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Serão explorados aspectos como incorporação de novas rotinas de serviços durante a pandemia; formas de atenção prestada a suspeitos e doentes com a covid-19; práticas de promoção da saúde para proteção à doença e práticas de vigilância para seu monitoramento e mitigação.

 

RIO DE JANEIRO/RJ - A Fiocruz lança nesta sexta-feira, 4, a pesquisa nacional Análise do processo de trabalho da Estratégia Saúde da Família na pandemia de covid-19. A investigação toma como ponto de partida a relevância da Estratégia Saúde da Família (ESF), considerada a estratégia primordial para o fortalecimento da atenção primária e coordenadora da rede de cuidados no SUS.

Os profissionais das equipes de ESF atuam no mapeamento do território, na coleta de dados sobre as condições socioeconômicas e de vulnerabilidade das populações e na vigilância epidemiológica. Estão, portanto, na linha de frente da promoção e prevenção da saúde, prestando os primeiros cuidados a pacientes infectados pelo novo coronavírus. O papel das equipes da ESF no controle da pandemia de covid-19 e na mitigação da morbimortalidade é, assim, realçado.

A pesquisa é conduzida pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, em parceria com a Fiocruz Ceará e a Universidade Federal da Paraíba. Serão explorados aspectos como incorporação de novas rotinas de serviços durante a pandemia; formas de atenção prestada a suspeitos e doentes com a covid-19; práticas de promoção da saúde para proteção à doença e práticas de vigilância para seu monitoramento e mitigação. A pesquisa buscará, ainda, conhecer as medidas de proteção individual/familiar/domiciliar e ocupacional dos profissionais das equipes de Saúde da Família.

“Objetivamos também no estudo conhecer o acesso das equipes de Saúde da Família aos equipamentos de proteção individual e à testagem, as formas de uso da saúde digital na comunicação com os usuários, a atuação dos conselhos locais de Saúde e das equipes NASF [Núcleo Ampliado de Saúde da Família], das equipes de consultório na rua, das equipes ribeirinhas e dos programas de residência médica e multiprofissional em saúde da família no contexto da pandemia”, destaca uma das coordenadoras do estudo, a pesquisadora Ivana Barreto, da Fiocruz Ceará.

Os resultados podem subsidiar os formuladores de políticas, nas diferentes esferas de governo, federal, estadual e municipal, bem como os gestores locais, com evidências empíricas sobre como a Estratégia Saúde da Família participa do enfrentamento à covid-19 e como o contexto das práticas no território e as condições de trabalho afetam sua atuação.

A pesquisa e a covid-19

No processo de atenção aos casos suspeitos e confirmados de covid-19, as unidades básicas de saúde (UBS) devem cumprir uma série de cuidados para prestar atendimento e prevenir a transmissão da doença aos profissionais e a outros usuários, além de manter, em paralelo, os demais serviços de rotina, o que representa um desafio para as equipes da ESF e gestores de saúde.

A atenção primária à saúde enfrenta desafios também por conta da atuação em territórios marcados por um quadro de morbimortalidade de elevada carga de doenças infecciosas e prevalência de condições crônicas, além de uma carga importante de causas externas, como a violência.

Entre as medidas necessárias à correta realização do trabalho pelas equipes da ESF, estão equipamentos de proteção individual (EPI) aos profissionais de saúde (máscara cirúrgica, luvas, óculos ou protetor facial e aventais descartáveis), lavagem das mãos com frequência, limpeza e desinfecção de objetos e superfícies tocados e manuseados rotineiramente, oferta de máscara cirúrgica a todos pacientes suspeitos de contaminação pelo coronavírus, logo após reconhecimento pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS) ou profissional responsável pela recepção dos usuários, e condução dos casos suspeitos a uma área separada específica, visando ao isolamento respiratório.

Sabe-se, entretanto, que existem várias restrições à realização desses procedimentos nas unidades de saúde, desde a inadequação da estrutura física ao desabastecimento de EPI.

