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AUSTRÁLIA - Nos últimos anos era fácil apostar nos grandes protagonistas da F1: em 2024, Max Verstappen já chegou mostrando que defenderia o tetracampeonato. A McLaren, em 2025, também confirmou o favoritismo. Na temporada 2026, porém, o novo regulamento técnico da categoria promete bagunçar o grid, ainda que Mercedes e Ferrari tenham dado bons sinais nos testes.

Na quinta-feira, a partir das 22h, você acompanha ao vivo o primeiro e o segundo treino livre do GP da Austrália no sportv 3. A transmissão das sessões de sexta-feira começa às 22h30 também no sportv 3. A primeira corrida da temporada 2026 da Fórmula 1 no circuito de Melbourne será transmitida ao vivo pela TV Globo, pelo sportv 3 e pelo ge a partir da 0h15 na madrugada de sábado para domingo.

Com a chegada de novas regras, tudo volta à estaca zero na F1, e as equipes possuem as mesmas oportunidades - para errar ou acertar. O exemplo recente mais marcante é da Mercedes, coadjuvante em 2013 e protagonista em 2014 quando a categoria adotou os motores V6 turbo. Antes, a Red Bull dominava, detentora de quatro títulos consecutivos liderada por Sebastian Vettel.

Atualmente, quem ocupa o posto de equipe a ser batida na F1 é a McLaren. O time acertou nas melhorias em seus últimos dois carros e levou os Mundiais de construtores em 2024 e 2025 No último ano, ainda fez de Lando Norris campeão.

No entanto, o time e o piloto inglês esbarram em uma F1 totalmente nova em 2026. A categoria promoveu diversas mudanças em seu carro, que está menor e com muitas novidades aerodinâmicas; e no próprio motor, mais sustentável, mais eletrificado e com novos mecanismos que prometem fomentar as disputas na pista.

Quem desponta em 2026?

As especulações em torno da Mercedes e da Ferrari começaram no shakedown de Barcelona, na Espanha, em janeiro. A equipe alemã completou impressionantes 500 voltas e começou a chamar atenção por seu motor - que, por sinal, está na mira da Federação Internacional do Automobilismo (FIA) após queixas das rivais por uma suposta brecha que lhe garantiria até 0s3 de vantagem.

A equipe também apresentou um bom ritmo nas duas rodadas de testes de pré-temporada no Bahrein. George Russell e Andrea Kimi Antonelli lideraram três dos seis dias de atividades no Circuito de Sakhir, embora a equipe tenha sofrido com dois problemas na unidade de potência e teve que trocá-las.

- Em termos de compreensão da ordem competitiva, eu diria que este teste confirmou que a Ferrari e a Mercedes parecem ser as equipes a serem batidas - declarou Andrea Stella, chefe da McLaren.

Antonelli ainda registrou a segunda volta mais rápida de toda a pré-temporada, 0s8 atrás do 1m31s992 de Charles Leclerc. E assim como em Barcelona, a escuderia foi a que mais andou: ao todo, 432 voltas.

As falas dos pilotos e chefes servem como termômetro neste início de temporada. Russell, na ocasião do lançamento oficial do W17 (carro de 2026 da equipe), declarou que a Mercedes está em sua melhor fase desde 2021, último ano em que disputou o Mundial.

A Ferrari andou menos nos testes do Bahrein, completando apenas 324 voltas - mais de 100 atrás da Mercedes. Porém, o time completou uma extensa quilometragem de 444 voltas em Barcelona e, assim como a rival alemã, destacou-se nas simulações de corrida durante as sessões em Sakhir.

A escuderia italiana teve algumas questões; Hamilton sofreu uma falha com o chassi e em um teste de captação de combustível; ele se despediu dos testes tendo feito só cinco voltas na sessão matinal do quinto dia. Por outro lado, o time saiu do Bahrein com a volta recorde de toda a bateria de testes, registrada por Leclerc; além disso, ele ainda foi o mais rápido no segundo dia da pré-temporada.

Tudo indica que a Ferrari conseguiu fazer um bom trabalho com o carro, o SF-26, e o próprio motor, o que também teria colocado sua cliente Haas em um bom lugar no pelotão intermediário. Desde meados de fevereiro, Hamilton, Leclerc e o chefe Frederic Vasseur têm dado declarações muito positivas - o heptacampeão chegou a dizer que o espírito vencedor da equipe italiana está de volta.

A Ferrari ainda chegou no penúltimo dia de testes com uma solução inovadora: uma asa traseira que gira em 180º adicionais. A novidade gerou até brincadeiras por parte de Vasseur, que batizou o dispositivo de "Macarena".

Com as mudanças de regulamento passou a ser necessário acelerar o carro por mais tempo para manter altas as rotações do motor e garantir que ele esteja pronto pra partida. Os pilotos passaram a praticar as largadas no fim de cada dia de testes; em um deles, Hamilton disparou à frente dos demais. A Ferrari teria feito seu motor com um turbo menor, que diminuiria o atraso na resposta do dispositivo.

