também contribuir positivamente para a sociedade. Para a PremieRpet é uma satisfação patrocinar essa iniciativa para fomentar a educação no município. Muitos de nossos colaboradores e seus familiares residem em Dourado e, cientes de nosso papel social, mantemos foco em fazer a diferença com ações em prol da comunidade”, afirma Fábio Maluf, diretor executivo da PremieRpet.

SÃO CARLOS/SP - O Sistema Integrado de Bibliotecas de São Carlos (SIBISC) da Secretaria Municipal de Educação (SME), realiza neste sábado (15/06), das 9h às 11h, na Festa da Família do Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Vicente Botta, no Jardim Ipanema, o “Barganha Book”.

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O evento terá contação de histórias “Que barulho é esse mitaí?” trocas de livros, gibis e revistas infantis. Não serão aceitos livros didáticos. Para participar do Barganha Book leve um livro em bom estado de conservação que já não esteja mais sendo utilizado e faça a troca por outro livro. 

“Estimular a leitura por meio da troca voluntária de livros é o objetivo principal do projeto Barganha Literária”, salientou Amanda Cristina Marangoni, chefe da seção das Bibliotecas Públicas e Municipais do SIBISC/SME.

Com personagem infantil idealizado pelo piloto Ayrton Senna, ação foi realizada na Escola Municipal Djiliah Camargo de Souza

 

RIO CLARO/SP - A Escola Municipal Djiliah Camargo de Souza, que fica em Rio Claro (SP), recebeu, na semana passada, duas sessões do Projeto Senninha no Mundo das Palavras Encantadas, que tem como objetivo mostrar a importância da leitura e da cultura como instrumentos de inclusão social. Voltado para crianças de 7 a 10 anos, o projeto oferece sessões de contação de história envolvendo o personagem, e os temas trabalhados na história retratam situações de respeito e solidariedade, mostrando que a mudança começa no dia a dia, de modo individual, utilizando palavras gentis como obrigado por favor. Além da apresentação, a biblioteca da escola convidada foi presenteada com o livro infantil ilustrado.

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SINOPSE Por meio de um ator-narrador, as crianças conhecem o enredo, que tem o menino Senninha – um garoto de seis anos que sonha em ser piloto de Fórmula 1 – como figura principal. Na história, ele e sua turma enfrentam muitos desafios. Amizade, gentileza e as palavras mágicas como por favor obrigado se tornam as grandes armas para combater as armações de Braço Duro, um rapaz danado que não respeita os adversários e usa de trapaças para ganhar uma corrida.

Criado em 1994 pelo próprio Ayrton Senna, o Senninha é um personagem infanti que tem como objetivo transmitir valores positivos para as novas gerações e contribuir com o desenvolvimento de habilidades motoras e socioemocionais. 

Viabilizado pelo Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, o Projeto Senninha no Mundo das Palavras Encantadas tem patrocínio da empresa Brascabos e produção cultural da D’color Produções Culturais.

Grupo composto por alunos da área de negócios e do Direito, sob a mentoria do professor Marcos Fava Neves, irá estudar o ecossistema do hub de inovação Área 51, em Ribeirão Preto

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - A Agrocare, entidade formada por alunos do campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, firmou parceria com a consultoria de transformação digital Treesales para a criação de um grupo de estudos para analisar o ambiente de inovação aberta do agronegócio brasileiro tendo como objeto da pesquisa o ecossistema da Área 51, hub de inovação que reúne 34 empresas no interior paulista.

Com a parceria a Treesales aposta na criatividade e na liberdade de pensamento dos jovens para trazerem insights e fomentarem soluções realmente inovadoras. “Temos aplicado em nossos projetos as tecnologias mais atuais como cloud computing, Inteligência Artificial e de Indústria 4.0. E recentemente agregamos ao grupo uma empresa especialista em design para trabalhar futures thinking", lembra o CEO da Treesales, Luciano Fernandes.

“Com os alunos de uma das principais escolas de negócios do Brasil vemos a oportunidade de oxigenar ainda mais o agronegócio brasileiro com inovação e novas oportunidades de transformação. Mas, principalmente, ajudando a formar líderes para o futuro do setor”, completa Fernandes.

