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SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos desenvolve o Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência (PCD) e Reabilitação Profissional, voltado aos colaboradores contratados pela instituição que hoje atuam em diversos cargos no hospital. A iniciativa conta também com a participação ativa dos gestores diretos, fortalecendo o acompanhamento, a adaptação das funções e o desenvolvimento profissional de cada colaborador.

O Programa é conduzido por uma Comissão formada por profissionais das áreas de Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Núcleo de Capacitação de Pessoas e SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho), que atua diariamente para garantir que o acolhimento e a adaptação às atividades tenham resultados positivos, promovendo um ambiente inclusivo, seguro e preparado para o desenvolvimento de cada profissional.

No setor de Relacionamento Médico, a trajetória de Maria Eduarda de Aguiar demonstra como o programa se concretiza na prática, com planejamento, acolhimento e respeito às individualidades. Maria Eduarda é diagnosticada com Síndrome de Sotos, condição genética que pode impactar o desenvolvimento cognitivo e o processo de aprendizagem, exigindo estratégias específicas de adaptação no ambiente de trabalho.

Desde o início, o setor de Relacionamento Médico estruturou um ambiente preparado para sua integração. Lucas Salvador, que acompanha o trabalho no setor, explica que a prioridade foi garantir conforto e segurança na rotina. “Quando a Maria Eduarda começou aqui no setor, nossa prioridade número um foi criar um espaço de acolhimento, onde ela se sentisse bem e confiante. Sabendo da dificuldade dela com números, desenvolvemos um cronograma baseado em cores, com uma planilha que diferencia as tarefas visualmente. Isso facilitou muito o dia a dia e tem dado excelentes resultados.”

Além da organização visual das atividades, o processo de aprendizagem foi construído de forma gradual. Primeiro, Maria Eduarda compreendeu o funcionamento do setor, para depois assumir atividades com maior nível de complexidade, sempre com acompanhamento e diálogo.

Maria Eduarda destaca que o preparo do ambiente foi essencial para sua adaptação. “Eu me senti muito acolhida por saber que o ambiente de trabalho foi preparado para a minha chegada. Isso tornou mais fácil começar a trabalhar e me sentir confortável. Recebi um material explicando as regras e as tarefas, tudo separado por cores e números. Como tenho dificuldade com números, isso me ajudou muito. Me senti mais à vontade para me expressar e para desempenhar minhas atividades.”

Ela também compartilha sua experiência pessoal. “Cada pessoa com Síndrome de Sotos pode apresentar características diferentes. No meu caso, houve impacto no meu processo de aprendizagem. Demorei mais para aprender a ler e a escrever, mas com apoio e paciência é possível evoluir e conquistar espaço.”

O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, reforça que o programa representa o compromisso institucional com a inclusão. “O Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência e Reabilitação Profissional demonstra que inclusão se faz com responsabilidade, acompanhamento e envolvimento das lideranças. Não se trata apenas de abrir vagas, mas de criar condições reais para que cada colaborador desenvolva seu potencial e se sinta parte da nossa missão.”

A Santa Casa possui diversas vagas abertas em diferentes áreas. Interessados podem encaminhar currículo para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e participar dos processos seletivos. A instituição reforça que profissionais com deficiência são bem-vindos e incentivados a se candidatar.

MALTA - Um estudo científico alerta que o aumento global das temperaturas deve provocar, ao longo dos próximos anos, mais infecções pelo vírus Chikungunya, transmitido por mosquitos, e que provoca dores nas articulações. 

Essa infecção viral é comum em regiões de clima tropical, onde há milhões de casos de infecção por Chinkungunya todos os anos. Segundo o estudo, ela pode vir a se espalhar por mais 29 países, incluindo grande parte do continente europeu.

A situação na região sul da Europa é a mais alarmante. A pesquisa, publicado no Journal of Royal Society Interface e divulgada na quarta-feira (18) pelo jornal britânico Guardian, identifica Albânia, Grécia, Itália, Malta, Espanha e Portugal como os seis países sob maior risco de epidemias associadas ao Chikungunya. 

