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PORTIMÃO - Mais uma vez Lewis Hamilton subiu no topo do pódio no GP de Portugal. Vencedor em Portimão no ano passado, o heptacampeão mundial voou no Circuito do Algarve e venceu a corrida deste domingo. O britânico chegou a cair para a terceira posição no início da prova, mas superou os rivais na pista para conquistar a 97ª vitória na Fórmula 1. Max Verstappen foi o segundo colocado, e Valtteri Bottas completou o pódio.

O britânico da Mercedes faturou a segunda vitória do ano e abriu vantagem na liderança da temporada, com Max Verstappen na cola. O holandês da RBR viu um ponto escapar das mãos ao fim da prova. Ele havia feito a volta mais rápida da corrida na última volta, mas ultrapassou os limites de pista em uma curva. Assim, Bottas ficou com o ponto de volta mais rápida.

A quarta etapa da Fórmula 1 2021 será disputada no dia 9 de maio, o GP da Espanha, em Barcelona.

 

 

*Por Redação do ge

PORTUGAL - Valtteri Bottas conquistou neste sábado sua primeira pole position desta temporada da Fórmula 1. O finlandês venceu o duelo com o companheiro de Mercedes Lewis Hamilton no treino classificatório do GP de Portugal, em Portimão. Max Verstappen foi o terceiro colocado, seguido do companheiro de RBR Sergio Pérez.

A Mercedes havia dominado os primeiros treinos livres em Portugal, mas Verstappen colocou a RBR no páreo sendo o mais rápido no terceiro treino. Só que o holandês ultrapassou o limite de uma curva na sua melhor volta do Q3 e acabou fora da briga com as Mercedes. Aí Bottas levou a melhor para faturar a 17ª pole de sua carreira.

A terceira fila em Portimão vai ter Carlos Sainz, da Ferrari, e Esteban Ocon, da Alpine. Lando Norris é o sétimo, seguido de Charles Leclerc. Destaque também para Sebastian Vettel na 10ª posição, voltando a figurar em um Q3 depois de 16 corridas.

 

 

*Por Redação GE

ITÁLIA - Max Verstappen venceu uma corrida maluca no GP da Emilia-Romagna de Fórmula 1. O holandês voou desde a largada, quando pulou da terceira para a primeira posição, e foi perfeito em uma prova repleta de escapas e batidas por causa da chuva. Até bandeira vermelha teve em Imola neste domingo. Só o piloto da RBR teve um dia sem sustos para conquistar sua 11ª vitória da carreira. Lewis Hamilton foi o segundo colocado, e Lando Norris completou o pódio.

Até Hamilton errou na corrida maluca de Imola. O heptacampeão escapou da pista e chegou a bater no guard rail, mas foi beneficiado por uma bandeira vermelha logo na sequência para conseguir fazer uma prova de recuperação. Ele subiu da nona para a segunda posição e ainda manteve a liderança do campeonato por ter feito a melhor volta do dia.

A interrupção da corrida na volta 34 se deu depois de uma forte batida entre George Russell e Valtteri Bottas, que trocaram farpas ao deixar a pista. Nicholas Latifi e Mick Schumacher também bateram, mas o filho do lendário heptacampeão mundial conseguiu concluir a prova.

A terceira etapa da Fórmula 1 2021 será disputada no dia 2 de maio, o GP de Portugal, em Portimão.

 

*Por: GE

Primeira transmissão da F1 pelo canal paulista está entre as maiores audiências do ano na Band e foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais

 

SÃO PAULO/SP - Se a temporada 2021 da Fórmula 1 começou em alta no Brasil, o GP do Bahrein, marcado pela disputa intensa entre Lewis Hamilton e Max Verstappen pela vitória, não foi o único fator que mexeu com os fãs nas redes sociais. O público aguardava ansiosamente a estreia das transmissões da Band, que prometia uma abertura 'com tudo', dedicando muitas horas de sua programação ao esporte, além de grandes convidados. E o que vimos, não decepcionou.

Só neste domingo, apenas a Band dedicou cerca de seis horas à F1, além de todo o espaço que a categoria e a F2 tiveram ao longo do final de semana, entre a TV aberta e o Bandsports. Mas, além do grande espaço na grade, tivemos também uma cobertura que chamou a atenção dos fãs.

Abertura com convidados de luxo

A Band prometeu uma estreia da F1 digna da categoria. E, nisso fã nenhum do esporte pode colocar defeito. As três horas de aquecimento antes do GP do Bahrein foi repleta de convidados que representam boa parte da história do Brasil na principal categoria do automobilismo mundial.

