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RIO DE JANEIRO/RJ - As belezas naturais do Rio de Janeiro encantam turistas do mundo inteiro. Do Pão de Açúcar ao Cristo Redentor, o que não faltam são cartões-postais. Agora os cariocas têm mais um motivo para celebrar: o pôr do sol da Cidade Maravilhosa foi eleito um dos cinco mais bonitos do mundo.

Segundo o levantamento “Sunset Skies“, realizado pela empresa de armazenamento de bagagem Bounce, o entardecer no Rio foi apontado como o 4º mais bonito do planeta.

A pesquisa é feita com base no número de recomendações de artigos e blogs de viagens e postagens nas redes sociais.

No ranking global, o entardecer carioca fica atrás somente de Santorini (Grécia), Bali (Indonésia) e Havaí (EUA). O Rio é a única cidade brasileira na lista que contempla 46 destinos.

Pôr do sol mais postado

Apesar de ocupar o 4º lugar da lista dos mais bonitos, o pôr do sol do Rio é o mais popular nas redes sociais, com 230 mil menções em hasthags no Instagram. Bali vem em segundo, com 154 mil.

Os 10 mais bonitos pores do sol do mundo:

  1. Santorini (Grécia)
  2. Bali (Indonésia)
  3. Havaí (EUA)
  4. Rio de Janeiro (Brasil)
  5. Grand Canyon (EUA)
  6. Angkor Wat (Camboja)
  7. Key West (Flórida, EUA)
  8. Maldivas
  9. Haleakalã (Havaí, EUA)
  10. Uluru (Austrália)

Mas de onde é possível contemplar esse espetáculo da natureza?

O ponto mais tradicional é a Pedra do Arpoador. Com vista para as praias de Ipanema e Leblon, o local é procurado por turistas e cariocas e de lá é possível ver o sol se pondo atrás do Morro Dois Irmãos, cartão postal da Cidade Maravilhosa.

Outro lugar ideal é a Lagoa Rodrigo de Freitas, conhecida como o “coração do Rio” por seu formato. Lá é possível admirar o espetáculo do entardecer da perspectiva da lagoa enquanto faz um passeio de pedalinho com vista para o Cristo Redentor e a Pedra da Gávea.

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O Mirante Dona Marta, próximo ao bairro de Santa Teresa, também é muito procurado. A paisagem com tons de laranja e vermelho oferecem uma vista única para o Pão de Açúcar e da Baía de Guanabara.

Falando em Pão de Açúcar, este é um atrativo imperdível em todos os sentidos. A alta procura dos turistas pelo local não é à toa. Do alto do morro é possível ver toda a cidade do Rio de Janeiro, incluindo o Cristo Redentor, de onde o pôr do sol também é incrível.

Uma opção menos conhecida, mas igualmente impressionante, é a vista desde o Museu de Arte Contemporânea (MAC). O monumento, obra do arquiteto Oscar Niemeyer, localizado em Niterói, a apenas 13km da capital fluminense, vale o deslocamento. O ideal é aproveitar o dia para conhecer o museu e suas exposições e, após o passeio, se deslumbrar com a bela vista panorâmica ao entardecer.

Outros lugares também são muito buscados por turistas e moradores para curtir o fim do dia no Rio de Janeiro, como a Pedra do Telégrafo, a Mureta da Urca, a Rampa de Voo Livre e o Forte de Copacabana. Ou seja, não faltam opções para contemplar o 4º pôr do sol mais bonito do mundo.

 

 

*Por: CATRACA LIVRE

PORTUGAL - Portugal e Brasil discutem a possibilidade de aliviar as restrições à entrada de passageiros provenientes do país sul-americano devido à pandemia de covid-19, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros português.

"Iniciamos um trabalho conjunto com as autoridades brasileiras para ver em que condições e quando poderemos reduzir algumas restrições que hoje vigoram sobre passageiros que chegam a Portugal provenientes do Brasil", disse Augusto Santos Silva.

O chefe da diplomacia portuguesa falou em entrevista coletiva, juntamente com o chanceler espanhol, José Manuel Albares, que se deslocou a Lisboa para uma reunião de trabalho.

Atualmente, os passageiros provenientes do Brasil só podem viajar para Portugal por razões familiares, profissionais, de estudo ou humanitárias, têm de apresentar teste negativo à covid-19 e cumprir um período de quarentena.

Augusto Santos Silva disse que Portugal pode "avaliar as restrições que estão hoje em curso" à medida que a situação da pandemia evoluir positivamente em cada um dos países.

"Foi esse trabalho que começou no dia 30 de julho, entre Portugal e o Brasil, e que continuará depois de férias", afirmou o ministro, ao ser questionado sobre a diferença de critérios entre Portugal e Espanha quanto ao reconhecimento da certificação de vacinas contra a covid-19.

