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ALEMANHA - A Terra quebrou recordes preocupantes por derretimento de geleiras, aumento do nível do mar e aquecimento do oceano no último ano, de acordo com um novo relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

O relatório anual “Estado do clima global” da organização, que rastreia indicadores e impactos climáticos, citou um recorde para o conteúdo de calor oceânico em 2022. Cerca de 58% da superfície do oceano experimentou ao menos uma onda de calor marinho no último ano, disse a OMM.

O nível médio global do mar também atingiu um recorde em 2022; a OMM observou que a taxa de aumento médio do nível do mar globalmente dobrou entre a década de 1993 a 2002 e a década encerrada em 2022.

As geleiras também registraram perdas de massa acima da média no último ano, uma descoberta com apoio de um relatório da Agência Espacial Europeia, divulgado na quinta-feira. A ESA descobriu que a perda de gelo da Groenlândia e da Antártida atingiu um recorde e agora representa um quarto do aumento do nível do mar.

O oceano age como uma ferramenta de captação de calor do planeta, o que de alguma forma pode aliviar um pouco os aumentos da temperatura global, mas tem uma quantidade de efeitos em cadeia, incluindo a ameaça dos ecossistemas marinhos. Os custos das secas, inundações e das ondas de calor também são um fardo crescente para a população mundial.

“Enquanto a emissão de gases de efeito estufa continua a crescer e o clima continua a mudar, populações de todo o mundo continuam sendo gravemente afetadas pelo clima extremo e pelos eventos climáticos,” disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, em comunicado.

“Por exemplo, em 2022, a seca constante na África Oriental, chuvas recordes no Paquistão e ondas de calor recordes na China e na Europa afetaram dezenas de milhões de pessoas, causaram insegurança alimentar, impulsionaram a migração em massa e custaram bilhões de dólares em perdas e danos.”

A organização também destacou que alguns dos impactos da mudança climática estão ocorrendo em eventos sazonais na natureza. Por exemplo, a data de floração completa das flores de cerejeira no Japão em 2021 foi 26 de março, a mais precoce registrada em mais de 1.200 anos.

O relatório da OMM segue uma avaliação sobre o estado das mudanças climáticas na Europa, publicado na quinta-feira pelo Copernicus Climate Change Service da União Europeia. Como os ciclos de retorno de uma terra seca provavelmente levarão a altas temperaturas novamente este ano, cientistas e responsáveis pela criação de políticas públicas estão se preparando para se adaptar à vida em um planeta mais quente. /BLOOMBERG

 

 

por Siobhan Wagner / ESTADÃO

EUA - Segundo cientistas, o cocô de pinguim pode salvar o planeta. Isso porque os profissionais alertaram que um declínio na população dessa espécie de pássaros limitou a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono e prevenir o aquecimento global.

Os pinguins-barbicha desempenham um "papel crucial" na manutenção dos níveis de ferro no mar, defecando dentro e perto da água, mas uma queda de 50% em sua população desde a década de 1980 está colocando a Terra em risco.

Especialistas do Instituto de Ciências Marinhas da Andaluzia, na Espanha, disseram:

"Estas aves marinhas são um contribuinte relevante para a remobilização de ferro no Oceano Antártico. O dejeto do pinguim-barbicha - e potencialmente o de outras espécies de pinguins - desempenha um papel crucial no ciclo do ferro. O declínio do número de pinguins pode ameaçar isso ainda mais”, explicou.

O professor Mark Moore, da Universidade de Southampton, explicou que os pinguins "agem como uma espécie de reservatório" bombeando suas fezes na água.

As aves que não voam então "se movem" para áreas privadas de ferro, o que ajuda a estimular o crescimento de novo plâncton que pode absorver grandes quantidades de dióxido de carbono.

 

 

por BANG Showbiz

ÍNDIA - A Índia abriga atualmente 3.167 tigres, 200 a mais do que há quatro anos, de acordo com estimativas do mais recente "censo dos tigres" do país.

O primeiro-ministro Narendra Modi divulgou os resultados do relatório no domingo (09/04), em um evento para marcar os 50 anos da campanha do Projeto Tigre.

Estima-se que a Índia tenha mais de 70% dos tigres do mundo.

Modi disse que a Índia "não apenas salvou os tigres", mas também deu ao animal "um grande ecossistema para prosperar".

O Projeto Tigre foi lançado em 1973 pela então primeira-ministra Indira Gandhi, quando o número de tigres no país estava preocupantemente baixo — em partes, devido à caça esportiva e a recompensas oferecidas pelo animal.

Desde então, foram lançadas iniciativas governamentais pela conservação, como a proibição à caça e campanhas em aldeias. As leis também foram fortalecidas para tornar praticamente ilegal capturar ou matar animais selvagens, mesmo quando eles estão envolvidos em situações de conflito com humanos.

