Conheça o livro da SESI-SP Editora, que como o filme, é considerado a adaptação mais fiel à história original de Carlo Collodi
São Paulo/SP - Nesta quinta-feira, dia 21 de janeiro, a clássica história do boneco de madeira que se transformou em um garoto de verdade chega aos cinemas nacionais em formato live-action, por meio da distribuidora Imagem Filmes e em uma adaptação mais fiel ao personagem original de Carlo Collodi, autor de As aventuras de Pinóquio.
Conhecido em todos os países, o boneco de madeira fez sua primeira aparição em 1881, publicado inicialmente de forma seriada em um jornal italiano. Em 1883, Collodi lançou a aventura em livro.
Para manter a fidelidade do conteúdo, a obra As aventuras de Pinóquio, publicada pela SESI-SP Editora, com tradução do renomado Ivo Barroso, ilustrações de Joana Velozo e posfácio de Italo Calvino, respeita a intenção original do autor e propõe uma pausa na leitura, entre os capítulos 15 e 16, no qual transporta o leitor de hoje a se imaginar contemporâneo a Pinóquio.
TRAMA SOMBRIA
Dirigido por Matteo Garrone ("Gomorra", "
O filme conta a história de Gepeto (Roberto Benigni), um solitário marceneiro que sonhava em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo.
Afastando-se da versão que se tornou popular com a clássica animação de 1940, o diretor Garrone promete fazer de Pinóquio uma trama mais sombria e ser a melhor adaptação já vista até hoje do personagem.
O diretor afirma que o projeto representou dois sonhos que se tornaram realidade: dirigir uma adaptação de Pinóquio e trabalhar com Benigni, que dá vida a Gepeto no longa. Reconhecido por sua atuação em "A Vida é Bela", filme no qual conquistou o Oscar de Melhor Ator, Pinóquio marca o retorno de Roberto Benigni aos cinemas após um hiato de oito anos.
COLLODI
Pouco se conhece sobre Carlo Lorenzini, autor de As aventuras de Pinóquio. Collodi, como gostava de assinar suas obras, nasceu na cidade italiana de Florença, em 1826. Comediante, participou das batalhas de 1848-49, pela unificação da Itália, mesma fase em que começa a escrever os primeiros textos. Também é o período em que funda o jornal satírico Il Lampione, fechando rapidamente pela censura. Fica logo conhecido com sua estreia, In vapore (1856), e dá sequência a suas atividades políticas no jornal Il Fanfulla, criando histórias engraçadas e cenas irônicas, como Macchiette (1880), Occhi
Sua entrada na literatura infantil foi por meio da tradução dos contos de fada de Charles Perrault, Racconti
A obra As aventuras de Pinóquio publicada pela SESI-SP Editora está disponível nos formatos impresso e e-book, e faz parte do acervo doado pela Cosac Naify.
SERVIÇO:
Filme: Pinóquio
Elenco: Roberto Benigni, Federico Ielapi, Rocco Papaleo, Massimo Ceccherini e Marine Vacth
Direção: Matteo Garrone
Distribuidora: Imagem Filmes
Lançamento: 21 de janeiro de 2021
Gênero: Fantasia
Duração: 137 minutos
Livro: As aventuras de Pinóquio
Autor: Carlo Collodi
Tradutor: Ivo Barroso
Ilustrações: Joana Velozo
Posfácio: Italo Calvino
Editora: SESI-SP Editora
Ano: 2018
Formatos: Impresso e e-book
Sobre a SESI-SP Editora
A SESI-SP Editora tem como ação principal organizar conhecimento nas áreas de cultura, educação, esporte, nutrição e saúde, cumprindo sua missão de apoiar a Entidade em seus mais diversos campos de atuação. Com mais de mil títulos em seu catálogo, em diferentes formatos (e-book, audiobook e impresso), tornou-se referência na edição de livros educacionais, infantojuvenis, de alimentação, de HQs nacionais e europeias, e de obras de interesse geral. Conheça nossas publicações: www.
SÃO PAULO/SP - O Produtor Musical e multi-instrumentista, conhecido como MAESTRO, após o grande desafio do projeto Relax Zen Brasil em parceria com a Universal Music, que transforma hits de nossa música em versões zen para aquele momento de autoconhecimento. Agora o profissional musical apresenta a trilha original do filme "A Garota Invisível", protagonizado pela atriz Sophia Valverde, recém lançado em diversas plataformas de streaming e comenta como foi processo para trabalhar em filme em plena quarentena.