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Portugal só reconhece a vacinação feita com imunizantes aprovados pela Agência Europeia do Medicamento, enquanto a Espanha segue o critério da Organização Mundial da Saúde, que inclui vacinas chinesas e indianas.

 

 

*Por: RTP

Número-índice está em 53,6, maior patamar desde fevereiro; apesar do resultado, ainda há muito a se avançar para recuperação do setor
 

SÃO PAULO/SP - O turismo na capital cresceu 11,2% em relação a maio e alcançou a segunda alta consecutiva no ano, segundo o Índice Mensal de Atividade do Turismo de São Paulo, o IMAT-SP, do Conselho de Turismo (CT) da FecomercioSP, em parceria com o Observatório de Turismo e Eventos da SPTuris. O número-índice no mês de junho registrou 53,6. É o maior desde janeiro deste ano, quando estava em 58,6.

Em relação ao mesmo período de 2020, o resultado de junho foi bem mais elevado, de 74,2%. É importante ressaltar, entretanto, que esta comparação é fragilizada pelo momento crítico da pandemia de covid-19, que a cidade enfrentava no período. Desta forma, apesar de os resultados continuarem demonstrando um cenário mais animador, ainda há muito o que se fazer em relação à recuperação do setor.
Embora o ritmo siga moderado, entretanto, a tendência de recuperação do turismo na capital parece estar consolidada – e está relacionada a uma previsibilidade maior do cenário no futuro, no qual as chances de um novo fechamento se reduzem cada vez mais, conforme amplia-se o número de vacinados. 
 

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Para Mariana Aldrigui, presidente do CT da FecomercioSP, o IMAT de junho reforça ainda mais a relação direta entre recuperação do turismo e as notícias do avanço da vacinação e a segurança para realizar viagens com diferentes motivações.

“Mesmo que as atividades do turismo de negócios estejam muito reduzidas, houve interesse nos segmentos de lazer, compras e visitas a amigos e parentes, o que tende a se reforçar nos próximos três meses”, avalia.

Resultados
Entre as variáveis que compõem o índice, o faturamento das empresas foi a que se destacou, crescendo 32,1%. Na sequência a hotelaria, com aumento de 23,2% na taxa de ocupação. Em junho, a taxa média na capital ficou em quase 40%, bem acima do 32% de maio e do 11,8% do mesmo período do ano passado. Já a movimentação de passageiros nas rodoviárias e nos aeroportos cresceu, 1,6% e 15,4%, respectivamente. Por fim, a variável emprego apresentou resultado praticamente estável, com crescimento de 0,3%.

Nos dados do faturamento das empresas fazem parte setores como eventos, meios de hospedagem, agência e operadoras turísticas, que estão retomando gradualmente as atividades após um período curto de restrições – e já trabalham com vendas efetivas para o segundo semestre, uma vez que há o avanço da vacinação e o fim das restrições a partir de agosto, definido pelo governo estadual.

Nota metodológica
O indicador é composto por cinco variáveis que têm os mesmos pesos para a criação do índice. São analisadas as movimentações de passageiros dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, assim como dos passageiros das rodoviárias, a taxa média de ocupação hoteleira na cidade, o faturamento do setor do turismo na capital e o estoque de emprego nas atividades exclusivas do turismo. O índice tem sua base no número 100, usada como referência de comparação em janeiro de 2020. Ele pode sofrer mudanças mensais em decorrência dos dados que compõem o cálculo, com a saída de projeções e a entrada de números consolidados na série.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

Para a FecomercioSP, iniciativas como a redução das restrições, a ampliação das ofertas dos serviços turísticos e a aceleração da vacinação em todo o País são fundamentais para a melhora gradativa do setor

 
SÃO PAULO/SP - Em maio, o faturamento do turismo no Brasil foi de 9,6 bilhões de reais, alta de 47,5% em relação a igual período de 2020, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Porém, é importante ressaltar que essa comparação é feita com uma base bastante fragilizada, ou seja, com o auge da pandemia, que foram os meses de março, abril e maio do ano passado. Já no acumulado do ano, o turismo nacional apresenta redução de 9,8%, uma queda de faturamento de 5,1 bilhões de reais.
 
Ao compararmos maio deste ano com o de 2019, antes da pandemia, o cenário é bastante desafiador. A queda no faturamento, já descontada a inflação no período, é de 31,2%, redução de 4,3 bilhões de reais. Em maio, o transporte aquaviário foi o único, dentre os seis grupos de atividades analisados pela FecomercioSP, que conseguiu superar o patamar pré-pandemia, com alta no faturamento de 20% em relação ao mesmo mês de 2019. Entretanto, como sua participação na pesquisa é relativamente baixa, representando menos de 1%, o seu impacto no desempenho geral foi nulo.
 