Desde 2006, houve um aumento saudável no número de tigres.

De acordo com dados de 2022, a população de tigres aumentou substancialmente nas planícies de inundação de Shivalik e Gangetic, no norte, seguidas pela Índia central, onde os tigres chegaram a novas áreas nos Estados de Madhya Pradesh e Maharashtra.

Mas o Gates Ocidentais, uma cordilheira ao longo da costa oeste da Índia, mostrou um declínio na população de tigres.

O relatório também observou que a população local de tigres foi extinta em várias áreas, inclusive em algumas unidades de conservação, e alertou que "sérios esforços de conservação" são necessários em Estados como Jharkhand e Andhra Pradesh.

Foram sinalizados desafios persistentes, incluindo a necessidade de equilibrar o desenvolvimento econômico com a conservação e a de resolver conflitos entre humanos e animais.

Especialistas em conservação dizem que o conflito com humanos é restrito às bordas de áreas protegidas, florestas e plantações — e que, a menos que a Índia expanda as reservas para tigres, esses conflitos aumentarão.

Há ainda problemas com o comércio ilegal de animais selvagens e o impacto das mudanças climáticas nos habitats dos tigres.

“O aumento da população de tigres é um sinal positivo, mas não devemos ser complacentes. É preciso continuar nossos esforços para garantir a sobrevivência deste magnífico animal e resguardar nossos ecossistemas florestais em sua totalidade”, afirmou o relatório.

A Índia conta o número de tigres em seu território a cada quatro anos. Trata-se de uma tarefa longa e árdua, na qual funcionários florestais e cientistas percorrem uma vasta área buscando evidências da população de tigres.

 

 

BBC NEWS

ÍNDIA - A Índia anunciou na quarta-feira (29) que um dos oito guepardos procedentes da Namíbia deu à luz quatro filhotes, décadas depois de a espécie ter sido declarada extinta, em 1952, neste país.

O ministro do Meio Ambiente, Bhupender Yadav, postou uma foto e um vídeo dos pequenos guepardos no Twitter.

O primeiro-ministro, Narendra Modi, saudou a “notícia maravilhosa”.

De acordo com a imprensa indiana, um segundo guepardo, da Namíbia, dará à luz em breve.

Oito guepardos da Namíbia foram reintroduzidos na Índia no ano passado. No início deste ano, outros 12 guepardos chegaram da África do Sul para aumentar o primeiro contingente.

O anúncio do nascimento dos quatro filhotes acontece poucos dias depois da morte de um dos guepardos da Namíbia no Parque Nacional de Kuno, uma reserva natural situada a 320 quilômetros ao sul de Nova Délhi, vítima de insuficiência renal.

O guepardo asiático foi declarado extinto na Índia em 1952. O marajá Ramanuj Pratap Singh Deo supostamente matou os últimos três espécimes no final dos anos 1940.

O desaparecimento do guepardo na Índia é atribuído principalmente aos caçadores, que cobiçavam a sua preciosa pele coberta de manchas arredondadas, mas também à perda do seu habitat.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

ARGENTINA - A área metropolitana de Buenos Aires, na Argentina, foi ‘atacada’ por pequenos insetos semelhantes com os piolhos nos últimos dias. A causa, de acordo com o Sistema Nacional de Vigilância e Monitoramento de Pragas (Sinavimo), se dá pelo forte calor que atinge a região.

Conhecidos como tripés, os insetos pertencem a espécie Caliothrips phaseoli e são comuns em áreas rurais. Contudo, as condições climáticas na região de Buenos Aires contribuem com o aumento populacional dos animais.

“[Os tripes] têm um ciclo reprodutivo rápido. Com condições ideais, a reprodução aumenta muito. Neste caso, os que estamos olhando são os adultos. As ninfas são muito pequenas e ficam nas plantas, são pragas. O que aconteceu é que um grande número desses bichos chegou à fase adulta e saiu, justamente, para se reproduzir", explicou o biólogo Luciano Peralta, ao jornal "La Nación".

 

 

REDETV!

MANAUS/AM - Pesquisadores do Instituto Mamirauá vão aproveitar o período de chuvas na floresta amazônica para fazer o monitoramento de onças. Em março, o nível dos rios sobe e reduz a disponibilidade de terra para os felinos, que passam se abrigar nas árvores. 

São preparadas armadilhas com laços camufladas na folhagem para capturar os animais. As onças são imobilizadas para instalação de um colar que permite o monitoramento da localização por satélite. Assim, os grupos de pesquisa podem se aproximar em canoas e fazer um trabalho de observação dos animais, mais difícil de ser realizado nos períodos de seca.

A partir da observação e dos dados de movimentação, os pesquisadores terão mais informações para entender as necessidades ecológicas da onça-pintada da Amazônia.

