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BRASÍLIA/DF - Após ficarem com atendimento presencial suspenso por cerca de seis meses, em decorrência da pandemia de covid-19, as agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retomam as atividades a partir desta segunda-feira (14), em todo o país. Na primeira fase de reabertura, no entanto, somente os atendimentos agendados previamente serão realizados nas agências, incluindo, em alguns casos, a retomada da perícia médica previdenciária, que ocorrerão apenas em unidades específicas.

De acordo com o INSS, cerca de 600 agências devem reabrir na semana que vem. O número representa menos da metade das unidades do INSS, mas corresponde às maiores agências, com mais capacidade de atendimento. O governo vai divulgar durante a semana a lista completa das agências abertas, mas o segurado já pode consultar a informação no aplicativo Meu INSS ou no telefone 135.

"A nossa abertura está programada para a próxima segunda-feira. Ao longo dos dias, estaremos passando à população em geral quais agências estão abertas, ou não, e quais agências terão perícia [médica], ou não", destacou o secretário especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco Leal, em entrevista coletiva.

O presidente do INSS, Leonardo Rolim Guimarães, disse que as pessoas só devem ir às agências estando com agendamento feito pelo telefone 135 ou pelo aplicativo Meu INSS e que qualquer dúvida pode ser esclarecida pelo 135 ou pelo chat 'Helô', dentro do aplicativo. Segundo a autarquia, o horário de funcionamento das agências será de 7h às 13h, de segunda a sexta.

"Outro ponto importante que a gente precisa lembrar as pessoas é que não devem procurar agendamento para aqueles serviços que podem ser feitos de forma remota, por exemplo, uma aposentadoria, pensão, salário-maternidade. Esses serviços continuam sendo feitos remotamente", acrescentou Rolim.

 

Procedimentos de reabertura

A portaria que estabelece os procedimentos para a reabertura do INSS foi publicada na última sexta-feira (11), no Diário Oficial da União. Além do número limitado de atendimentos, as pessoas que forem às agências deverão usar máscaras e terão também a temperatura corporal aferida por meio de termômetro infravermelho. Se for constatada temperatura acima de 37,5 graus, o segurado não poderá nem sequer entrar na agência, e ainda será orientado a procurar um serviço médico.

As orientações também incluem chegar apenas próximo do horário marcado, para evitar a formação de filas, e manter o distanciamento mínimo de um metro das outras pessoas. Servidores do INSS usarão equipamentos de proteção individual durante os atendimentos. No caso das agências que contarão com o serviço de perícia médica previdenciária, houve um reforço ainda maior nos protocolos de higiene.

Segundo Bruno Bianco, apesar de o governo federal ter antecipado a concessão de diversos benefícios previdenciários e reforçado o atendimento online desde o início da pandemia, ainda há a necessidade de apresentação de documentos complementares e realização de perícias médicas.

"Nós adiantamos todos os benefícios por incapacidade e assim continuaremos a fazer até a retomada plena da perícia médica, mas ainda há uma forte demanda relativa ao cumprimento de exigências por parte do segurado. São aqueles pedidos de benefício em que o servidor do INSS verifica a necessidade de outros documentos, e esses documentos são levados presencialmente para análise", explicou.

Entre os serviços que poderão ser realizados presencialmente, estão o cumprimento de exigência, avaliação social, justificação administrativa ou social (caso em que a pessoa precisa levar um documento para comprovar tempo de serviço que não não está no cadastro oficial), reabilitação profissional e perícia médica (apenas em algumas agências).

Desde março, quando o atendimento presencial foi suspenso, o INSS informa que foram concedidas antecipações de 186 mil benefícios de prestação continuada (BPCs), pago a pessoas com deficiência, e 876 mil antecipações de auxílios-doença.

 

Fila de serviços

De acordo com o presidente do INSS, o governo reduziu a quantidade de requerimentos que estavam sob análise do INSS desde o início da pandemia. Em junho do ano passado, quando a fila de requerimentos que dependiam de um parecer da autarquia chegou ao ápice, havia um total de 2,32 milhões de pedidos em análise.

"Em janeiro deste ano, essa fila tinha caído 1,635 milhão. No início da pandemia, em março, quando o INSS fechou o atendimento ao público, já havia caído para 1,30 milhão. Hoje, está em 758 mil, ou seja, estamos reduzindo fortemente esse número", afirmou Leonardo Rolim.