O transporte aéreo continua sendo a maior perda em relação a 2019, de 50,5%, metade do que se faturava há dois anos (R$ 4,2 bilhões). Uma variação similar a da redução da demanda de passageiros, para esse mesmo período, de 43%. Todavia, as companhias aéreas têm retomado a malha aérea gradativamente e algumas dizem que podem voltar a 90% até o fim do ano. Expectativa importante para os setores de restaurantes e alojamentos, que podem planejar um futuro mais favorável. Em maio, esse grupo faturou 2,8 bilhões de reais, 33,5% abaixo do valor de maio de 2019. Variação muito próxima do grupo atividades culturais, recreativas e esportivas, de -33,8%, também afetado pelo isolamento social.
 
O conjunto de atividades de locação de veículos, agências e operadoras de turismo, entre outros serviços de turismo, registrou queda de 13,2% em maio em relação a 2019. Apesar da baixa, o mercado de aluguel de veículos tem crescido e as empresas estão mais animadas, até por conta de remodelações nas modalidades de locação, como a de longo prazo. Já as agências e as operadoras estão otimistas para uma recuperação no fim do ano, mas ainda ficam na expectativa sobre possíveis anúncios de fechamento e restrições de circulação. Por fim, o setor de transporte terrestre, que teve queda, em maio, de 6,6%.
 
A vacinação e os impactos ao turismo
Vale ressaltar que a vacinação ainda é a principal variável para os turistas voltarem a viajar com segurança e para os empresários se planejarem de forma mais sólida. Na última reunião do Conselho de Turismo da FecomercioSP, o Portal Viagem na Viagem apresentou uma pesquisa em que 92% dos entrevistados acreditam que é importante tomar a segunda dose da vacina antes de voltar a viajar.
 
Ainda que o cenário seja desafiador, com um longo percurso até retomar os patamares pré-pandemia, a Federação acredita que iniciativas como a redução das restrições, a ampliação das ofertas dos serviços turísticos e a aceleração da vacinação em todo o País são fundamentais para uma melhora gradativa e mais consistente do setor daqui em diante. É necessário previsibilidade para que os empresários de turismo recuperem a confiança, não há outra forma.
 
Para Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, os dados reforçam as análises prévias que indicavam relação direta entre a ampliação da vacinação e o aquecimento dos negócios em turismo. “Nossa recomendação aos empresários ainda é a de equilibrar otimismo e cautela, entendendo que há uma grande demanda esperando somente a segunda dose para colocar em prática os planos de viagem, porém muito sensíveis às informações ligadas à segurança nos equipamentos e nos destinos”, reforça.

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Nota metodológica
O estudo é baseado nas informações da Pesquisa Anual de Serviços com dados atualizados com as variações da Pesquisa Mensal de Serviços, ambas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números são atualizados mensalmente pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e foram escolhidas as atividades que têm relação total ou parcial com o turismo. Para as que têm relação parcial, foram utilizados dados de emprego ou de entidades específicas para realizar uma aproximação da participação do turismo no total.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

Dados do novo indicador da FecomercioSP com o SPTuris mostram primeira elevação, após quatro meses de queda, puxada por restrições de circulação

 
SÃO PAULO/SP - Após quedas contínuas no faturamento, nos empregos e no movimento de passageiros, o turismo paulistano registra o primeiro aumento do ano, com crescimento de 21,8%. É o que mostra o Índice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT-SP), elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e pelo Observatório de Turismo e Eventos da São Paulo Turismo (SPTuris), que atingiu o número-índice de 46,9 em maio, após o 38,9 de abril.
 
Mesmo que ainda seja cedo para comemorar, o IMAT indica o início de um alívio para os empresários do setor. Com a reabertura gradual da economia de São Paulo – somada à vacinação que vem se acelerando, mesmo em ritmo menor que o desejado –, os consumidores e empresários começam a buscar viagens, locação de espaços para eventos e demais atividades do setor.

O turismo na capital paulista está 68,9% maior do que no mesmo mês do ano passado, embora seja importante contextualizar que o bimestre de abril e maio de 2020 foi o momento mais crítico da pandemia, portanto, a base de comparação ficou bastante fragilizada.
 
Contudo, apesar de inspirar otimismo, a atividade atual do turismo ainda está 20% abaixo do registrado no fim do ano passado e 53% inferior ao nível pré-pandemia, mostrando um longo percurso para a plena recuperação.
 
O maior aumento do indicador veio da movimentação de passageiros nos aeroportos, que obteve alta de 42,5% em relação a abril. Depois, o melhor resultado foi o da movimentação nas rodoviárias, com elevação de 35,7%, seguida pela ocupação hoteleira, que subiu de 19% para 32% no mês de maio.
 
Já o faturamento das empresas do turismo cresceu 11,6% no mês. O setor de eventos (montagem, catering, locação de espaços, etc.) é um dos grandes setores captados por este dado, recuperando-se de forma gradativa. As empresas de eventos estão se estruturando de forma híbrida, com locação de espaços físicos e limitando o número de convidados, somando-se à possibilidade uma transmissão virtual das programações com acompanhamento remoto.
 