O Instituto Mamirauá é uma organização social fomentada e supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

 

 

Por Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil

BARRA DO RIO MAMANGUAPE/PB - Notícia boa para o meio ambiente! Nasceu o primeiro filhote de peixe-boi marinho no litoral da Paraíba, após a tentativa de reintroduzir a espécie nas águas brasileiras.

A fêmea chamada de Mel foi vista com o filhote por técnicos ambientais e aparenta estar bem junto com seu filhote. “Estamos todos bem felizes com esse nascimento”, disse o diretor de pesquisa do projeto, João Carlos Gomes Borges.

Mel nasceu com apoio do programa Viva o Peixe-Boi-Marinho e registra o primeiro filhote de uma fêmea da espécie foi solta na natureza. O que indica o sucesso do projeto!

 

Resgatada

A história da mãe peixe-boi-marinho Mel é de bastante luta. Resgatado em 2004 quando ainda era um filhote, o animal foi transferido para Centro Mamíferos Aquáticos/ICMBio, na Ilha de Itamaracá (PE), para receber cuidados.

Por cinco anos, Mel ficou em reabilitação até ser movida para um cativeiro de readaptação em Barra do Rio Mamanguape (PB). Só em 2019 que a peixe-boi foi levada até o litoral de Cabedelo, região onde vive até hoje.

e verão e fim de férias. Com o grande número de turistas adentrando as águas do litoral, o animal pode sofrer prejuízos.

A Paraíba é ainda um dos poucos lugares no Brasil onde é possível construir um ambiente saudável para a reintrodução da espécie no litoral. Dessa forma, são avistados tanto peixe-bois nativos quanto aqueles inseridos pelos biólogos.

Por isso, é importante preservar o ambiente desses animais! “O melhor a fazer é manter distância, respeitar a área de uso dos animais”, diz João Gomes.

A lição que fica é de admirar os belos animais à distância, ok?

 

Projeto necessário

O projeto Viva o Peixe-Boi-Marinho é uma ferramenta para a preservação e conservação da espécie no litoral do Nordeste do país.

Para evitar a extinção dos peixe-boi-marinhos, os técnicos atuam de forma a moldar o ambiente adequado para reprodução da espécie.

Sendo um dos “afluentes” do Programa Petrobras Socioambiental, o projeto atua nas áreas de pesquisa, tecnologia de monitoramento via satélite, manejo, educação ambiental, desenvolvimento comunitário, fomento ao turismo eco-pedagógico e políticas públicas.

 

 

Por Newton Assis / sonoticiaboa

URUGUAI - A preocupação aumenta a cada dia no Uruguai devido à forte seca, que destrói plantações e drena reservatórios de água destinados às cidades.

A represa Canelón Grande, localizada a 61 km de Montevidéu, no departamento de Canelones, secou a ponto de aparecerem rachaduras na terra antes coberta de água.

O reservatório foi pensado originalmente para a irrigação, e também era usado para abastecer uma das principais infraestruturas de distribuição de água potável do país, conhecida como Águas Corrientes, que atende à capital, Montevidéu, e à sua região metropolitana.

O Uruguai, país de quase 3,5 milhões de habitantes, tem mais da metade de sua população concentrada nessa área urbana e suburbana. O vice-secretário-geral da agência estatal de águas (OSE), Juan Martín Jorge, explicou à AFP que, em termos de água potável, o país vive "uma situação crítica, mas controlada", graças ao uso de reservatórios alternativos e caminhões-pipa, que solucionam a escassez em todo o país.

O Uruguai tem a possibilidade, inclusive, de recorrer à água do Rio da Prata e torná-la potável. "Não está previsto um corte d'água", enfatizou Jorge.

Desde o começo de fevereiro, no entanto, o governo proibiu o uso de água potável para fins não prioritários, como regar jardins ornamentais ou lavar veículos.

No setor agropecuário, a situação é de extrema gravidade. É "o maior prejuízo da agropecuária e da economia nacional nos últimos 30 anos", ressaltou o ministro da Pecuária, Agricultura e Pesca, Fernando Mattos, citado ontem pelo jornal "El Observador".

No Uruguai, um país da agropecuária por excelência, muitas plantações que costumam ser usadas para obter grãos não vingaram e estavam sendo consumidas pelo gado ou, no melhor dos casos, armazenadas em silos como alimento, antes de um inverno que se anuncia difícil, devido à escassez de pastagens.

 

 

AFP

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável com o apoio de empresas e projetos parceiros, realizou o plantio de 200 mudas de árvore no Parque Linear do Rio Gregório, localizado no entorno da avenida Comendador Alfredo Maffei e próximo ao SESC, em iniciativa ocorrida no último sábado (11/03).
A ação abriu oficialmente as comemorações da Semana de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas no município e tem o apoio do Centro Municipal de Extensão e Atividades Recreativas (CEMEAR) – vinculado à Secretaria Municipal de Educação –, da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), do instituto Move Sanca e do projeto Escola da Floresta.
Participaram do plantio das mudas o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Nino Mengatti, e os vereadores Djalma Nery, Fábio Zanchin e Professora Neusa, assim como colaboradores das empresas e projetos mencionados.