O último momento de protagonismo da Ferrari foi em 2022, quando Leclerc disputou com Verstappen; a Mercedes, por sua vez, não ocupa os holofotes desde a antológica rivalidade do holandês da Red Bull contra Hamilton em 2021. Ambas foram eclipsadas pela evolução da própria Red Bull, beneficiada com a introdução dos carros com efeito solo em 2022, e pelo posterior crescimento da McLaren.

E a atual campeã?

A McLaren chegou a ser a mais rápida no primeiro dia de atividades da F1, com Lando Norris. Após as sessões em Sakhir, Oscar Piastri, piloto do time, chegou a declarar que a pré-temporada foi tranquila para o time e que todos estão "um pouco mais otimistas". O australiano, porém, reforçou que a equipe não deve estar liderando o pelotão, embora possa ter potencial para estar na parte da frente da tabela.

As simulações de corrida indicam que a equipe de Woking pode estar andando perto das rivais bem-cotadas, embora seja difícil precisar em qual ordem o time esteja. A possibilidade da Mercedes ter acertado em seu motor também seria benéfica para a McLaren, que é cliente da montadora alemã.

Verstappen terá chances?

Sob comando do chefe Laurent Mekies, a Red Bull precisa adaptar-se ao seu novo motor: a equipe trabalha com a Ford, que reforça os trabalhos já desenvolvidos pela Red Bull Powertrains - a divisão de unidades de potência do time austríaco. As primeiras avaliações de Verstappen sobre a parceria foram positivas; mas apesar do ritmo otimista no Bahrein, a equipe andou pouco, o que preocupa.

Na tabela de voltas mais rápidas, a Red Bull aparece com a quarta, registrada por Verstappen. Quem levou a pior foi Isack Hadjar, novo colega do holandês: em um dia ele chegou a dar só 13 voltas com um vazamento de água no motor. Em outro, sofreu uma falha hidráulica e também não pôde pilotar.

O pelotão intermediário

Rumores apontam que a Haas viria com mais força dentre as equipes do meio do grid. Além do reforço com o motor Ferrari, o time foi o terceiro que mais andou em Sakhir - 404 voltas, 28 a menos que a Mercedes.

A Alpine também não deve estar muito atrás: reforçada com o motor Mercedes em uma parceria que substitui o antigo acordo com a Renault, a equipe chegou a registrar a quinta volta mais rápida dos testes. Nenhuma delas também teve problemas flagrantes ao longo das sessões.

A Williams, "melhor do resto" em 2025, chega sob alerta. A equipe perdeu o shakedown em Barcelona por atrasos na conclusão do carro e, embora tenha conseguido dar muitas voltas em Sakhir, o ritmo não se sobressaiu. A equipe ainda estaria enfrentando problemas com excesso de peso, chegando a 30 kg além do limite, mas a informação foi negada pelo chefe James Vowles.

A Audi de Gabriel Bortoleto, que assume o espólio da Sauber e produz seus próprios motores, sofreu bastante já no shakedown de Barcelona - com falhas hidráulicas e na caixa de câmbio. O diretor técnico Mattia Binotto declarou que o time possuía uma "lista muito longa" de problemas a resolver.

As quebras seguiram na primeira semana no Bahrein. Mas, na segunda rodada, o time pareceu ter adquirido mais estabilidade. A equipe alemã despediu-se das atividades com o sétimo melhor tempo e, nas palavras do próprio Bortoleto, conseguiu resolver praticamente todos seus entraves.

Cadillac e Aston Martin em baixa

A recém-chegada Cadillac e a Aston Martin saíram em baixa do Bahrein. A primeira sofreu com sucessivas quebras ao longo dos dias, com Valtteri Bottas e Sergio Pérez a bordo, além de ter dado só 266 voltas no decorrer dos seis dias.

- Somos muito realistas em relação ao desempenho e à dificuldade de gerar esse desempenho. Mas acredito que agora temos uma plataforma na qual podemos começar a avançar. Isso é o máximo que se poderia pedir de uma equipe nova, a não ser que aconteça um milagre - declarou o chefe Graeme Lowdon, após a primeira rodada da pré-temporada.

A situação da Aston Martin preocupa mais. Na primeira semana em Sakhir, Lance Stroll disse que a equipe estaria 4s atrás das rivais. O chefe de equipe recém-chegado e lendário projetista da F1, Adrian Newey, afirmou que ainda em 2025 eles estavam pelo menos quatro meses atrasados no projeto de 2026 - o que explica o fato do time ter perdido parte do shakedown em Barcelona.

Tudo que está ruim pode piorar. E no caso da Aston Martin, os problemas se agravaram na segunda semana em Sakhir: na quinta-feira, uma falha na bateria deixou Fernando Alonso parado no meio da pista e encerrou as atividades do time mais cedo.

