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SÃO PAULO/SP - O diretor executivo de automobilismo da Band, Fred Sabino, divulgou na tarde desta terça-feira, pelo Twitter, que a o canal BandSports vai transmitir as duas horas finais dos testes da F1 no Bahrein, na quinta, sexta e no sábado, sempre das 11 às 13h de Brasília, com flashs durante a programação da Band, na TV aberta, sempre com a participação do repórter Felipe Kieling, que vai substituir Mariana Becker que precisou se afastar por problemas de saúde.

- Com muita alegria, confirmo que o Bandsports transmite ao vivo as duas horas finais dos testes da F1 no Bahrein, quinta, sexta e sábado. Sempre das 11 às 13h de Brasília. E durante a programação da Band teremos flashes e reportagens do Felipe Kieling - postou o diretor.

O narrador do canal e voz da Fórmula 1, Sérgio Maurício, compartilhou a publicação e celebrou o que segundo ele seria um ineditismo no Brasil.

- Pela primeira vez na tv brasileira #issosoabandmostra - postou o jornalista.

 

LANCE!

 

ALEMANHA - A atual campeã de construtores da Fórmula 1, a Mercedes revelou nesta sexta-feira o W13, carro com o qual disputará a temporada 2022 da categoria - a começar em 20 de março, com o GP do Bahrein. O modelo resgatou o tradicional prata da marca, temporariamente retirada em 2020 e 2021 para a adoção do preto em lembrança à luta antirracista no esporte.

O time seguirá com o heptacampeão Lewis Hamilton em seu décimo ano de parceria - e o próprio esteve presente no lançamento, encerrando de vez os rumores sobre sua aposentadoria. Ele receberá como companheiro o britânico George Russell, egresso da Williams e substituto de Valtteri Bottas, que representou a Mercedes entre 2017 e 2021 e agora integra a Alfa Romeo.

O modelo é apenas um vislumbre das mudanças promovidas pelo novo regulamento técnico da F1. O primeiro contato real com os carros e os efeitos em seu desempenho na pista serão vistos apenas na pré-temporada de Barcelona, no Circuito da Catalunha, de 23 a 25 de fevereiro.

Embora tenha perdido o título de pilotos para Max Verstappen e a RBR, o time alemão saiu de 2022 com um octacampeonato e busca, em 2022, manter sua hegemonia; o time é dono de uma das maiores da história da categoria, com oito títulos consecutivos desde a introdução dos motores híbridos, em 2014.

De lá pra cá, foram 110 vitórias e 231 pódios, ao longo de sete anos consecutivos. O desafio, porém, é manter-se competitiva em um ano de novo regulamento e gerir bem o desempenho dentro e fora da pista de sua nova formação de pilotos, com a chegada de Russell.

O britânico conquistou um pódio em 2021 pela Williams, com o segundo lugar no GP da Bélgica. Esse, porém, não será seu debute na Mercedes; Russell substituiu Hamilton no GP de Sakhir em 2020, quando o heptacampeão testou positivo para a Covid-19, e chegou a brigar pela vitória antes de ter sua corrida prejudicada por um erro duplo no pit stop e um pneu furado. Ele terminou em nono lugar.

Outra questão a ser enfrentada pela octacampeã de construtores é superar os problemas que atrasaram o time no começo de 2021, como a própria confiabilidade do carro e o desempenho do motor - problema que acompanhou Hamilton e Bottas até as últimas corridas da temporada passada.

Esses empecilhos potencializaram o crescimento da RBR e de Verstappen, que vinham na melhor fase do time austríaco desde o começo da era híbrida.

A Mercedes também encara um desfalque em seu corpo técnico em um ano de mudanças estruturais essenciais na F1; pelo menos 50 profissionais de Brackley foram contratados pela RBR para o projeto de desenvolvimento de seu próprio motor. Entre eles está o agora ex-chefe de engenharia mecânica da equipe octacampeã, Ben Hodgkinson.

O time alemão tem como diretor técnico desde 2021 o engenheiro Mike Elliot, substituto de James Allison - que agora gerencia a divisão dentro da montadora.