Transmitido por mosquitos Aedes, principalmente os das espécies Aedes aegypti e Aedes albopictus, que sobrevivem e se reproduzem em ambientes quentes, o vírus não tem, pelo menos por enquanto, o mesmo impacto nos países mais ao norte da Europa. 

No entanto, segundo o autor principal do estudo, Sandeep Tegar, citado pelo Guardian, “é apenas uma questão de tempo” até que essa realidade se altere e que a doença também se expanda para essas regiões.

Com base em uma análise sobre o impacto da temperatura no tempo de incubação do vírus no Aedes albopictus, os cientistas concluíram que a temperatura mínima que permite infecção fica na casa dos 2,5 graus Celsius (°C). 

O patamar é substancialmente menor do que o apontado por estudos anteriores. Já a temperatura máxima favorável à transmissão da doença varia entre os 13°C e os 14°C.

Até o momento, estimava-se que a transmissão da infecção só ocorreria em temperaturas mínimas de 16 °C a 18 °C. Os novos dados indicam que o risco de surtos de chikungunya poderá abranger mais regiões e se prolongar por períodos mais longos do que se previa.

A infecção pelo vírus Chikungunya provoca dores intensas e debilitantes nas articulações, que podem se prolongar por vários anos. A doença é potencialmente fatal em crianças e idosos.

O Chikungunya não é transmitido diretamente de pessoa para pessoa, mas de acordo com um artigo publicado no portal do Hospital da Luz e redigido pelo médico Saraiva da Cunha, já foram documentados casos de “transmissão de mãe para filho na gravidez e no perinatal e na sequência de transfusões de sangue contaminado”.

O vírus, detetado pela primeira vez em 1952 no Planalto Makonde, na Tanzânia, atingiu em grande escala a França e a Itália, no ano passado. Ambos os países registraram centenas de casos de infecção, após vários anos com poucas ocorrências em toda a Europa.

Aquecimento global

Os invernos frios da Europa costumavam ser uma barreira à atividade dos mosquitos Aedes, mas devido ao aquecimento global, a realidade agora é outra e estes atuam durante todo o ano no Sul da Europa. Os cientistas prevêm que, nos próximos anos, a situação tende a piorar e que os surtos de infecções sejam cada vez mais intensos.

Em declarações ao jornal Guardian, os autores do estudo mostraram-se alarmados com os resultados da análise. Sandeep Tegar, do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia (UKCEH) aponta para o ritmo galopante de aumento nas temperaturas na Europa que, segundo afirmou, “é aproximadamente o dobro” da média global. Considerando que “o limite inferior de temperatura para a propagação do vírus é muito importante”, as novas estimativas são chocantes.

De acordo com a Dra. Diana Rojas Alvarez, que lidera a equipe da Organização Mundial da Saúde sobre vírus transmitidos por picadas de insetos e carrapatos, a doença transmitida pelo Chikungunya pode ser devastadora, com até 40% das pessoas afetadas a sofrerem de artrite ou dores agudas, mesmo cinco anos após a contaminação.

Apesar do clima ter um enorme impacto na propagação destes casos, a Dra. Alvarez disse ao Guardian que é também responsabilidade da Europa “controlar estes mosquitos para que não se espalhem ainda mais”.

A dirigente da OMS alerta para a necessidade de educar a comunidade europeia sobre a eliminação de água parada – onde os mosquitos se reproduzem – e para a importância de usar roupas compridas e de cores claras para a prevenção de picadas, bem como o uso de repelente.

Além disso, ela faz um apelo às autoridades de saúde para que criem sistemas de vigilância para a doença.

Paralelamente, o principal autor do estudo, Sandeep Tegar afirma que a pesquisa conduzida por sua equipe fornece ferramentas necessárias para que as autoridades locais saibam quando e onde agir.

 

 

por Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - Agora todos os receituários para prescrição de medicamentos controlados podem ser impressos em gráficas pelos próprios profissionais prescritores e pelas instituições de saúde. A norma foi aprovada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim do ano passado.

Até então, alguns desses receituários — como os de cor amarela — eram impressos exclusivamente pela autoridade sanitária local. Com a publicação da resolução, a impressão de todos os modelos pode ser feita pelos próprios prescritores e pelas instituições.