No dia seguinte, Lance Stroll só conseguiu dar stints curtos e, após seis voltas, a Aston Martin decidiu empacotar suas coisas e deixar o Circuito de Sakhir - também pelo fato de já estar sem peças de reposição para o motor.

O problema do AMR26, modelo deste ano da equipe, não está apenas no carro - o primeiro projetado por Newey. O motor da Honda, nova parceira da Aston Martin que veio para substituir a Mercedes, peca em potência.

A marca teria sido prejudicada com pouca expertise e mão de obra pelo fato de, em 2021, ter encerrado parte de suas operações na F1 apesar de seguir como parceira da Red Bull Powertrains. A unidade de potência japonesa ainda estaria operando em uma rotação abaixo do ideal, embora Alonso tenha negado esta informação.

Na tabela de tempos do Bahrein, a Aston Martin divide as últimas colocações com a Cadillac; para completar, deu apenas 128 voltas no decorrer da pré-temporada, o que impede que o time colete dados necessários para estudar melhorias.

 

Por Breno Peçanha e Bruna Rodrigues / ge

ITÁLIA - Depois de marcar o gol que garantiu a vitória do Real Madrid por 1 a 0 sobre o Benfica na Champions League, nesta terça-feira, o atacante Vinicius Jr. relatou ter sido alvo de uma ofensa racista. O caso chamou atenção de Lewis Hamilton, que compartilhou o comunicado oficial da CBF sobre o assunto e prestou apoio ao jogador.

No comunicado publicado pela Confederação Brasileira de Futebol e compartilhado por Hamilton, a entidade se solidariza com Vini Jr. e reforça que "racismo não pode existir no futebol nem em lugar nenhum".

O caso aconteceu durante a partida no Estádio da Luz. A arena é a casa do Benfica em Lisboa, Portugal. Vinicius recebeu um cartão amarelo após comemorar o gol, gesto que iniciou uma confusão no gramado após queixas dos jogadores da equipe portuguesa.

Quando a disputa estava prestes a recomeçar, Vini Jr sinalizou ao juiz que havia recebido uma ofensa racista, apontando para a lateral do campo. O ataque teria vindo do argentino Gianluca Prestianni, atacante do Benfica. Segundo Aurélien Tchouaméni, colega do brasileiro no Real Madrid, Prestianni teria se defendido e dito que, na verdade, proferiu uma ofensa homofóbica a Vinícius.

O jogo foi interrompido por cerca de dez minutos e a confusão entre as duas equipes escalonou; a torcida do Benfica também passou a proferir ofensas e arremessar objetos em direção a Vinícius, que assim como o colega Kylian Mbappé, foi muito vaiado pelo resto do confronto.

- Racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos. Mas, eles têm, ao lado, proteção de outros que, teoricamente, têm a obrigação de punir. Nada do que aconteceu hoje é novidade na minha vida e da minha família - declarou Vini Jr.

 

 

Por Redação ge

BARCELONA - A Ferrari se juntou a outras rivais e estreou, na terça-feira, nos testes secretos de pré-temporada da F1 em 2026. Encarando chuva no Circuito de Barcelona-Catalunha, na Espanha, Lewis Hamilton finalizou a sessão com uma visão positiva do SF-26, carro da escuderia para este ano, e dos novos regulamentos técnicos.

- Tenho o privilégio de estar aqui há muito tempo, 19 anos. Já passei por muitos carros diferentes e foram muitas mudanças, mas esta é a maior que percebi. Não quero falar muito sobre isso ainda, porque é difícil saber. Quero dizer, tem muito menos downforce do que tínhamos no ano passado, mas não temos o porpoising (saltos do carro) que tínhamos no ano passado, ou em 2022. Definitivamente há pontos positivos - detalhou o heptacampeão, adicionando:

- Será um grande desafio para todos, para todas as equipes, o que eu acho ótimo. Isso realmente coloca todos em desvantagem, todos vão estar realmente atentos e aprendendo à medida que avançam. Quem se desenvolver mais rápido, quem for mais inteligente na otimização do tempo e do uso de energia e desenvolvimento, estará no topo. E Isso dá a todos a chance de chegar ao topo, o que é bom.

Em 2026, a F1 introduzirá um novo regulamento que mudará não apenas seus carros, mas também as unidades de potência. Por esse motivo, as equipes terão mais oportunidades de testes na pré-temporada: ao invés de uma única semana de atividades, a categoria organizará três rodadas distintas.

A primeira está sendo promovida nesta semana e termina na sexta-feira - sem acesso de fãs ou da imprensa. As outras duas serão no mês de fevereiro no Bahrein; o Circuito de Sakhir estará aberto para a mídia, e as sessões vão ser exibidas na televisão.