Sobre o público-alvo e a metodologia da pesquisa

A pesquisa dirige-se a todos os profissionais de saúde que atuam nas equipes da Estratégia Saúde da Família, na atenção primária à saúde – médicos, enfermeiros, cirurgiões dentistas, técnicos de enfermagem, técnicos de saúde bucal, agentes comunitários de saúde e profissionais dos núcleos ampliados em Saúde da Família (fisioterapeutas, psicólogos, acupunturistas, fonoaudiólogos, entre outros).

As informações serão coletadas por meio de um questionário on-line, a ser acessado por qualquer dispositivo (computador, tablet ou celular) e que buscará explorar quatro eixos: perfil demográfico e profissional dos trabalhadores; manutenção e novos fluxos e rotinas dos serviços; atenção prestada a suspeitos, doentes e contatos de covid-19; promoção da saúde; vigilância em Saúde; e proteção individual/familiar/domiciliar e ocupacional dos profissionais.

A proposta é buscar a participação do maior número possível de profissionais, não havendo limite para uma amostra, nem cotas pré-definidas.

Sobre a Estratégia Saúde da Família

Criada pelo Ministério da Saúde em 1994, inicialmente, com o nome de Programa Saúde da Família, tem por objetivo promover a qualidade de vida da população brasileira, atuando na prevenção e na promoção da saúde e reduzindo os riscos à saúde, como o sedentarismo, a má alimentação e o tabagismo. Dessa forma, o foco se dá na saúde, não apenas na doença.

A ESF conta com equipe de trabalho multiprofissional, reunindo médicos, enfermeiros, profissionais de saúde bucal, agentes comunitários de saúde, além dos profissionais de seus núcleos de apoio (fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, assistentes sociais e fonoaudiólogos, entre outros). Essas equipes fazem o acompanhamento de um número definido de famílias, localizadas em uma área geográfica delimitada e têm uma relação próxima com a comunidade na qual atuam, podendo orientar o trabalho que realizam pelas características epidemiológicas, demográficas e sociais do local onde os pacientes vivem, oferecendo-lhes, assim, atenção integral.

Para acessar e responder o questionário

Todos os profissionais de saúde que integram equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família (NASF), atuando na pandemia de COVID-19, podem participar da pesquisa, respondendo o questionário.

Acesse o link: http://bit.ly/pesquisa-esf-covid

SÃO CARLOS/SP - Moradores do bairro Jardim Araucária, em São Carlos, têm demonstrado preocupação em relação à infestação de animais peçonhentos, um morador enviou à Rádio Sanca, fotos de alguns escorpiões que foram capturados em menos de um mês.

Segundo o morador, na Rua Amélia Campitelli Marchetti, onde mora, ele e outros moradores encontraram vários escorpiões, baratas, ratos e cobras.

“Eu tomei a liberdade de guardar os escorpiões em um pote pra ver se alguém pode fazer alguma coisa por nós, porque parece que esse problema está aumentando e minha maior preocupação é por causa dos meus filhos”, relatou morador.

O bairro é cercado por canavial e até área de preservação ambiental e talvez por isso bichos como cobras apareçam no bairro que fica na zona oeste do município.

Vale ressaltar que a Rádio Sanca já fez uma matéria em outro bairro, Parque Novo Mundo, região sul de São Carlos, ou seja, pontos bem distintos do município, porém com mesmo problema. O que a prefeitura está fazendo? Perguntar não ofende!

PICADA - Em caso de uma picada, deve-se procurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima o mais rápido possível, ou a Santa Casa de Misericórdia principalmente em caso de crianças, para que os danos causados pelo envenenamento sejam minimizados pelo tratamento. O soro antipeçonhento é disponibilizado apenas na Rede SUS.

