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SÃO CARLOS/SP - Em 2023 já foram registradas 868 notificações para Dengue, com 128 casos positivos, sendo 95 autóctones e 33 importados. Para Chikungunya foram registradas 48 notificações, com 42 casos descartados, 04 aguardando resultado de exame e 02 positivos (importados). Para Zika foram registradas 21 notificações, com 21 casos descartados. Para Febre Amarela ainda não foi registrada notificação até o momento.

2022 -  Em 2022 foram registradas 6.007 notificações, com 2.274 casos positivos de Dengue, sendo 2.147 autóctones e 127 importados com 1 morte registrada. Para Chikungunya foram registradas 56 notificações, com 56 casos descartados. Para Febre Amarela foram registradas 2 notificações com 2 resultados negativos. Para Zika foram registradas 23 notificações, com 23 casos descartados.
 
2021 - Foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados.
 
2020 - Foram registradas 1.638 notificações para Dengue com 640 casos positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos. Para Chikungunya foram notificados 2 casos positivos, sendo um importado.

SÃO CARLOS/SP - A campanha de imunização contra a influenza (gripe) já registrou mais de 24 mil vacinas aplicadas em São Carlos até o momento. Iniciada há pouco mais de 20 dias e em acordo com as disposições do Ministério da Saúde, a ação é coordenada na cidade pela Secretaria Municipal de Saúde.
Conforme os números fornecidos pelo Departamento de Vigilância em Saúde, as 24.115 imunizações confirmadas abrangem 26,71% do público-alvo, que atualmente é composto por todos os grupos prioritários. Sendo assim, já podem se vacinar as crianças de seis meses a cinco anos, gestantes, puérperas, idosos (60 anos ou mais), trabalhadores da saúde, professores, profissionais das Forças Armadas, indígenas, adolescentes em medidas socioeducativas, funcionários do sistema de privação de liberdade, pessoas com deficiência e pessoas portadoras de comorbidades.
Destes públicos, quem tem o maior percentual de imunização até aqui são os profissionais de saúde, onde 45,3% da categoria já se vacinou. Na sequência, aparecem os idosos, com 30,2% do público atingido, enquanto 24,23% dos professores igualmente se protegeram contra a gripe. A estimativa é vacinar 101.726 pessoas contra a gripe pertencentes a esses grupos prioritários.
Em São Carlos, a campanha de vacinação é realizada em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e Unidades de Saúde da Família (USF’s), sempre aos dias úteis, das 7h30 às 16h30. Para se imunizar, é necessário levar o cartão de vacinação e um documento oficial com foto e CPF, bem como, no caso dos professores, profissionais da saúde e das Forças Armadas, pessoas com deficiência e portadoras de comorbidades, um documento que identifique a condição referida.

COVID-19 – O público formado por pessoas com 18 anos ou mais (adultos e idosos), pessoas imunossuprimidas (com 12 anos ou mais), profissionais de saúde, pessoas com comorbidades (com 12 anos ou mais), pessoas com deficiência física permanente, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e a população indígena, ribeirinha e quilombola também podem receber a vacina bivalente contra a COVID-19 nos mesmos horários e locais.
É importante destacar que, para ser imunizado com a vacina bivalente, o munícipe precisa ter se vacinado ao menos duas vezes contra a COVID-19 anteriormente, com a última dose tendo sido recebida há pelo menos quatro meses. Além disso, se estiver enquadrado nos públicos das duas vacinas (contra gripe e COVID-19), poderá receber ambos os imunizantes no mesmo ato.

BROTAS/SP - A administração municipal concluiu trâmite para credenciamento de operadora de Plano de Saúde para comercialização de planos de Assistência à Saúde Suplementar aos servidores da Prefeitura.

A operadora credenciada no Chamamento Público é a Unimed de Jaú, que passa a oferecer os planos corporativos de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e obstetrícia, com valores mais vantajosos em relação aos planos comuns de mercado.

Assim, a administração municipal atende plano de governo ao oferecer a possibilidade de contratação de plano de saúde aos servidores! A vigência já está valendo, basta o servidor procurar o representante da empresa Unimed para saber dos detalhes e valores do plano para efetuar a contratação.

O agente da Unimed, Rafael Garcia da Silva percorrerá todos os setores da Prefeitura para a apresentação dos planos aos servidores. Este benefício aos servidores também atende solicitação da Câmara Municipal.