Na terça, apenas a Red Bull acompanhou a Ferrari na pista; como a escuderia italiana correu na chuva, Max Verstappen fez para a equipe austríaca a melhor volta do dia. Isack Hadjar, novo companheiro de equipe do tetracampeão, bateu com o RB21.

Hamilton também fez uma avaliação positiva do desempenho do novo carro da Ferrari. Destacou que houve questões a serem corrigidas no SF-26, mas que o cenário geral é favorável:

- Estou muito orgulhoso de todos na fábrica pelo trabalho realizado para chegar a este ponto, pois obtivemos muitas informações sobre o carro. Definitivamente, precisamos continuar assim, ainda há muito a fazer, mas foi um bom primeiro dia. Poderia ter sido muito pior, considerando uma mudança tão grande nas regulamentações. Então, passar o dia sem grandes problemas - não houve nenhum problema grave, apenas pequenos detalhes que estamos tentando melhorar... É excelente. Como mencionei, precisamos só tentar ter mais dias como este.

O heptacampeão manterá, em 2026, a dupla formada com Charles Leclerc. Os dois inauguraram a parceria em 2025, ano no qual a Ferrari foi apenas quarta colocada no Mundial de construtores; nenhum dos dois venceu corridas, embora Hamilton tenha triunfado na prova sprint do GP da China. Leclerc, por outro lado, faturou sete pódios na temporada passada.

A meta, porém, é de dar a volta por cima em 2026. Ao longo do último ano, Hamilton se dedicou a produzir relatórios apontando os problemas do carro anterior e melhorias para o novo ano. O inglês, por sinal, é o centro de uma mudança importante visando a temporada que está por vir: seu engenheiro, Riccardo Adami, foi retirado da função para outro cargo. Outro nome ainda será anunciado.

 

 

Por Redação ge

BERLIM - A Audi apresentou nesta terça-feira, em Berlim, o carro com o qual fará sua temporada de estreia na F1. O modelo R26 foi batizado como “maravilhoso” pelo piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, que falou com exclusividade ao ge após o evento.

É incrível. Esse carro é maravilhoso. Muito feliz de poder anunciar o carro para vocês. Esse carro é nosso, não é só meu. Estou animado para ir à pista semana que vem em Barcelona, fazer um bom trabalho e desenvolver bastante esse carro. Temos muito trabalho pela frente, mas, se Deus quiser, vai ser maravilhoso. Vamos alcançar muita coisa. — Gabriel Bortoleto

Depois de uma primeira temporada em que se destacou com bons resultados, como o sexto lugar no GP da Hungria, Bortoleto passará a defender uma equipe de fábrica, já que a Audi comprou a Sauber, time defendido pelo brasileiro em 2025.

O piloto, porém, minimiza a pressão por defender a marca das quatro argolas e confia em todo o trabalho para alcançar suas metas ao longo de 2026.

"Olha, a gente já tinha contrato com eles antes. Não mudou nada. A gente tem uma longa jornada pela frente, digamos assim. É o que posso falar. Estou muito confiante que, com tempo, dedicação, trabalho e esforço a gente vai alcançar tudo isso. Tem que ter paciência, e a gente tem nossos objetivos bem claros", complementou o paulista de 21 anos.

Bortoleto e seu companheiro de equipe, Nico Hulkenberg, vão para a pista com o Audi R26 pela primeira vez na próxima semana, quando a F1 inicia a pré-temporada com uma bateria de testes no Circuito de Barcelona, na Espanha, entre os dias 26 e 30 de janeiro.

A categoria ainda terá mais duas sessões de atividades, ambas no Bahrein, entre os dias 11 e 13, e 18 e 20 de fevereiro. A temporada 2026 da F1 será aberta no dia 8 de março, com a disputa do GP da Austrália, corrida marcada para o circuito de Albert Park, em Melbourne.

 

 

Por Rodrigo França - ge

EUA - A temporada de 2025 da Fórmula 1 foi tudo, menos normal. Seis pilotos novatos, pódios inesperados, desempenhos surpreendentes e a briga tripla pelo título tornaram o campeonato muito atrativo. Mas afinal, quem se destacou neste ano? E quem deixou a desejar? O ge lista abaixo quem subiu e quem desceu de conceito.

Quem sobe?

Lando Norris

O piloto da McLaren já vinha em viés de alta após ser vice-campeão no ano passado, mas mudou de abordagem: decidiu abraçar mais as próprias imperfeições, assumiu os erros, valorizou os acertos e contou com a máquina desenvolvida pela equipe inglesa para se destacar e conquistar o título inédito da F1.

Norris pode não ser o piloto de maior talento bruto da Fórmula 1, mas foi aquele que mais se entendeu e entendeu seu carro durante o longo percurso de 24 corridas. A conquista premiou a consistência do piloto durante o ano, marcado por sete vitórias e 18 pódios - Lando foi quem mais terminou no top-3.