INGLATERRA - A Comissão de Fórmula 1 da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou nesta segunda-feira (14) que o Grande Prêmio (GP) de São Paulo, entre 11 e 13 de novembro, receberá uma das três sprint races (corridas curtas, realizadas no sábado anterior à prova oficial, no domingo) da temporada 2022. As demais etapas serão nos GPs da Emilia-Romagna (22 a 24 de abril) e da Áustria (8 a 10 de julho).

A sprint race dura um terço (no caso de São Paulo, 24 voltas) da prova oficial e define a ordem de largada para domingo. No ano passado, os três primeiros colocados da corrida curta pontuaram. A partir de 2022, os oito melhores somarão pontos, em ordem decrescente (o vencedor ganha oito, o segundo leva sete e assim por diante). Um dia antes, na sexta-feira, o treino da tarde servirá de classificação para a sprint.

EUA - Os planos da Fórmula 1 para ampliar as corridas sprint em 2022 sofreram um forte baque por disputas financeiras. Se a categoria tinha intenção de dobrar o número de eventos, de três para seis em 2022, um atrito entre equipes grandes e pequenas vem frustrando os planos do grupo Liberty Media.

Isso porque, de acordo com o site Auto Motor und Sport, enquanto Mercedes, Red Bull e Ferrari defendem o aumento do teto orçamentário em US$2,65 milhões (R$ 13 milhões na cotação atual) para cada equipe como uma compensação por possíveis danos durante as corridas sprint, a McLaren, por exemplo, se opõe ao crescimento de qualquer limite. Já Guenther Steiner, chefe de equipe da Haas, diz entender ambos os lados.

“Se você tem dinheiro, o que você precisa é de um teto orçamentário maior – como quando você não tem dinheiro, o que você tenta fazer é conseguir mais dinheiro”, disse Steiner, em entrevista ao site britânico Autosport. "Então, acho que eles tentam usar seu poder para mover algo que os ajudaria a realizar, que é poder gastar mais dinheiro", completou.

Steiner crê que a governança da Fórmula 1 poderá acalmar os ânimos e não favorecer nenhum dos lados. "Algumas equipes só precisam de mais dinheiro, o limite do orçamento não é o problema, na verdade é o dinheiro que é o problema. Acho que a maioria das pessoas tem esse problema. Mas existe uma governança em vigor, e isso resolverá essas questões", concluiu.

No ano passado, as equipes receberam um subsídio de US$ 450 mil— equivalente a mais de R$ 2 milhões, na cotação atual — para participar das corridas de classificação, além de US$ 100 mil — ou seja, R$ 558 mil — para possíveis acidentes ou danos. Vale lembrar também que o teto orçamentário, em 2021, era de US$ 145 milhões (R$ 763 milhões). Em 2022, a Fórmula 1 diminuiu os gastos para US$ 140 milhões (R$ 736 milhões).

Além disso, uma reunião está prevista para o dia 14, onde um acordo oficial entre Liberty Media, FIA e as equipes é esperado para acontecer. O grupo mantém os planos de introduzir a longo prazo o número de seis sprints, mas entende que pelas dificuldades que os times podem enfrentar com os carros novos, três segue como um número aceitável. Propostas de aumentar o teto orçamentário não serão apoiadas pelo grupo.

 

 

GRANDE PRÊMIO

EUA - Prevista para começar em 20 de março, a temporada 2022 da Fórmula 1 contará com um veterano a menos no grid, já que o campeão mundial de 2007 Kimi Raikkonen se aposentou no fim do campeonato passado. Passado seu primeiro mês depois de "pendurar" o capacete, o finlandês não poupou palavras ao dar sua opinião sobre o mundo que deixou para trás no esporte, fora das pistas.

- Tem sido assim por muitos anos, muitos anos. Talvez as pessoas percebam melhor agora. Eu não me envolvo. Sei de um monte de coisas que acontecem, mas fico de fora. Não é muito saudável se envolver com essas coisas sempre - comentou o ex-piloto da Alfa Romeo.

Piloto com maior número de GPs disputados, um total de 349, Raikkonen chegou na F1 em 2001, correndo pela Sauber.

Nos 20 anos seguintes, faturou os vice-campeonatos de 2003 e 2005 com a McLaren, foi campeão mundial em 2007 pela Ferrari, representou a Lotus de 2012 a 2013 e retornou à escuderia italiana em 2014 até assinar com a Alfa Romeo para 2019.