Apesar da redução do número de requerimentos sob análise do INSS, aumentou o número de requerimentos em exigência, que são aqueles que dependem de informação complementar ou documento por parte do segurado. "À medida em que o INSS começou a analisar esses requerimentos, viu que muitos deles estavam incompletos, precisavam ser complementados pelos segurados. Hoje, temos 906 mil requerimentos em exigência", disse Rolim.

 

 

*Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

Profissionais atuam na região de Aquidauana e Anastácio apoiando equipes de saúde locais

 

SÃO CARLOS/SP - A organização internacional de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) está atuando na prevenção, diagnóstico e tratamento da COVID-19 na região de Aquidauana e Anastácio, no Mato Grosso do Sul. O principal foco são as comunidades indígenas, que têm maior dificuldade de acesso a cuidados médicos. O trabalho de MSF abarca 11 aldeias da região, além de apoio a profissionais do hospital regional de Aquidauana e equipes móveis que fazem visitas domiciliares para acompanhar o estado de saúde de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus na cidade.

Quando ficamos sabendo que a doença já estava nas cidades vizinhas, nossa preocupação foi aumentando porque sabíamos que não tínhamos estrutura médica”, conta o cacique Oto Larada aldeia de Colônia Nova, na terra indígena de Taunay/Ypegue. “Onde a COVID-19 tem passado, tem deixado um rastro de destruição”, completa. A necessidade de reforçar a oferta de cuidados de saúde na região durante a pandemia foi a razão pela qual MSF começou suas atividades.

Desde o último dia 27 de agosto, equipes móveis da organização têm realizado visitas às aldeias, apoiando profissionais da secretaria de saúde local e do DSEI-MS (Distrito Sanitário Especial Indígena do Mato Grosso do Sul), responsável pelas ações relacionadas à saúde indígena na região. Médicos e enfermeiros de MSF atendem nas unidades básicas de saúde locais e fazem visitas domiciliares para detecção de novos casos da doença e acompanhamento de pacientes já diagnosticados. Também são realizadas ações de educação em saúde, buscando fornecer orientações claras sobre a doença e como evitá-la. O objetivo é deter a expansão da pandemia dentro das comunidades indígenas, que apresentam um número elevado de casos e de mortes.

Edivaldo Felix é agente comunitário de saúde indígena e morador da aldeia Limão Verde. Ele foi um dos primeiros a contrair COVID-19 na comunidade e precisou ser referenciado para o hospital de Aquidauana, onde ficou por 31 dias para receber tratamento. “É uma doença horrível. Você busca o ar e não encontra. Como profissional da área de saúde eu tinha algum conhecimento. Acho que isso ajudou”, conta Edivaldo. Agora, já de volta à sua casa, ele é uma das pessoas que recebem visitas para acompanhamento do seu estado de saúde. “Eu vivi a doença e vou poder transmitir a experiência. Acho que isso vai ajudar muito no meu trabalho, a atender melhor as pessoas”, resume.

O trabalho de conscientização e prevenção é muito importante para que a população esteja mais informada e tranquila para poder seguir as recomendações”, explica o médico Pedro Ueda. Segundo ele, uma das preocupações é com o grande número de pessoas que sofrem com outras doenças, como diabetes e hipertensão, fatores complicadores em caso de contágio pela COVID-19.

A atuação das equipes não se restringe às comunidades indígenas. MSF também está presente no hospital regional de Aquidauana, apoiando o trabalho dos profissionais locais com supervisão e treinamentos. Além disso, profissionais da organização participam de visitas domiciliares feitas pela secretaria de saúde de Aquidauana para acompanhamento de pessoas doentes e detecção de novos casos entre os seus familiares. “Na clínica móvel urbana, acompanhamos os pacientes que tiveram contato com doentes ou testaram positivo, além dos que retornaram para casa. O objetivo é detectar a necessidade de encaminhamento para o hospital ou de aplicação de algum tratamento mais específico”, explica José Lobo, coordenador do projeto de MSF no Mato Grosso do Sul. Também é a partir da avaliação da saúde de cada pessoa durante essas visitas que são estabelecidas as tão aguardadas altas médicas para os pacientes com COVID-19.

MSF vem seguindo a evolução da pandemia no país desde seu início, com foco na atenção a populações vulneráveis. Começamos a atuar no país no início de abril, com a população em situação de rua em São Paulo. Posteriormente, realizamos atividades no Rio de Janeiro e no Amazonas (inicialmente em Manaus e depois nos municípios de São Gabriel da Cachoeira e Tefé). Atualmente, além do Mato Grosso do Sul, mantemos projetos em atividade em São Paulo e Boa Vista. Também estamos realizando treinamentos para prevenção e controle de infecções em municípios do estado de Goiás.

