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SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos já iniciou a substituição da rede de distribuição de água da rua Dona Alexandrina, no trecho compreendido entre a avenida Trabalhador São-carlense e a rua Jesuíno de Arruda. Serão substituídos aproximadamente 5.000 metros de rede de água e 277 ligações domiciliares.

“As redes da região central possuem mais de 70 anos e foram construídas com materiais que sofreram muito desgaste com o passar do tempo. As substituições ocorrerão de forma gradual, com priorização das redes de distribuição que possuem maior índice de reparo por vazamento”, informa Benedito Marchezin, presidente do SAAE.

Na execução dos trabalhos está sendo empregado o Método Não Destrutível (MND), utilizando técnica de perfuração direcional, com considerável diminuição na necessidade de abertura de valas e recortes no asfalto, tudo para reduzir intercorrências na região central. Outra inovação é a utilização de tubos maiores em PEAD (Polietileno de Alta Densidade) com solda em termofusão, proporcionando maior resistência, durabilidade e facilidade de instalação às novas redes públicas. A expectativa é que a tecnologia praticamente elimine os futuros problemas de vazamento na rede. 

O custo global da obra é de R$ 528.828,92, com prazo estimado de conclusão de 4 meses. Do valor, 34% será suportado por recursos próprios do SAAE e 66% a partir de projeto aprovado junto ao Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO), com repasse ao município sem a necessidade de reembolso ao órgão estadual.

A obra marca o início das melhorias que constam do planejamento do SAAE para os próximos anos e tem como objetivo principal a redução dos índices de perdas de água no município, além de garantir a regularidade e qualidade na distribuição de água potável à população.

SÃO CARLOS/SP - Ontem, 11, moradores entraram em contato com a Rádio Sanca para relatar um vazamento de água e uma cratera que se abria na Rua Itália, na Vila Prado, onde postamos uma matéria (link) e ligamos para o SAAE.

Prontamente fomos atendidos e bem atendidos, diga-se de passagem, pelo Diretor da autarquia, que nos disse que iria arrumar o problema caso o tempo deixasse.

Na manhã de hoje, 12, os trabalhadores do SAAE já estavam no local para acabar com o desperdiço d’água e fechar a cratera aberta devido o vazamento.

Os moradores enviaram a foto do trabalho realizado agradecendo.

- Queremos agradecer a Rádio Sanca por nos ajudar, intervindo ao Saae e o mesmo resolvendo o problema que se arrastava há meses. Muito obrigado.

A Rádio Sanca agradece aos moradores que confiam em nosso trabalho, e agradecemos ao SAAE por sempre nos atender tão bem.

SÃO CARLOS/SP - Moradores entraram em contato com a Radio Sanca, onde um vazamento de água está incomodando e preocupando os munícipes, pois além do desperdício d’água, o local está abrindo uma cratera ao lado.

O vazamento está localizado na Rua Itália, próximo ao número 444, na Vila Prado em São Carlos, e o moradores comentaram:

- Nós ligamos no SAAE há mais de 5 meses e inclusive temos os protocolos, porém até esta data ninguém veio sequer ver o problema, e como já não bastasse o vazamento ao lado abre essa cratera (fotos abaixo).

Outro morador explicitou o perigo:

- O perigo é um motociclista ou uma criança caírem aí, olhem a profundidade disso.

Nossa reportagem entrou em contato com um diretor do SAAE, que inclusive fomos muito bem atendidos, e nos disse que vai arrumar o vazamento esta semana se o tempo ajudar.

SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE São Carlos) comunica que a partir do próximo sábado (30/10) realizará o remanejamento da adutora do Ribeirão Feijão. Essa mudança será necessária devido às obras que estão sendo realizadas pela Concessionária RUMO na Praça Itália.

O remanejamento é um serviço de alta complexidade, porém, necessário para a execução do projeto de duplicação da passagem inferior da Praça, que passará ter 4 pistas. A captação de água do Ribeirão Feijão é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 30% da população residente na cidade, atingindo diretamente a região central e todas as regiões dos bairros Cidade Aracy, Vila Prado, Vila Nery, Vila Monteiro, Vila Alpes e Cidade Jardim. O volume de água que deixará de ser tratado e distribuído à população é da ordem de 1.200.000 litros por hora.  