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O grupo, que tem como mentor o professor Marcos Fava Neves, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP (FEA-RP), é composto por nove estudantes de graduação dos cursos de Finanças e Negócios, Administração, Ciências Contábeis e Economia, da FEA-RP, e por um aluno da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto.

A primeira atividade do grupo será uma imersão nos conteúdos acadêmicos e teóricos disponíveis sobre inovação aberta. Entretanto, ao longo do período de quatro meses de estudos, uma das etapas mais ricas para o grupo será o de entrevistas com lideranças e representantes das empresas do agronegócio que operam ou possuem projetos ligados à Área 51.

“Estar em contato direto com o pessoal do hub proporciona aos nossos membros não só uma mentoria, como networking e noção de como é o dia a dia em uma empresa”, avalia Isabelly Alves de Godoy, diretora de Grupos de Estudos e Pesquisa da Agrocare. Além da parceria com a Treesales, este ano a entidade já firmou uma parceria com a consultoria Markestrat e está concluindo o projeto junto a diversas instituições da área de finanças. Ela explica ainda que os grupos também proporcionam para as empresas o contato direto com jovens talentos com interesse genuíno no agronegócio. Ou seja, além da troca de ideias a parceria dá a chance para as empresas conhecerem um "possível futuro estagiário".

"As escolas de negócios em geral têm dificuldade em se aproximar do universo do agro, que é a principal força econômica do Brasil e demanda cada vez mais mão de obra qualificada. Projetos como este, que levam a experiência e as necessidades do segmento para a universidade ao mesmo tempo que ajudam a integrar estudantes à realidade do setor, são muito bem-vindos. O agro está nas mesas, na roupa e na energia e precisa estar nas cabeças que pensam o Brasil", completa o professor Fava Neves.

Área 51
Hub de inovação do Dabi Business Park, a Área 51 é um espaço de 500m2 dentro do centro empresarial que está instalado em uma área com mais de 100 mil m², às margens da Rodovia Anhanguera, em Ribeirão Preto (SP). O hub apoia empresas e pessoas que buscam inovação aberta e conexão com grandes empresas, startups, investidores, mentores e instituições de ensino. Oferece completa infraestrutura física e de comunicações, abrigando atualmente 34 parceiros.

Iniciativa tem como objetivo abordar de forma lúdica e prática as noções de trânsito seguro com alunos das escolas de São Carlos e Itirapina

 

ITIRAPINA/SP - A Eixo SP Concessionária de Rodovias lançou na manhã desta sexta-feira (14) o Projeto Minipista de Trânsito que visa promover educação viária para crianças de 6 a 13 anos de escolas municipais de São Carlos e Itirapina. O evento de lançamento do projeto ocorreu nas dependências da Sede Operacional da Eixo SP, localizada no km 216+800 da SP 310 - Rodovia Washington Luís, na pista sentido Capital, em Itirapina.

A cerimônia contou com a presença do diretor-presidente da concessionária, Sergio Santillan, e de alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Arthur Natalino Deriggi e da EMEB Janete Lia, ambas de São Carlos.

As crianças assistiram a uma peça de teatro especialmente desenvolvida para abordar de forma lúdica as noções de trânsito seguro. A peça, encenada pelo grupo teatral Turma da Ação, com atores especializados em teatro educativo, utiliza personagens cativantes e situações do dia a dia para ensinar conceitos fundamentais como a importância do uso do cinto de segurança, a atenção aos sinais de trânsito, o respeito às faixas de pedestres, aos semáforos e alertar para o risco de se usar celular ao caminhar pelas ruas.

Após a apresentação teatral, as crianças tiveram a oportunidade de aplicar na prática o que aprenderam em cenário que simula uma cidade em miniatura. Este ambiente educativo é equipado com mini semáforos, placas de trânsito, faixas de pedestres, infláveis que representam itens de uma cidade, além de motocicletas e carros elétricos e bicicletas.

Neste espaço, as crianças são incentivadas a atuar como pedestres, motociclistas, ciclistas e motoristas, colocando em prática os conhecimentos adquiridos de forma interativa. Elas aprendem a atravessar a rua com segurança, a respeitar os sinais de trânsito e a compartilhar o espaço com outros usuários de forma harmoniosa.