 

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.

Campanha segue em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e de Programa Saúde da Família (PSF) do município

 

IBATÉ/SP - A Secretaria Municipal da Saúde de Ibaté, por meio da Vigilância Epidemiológica e seguindo as determinações do Ministério da Saúde, ampliou a campanha de vacinação contra o sarampo no município até 31 de outubro.

Tendo como população-alvo adultos de 30 a 49 anos, a campanha continua em Ibaté em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e de Programa Saúde da Família (PSF), abertas de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Já para crianças e pessoas de outras idades, a vacina só será aplicada se estiver atrasada.

A Coordenadora da Vigilância Sanitária de Ibaté, Paula Salezzi Fiorani, destacou a importância de se seguir o Programa Estadual de Imunização, mesmo durante a pandemia da Covid-19: "As equipes das UBSs e PSFs de Ibaté estão preparadas e seguindo todos os protocolos sanitários para minimizar os riscos relacionados à Covid-19. Orientamos que o munícipe também contribua na hora da vacina com o uso obrigatório de máscara e mantendo o distanciamento social. Seguindo esses cuidados a vacinação acontece de forma segura e garante a imunização de outras doenças, como o sarampo".

O sarampo é uma doença grave e de alta transmissibilidade. Um único doente pode transmitir para até 18 outras pessoas. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Depois de duas décadas sem circulação endêmica do vírus do sarampo, em 2019 a doença foi reintroduzida no estado de São Paulo. Hoje, o Brasil permanece com surto de sarampo nas cinco regiões, com 11 estados com circulação ativa do vírus.

"Lembramos que para a vacinar basta levar a carteira de vacinação. Caso a pessoa não tenha a carteirinha, pode apresentar um documento de identificação com foto. O importante é estar vacinado", finalizou Paula Salezzi Fiorani.

SÃO PAULO/SP - Wesley Safadão usou os stories do Instagram para informar aos fãs que está curado da Covid-19. Nesta última sexta-feira (11), o cantor postou seu último exame afirmando que foi assintomático.

“Graças a Deus estou curado 100% do coronavírus. Passei muito bem pela doença, não tive sintomas. Só esperar passar os dias para dar o IGG positivo. Já posso voltar à vida normal, rever meus filhos e minha família. Agora é só aproveitar”, comentou.

 

 

*Por: Geórgia Santiago / METROPOLITANA

Até o credenciamento o custeio foi realizado pela Prefeitura de São Carlos

 

SÃO CARLOS/SP - O Ministério da Saúde confirmou o credenciamento dos 10 leitos de UTI do Hospital Universitário Prof. Dr. Horácio Carlos Panepucci (HU-UFSCar), inaugurados em 15 de maio, exclusivos para tratamento de pacientes com COVID-19.

Os leitos foram habilitados por 90 dias podendo ser prorrogados se necessário. O credenciamento possibilita que o hospital receba diretamente do Governo Federal, via Rede Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), recursos para o custeio dessas unidades de terapia intensiva, não necessitando mais dos recursos que até então eram disponibilizados pela Prefeitura de São Carlos, via Governo Federal.

Para colocar em funcionamento os leitos a Secretaria Municipal de Saúde, juntamente com a superintendência do Hospital Universitário, fizeram gestões junto ao Ministério da Saúde, solicitando a habilitação da UTI. “O primeiro passo para a habilitação foi o município solicitar os leitos, o que fizemos imediatamente ao Ministério da Saúde. A partir daí, enquanto aguardamos o credenciamento, nos responsabilizamos pelo custeio desses leitos. Como é um hospital federal repassamos recursos de Fonte 5, ou seja, dos recursos que recebemos da união, via Ministério da Saúde, mais de R$ 1,1 milhão disponibilizamos para o HU, em três parcelas de R$ 396 mil. Mas para chegar ao credenciamento foi necessária gestão política”, explica Marcos Palermo, secretário municipal de Saúde.

Após a publicação no Diário Oficial da União, em 4 de setembro, de confirmação do credenciamento, em 10 dias deve ocorrer a descentralização para a Ebserh que a partir de agora é o órgão que fará o custeio dos leitos, via Ministério da Saúde.

Toda a infraestrutura, contratação de pessoal e recursos para equipamentos e insumos utilizados para a montagem dos 10 leitos UTI/SUS no HU também foram via Ebserh.