A começar pelos campeões. Tivemos uma entrevista com Emerson Fittipaldi que, apesar de não entrar no assunto F1, relembrava a ligação do bicampeão com a Band, através da Indy e as transmissões de suas vitórias nas 500 Milhas na voz de Luciano do Valle. Seu neto, Pietro, também esteve presente junto com Mariana Becker, para explicar ao público o complexo volante da F1, um conteúdo interessante para quem não conhece a fundo o esporte (e mesmo para que conhece).

Na sequência, tivemos ainda Nelson Piquet que, junto de seu filho, Nelsinho, falaram sobre F1 e a nova empreitada da família na Stock Car. E eles não foram os únicos a falar de Stock. Ainda tivemos uma entrevista ao vivo de Felipe Massa, para falar da expectativa por sua estreia na categoria, que deve acontecer no final de abril.

A Band promete uma cobertura de automobilismo que vai muito além apenas das transmissões, e o que mostrou hoje, com a presença dos convidados, mostra que tem potencial para produzir conteúdos bem informativos para o público.

'Cutucadas' de sobra à Globo

Depois de 40 anos, a F1 sai da Globo e ganha uma nova casa no Brasil. Por isso, já sabia-se que seria difícil esquecer o canal carioca. E as comparações seriam inevitáveis. Mas chamou a atenção a quantidade de referências e cutucadas feitas à Globo ao longo do final de semana.

Começando com o narrador, Sérgio Maurício, e seu novo bordão, apresentado ao longo da semana por ele e pelo canal: "Isso a Band mostra", em clara referência ao quadro do Fantástico, "Isso a Globo não mostra" que, por sua vez, surgiu através de memes nas redes sociais.

Outra referência repetida ao longo do final de semana por vários dos envolvidos com as transmissões era de que a F1 finalmente "receberia o tratamento que merece", em crítica ao trabalho que a Globo vinha fazendo (ou não) ao longo dos últimos anos.

Já outra cutucada, essa bem mais direta, veio de um fonte esperada: Nelson Piquet. O tricampeão nunca teve um bom relacionamento com o canal e parte da equipe responsável pelas transmissões (leia-se: Galvão Bueno). Por isso não surpreendeu ninguém quando sua primeira intervenção no Show do Esporte deste domingo (28) já veio com um "Globolixo", que movimentou as redes sociais.

Pré e pós-corridas e pódio: o sonho do fã brasileiro

Nos últimos anos, a Globo foi cortando cada vez mais a transmissão da F1, especialmente na TV aberta. Começou removendo aos poucos o treino classificatório, até que ele passou a ser integralmente do SporTV, até que começou a mexer nas corridas, começando cada vez mais em cima da largada e terminando logo após a bandeira quadriculada.

Nesta estreia, a Band atendeu a um pedido antigo dos brasileiros, que era a transmissão ao vivo do pódio, além de alguns minutos de pré e pós-corrida para comentários e impressões gerais da corrida. E, por ser uma estreia, foi além, com um aquecimento de três horas e mais um pós de uma hora de duração. Um acerto, muito elogiado pelos fãs.

Atenção à F2 e o trabalho no Bandsports

É preciso dedicar também um espaço para falar do trabalho da equipe do Bandsports, que não mediu esforços nesse final de semana para tratar não apenas da F1 como da F2 também. Tanto na sexta quando no sábado o automobilismo teve grandes espaços na grade, com transmissões horas a fio destrinchando as duas categorias.

Isso é ainda mais importante para a F2, que ganha no Bandsports um espaço que não tinha no SporTV, tendo o potencial de se tornar mais conhecida, principalmente com o fato de termos três brasileiros no grid em 2021: Felipe Drugovich, Guilherme Samaia e Gianluca Petecof.

O automobilismo como carro-chefe da nova era esportiva da Band

Apesar do futebol ser (e sempre será) o esporte número um do brasileiro, a F1 sempre teve um lugar especial no coração do fã de esporte, sendo uma das poucas modalidades (junto com o futebol) que sempre teve espaço garantido nas transmissões e TV aberta. Com isso, formou um grupo de fãs muito apaixonado pelo esporte a motor, que assiste corridas independente da categoria.

A Band parece ter entendido isso e trouxe, de uma vez, diversas categorias para a sua asa: além das F1, F2 e F3, ainda teremos Stock Car, Porsche Cup e Copa Truck, garantindo transmissões de esporte a motor ao longo do ano todo para os fãs.