 

Max Verstappen

É difícil imaginar que um tetracampeão consecutivo possa subir de patamar após ver essa sequência acabar, mas nem o vice-campeonato do holandês foi capaz de mascarar um ano espetacular. Apesar de não ter pilotado o melhor carro, Max foi o piloto com maior número de vitórias no campeonato: oito.

O desempenho foi ainda mais impressionante na parte final do campeonato, com dez pódios seguidos e seis vitórias no período. A desvantagem para o líder, que chegou a ser de 104 pontos, terminou em apenas dois. A arrancada de Verstappen foi tão fora da curva que o próprio holandês disse ter considerado este o melhor ano de sua carreira.

 

Oscar Piastri

É verdade que o australiano teve uma reta final de campeonato para esquecer – antes líder, Piastri viu o título escapar nas corridas finais e acabou o ano em terceiro. Ainda assim, foi um ano de muita evolução do piloto de 24 anos; vale lembrar que esta foi apenas a terceira temporada dele na Fórmula 1.

A pressão pode ter mexido com a cabeça de Oscar, envolvido pela primeira vez em uma luta por título na F1. Por outro lado, o jovem também mostrou frieza e capacidade impressionante nos momentos em que esteve com mais confiança na temporada, atributos que podem render frutos nos próximos anos. Piastri acabou o ano com sete vitórias e 16 pódios.

 

Isack Hadjar

O francês não foi o melhor calouro em termos de pontos – o posto ficou com o italiano Kimi Antonelli, da Mercedes. No entanto, o vice-campeão da Fórmula 2 em 2024 impressionou o paddock pelo ritmo, consistência e pela capacidade de se recuperar de erros, como a batida ainda na volta de apresentação da corrida de estreia, na Austrália.

O ponto alto da temporada de Hadjar foi o pódio inédito no GP da Holanda, e o bom desempenho durante todo o ano foi suficiente para assegurar uma vaga na RBR para 2026, ao lado de Verstappen. O francês foi o 12º colocado do campeonato, com 51 pontos.

 

Nico Hulkenberg

Já em final de carreira, Hulkenberg teve uma de suas melhores temporadas na Fórmula 1. Pelo ponto de vista do alemão, não foi um bom negócio ter empatado em desempenho na classificação (12 a 12) com Gabriel Bortoleto, embora o brasileiro tenha feito um ano consistente e chegado à F1 com status de campeão da Fórmula 2 em 2024.

Entretanto, Nico arrancou alguns coelhos da cartola durante as corridas e fez quase o triplo de pontos do brasileiro: 51 a 19. Além disso, protagonizou um dos grandes momentos do ano ao terminar o GP da Inglaterra no pódio. O terceiro lugar em Silverstone quebrou o maior jejum da história da F1: 239 grandes prêmios fora do top-3.

 

Quem desce?

Lewis Hamilton

O ano de 2024 já tinha sido complicado para o heptacampeão, que ficou bem atrás de George Russell na disputa interna na Mercedes. A ida para a Ferrari representou uma nova esperança para o britânico, mas o desempenho dele foi ainda pior: Lewis sequer foi ao pódio no campeonato, algo inédito em toda a carreira, e sofreu com um carro abaixo das expectativas.

Mas os problemas do monoposto não explicam a má fase de Hamilton por si só. Companheiro de equipe do veterano, Charles Leclerc foi ao pódio sete vezes em 2025, e a disputa interna terminou em 18 a 3 para o monegasco em corridas – nas classificações, vitória de Leclerc por 19 a 5. O sexto lugar geral foi muito pouco para um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1.

 

Liam Lawson

Apesar de ter participado de duas temporadas como substituto, o neozelandês iniciou o ano como titular pela primeira vez em 2025. A tarefa era ingrata: pilotar ao lado de Verstappen na RBR, mas o resultado foi muito pior do que a encomenda. Sem sequer pontuar nas duas primeiras provas, Lawson foi rebaixado de forma precoce para a equipe-caçula RB, onde tinha feito as corridas como substituto nos anos anteriores.

Para piorar a situação, Lawson ainda foi superado em pontos pelo companheiro de equipe Isack Hadjar e viu o francês ir para a RBR. O jovem de 23 anos ainda conseguiu se recuperar e fechar o ano com moral; porém, em um ano com poucos destaques negativos gritantes, as atribulações colocam o piloto da Nova Zelândia nesta lista.

 

Yuki Tsunoda

O japonês fez o caminho inverso de Lawson: depois de quatro anos na RB, ganhou a oportunidade de ir à RBR para ocupar a vaga do neozelandês. A equipe austríaca apostou na maior experiência de Tsunoda, mas não adiantou muito; até as férias de meio de ano, a melhor posição de Yuki tinha sido o modesto nono lugar.