O finlandês tirou um período sabático da F1 em 2010 e 2011; nesse período, aventurou-se em categorias como a NASCAR, nos Estados Unidos, e o Mundial de Ralí.

Ao longo das últimas duas décadas, Raikkonen viu a F1 passar por uma série de mudanças de pequeno e grande impacto, sobretudo a adoção de três tipos de motores diferentes, encerrando e inaugurando eras importantes na categoria. Ainda assim, ele a vê dominada pelo fator financeiro.

- O dinheiro com certeza muda as coisas, como em qualquer esporte. E quanto mais dinheiro em jogo, mais política. Com certeza ele desempenha um papel importante, e poder. As pessoas querem ter poder, isso e aquilo. Muitos políticos se sairiam bem aqui! - brincou.

O ex-piloto da Alfa Romeo deixou a F1 com 21 vitórias, 18 poles positions e 103 pódios, além do título que conquistou em 2007 com a Ferrari. Ele é o quinto piloto da história a terminar uma corrida mais vezes entre os três primeiros. Em seu último ano, ele foi 16º colocado no Mundial, com dez pontos.

Com a aposentadoria do finlandês de 42 anos, Fernando Alonso (40), Lewis Hamilton (37) e Sebastian Vettel (34) passam a ocupar, respectivamente, os lugares de mais experiência na F1. E é de consciência leve que Raikkonen deixará para trás os rivais, a categoria e toda a bagagem extra que ela traz para a competição:

SÃO PAULO/SP - Diante dos rumores sobre uma possível aposentadoria de Lewis Hamilton, a Mercedes publicou uma foto do piloto em suas redes sociais e agitou a internet. O inglês está contido desde que perdeu o campeonato mundial da Fórmula 1 de 2021, para Max Verstappen, na última volta do GP de Abu Dhabi.

A Mercedes colocou apenas dois corações na legenda da foto. Já Hamilton está ausente das redes sociais desde o dia 11 de dezembro, véspera da corrida decisiva, quando fez a sua última publicação. Ele e Verstappen chegaram à prova que definiria o campeão da categoria na última temporada empatados com 369,5 pontos. Seria o oitavo título mundial do inglês.

ESCÓCIA - Mais do que nunca na Fórmula 1, os jogos mentais entre Red Bull e Mercedes aconteceram ao longo de toda a temporada de 2021. Ainda que Lewis Hamilton tenha a experiência de sete campeonatos mundiais e 14 anos na principal categoria do esporte a motor, para David Coulthard, ex-piloto de F1, a forma como os taurinos trabalharam para a conquista do título de Max Verstappen, que se deu literalmente na última volta do GP de Abu Dhabi, entrou na cabeça do britânico.

"Ele [Verstappen] é um ser humano excepcional, um atleta excepcional", disse Coulthard, em entrevista à rede de televisão britânica Canal 4. "Ele é brilhante e decisivo. Quem mais nós conhecemos que é brilhante e decisivo? Ayrton Senna e Michael Schumacher, para citar apenas alguns", acrescentou.

“[Contra] o poder de Mercedes e Lewis, Max teve que, sem dúvida, vir com uma abordagem diferente. Sua abordagem é: sempre que houver uma porta parcialmente aberta, ele irá em frente. Isso entrou na mente de Lewis", completou.

Para o ex-piloto escocês a educação que Verstappen recebeu de seu pai, Jos, também ex-piloto de F1, é a responsável pelo holandês "não temer nada". Durante todo o ano, o #33 sempre se mostrou calmo e, quando questionado sobre pressão, tratou de afastar a possibilidade de qualquer "nervosismo".

“Ele não teme ninguém. Isso não faz parte de sua personalidade. O que acho mais impressionante é que, se houver um espaço, ele vai atrás dele. Não há nem dúvida. Quando eu estava competindo, costumava pesar: 'Devo arriscar agora, não devo arriscar?' Ele simplesmente vai atrás. É realmente muito especial", concluiu.

 

 

Grande Prêmio

FRANÇA - Mohammed Ben Sulayem, novo presidente da Federação Internacional do Automobilismo (FIA), prometeu melhorias nas regras da Fórmula 1 para evitar que o desfecho polêmico da atual temporada se repita. A troca de presidência na FIA aconteceu dias após o encerramento de uma das edições mais acirradas e polêmicas da história da F-1, que terminou com vitória de Max Verstappen e protestos da Mercedes de que o regulamento havia sido descumprido.

