SÃO PAULO/SP - Um estudo sugere que a proteção da CoronaVac, vacina contra a covid-19, é menor entre pessoas infectadas pelo HIV, vírus causador da aids. Diante disso, a orientação para vacinação tem que ser mantida, inclusive com prioridade para doses de reforço nesse grupo. No entanto, o estudo não analisou como se comportam as outras vacinas que vêm sendo usadas no Brasil.
Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) compararam a proteção da CoronaVac em pessoas infectadas pelo HIV e aquelas não infectadas. O estudo mostrou que, depois de receber a CoronaVac, uma pessoa sem o HIV tem 3,21 mais chances de desenvolver anticorpos contra a covid-19 que uma pessoa HIV positiva.
“Significa que a resposta à vacina é um pouco pior entre pessoas que vivem com o HIV. Ela [a vacina] é muito importante, mas a potência dela para gerar resposta é inferior em pessoas que vivem com HIV, em comparação àquelas que não têm HIV”, disse uma das autoras do estudo, a professora da Faculdade de Medicina da USP Vivian Avelino-Silva.
Apesar de níveis de proteção menores, isso não quer dizer que pessoas com HIV devam deixar de se vacinar. De acordo com a professora, a menor proteção reforça que esse é um grupo prioritário e que pode precisar de maior reforço no esquema vacinal.
“É o tipo de situação que justamente esclarece para nós que, se tiver alguém para priorizar, seriam as pessoas com HIV. Isso sugere que talvez as pessoas que vivem com HIV precisem de mais reforços, mais precoces ou em maior número, em relação às pessoas que não têm HIV”, disse Vivian.
O número de células de defesa do organismo, chamadas de CD4, pode ajudar a explicar a dificuldade na produção de defesas contra o novo coronavírus. Pessoas com HIV, mas com maior número de células de defesa, têm o dobro de chances (2,26 vezes mais) de desenvolver os anticorpos que pessoas em estágios mais avançados da infecção pelo HIV.
O estudo foi publicado como preprint, que é uma espécie de esboço em que o trabalho permanece aberto para receber a contribuição de outros cientistas antes da publicação definitiva.
Procurado pela Agência Brasil, o Instituto Butantan informou que dois estudos científicos publicados por pesquisadores do Brasil e da China evidenciaram que a CoronaVac “é segura e capaz de gerar níveis elevados de proteção contra o SARS-CoV-2 em pessoas infectadas pelo vírus HIV, causador da AIDS”. Um desses estudo é o da FMUSP, citado acima.
“Quatro semanas após a segunda dose da vacina, a porcentagem de participantes com positividade para anticorpos neutralizantes SC e NAb foi alta tanto para o grupo com HIV quanto no grupo controle. Nenhuma reação adversa séria foi relatada durante o estudo, seja entre pessoas com HIV ou nos participantes não imunossuprimidos”, diz o informe do instituto.
O Butantan acrescenta, no informe, que os pesquisadores encontraram diferenças nos parâmetros de imunogenicidade entre as pessoas com HIV, sendo que o grupo com o sistema imunológico mais enfraquecido teve imunogenicidade mais baixa contra o vírus da covid-19 quando comparados àqueles com contagem maior de células de defesa, após a aplicação de duas doses da vacina. “Uma abordagem possível é usar uma dose de vacina de reforço ou mesmo administrar títulos de antígeno mais altos por dose de vacina”, divulgou o instituto sobre a conclusão dos pesquisadores.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Saúde, por meio dos Departamentos de Vigilância em Saúde e de Gestão do Cuidado Ambulatorial, comunica que neste próximo sábado (20/11) e no domingo (21/11) realizará mais um plantão de vacinação contra a COVID-19 em São Carlos.
Neste sábado (20/11) o plantão ocorre, sem agendamento, na FESC da Vila Nery (Drive), na Praça do Mercado Municipal, na UBS do Santa Felícia e na Igreja Guadalupe, no Cidade Aracy, das 8h às 13h e no Ginásio Milton Olaio Filho, das 7h30 às 18h30. No domingo (21/11) o plantão continua no Ginásio Milton Olaio Filho, também das 7h30 às 18h30.