São 23 diferentes especialidades e quatro tipos de exames para pacientes com doenças crônicas e quadro clínico prioritário

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) iniciou neste mês de setembro o retorno gradativo da realização de exames e dos atendimentos presenciais de seus ambulatórios. Neste primeiro momento, o atendimento presencial está restrito a 60% da capacidade dos ambulatórios e a 25% dos exames e será direcionado aos pacientes com quadro clínico prioritário. A abertura total da agenda está prevista para os próximos meses. 

Ao todo, retornam às atividades presenciais 25 ambulatórios nas especialidades de Cardiologia, Pneumologia, Neurologia, Hepatologia, Imunopediatria, Nefrologia, Doenças inflamatórias intestinais, Patologias do trato genital inferior, Urologia, Medicina fetal, Ginecologia Endócrina, Diabetes, Gastrocirurgia, Cirurgia vascular, Gastropediatria, Nutrologia infantil, Dermatologia, Nutrição, Educação Física, dois ambulatórios de Infectologia, três de Clínica Médica, e de Planejamento reprodutivo (iniciando agora as atividades no HU).  

De acordo com Meliza Goi Roscani, Chefe da Divisão de Gestão do Cuidado do HU, a volta dos ambulatórios presenciais também vem para suprir uma necessidade do ensino dos estudantes da UFSCar. "Após aprovação do colegiado da Universidade, os internatos retornarão com suas atividades práticas que tinham sido suspensas por conta da pandemia de Covid-19. Agora, os ambulatórios servirão como campo rico de prática para alunos dos quinto e sexto anos do curso de Medicina", afirma. 

Em relação aos exames, serão reiniciados os de raio-X, tomografia, doppler e ecocardiograma. 

Os pacientes atendidos neste momento da retomada gradativa dos cuidados presenciais serão aqueles que possuem doença crônica e que, devido ao seu quadro clínico, precisam de atenção mais urgente. Todos os pacientes serão encaminhados pelo sistema de regulação da Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos e terão fluxo de atendimento específico dentro do Hospital.

Espaços como o Parrelão, a Pirâmide e o Estádio Municipal podem ser usados para caminhadas, corridas e atividades individuais, com uso obrigatório de máscara 

 

IBATÉ/SP - Por meio do Decreto Municipal n◦2.880, de 08 de setembro de 2020, a Prefeitura de Ibaté determinou que "o acesso, utilização e funcionamento de espaços públicos, como praças, campos de futebol, academias, quadras, canchas e similares, só poderão ser utilizados com as regras de distanciamento social e os cuidados de higiene pessoal".

Além das vias públicas, o Centro Esportivo Parrelão, localizado no bairro Popular, o Espaço Multidisciplinar  da Pirâmide e o Estádio Municipal “Dagnino Rossi” em Ibaté poderão receber pessoas para práticas de condicionamento físico individual, como caminhadas e corridas, desde que sejam respeitados o distanciamento social, o uso obrigatório de máscara de proteção facial e a higienização das mãos com álcool 70%.

Com horários de funcionamento diferentes, no Centro Esportivo Parrelão das 7h às 22h; na Pirâmide, das 5h40 às 22h e no Estádio, das 7h às 21h, todos esses espaços receberam cartazes de orientações e sobre obrigatoriedade do uso de máscara.

Raul Seixas II, Chefe de Divisão Municipal de Esportes, ressaltou que apesar dos espaços públicos serem higienizados e atenderem todas as medidas sanitárias é importante que cada munícipe leve consigo sempre seu próprio álcool 70%,  assim como uma garrafinha de água. "Temos que evitar contatos desnecessários em bebedouros e sanitários e acatar e respeitar o que determina o Plano SP, que hoje limita em locais públicos apenas atividades físicas individuais".

Outra questão importante levantada por Raul Seixas II é o uso obrigatório de máscara."Sabemos que correr ou até mesmo caminhar usando máscara pode ser desconfortável, mas com o Decreto Estadual 64.959 o uso de máscara de proteção facial é obrigatório em áreas comuns em todo o Estado de São Paulo, com o risco de receber multa, além da proteção representar segurança para quem usa e para os outros também".

Ibaté está classificada pelo Governo do Estado como Fase 3 (Amarela) de Flexibilização do Plano São Paulo, desde o dia 24 de julho.

Os novos equipamentos estão sendo usados na ALA COVID e reforçam a proteção dos pacientes e profissionais de saúde 

 

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa recebeu a doação de 18 tendas para contenção de aerossóis. Os equipamentos foram confeccionados por um grupo formado por integrantes da Mesa Administrativa da Santa Casa, empresários, voluntários, com apoio do Lions Clima.