Prefeito Leandro Corrêa e o Vice-prefeito Polaco receberam o agente da Unimed Rafael, que comunicou a divulgação dos planos aos servidores, com o processo de credenciamento já concluído.

Contato do Representante da Unimed Rafael 14 99103-2074.

 

 

PMB

SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta, durante sua fala no Legislativo Municipal, destacou a sua preocupação com a evolução dos casos de dengue no município de São Carlos. Ele salientou que a Prefeitura Municipal necessita precisa zelar pelas suas áreas públicas.

Bruno Zancheta frisou: “Estou muito preocupado com o aumento do número de casos de dengue em nosso município. A população precisa fazer a sua parte e a Prefeitura Municipal fazer a dela: cuidando dos espaços públicos e não deixando a cidade suja. Precisamos de medidas efetivas para combater o aedes aegypti”.

"É um momento de alerta! Precisamos de união de forças. Destaco o trabalho realizado pela Secretaria de Saúde, porém a cidade toda precisa se mobilizar”, finalizou o parlamentar.

Pesquisa é aberta a participação de profissionais de todo o Brasil

 

SÃO CARLOS/SP - Verificar como ocorre a indicação de antibioticoterapia em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), na perspectiva do enfermeiro, é o objetivo principal de uma pesquisa de Iniciação Científica realizada no Departamento de Enfermagem (DEnf) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O estudo convida enfermeiros de todo o País, que atuam em ILPI, para responderem um questionário sobre o tema e a expectativa é que os resultados possam fornecer elementos importantes para ações de qualificação e sensibilização desses profissionais sobre o manejo adequado dos antimicrobianos nestas instituições.
A pesquisa, realizada pela graduanda Nathalia Valentim Jarina, sob orientação de Rosely Moralez Figueiredo, docente do DEnf, está voltada a compreender todo o processo de uso dos antimicrobianos, desde a sua indicação até a finalização do tratamento, passando inclusive pela escolha da via de administração, que pode ser oral ou injetável. "A identificação dos sinais clássicos de um quadro infeccioso, particularmente a febre, pode ser mais discreta ou até mesmo ausente no idoso. Daí, a importância do enfermeiro estar atento à observação de outros sinais que podem indicar uma infecção, como: confusão mental, mudança de comportamento, alteração nas características da urina, padrão respiratório, dentre outros", explica a professora sobre temática completa da pesquisa.
A proposta do estudo é levantar como tem sido a participação do enfermeiro no uso de antimicrobianos nas ILPI a fim de contribuir para um diagnóstico da situação no País, indicando aspectos passíveis de melhorias e visando a uma participação mais ampla e mais qualificada do enfermeiro. "Este é o profissional que permanece o maior tempo ao lado do interno e, portanto, tem melhores condições para o seu monitoramento. Ter um enfermeiro atualizado e sensibilizado sobre o manejo adequado de antimicrobianos certamente contribuirá para uma escolha e indicação mais adequadas", reflete a docente.
Para desenvolver a pesquisa, enfermeiros, de todo o Brasil, podem preencher este questionário eletrônico (https://bit.ly/3Vaj2Vx) até o dia 31 de julho. O formulário tem questões sobre a participação do profissional na utilização de antimicrobianos na instituição em que trabalha e o tempo de preenchimento é em torno de 20 minutos. Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 65914222.3.0000.5504). 

Desafio mundial
A docente da UFSCar aponta que o uso indiscriminado de antibióticos está associado ao crescimento da resistência antimicrobiana, "ou seja, quanto mais antibiótico se usa, menos efeitos eles fazem, quer seja por indução à resistência ou seleção das cepas mais resistentes". Diante disso, a professora relata que há um desafio mundial no intuito de coibir o uso indiscriminado de antimicrobianos, não só para humanos, mas na pecuária e meio ambiente também. "Quanto mais os profissionais de saúde e a população em geral estiverem sensibilizados e informados sobre o tema, mais criterioso será o manejo destes medicamentos. Todas as iniciativas que abordem esse tema são muito bem-vindas", conclui Rosely Figueiredo.

BRASÍLIA/DF - A sétima edição do International Symposium on Immunobiologicals (ISI), aberta na terça-feira (2), alerta para o risco alto da volta da poliomielite ao Brasil. A doença, erradicada no país desde 1989, pode matar ou provocar sequelas motoras graves.