A Secretaria Saúde permanece vacinando pessoas com 12 anos ou mais com a primeira dose e aplicando a segunda dose dos imunizantes Pfizer, Astrazeneca e Coronavac, além da dose adicional (terceira dose) em pessoas com 18 anos ou mais que comprovarem que tomaram as duas doses há pelo menos cinco meses.
São Carlos ainda não está aplicando a segunda dose da Janssen já que o Governo do Estado não conta com estoque deste imunizante e aguarda o envio de doses do Ministério da Saúde para definir a adesão às novas diretrizes com relação a esta vacina.
Na próxima semana a vacinação permanece nos seguintes locais: FESC da Vila Nery (Drive) e na Fundação Pró-Memória, das 8h às 16h; na Igreja Guadalupe, no Cidade Aracy, das 10h às 19h e no Ginásio Milton Olaio Filho das 7h30 às 18h30h. Na terça-feira (23/11) e na quinta (25/11) vai ter e plantão noturno nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) do Santa Felícia, Redenção e Vila São José, das 16h às 19h.
Para receber a dose adicional é necessário comprovar que tomou a segunda dose há pelo menos cinco meses
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, comunica que por orientação do Plano Estadual de Imunização (PEI), a partir desta quinta-feira (18/11), toda a população adulta, ou seja, com 18 anos ou mais, poderá se vacinar com a dose adicional (terceira dose) da vacina contra COVID-19.
A nova orientação é somente para as pessoas que tomaram as duas doses há pelo menos cinco meses, ou seja, quem completou seu ciclo vacinação até o mês de junho.
A dose adicional estava sendo aplicada em São Carlos nas pessoas com 60 anos de idade ou mais, nos profissionais da saúde, imunossuprimidos e nos profissionais da educação de 40 a 59 anos, porém o intervalo exigido da segunda para a terceira dose era de seis meses.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Crislaine Mestre, já foram aplicadas na cidade mais de 431 mil doses, sendo que desse total somente 22.270 doses foram adicionais, o que corresponde a 8,75% da população. “Antes da dose de reforço também precisamos que 20.550 faltosos nos procurem para tomar a segunda dose, entre eles 8.089 jovens com 18 anos. Reforçamos a importância da população completar o ciclo vacinal para garantir a imunização contra COVID-19”, ressalta Crislaine Mestre.
Em São Carlos a vacina contra a COVID-19 está sendo aplicada, sem agendamento, na FESC da Vila Nery (Drive) e na Fundação Pró-Memória das 8h às 16h; na Igreja Guadalupe, no Cidade Aracy, das 10h às 19h, no Ginásio Milton Olaio Filho das 7h30 às 18h30 e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) do Santa Felícia, Redenção e da Vila São José, das 16h às 19h.
JANSSEN – Ainda seguindo o Governo Federal, quem tomou a dose única da vacina da Janssen deverá tomar uma segunda dose após oito semanas e, após cinco meses de completar o ciclo vacinal, já poderá receber a dose de reforço. O Estado de São Paulo, porém, não conta com estoque deste imunizante e aguarda o envio de doses do Ministério da Saúde para definir a adesão às novas diretrizes com relação a esta vacina.
Estatísticas apontam que incidência do autismo mais que duplicou em 12 anos
SÃO PAULO/SP - A quantidade de casos de autismo apresentou um aumento nos últimos anos. Dados das estatísticas norte-americanas do CDC (Central of Disease Control) mostram que a prevalência do TEA (Transtorno do Espectro Autista) aumentou de 1 em cada 150 crianças em 2000-2002, para 1 em 68 crianças durante 2010-2012 e 1 em 59 crianças em 2014, e no levantamento do mês de março de 2020, alcançou-se a marca de 1 em cada 54 crianças. Isso significa que a incidência do autismo mais que duplicou em 12 anos, aumentou quase 16% apenas no período de dois anos entre 2012 e 2014, e 9%, um pouco menos, em um período de 6 anos até 2020.
