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MUNDO - O presidente da Argentina, Alberto Fernández, enviou nessa terça-feira (17) ao Congresso um projeto para a legalização do aborto, medida bastante esperada pelos movimentos de mulheres que há anos pedem sua aprovação.

A iniciativa, que conta com amplo respaldo social, mas que é fortemente questionada pelos setores religiosos da sociedade argentina, legalizaria a "interrupção voluntária da gravidez".

"Minha convicção é que o Estado acompanhe todas as pessoas gestantes em seus projetos de maternidade. Mas também estou convencido de que é responsabilidade do Estado cuidar da vida e da saúde de quem decide interromper a gravidez durante os primeiros momentos de seu desenvolvimento", disse Fernández em mensagem publicada nas redes sociais.

Atualmente, vigora na Argentina uma lei de 1921 que permite a interrupção voluntária da gravidez apenas quando há riscos graves para a mãe ou em caso de estupro. Ativistas dizem, no entanto, que muitas vezes as mulheres não recebem os cuidados adequados e citam diferenças de acordo com regiões e classes sociais.

Em 2018, o projeto de descriminalização do aborto foi votado no Congresso, mas não chegou a ser aprovado por margem estreita.

"O debate não é dizer sim ou não ao aborto. Os abortos ocorrem de forma clandestina e colocam em risco a saúde e a vida das mulheres que a eles se submetem. Portanto, o dilema que devemos superar é se os abortos serão realizados na clandestinidade ou no Sistema de Saúde argentino", disse Fernández.

 

 

*Por Lucila Sigal - Repórter da Reuters

MUNDO - O ex-astro do futebol Diego Maradona deixou nesta última quarta-feira o hospital onde estava internado e dará prosseguimento ao tratamento de reabilitação em casa, após ser submetido a uma operação na cabeça e enfrentar quadro de abstinência.

Acompanhado de parte da família, o argentino foi transferido em uma ambulância para completar sua recuperação em sua residência nos arredores de Buenos Aires.

Maradona, de 60 anos, foi operado na semana passada de um hematoma subdural e depois, por decisão familiar e médica, permaneceu hospitalizado devido a uma "baixa anímica, anemia e desidratação" e um quadro de abstinência devido ao vício em álcool, segundo os primeiros informes médicos.

"Sempre é preciso cuidar dele, agora ainda mais", disse Leopoldo Luque, médico particular do ex-jogador, após anunciar a alta hospitalar de Maradona na tarde desta quarta-feira.

Matías Morla, advogado do ex-jogador, disse que Maradona "talvez tenha passado o momento mais duro de sua vida", e considerou um "milagre" que os médicos tenham diagnosticado o hematoma na cabeça "que poderia ter lhe tirado a vida".

"O bom é que Diego está inteiro, Diego está firme, Maradona ainda dura um tempo", acrescentou Morla.

O campeão mundial em 1986 é o atual técnico do clube Gimnasia y Esgrima La Plata, mas foi obrigado a deixar o comando da equipe nas mãos de seus assistentes há algumas semanas devido aos problemas de saúde.

 

 

*Por: Por Ramiro Scandolo / REUTERS

MUNDO - O ex-jogador de futebol argentino Diego Maradona, de 60 anos, foi operado com êxito na noite de terça-feira de uma hemorragia na cabeça, detectada em um exame de rotina.

“O hematoma foi drenado com sucesso. Diego tolerou bem a cirurgia. Ele está acordado e está tudo bem. Ele está sendo monitorado. Ele tem um pouco de sangramento. Ele continuará a ser observado”, informou o médico pessoal do ídolo argentino, Leopoldo Luque, na clínica particular na cidade de Olivos, norte de Buenos Aires, onde foi realizada a operação.

Luque havia informou mais cedo que estaria à frente da cirurgia de "um hematoma subdural" e garantiu que seu paciente estava "lúcido", "calmo" e "de acordo" com o tratamento.

O campeão da Copa do México em 1986 foi internado na segunda-feira em uma clínica na cidade de La Plata (60 km ao sul, de Buenos Aires) para uma série de exames médicos. Após o ex-jogador reclamar de um desconforto na cabeça, foi realizada uma tomografia computadorizada que detectou o hematoma, possivelmente resultado de um ferimento, segundo a imprensa local.