A picada de um escorpião causa dor imediata, podendo irradiar para o membro e ser acompanhada de adormecimento, vermelhidão e suor. Podem surgir suor excessivo, agitação, tremores, náuseas, vômitos, salivação excessiva, dentre outros sintomas mais graves.

Outras informações, denúncias ou orientações podem ser obtidas na Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias da Secretaria de Saúde da cidade pelo telefone (16) 3307-7405.

Destaque da campanha, a detecção em estágios ainda iniciais pode beneficiar os pacientes com tratamentos menos invasivos e maiores chances de cura

 

JAÚ/SP - O Hospital Amaral Carvalho (HAC) apoia neste mês a campanha Setembro Dourado, voltada para conscientização do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil. O Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima que esse tipo de câncer corresponde até três por cento dos casos diagnosticados da doença no Brasil. São estimados 12 mil novos casos por ano na faixa etária de zero a 19 anos. De acordo com levantamento do Hospital Amaral Carvalho, são registrados em média 110 novos casos pediátricos por ano no HAC.

Segundo a médica assistente da oncologia pediátrica do HAC, Éda Manzo, diferentemente de outros tipos de câncer comuns em adultos, que podem se desenvolver por conta do estilo de vida, nos tumores infantojuvenis não existe prevenção. "O que vai fazer a diferença e aumentar os índices de cura é o diagnóstico precoce. Para isso, precisamos conscientizar as pessoas que lidam com crianças, como profissionais da saúde, educadores e sociedade em geral sobre os principais sintomas e sinais dos tumores", ressalta.

Entre os sinais e sintomas mais comuns, estão: sangramento nasal, dor abdominal dor de cabeça, febre, caroço no pescoço, dor na perna e palidez, entre outros. No entanto, esses sintomas são alerta para outras doenças que acometem crianças e adolescentes. "É necessário verificar se esses sinais são persistentes e, caso haja suspeita da neoplasia, essa criança deve ser encaminhada o quanto antes para o serviço de oncologia pediátrica. Só faz diagnóstico de câncer quem pensa em câncer", explica a médica coordenadora da oncopediatria da unidade, Larissa Polis Moreira. "Essa conduta precoce vai poder modificar toda resposta e todo curso do tratamento da criança. Temos tumores que quando chegam em fases iniciais têm noventa por cento de chance de cura e em fases avançadas têm menos de trinta por cento", completa.

Os tratamentos variam de acordo com cada situação e são baseados em quimioterapia, radioterapia e/ou cirurgia. "Depende de como o paciente chega no serviço, mas, quanto mais cedo, maiores são as possibilidades de oferecer tratamentos menos invasivos e com altas chances de cura", comenta a médica assistente da oncologia pediátrica do HAC, Gabriela Leme Arca.

 

Campanha

Entre as atividades desenvolvidas no Setembro Dourado, o HAC divulgará vídeos com informações sobre o câncer infantojuvenil e promoverá bate-papos ao vivo com médicos especialistas da área para esclarecer as principais dúvidas. Acompanhe o HAC nas redes sociais.


7 em cada 10 pacientes diagnosticados com COVID-19 saem curados do hospital

 

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa informa no Boletim da Vida desta terça-feira (01/9), que 127 pacientes foram atendidos no hospital do início da pandemia até agora e diagnosticados com COVID-19. Destes, 90 (70, 8%) receberam alta. Isso quer dizer que a Santa Casa tem mantido a média e 7 em cada 10 pacientes com resultado positivo para COVID-19 que passam pelo hospital, saem curados.

8 pacientes (6,2%) ainda permanecem internados. O hospital registra até agora 29 óbitos (22,8%) e 6 (4,7%) ainda aguardam pelo resultado de exames.

Maria Helena, de apenas 20 dias de vida, voltou a respirar após atuação rápida de policiais de Ribeirão Grande

 

RIBEIRÃO GRANDE/SP - "Quando eu ouvi o seu choro, eu chorei também", relembrou o cabo da Polícia Militar, Osmar Leite dos Santos. Ele e seu colega de farda, cabo Reginaldo Sudário de Souza, foram os protagonistas do salvamento de uma recém-nascida, na noite de ontem (31/08), na região de Sorocaba.