O crescimento mais tímido é o de empregos no setor, que permaneceu praticamente estável, registrando variação mensal de 0,2% – ainda 5% abaixo do nível pré-pandemia
 
Para Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo (CT) da FecomercioSP, é o momento adequado para que os empresários retomem o planejamento dos próximos meses com dados um pouco mais otimistas, mas ainda mantendo a atenção às notícias da saúde. “Com cautela e gestão responsável, teremos resultados mais animadores.”
 
O IMAT-SP foi criado pela FecomercioSP e pela SPTuris para servir de termômetro do turismo em São Paulo, levando em consideração tanto as atividades dos empresários do setor quanto dos consumidores. A ideia é que o indicador seja usado, sobretudo, para que as empresas que atuam com atividades turísticas na cidade tenham mais um insumo para elaborar o planejamento.
 
Pela série histórica, iniciada em janeiro de 2020, o melhor momento do turismo paulistano, desde o início da pandemia, foi em dezembro, com número-índice 58,9. Dali em diante, não parou mais de cair – 58,6 em janeiro deste ano; 50,7 em fevereiro; 41,5 em março; 39,8 em abril – até o registro de maio.
 
Nota metodológica
O indicador é composto por cinco variáveis que têm os mesmos pesos para a criação do índice. São analisadas as movimentações de passageiros dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, assim como dos passageiros das rodoviárias, a taxa média de ocupação hoteleira na cidade, o faturamento do setor do turismo na capital e o estoque de emprego nas atividades exclusivas do turismo. O índice tem sua base no número 100, usada como referência de comparação em janeiro de 2020. Ele pode sofrer mudanças mensais em decorrência dos dados que compõem o cálculo, com a saída de projeções e a entrada de números consolidados na série.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

Em alta, demanda por turismo de natureza apresenta crescimento de 14% no município

 

BROTAS/SP - Em plena curva ascendente, Brotas vive o seu melhor momento para a atividade do turismo. Em 2021, a preferência do visitante por destinos domésticos e que ofereçam atividades ao ar livre, a oferta de estrutura e a organização do setor, mantêm o empreendedorismo aquecido na estância, que chega ao maior número de empresas turísticas ativas em toda a sua história.

Dados do inventário do turismo apontam que hoje são 221 empresas no município neste ramo. Destas, 57 são de hospedagem e 80 de alimentação. Agências de turismo receptivo, de emissivo, operadoras, parques, atrativos naturais e culturais somam 84 empresas.

Comparado ao perfil empresarial da cidade, detalhado na base de dados do Sebrae, o comércio e o setor de serviços correspondem a 56% dos negócios em Brotas, com 1.738 empresas - o enquadramento destas atividades representa 72% dos empreendimentos em atividade nos municípios que integram a regional do Sebrae São Carlos. O agronegócio, na segunda posição, totaliza 955 empresas (31%).

 

Demanda aquecida

Termômetro da movimentação da cadeia turística em Brotas, a emissão do voucher turístico apresenta aumento de 14%, conforme balanço de janeiro a maio de 2021, na comparação com igual período do ano passado. Neste ano, foram 65.242 pulseiras emitidas, que dão acesso às atividades cadastradas pela Secretaria de Turismo, ante 57 mil, nos cinco primeiros meses de 2020.

“O turista está cada vez mais necessitado de ter experiências de contato com o ecoturismo e aventura. Rafting, tirolesa, arvorismo e boia cross, além das visitas às cachoeiras e ecoparques, são as principais demandas do visitante. E toda esta movimentação preenche também outros setores, como hotelaria, alimentos e bebidas e o comércio varejista”, afirma Fabio Pontes, secretário de Turismo de Brotas.

 

Investimentos

No cenário de aquecimento, Brotas também é um canteiro de obras em empresas do setor. Seja por obras de ampliação dos atrativos, até novos negócios, os investimentos do setor privado neste ano totalizam R$ 27 milhões.

No setor público, além da readequação de espaços de receptivo ao turista, são feitos investimentos na BRO 040, a rodovia Benedito Pinto dos Santos, acesso municipal que interliga Brotas ao distrito de Patrimônio, onde estão concentradas as cachoeiras e ecoparques. 

“Brotas é um dos destinos de natureza mais desejados pelo turista do estado de São Paulo, constatado em estudos do governo paulista. Oferecer uma experiência condizente com as expectativas do visitante exige serviço qualificado e infraestrutura. Além disso, investimos também na modernização do setor, no ambiente das cidades digitais”, conclui Fabio.

SANTO ANTONIO DO PINHAL/SP - A temporada de inverno começa semana que vem, em 21 de junho. Isso significa que os amantes do friozinho já podem começar a definir o destino e a hospedagem para este ano. Por conta da Covid-19, o momento exige cautela e precaução. Uma dica importante é escolher locais sem aglomeração e, melhor ainda, em meio à natureza. Nesse sentido, a pequena e aconchegante Santo Antônio do Pinhal, na Serra da Mantiqueira é uma ótima escolha.