Com a melhora do carro da RBR na parte final do ano, o piloto ficou em sexto lugar no Azerbaijão. Apesar disso, não pontuou em quatro das últimas cinco corridas e sequer foi capaz de segurar Norris para ajudar Verstappen no GP de Abu Dhabi, naquele que poderia ser seu grande momento no ano. Como resultado, perdeu a vaga no grid e vai ser piloto reserva no ano que vem.

 

Franco Colapinto

O argentino surpreendeu o paddock com boas exibições como piloto substituto da Williams em 2024, mas não conseguiu repetir o bom desempenho neste ano. Após iniciar a temporada como reserva da Alpine, Colapinto assumiu o posto de titular na vaga deixada pelo demitido Jack Doohan, que deixou o grid com só seis corridas.

Doohan não tinha pontuado, e esperava-se que Franco pudesse somar um ou outro término no top-10. Não foi o que aconteceu. O fraco carro da Alpine não ajudou, mas Colapinto acabou o ano zerado e atrás do companheiro Pierre Gasly, com 22 pontos. O francês também foi melhor em classificações (13 a 5), o que tornou a temporada do argentino ainda mais esquecível.

 

Esteban Ocon

Depois da saída traumática da Alpine no fim de 2024, Ocon iniciou o ano de 2025 com a expectativa de liderar a equipe Haas, já que o outro piloto da escuderia americana é o novato Oliver Bearman. Mas não foi isso que aconteceu na prática, e o francês teve um campeonato abaixo do esperado.

Não foi um ano necessariamente ruim de Ocon, 15º colocado no campeonato com 38 pontos. No entanto, o francês terminou atrás de Bearman (41), ficou empatado com o novato no desempenho em classificações e levou a pior na comparação em corridas (13 a 11). Além disso, a melhor posição de um piloto da Haas no ano também foi do calouro, com o quarto lugar no México.

 

 

Por Breno Peçanha e Bruna Rodrigues - ge

BAKU - A McLaren está muito perto de conquistar o título mundial de construtores da Fórmula 1. A equipe britânica pode confirmar a taça já no próximo domingo (21), no Grande Prêmio do Azerbaijão, disputado nas ruas de Baku.

Dominante desde o início da temporada, a escuderia "Papaya Orange" lidera com 337 pontos de vantagem sobre a Ferrari. Restam oito etapas no calendário (três delas com corrida Sprint), somando 389 pontos ainda em disputa. Após Baku, restarão 346 pontos em jogo.

Na prática, a McLaren precisa conquistar nove pontos a mais que a Ferrari neste fim de semana para garantir o título por antecipação. Se Lando Norris e Oscar Piastri repetirem o feito de outras sete etapas e terminarem nas duas primeiras posições, o campeonato estará assegurado independentemente do desempenho dos rivais.

Além da Ferrari, Mercedes e Red Bull ainda aparecem na disputa matemática, embora mais distantes. Para ser campeã já em Baku, a McLaren precisa, além de somar mais nove pontos que a Ferrari, não perder 12 ou mais para a Mercedes e não ceder 33 ou mais para a Red Bull.

Caso a Ferrari vença no Azerbaijão, o título será adiado. Ainda assim, a conquista da McLaren é tratada como questão de tempo.

O time britânico não é bicampeão de construtores há mais de três décadas. No ano passado, encerrou um jejum que durava desde 1998 e agora busca repetir o feito consecutivo, algo que não acontece desde 1991, quando completou uma sequência de quatro títulos seguidos.

Se o campeonato de construtores pode ser definido já no domingo, entre os pilotos a disputa segue em aberto. O duelo está concentrado dentro da própria McLaren: Oscar Piastri lidera com 31 pontos de vantagem sobre o companheiro Lando Norris. Max Verstappen (Red Bull) aparece em terceiro, 94 pontos atrás, e precisaria de um cenário improvável para conquistar o penta consecutivo. George Russell (Mercedes) tem desvantagem ainda maior, de 130 pontos.

Matematicamente, até Charles Leclerc e Lewis Hamilton, da Ferrari, ainda têm chances. Mas, diante da consistência da McLaren em 2025, a tendência é que o título de pilotos fique entre Piastri e Norris.

 

 

 por Notícias ao Minuto

ITÁLIA - Quando Fred Vasseur sentou para sua entrevista coletiva pós-GP da Hungria, deu um longo suspiro. A prova que deveria lhe dar tranquilidade após a confirmação da renovação de seu contrato foi mais um fim de semana cheio de dramas. O principal deles sendo a evidente frustração de Lewis Hamilton, sem conseguir encontrar respostas para suas dificuldades na primeira temporada na Scuderia.

O heptacampeão da F1 surpreendeu pela negatividade demonstrada após a classificação do GP da Hungria, em que ficou em 12º e viu o companheiro Charles Leclerc ser o pole position. "Sou inútil, provavelmente a equipe precise trocar de piloto", disse ele.