A tenda é feita de uma armação de canos de PVC, coberta com plástico. Em uma das laterais, existe um zíper, que permite uma abertura através da qual a equipe de assistência pode realizar procedimentos com o paciente. Na outra lateral, foi instalado um sistema com ventoinhas e um filtro antiviral e antibacteriano para permitir a circulação do ar com o exterior com mais segurança e para dispersar o gás carbônico do interior, mantendo um maior nível de oxigenação.

“Esse equipamento foi idealizado por uma empresa de Manaus, que disponibilizou o projeto na internet. Quando vi essa tenda, enxerguei nela a oportunidade de usá-la na Santa Casa, adaptando às condições que o hospital exige. O objetivo foi de reforçar a proteção dos nossos profissionais, para que não se contaminem durante os cuidados com os pacientes com COVID”, explica o professor aposentado da UFSCar, coordenador da Engenharia de Computação da UNICEP e também tesoureiro da Santa Casa, Luis Carlos Trevelin.

As 18 tendas estão sendo usadas na ALA COVID da Santa Casa. Uma proteção a mais para pacientes e profissionais de saúde do hospital. Segundo a Coordenadora de Enfermagem das UTIs da Santa Casa, Tatiana Zanqueta Rodrigues, quando conversamos, respiramos, tossimos e espirramos, criamos no ambiente uma suspensão de partículas de vários tamanhos e as pessoas contaminadas com a COVID-19, emitem essas partículas contendo o vírus. A tenda evita justamente a propagação de particulas infectadas. “Um paciente, quando é intubado ou quando esse respirador é retirado dele, também libera os aerossóis contaminados para o quarto todo. A tenda consegue conter essas partículas dentro dela, evitando a disseminação do vírus por todo o ambiente. Ou seja, é uma proteção a mais, fora o isolamento do paciente e os EPIs usados pelos profissionais de saúde”.

O gerente médico da Santa Casa, Roberto Muniz Júnior, reforça que o equipamento é uma medida prática, barata e eficaz e é um diferencial importante no atendimento da Santa Casa. “A tenda aumenta a segurança do atendimento do paciente com suspeita ou com infecção confirmada pelo Coronavírus de forma exponencial. Facilita o trabalho do fisioterapeuta e do enfermeiro e faz com que a taxa de infecção desses profissionais que estão trabalhando caia praticamente a zero. A tenda permitiu também que a gente fizesse procedimentos de fisioterapia que antes não eram possíveis. E com isso, a gente consegue dar um cuidado ainda maior para o paciente e isso diminui muito a necessidade de intubação. E claro, isso também diminuiu o risco de mortalidade”.

O projeto demorou dois meses para sair do papel. E o custo de cada tenda foi, em média, de R$ 230.  E a iniciativa contou com o apoio de várias empresas como a R&L Maletas Técnicas, a WRG e a Criativa Laser; além da colaboração de muitos voluntários, como Carlos Atanazzio, e o apoio do Lions Clima. “Foram se agregando pessoas, empresas e se montou uma força-tarefa para conseguir montar esse equipamento. Acho que valeu a pena, porque envolveu uma série de pessoas, com um custo relativamente baixo e que trouxe uma garantia a mais para a saúde dos pacientes e dos profissionais de saúde”, afirma tesoureiro do Lions Clima, Rymer Tullio.

A AMDOCS, empresa israelense de softwares para telecomunicações, financiou boa parte da confecção de todas as tendas. “A Amdocs atua em vários países do mundo e incentiva o trabalho voluntário em todos eles. Nós, do centro de desenvolvimento de São Carlos, recebemos a aprovação imediata para financiamento das tendas assim que apresentamos o projeto devido à importancia das mesmas para a comunidade diante da pandemia. É muito gratificante poder ajudar quem está nos ajudando”, explica o funcionário e também voluntário da AMDOCS, Felicio de Riggi Junior.

Agora, a missão do grupo é confeccionar outros equipamentos para dar suporte no atendimento. “O próximo passo do grupo é reformular o projeto para confeccionar tendas que sejam usadas nas macas de transporte dos pacientes, para quando eles precisam ser levados para outras áreas do hospital para exames e outros procedimentos. E essas adaptações vão ser feitas com base nas observações do Corpo Clínico do hospital”, relata o secretário da Mesa Administrativa da Santa Casa, Silvio Coelho.