Maradona, que completou 60 anos na sexta-feira passada, foi transferido em uma ambulância da unidade médica de La Plata até Olivos.

Grupos de torcedores se reuniram na porta da clínica onde foi realizada a operação, e exibiram grandes faixas com imagem do ídolo e as palavras "Força Diego!", entre outras de incentivo.

Maradona tem sofrido de inúmeros problemas de saúde, muitos deles devidos a excessos. Entre os mais graves estão uma crise cardíaca por overdose de drogas em 2000 no balneário uruguaio de Punta del Este e quatro anos depois uma dupla doença coronariana e respiratória que o levou à beira da morte.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - Três dias após ter completado 60 anos, o craque argentino Diego Armando Maradona foi internado em uma clínica nesta última segunda-feira (2), em La Plata, capital da província de Buenos Aires.

Segundo o diário Olé, da Argentina, o jornalista e amigo de Maradona Daniel Arcucci confirmou que o ídolo argentino sofre de anemia. Está descartada a possibilidade de Covid-19, pois o ex-jogador realizou testes que teriam dado negativo.

A última aparição pública de Maradona foi justamente na sexta, dia de seu aniversário, quando o time que comanda, Gimnasia y Esgrima, venceu o Patronato por 3 a 0, na rodada de abertura da Copa Liga Profissional, campeonato que dará uma vaga na Libertadores de 2021 e outra na Copa Sul-Americana de 2022.

De acordo com a imprensa argentina, Maradona, que foi homenageado no estádio por conta de seu aniversário, já parecia debilitado, com dificuldade para levantar o braço esquerdo e precisando de ajuda para andar, tanto que não permaneceu para comandar seu time durante a partida.

Maradona foi convencido pelos médicos na tarde desta segunda para ser internado e não apresentou resistência.

 

 

*Por: ISTOÉ

MUNDO - O governo argentino anunciou na segunda-feira medidas para aliviar a pressão sobre sua moeda e afastar as expectativas de desvalorização, no momento em que a cotação do peso frente ao dólar no mercado ilegal registrou um novo recorde, uma decisão apoiada pelo FMI.

A moeda argentina foi negociada na segunda-feira a 83,21 pesos por dólar, mas chegou a ser vendida pela cotação recorde de 181 pesos no mercado ilegal.

Entre as medidas anunciadas estão uma licitação de bônus por 750 milhões de dólares em novembro e a revogação da proibição que era aplicada aos investidores não residentes na Argentina de vender títulos a serem liquidados em moeda estrangeira.

A diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Geogieva, respaldou as medidas.

"Continuaremos apoiando as autoridades enquanto trabalham para aliviar as pressões cambiais, ancorar a estabilidade econômica e estabelecer as bases para a recuperação", escreveu no Twitter.

A mensagem foi publicada depois de uma conversa telefônica entre a diretora do FMI e o ministro da Economia da Argentina, Martín Guzmán.

"Conversa muito valiosa hoje com a diretora geral do Fundo Monetário Internacional @KGeorgieva. Obrigado! No âmbito de um diálogo produtivo, o FMI compartilha nossa visão de que a Argentina precisa transitar o caminho para a estabilidade e o crescimento econômico", respondeu o ministro na mesma rede social.

A Argentina mantém desde o fim de 2019 um sistema de restrição para a compra de divisas imposta no final do governo do liberal Mauricio Macri para frear a fuga de divisas, sistema fortalecido por seu sucessor, o peronista Alberto Fernández.

Desde 2019 existe uma cota para a compra de moeda estrangeira para a captação de 200 dólares por mês com uma cotação sobre a qual incide uma taxa de 30% e desde 15 de setembro foi acrescentada outra retenção de 35% para desestimular a poupança em moeda estrangeira e conter a saída de divisas.

BUENOS AIRES - O astro Lionel Messi pediu mais educação para o desenvolvimento dos jovens e luta pela igualdade na sociedade argentina, em meio à pandemia do coronavírus.

Messi se referiu a essas questões alheias ao futebol em uma entrevista à revista La Garganta Poderosa, uma publicação que pertence à uma organização social feita por pessoas de bairros pobres da Argentina, publicada nesta quinta-feira (15).