Após também chegar em 12º na corrida, Hamilton disse que continua se sentindo da mesma forma e não quis retirar as declarações. Questionado se estava animado para o retorno da F1 após as três semanas de férias até o GP da Holanda, contudo, o britânico disse que "com certeza" e salientou que "ainda ama" o esporte.

Para Vasseur, é justamente essa intensidade que fez com que Hamilton se tornasse sete vezes campeão do mundo.

Na sua ex-equipe, a Mercedes, Hamilton contou com palavras de suporte de Toto Wolff. Vasseur conhece Hamilton há mais tempo que Wolff, pois trabalhou com o inglês ainda nas categorias de base, mas foi com o austríaco que o britânico venceu seis dos seus sete títulos.

O austríaco comparou a jornada de Hamilton nos últimos anos com a da própria Mercedes, que vem sofrendo para se encontrar desde que a F1 adotou o regulamento com o efeito-solo, em 2022. Apesar de terem subido ao pódio na Hungria com George Russell, eles estão passando também por um momento de crise, tendo de voltar a uma configuração antiga do carro para tentar buscar uma solução.

"Da mesma forma que a Mercedes teve um desempenho abaixo do esperado neste último conjunto de regras, nunca ficamos gostamos do carro de efeito solo, isso o afeta. Talvez esteja ligado ao estilo de pilotagem."

De fato, as dificuldades de Hamilton estão ligadas a características do atual regulamento, mas a frustração dele só cresce porque ele não consegue encontrar respostas duradouras, especialmente em classificações, quando ele não tem confiança e acaba exagerando ao tentar compensar isso.

Vasseur lembrou como Hamilton esteve perto de Leclerc na classificação na Hungria até o monegasco passar por pouco para o Q3 e o inglês ser eliminado. Mas claramente isso não é o suficiente para um heptacampeão e ele é o primeiro a reconhecer isso.

Hamilton chegou em Budapeste falando sobre as várias reuniões que têm sido feitas na Ferrari, em que ele leva documentos preparados usando suas anotações nas corridas para tentar evitar que o mesmo aconteça no novo regulamento.

 

 

UOL/FOLHAPRESS

SÃO PAULO/SP - A Fórmula 1 já sabe qual vai ser a melhor volta de 2026: é a volta da principal categoria do automobilismo para a Globo.

O som é inconfundível e leva a gente a viajar no tempo. Em 2026, essa emoção está de volta para casa.

Entre 1972 e 2020, a paixão do torcedor pela velocidade se consolidou, forjou ídolos do esporte nacional. Foram 101 vitórias até hoje. Vimos surgir gênios das pistas, grandes rivalidades, enormes alegrias e tristezas também.

O campeonato de 2026 vai manter as atuais 24 etapas, passando por 21 países diferentes. A primeira corrida será na Austrália, em 8 de março. E o encerramento da temporada no dia 6 de dezembro, no Grande Prêmio de Abu Dhabi. O GP de São Paulo está marcado para Interlagos, em 8 de novembro.

Serão 11 equipes, uma a mais em relação a 2025, com 22 pilotos. Gabriel Bortoleto é o representante brasileiro na categoria. Ele permanece na Sauber, que passa a se chamar Audi. Bortoleto pôs fim a um longo jejum em 2025. Desde 2017, um piloto do Brasil não pontuava.

A torcida, os grandes pilotos, as revelações, a cobertura completa da principal categoria do automobilismo mundial. A TV Globo vai transmitir 15 grandes prêmios por temporada – os outros nove serão exibidos em horário alternativo. O Sportv transmite ao vivo todos os 24 GPs, assim como cada treino, sessão de classificação e corridas sprint.

As equipes de reportagem do Esporte da Globo estarão presentes em todas as provas. O conteúdo da Fórmula 1 também será exibido no Globoplay e terá ampla cobertura nos programas esportivos, de entretenimento, nos telejornais e no site ge.globo. Por aqui, já foi dada a largada para a Fórmula 1 2026.

 

JORNAL NACIONAL

AUSTRÁLIA - Após pouco mais de três anos e meio, a F1 tem um novo líder: Lando Norris, vencedor do GP da Austrália que abriu a temporada 2025 neste domingo. O britânico ocupa a ponta da tabela do Mundial de pilotos pela primeira vez em sua carreira; no entanto, ele evitou comemorar antes do tempo e reforçou que, mesmo com o resultado positivo, ainda há trabalho a ser feito na McLaren neste ano.

- É ótimo. Mas não significa nada. Eu não o ganhei (ainda), então, na verdade, não me importo com isso no momento - disse Norris, na coletiva pós-corrida deste domingo.

O britânico conquistou sua pole position, a primeira de 2025, com tranquilidade. E teria comandado toda a corrida deste domingo no mesmo ritmo, se não fosse pelo elemento surpresa adicionado pela chuva; seis pilotos abandonaram a prova e ele mesmo quase perdeu a liderança, depois de escapar da pista.