Maestro, conta que foi algo diferente de suas outras trilhas cinematográficas, por ser seu primeiro filme teen, ainda criar uma trilha original, entre as canções autorais do elenco do longa como Sophia Valverde (As Aventuras de Poliana do SBT) e Mharessa Fernanda (influenciadora) e ainda mais no período do isolamento social, que deixaram muitos profissinais da arte com alguma crise de criatividade.
“O processo todo foi realizado através de vídeo conferências com o Maurício Eça (Diretor) e o Marcelo Braga (Produtor Executivo). Nunca tivemos um reunião presencial, e ainda não nos conhecemos pessoalmente. Mas a sinergia foi ótima!! O trabalho de composição das trilhas foi desafiador, pois tivemos 55 trilhas e suas variações ao longo do filme, com grande riqueza de estilos e climas sonoros. Cada personagem tem junto consigo, características musicas na trilha, que os representam musicalmente. Ou seja, cada personagem tem uma sequência de notas ou acordes, que os acompanham em diferentes estilos musicais ao longo da obra”, comenta o produtor musical Maestro.
No filme, “A Garota Invisível”, Ariana (Sophia Valverde) é a aluna que passa desapercebida para todos, exceto para seu melhor amigo Téo. Entretanto, tudo muda quando vaza na internet um vídeo dela se declarando para Khaleb, o garoto mais popular da escola, fazendo com que ele convide Ariana para sair. Agora, ela precisará lidar com a ex que fará de tudo para acabar com o romance. O filme já está disponível na Apple TV, Now da Claro TV, Youtube Movie, Google Play, Vivo Play e Sky.
Confira o trailer:
https://www.youtube.com/watch?
SOBRE MAESTRO:
O Produtor Musical e multi-instrumentista paulistano MAESTRO, com mais de 15 anos na área, adora desafios que tragam algum refinamento e qualidade musical, seja em produções próprias, de outros compositores ou de trilhas sonoras. O exemplo disso foi o álbum “Caju – Canções de Cazuza” (Deck), com o cantor e compositor Marcelo Quitanilha, onde realizaram um excelente trabalho e repercutindo com boas críticas na mídia como potal G1,Tenho Mais Amigos Que Discos entre outros veículos. Ainda reponsável por trilha de diversos comerciais da Natura, Parmalat, Ford e etc., além dos filmes “Mothers Bond” (Trilha Sonora Original), “Will to Dance” (Trilha Sonora Original) e “Um Presente A Prova de Futuro” (Trilha Sonora Original). Além do seu recente projeto “Relax Zen Brasil” em parceria com a Universal Music, que apresenta hits brasileiros em versões zen para relaxamento.
Escolha a sua plataforma de música: https://umusicbrazil.lnk.to/
Youtube: https://www.youtube.com/
Instagram: @soumaestro
MUNDO - O Amazon Prime Video divulgou na última semana as primeiras fotos do filme “Um Príncipe em Nova York 2”, da Paramount Pictures. Confira algumas fotos.
*Por: Shayane Medina / FAMOSIDADES
SÃO PAULO/SP - Adiado várias vezes por causa da pandemia de coronavírus, “Tenet” finalmente estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (29/10), mas sem causar o furor imaginado pela Warner, quando o estúdio resolveu apostar que seu lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Como o Brasil é o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , o desencanto com seu desempenho já se tornou constatação.
Em números frios, “Tenet” acabou faturando US$ 341 milhões em todo o mundo, após mais de dois meses de exibição, mas não empolgou o público na América do Norte, onde sua bilheteria estacionou em US$ 52,5 milhões. Orçado em cerca de US$ 200 milhões, ele deveria fazer três vezes esse valor na bilheteria – uma regrinha tosca para chegar no break even, o ponto de equilíbrio em que o prejuízo acaba. Ficou longe de conseguir e essa dificuldade serviu de alerta para os estúdios rivais, que decidiram adiar todos seus grandes lançamentos para 2021 – ou, no caso da Disney, disponibilizá-los diretamente em streaming.