A Profa. Dra. Giovana Escobal e a psicóloga Dafne Fidelis, que possuem sólida formação conceitual em pesquisa, atendimento e supervisão na área de Análise de Comportamento, explicam que o aumento dos diagnósticos acende um alerta para que pais e profissionais de diversas áreas procurem informações sobre os direitos desse público. “Conhecer os direitos do autista é essencial para minimizar as barreiras socioambientais que podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade. É preciso conhecer as leis para assegurar que todos os benefícios sejam usufruídos. A sociedade em geral está desinformada, mas esse é um cenário que precisa ser mudado”, explicam.
Segundo o advogado Roberto Rabelati, as leis garantem a proteção do autista, extinguindo qualquer forma de discriminação, além de reafirmar todos os direitos de cidadania destas pessoas. “No contexto escolar por exemplo, é de direito da pessoa autista contar com o acompanhamento de um profissional que possua as especializações e qualificações necessárias para lidar com a criança com TEA”, esclarece.
Rabelati conta que uma dúvida frequente é em relação aos planos de saúde, ou seja do entendimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em relação as sessões da terapia ABA. “Os pais se preocupam com o número de sessões ABA que são ofertados, e se pode ser feita a escolha da clínica, pois as terapias precisam ser contínuas. Por isso, para garantir um futuro com dignidade para as crianças, é necessário contar com apoio jurídico”, diz.
O advogado ainda complementa que “apesar da decisão do local onde será feita as sessões ABA ser do juiz, os pais podem reunir elementos que mostrem que a criança já tem uma rotina e que já é atendida em um determinado espaço e que precisa ser dado uma continuidade no processo de evolução da criança”.
O advogado ainda destaca que diversas questões estão asseguradas pela lei e que, por este motivo é preciso conhecimento. “A população precisa ser conscientizada, precisa receber informações de qualidade e entender que um autista inserido no contexto social, escolar, de trabalho, de maneira adequada e com os apoios necessários, trazem benefícios não só para ele, mas para todos ao redor”, explica.
“Com essa inclusão é possível tornar pessoas mais humanas, sujeitos mais empáticos, mais tolerantes, mais sensíveis e que cooperam mais”, finalizam as especialistas e diretoras do Instituto ABAcare, Giovana Escobal e Dafne Fidelis.
Instituto referência em terapia ABA
Ribeirão Preto possui um instituto referência em terapia ABA para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o ABAcare. A organização oferece apoio para pacientes com atrasos no desenvolvimento intelectual, de linguagem, e também capacitação e consultoria para as pessoas envolvidas com esse público.
Com localização privilegiada o Instituto está instalado na Av. Carlos Consoni, 791, no bairro Jardim Canadá em Ribeirão Preto.
Informações sobre acompanhamentos, cursos e consultorias podem ser encontradas por meio do site http://www.abacare.com.br, ou no Facebook e Instagram @institutoabacare.
SÃO CARLOS/SP - A Equipe Municipal de Combate às Endemias do Departamento de Vigilância em Saúde, desenvolveu na última sexta-feira (12/11), uma ação de Comunicação Social no Terminal Rodoviário “Paulo Egídio Martins”. A atividade fez parte do encerramento da “Semana Estadual de Mobilização para a Prevenção das Arboviroses” que tem como objetivo a promoção de ações de manejo integrado do meio ambiente que resultem na diminuição da oferta de criadouros e na infestação por Aedes aegypti.
No trabalho de Comunicação Social os agentes apresentaram recomendações aos viajantes. Fizeram orientação sobre os sintomas da Dengue, Chikungunya e Zika; principais medidas de controle do mosquito transmissor Aedes aegypti, com a distribuição de panfletos. A ideia foi de realizar uma grande mobilização social envolvendo o poder público, população e sociedade em geral, a fim de manter os ambientes livres de focos do mosquito Aedes aegypti.
“O período de verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, devido às altas temperaturas e intensidade das chuvas. No entanto, a recomendação é manter as medidas de controle para evitar focos do mosquito em qualquer época do ano. Dessa forma, solicito a colaboração de todos para o compartilhamento das informações e intensificação de ações coletivas que estimulem a participação da população na eliminação dos focos”, disse Denise Scatolini, chefe de Seção de Apoio à Vigilância em Saúde e Informação da Secretaria Municipal de Saúde.