Nos últimos anos, a cidade do santo casamenteiro, a apenas 170 km de São Paulo, se consolidou como um destino de inverno romântico e intimista. O contato com a natureza e a busca por tranquilidade são os principais atrativos para os casais. Além disso, a hospedagem com vista para as montanhas, a lareira acessa, um bom vinho e uma deliciosa fondue são praticamente irresistíveis. Mas é claro que há também diversos passeios na cidade.

O que fazer em Santo Antônio do Pinhal  

No centro da cidade, cuja arquitetura traz traços da cultura europeia e oriental, comunidades presentes na região, os turistas podem visitar a igreja da Matriz, o Mirante, a fonte de Santo Antônio, com uma bica de água fresca que desce das montanhas. Outra opção são as diversas lojinhas do centro da cidade com lembrancinhas, artesanato local, roupas e até mesmo móveis requintados e obras de arte.   

Como as principais atrações de Santo Antônio do Pinhal estão ligadas direta ou indiretamente a natureza, os visitantes podem fazer trilhas com diversos graus de dificuldade, conhecer bosques, rios, cachoeiras e nascentes, sendo a principal delas a Cachoeira do Lajeado. Mas, sem dúvida alguma, o Pico Agudo é cartão postal da cidade e um passeio indispensável. 

Com aproximadamente 1.700 metros de altitude, o Pico Agudo sempre deslumbra os turistas com a beleza da vista de 360°, de onde se pode contemplar as montanhas da Serra da Mantiqueira, Sul de Minas e Vale do Paraíba. Também é possível assistir diversos praticantes de Asa Delta e Parapente realizando voos no local. E, se você for aventureiro e quiser experimentar a sensação de ganhar os céus da cidade, há diversas agências locais que agendam voos com instrutores preparados.

Dica de hospedagem

A Pousada Quatro Estações de Pinhal é uma das melhores opções de hospedagem em Santo Antônio do Pinhal. Além de aconchego, requinte e boa mesa, os hóspedes ainda podem se deslumbram com lindas vistas para as montanhas. E as tarifas também são bem atrativas. Em junho e julho, de segunda a quinta-feira, o valor da diária para casal tem tarifas variando a partir de R$ 793. De agosto a setembro, já no finzinho do inverno, a diária durante a semana sai a partir de R$ 635 para o casal. No valor está incluso um delicioso café da manhã.

Quem deseja viajar com pet, pode ficar tranquilo. A Quatro Estações de Pinhal é uma pousada pet friendly. Para os filhos peludos é cobrado uma taxa única de R$ 75, independentemente do período de hospedagem. São aceitos cães de pequeno e médio porte. Em caso de dúvidas sobre o tamanho do seu filho peludo, verifique com a equipe da pousada antes de fazer a sua reserva. 

Bistrô Seu Beneditú: gastronomia regional

Para os amantes da boa mesa, vale a pena saborear as delícias do Bistrô Seu Beneditú, instalado dentro da Pousada Quatro Estações de Pinhal. Com o conceito slow food, a gastronomia do Bistrô privilegia os ingredientes orgânicos e majoritariamente produzidos na cidade. O Bistrô está aberto diariamente, das 12h às 15h para almoço e das 19h às 22h para jantar. O atendimento é realizado somente com reservas antecipadas.

Sobre a Pousada Quatro Estações de Pinhal 

A Pousada Quatro Estações de Pinhal possui o Bistrô Seu Beneditú, 10 chalés com estacionamento, Wi-Fi, lareira, frigobar, telefone, DVD, TV a cabo com mais de 100 canais, cama Queen Size, e todos os banheiros são equipados com secador de cabelo. No que se refere ao lazer, a Quatro Estações de Pinhal oferece uma jacuzzi aquecida e uma piscina, salão de jogos e uma confortável sala de estar.

Para mais informações e reservas acesse www.pousada4estacoesdepinhal.com.br ou ligue (12) 3666-2260.

MÉXICO - Mesmo antes do turismo da vacina, brasileiros embarcaram para o México ao longo de toda a pandemia. Com apelo no mercado nacional – Cancún frequenta as listas dos destinos preferidos para viagens ao exterior há anos –, o país foi um dos poucos que se mantiveram abertos para viajantes do Brasil.

Agora outros pontos da América Latina e do Caribe divulgam que – ao contrário do que ocorre em muitas partes do mundo – brasileiros são, sim, bem-vindos. O foco é atrair, além do turista convencional, quem pode trabalhar de maneira remota ou ficar no país para a quarentena antes de ir aos Estados Unidos.