O remanejamento da adutora deve ser concluído no domingo (31/10), porém como os níveis dos reservatórios estarão baixos, a normalidade do abastecimento poderá ocorrer somente no início da noite de domingo. 

O SAAE solicita aos usuários que utilizem racionalmente a água, evitando ao máximo qualquer desperdício. Os serviços poderão ser adiados em função das condições climáticas. Outras informações podem ser obtidas no Serviço de Atendimento ao Usuário pelo telefone 08000-111-064.

EUA - Elas podem estar na água, no ar, nos alimentos, nas embalagens, nos xampus e na maquiagem… Os Estados Unidos anunciaram na segunda-feira (18) uma ofensiva contra as PFAS, substâncias químicas muito comuns, mas nocivas à saúde.

A Agência americana de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) publicou uma diretriz para os três próximos anos, que estabelece, entre outras medidas, limitar estas substâncias per ou polifluoroalquiladas (PFAS) na água potável.

Há milhares de PFAS: seu ponto em comum é que se desintegram muito lentamente, o que lhes rendeu às vezes o apelido de “produtos químicos eternos”. Uma vez ingeridas, acumulam-se no organismo.

Segundo alguns estudos, a exposição a elas pode provocar esterilidade, atrasos no desenvolvimento das crianças, riscos crescentes de obesidade ou da ocorrência de alguns tipos de câncer (próstata, rim, testículos…), aumento da taxa de colesterol ou redução da resposta imunológica frente a algumas injeções ou após uma vacina.

A agência americana prevê designar algumas PFAS como “substâncias perigosas” e reivindicar que a indústria que as produz ofereça informação sobre sua toxicidade.

“Há muito tempo, as famílias americanas – em particular nos bairros desfavorecidos – sofreram com as PFAS na água, no ar ou nos terrenos onde seus filhos brincam”, declarou em um comunicado o diretor da EPA, Michael Regan.

“Esta estratégia completa sobre as PFAS protegerá as pessoas que sofrem, tomando medidas concretas e corajosas ao se atacar o ciclo de vida completo destas substâncias químicas”.

A diretriz define três eixos: aumentar as pesquisas sobre as PFAS, agir para “limitar” sua disseminação no meio ambiente e acelerar a limpeza dos locais contaminados.

SÃO CARLOS/SP - Louça suja, casa empoeirada, mãos que não podem ser higienizadas (Covid-19), roupa pra lavar, comida pra cozinhar, banho para tomar... são os desafios que muitos são-carlenses estão enfrentando, pois falta água na cidade há dias, segundo denúncias que chegam a Rádio Sanca.

São diversos bairros de norte a sul, leste a oeste estão com esse problema de falta d’água, inclusive uma das denúncias na Rua Pastor Bento, no bairro Jacobucci, são de que o relógio fica girando com ar apenas.

Internautas do Cruzeiro do Sul, nos disseram que a água chega nas madrugadas e acaba por volta das 10h da manhã.

“É nítido que a seca que estamos enfrentando poderia ocorrer esse fato de falta d’água, porém como pagador de impostos e da água o mínimo seria o SAAE nos avisar o que está acontecendo e nos dizer que horas vai acabar e que horas voltar a água, porém não temos uma satisfação” desabafou internauta na Vila Nery.

Já o munícipe da Vila Prado ressaltou: “Como que se trabalha? Como que se mantém a higiene sanitária inclusive por conta da covid?  É uma vergonha!”

O cidadão que mora no Santa Felícia além de reclamar da falta de água murmurou do desperdício de algumas pessoas. “Falda de água aqui no bairro é constante, com seca, sem seca, pois vira e mexe queima a bomba (o que Saae alega), mas quando tem água, o povo não colabora, pois vemos pessoas lavando calçadas e carros, poxa reutilize água pra lavar calçada e não use água limpa e tratada, pois atitudes assim colabaram para faltar esse liquido precioso”.

A Rádio Sanca entrou em contato com a secretaria de comunicação para ter um posicionamento do SAAE, mas até o fechamento desta matéria não obtivemos resposta.

SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) comunica que devido a problemas na rede elétrica da CPFL PAULISTA na noite deste domingo (18/07),  ocorreu a paralisação da Unidade de Captação e Bombeamento do Ribeirão Feijão.

Como a captação do Ribeirão Feijão é responsável por aproximadamente 40% do abastecimento do município, o fornecimento de água ficou prejudicado.

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Até o momento não há previsão para o reestabelecimento da energia no local, sendo que a normalização do abastecimento ocorrerá de forma gradual assim que resolvido o problema.

Outras informações podem ser obtidas através do serviço de atendimento ao usuário pelo telefone 08000 111 064. A ligação é gratuita.

Posicionamento:

A CPFL Paulista informa que o problema ocorrido na rede elétrica em São Carlos, na madrugada desta segunda-feira, 19, foi decorrente de uma tentativa de furto de cabos na cidade. A CPFL agiu rapidamente e restabeleceu o serviço com a maior agilidade possível. 

Vale ressaltar que esta atividade criminosa causa transtornos à distribuidora mas, principalmente, aos clientes, já que o furto de fio e cabo de energia gera interrupção no fornecimento em grandes proporções. Mesmo agindo rapidamente para resolver o problema e garantir energia para serviços essenciais como hospitais, o restabelecimento total depende da extensão do furto. Além disso, há o deslocamento de equipes, que deixam de atuar em manutenção preventiva no sistema elétrico para apoiar no restabelecimento emergencial.

Os consumidores da CPFL Paulista podem contribuir para o combate ao roubo e furto por meio dos canais de denúncia disponibilizados pela concessionária. Denúncias podem ser realizadas pelo Central de Atendimento da CPFL  0800-0101010 ou ainda, fazer a denúncia diretamente à polícia militar, através do número 190.​

Até 2030 uso de água, que já é grande no país, deverá aumentar em 24%, porém apenas 1% da oferta deste recurso é oriunda de reaproveitamento. Na cidade de Hidrolândia, a 36 quilômetros de Goiânia, projeto pioneiro de fertirrigação em indústria de lacticínios mostra que é possível aumentar esse percentual de reuso

 

SÃO PAULO/SP - O uso da água potável no país deverá crescer 24% até 2030, superando a marca de 2,5 milhões de litros por segundo, segundo dados do Manual de Usos Consuntivos da Água no Brasil. Embora sejamos uma das nações mais ricas na disponibilidade de água doce no mundo, abusamos dessa abundância natural e perpetuamos uma cultura do desperdício. 

Sendo assim, neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, nós brasileiros temos pouco o que comemorar e muitos desafios pela frente, e um dos principais é o reaproveitamento da água, uma prática ainda pouco relevante no País. Para se ter uma ideia, segundo o estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) “O Impacto Econômico dos Investimentos de Reúso de Efluentes Tratados para o Setor Industrial”, de 2018,  menos de 1% da oferta de água no país provém de reúso de efluentes tratados. Enquanto isso, em Israel, país que convive com a escassez desde sua origem, 70% da oferta vem da reutilização de efluentes. 

Estima-se que o reúso de água não potável seja de 2m³/s, uma vazão ínfima perto do total da água retirada no País, 2.083 m³/s segundo dados do estudo Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, de 2018. A meta proposta pelo governo federal é que o reúso não potável direto no Brasil alcance 13 m³/s até 2030.

E é frente a esse desafio ambiental enorme que iniciativas como da indústria de laticínio Marajoara, localizada na cidade goiana de Hidrolândia, a 36 quilômetros de Goiânia, merecem ser aplaudidas e copiadas.  A empresa inaugurou recentemente um inovador projeto de fertirrigação desenvolvido em que direciona a água residual de seus processos fabris, que é tratada de sua própria Estação de Tratamento de Resíduos (ETE), para um pasto de aproximadamente 14 hectares, vizinho à sede da indústria. 

“O nosso sistema de tratamento da água por flotação assegura uma eficiência superior a 90%, bem mais do que os 60% exigidos pela legislação ambiental. Até então, essa água já devidamente tratada era lançada  no Córrego Grimpas. Porém, com esse projeto de fertirrigação conseguiremos dar uma destinação mais sustentável para essa água”, diz o presidente do Grupo Marajoara, André Luiz André Luiz Rodrigues Junqueira. 