Durante toda a semana os agentes orientam os moradores em diversas regiões da cidade sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti. São passadas dicas de cuidados simples dentro das casas como remover a água dos pratos das plantas, remover ou colocar os pneus em locais cobertos, limpar o quintal removendo materiais (inservíveis), recicláveis, lonas e brinquedos de crianças que possam acumular água, limpar as calhas do telhado, manter caixas d’água tampadas e limpas, lavar diariamente vasilhas dos animais de estimação e tratar a água das piscinas.
O ovo do Aedes aegypti leva cerca de 7 a 10 dias para se desenvolver e se tornar um mosquito, por isso a importância de vistorias semanais.
Em 2021 já foram registradas 567 notificações, com 127 casos positivos de Dengue, sendo 94 autóctones e 33 importados. Para Chikungunya foram registradas 22 notificações, com 20 casos descartados e 2 aguardando resultado. Para Febre Amarela apenas 1 notificação foi registrada até agora, porém já descartada. Para Zika 2 notificações com os 2 casos descartados.
O Departamento de Vigilância em Saúde fechou o ano de 2020 com 1.638 notificações para Dengue, 640 positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos.
Para receber a terceira dose os profissionais da educação precisam ter de 40 a 59 anos
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, informa que a partir desta quarta-feira (17/11) os profissionais da educação de 40 a 59 anos já podem receber a dose adicional (terceira dose) da vacina contra a COVID-19. Vale destacar que é preciso ter recebido a segunda dose da vacina há ao menos seis meses para ter direito à terceira dose. O reforço será aplicado tanto em quem trabalha na rede pública quanto na rede particular.
A Saúde também permanece vacinando pessoas com 12 anos ou mais e aplicando a segunda dose de todos os imunizantes, além da terceira dose nos imunossuprimidos, idosos com 60 anos, profissionais da saúde e agora nos profissionais da educação de 40 a 59 anos.
Em São Carlos a vacina contra a COVID-19 está sendo aplicada, sem agendamento, na FESC da Vila Nery (Drive) e na Fundação Pró-Memória das 8h às 16h; na Igreja Guadalupe, no Cidade Aracy, das 10h às 19h e no Ginásio Milton Olaio Filho das 7h30 às 18h30.
Nesta quarta-feira (17/11), dentro do Dia D, a vacina também estará sendo aplicada em todas as 12 Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e nas 23 Unidades de Saúde da Família (USF’s). O horário de vacinação será das 8h às 16h, com exceção das unidades do Santa Felícia, Redenção e da vila São José que nesta quarta-feira (17/11) o horário será estendido até às 19h.
BRASÍLIA/DF - O Ministério da Saúde anunciou, hoje (16), a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 dos atuais seis meses para cinco meses. A decisão, que será implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. Inclusive aquelas que receberam a Janssen, cujo fabricante, inicialmente, recomendava a dose única.
“Já tínhamos autorizado a aplicação desta dose de reforço, ou adicional, para todos aqueles que tinham tomado a segunda dose há mais de seis meses e que tivessem [mais de] 60 anos. Agora, graças às informações advindas dos estudos científicos realizados para avaliar a aplicação da terceira dose - e dos quais já temos dados preliminares -, decidimos ampliar esta dose de reforço para todos aqueles acima de 18 anos de idade que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
Ele garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber a dose adicional.
Segundo o Ministério da Saúde, mais de 350 milhões de doses das vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas para todo o país, e mais de 297 milhões já foram aplicadas ao longo de onze meses. Mais de 157 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose do imunizante – número que, segundo a pasta, representa 88% do público-alvo previsto no plano nacional de vacinação contra a doença. No entanto, cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista.
Segundo a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria dos que ainda não compareceram para tomar a segunda dose. Analisando qual vacina as pessoas que não completaram o ciclo vacinal receberam, a secretária aventa a hipótese de que, além de outros fatores (como a dificuldade de encontrarem tempo para retornar ao posto de vacinação), as reações características de cada imunizante podem estar desestimulando algumas pessoas.