O canal, que volta à suas origens esportivas com o retorno do Show do Esporte, vê no automobilismo uma chance de alavancar seu portfólio esportivo e aumentar sua audiência qualificada, dando um espaço tão grande quanto o futebol e até maior que as transmissões da NBA, que cresce em popularidade no Brasil ao longo dos últimos anos.

Na estreia, a aposta rendeu: a Band chegou a picos de 6,2 pontos ao longo da manhã do domingo, conseguindo bater de frente até com o SBT, que ocupa com certa tranquilidade a vice-liderança do período.

E o futuro?

O fã brasileiro precisa entender a realidade: isso aconteceu por ser a abertura e a Band só deve repetir algo grandioso em momentos pontuais do ano, como o GP de São Paulo em novembro e corridas especiais, como a última da temporada ou a que definir o campeão.

Para as próximas edições, não devemos ter três horas de aquecimento no Show do Esporte, transmissão do treino livre na Band e não no Bandsports (isso deve acontecer apenas quando as sessões forem realizadas a partir do meio dia). Mas isso não pode motivo para criticarmos a Band. A emissora já promete fazer bem mais do que a Globo vinha fazendo há anos.

A Band sabe que possui uma equipe muito qualificada com Sérgio Maurício, Reginaldo Leme, Felipe Giaffone e Max Wilson e por isso deve abrir um espaço de 30 minutos antes e depois das corridas, o que já vale como uma vitória para todos os fãs do esporte no Brasil.

 

 

*Por: Guilherme Longo / MOTORSPORT.com

BAHREIN - A temporada da Fórmula 1 começou com o mesmo roteiro de 2020: Lewis Hamilton no topo do pódio. Neste domingo, o britânico da Mercedes superou Max Verstappen na primeira parada nos boxes e conseguiu segurar o holandês da RBR nas últimas voltas para vencer o GP do Bahrein. Valtteri Bottas completou o pódio em Sakhir.

Há seis anos o o heptacampeão mundial não abria a temporada com vitória. E ela veio com uma disputa acirrada com Verstappen nas últimas voltas. O holandês, pole position, chegou a ultrapassar Hamilton na 53ª volta, mas usou a área externa da pista e teve de devolver a posição. Aí o piloto britânico não deu uma segunda chance.

E olha que antes da corrida Hamilton acreditava que a RBR iria na corrida aumentar a vantagem que construiu nos treinos livres e na classificatória. Só que o trabalho de equipe e a estratégia da Mercedes fez a diferença. Foi a 96ª vitória do britânico na Fórmula 1, mais um passo rumo ao 100º triunfo.

A segunda etapa da Fórmula 1 2021 será disputada no dia 18 de abril, o GP Emilia Romagna, em Imola, na Itália.

 

 

 

*Por Redação GE

Max Verstappen vai abrir a temporada 2021 da Fórmula 1 na primeira posição. Neste sábado, o holandês da RBR confirmou o favoritismo de ter sido o mais rápido em todos os treinos livres e conquistou a pole position do GP do Bahrein, em Sakhir. O piloto de 23 anos travou um duelo acirrado com o britânico Lewis Hamilton (Mercedes), mas conseguiu superar o atual campeão mundial, que vai largar na segunda posição na corrida de abertura do ano, neste domingo, às 12h (de Brasília).

Tempos

Tempos (Foto: Tempos)

O GP do Barein de Fórmula 1 começa às 12h (de Brasília) deste domingo.

 

 

*Por: GE

ITÁLIA - A pintura da nova Ferrari continua vermelha como de costume. Mas chamou a atenção dos fãs no lançamento do carro, nesta quarta-feira, a logomarca do principal patrocinador do time (a Philip Morris, pelo slogan Winnow) pintada em verde, algo absolutamente incomum na equipe.

As fotos do carro vazaram na internet pouco antes do lançamento virtual, e alguns fanáticos torcedores do time não curtiram. Fato é que o modelo SF21 terá a missão de fazer a Ferrari se recuperar do sexto lugar no Mundial de Construtores do ano passado, pior resultado em 40 anos. Os pilotos serão Charles Leclerc e Carlos Sainz.

A grande aposta da Ferrari é um motor bastante revisado. Depois que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) fez um acordo com o time para deixar sua unidade sob novos parâmetros após acusações de violação das regras em 2019, a escuderia de Maranello sofreu com falta de potência, além de um carro que tinha sérios problemas de arrasto aerodinâmico nas retas.