“A educação é a base de tudo”, disse o atacante do Barcelona, que é capa da edição número 100 da revista. “Quando não há conhecimento da realidade, a opinião não tem valor, é puro ruído”, acrescentou.

Messi pediu para que questões fundamentais sejam preservadas em meio à pandemia, “como a água, a eletricidade, e inclusive os alimentos de primeira necessidade”.

“A desigualdade é um dos grandes problemas da nossa sociedade e é preciso lutar para corrigir isso o quanto antes”, apontou o atleta, de 33 anos.

No âmbito desportivo, depois de representar a seleção argentina nos dois primeiros jogos das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, Messi disse que está menos obcecado com o gol e que tenta “direcionar o máximo para o coletivo”.

 

 

*Por: Ramiro Sandolo / REUTERS

MUNDO - "O Fundo Monetário Internacional (FMI) não tem a intenção de pressionar a Argentina neste momento", afirmou sua diretora-gerente, Kristalina Georgieva, ao comentar a visita que inicia nesta terça-feira a Buenos Aires uma missão do órgão multilateral, no momento em que o país espera renegociar seu acordo de crédito.

"Viemos à Argentina, antes de tudo, para ouvir as autoridades, o povo argentino. Ficou muito claro para nós nesta crise que é importante apoiar as empresas e, o que é mais importante, os trabalhadores. De forma que não viemos com o pensamento de 'Bom, vamos ver como podemos cortar ainda mais os gastos nestas circunstâncias'", declarou Kristalina à rede de TV CNN.

Uma missão formada por Julie Kosack e Luis Cubeddu chegou a Buenos Aires hoje para, juntamente com o representante residente, Trevor Alleyne, manter conversas antes da negociação de um novo programa de crédito com o FMI, que substitua o assinado em 2018, envolvendo 57 bilhões de dólares.

Deste empréstimo, a Argentina recebeu 44 bilhões, mas o presidente Alberto Fernández renunciou ao restante ao assumir o cargo, em dezembro passado. Os primeiros reembolsos estão previstos para setembro de 2021.

Um pequeno grupo de militantes manifestou-se hoje contra o FMI em frente à sede do Banco Central argentino, em Buenos Aires.

"Vamos ver o rumo que o diálogo toma. Esperamos que seja útil à Argentina para definir objetivos de crescimento a médio prazo, para ver quais são os obstáculos ao crescimento e, também, para que a economia saia fortalecida e possa atender as expectativas do povo argentino", disse Kristalina Georgieva. "Queremos ser parte de uma solução duradoura ao que tem sido, por tanto tempo, ciclos de avanços e retrocessos no país. Vamos com a mente aberta, para buscar uma forma de a Argentina ter solidez, estabilidade e prosperidade."

Com uma inflação de mais de 40% ao ano e em recessão desde 2018, a Argentina também viu dispararem os índices de pobreza (40,9%) e desemprego em meio à pandemia. O governo prevê para 2021 um déficit fiscal de 4,5%.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - A Coca-Cola vai transferir o escritório administrativo regional de Buenos Aires para o Rio de Janeiro. A empresa anunciou que está “passando por uma reorganização de sua estrutura para acelerar sua estratégia de crescimento”. A companhia não disse quando a mudança será feita.

“Na América Latina, a reorganização implica a criação de 3 novas zonas que substituirão a estrutura atual [que opera em Buenos Aires] e funcionarão com as equipes globais. A Argentina está integrada na nova estrutura do sul da região, que inclui Brasil, Paraguai, Uruguai, Chile e Bolívia”, disse a empresa. Essa é a estrutura que estará sediada no Rio de Janeiro.

O comunicado foi feito na última 3ª feira (30) no perfil oficial da filial argentina da Coca-Cola no Twitter. A empresa afirmou que não está “abandonand0″ o país. Disse que não vai haver mudanças na produção, embalagem e distribuição nacionais.

“A Coca-Cola tem 1 relacionamento próximo com a Argentina, com compras anuais de US$ 500 milhões em produtos de economias regionais”, escreveu a empresa.

Nos últimos meses, diversas empresas deixaram a Argentina, que enfrente uma profunda crise econômica, para outros países. Entre elas, a Latam, a Falabella (rede de lojas de departamentos chilena) e o Glovo (aplicativo de delivery).