Em nota, a Anvisa informou que a medida integra um conjunto de ações de desburocratização e simplificação do acesso da população brasileira a medicamentos e reforçou que a norma não elimina a exigência de impressão nem a obrigatoriedade de numeração fornecida pela autoridade sanitária local.

“Assim, prescritores e instituições devem continuar solicitando previamente essa numeração junto à autoridade sanitária competente e, a partir de 13 de fevereiro, poderão providenciar a impressão dos receituários em gráfica”, destacou a agência no comunicado.

A Anvisa ressaltou ainda que a resolução não altera outras regras estabelecidas por autoridades sanitárias locais. Em caso de dúvidas sobre exigências complementares relacionadas ao procedimento de impressão, a orientação é consultar a autoridade sanitária da respectiva localidade.

De acordo com a agência, os modelos de receituários anteriormente publicados nos anexos da Portaria nº 344/1998 deixam de ser válidos para novas impressões a partir desta sexta-feira. Os novos modelos a serem utilizados podem ser consultados na página do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR).

Receituários impressos até 12 de fevereiro de 2026 continuam válidos por tempo indeterminado.

A norma prevê ainda que, até junho, a Anvisa disponibilize uma ferramenta no SNCR que permite a emissão eletrônica de todos os receituários de medicamentos controlados.

“Até a disponibilização dessa funcionalidade, não há mudanças quanto à emissão eletrônica”.

“Para a emissão de notificações de receita em formato eletrônico, será necessário aguardar a implementação da ferramenta”, informou a agência.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O cenário das arboviroses em São Carlos em 2026 aponta maior incidência de dengue em comparação às demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Conforme dados atualizados da Vigilância Epidemiológica, 98 casos da doença foram confirmados até agora.

Além das confirmações, 16 notificações seguem em análise laboratorial. Por outro lado, 410 casos suspeitos já foram descartados. Não há registro de mortes relacionadas à dengue neste ano no município.

Enquanto isso, as demais arboviroses apresentam números reduzidos. Foram registradas 26 notificações de chikungunya, mas todas foram descartadas após investigação. O mesmo ocorre com a zika, que contabilizou 20 notificações, igualmente descartadas. Para febre amarela, não houve registros de suspeitas ou confirmações em 2026.

A Vigilância Epidemiológica destaca que, apesar do número relativamente controlado de casos confirmados, o período exige atenção redobrada da população, especialmente durante os meses mais quentes e chuvosos, quando há maior proliferação do mosquito transmissor. A prevenção continua sendo a principal estratégia para evitar novos casos.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realizou na tarde desta sexta-feira (13/02), uma ação de combate à Dengue na Rodoviária de São Carlos. A iniciativa foi coordenada pelo Departamento de Vigilância em Saúde, por meio da Equipe de Combate à Endemias e teve como foco a orientação da população sobre medidas preventivas contra a doença.

Durante a atividade, agentes distribuíram panfletos e abordaram transeuntes com informações sobre a importância de eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

De acordo com a líder da Vigilância Epidemiológica, Leidiane Lara Amorim Prataviera, o período de chuvas intensas no início do ano acendeu o alerta para o aumento de casos no município. “Estamos com aumento de casos de dengue na cidade. O intuito dessa ação é orientar os munícipes e buscar eliminar a proliferação do mosquito”, destacou.

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A Vigilância Epidemiológica reforça que os principais sintomas da dengue incluem febre alta entre 39°C e 40°C, dor de cabeça, dores musculares e articulares, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, coceira leve e náuseas. A orientação é que, ao apresentar esses sinais, o paciente procure atendimento em uma unidade de saúde.

Segundo o Boletim de Arboviroses divulgado em 10 de fevereiro de 2026, o município já contabiliza 72 casos confirmados de dengue neste ano. Outros nove casos aguardam resultado de exame e 45 foram descartados. Até o momento, não há registro de óbitos. Também não houve notificações de Chikungunya, Zika ou Febre Amarela.

A Prefeitura orienta que denúncias ou alertas sobre possíveis criadouros do mosquito podem ser feitos ao Controle de Zoonoses e Endemias pelo telefone (16) 3307-7405.

SÃO C ARLOS/SP - A implantação do Centro Especializado em Reabilitação (CER III) na Unidade Saúde Escola (USE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) avançou com a realização de uma visita técnica do Ministério da Saúde no último dia 10 de fevereiro, em São Carlos.