Há quem argumente que “Tenet” foi a aposta errada para ser o grande chamariz do público e ressuscitar o parque exibidor. Não é nenhuma franquia e ainda quis ser “difícil” em toda sua campanha publicitária. Pior, sua suposta ousadia nem sequer encantou a crítica, tradicionalmente seduzida pelas obras do diretor Christopher Nolan. Ficou com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o que significa que é bom, mas não é imperdível.
O filme tem sequências fantásticas, como uma perseguição de carros em marcha a ré, mas sua história de espionagem é bastante simplória – impedir um vilão de destruir o mundo – , embora Nolan tente complicá-la por meio de uma artifício de estilo, ao brincar com a linearidade do tempo. Nolan iniciou sua carreira contando um filme de trás para frente – “Amnésia”, em 2000. Desta vez, faz o tempo avançar e recuar em situações-chaves, utilizando como desculpa para essa opção narrativa uma invenção cartunesca de vilão típico dos thrillers de James Bond.
Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” tem um visual espetacular e um elenco impressionante, que inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).
*Por: PIPOCA MODERNA
LOS ANGELES - A Universal Pictures anunciou nesta terça-feira que adiou o lançamento de "Jurassic World: Dominion" em um ano, até junho de 2022.
O novo episódio de uma das maiores franquias do cinema é o mais recente filme a ser adiado em meio à pandemia de coronavírus.
Os estúdios de Hollywood têm mudado as datas de lançamento enquanto a indústria tenta se recuperar de uma paralisação mundial dos cinemas em março.
As salas de cinema reabriram em alguns países, mas continuam em ritmo lento nos Estados Unidos. A rede de cinemas Cineworld afirmou na segunda-feira que estava fechando instalações nos EUA que haviam sido reabertas em agosto.
Os cinemas ainda estão fechados nos principais mercados do país, Nova York e Los Angeles.
"Jurassic World: Dominion" é estrelado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, em mais um spin-off do blockbuster de 1993 "Jurassic Park" sobre o retorno dos dinossauros.
*Por: Lisa Richwine / REUTERS
Filme concorre a premiação do 7º Festival Latino de Cinema - Curta Neblina
SÃO CARLOS/SP - A atriz e influenciadora Gabi Lopes vive a irmã de Maria Bopp no curta Redoma, lançado recentemente. O filme dirigido por Daniel Tupinambá, concorre na premiação Curta Neblina em todas as categorias. "após o falecimento da nossa mãe no filme, eu e Maria vamos para a casa de praia, onde nos vemos obrigadas a lidar com as questões da perda e o que fazer depois disto." - conta a atriz
O Festival Latino-Americano de Cinema é um evento criado originalmente para dar visibilidade aos curtas-metragens e à projeção de novos cineastas. Seu nome deve-se ao fato de ter como origem a Vila de Paranapiacaba (que pertence à Santo André/SP) e é muito conhecida por sua neblina que deu origem a várias lendas locais.
Na premiação, serão premiados os filmes que tiverem: Melhor Roteiro, Melhor Direção e Melhor Interpretação (masculina e feminina juntos) e Voto Popular. o público também pode votar através do site: https://www.cachacafilmes.com/
Gabi, que cada vez mais investe em sua carreira como atriz tem aproveitado a quarentena para trabalhar e produzir muito, resultado disto vem na personagem Giu, do filme "Moscow", onde ela contracena com Thaila Ayala, a Instasérie "Quarentenados" e a produção de "Carenteners", da Warner Channel.mundo"
Rosa The Fighter, premiado em Cannes e indicado como melhor roteiro em festivais da Califórnia, é um filme indie que contará com elenco brasileiro e internacional
SÃO CARLOS/SP - A New York Film Academy, responsável pela pré-produção do longa-metragem Rosa The Fighter, já tem alguns nomes cotados para estrelarem o elenco. Katheryn Winninck, a Lagherta de ‘Vikings’, Lorenza Izzo, de Era uma Vez em Hollywood e Edward James Olson, de Blade Runner 2049, estão em negociação. O filme será rodado em Los Angeles com a direção de Fernando Camargo e roteiro escrito por Carlos Henrique Marques, ambos brasileiros.
A história retrata o drama de uma ex-policial americana de pais latinos, que além de sofrer racismo, é vítima de inúmeras armações provocadas por seu superior na polícia, que a faz perder a guarda da sua filha. Rosa em todo seu desespero, ao ver seu mundo arruinar, tenta o suicídio, mas um veterano de guerra, a salva. Mas conseguirá Rosa livrar-se das armadilhas do tenente e provar que é capaz de ter a filha de volta?