Abordagem lúdica

De acordo com Isadora Mendes, especialista ESG da Eixo SP, o intuito do projeto é que as crianças assimilem os conceitos sobre trânsito seguro de forma leve e divertida, compreendendo que o trânsito seguro é consequência da atitude responsável de cada um. "Com o tema segurança viária, o projeto busca atender dois dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que é saúde e bem-estar e cidades e comunidades sustentáveis”, explica Isadora.

Para o diretor-presidente da Eixo SP, Sergio Santillan, o projeto é uma oportunidade valiosa para a formação de futuros cidadãos mais conscientes e responsáveis. "Com essa abordagem mais lúdica e dinâmica, o projeto não apenas educa, mas também inspira um futuro mais seguro e consciente no trânsito, beneficiando toda a comunidade."

O Projeto Minipista de Trânsito prevê 20 apresentações, sendo dez para alunos das escolas municipais de São Carlos e outras dez para alunos das escolas municipais de Itirapina. Cada apresentação terá duração de cerca de uma hora e meia e inclui uma peça de teatro e a prática na minipista de trânsito. A concessionária estima alcançar cerca de 2,5 mil crianças com a iniciativa.

IBATÉ/SP - A Escola Professora Vera Helena Trinta Pulcinelli tem o prazer de anunciar sua participação na 27ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Este evento prestigioso reúne estudantes de todo o país para explorar e aprofundar seus conhecimentos em astronomia e astronáutica, proporcionando uma experiência educacional rica e envolvente.

A OBA é uma competição aberta a escolas públicas e privadas, urbanas e rurais, sem a exigência de um número mínimo ou máximo de participantes. Este ano, a escola inscreveu três turmas do 5º ano para participar da competição. A inscrição foi realizada no site oficial da OBA (www.oba.org.br) antes do prazo final, no dia 10 de maio.

Desde a inscrição, os docentes da escola trabalharam incansavelmente para preparar os alunos para a prova, que foi realizada no dia 17 de maio. 

A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB), garantindo a qualidade e a relevância do conteúdo abordado. Este evento não apenas testa os conhecimentos dos alunos, mas também incentiva a curiosidade científica e o amor pela exploração espacial.

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“Nossos professores dedicaram-se de forma brilhante. Independente do resultado, o mais importante é a experiência e a vivência com conteúdos importantes e diferenciados, que farão diferença na vida de todos. Mais do que medalhas, prêmios e diplomas de participação, o objetivo foi proporcionar aos estudantes novas descobertas, ideias e conhecimentos”, destacou a Secretária de Educação e Cultura, Danielle Beatriz Silva Garcia Chaves.

A participação na OBA representa um marco significativo para a Escola Professora Vera Helena Trinta Pulcinelli, reafirmando seu compromisso com a educação de qualidade e o desenvolvimento integral dos seus alunos. A escola agradece a todos os envolvidos e parabeniza os estudantes pelo empenho e dedicação. Essa experiência deixará um impacto duradouro e positivo em suas trajetórias acadêmicas e pessoais.

“O incentivo à educação e à ciência é fundamental para o desenvolvimento de nossos jovens. Parabenizo a Escola Professora Vera Helena Trinta Pulcinelli pela participação na 27ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica e pela dedicação em proporcionar uma experiência educacional tão enriquecedora para os alunos”, comentou o Prefeito de Ibaté, José Luiz Parella.