Os números reforçam a extensão da superioridade da McLaren com seu projeto de 2025: para conseguir se aproximar do rival, de quem chegou a estar a mais de 16s, Max Verstappen teve que contar com a ajuda do safety car acionado na batida de Gabriel Bortoleto e Liam Lawson.

A bandeira amarela que deixou o tetracampeão a menos de 1s de Norris se deu na parte final da prova. E, se da mesma maneira a RBR hoje tem um desempenho aquém da adversária britânica, Lando lembra que ainda é cedo, e tudo pode mudar na F1:

- Max estava três décimos atrás ontem; no ano passado, nós estávamos muito mais distantes e acabamos com o melhor carro no final da temporada - estávamos mais de meio segundo atrás da RBR. Sabemos que ainda temos muito trabalho a fazer com o carro deste ano. Se você relaxar nessa posição, você fracassará. Acho que somos os favoritos porque a equipe fez um trabalho incrível e o carro está voando. Mas teremos corridas em que teremos dificuldades. Se tivéssemos começado a temporada no Bahrein, acho que não teríamos vencido.

A ausência da RBR no topo do esporte, desde o ano passado, abriu caminho para a McLaren passar a ditar o ritmo da F1. A equipe britânica faturou o campeonato de construtores ano passado e assegurou uma vitória para começar o ano de 2025; e sua vantagem, de fato, está no equilíbrio entre a dupla que a representa.

- Vamos aguardar mais algumas corridas antes de fazer qualquer afirmação óbvia. Mas somos a equipe a ser batida, principalmente, porque temos dois pilotos lutando um contra o outro. Isso ajuda - opinou Norris.

Depois de desbancar Verstappen da posição ocupada por ele há 1235 dias, Norris seguirá em busca do que pode ser o primeiro campeonato de pilotos vencido pela McLaren desde 1999, com Mika Hakkinen.

 

 

Redação ge

ITÁLIA - O alerta da RBR na F1 2024 está ligado. Max Verstappen, atual tricampeão mundial e principal piloto da equipe austríaca, não está contente com os últimos resultados, e não coloca os títulos dos Mundiais de Pilotos e Construtores como realistas. A principal crítica do piloto holandês, é ao RB20, carro que não manteve o desempenho da temporada anterior, quando foi dominante.

A vantagem de Max Verstappen para Lando Norris na liderança da F1 2024 diminui mais a cada etapa da temporada. É verdade que o holandês construiu uma "gordura" e ainda tem 62 pontos para o adversário, mas a McLaren conquistou outro grande resultado ao colocar os dois pilotos no pódio do GP da Itália, realizado no último final de semana.

Enquanto a McLaren disputou a vitória e perdeu para Charles Leclerc, primeiro colocado em Monza, a RBR não chegou perto do pódio. Mesmo com um grande erro no pit-stop, Max Verstappen fez boas ultrapassagens e foi o sexto na Itália. Seu companheiro de equipe, Sergio Pérez, terminou em oitavo. A crítica de Max é ao RB20.

- Tínhamos um ótimo carro no ano passado. Era o carro mais dominante de todos os tempos, e basicamente o transformamos em um monstro, então temos que dar a volta por cima - disse Verstappen.

- Com a forma como estamos no momento, estamos ruins em todos os lugares, então precisamos de muitas mudanças. Temos que ir de nossas próprias fortunas e hoje e todo esse fim de semana foram muito ruins. Estávamos muito lentos. O pit-stop, é claro, me custou um pouco. Não consegui correr com potência máxima na maior parte da corrida também com o motor, porque tivemos um pequeno problema.

A queda da RBR e a melhora da McLaren ficam evidentes no Mundial de Construtores. Hoje, a diferença entre as equipes é de apenas oito pontos. Enquanto a RBR possui 446 pontos, o time britânico atingiu 438. Para Verstappen, esse não é o único título que pode sair do radar da equipe austríaca.

- No momento, ambos os campeonatos (de pilotos e construtores) não são realistas. Eu falei várias vezes e agora cabe à equipe fazer muitas mudanças no carro, porque basicamente passamos de um carro muito dominante para um carro incontrolável no espaço de seis a oito meses. Então, isso é muito estranho para mim e precisamos realmente virar o carro de cabeça para baixo.

- Também em termos de estratégia, poderíamos ter feito um trabalho melhor para estar pelo menos um pouco mais na luta. Estávamos fracos em muitas frentes neste fim de semana. Estava bem claro para todos o que tínhamos que fazer. Só que agora temos que virar o jogo. Não é fácil fazer isso muito rápido. E então, se pudermos colocar isso no carro, ele se torna mais dirigível novamente.

A F1 retorna daqui a duas semanas com o Grande Prêmio do Azerbaijão em 15 de setembro, etapa válida como a 17ª desta temporada. Veja o calendário completo.

 

 

GE

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