Segundo o roteirista, Rosa, a lutadora, é um filme independente, carregado na emoção com todos os ingredientes que um bom filme deve ter: drama, romance, amizade e a perseverança da protagonista.
Com um orçamento estimado de até $5 milhões, é possível que as gravações comecem a partir do próximo ano. “Assim que for definido o elenco, que contará com dois atores brasileiros, a equipe de produção, as locações, entre outras coisas pertinentes à fase de pré-produção, o filme começará a ser filmado”, explica Carlos Henrique Marques.
Rosa The Fighter foi premiado como melhor roteiro no Cannes Screenplay Festival – na Categoria Drama e indicado como melhor roteiro original no Burbank Film Festival e no Beverly Hills Film Festival na Califórnia.
Sobre Carlos Henrique Marques
Com mais de 15 anos de experiência no mercado audiovisual, Carlos já escreveu novelas, séries e roteiros de filme. Atualmente é roteirista da segunda fase da novela As Aventuras de Poliana e com dois projetos em pré-produção em Los Angeles.
Com o longa-metragem Rosa the Fighter, foi premiado no Cannes Screenplay Festival – na Categoria Drama. O mesmo trabalho foi indicado como melhor roteiro original no Burbank Film Festival e no Beverly Hills Film Festival na Califórnia.
No UK Film Festival, no Reino Unido, foi premiado como Roteiro Revelação de longa metragem com o filme Henry. E com Guinevere levou o prêmio de Melhor Roteiro no Los Angeles Television Script and Film Festival.
O roteirista fez parte da equipe que escreveu a série Patrulha Salvadora e as novelas Revelação, Vende-se um Véu de Noiva, Corações Feridos, Carrossel, Chiquititas, Cúmplices de um Resgate e As Aventuras de Poliana (1ª e 2ª fase).
MUNDO - Com produção prevista para começar por volta de março, “Pantera Negra 2” vai precisar ser totalmente reinventado após a morte do astro Chadwick Boseman.
No momento, o estúdio não sabe o que fazer, porque o ator não tinha informado a ninguém da produção do filme ou da Marvel sobre sua doença. Não havia plano B, porque, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, Boseman apostava em se curar para interpretar o papel.
De acordo com o THR, a primeira pessoa da produção a ser informada sobre o câncer foi Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, num email urgente enviado uma hora antes da morte do ator, na sexta passada (28/8).
Enquanto o foco da Disney e da Marvel no momento esteja em homenagens e no processamento da dor da perda de Boseman, em breve decisões precisarão ser tomadas sobre o destino da continuação de “Pantera Negra”. Como o primeiro filme arrecadou US$ 1,3 bilhão em todo o mundo, a nova produção é inevitável.
Contratado para escrever e dirigir “Pantera Negra 2”, o cineasta do filme original, Ryan Coogler, está no centro das decisões sobre o futuro do personagem. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”, o cineasta contou em uma carta aberta.
Coogler foi uma das pessoas pegas de surpresa pela morte do ator. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci”, ele contou na carta-aberta.
Ao retomar a produção, Feige e Coogler precisarão examinar as opções. Uma delas é substituir Boseman no papel, o que poderia gerar protestos de fãs e intimidar qualquer um que fosse sondado. Uma outra opção seria colocar outro personagem no uniforme do herói. O mais plausível seria fazer da irmã de T’Challa, Shuri (Letitia Wright) a nova Pantera Negra. Essa evolução teria, inclusive, paralelos com eventos já retratados nos quadrinhos.
Caso opte por esta alternativa, o filme ainda precisará explicar o que aconteceu com T’Challa e mostrar a transição entre os heróis.
Vale lembrar que a Disney já lidou anteriormente com a morte de uma protagonista de uma de suas franquias mais populares, quando Carrie Fisher faleceu antes das filmagens de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”.
Após o impacto inicial da perda de Boseman, o estúdio deve enfrentar o mesmo processo que acompanhou a tomada de decisões sobre o destino da Princesa Leia no final da saga “Star Wars”.
*Por: PIPOCA MODERNA
O mais longevo festival de cinema de São Paulo terá uma edição especial este ano, apenas online, por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus.
