SÃO CARLOS/SP - A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) realizou na segunda-feira (28), uma campanha de vacinação contra a Influenza (gripe) entre os seus colaboradores.
Atualmente, a vacina é uma das maneiras mais eficazes para prevenir algumas doenças, por isso a associação está investindo na vacinação visando o bem-estar dos colaboradores.
Segundo Filipe Pereira do Departamento de Recursos Humanos, a produtividade dos colaboradores da associação está diretamente relacionada à condição de saúde do profissional, seja ela física ou mental. “A saúde e o bem-estar dos colaboradores sempre foi uma preocupação da ACISC, que lida diretamente com o público, portanto essa é uma forma de prevenir doenças. Além disso os benefícios da vacinação é que ao demonstrar preocupação com a saúde do colaborador, pode haver um maior sentimento de pertencimento à entidade, resultando no aumento da motivação”, comentou o colaborador.
O presidente da ACISC, José Fernando Domingues, o Zelão, acompanhou a ação, tomou a vacina e falou sobre a importância da ação. “É muito importante que os colaboradores se protejam do vírus da gripe, principalmente neste momento de pandemia. Na associação temos tomado todas as formas de cuidados, essa é apenas uma das medidas de prevenção”, destacou.
A ação aconteceu numa parceria entre a ACISC e a Clínica de Vacinas Previmune, que ainda oferece 40% de desconto para a adesão a vacinação de associados e seus dependentes. Os associados que tiverem interesse devem entrar em contato pelos telefones: (16) 3412 3739 e (16) 9 9108 1790.
BRASÍLIA/DF - O servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda afirmou ter sofrido pressão incomum de seus superiores no ministério, inclusive nos fins de semana, para finalizar os trâmites de compra da Covaxin, vacina da farmacêutica indiana Bharat Biotech. A compra das vacinas chegou a ser anunciada pelo governo federal em fevereiro, mas o negócio segue em aberto. Luis Ricardo prestou depoimento nesta sexta-feira (25) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.
De acordo com o depoimento, o chefe imediato no departamento de importação mandava mensagens depois do expediente e nos fins de semana - prática incomum, de acordo com o servidor - alegando que estava em contato com representantes da empresa. Luis Ricardo se sentiu incomodado com a postura da chefia. Diante disso, decidiu comunicar seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF).
Em resposta ao relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), o servidor do Ministério da Saúde afirmou que toda equipe do seu setor ficou desconfortável com a pressão incomum, inclusive diante da falta de documentos. À época, a empresa ainda não havia apresentado o Certificado de Boas Práticas, documento necessário para o procedimento de compra.
Luis Ricardo já havia relatado o caso em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) no final de março. O depoimento veio a público por meio de veículos de imprensa e a CPI decidiu ouvir o deputado e seu irmão hoje. Aos senadores, o deputado mostrou áudios do irmão, em conversas privadas dos dois, em março.
No áudio, o servidor demonstrou sua suspeita ao irmão. Disse que o ministério negocia milhões de vacinas e insumos, e ninguém nunca havia ligado para ele; nem empresas, nem o secretário-executivo do ministério. Mas neste contrato havia muita gente “em cima, pressionando”. “Aí você já fica com um pé atrás”, disse Luis Ricardo ao irmão em áudio divulgado no depoimento.
Luis Ricardo afirmou que foram enviados três invoices - notas fiscais com as especificações da compra. A primeira foi rejeitada pelo servidor, que pediu a correção do número de doses, 300 mil, a retirada da obrigação do pagamento adiantado e a alteração do nome constante no documento.
O invoice veio em nome de uma terceira empresa, a Madison, ausente no contrato. A nota não vinha em nome da Bharat Biotech, fabricante da vacina, nem da Precisa, representante da farmacêutica indiana no Brasil.
As pressões exercidas pela chefia do servidor foram para a assinatura da primeira nota, mesmo com os erros, afirmou Luis Ricardo. Ao saber do ocorrido, o deputado federal decidiu contar o caso ao presidente Jair Bolsonaro, para pedir providências. Após a reunião de Luis Ricardo e do irmão com o presidente da República, as notas foram reenviadas, com correções progressivas.
O segundo invoice veio com o número de doses corrigido, mas manteve o pagamento adiantado e o nome da empresa Madison, e incluiu um valor correspondente a frete e seguro, que excedia o valor unitário por dose previsto, de US$ 15. Luis Ricardo disse ter pedido nova correção. O documento com a correção foi enviado no mesmo dia, 23 de março, às 23h.