Preocupada com sua imagem após a polêmica, a FIA já havia demonstrado ter planos de possíveis revisões para as próximas temporadas, que foram confirmados pelo novo presidente dos Emirados Árabes Unidos, que chega para substituir Jean Todt.

"Vamos analisar as regras e temos certeza de que, se alguma situação como essa ocorrer no futuro, teremos uma solução instantânea para ela, ou até mesmo a evitaremos. Existem tantas áreas que podemos melhorar. Não podemos simplesmente sentar e dizer que somos bons. Não é o suficiente em um esporte de tamanha magnitude e importância", afirmou Mohammed Ben Sulayem em entrevista coletiva, em Paris.

A premiação da FIA não teve a presença da Mercedes, nem do vice-campeão Lewis Hamilton. Os protestos começaram logo após o GP de Abu Dabi, quando a Mercedes questionou supostas tentativas de ultrapassagem de Verstappen sob bandeira amarela e também a maneira com que o safety car foi acionado após a batida de Nicholas Latifi, já na volta 54. A escuderia desistiu do apelo posteriormente.

As decisões controversas sobre o safety car deixaram Michael Masi, diretor de corridas da FIA, muito pressionado no cargo. Após reunião do Conselho Mundial de Automobilismo da FIA, foi anunciado que uma análise detalhada será feita para ver o que aconteceu. Sulayem disse que deseja esperar as conclusões finais da investigação antes de tomar decisões.

A linha de pensamento foi mantida pelo novo presidente também ao ser questionado se ele tinha total confiança em Masi. "Acabei de ser eleito e examinarei o assunto. Tenho uma reunião com a equipe e abordaremos tudo que pode ser melhorado. Mas eu não vou tirar conclusões precipitadas sobre as decisões sem trazê-las para a minha equipe", continuou.

A enorme reação por parte de fãs, mídia e até de alguns pilotos, como Sebastian Vettel e Carlos Sainz Jr., após o desfecho da temporada 2021 na Fórmula 1, pode resultar em mudanças antes mesmo do início da campanha de 2022. Mohammed Ben Sulayem garantiu que a FIA é uma entidade confiável.

PARIS - A Fórmula 1 terá um foco maior na energia elétrica a partir de 2026, quando um novo motor, mais barato e ecologicamente correto, for introduzido, disse a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) na quarta-feira (15).

A entidade delineou os principais objetivos e uma estrutura para os regulamentos em um comunicado após reunião em Paris.

Quatro pilares principais foram listados: manter o motor V6 de 1,6 litro, aumentar a potência elétrica para 350 kW, eliminar o componente MGU-H que gera energia a partir do calor e introduzir um limite de custo para o motor.

A FIA disse que deseja enviar uma mensagem ambiental poderosa, com combustível 100% sustentável e “mudança de foco para energia elétrica”.

Também quer possibilitar que novos fabricantes de motores ingressem no esporte em um nível competitivo.

A Fórmula 1 atualmente tem apenas Mercedes, Ferrari e Renault como fabricantes de motores, enquanto a Red Bull está assumindo a tecnologia da Honda após a saída da fabricante japonesa no final deste ano.

Piloto da Red Bull conquista seu primeiro título mundial de F1 após superar Lewis Hamilton na última volta. Sim, na última volta

 

ABU DHABI - A Fórmula 1 tem mais um membro no seleto clube dos campeões mundiais. Max Verstappen, 24 anos, venceu duelo contra Lewis Hamilton e se sagra campeão pela primeira vez.

A conquista veio no GP de Abu Dhabi, a corrida final da temporada de 2021. Verstappen fez a pole e teria o melhor tipo de pneu para a largada, mas acabou perdendo o primeiro lugar para Hamilton logo na partida. O holandês tentou atacar para retomar a posição ainda na primeira volta, mas sem sucesso.

Depois, virou uma disputa estratégica, com Verstappen indo pra duas paradas enquanto Hamilton ficou na pista com apenas uma. Verstappen tinha dificuldade de encostar em Hamilton, até que a sorte lhe sorriu.

Um safety car foi acionado a cinco voltas do fim por um acidente de Nicholas Latifi. Verstappen parou de novo e a distância sumiu.

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