Três bombas instaladas em tanques de água tratada que percorrerão quase um quilômetro em tubulações até chegar ao destino, onde será criado gado de corte. Em média, serão jorradas no local 75 mil m³ de água por hora.  A cada 12 horas, serão um milhão de litros de água de reuso reaproveitados.  O sistema será composto por cerca 600 aspersores, sendo que cada um irá lançar água a uma distância máxima de um raio de 11 metros. Isso faz com que cada gota de água seja muito bem aproveitada, evitando o desperdício.

O pasto será dividido em piquetes para se fazer o manejo rotativo e a expectativa é que a produtividade aumente em cinco vezes.  “Através deste sistema, independentemente do período do ano, se de seca ou não, você terá pasto verde e abundante para gado”, explica o  zootecnista da Marajoara, Diego Dantas Colnago. 

Ele cita outra vantagem: por meio do sistema instalado, é possível fazer a suplementação para o pasto diluindo-o nos próprios tanques da ETE, facilitando o processo. “Com água e nutrientes necessários, o pasto ficará mais saudável, refletindo no ganho de peso do gado”, explica. O zootecnista lembra ainda que além da pastagem, o sistema de fertirrigação por meio de reuso de água pode ser perfeitamente usado em outros cultivos, como milho, sorgo e soja. 

Aquíferos
Da concepção do projeto até o início das obras para sua instalação, no fim de janeiro, foram necessários seis meses de estudos técnicos no solo da área e outros quase cinco meses para aprovação junto da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). De acordo com a bióloga Daniela Souza Silva, diretora da Ecovel, empresa que assessora ambientalmente a Marajoara, o projeto também, a médio prazo, servirá como um importante mecanismo de recarga dos aquíferos locais ou lençóis freáticos. “Com esse sistema de fertirrigação, parte da água é absorvida pela planta, no caso o capim do pasto, parte é evaporada e uma parte significativa vai para o lençol freático”, explica a consultora.

O projeto de fertirrigação é uma continuidade de um outro projeto de sustentabilidade da empresa, que é desenvolvido há pouco mais de dois anos a partir da ETE da Indústria: é o uso da biomassa, que é extraída dos efluentes após o processo de tratamento, virando fertilizante. Esse adubo é fornecido gratuitamente a pequenos produtores rurais em Hidrolândia. Rica em nutrientes importantes para o gado leiteiro, a mistura é aplicada no pasto dessas pequenas propriedades, assegurando uma produtividade e qualidade para alimentação dos animais, e o que é melhor, sem agredir o meio ambiente.

SÃO CARLOS/SP - Uma música infantil que diz: “um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam, incomodam muito mais...” serve direitinho para o assunto que vamos abordar.

Moradores da Rua Luiz Rodrigues Sampaio, no bairro Santa Felícia, estão literalmente incomodados não com um elefante, mas com dois vazamentos de água próximos aos números 70 e 120.

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Segundo moradores que entraram em contato conosco pelo WhatsApp, os vazamentos vão fazer aniversário. “Ivan Lucas, há pelo menos 5 meses que estão vazando água tratada. Há pelo menos cinco meses já solicitamos reparo e até hoje (26), nada. Estamos incomodados com essa situação, até quando vai ficar assim? Daqui a pouco vamos comprar bolo e velas, pois em breve fará aniversário” desabafou a moradora.

A Rádio Sanca vai entrar em contato com SAAE para que está situação seja resolvida antes do aniversário, e temos convicção que o problema será solucionado.

SÃO CARLOS/SP - Moradores da Vila Brasília, estão encabulados com um vazamento de água que há muito tempo estão tentando resolver através dos meios legais como 08000 111 064, indo até a unidade da autarquia, mas até agora nada.

“Já fizemos o impossível, mas até agora ninguém fez nada, agora estamos tentando a imprensa através da Rádio Sanca” disse uma moradora.

O vazamento está localizado na Rua Antônio Narvais, em frente ao número 191, e muita água potável está correndo bueiro abaixo, ou seja, dinheiro público indo pelo ralo, como disse a denunciante.

Nossa reportagem vai entrar em contato com o SAAE.

Veja o vídeo!

 

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