Ao todo, a Ebserh, administradora do Hospital, vai convocar mais de 500 candidatos

 

SÃO CARLOS/SP - Na última sexta-feira, dia 4 de setembro, foi publicada no Diário Oficial da União a convocação de candidatos aprovados no concurso nacional 01/2019 realizado ela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que administra o Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). No total, mais de 500 candidatos foram convocados nos hospitais da Rede. Para o HU-UFSCar, estão sendo chamados sete profissionais, que devem se apresentar nos próximos dias para entrega de documentos e contratação.
O HU-UFSCar receberá três médicos da área de Clínica Médica, dois médicos da área de Diagnóstico por Imagem, um médico da área de Infectologia Hospitalar e um fisioterapeuta. A relação dos documentos a serem apresentados e os trâmites a serem realizados estão descritos no edital de convocação (https://bit.ly/3jY79hL). A data e horário para apresentação dos candidatos no HU foram agendados por e-mail.

Sobre o concurso
Cerca de 250 mil candidatos fizeram as provas e o resultado final do concurso nacional da Rede Ebserh foi publicado no dia 29 de abril. No total, foram oferecidas 1.660 vagas em todo o País, sendo 533 vagas para médicos em 88 especialidades, 998 vagas para a área assistencial em 53 especialidades e 129 para a área administrativa em 23 especialidades. Todos os documentos referentes ao concurso podem ser acessados na página da Ebserh (https://bit.ly/3h765X7).

Rede Ebserh
Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, apoiam a formação de profissionais da Saúde e o desenvolvimento de pesquisas.

Por Dra. Lairtes Julia M. Vidal, psicóloga da IMUVI

 

SÃO CARLOS/SP - Estamos vivendo tempos de exceção. A pandemia do Coronavírus impôs ao mundo inteiro um longo período de isolamento, agravado pelo medo e a incerteza do que ainda está por vir. O resultado não poderia ser diferente. No Brasil, os casos de ansiedade e estresse mais que dobraram neste período. Segundo um estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), os números correspondem à constante sensação de medo e incerteza do futuro, além do acúmulo de tarefas por grande parte das pessoas.

Com todo este cenário, entramos no mês de setembro, mês da campanha de conscientização para o combate ao suicídio, que se configura como a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. No Brasil, são registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos e no mundo, mais de 1 milhão.

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 96,8% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos como a depressão, transtorno bipolar e do abuso de substâncias entorpecentes.  E como forma de prevenir esse tipo de ato, a campanha mobilizada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), busca alertar as pessoas sobre o assunto e, principalmente, diminuir e prevenir o crescimento de mais casos.

O suicídio pode ser prevenido. Para isso, é importante atentar-se a alterações de comportamento que a pessoa possa apresentar, como não ver sentido na vida, alteração brusca de humor, nutrir sentimento de vingança, alto nível de ansiedade, se achar um fardo para os outros, ficar mais reclusa e isolada de amigos e familiares, descuidar-se da higiene pessoal, aumentar o consumo de bebidas alcoólicas e usar drogas lícitas e ilícitas, entre outros. Isso não significa que todos que se enquadram nesses quesitos irão um dia cometer suicídio, mas estes sinais não devem ser ignorados.

Para ajudar quem está nessa situação, é necessário estabelecer uma relação de confiança e apoio, apresentando-se com atenção e acolhimento para que a pessoa fale sobre o problema. Além disso, não hesite em procurar ajuda médica psiquiátrica ou psicológica. Em casa, é necessário que a família esteja atenta para controlar o acesso a métodos que podem ser recorridos para cometer o ato como, venenos e arma de fogo, e principalmente, incentivar espaços de promoção a saúde e criação de grupos de apoio e autoajuda em instituições, ONGs, empresas e centros religiosos.

É importante ressaltar que estes devem ser cuidados contínuos e que, tão importante quanto a prevenção, é a posvenção do suicídio – o trabalho de ajudar os “sobreviventes suicidas”. Este tratamento é feito de acordo com um plano terapêutico multidisciplinar para o paciente e para os familiares, que inclui habilidades e estratégias para cuidar e ajudar, informar e prevenir um novo episódio.

Sobre a IMUVI: Uma das mais tradicionais e respeitadas Policlínicas da Zona Norte de São Paulo, a IMUVI possui mais de 400.000 pacientes cadastrados. Com mais de 30 especialidades de atendimento, desde 2019, a clínica faz parte do grupo HSANP, investimento de um grupo de médicos e gestores especializados na área de saúde com mais de 20 anos de experiência.

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