“Algumas [vacinas], de fato, trazem [causam] alguns efeitos adversos que passam em um ou dois dias. A população tem que estar consciente disso. Tem que estar alerta e saber que estes efeitos são esperados e acontecem”, comentou Rosana, destacando que, junto com as recomendações de uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos frequente e adequada, a vacinação vem proporcionando a redução do número de casos graves da doença e, consequentemente, das internações e mortes.
“Hoje, nós temos, no Brasil, 21,11 milhões de pessoas que estão aptas a tomar a segunda dose da vacina e, assim, completarem seu esquema vacinal”, informou a secretária ao reforçar que, para aumentar suas proteções contra a doença, a pessoa tem que tomar todas as doses recomendadas pelos laboratórios fabricantes e autorizadas pelas autoridades sanitárias.
“Além disso, os estudos têm mostrado que, a partir do quinto ou sexto mês, independentemente do imunizante utilizado, há sim uma necessidade de reforçarmos nosso sistema imunológico tomando uma dose de reforço”, acrescentou a secretária, alertando para a importância de os estados seguirem as novas recomendações do ministério. “Se algum estado fizer separado, diferente, prejudicará muito o nosso planejamento.”
Outra mudança anunciada pela pasta diz respeito à vacina da Janssen que era aplicada em dose única e passará a ter duas doses.
“No início, a recomendação era de que esta vacina fosse de dose única. Hoje, sabemos que é necessária esta proteção adicional. Então, quem já tomou a Janssen, agora vai tomar a segunda dose do mesmo imunizante. E, lá adiante, cinco meses após [a segunda dose], um reforço com imunizante diferente”, disse Queiroga. A segunda dose da Janssen deverá ser ministrada a partir de dois meses da primeira aplicação.
O ministro da Saúde participou esta manhã da cerimônia de lançamento da campanha Mega Vacinação, que acontecerá entre os dias 20 e 26 de novembro. Para estimular a população a tomar todas as doses recomendadas da vacina e completar o ciclo de imunização, o ministério conta com a ampliação do horário de funcionamento dos postos de vacinação durante a iniciativa.
“Já temos uma das campanhas de vacinação contra a covid-19 mais importantes do mundo, tendo ultrapassado os Estados Unidos em relação ao [percentual da] população imunizada, mas temos que avançar ainda mais para que não aconteça o que está ocorrendo em alguns países da Europa, onde observamos um aumento do número de casos”, alertou o ministro, referindo-se a países como a Alemanha, que, na semana passada, voltou a anunciar medidas restritivas para conter o recrudescimento da doença.
“Nosso objetivo é, através da campanha Mega Vacinação, ampliar ainda mais o acesso [da população às vacinas] e convencer as pessoas a procurarem as Unidades Básicas de Saúde [UBS] para, a partir daí, adquirirmos ainda mais a confiança do povo brasileiro e um controle sanitário eficiente para evitarmos possíveis novas ondas da covid-19”, disse Queiroga logo após a exibição de um vídeo promocional em que o Ministério da Saúde alerta que “proteção pela metade não é proteção”.
“Temos [no Brasil] um cenário epidemiológico bem mais equilibrado em relação à pandemia. Nosso sistema de saúde está atendendo às necessidades, sobretudo dos pacientes com síndromes respiratórias agudas graves. Isso se deve à eficiência das políticas públicas lideradas pelo Ministério da Saúde e que, na ponta, são implementadas pelos estados e municípios [prefeituras]”, acrescentou o ministro Marcelo Queiroga antes de detalhar a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço.
Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
No mês de prevenção ao câncer de próstata, os músicos comovem os pacientes
SÃO CARLOS/SP - Era para ser mais um dia de tratamento no Setor de Quimioterapia da Santa Casa, onde pacientes lutam contra o câncer. Normalmente um ambiente de silêncio e tensão. Mas, na última quinta-feira (11/11), essa rotina foi totalmente diferente.
A apresentação da dupla Pedro Vitor e Mariana trouxe alegria a todos, tanto às pessoas que recebiam o atendimento como aos profissionais de saúde da Santa Casa. Uma prova de que “quem canta os males espanta”.