Panamá, Aruba, Belize, Curaçao, Anguilla, Bahamas… A lista só aumenta. “Nas últimas três ou quatro semanas, a maioria das viagens na região era para o México. Agora, com a retomada de voos e abertura de fronteiras, Aruba e Curaçao voltaram a ter demanda”, afirma Bruno Delfini, gerente de Produtos e Operações Internacionais da BWT Operadora. “A gente até lançou pacote para Aruba a partir de US$ 1.099, com aéreo e sete noites de hotel com café e transfer.”

O destino investiu numa oferta de relançamento, com a Copa Airlines, para o mercado brasileiro. “A partir de US$ 450 ida e volta, mais taxas, será possível visitar Aruba, partindo de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Brasília. A compra tem de ser até 22 de junho, mas a viagem pode ser até 31 de outubro”, diz Carlos Barbosa, representante de Aruba no Brasil.

Destinos destacam segurança

“É um destino de férias ou mesmo para home office, já que a ilha oferece boa estrutura para trabalho remoto. Mais de 90% do PIB é proveniente do turismo, por isso, o destino implementou rígidos protocolos nas atividades. Além disso, mais de 65% da população já está imunizada, o que traz ainda mais tranquilidade aos visitantes.”

Belize, na América Central, também reforça que é um destino seguro, “com uma média de apenas seis novos casos por dia, sendo que muitos dias sem registros de novos casos”, informa o Madre Travel, escritório oficial do Turismo de Belize na América Latina. “No ranking do CDC americano (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), ele está classificado com risco 1 de contaminação, o mais baixo.”

Bahamas e a pequena Anguilla, no Caribe, mantiveram sua promoção turística no Brasil na pandemia. “A ilha continuou em contato com agentes de viagem brasileiros, informando sobre o plano de contenção de Anguilla, que foi declarada covid-free pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 2020”, diz a porta-voz do Conselho de Turismo do país, Danielle Roman, presidente e CEO da Interamerican Network. “Anguilla criou o conceito de bolha, tanto para visitantes de curta como de longa duração, para que eles pudessem entrar na ilha e desfrutar de suas belezas e praticidades em um ambiente limitado e controlado, para o cuidado com todos.”

Quarentena para turismo da vacina

Os destinos estão de olho nos viajantes brasileiros (alguns até já vacinados) e não se posicionam necessariamente como um lugar para quarentena de quem busca imunização nos Estados Unidos. Mas sabem que, pela posição geográfica, são uma opção. “A prioridade das Bahamas é a saúde e o bem-estar dos nossos cidadãos e visitantes. Estamos focados na vacinação dos residentes”, diz Giovanni Grant, gerente-geral de multidestinos do Ministério de Turismo e Aviação do país. “As Bahamas, pela proximidade e imensa disponibilidade de voos, especialmente para a Flórida, são um destino privilegiado pelos brasileiros a caminho aos Estados Unidos.”

Além do mar incrivelmente claro, os destinos têm boa infraestrutura hoteleira e de serviços. México e os países da América Central costumam ter outro ponto em comum: sítios arqueológicos, com destaque para Chichén Itzá. A antiga cidade maia, declarada patrimônio mundial pela Unesco, fica a cerca de duas horas e meia de Cancún. A região da América Central e do Caribe em geral é acessada a partir de voos do Brasil pela Copa Airlines. “A Latam está com voo direto São Paulo-Cancún agora na alta temporada. Vendeu super bem”, conta o gerente da BWT.

Aeromexico também é uma opção para a região como um todo, mas especialmente para os visitantes que queiram explorar a Cidade do México, com um stopover. “Tenho muito contato com a companhia mexicana e eles estão com voos diários e ótima ocupação. É um fenômeno por conta da facilidade. São poucos os países que fazem o que o México está oferecendo.” Para entrar lá, basta preencher uma ficha de saúde.

Dos 58 hotéis da AMResorts, 38 ficam no México; a rede está presente nas costas do Pacífico e do Caribe. Comparado a 2019, o grupo já registra um crescimento de cerca de 80% no total de hóspedes brasileiros. Em destinos como Tulum, por exemplo, o aumento chegou a 2.000%.

Leonel Reyes, diretor corporativo para a América Latina da rede RCD, confirma a preferência pelo México. “Reabrimos em julho de 2020 e o número de brasileiros em 2021 está crescendo de janeiro até hoje em 20% a cada mês.” O grupo tem o maior número de quartos nos principais destinos mexicanos: 1.262 na Riveira Maia, 601 em Cancún, 639 em Los Cabos e 362 em Puerto Vallarta.

Requisitos para a entrada

No entanto, é bom estar atento às exigências para entrar em cada lugar e fazer as contas para ver quando vale ir para onde. O Panamá, por exemplo, exige um teste adicional na chegada – em conexões dentro do aeroporto, não é necessário esse exame tampouco a vacina de febre amarela, requisito para quem visita o país da América Central. Mesmo que o resultado seja positivo, o viajante tem de passar três dias de quarentena em hotel definido ou autorizado pelo governo.