A menina, chamada Maria Helena, de apenas 20 dias de vida, havia se engasgado com leite materno e foi levada pelo avô e sua mãe até o Grupamento Policial (GP) do 54º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Ribeirão Grande.

"Ouvimos gritos na porta e, ao verificar, encontramos um senhor com uma criança na mão. Ela estava roxa e comecei a fazer a manobra de Heimlich", contou Santos.

O cabo disse que apesar do procedimento, a menina não desengasgava. Por isso, ele e seu colega entraram imediatamente na viatura para levá-la, juntamente com os familiares, até a Santa Casa de Misericórdia de Capão Bonito, a 12 quilômetros de distância.

"Eu fiz a massagem cardíaca durante todo o percurso, enquanto meu colega conduzia a viatura. Ela chegou a vomitar em um momento, mas não chorava e isso deu mais desespero. Quando estávamos chegando na Santa Casa ela desengasgou e voltou a respirar normalmente", completou Santos.

Na unidade médica, a menina chorou, foi atendida e passa bem. Prestes a completar 10 anos na PM, o cabo conta que passou a ficar mais emotivo depois que se tornou pai e que não conteve as lágrimas quando ouviu o choro da Maria Helena. 

O policial também relatou a importância de ter sido preparado, no curso de formação, para lidar com uma ocorrência deste tipo, o que sem dúvida contribuiu para o bom resultado. 

Sobre salvar uma vida tão nova, Santos ressaltou: "ganhei minha noite e dia de serviço. É uma vitória. Estou muito feliz e orgulhoso por ter conseguido salvá-la".

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos comunica que o Ministério da Saúde ampliou a vacinação contra o sarampo, da população de 20 a 49 anos, para até 31 de outubro, em todo o país. A ação faz parte da estratégia nacional da Campanha de Vacinação contra o Sarampo em virtude da baixa adesão, principalmente, nesta faixa etária.

Em São Carlos já foram aplicadas 8.848 doses até o momento, sendo que 2.788 doses em pessoas entre 20 e 49 anos. Em 2019 foram aplicadas 19.697 doses da tríplice viral no município.

Treze notificações da doença já foram registradas esse ano no município, com dois casos confirmados. Em 2019 foram registradas 121 notificações da doença com 30 casos confirmados.

A principal medida de prevenção e controle do sarampo é a vacinação, disponível durante todo o ano na rotina de vacinação dos serviços de saúde do município. Para viabilizar a estratégia de vacinação, foram enviadas recentemente mais 4.500 doses da vacina, além do quantitativo para o atendimento de rotina. 

As crianças de 6 a 11 meses, devem receber a dose zero da vacina tríplice viral. O calendário nacional de vacinação prevê a aplicação da primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda, aos 15 meses, para reforço.

“Todos devem levar a caderneta de vacinação para que os profissionais de saúde possam avaliar o esquema de imunização”, ressalta Crislaine Mestre, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, lembrando que a vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e Unidades de Família da Saúde (USF’s) de segunda a sexta-feira.

De acordo com o Ministério da Saúde, neste ano, já foram confirmados 7.293 casos de sarampo em 21 estados, entre eles: Pará (4.713 casos – 64,6%); Rio de Janeiro (1.241 casos – 17%); São Paulo (721 casos – 9,9%); Paraná (305 casos – 4,2%); e Santa Catarina (111 casos – 1,5%).

O Brasil permanece com surto de sarampo nas cinco regiões, com 11 estados com circulação ativa do vírus. Os estados do Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina concentram o maior número de casos confirmados de sarampo, totalizando 7.091 casos. No momento, o país registra cinco óbitos por sarampo, sendo três no Pará, um no Rio de Janeiro e um em São Paulo.