No começo, olhares de surpresa, até o som das músicas ecoar pelas salas de atendimento. A partir daí, cada paciente esqueceu, mesmo que por um momento, de todas as dificuldades e desafios impostos pelo tratamento e simplesmente ouviu, cantou e se emocionou.
A ação marca o Novembro Azul, mês de prevenção ao câncer de próstata. E para os músicos tinha um significado especial. A mãe deles, Rachel Aparecida Alves Ferreira, de 58 anos, fez quimioterapia na Santa Casa mas, infelizmente, não resistiu e morreu em março desse ano.
Em agradecimento, os irmãos Pedro Vitor e Mariana decidiram retribuir toda a dedicação dada a mãe com aquilo que é a razão da vida deles - a música.
“Quando minha mãe iniciou o tratamento, um médico amigo nosso disse que ela ia ser atendida por anjos e foi realmente o que aconteceu. Ela foi atendida por anjos aqui e a acolheram muito bem. Eu pedia a Deus uma luz, porque eu queria encontrar uma forma de ajudar essas pessoas e deu certo. Agora pude levar alegria e amor através da música” - explica a cantora.
E o público reconheceu a gratidão da dupla. É o caso do enfermeiro Renan Augusto Soares, que está em tratamento contra o câncer. “Acaba sendo especial pelo fato de eles terem perdido um ente querido, da mãe deles ter sido acompanhada aqui. Eles têm um vínculo de empatia por quem está aqui e eles cantando aqui é diferente, eles cantam para nós, literalmente pra nós. E saber a história de vida dos cantores, parece que associamos a dor deles com a nossa e a gente consegue se acalmar”.
Emoção sentida também pelo cantor e violonista Pedro Vítor. “A gente vê no rosto deles essa alegria, de sentir a música, a gente sente no coração, é uma coisa muito forte. Um paciente veio falar pra mim, até chorando, que a gente conseguiu levar emoção para ele. Isso é o que a gente pretende com nossa música: levar emoção para o pessoal”.
A enfermeira do Setor de Quimioterapia da Santa Casa, Kezia de Souza Aguiar, foi um dos profissionais de saúde que cuidaram da mãe dos cantores. E ela reforça o quanto esse clima muda o astral de quem vivencia o tratamento. “Eu acredito que ajuda, porque traz alegria e motivação e é super importante ver esse lado humanizado com os nossos pacientes. Uma alegria tanto para eles como para todos nós da equipe do setor de quimioterapia”.
O enfermeiro Renan Augusto Soares no Setor de Quimioterapia da Santa Casa – Foto: Assessoria Santa Casa
O paciente Sílvio Coelho, que é também integrante da Mesa Administrativa da Santa Casa, adorou a apresentação da dupla e concorda com a opinião da enfermeira. “Essa iniciativa deve ser feita mais vezes e estendida a outros setores da Santa Casa, porque isso faz bem ao espírito, porque o corpo material está tendo a ação benéfica do medicamento, mas o espírito também precisa sofrer uma ação de renovação, de força, e a música dá isso para essas pessoas, que muitas vezes, estão tristes e cabisbaixas em função da enfermidade que tem”.
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, informa que os próximos plantões de vacinação contra a Covid - 19 [aos sábados], serão dia 27 de novembro e dia 18 de dezembro, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Icaraí, das 9h às 15h.
A secretária municipal de saúde, Elaine Sartorelli Breanza, conta que as duas datas estarão disponíveis para aqueles que por algum motivo, ainda não conseguiram se imunizar durante a semana. "O próximo plantão [sábado] de vacinação contra a Covid-19 será realizado dia 27 de novembro e posteriormente dia 18 de dezembro, então não perca a oportunidade em colocar em ordem o esquema vacinal", orientou.
A vacinação contra a Covid-19 continua sendo realizada em pessoas acima de 12 anos completos sem comorbidades; 2ª dose agendada em Carteira de Vacinação[observar a data neste documento]; antecipação da 2ª dose da vacina Pfizer [O intervalo da segunda dose para pessoas acima de 18 anos foi reduzido para 21 dias da data agendada em Carteira de Vacinação]; dose extra para idosos acima de 60 anos [com intervalo de seis meses a partir da segunda dose]; e imunossuprimidos com mais de 18 anos que tenham tomado a última dose do esquema vacinal (2ª dose ou dose única) há pelo menos 28 dias.