A agenda reuniu a reitora da UFSCar, Prof.ª Dr.ª Ana Beatriz de Oliveira, o secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, a diretora da USE, Patrícia Magdalena, e representantes do Ministério da Saúde: a coordenadora-geral de Atenção Especializada, Carmen Moura Santos, o analista de infraestrutura Henrique Amorim Soares e Gabriel Martins de Paula, da Secretaria-Executiva.

O objetivo da visita foi avaliar as condições estruturais da USE e apoiar a implementação do CER III na própria USE. O projeto será viabilizado com recursos do novo PAC, do Governo Federal.

De acordo com a reitora, a iniciativa integra um conjunto de investimentos federais para a ampliação da rede de reabilitação no país. Ela destacou a parceria com a Prefeitura de São Carlos para a adequação da estrutura da USE, que passará a abrigar o CER III com atendimento nas modalidades de reabilitação física, auditiva e intelectual, além de oficina ortopédica.

A dirigente também ressaltou que a USE já possui histórico consolidado na área de reabilitação e que o projeto poderá ampliar a atuação da universidade na oferta de serviços à população. Segundo ela, a articulação entre universidade, Prefeitura e Ministério da Saúde abre perspectivas para novos investimentos voltados à saúde regional.

Para o secretário municipal de Saúde, a implantação do CER III na USE fortalecerá a rede de cuidados do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Carlos e região. “Atualmente referência em reabilitação física, a USE deverá expandir o atendimento para as áreas auditiva e intelectual, absorvendo demandas encaminhadas pela rede municipal”.

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O secretário informou ainda que a Prefeitura realizará a contratualização dos serviços por meio de convênios com a UFSCar, permitindo a ampliação da oferta de atendimentos, especialmente na área de fisioterapia, já consolidada no município. A proposta, segundo ele, é otimizar recursos e gestão, evitando a criação de estruturas paralelas e qualificando os serviços prestados.

Também participaram da reunião a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, integrantes do grupo de trabalho da USE envolvidos no processo e o superintendente do Hospital Universitário da UFSCar, Thiago Luiz de Russo.

SÃO CARLOS/SP - Nesta sexta-feira (13), a Santa Casa de São Carlos recebeu o padre Jonas Rafael da Silva, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, que esteve na instituição para abrir uma campanha de incentivo à doação de sangue, especialmente neste período que antecede o Carnaval, quando os estoques costumam registrar queda.

O padre foi recepcionado pelo provedor Antonio Valério Morillas Junior e pela diretora de Práticas Assistenciais, Dra. Carolina Toniolo Zenatti, que acompanharam a visita no Banco de Sangue. A recepção também contou com a presença da hematologista Dra. Andreia Moura de Luca, responsável técnica pelo Banco de Sangue da Santa Casa.

A mobilização surgiu a partir do significado do dia 13, data em que é celebrado o Dia de Nossa Senhora de Fátima, comemorado em 13 de maio no Brasil. A proposta é unir a devoção à prática concreta da solidariedade, incentivando que, a cada dia 13, a comunidade se organize para reforçar os estoques de sangue e ajudar quem precisa. “Como todo dia 13 temos essa referência importante para a paróquia, quisemos unir o aspecto religioso à nossa responsabilidade de ajudar o próximo. Queremos que, a cada dia 13, haja essa mobilização para socorrer aqueles que precisam”, destacou o sacerdote.

Para ele, a fé precisa se traduzir em atitudes concretas. “A vida cristã não pode se resumir ao individualismo. A fé sem obras é morta. A doação de sangue é uma das formas de expressar a fé por meio de uma ação concreta em favor da vida”, ressaltou.

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O sacerdote também reforçou que o período festivo deve estar aliado à responsabilidade com a dignidade humana. “A festa só é completa quando há respeito à dignidade humana. Doar sangue é um gesto de cuidado e valorização da vida”, pontuou.

Sobre o receio que muitas pessoas têm em doar, padre Jonas deixou uma mensagem de encorajamento. “O medo pode ser a experiência da nossa fragilidade, mas também pode ser a oportunidade de superá-la. Não podemos deixar que ele nos paralise diante de ações tão bonitas como essa”, afirmou.