Nas Bahamas, quem foi vacinado com Pfizer, Moderna, Janssen e AstraZeneca está isento de mostrar o PCR na entrada; Coronavac está fora da lista.

Para cativar o viajante brasileiro, o México foi além: a hotelaria da região de Cancún criou comodidades como o seguro covid (para casos de quarentena após contaminação) e teste feitos dentro dos hotéis. “Tem exame de antígeno em toda farmácia e tem laboratório dentro de hotel. Onde eu fiquei tinha um quarto que virou uma base para fazer exames. Eu sei que tem isso na rede Riu, na Palace Resorts, na Hard Rock e na Xcaret México. Os resorts praticamente todos têm.”

Preços de pacotes e temporada de furacões

Os preços mais baixos para a região costumam ser em setembro ou outubro, ápice da temporada de furacões, que vai de agosto a novembro. É uma loteria: os destinos podem tanto ser atingidos quanto ter sol. Os pacotes para Cancún variam bem de uma época para outra. “Tem anos em que não tem nenhum furacão em Cancún”, diz Barbosa, da Flot.

Em julho, sete noites na BWT custam na faixa de US$ 1.800; na baixa, fica em torno de US$ 1.350. Na Flot, quatro noites saem desde US$ 906,55 em outubro – em julho, a partir de US$ 1.266,82. Todos são em all inclusive e aéreo.

Para quem não quer arriscar, o gerente da BWT recomenda Aruba e Curaçao. “Estão fora da rota de furacões, uma vantagem para esses destinos no segundo semestre.”

Que exames são pedidos

Exceto no México, exames costumam estar entre as exigências dos países para a entrada de visitantes. Consulte os sites oficiais para informações na época da viagem. Atualmente, pedem:

Anguilla: PCR-RT negativo (de 3 a 5 dias antes da chegada); US$ 300 de taxa (vacinados estão isentos e, após 1º/7, a cobrança será extinta). Site: ivisitanguilla.com

Aruba: Vacina de febre amarela; PCR negativo (feito de 72 a 12 horas antes); seguro-viagem; seguro de Aruba para cobrir custos ligados à covid-19 – US$ 30 para maiores de 15 anos, US$ 10 para o restante. Site: aruba.com

Bahamas: Vacina de febre amarela; visto online de saúde; PCR-RT (feito no máximo 5 dias antes); teste de antígeno se ficar mais de 4 noites. Site: bahamas.com

Belize: Vacina de febre amarela; certificado de vacinação, PCR negativo (até 96 horas antes) ou antígeno (até 48 horas); hotel aprovado pelo país. Site: travelbelize.org

Curaçau: PCR negativo (feito até 72 horas antes do voo); teste de antígeno no terceiro dia na ilha. Site: curacao.com

Panamá: Vacina de febre amarela; PCR ou antígeno (até 48 horas antes); teste molecular (US$ 85) na chegada. Site: visitpanama.com

 

 

*Por: Nathalia Molina / ESTADÃO

No primeiro mês pandêmico no Brasil, março de 2020, setor viu receitas caírem 22,3%; na comparação com o mesmo mês de 2019, retração é de mais de um terço

 
SÃO PAULO/SP
- O último mês do verão, quando muitas pessoas ainda estariam viajando pelo País, seguiu sendo ruim para o turismo brasileiro, como já era a tônica: segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), março foi de queda de 17,6% no faturamento em relação ao mesmo mês de 2020 – quando, já impactado pela chegada do covid-19 ao País, o setor caiu 22,3%.
 
Uma outra comparação ajuda a compreender melhor a crise do turismo: o faturamento de R$ 8,82 bilhões de março de 2021 foi mais de um terço menor (36%) do que aquele registrado há dois anos, em março de 2019 – no último ano sem pandemia. Em outras palavras, o setor perdeu um terço do tamanho agora, em relação àquele contexto pré-pandêmico.
 
O número aumenta também o prejuízo do turismo nacional durante a pandemia, que já é R$ 67,7 bilhões entre março de 2020 e o mesmo mês deste ano. Isso significa que, em meio à crise, o setor perdeu mais de um terço do seu tamanho (-38,1%). No acumulado de 2021, a retração também é expressiva: -26,5%.
 
Para a Federação, estes dados indicam um quadro complexo, em que o turismo não consegue encontrar caminhos para iniciar uma recuperação. Considerando a baixa expressiva no faturamento de março do ano passado, quando as pessoas entravam em quarentena, a queda de agora é ainda mais negativa, porque aponta que as atividades turísticas estão piores agora até mesmo do que naquele primeiro momento da crise.

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Aviação civil puxa prejuízo
Como tem sido desde o início, a retração mais expressiva foi registrada na aviação civil, que encolheu 38,4% em março. O segmento tem experimentado um cenário de baixa demanda e, consequentemente, de baixa na oferta de assentos.
 