Paralelamente à unidade de potência, a Ferrari também promoveu revisões aerodinâmicas no carro. Por regulamento devido ao corte de custos pela pandemia de Covid-19 e o novo teto de gastos, os chassis de 2021 serão os mesmos do ano passado, mas com alterações em partes do conjunto como assoalho. As asas também sofreram modificações.

A dupla de pilotos da Ferrari chega com missões distintas em 2021. Em sua terceira temporada pelo time, o monegasco Charles Leclerc passa a ser o primeiro piloto do time. Ele terá ao seu lado o espanhol Carlos Sainz Jr., que deixou a McLaren para substituir o tetracampeão Sebastian Vettel, de mudança para a Aston Martin após não ter seu contrato renovado. Será a dupla de pilotos mais jovem da Ferrari desde o fim de 1991, quando Jean Alesi e Gianni Morbidelli disputaram o GP da Austrália.

Com o lançamento da Ferrari, todas as equipes já mostraram as pinturas de seus carros. Apenas a Haas ainda não revelou o novo carro, o que vai acontecer na próxima semana, nos testes de pré-temporada, no Barein. O campeonato começa no mesmo país, dia 28 de março.Datas de lançamento dos carros da F1.

 

 

*Por Redação GE

ALEMANHA - Sebastian Vettel ganhou uma perspectiva completamente nova em sua carreira ao ser contratado pela Aston Martin a partir da temporada 2021 da Fórmula 1. O tetracampeão, mesmo figurando entre os cinco maiores de todos os tempos nas principais estatísticas da categoria — como títulos, vitórias, poles e pódios —, vivenciou um período de baixa na Ferrari, sobretudo nos últimos anos, a ponto até de ter sido comunicado pelo então chefe Mattia Binotto, por telefone, que não seguiria em Maranello para a temporada deste ano. Depois de alguma indefinição e de rumores sobre uma possível aposentadoria, Vettel fechou com a equipe de Lawrence Stroll e agora tem uma nova motivação na Fórmula 1: buscar o quinto título.

Vettel foi o grande protagonista da Fórmula 1 no começo da década passada, levando a Red Bull aos anos de ouro com quatro títulos consecutivos entre 2010 e 2013. Contudo, o domínio da Mercedes na era híbrida de motores, a partir de 2014, impediu que Sebastian conquistasse mais títulos.

O alemão, hoje com 33 anos, foi contratado a peso de ouro pela Ferrari a partir de 2015, conquistou vitórias e viveu bons momentos, chegou a ser um adversário direto de Lewis Hamilton em parte das campanhas nas temporadas de 2017 e 2018, mas faltou carro e algo a mais para o tetracampeão lutar contra o britânico até o fim pela taça. A partir de 2019, quando Charles Leclerc chegou a Maranello para substituir Kimi Räikkönen, Vettel perdeu espaço e se viu sem lugar para 2021.

Graças a Lawrence Stroll, Vettel deixou de lado as perspectivas de saída da categoria e agora tem a oportunidade de fazer parte de uma das equipes mais ascendentes do grid. Ano passado, com o nome de Racing Point, a escuderia baseada em Silverstone conquistou quatro pódios, sendo dois com Lance Stroll e outros dois com Sergio Pérez, responsável pela única vitória da equipe, no GP de Sakhir. Curiosamente, o mexicano foi dispensado meses antes do triunfo no Bahrein justamente para dar lugar a Vettel, mas ‘Checo’ também encontrou uma nova perspectiva ao ser contratado pela Red Bull.

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Em entrevista na última quarta-feira (3), na esteira do lançamento do Aston Martin AMR21, Vettel falou sobre o ano frustrante que teve em 2020, em que, apesar do pódio conquistado com o terceiro lugar no GP da Turquia, foi marcado pela sua pior temporada desde que estreou na Fórmula 1. Ao mesmo tempo, Seb deixou claro que aposta em um campeonato bem mais forte, agora vestindo o macacão verde e rosa da Aston Martin no seu novo ciclo no Mundial.

“Não é segredo que, no ano passado, não estava mais tão feliz. Sei que não estava de acordo com os meus padrões, que estive muito abaixo do que sou, mas estou muito em paz com isso. Não fiquei feliz com o ano passado em termos de performance — em parte, em razão da minha performance —, mas aceitei. Estou muito ansioso para este ano”, declarou.