SÃO CARLOS/SP - A partir agora, semanalmente, eu Ricardo Geraldi, Terapeuta na cidade de São Carlos, junto com esse maravilhoso canal de comunicação a Rádio Sanca Web, estaremos trazendo de maneira simples e objetiva, informativos que ajudarão você caro leitor, a compreender melhor as suas emoções.
Estamos passando por momentos difíceis, momentos estes nunca antes imaginados e vivenciados por essa geração, estamos sentindo de forma mais intensa dores físicas e emocionais como: solidão, tristeza, angústias, ansiedade, depressão e, se não bastasse tudo isso, ainda tivemos inúmeras perdas humanas e também materiais. Quando paramos para pensar em todo esse “novo” contexto de vida, algo deveria ressoar fortemente dentro do nosso ser existencial:
“Como anda nossa saúde emocional?”
Mas antes de fazermos esta pergunta, será que sabemos o que é verdadeiramente saúde emocional? Será que fazemos ideia de quão importante é esse tema, para que possamos ter uma vida plena e saudável?
Mas afinal, como ter saúde emocional?
Bem, vamos por partes:
Saúde emocional de forma clara e objetiva nada mais é do que a capacidade de controlar e administrar nossas emoções diante dos acontecimentos do dia a dia, lembrando que, sentir emoções é inevitável sendo elas boas ou ruins (falaremos sobre emoções em outro artigo), resultando assim num sentimento de bem estar dentro do seu ser, tendo autoconfiança e buscando sempre construir relações satisfatórias.
Buscar por saúde emocional é muito importante para nós seres humanos, pois uma mente saudável ajuda e muito no bom funcionamento do sistema imunológico do corpo, onde substâncias químicas de proteção que estão presentes em nosso organismo atuam melhor quando estamos nos sentindo felizes.
Estudos revelam que pessoas que buscam constantemente eliminar pensamentos negativos e ter uma mente mais limpa e positiva, aumentaram significativamente os anticorpos de defesa do corpo contra doenças. E o principal: o pensamento negativo diante das situações em um curto espaço de tempo pode nos fazer sentir sintomas de enfermidades muitas vezes inexistentes no nosso físico, ficando assim evidentes em nosso corpo de maneira emocional.
Fica aqui algumas dicas para termos saúde emocional plena:
1 - Faça terapia: eliminar traumas, mágoas e ressentimentos, é a principal ferramenta pra ter saúde emocional equilibrada;
2 – Identifique em você pensamentos e emoções negativas;
3 – Busque substituir pensamentos negativos por positivos – ler bons livros pode ajudar você nesse processo;
4 – Entenda que você não vai conseguir mudar as outras pessoas;
5 – A única pessoa que tem que mudar é você mesmo, e com isso a sua percepção externa mudará;
6 – Entenda que vivemos num mundo real, dificuldades existem desde que o mundo é mundo, a vida não é mais difícil pra você do que pros outros;
7 – Não se compare outras pessoas, você é único e por isso seja honesto e sincero com você mesmo;
8 – Adquira novos hábitos bons, faça uma caminhada, elogie alguém e a si mesmo, sorria mais;
9 – Busque ajuda profissional, não tenha vergonha e quebre esse paradigma dentro de você, será prazeroso e muito mais rápido lidar com suas questões emocionas.
10 - Cuide de você em primeiro lugar, você é a pessoa mais importante da sua vida e merece todo o amor e respeito!
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Ricardo Geraldi
TERAPEUTA / TERAPIA BRVE
Especialista em Hipnose Clinica;
Terapeuta Método Kraisch T.R.I (Terapia de Reintegração Implícita)
Especialista em Inteligência Emocional
Analise do Comportamental Método D.I.S.C
Consciência Sistêmica e Constelação Sistêmica (IBRACS)
Auriculoterapia (Acupuntura do pavilhão auricular)
Coach / Mentor em relacionamentos
AJUDO VOCÊ A CONQUISTAR SAÚDE E LIBERDADE EMOCIONAL
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