O servidor do ministério afirmou que a fiscal do contrato autorizou a manutenção da Madison no invoice. A Precisa Medicamentos, segundo ele, informou que a Madison possui o mesmo quadro societário e é encarregada de todas as emissões da farmacêutica. A Precisa estaria providenciando uma declaração, afirmou ele. Mas, de acordo com o servidor, isso não é procedimento padrão. “Normalmente, na execução dos processos realizados na importação, é o fabricante ou o representante dele no Brasil”, disse Luis Ricardo.
Ele afirmou que houve ruído de informações a respeito da validade da vacina. Os dados a respeito da validade informados pela fabricante não correspondem àqueles obtidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) junto à autoridade sanitária indiana.
“A empresa apresentou o certificado de análise onde continha a data de fabricação, salvo engano outubro e novembro, e foi apresentada à Anvisa uma validade de janeiro de 2023. A Anvisa questionou o porquê de um prazo tão longo, porque ela tem conhecimento da autoridade sanitária da Índia que essa vacina só possui seis meses de validade. Nesse caso, se fossem seis meses a validade, as vacinas venceriam em maio e junho”.
O deputado Luiz Miranda também disse à CPI que o presidente Jair Bolsonaro citou o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), quando foi informado por Miranda sobre as suspeitas de irregularidades envolvendo a Covaxin. Segundo Miranda, o presidente teria dito que Barros poderia estar envolvido em eventuais irregularidades no Ministério da Saúde.
O deputado Ricardo Barros, em sua conta pessoal do Twitter, disse que não participou de nenhuma negociação em relação à compra das vacinas Covaxin. "A investigação provará isso", disse o deputado na postagem e reiterou que não tem relação com os fatos atribuidos a ele na sessão de hoje na CPI.
O ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, já havia afirmado, antes mesmo do depoimento de hoje, que a Polícia Federal seria informada sobre o conteúdo das denúncias e que investigaria o caso.
Segundo o ministro, "Não houve favorecimento a ninguém, e esta é uma prática desse governo, não favorecer ninguém. Segundo, não houve sobrepreço. Tem gente que não sabe fazer conta. Terceiro, não houve compra alguma. Não há um centavo de dinheiro público que tenha sido dispendido do caixa do Tesouro Nacional ou pelo Ministério da Saúde."
Na ocasião, Onyx Lorenzoni afirmou que um dos documentos apresentados por Luis Ricardo Miranda seria falso.
Em nota, a Bharat Biotech assumiu a propriedade da Madison e afirmou que “refuta fortemente e nega qualquer tipo de alegação ou implicação de conduta ilegal a respeito do suprimento da Covaxin.”
A Precisa Medicamentos, representante da Bharat Biotech no Brasil, destacou que "A dose da vacina Covaxin vendida para o governo brasileiro tem o mesmo preço praticado em outros 13 países que também já adotaram a Covaxin. O valor é estabelecido pelo fabricante, no caso a Bharat Biotech."
*Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil
CAMPINAS/SP - Três milhões de doses de vacinas da Janssen contra a covid-19, doadas pelo governo norte-americano, desembarcaram no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na manhã desta sexta-feira (25). O lote é avaliado em R$ 145 milhões.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, acompanhou a chegada dos imunizantes, ao lado do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Queiroga agradeceu a colaboração do governo americano.
"Nesse momento recebemos essa doação, mas, no futuro, Brasil e Estados Unidos farão, juntos, muito mais pelos países da América Latina e pelos países mais pobres que também enfrentam essa doença", afirmou o ministro.
O embaixador Todd Chapman disse que "esses 3 milhões de doses representam a maior doação que nós já fizemos para qualquer nação".
#AoVivo - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, acompanham chegada de vacinas #Covid19 doadas pelos EUA.
— Ministério da Saúde (@minsaude) June 25, 2021
https://t.co/PzvHU0ZH66
Por Ludmilla Souza - Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - Aqui na redação da Rádio Sanca ficamos nos questionando, por que algumas pessoas não comparecem para tomar a segunda dose da vacina? Pois em São Carlos cerca de 800 pessoas não foram tomar a segunda dose do imunizante.
Algumas respostas vieram a mente, mas não justificam tamanho número em São Carlos e em vários municípios do Brasil.