SÃO CARLOS/SP - O secretário de Segurança Pública, Samir Gardini, acompanhado do Comandante da Guarda Municipal, Michael Yabuki, da diretora do Departamento de Cooperação e Apoio as Políticas Públicas, Juliana Souza, do diretor do Departamento de Operações, Inteligência e Tecnologia, Evandro Mione e da secretária de Educação, Paula Knoff, participou do lançamento do aplicativo “SOS Escolar” em Sertãozinho.
Desenvolvido pelo Departamento de Operações, Inteligência e Tecnologia da Secretaria Municipal de Segurança Pública em parceria com a Agência de Inovações da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) o “SOS Escolar” é um aplicativo de acionamento emergencial, desenvolvido para utilização de diretores, professores e servidores das escolas em caso de ocorrências graves nas unidades, com acionamento imediato da Guarda Municipal.
Toda a tecnologia e a implantação do aplicativo foram repassadas pela Secretaria Municipal de Segurança Pública de São Carlos, por meio da Guarda Municipal, para a Prefeitura de Sertãozinho.
O evento aconteceu na tarde da última quarta-feira (15/05), na EMEF “Prof. José Negri”, em Sertãozinho, com a presença do prefeito da cidade Wilson Fernandes Pires Filho, do vice-prefeito Ricardo Almussa, do secretário de Segurança Pública Fabiano Trigo, da secretária de Educação, Luciana Ambrósio, do Comandante da GM, Thiago dos Santos, do vereador Cesinha, além de diretoras e coordenadoras de escolas municipais, agentes da GCM e secretários municipais.
O prefeito de Sertãozinho, Wilson Fernandes Pires Filho, agradeceu a cidade de São Carlos por proporcionar a tecnologia do aplicativo. “Quero agradecer a vocês irmãos de São Carlos em proporcionar essa tecnologia para o nosso município, que vai trazer mais segurança para os nossos professores, coordenadores e alunos, essa parceria é motivo de orgulho”.
Luciana Ambrósio, secretária de Educação de Sertãozinho, destaca que toda a rede municipal de educação está conectada ao aplicativo.
“É de suma importância essa nova tecnologia que chega as nossas escolas propiciando maior segurança, são 46 unidades escolares mais um Centro de Recursos e Apoio Pedagógico ligados a esse novo aplicativo”.
O secretário de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, Fabiano Trigo, lembra que nas escolas estão o que existe de demais importante para a família que são os filhos. “Esse sistema traz tranquilidade para os pais e comunidade escolar, a escola é um ambiente de cuidado onde você tem o que é mais importante para uma família que são seus filhos, nós passamos por momentos onde aconteceram vários ataques em escolas, então esse aplicativo vai acrescentar muito na segurança do ambiente escolar”.

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O vereador Cesinha que levou o aplicativo para a GCM de Sertãozinho explica como foi o processo da doação e a importância do “SOS Escolar” para o município. “Em 2022 eu estive em São Carlos para conhecer o monitoramento da GM local e o secretário Samir me mostrou o programa “SOS Escola”, fiquei encantado pelo projeto e a partir dai ele nos cedeu sem nenhum custo para o município, nós modificamos algumas coisas adequando às nossas necessidades e hoje estamos aqui, no lançamento do programa “SOS Escola”, deixando os pais, as diretoras e toda a comunidade escolar mais tranquilos”.
Samir Gardini, secretário de Segurança Pública de São Carlos, destaca que o aplicativo está em funcionamento desde 2019. “Esse projeto começou em 2019 juntamente com a Universidade Federal de São Carlos, com todo o apoio do prefeito Airton Garcia, e conseguimos desenvolver um aplicativo, para que as pessoas cadastradas nas escolas pudessem acionar em situações de crises. O “SOS Escolar” tem o objetivo de interromper o fluxo de violência, um botão que a pessoa dispara no celular e imediatamente gera um alarme no comando da GM que indica o local da ocorrência, para que a viatura mais próxima se desloque o mais rápido possível, então isso é muito importante para que a comunidade escolar e os pais tenham mais tranquilidade. Esse aplicativo está sendo estudado pelo Ministério da Justiça para ser incluído no sistema nacional, tecnologia nos dias de hoje em segurança pública é indispensável”, finaliza Gardini.

SÃO CARLOS/SP - Um pai foi até a Central de Polícia Judiciária e registrou um boletim de ocorrência (B.O), afirmando que seu filho de 13 anos foi agredido em uma escola localizada na região sul de São Carlos.

Conforme o relato do pai, seu filho é autista e um colega de escola teria atirado um cesto de lixo no menino no banheiro. Ainda segundo o pai, seu filho teve ferimentos na cabeça e teve que ser atendido por médicos na UPA do bairro Cidade Aracy.

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A direção da escola, ao saber do ocorrido, teria dado todo suporte ao aluno ferido e tenta apurar toda a situação e tomar as atitudes cabíveis.

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