Em um dos debates do dia, pesquisadores apontaram a baixa cobertura como principal motivo de preocupação com a paralisia infantil, como a doença também é conhecida.

O evento é promovido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Bio-Manguinhos/Fiocruz, no Rio de Janeiro.

A presidente da Câmara Técnica de Poliomielite do Ministério da Saúde, Luiza Helena Falleiros, destacou o conjunto de fatores que levaram a esse cenário e disse que existe um risco evidente. “Com o processo de imigração constante, com baixas coberturas vacinais, a continuidade do uso da vacina oral, saneamento inadequado, grupos antivacinas e falta de vigilância ambiental, vamos ter o retorno da pólio. O que é uma tragédia anunciada”, afirmou.

Luiza Helena lembrou que sempre se diz que as vacinas são vítimas do seu próprio sucesso. “Hoje ninguém mais viu um caso de pólio. Não se tem essa noção de risco enorme, mas ele existe. E não tem milagre, nem segredo. Tem que vacinar.”

A pesquisadora citou um estudo do Comitê Regional de Certificação de Erradicação da Polio 2022, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que aponta o Brasil como segundo país das Américas com maior risco de volta da poliomielite, atrás apenas do Haiti.

Um caso recente da doença foi confirmado em Loreto, no Peru, o que aumentou a vigilância nas fronteiras. Há 30 anos, o continente estava livre de registros da doença.

Cobertura vacinal

Segundo o Ministério da Saúde, no ano passado, a cobertura vacinal para a doença no Brasil ficou em 77,16%, muito abaixo da taxa de 95% recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para impedir a circulação do vírus.

No simpósio de hoje, foram discutidos os motivos da chamada hesitação vacinal. José Cassio de Morais, assessor temporário da Organização Pan-Americana da Saúde, disse que a cobertura depende principalmente da confiança nas vacinas distribuídas pelo governo, de como administrar o medo da reação vacinal, da dificuldade de acesso aos postos, do nível de renda familiar e da escolaridade da população. Para melhorar o quadro atual, Morais defendeu mais investimento mais em campanhas e na informação de qualidade.

“É importante lembrar que a vacinação, além de uma proteção individual, é uma proteção coletiva. Vimos isso na questão da covid-19, em que muitas pessoas não quiseram se vacinar. E precisamos atentar para a questão da comunicação social. Temos uma avalanche de fake news a respeito das vacinas e que trazem muito dano para a população. Mas não temos quase notícias positivas a respeito da vacina. Tem tido muito pouca divulgação da campanha de vacinação contra influenza, por exemplo. Temos que melhorar isso, divulgar melhor os fatos positivos em relação à vacina”, afirmou o assessor da Opas.

 

 

Por Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - Crianças que frequentaram o segundo ano da pré-escola em 2020, com nove meses de atividades remotas devido à pandemia de covid-19, tiveram perda de 6 a 7 meses de aprendizagem em linguagem e matemática se comparadas àquelas que vivenciaram o mesmo período da pré-escola em 2019, com ensino presencial.

O dado sobre o ritmo de aprendizagem das crianças antes, durante e depois da pandemia mostra ainda que aquelas que frequentaram o segundo ano da pré-escola em 2022, com a volta das atividades presenciais, tiveram ganho de 1 a 2 meses, na comparação com os alunos do mesmo período letivo em 2019.

As informações são do estudo Recomposição das aprendizagens e desigualdades educacionais após a pandemia covid-19: um estudo em Sobral/CE, produzido por pesquisadores do Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LaPOpE).

Embora os dois grupos de crianças (2020 e 2022) tenham vivido ao menos parte da pré-escola com ensino remoto, os resultados sugerem que as ações realizadas pela rede de ensino para mitigar os impactos da pandemia surtiram efeito nas crianças que concluíram a etapa em 2022.

Apoiada pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, a pesquisa estimou os efeitos da pandemia no curto e médio prazo e traz evidências inéditas sobre a recuperação do aprendizado, com destaque para a qualidade da educação ofertada.

Para chegar aos resultados, o estudo acompanhou o desenvolvimento de 1.364 crianças matriculadas na rede pública municipal de Sobral (CE), que frequentaram o segundo ano da pré-escola entre 2019 e 2022.