A campanha pretende criar o hábito da doação regular entre os fiéis e a comunidade em geral. “Se Deus nos deu um dom e uma graça, que isso também seja dom e graça na vida das pessoas”, concluiu o padre, convidando todos a participarem.

Também participaram da doação Gabriel Galdino da Costa e Carlos Eduardo dos Reis, membros da paróquia, que se uniram à iniciativa reforçando o convite à comunidade para aderir ao gesto solidário.

Como doar?
Fazer o agendamento e apresentar documento oficial de identidade com foto e alguns dados pessoais.

Canais para agendamento:
(16) 3509-1230, De segunda a sexta-feira, das 8h às 15h30

Horários para doações:
Segunda a sexta-feira, das 8h às 11h45
Sábado, das 8h às 10h45 da manhã.

Estacionamento gratuito para doadores na frente da Santa Casa (PARAKI).

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos recebeu a doação de 98 cadeiras do Grupo Clara Resorts. Ao todo, são 58 cadeiras giratórias destinadas aos colaboradores e 40 cadeiras fixas para pacientes e acompanhantes. Os mobiliários já foram distribuídos entre setores assistenciais e administrativos do hospital.

A substituição atende a uma demanda antiga da instituição. Parte das cadeiras em uso apresentava desgaste pelo tempo, problemas estruturais ou inadequação ergonômica. A renovação melhora as condições de trabalho das equipes e também o acolhimento de quem passa diariamente pelo hospital.

Parceiro da instituição há mais de cinco anos, o Grupo Clara Resorts mantém unidades nos municípios de Dourado (SP), Ibiúna (SP) e Brumadinho (MG). Em Dourado, cidade atendida pela Santa Casa de São Carlos, o grupo tem contribuído de forma contínua ao longo desse período, por meio de repasses financeiros e doações de equipamentos hospitalares, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento e o bem-estar da comunidade local.

A gerente de Relações Institucionais da Santa Casa, Ariellen Guimarães, afirma que contribuições como essa têm impacto direto na rotina hospitalar.

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“Naturalmente priorizamos as necessidades dos pacientes e acompanhantes, mas é fundamental quando os parceiros também olham para os nossos colaboradores. Eles se dedicam todos os dias a oferecer o melhor atendimento possível. Quando as condições de trabalho melhoram, isso reflete diretamente na qualidade da assistência prestada.”

Para o provedor, Antonio Valério Morillas Junior, iniciativas como essa mostram como o setor empresarial pode contribuir de forma direta com a saúde regional.

“Somos uma instituição filantrópica, com 134 anos de história, e atendemos uma população extensa em procedimentos de média e alta complexidade. Cada doação, independentemente do valor ou do porte, faz diferença real na estrutura e no atendimento. A prestação de contas que realizamos recentemente demonstra transparência e responsabilidade na aplicação de cada recurso que recebemos.”

Como empresas podem apoiar
As empresas interessadas em apoiar a Santa Casa de São Carlos podem contribuir por meio de doações financeiras, doação de equipamentos e mobiliários, campanhas internas solidárias ou pela destinação de parte do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

O setor de Captação de Recursos orienta sobre as modalidades de apoio e acompanha todo o processo de doação. É possível entrar em contato pelo telefone (16) 3509-1270, pelo WhatsApp (16) 99230-9294 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

As doações também podem ser feitas por transferência bancária ou Pix:

Chave Pix
CNPJ 59.610.394/0001-42

Banco do Brasil
Agência: 3062-7
Conta: 208000-1

Bradesco
Agência: 0217
Conta: 440018-6

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde (VIGEP) iniciou nesta quarta-feira (11/02) a vacinação contra a dengue com a aplicação da vacina Butantan-DV. Nesta etapa, o público-alvo é formado por servidores da Atenção Primária da Rede Municipal de Saúde.

Os primeiros imunizados foram os Agentes de Combate às Endemias com até 59 anos, profissionais que atuam diretamente nas ações de prevenção e controle da doença. O município recebeu 385 doses do imunizante. A expectativa da Secretaria de Saúde é ampliar gradativamente a estratégia de vacinação, de acordo com o envio de novas remessas por parte do Ministério da Saúde.