Vale ressaltar que o número caiu, pois na última atualização eram mais de 1.100 pessoas, mas mesmo assim o número é grande.
Todos os infectologistas afirmam categoricamente que é de extrema importância tomar a segunda dose, pois só assim a imunização será completa.
Em São Carlos, para tomar a segunda dose as pessoas podem ir até as unidades básicas de saúde do Cidade Aracy, Azulville, Redenção, Santa Felícia e São José que estão aplicando a segunda dose da Astrazeneca para todos os públicos, no horário das 9h às 15h. Vale ressaltar que na primeira dose quem tomou a vacina Coronavac, a imunização é apenas no posto do Cidade Aracy, no mesmo horário.
Já os postos volantes com sistema drive-thru localizados na FESC, na Vila Nery e no Estádio Luisão a imunização ocorre das 9h às 13h.
SÃO PAULO/SP - Você conhece a vacina da Janssen ou Johnson & Johnson? Não? Pois o imunizante está prestes a desembarcar no Brasil e vai fazer parte da lista de imunizantes utilizados. O contrato entre a farmacêutica e o Ministério da Saúde prevê 38 milhões de doses até o fim do ano.
Um lote com 3 milhões de doses foi antecipado e está previsto para chegar no país em breve. A previsão inicial era esta semana, segundo o Ministério da Saúde, mas a data foi adiada.
A vacina da Janssen tem dose única, ou seja, 3 milhões de pessoas irão completar a vacinação apenas com a remessa que está para vir. O imunizante tem uma tecnologia semelhante ao da vacina da AstraZeneca/Oxford, que utiliza adenovírus.
Um material genético da proteína “S” do Sars-CoV-2 é colocado dentro do adenovírus, que funciona como transportador. Quando a pessoa recebe a vacina composta do adenovírus, que carrega a informação genética do novo coronavírus, o corpo inicia um processo de defesa e produz anticorpos contra aquele invasor.
O imunizante tem 85% de eficácia, após 28 dias da data da aplicação, na prevenção da forma severa da Covid-19 em todas as regiões em nas quais o estudo foi realizado.
Para os casos a forma moderada da doença, a eficácia foi de 66%. Os dados de eficácia e segurança se baseiam em estudo com 43.783 participantes em oito países, incluindo o Brasil, sendo 34% dos participantes com mais de 60 anos de idade.
De acordo com o Ministério da Saúde, as doses podem ser armazenadas e transportadas entre +2ºC e +8°C, temperatura mais comum nas salas de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante pode ser distribuído em todo o país.
Segundo divulgado pelo órgão norte-americano Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), o cidadão que receber a vacina pode ter no braço: dor, vermelhidão e inchaço. No corpo, a pessoa pode apresentar cansaço, dor de cabeça, dor muscular, arrepios, febre e náusea.
Em abril deste ano, o CDC e a Food and Drug Administration (FDA), órgão que funciona como a Anvisa nos Estados Unidos, decidiram suspender a vacinação com o imunizante da Janssen, para investigar seis possíveis casos de pessoas vacinadas com Janssen que registraram casos raros e graves de coágulos.
Após a revisão, os órgãos recomendaram a vacina como “eficiente para prevenir a Covid-19” e que os casos de trombose são muito baixos.
*Por: ISTOÉ DINHEIRO
BRASÍLIA/DF - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu autorização, por meio do Circuito Deliberativo nº 539/2021, para a importação excepcional da vacina Sputnik V pelos estados do Rio Grande do Norte, de Mato Grosso, Rondônia, do Pará, Amapá, da Paraíba e de Goiás.
Assim como deliberado no dia 4 de junho, na 9ª Reunião Extraordinária Pública da Diretoria Colegiada, a importação aprovada na terça-feira (15) também deverá ser realizada sob condições controladas. Para tanto, de acordo com a Anvisa, foram estabelecidas as mesmas responsabilidades e condicionantes aos requerentes.
As principais condições preveem que a vacina deverá ser utilizada apenas na imunização de indivíduos adultos saudáveis e que todos os lotes dos imunizantes importados somente poderão ser destinados ao uso após liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).
Além disso, a Anvisa receberá relatórios periódicos de avaliação benefício-risco da vacina; o imunizante deverá ser utilizado em condições controladas com condução de estudo de efetividade, com delineamento acordado com a agência e executado conforme Boas Práticas Clínicas; a Anvisa poderá, a qualquer momento, suspender a importação, distribuição e uso das vacinas importadas; dentre outros aspectos destacados no voto do relator.