SÃO CARLOS/SP - Criado em 1974, o Festival Sesc Melhores Filmes é o primeiro festival de cinema de São Paulo. Ele oferece ao público a oportunidade de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade. Sua programação é escolhida democraticamente pelo público e pela crítica. Os filmes que participaram da votação deste ano foram aqueles lançados comercialmente nas salas de cinema de São Paulo em 2019.
Para esta edição especial online, a equipe do festival preparou um recorte com alguns dos filmes mais votados pelo público e pela crítica que estariam na programação da edição presencial do Melhores. O público poderá ver e rever gratuitamente filmes como o polonês Guerra Fria, de Paweł Pawlikowski , o dinamarquês Rainha de Copas, de May el-Toukhy, e o sueco Border, de Ali Abbasi, além dos nacionais Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Greta, de Armando Praça, Torre das Donzelas, de Susanna Lira, e Divino Amor, de Gabriel Mascaro. Eles estarão agrupados em sessões especiais, com exibições únicas, disponíveis on demand por 24h, uma semana a até um mês, na plataforma do Sesc Digital. Para assistir basta acessar sescsp.org.br/cinemaemcasa.
“Há anos o Festival Sesc Melhores Filmes reúne trabalhos selecionados por um júri composto por críticos e pelo público, premiando em pé́ de igualdade seus favoritos. Excepcionalmente, esse exercício de inteligência e prazer precisa encontrar e oferecer outras formas de fruição e discussão, adaptados ao momento atual de pandemia, para continuar sendo esse espaço de construção do livre pensar, de lapidação do gosto estético e da argumentação publica, com responsabilidade e segurança”, explica Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo.
Programação 46º Festival Sesc Melhores Filmes
Para assistir acesse sescsp.org.br/cinemaemcasa
Ou ainda melhoresfilmes.sescsp.org.br
23/8, DOMINGO - 20h
Bacurau
(Dir.: Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles, Brasil, França, 2019, 131 min, Ficção, 16 anos)
Num futuro recente, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, some misteriosamente do mapa. Quando uma série de assassinatos inexplicáveis começam a acontecer, os moradores da cidade tentam reagir. Mas como se defender de um inimigo desconhecido e implacável? Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes. Vencedor de Melhor Filme da Competição Internacional Cinemasters no Festival de Munique.
[Disponíveis por 24h]
21/8, SEXTA
Elegia de um crime
(Dir.: Cristiano Burlan, Brasil, 2019, 92 min, Documentário, 14 anos)
Uberlândia, Minas Gerais, 24 de fevereiro de 2011. Isabel Burlan da Silva, mãe do diretor, é assassinada pelo parceiro. Elegia de um crime encerra a "Trilogia do luto", que aborda a trágica história da família. Diante da impunidade, o filme mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel. Vencedor dos prêmio ABD-SP e EDT de Melhor Documentário no 23º Festival Internacional de Documentários: É Tudo Verdade.
22/8, SÁBADO
Divino amor
(Dir.: Gabriel Mascaro, Brasil, 2019, 101 min, Ficção, 18 anos)
Brasil, 2027. Uma devota religiosa usa seu ofício num cartório para tentar dificultar os divórcios. Enquanto espera por um sinal divino em reconhecimento aos seus esforços, é confrontada com uma crise no seu casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus. Premiado como Melhor Filme e Melhor Atriz no Festival de Cinema Luso Brasileiro Santa Maria da Feira e com o prêmio FEISAL em Guadalajara. O filme estreou mundialmente no Festival de Sundance e logo depois participou da Mostra Panorama no 69º Festival de Berlim.
23/8, DOMINGO
Los Silencios
(Dir.: Beatriz Seigner, Brasil, Colômbia, França, 2017, 89 min, Ficção, 14 anos)
Amparo (Marleyda Soto) e seus filhos Nuria e Fábio chegam a uma pequena ilha no meio da Amazônia, na fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, fugindo do conflito armado colombiano, onde o pai (Enrique Diaz) e a filha do casal desapareceram. Certo dia, ele reaparece na nova casa de palafitas. A família é assombrada por esse estranho segredo e descobre que a ilha é povoada por fantasmas.