Confira a programação completa da Semana da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas:

14/3 – Terça-feira:
9h | Palestra sobre o Descomissionamento da Barragem da UFSCar e Renaturalização do Córrego do Monjolinho.
Palestrante: Prof. Sérgio Henrique Vannucchi Leme de Mattos, Departamento de Hidrobiologia (DHb – UFSCar).
Local: CDCC - Centro de Divulgação Científica e Cultural | R. Nove de Julho, 1.227 - Centro;
10h30 | Distribuição do livro "Coeducação entre Gerações para a Sustentabilidade", da autora Isabel Georgina Patronis Dominguez;
14h | Celebração do Dia Muncial da Água - Projeto Educação para Sustentabilidade - E.E. Maria Ramos no Divisor de Águas.
Palestrantes: Prof. Paulo José Penalva Mancini da E.E. Álvaro Guião, Diretor da Reenvolta Socioambiental, membro da APASC, ONG Veredas; Elen Pilegi Neves, Chefe de Seção de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Distribuição do livro "Coeducação entre Gerações para a Sustentabilidade", da autora Isabel Georgina Patronis Dominguez.
15h30 | Dia da Limpeza Digital
Seja legal e não aqueça o planeta com seu lixo digital!;
15/3 – Quarta-feira:
9h | Plantio de 150 mudas com alunos da E.E “Professor Aduar Kemell Dibo"
Local: Mata Ciliar do Córrego do Monjolinho, no final da Rua Irineu Couto, Itamarati.
11h | Dia da Limpeza Digital
Seja legal e não aqueça o planeta com seu lixo digital!;
14h | Plantio escola CAIC; 
15h30 | Filme: A Carta. Uma mensagem para o Nosso Planeta Terra, baseado na Encíclica Laudato Sí do Papa Francisco.
Local: Cúria Diocesana | Av. José Pereira Lopes, 386 - Vila Prado. Ação da Pastoral da Ecologia Integral da Diocese de São Carlos;
16/3 – Quinta-feira:
8h | 14h - Projeto Acordar Literário: Contação de História. 
Local: Biblioteca Municipal | Sala Verde | R. São Joaquim, 715 - Vila Monteiro;
17/3 – Sexta-feira:
8h | 13h - Visita na ETA - Estação de Tratamento de Água Vila Pureza - Av. Dr. Carlos Botelho, 1.201;
11h | Dia da Limpeza Digital - Seja legal e não aqueça o planeta com seu lixo digital!

SANTIAGO – O Chile lançou nesta segunda-feira um programa para proteger o huemul, um cervo da América do Sul ameaçado de extinção, criando um corredor biológico que inclui uma área recentemente doada pela família do falecido filantropo e fundador da marca North Face, Douglas Tompkins.

A Fundação Rewilding Chile, legado de Tompkins, juntamente com o Ministério da Agricultura do Chile, disse que o “Corredor Nacional Huemul” será composto por aproximadamente 16 áreas conectadas e protegidas pelo estado, juntamente com outras iniciativas privadas de conservação.

“Esta iniciativa público-privada busca reduzir as ameaças à espécie, fortalecer as populações de huemul em áreas cruciais de preservação da Rota do Parque Patagônico”, disse o ministério em comunicado, acrescentando que também construirá o primeiro Centro de Resgate, Reabilitação e Reprodução do mundo para huemuls.

Na semana passada, Kristine Tompkins, co-fundadora e presidente da Rewilding Chile, reuniu-se com o presidente chileno, Gabriel Boric, para doar 93.492 hectares para a criação de um novo parque nacional na região de Magalhães.

“Esta é uma das razões pelas quais este parque é tão importante não apenas para o Chile, mas para o mundo”, disse Tompkins à Reuters, acrescentando que o sul do Chile é uma importante fonte de sequestro de carbono devido às suas turfeiras e florestas intocadas. “Este é um ‘grande gol’ para a preservação e para a luta contra a crise climática.”

O huemul é uma das duas espécies de cervos nativos encontrados apenas nas florestas da Patagônia da Argentina e do Chile. Mas a degradação do habitat reduziu o huemul a menos de 1% de sua população original, segundo dados do ministério.

Huemuls adultos, também conhecidos como güemuls, podem atingir cerca de 1,55 metros de comprimento, 80-90 cm de altura e pesar até 68 kg. São herbívoros e vivem cerca de 14 anos.

 

 

Reportagem da Reuters TV

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