Na deliberação, também foram autorizados quantitativos reduzidos de doses a serem importadas para vacinação de 1% da população de cada um dos estados, o que permitirá o adequado monitoramento e ação imediata da agência, caso necessário: Rio Grande do Norte - 71 mil doses; Mato Grosso - 71 mil doses; Rondônia - 36 mil doses; Pará - 174 mil doses; Amapá - 17 mil doses; Paraíba - 81 mil doses; e Goiás - 142 mil doses.
*Com informações da Anvisa.
Por Agência Brasil*
As pessoas com 56 e 57 anos devem procurar somente os postos volantes da FESC ou do Luisão
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio dos Departamentos de Gestão do Cuidado Ambulatorial e de Vigilância em Saúde, comunica que a partir desta terça-feira (15/06) as pessoas com ou sem comorbidades de 56 e 57 anos, já poderão ser imunizados contra a COVID-19.
Os demais grupos incluídos anteriormente na campanha e que ainda não receberam a imunização, também continuam sendo atendidos, além de todas as pessoas que já podem receber a segunda dose de qualquer uma das vacinas disponíveis.
Os postos volantes com sistema drive-thru localizados na FESC, na Vila Nery e no Estádio Luisão, na Vila Prado, estarão imunizando pessoas com 57 e 56 anos ou mais sem comorbidades (documentos com foto e CPF); os professores com 45 ou mais (levar QRCode impresso), pessoas com deficiência permanente (física/sensorial/intelectual) com 18 anos ou mais (apresentar laudo médico que indique a deficiência; ou comprovação de atendimento em centro de reabilitação ou unidades especializadas; ou documento oficial com indicação da deficiência; ou cartões de gratuidade do transporte público); profissionais de saúde (com carta liberação da VIGEP e documento com foto e CPF); motoristas e cobradores do transporte coletivo (levar QRcode impresso e documento com foto e CPF); idosos (cadastro e documento com foto e CPF) e as pessoas que devem tomar a segunda dose da ASTRAZENECA (levar carteira de vacinação da primeira dose). Os postos volantes também vão atender das 9h às 15h.
Devem procurar as unidades básicas de saúde (UBS’s) do Cidade Aracy, Azulville, Redenção, Santa Felícia ou São José as gestantes com 18 anos ou mais (apresentar Carteira de Gestante), puérperas (até 45 dias pós parto) com 18 anos ou mais (apresentar Certidão ou Declaração de Nascimento), pessoas com comorbidades com 18 anos ou mais (relatório médico) professores de 18 a 44 anos (levar QRCode impresso) e as pessoas que devem tomar a segunda dose da CORONAVAC (levar carteira de vacinação da primeira dose). O horário de vacinação nas unidades é das 9h às 15h de segunda a sexta-feira.
Quem for receber a primeira dose da vacina, independente do grupo, deve fazer o cadastro prévio no www.vacinaja.sp.gov.br e, no dia da vacinação, levar impresso o formulário de vacinação disponível no link http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/VacinaJa. No caso do relatório médico de comorbidades, o documento deve ser preenchido pelo médico que trata o paciente, lista de comorbidades no http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/RelatorioComorbidades.
Os profissionais da educação devem fazer o cadastro no site https://vacinaja.sp.gov.br/educacao e imprimir o voucher com o QR Code, além de apresentar documento com foto e CPF. Já os motoristas e cobradores devem fazer o cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br, devem clicar em profissionais do transporte, inserir o e-mail e aguardar o recebimento de um voucher de confirmação, que deverá ser entregue impresso no momento da vacinação.
De acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde serão usadas doses da reserva técnica da cidade. O Governo do Estado deve enviar novos lotes de doses. “Vamos iniciar essas novas faixas etárias de 56 e 57 anos com a nossa reserva. Ressaltamos que também temos vacinas reservadas para aplicar a segunda dose nas pessoas que já devem receber a imunização ”, finaliza Crislaine Mestre, diretora de Vigilância em Saúde.
RÚSSIA - Se aqui no Brasil os políticos dizem que quem se vacina vira jacaré, na Rússia eles vão sortear carros novos para os imunizados. A iniciativa foi anunciada pelo prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, que vai sortear cinco carros por semana para quem se vacinar entre os dias 11 de junho e 14 de julho.