A pesquisa observou que o grupo de crianças que vivenciou o segundo ano da pré-escola em 2020 – com maior período remotamente – aprendeu o equivalente a 39% em linguagem e 48% em matemática, se comparado àquele que frequentou esta etapa em 2019, de modo presencial. Já o grupo que terminou a pré-escola em 2022 aprendeu o equivalente a 111% em linguagem e 115% em matemática, na comparação com o grupo que frequentou o segundo ano da etapa em 2019.

De acordo com os pesquisadores, os resultados mostram os efeitos da reabertura das escolas sobre os ritmos de aprendizagem. As crianças do grupo de 2020, por exemplo, que vivenciaram o primeiro ano da pré-escola presencialmente, sofreram com a interrupção das atividades presenciais e a oferta remota na conclusão da etapa educacional.

Segundo Mariane Koslinski, pesquisadora do LaPOpE e uma das responsáveis pelo estudo, as incertezas da pandemia, as interrupções nas atividades, presenciais ou não, e todo o período de adaptação ao modelo remoto impactaram diretamente no ritmo de aprendizagem dessas crianças, que tiveram aprendizagem aquém daquelas que concluíram a etapa em 2019.

A pesquisadora destacou, no entanto, que a recuperação do ritmo de aprendizagem das crianças que concluíram a educação infantil em 2022 chama ainda mais atenção. “É curioso porque, como as crianças do grupo de 2020, as do ano passado também viveram parte da etapa no regime remoto”, disse Mariane, em nota.

“O que os resultados indicam é que, provavelmente, as ações da rede de educação de Sobral foram importantes para mitigar os efeitos da pandemia e acelerar o ritmo de desenvolvimento dessas crianças”, completou.

Entre as ações, a pesquisadora destacou programas de busca ativa, ampliação da oferta de tempo integral e a implementação de novo currículo para a Educação Infantil alinhado àBase Nacional Comum Curricular (BNCC).

Os pesquisadores reforçam ainda que os resultados do estudo não devem ser interpretados como um retrato do que aconteceu no resto do país. “A ausência de coordenação nacional nos anos de pandemia gerou um cenário extremamente desafiador para os gestores municipais e as respostas para os desafios da pandemia foram muito desiguais e inconsistentes quando comparamos estados e municípios pelo país”.

Para a gerente de Conhecimento Aplicado e especialista em educação infantil da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Beatriz Abuchaim, o desafio neste momento ultrapassa as esferas educacionais. “Diversas evidências mostram que a pandemia afetou desigualmente as famílias em questão de renda, acesso a serviços e a redes de apoio. Tudo isso trouxe impactos para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças”, afirmou Beatriz, em nota.

“Nesse sentido, as ações devem ser integradas e contemplar diversas esferas e níveis de governo. A responsabilidade por montar essa estratégia não pode ser só da área de educação”, acrescentou.

Recomendações

Os pesquisadores apresentam uma série de recomendações para os gestores de diferentes níveis a fim de mitigar os problemas apontados. Para o Ministério da Educação é recomendado que haja um protagonismo na elaboração de um plano nacional de recuperação de aprendizagem com aporte de recursos e apoio técnico para guiar as ações das secretarias estaduais e municipais de educação.

Já as secretarias estaduais de educação devem, entre outros pontos, oferecer apoio técnico e financeiro para que os municípios elaborem e implementem suas estratégias. As secretarias municipais de educação, por sua vez, devem implementar programas de busca ativa de crianças com foco na educação infantil e elaborar diagnósticos sobre os efeitos da pandemia no desenvolvimento das crianças e nas taxas de abandono e evasão escolar.

Os diretores e professores podem promover maior integração entre famílias e escolas incorporando estratégias bem-sucedidas de comunicação com famílias utilizadas durante a pandemia.

 

 

Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - A cantora Simony, 46 anos, tem passado por dias difíceis. Isso porque a cantora, que já estava curada de um câncer no intestino, teve que voltar a lutar contra a doença. Na última segunda-feira (01/05), a famosa revelou que será internada hoje, terça-feira (02/05) em São Paulo.

 

Simony será internada

Nas redes sociais, Simony atualizou os fãs: “Passando pra avisar que amanhã me interno cedinho. Conto com as orações amor e carinho que sempre recebo de vocês. Deus está comigo o tempo todo e ele é bom o tempo todo. Vou dando notícias.“, escreveu ao publicar uma foto.