O PIB (Produto Interno Bruto) da Argentina caiu 19,1% no 2º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado. É a maior queda da economia argentina levando em conta a comparação anual.

O resultado negativo deve-se, claro, ao impacto financeiro causado pela pandemia da covid-19. No entanto, a crise econômica na Argentina remonta a meados de 2018, ainda no governo de Maurício Macri. Com uma alta dívida externa e uma moeda desvalorizada, o país acumula índices negativos – é o 4º recuo seguido.

A Casa Rosada até chegou a 1 acordo com credores para quitar a dívida, mas o problema de câmbio segue em escalada, com o dólar em alta.

 

 

*Por: Marina Ferraz / PODER360

MUNDO - Um protesto em massa ocorreu neste domingo em diferentes pontos da Argentina contra o governo de Alberto Fernández e a quarentena obrigatória, segundo imagens transmitidas pela TV local.

Convocado pelas redes sociais sob as hashtags #13STodosALasCalles, #13SPorLaRepublica e #13SJuntosContraLaIMPUNIDAD, tratou-se de uma mobilização popular, com pessoas e veículos exibindo bandeiras nacionais.

O governo argentino decretou uma quarentena obrigatória em 20 de março, que segue vigente. Ainda assim, a pandemia não cede no país, que registrou há 10 dias um recorde de mais de 12 mil casos em 24 horas e, neste domingo, acumulava quase 550 mil casos, com mais de 11 mil mortos, segundo dados oficiais.

Os protestos, chamados "banderazos", reúnem cidadãos usando máscara nas ruas das principais cidades do país e perto de estradas. A manifestação de hoje coincidiu com uma coluna publicada pelo ex-presidente liberal Mauricio Macri (2015-2019) no jornal "La Nación" em que ele critica duramente a gestão do seu sucessor.

A Argentina atravessa uma dura crise econômica e está em recessão desde 2018. Um total de 40% da população vive na pobreza. O desemprego atingiu 10,4% no primeiro trimestre e a cifra se agrava devido ao confinamento obrigatório.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - A Argentina conseguiu reestruturar 98,8% de sua dívida de 41,7 bilhões de dólares em títulos de acordo com a legislação nacional, anunciou o ministro da Economia, Martín Guzmán, uma semana após o bem-sucedido swap de títulos com credores estrangeiros.

En entrevista coletiva, Guzmán informou que "98,8% da dívida que emitimos sob a lei argentina foi reestruturada".

"Ainda dá tempo de aderir. Ninguém rejeitou essa oferta", acrescentou o ministro, explicando que o prazo final para a reestruturação dessa dívida termina em 15 de setembro.

Para essa reestruturação, a Argentina ofereceu um swap de dívida nos mesmos termos que pactuou para os 66 bilhões de dólares em títulos emitidos em direito estrangeiro, processo que terminou em 28 de agosto com 99% de adesão, após meses de duras negociações e uma oferta governamental significativamente melhorada após a rejeição dos credores à primeira proposta.

Com a negociação, a Argentina concordou em pagar 54,80 dólares a cada 100 emitidos, valor considerado sustentável pelo presidente Alberto Fernández.

"Foi restabelecida a sustentabilidade da dívida em moeda estrangeira. É um ponto de partida para o processo de tranquilização da economia argentina", felicitou-se Guzmán.

Após a reestruturação da dívida em moeda estrangeira com credores privados, a Argentina iniciará agora uma negociação com o Fundo Monetário Internacional para um novo empréstimo, em substituição ao acordo stand-by assinado em 2018 por 57 bilhões de dólares.

Desse montante, a Argentina recebeu apenas 44 bilhões de dólares, já que o governo do presidente Fernández rejeitou os desembolsos pendentes ao assumir o cargo em dezembro passado. Duas semanas atrás, o governo argentino lançou formalmente conversações com o FMI.

Nesta sexta-feira, o ministro Guzmán garantiu que o novo acordo com o organismo multilateral será submetido à votação do Congresso, ao contrário do que foi feito há dois anos sob o mandato do liberal Mauricio Macri (2015-2019).

Os vencimentos do empréstimo do FMI começam em setembro de 2021 e o pagamento se concentra em um período de dois anos, encargo que o governo argentino considera insustentável.

 

 

*Por: AFP

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