Questionado sobre as suas pretensões de conquistar um quinto título mundial, Vettel foi enfático. “Não vejo porque não posso estar mais lá. Não estou muito velho e ainda tenho muito tempo pela frente. As coisas aqui são diferentes da Ferrari porque a equipe está crescendo”, disse o piloto, feliz com o empenho dos seus novos colegas de trabalho. “E não se trata do visual chique, das cadeiras elegantes do escritório, mas do trabalho que é feito nos bastidores. E, pelo que eu vi, as pessoas aqui são muito capazes e talentosas”, comentou.

O ponto importante apontado por Vettel para que a Aston Martin possa ser uma equipe capaz de conduzi-lo novamente ao topo do esporte é a robustez financeira proporcionada pelo empresário canadense. O que, na Fórmula 1, sempre faz a diferença. “É a primeira vez nos últimos anos que eles têm oxigênio para respirar. E graças ao aumento no orçamento da equipe”, finalizou o dono de 53 vitórias, 57 poles, 121 pódios e quatro títulos mundiais ao longo de 257 GPs e 14 temporadas disputadas na Fórmula 1.

 

 

*Por: Grande Prêmio

LONDRES - A Red Bull ofereceu nesta terça-feira (23) um vislumbre do carro que o piloto Max Verstappen torce para levá-lo a um primeiro título de Fórmula 1 e encerrar o reinado do heptacampeão Lewis Hamilton, da Mercedes. A equipe publicou na internet imagens de estúdio do carro cor mate RB16B, consideravelmente semelhante ao modelo do ano passado, mas com a marca Honda no lugar daquela da antiga patrocinadora Aston Martin.

Agora a Aston Martin tem sua própria equipe, já que rebatizou a Racing Point sob o comando do bilionário canadense Lawrence Stroll.

"Mais do mesmo... mas diferente", comentou a Red Bull no Twitter. "Na superfície, as primeiras imagens do carro novo indicam que não muita coisa mudou ao longo do inverno", acrescentou a escuderia em seu site. "Longe disso, debaixo da pele, o RB16B conta com muitas mudanças que mantêm a condição da F1 como campo de batalha sério dos cientistas".

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A Red Bull venceu duas corridas com Verstappen no ano passado e terminou em um segundo lugar distante da Mercedes, que nos últimos sete anos levou os dois títulos e terá tudo para aumentar esses números para oito em 2021.

Mas Verstappen venceu o Grande Prêmio de Abu Dhabi, o último de 2020, largando na pole position.

A equipe de motor Honda contratou o experiente mexicano Sergio Pérez no lugar do piloto tailandês Alexander Albon para reforçar a busca do primeiro título desde 2013 e melhorar suas opções estratégicas.

 

 

*Por Alan Baldwin / REUTERS

ITÁLIA - A Ferrari tem aquele que pode ser considerado o pior motor da Fórmula 1 atual. A equipe regrediu e precisa de uma solução urgente. Isso parece ter levado a cúpula em Maranello a ousar: de acordo com a revista britânica Autosport, o plano é competir em 2022 com conceitos radicais na unidade de potência.

De acordo com a Autosport, a argumentação interna é de que tal risco vale a pena. Os conceitos considerados, ainda guardados sob sete chaves, são vistos como capazes de mudar os rumos da Fórmula 1 em caso de sucesso. Em outras palavras: ao invés de copiar soluções já adotadas por rivais, o objetivo é tratar um caminho próprio.

Isso, entretanto, não significa que a Ferrari vai ignorar por completo o trabalho de rivais. Compressor e turbo devem ser finalmente separados dentro da unidade de potência, algo que funcionou tanto para Mercedes quanto para Honda. A Ferrari tomou caminho oposto e não colheu os frutos esperados, por exemplo.

A Ferrari corre atrás de soluções por conta do 2020 terrível. A equipe foi pega ainda no fim de 2019 cometendo irregularidades, com fluxo de combustível acima do permitido do motor. A necessidade de se readequar se provou custosa, com perda repentina de velocidade nas retas. Como o regulamento de 2021 é essencialmente o mesmo, ainda não há muito que possa ser feito em Maranello para evitar outro ano difícil. É aí que entra o foco em revoluções em 2022.

Os motores ainda serão os V6 Turbo, que só devem deixar a F1 em 2026. Isso também favorece a Ferrari: caso as soluções de 2022 sejam de fato benéficas, serão quatro anos colhendo frutos.

Além das mudanças técnicas, a Ferrari também encara o futuro com piloto novo. Sebastian Vettel deixou a escuderia, abrindo caminho para a contratação de Carlos Sainz Jr. O espanhol forma dupla jovem com Charles Leclerc, que parte para o terceiro ano em Maranello.

 

 

*Por: Grande Prêmio

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