Ação ajuda no controle do Coronavírus no ambiente hospitalar. Prefeitura publicou Decreto prorrogando até 15 de setembro as medidas de distanciamento social

 

IBATÉ/SP - O Hospital Municipal de Ibaté está atuando de forma preventiva desde a triagem dos atendimentos. Os casos de emergências respiratórias ou suspeitos de Covid-19 são encaminhados para a entrada principal, com acesso pela rua Floriano Peixoto. Já os atendimentos convencionais estão sendo feitos com entrada pela rua 15 de Novembro, das 6h às 22h.

A ação foi implantada no município em março de 2020, logo no início da pandemia do novo Coronavírus, quando a Prefeitura criou quatro leitos para estabilização de casos suspeitos. Na mesma época, foi instalada uma tenda para facilitar um segundo acesso separado para os demais pacientes,  que ficou popularmente conhecida na cidade como "Tenda".

Segundo a Secretária-adjunta Municipal de Saúde, Elaine Sartorelli Breanza, a medida tem ajudado muito no controle da disseminação do vírus no ambiente hospitalar. "Os pacientes não têm contato entre si, além de evitar aglomerações, já que os dois espaços são bem amplos e distantes um do outro".

Elaine Sartorelli Breanza lembrou, ainda, que os cuidados começam antes da chegada do paciente ao hospital, quando é requisitado transporte por ambulância. "Se o paciente relatar algum sintoma da Covid-19 ele é levado, diretamente, para atendimento de casos suspeitos. Manter as medidas sanitárias ainda é muito importante, tanto dentro quanto fora do hospital, com o uso de máscaras de proteção facial, uso de álcool em gel para higienização das mãos e evitando aglomerações", alertou.

Decreto e Dados

Nesta segunda-feira (31) a Prefeitura de Ibaté publicou o Decreto n◦2.877, prorrogando até 15 de setembro de 2020 as medidas de distanciamento social e a suspensão das atividades não essenciais no âmbito da administração municipal, previstas no Decreto Municipal nº 2.844, de 22 de abril de 2020, considerando que o município de Ibaté está classificado pelo Governo do Estado como Fase 3, dentro do Plano São Paulo.

Segundo dados da Vigilância Epidemiológica e do Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, do total de casos positivos registrados no município, que é 239 (dados de sábado 29.8), 207 estão recuperados, o que representa 86,61%. Os 29 casos ativos (12,13%) estão sendo acompanhados em isolamento domiciliar e, infelizmente, o município registrou três óbitos, sendo que a última morte pela doença ocorreu há quase um mês, em 6 de agosto.

O próximo relatório consolidado de casos em Ibaté será divulgado na segunda-feira, 7 de setembro. Diariamente, a Prefeitura publica em seu site (ibate.sp.gov.br) um boletim atualizado da situação da doença no município.

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal realizará nesta quinta-feira (3), às 10h, no Plenário, uma audiência pública para tratar de assuntos relacionados às cirurgias eletivas, falta de anestesia, exames laboratoriais e raio X nas UPAs  de São Carlos. A audiência pública atende ao requerimento no. 524/20, aprovado por unanimidade pelos vereadores.

Foram convidados a participar da audiência o prefeito Airton Garcia, os secretários municipais de Saúde, Marcos Palermo, e de Fazenda, Mário Antunes, a diretora do Departamento Regional de Saúde (DRS-III), Sonia Regina Souza Silva, e o provedor da Santa Casa de São Carlos, Antonio Valério Morillas Júnior.

Devido à pandemia do covid-19, a população não terá acesso ao plenário do Legislativo, mas audiência pública será transmitida  ao vivo pelo canal 08 da NET, online via facebook e canal do YouTube, por meio da página ofícial da Câmara Municipal (www.camarasaocarlos.sp.gov.br).