Já na manhã de hoje, a cantora publicou fotos com o noivo, Felipe Rodriguez, no carro, a caminho do hospital: “Em busca da cura.“, legendou a artista nas imagens postadas nos Stories do Instagram.

 

Mais

A cantora foi diagnosticada com a doença no em 2022 e tinha terminado as sessões de quimio em janeiro, mas precisou retornar ao tratamento juntamente da imunoterapia: “Não é fácil, é um novo tratamento, claro que eu queria não ter que passar por isso de novo, mas não é uma escolha minha. (…)“, desabafou na semana passada.

 

 

Jetss

Estudo vai analisar habilidades funcionais e participação social de crianças de todo o Brasil

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está realizando o e-FollowKids - projeto de avaliação remota das habilidades funcionais e da participação social em crianças a partir de 12 meses. Para isso, familiares e/ou cuidadores de crianças entre 10 e 13 meses podem participar do estudo que pretende identificar possíveis atrasos no desenvolvimento desses bebês e orientar as famílias conforme cada caso.
A pesquisa é conduzida pela doutoranda e fisioterapeuta Raissa Abreu, sob coordenação de Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha, docente do Departamento de Fisioterapia da UFSCar, e tem participação de outros fisioterapeutas do Laboratório de Análise do Desenvolvimento Infantil (LADI) da Universidade, além da parceria de médicos e centros de acompanhamento de bebês e crianças no estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.
O projeto vai avaliar o desenvolvimento de crianças nas idades de 12, 18 e 24 meses, com o objetivo de identificar, o quanto antes, possíveis alertas para atraso no desenvolvimento. De acordo com os pesquisadores, o protocolo criado pela equipe tem a intenção de colocar a família como centro do cuidado da criança e identificar fatores externos que podem facilitar ou dificultar suas atividades e participação.
As crianças avaliadas no estudo podem ter apresentado, ou não, algum risco ao nascer, como prematuridade; baixo peso; internação em UTI; complicações como falta de oxigênio e necessidade de reanimação cardiorrespiratória ou convulsões. De acordo com os pesquisadores, "os estudos mostram que bebês que possuem esses tipos de risco podem ter atraso no desenvolvimento, e a fisioterapia nos primeiros dois anos de vida pode ajudar a diminuir esses atrasos, auxiliando no desenvolvimento do bebê, pois nessa fase as chances de recuperação são maiores".
Diante disso, as crianças participantes serão avaliadas, em formato online, aos 12, 18 e 24 meses, sendo que cada avaliação ocorre em duas etapas: preenchimento de formulários e entrevista telefônica com o cuidador principal. Para participar do estudo, as crianças não devem ter nenhuma deficiência. Interessados em se integrar à pesquisa devem preencher este formulário eletrônico (https://bit.ly/40iQ1Ij).Ao final da pesquisa, a equipe entregará às famílias um relatório com os resultados, sugestões e orientações com o objetivo de potencializar os resultados de habilidades funcionais e a participação da criança dentro dos contextos em que ela está inserida (casa, creche e comunidade). Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 60443522.5.0000.5504).

WASHINGTON – Os Estados Unidos encerrarão sua exigência de vacinação contra a Covid-19 para viajantes internacionais e trabalhadores federais em 11 de maio, quando a emergência de saúde pública do coronavírus terminar, informou a Casa Branca nesta segunda-feira.

Em fevereiro, a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos votou pela suspensão da exigência de que a maioria dos passageiros aéreos estrangeiros seja vacinada contra a Covid-19, uma das poucas restrições pandêmicas de viagens ainda em vigor.

O governo Biden retirou em junho passado a obrigatoriedade de que as pessoas que chegam aos EUA por via aérea precisam de um teste negativo para Covid, mas manteve as exigências de vacinação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) para a maioria dos viajantes estrangeiros.

As regras impediram o tenista sérvio Novak Djokovic de participar de alguns torneios nos Estados Unidos porque ele não está vacinado contra a Covid-19, mas a partir de 12 de maio ele pode entrar e disputar livremente grandes torneios norte-americanos como o Aberto dos EUA.

 

 

 

Reportagem de David Shepardson e Jasper Ward / REUTERS

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