O grupo de alimentação e alojamento (hotéis e pousadas), também muito impactado pelas medidas de restrição de circulação, faturaram 20,1% a menos em março deste ano do que naquele mesmo mês de 2020, quando muita gente estava cancelando viagens por causa da pandemia.
 
Já as atividades culturais, esportivas e de recreação, tão importantes para o turismo, caíram 19,1% em março, enquanto locadoras de veículos, agências e operadoras turísticas tiveram recuo de 3,5%. De acordo com o Conselho de Turismo (CT) da FecomercioSP, as empresas que alugam carros estão conseguindo remodelar o perfil de negócios, ampliando contratos de assinatura e ampliando-os para outros segmentos. Já as agências, ao contrário, estão no patamar mínimo de demanda.
 
Dois segmentos cresceram em março, na contramão das quedas: os transportes terrestres (4,8%), como empresas de viagens interestaduais, intermunicipais e internacionais – beneficiadas pela queda da demanda a aviação civil – e o aquaviário (3%), que, por ter uma participação pequena na composição do faturamento do setor, é um resultado praticamente nulo.
 
Para a FecomercioSP, é só com a vacinação da população que o setor terá alguma previsibilidade – imprescindível para os turistas, que precisam se programar a longo prazo para empreender as viagens.
 
Nota metodológica
O estudo é baseado nas informações da Pesquisa Anual de Serviços com dados atualizados com as variações da Pesquisa Mensal de Serviços, ambas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números são atualizados mensalmente pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e foram escolhidas as atividades que têm relação total ou parcial com o turismo. Para as que têm relação parcial, foram utilizados dados de emprego ou de entidades específicas para realizar uma aproximação da participação do turismo no total.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

EUA - Nova York, um dos lugares mais queridos por brasileiros para um destino de viagem, vai usar suas atrações turísticas para vacinar os visitantes estrangeiros contra a Covid-19. Central Park, Times Square, Brooklyn Bridge e o High Line Park vão integrar os pontos de aplicação do imunizante contra a doença causada pelo novo coronavírus.

“Queremos o turismo de volta. Estamos fazendo um grande esforço para trazer o turismo de volta. Neste verão, o turismo vai ganhar vida novamente em Nova York, vocês verão muitos empregos voltando por causa disso. Queremos tornar mais fácil para os turistas. Se eles estão aqui, vacine-se enquanto você está aqui. Faz sentido colocar locais de vacinação móveis onde os turistas estão”, avisou o prefeito de Nova York, Bill de Blasio.

Segundo o governante, a prefeitura está trabalhando em conjunto com o Estado de Nova York para a aplicação da vacina da Johnson & Johnson, que requer apenas uma dose para a imunização completa.

“Estaremos na Times Square, Brooklyn Bridge Park, Central Park, High Line, em vários locais. E vamos trabalhar com o Estado de Nova York . Precisamos que o Estado altere a regra que nos permitirá fornecer vacinação para pessoas de fora da cidade. Esta é uma mensagem positiva para os turistas. Venha aqui, é seguro, é um ótimo lugar para se estar, e nós vamos cuidar de você. Vamos garantir que você seja vacinado enquanto estiver aqui.”

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Os Estados Unidos são o país mais avançado na cobertura de vacinas de sua população. Até esta terça-feira (11 de maio), 262 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose do imunizante contra a Covid-19. Isso representa cerca de 80% da população. Mais de 116 milhões, ou 35% da população, já estão totalmente imunizadas, incluindo nesta conta as pessoas que tomaram as duas doses de vacina da Pfizer ou uma da Johnson & Johnson.

Para os brasileiros, porém, ainda não é fácil ir aos Estados Unidos. O Brasil faz parte de uma lista de restrições do Departamento de Saúde norte-americano. Nenhuma pessoa pode ir diretamente do Brasil para os Estados Unidos sem antes fazer uma quarentena de 14 dias em um país fora dessa lista de restrições.

Ou seja, se o voo tiver origem no Brasil, a pessoa precisa passar 14 dias em um país que não esteja nas restrições norte-americanas e que também não tenham suas portas fechadas aos brasileiros. México, Costa Rica e República Dominicana são os lugares mais próximos. Porém, eles podem fazer exigências para a entrada, como a realização de testes de Covid e compra de seguro-saúde.

Passados os 14 dias, o turista pode se preparar para a viagem aos Estados Unidos com as devidas exigências sanitárias do Estado de Nova York. Uma delas é a realização do teste PCR com três dias de antecedência da viagem. Ao chegar em Nova York, é recomendado fazer uma quarentena de até dez dias. Ou então de sete dias, desde que faça um novo teste PCR entre o terceiro e quinto dia após a chegada. Essas determinações, porém, sofrem constantes alterações. É importante que você se informe bem sobre as recomendações e exigências antes de planejar sua viagem.

 

 

*Por: ESCOLHA VIAJAR

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