[Disponíveis por 7 dias]
20 (ontem) a 26/8, QUINTA À QUARTA
Inferninho
(Dir.: Guto Parente, Pedro Diógenes, Brasil, 2018, 82min, Ficção, 12 anos)
Deusimar é a dona do Inferninho, bar que é um refúgio de sonhos e fantasias. Ela quer deixar tudo para trás e ir embora para um lugar distante. Jarbas, o marinheiro que acaba de chegar, sonha em ancorar e fincar raízes. O amor que nasce entre os dois vai transformar por completo o cotidiano do bar.
Torre das Donzelas
(Dir.: Susanna Lira, Brasil, 2018, 97 min, Ficção, 14 anos)
Há desejos que nem a prisão e nem a tortura inibem: liberdade e justiça. Há razões que nos mantêm íntegros mesmo em situações extremas de dor e humilhação: a amizade e a solidariedade. Torre das Donzelas conta a história de um grupo de mulheres presas políticas que ocupou uma cela no presídio Tiradentes, como a advogada Rita Sipahi, a Ministra Eleonora Menicucci e a Presidente Dilma Rousseff, entre várias outras.
Chuva é cantoria na aldeia dos mortos
(Dir.: João Salaviza, Renée Nader Messora, Brasil, Portugal, 2018, 114 min, Ficção, Livre)
Ihjãc é um jovem da etnia Krahô, que mora na aldeia Pedra Branca, em Tocantins. Após a morte do pai, ele se recusa a se tornar xamã e foge para a cidade. Longe de seu povo e da própria cultura, Ihjãc enfrenta as dificuldades de ser um indígena no Brasil contemporâneo. Prêmio Especial do Júri na Mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes.
No Coração do Mundo
(Dir.: Gabriel Martins, Maurílio Martins, Brasil, 2019, 120 min, Ficção, 16 anos)
Na periferia de Contagem, Marcos busca uma saída para sua rotina de bicos e pequenos delitos. Surge uma oportunidade arriscada, mas que pode solucionar todos os seus problemas. Para isso, ele precisa convencer sua namorada, Ana, a se juntarem a Selma e executarem o plano que pode mudar suas vidas para sempre.
[Disponíveis por 30 dias]
20/8 a 20/9
Guerra Fria
(Dir.: Pawel Pawlikowski, Polônia, Reino Unido, França, 2018, 78 min, Ficção, 14 anos)
Durante a Guerra Fria entre a Polônia stalinista e a Paris boêmia dos anos 50, um músico amante da liberdade e uma jovem cantora com histórias e temperamentos completamente diferentes vivem um amor impossível.
Rainha de Copas
(Dir.: May el-Toukhy, Dinamarca, Suécia, 2019, 128 min, Ficção, 18 anos)
Anne é uma advogada do direito das crianças e dos adolescentes. Acostumada a lidar com jovens complicados, ela não tem muitas dificuldades para estreitar laços com seu enteado Gustav, filho do primeiro casamento de seu marido Peter, que acaba de se mudar para sua casa. No entanto, a relação que deveria ser maternal se torna romântica, envolvendo Anna em uma situação complexa, arriscando a estabilidade tanto de sua vida pessoal quanto profissional.
Border
(Dir.: Ali Abbasi, Suécia, 2018, 108 min, Ficção, 16 anos)
Tina (Eva Melander) é uma policial que trabalha no aeroporto fiscalizando bagagens e passageiros. Depois de ser atingida por um raio na infância, ela desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” apenas pelo o olhar. Isso sempre representou uma vantagem na sua profissão, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore (Eero Milonoff), seu único suspeito não legitimado.
Cine São Paulo
(Dir.: Ricardo Martensen, Felipe Tomazelli, Brasil, 2017, 77 min, Documentário, Livre)
Seu Chico cresceu brincando no cinema de seu pai, um majestoso prédio construído em 1910, na cidade de Dois Córregos. Uma vida que sempre girou em torno da telona, sua paixão. Interditado pela justiça por problemas de segurança, o local passa por uma complexa reforma para voltar a funcionar.
CINESESC
Um dos cinemas de rua mais queridos da cidade, o CineSesc iniciou seu funcionamento em 21 de setembro de 1979, no número 2075 da rua Augusta, na cidade de São Paulo, e se dedica à missão de fomentar a difusão do cinema de qualidade, exibindo obras que muitas vezes ficam fora do circuito comercial nas salas de cinema e plataformas online. Sua programação inclui grandes e pequenas produções do mundo todo.