A quantidade disponível de bolsas de sangue deve durar até a próxima semana

 

SÃO CARLOS/SP - O Banco de Sangue da Santa Casa precisa com urgência de doadores de todos os tipos sanguíneos, principalmente de O positivo e A positivo. Mesmo com a pandemia, em média, passavam pelo Banco de Sangue 30 doadores por dia. Com essa quantidade, os estoques estavam se mantendo estáveis.

Mas nas últimas duas semanas, as doações diminuíram 50% e o número de voluntários caiu para 12 por dia. E, muitos doadores que agendaram horário, não compareceram ao local para realizar a doação.

A quantidade disponível de bolsas de sangue no estoque deve durar até a próxima semana, o que é muito preocupante, já que o Banco de Sangue atende todas as demandas de cirurgias e emergências da Santa Casa. Além disso, o Banco de Sangue dá suporte também para o Hospital Universitário e hospitais da região que necessitam de ajuda. 

De acordo com a Coordenadora do Banco de Sangue da Santa Casa, Ariane Iazorli, as doações diminuíram e as demandas de transfusão de sangue aumentaram. Além disso, os doadores não estão procurando o Banco de Sangue para fazer os agendamentos. “Nós ligamos para os doadores, muitos não atendem ou falam que não é possível doar no momento. O frio também afastou as pessoas que costumavam fazer as doações. Outra dificuldade tem sido os doadores que agendam horários e não comparecem no dia para doar e isso atrapalha, pois contamos com aquela doação e o horário está reservado para a pessoa. Nossa preocupação também é em garantir plaquetas para as próximas semanas. Elas são essenciais nas cirurgias cardíacas. Contamos com o apoio e mobilização da população para abastecermos os estoques”, explica a coordenadora.

Devido à pandemia da COVID-19, o Banco de Sangue tem seguido as regras da Associação Brasileira de Hematologia. É obrigatório o uso de máscara de proteção facial. Foi proibida a entrada de acompanhantes. Pra facilitar, as doações estão sendo agendadas pelo WhatsApp ou pelo telefone fixo para evitar aglomerações. Sendo assim, é possível garantir a proteção de todos os doadores e profissionais.

Vale ressaltar que para ser doador, é preciso ter entre 18 e 69 anos, ter mais de 50 Kg e estar em boas condições de saúde. O voluntário também não pode fumar uma hora antes da doação e nem ingerir bebida alcoólica 24 horas antes. E é preciso apresentar um documento oficial com foto.  

 

SERVIÇO:

BANCO DE SANGUE DA SANTA CASA

AGENDAMENTO DE DOAÇÕES:

(16) 99104-6748 (WhatsApp) e (16) 3509-1230 (fixo)

De segunda a sexta-feira, das 8h às 15h

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

Segunda a sexta-feira – 8h às 12 horas

Sábados – 8h às 11 horas

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa neste domingo (30/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 2.131 casos positivos para COVID-19 (nenhum resultado positivo foi divulgado hoje), com 38 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 2.131 casos positivos, 1.968 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 164 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 123 receberam alta hospitalar, 16 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 35 positivos internados foram a óbito. 2.022 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.408 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (nenhum resultado negativo foi liberado hoje). Estão internadas neste momento 33 pessoas, sendo 14 adultos na enfermaria (10 positivos, 1 suspeitos e 3 negativos). Na UTI adulto estão internadas 18 pessoas (14 positivos, 3 suspeitos, 1 negativo). Já na enfermaria nenhuma criança está internada. Na UTI uma criança está internada com suspeita da doença.13 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 64,3%. Neste momento São Carlos disponibiliza 28 leitos de UTI/SUS, sendo 18 na Santa Casa (14 adultos e 4 na ala infantil) e 10 para adultos no Hospital Universitário (HU-UFSCar). Na rede privada nenhuma pessoa está internada na enfermaria. Na UTI 1 criança está internada com suspeita de COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 12.393 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 11.147 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.246 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.918 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.704 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.417 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

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