A vacina Butantan-DV está em desenvolvimento e acompanhamento há cinco anos. Estudos realizados com pessoas de 12 a 59 anos indicaram eficácia geral de 74,7%, proteção de 91,6% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, nesta semana devem ser vacinados 385 servidores. “Com esse quantitativo recebido, conseguimos imunizar 45% dos servidores da Saúde com até 59 anos da Atenção Primária. Seguimos aguardando novas doses do Ministério da Saúde para finalizarmos a imunização dos demais servidores da Atenção Primária, totalizando 900 profissionais”, explica a diretora.

O prefeito Netto Donato acompanhou o início da vacinação e destacou a importância de proteger os profissionais que estão na linha de frente do enfrentamento à dengue.

“Estamos começando pelos servidores que atuam diretamente nas ações de prevenção, visitando residências, eliminando criadouros e orientando a população. É uma forma de reconhecer e proteger quem está diariamente no combate à doença. A vacinação é um avanço importante, mas não substitui os cuidados que cada cidadão precisa manter em casa. Só com responsabilidade compartilhada vamos reduzir os casos e preservar vidas”, afirmou o prefeito.

“O início da vacinação com a Butantan-DV representa um marco importante no enfrentamento à dengue em nosso município. Estamos incorporando uma vacina desenvolvida por uma instituição brasileira de referência, que traz resultados expressivos na redução de casos graves e hospitalizações. Seguiremos trabalhando com planejamento, responsabilidade e transparência para proteger a saúde da nossa população e reduzir o impacto da doença em nossa cidade”, Leandro Pilha, secretário municipal de Saúde.

Para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, o município segue oferecendo a vacina Qdenga em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

Sobre a Butantan-DV – É uma vacina de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e considerada a primeira do mundo com essa característica aprovada contra a dengue. O imunizante é tetravalente, oferecendo proteção contra os quatro sorotipos do vírus.

O Instituto Butantan orienta que a vacina não seja aplicada simultaneamente com outras vacinas do calendário nacional. O intervalo recomendado é de 24 horas para vacinas inativadas e de 30 dias para vacinas atenuadas. Após infecção por dengue, a recomendação é aguardar seis meses para se vacinar. Em casos de febre amarela, zika ou chikungunya, o intervalo indicado é de 30 dias.

BRASÍLIA/DF - A satisfação dos brasileiros com o Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 9 pontos percentuais entre 2022 e 2025, passando de 34% para 45%. Os dados são da pesquisa Confiança em Instituições Públicas na América Latina e no Caribe, divulgada esta semana pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Em nota, o Ministério da Saúde reforçou que o índice brasileiro está acima da média latino-americana para sistemas de saúde, que ficou em 40% em 2025.

Para a pasta, o crescimento da avaliação positiva reflete o aumento do acesso da população a serviços públicos de saúde como o programa Agora Tem Especialistas, "que registrou recordes históricos na assistência especializada".

Os dados mostram que, entre 2022 e 2025, o número de cirurgias eletivas, por exemplo, cresceu mais de 40%, passando de 10,8 milhões para 14,7 milhões - maior volume em 35 anos e acima do período pré-pandemia. 

"Os pacientes da rede pública também estão sendo atendidos por planos de saúde, por hospitais e clínicas privadas de forma complementar", completou o ministério no comunicado.

 Atualmente, mais de R$ 200 milhões em cirurgias e exames foram contratualizados com a rede privada para reforçar a assistência no SUS, desafogando a demanda reprimida por atendimento especializado.

O estudo indica ainda a percepção dos brasileiros de que o acesso e a qualidade dos serviços públicos melhoraram durante o período, com aumento de 18 pontos percentuais – o índice passou de 24% para 42%, 10 pontos percentuais acima da média da América Latina (32%).

 

Metodologia

Considerada padrão ouro de excelência, a pesquisa avalia cinco pilares: integridade, resposta, confiabilidade, abertura e equidade. Com uma amostra de 2 mil cidadãos, por meio de questionário, o levantamento permite comparações internacionais e oferece dados estratégicos para aprimorar a transparência e a qualidade de serviços públicos.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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