Além de integrar o corpo de curadores em mostras especiais, o CineSesc também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulistano, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, entre outros. O cuidado com a programação tem reconhecimento do público e da crítica, que o elegeu, por diversas vezes, a melhor sala especial de cinema na cidade de São Paulo.
Série Cinema #EmCasaComSesc
Desde o início de junho, o CineSesc realiza a série Cinema #EmCasaComSesc, em sua plataforma sescsp.org.br/cinemaemcasa, com estreias semanais. A iniciativa de oferecer filmes em streaming em sua nova plataforma digital reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente online, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente.
Os filmes ficam disponíveis por um período determinado, com alterações e novas estreias semanais a cada quinta-feira (considerando a semana de cinema de quinta à quarta-feira). Há ainda possibilidade de prorrogação da exibição, conforme a demanda do público, além de sessões especiais por períodos menores (como 24h, por exemplo). A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado desde o mês de março, por conta da crise causada pelo novo coronavírus.
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Fase Beta
As versões da plataforma do Sesc Digital encontram-se em fase beta, ou seja, novidades e melhorias serão implementadas a partir das interações que se desenvolverem entre o público e os recursos. Além disso, o catálogo será expandido periodicamente, englobando novas temáticas e linguagens.
+ Sesc na Quarentena
Durante o período de distanciamento social, em que as unidades do Sesc no estado de São Paulo permanecem fechadas para evitar a propagação do novo coronavírus, um conjunto de iniciativas garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.
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SÃO PAULO/SP - As aventuras do cachorro medroso Scooby-Doo e sua turma acompanharam a infância de muitos, que devem ter ficado animados quando souberam da produção deste longa-metragem estrelado pelo personagem. A alegria, porém, não dura muito. Ao tentar modernizar a trama com computação gráfica para as novas gerações, “Scooby! O Filme” entrega um resultado genérico, incapaz de alimentar a nostalgia pelo material original.
Escrito a oito mãos, o roteiro acompanha Salsicha durante sua infância, quando ele era um garoto solitário, com dificuldade de fazer amigos. Isso se resolve a partir do primeiro encontro com o personagem-título. Ainda na infância, a dupla conhece o restante do grupo e solucionam o seu primeiro caso “sobrenatural”.
E é justamente quando o filme parece trilhar um caminho conhecido que os roteiristas resolvem inovar, abandonando a fórmula que funcionava perfeitamente. Após as cenas de “origem”, o filme dá um salto temporal e se coloca como uma espécie de continuação do desenho, em que o grupo – já adulto – é reconhecido pelas suas investigações bem-sucedidas e se prepara para alçar novos voos.
O desenho sempre contou com a sua parcela de participações bizarras (como Batman, Sherlock Holmes e a Família Dó Ré Mi). Entretanto, estes encontros se encaixam bem no tom impresso às pequenas aventuras televisivas. Já em “Scooby!”, os encontros com outros personagens clássicos da Hanna-Barbera (Falcão Azul, Bionicão, Capitão Caverna, Dick Vigarista) prejudicam a narrativa em vez de auxiliá-la.
O diretor Tony Cervone (“Tom e Jerry: De Volta à Oz”) tenta utilizar metalinguagem e diversas sequências de ação como forma de disfarçar a superficialidade da trama. Nesse caldeirão de alusões, o terror dá lugar à ficção científica, a tensão dá lugar à ação, e o vilão mascarado dá lugar a monstros gigantes e de outros mundos. Ou seja, deixa de ser o Scooby-Doo que gerações se acostumaram a ver.
Em meio a tantas mudanças, as principais atrações do filme são mesmo o visual computadorizado e a dublagem em inglês, incluindo nomes como Will Forte (como Salsicha), Zac Efron (Fred), Amanda Seyfried (Daphne), Gina Rodriguez (Velma), além de Jason Isaacs e Mark Wahlberg, que dão voz a personagens de outros desenhos conhecidos.
Vale lembrar, porém, que o elenco também era a principal atração daquelas péssimas adaptações em live-action lançadas no início dos anos 2000. E essa é a principal comparação que se pode fazer entre “Scooby! O Filme” e qualquer outra coisa relacionada a Scooby-Doo, o que dá a medida do tamanho da decepção.
*POR: Daniel Medeiros / PIPOCA MODERNA
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