A iniciativa está sendo tomada devido ao aumento nos casos de COVID-19 e à baixa taxa de vacinação da população da capital russa. Do dia 12 para o dia 13 de junho, Moscou registrou 7.704 novos casos. Em toda a Rússia no mesmo período, foram registrados 14.723 casos.
Os carros sorteados terão o valor de até um milhão de rublos (cerca de R$ 70 mil reais na cotação atual). “Mas é claro que o principal ganho para quem se vacinar não pode ser comparado a nenhum carro. É a sua própria saúde e equilíbrio espiritual”, disse o Sergei Sobyanin em anúncio oficial.
Alguns carros que se encontram nessa faixa de preço no mercado russo são o Volkswagen Polo e o Kia Rio, um dos mais vendidos por lá.
Outra medida tomada pelo prefeito foi anunciada no sábado (11). Sobyanin ordenou que centros esportivos e playgrounds situados dentro de parques fossem fechados por uma semana. Bares e restaurantes não poderão permanecer abertos após às 23h.
Além do sorteio dos carros, um apartamento de três cômodos também será sorteado para incentivar a população a se vacinar.
Não há dados sobre o número de vacinados em Moscou. No último número oficial, divulgado no dia 21 de maio, cerca de 1,3 milhão de um total de 12 milhões haviam tomado pelo menos a primeira dose da vacina.
"Esta é apenas uma solução temporária. Para evitar novas restrições e garantir uma melhoria sustentável da situação, precisamos acelerar significativamente as vacinações.", disse o prefeito para um blog no último domingo.
*Por: João Vitor Ferreira / QUATRO RODAS
EUA - A empresa Novavax divulgou hoje (14) os resultados da última fase de testes da candidata a vacina contra a covid-19. O ensaio clínico, com base nos Estados Unidos (EUA), mostrou que a vacina é mais de 90% eficaz contra a doença e fornece proteção no caso das variantes.
O estudo incluiu 3 mil voluntários nos EUA e no México. A empresa vai pedir a autorização de emergência das autoridades de saúde norte-americanas e fará o mesmo em outros países no terceiro trimestre do ano.
A vacina candidata da Novavax foi mais de 93% eficaz contra as variantes predominantes de covid-19, que têm sido motivo de preocupação entre cientistas e funcionários de saúde pública, disse a empresa.
Durante os testes, a variante B.1.1.7, descoberta pela primeira vez no Reino Unido, se tornou a variante mais comum nos Estados Unidos.
A Novavax detectou também as variantes encontradas pela primeira vez no Brasil, na África do Sul e Índia entre os participantes do estudo, disse à Reuters o chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Novavax, Gregory Glenn.
A vacina foi 91% eficaz entre os voluntários com alto risco de infecção grave e 100% eficaz na prevenção de casos moderados e graves de covid-19. Foi aproximadamente 70% eficaz contra as variantes que a Novavax não foi capaz de identificar, disse Glenn.
"Em termos práticos, é muito importante que a vacina possa proteger contra um vírus que está circulando descontroladamente" entre as novas variantes, acrescentou.
A Novavax informou que a vacina foi geralmente bem tolerada entre os participantes. Os efeitos secundários incluíram dor de cabeça, fadiga e dor muscular e foram geralmente leves. Um pequeno número de participantes registrou efeitos colaterais descritos como graves.
A Novavax continua a caminho de produzir 100 milhões de doses por mês até o final do terceiro trimestre de 2021 e 150 milhões de doses por mês no quarto trimestre de 2021.
*Por RTP
SÃO PAULO/SP - O governo de São Paulo anunciou neste domingo, 13, a antecipação em 30 dias no calendário de vacinação contra a covid-19 no Estado. Com a mudança, toda a população com mais de 18 anos deve estar imunizada até o dia 15 de setembro.
"Esta antecipação significa mais de 7 milhões e 450 mil pessoas na faixa etária entre 40 e 59 anos que entram imediatamente no programa de vacinação já neste mês de junho", disse o governador João Doria (PSDB). O grupo seria vacinado no mês de julho.
Doria afirmou que o Estado de São Paulo deve ser o primeiro a imunizar toda a população apta a receber a vacina.
"Estamos a três meses do dia da esperança. Tenho confiança de que, neste Natal, as famílias estarão reunidas, os amigos poderão se abraçar, as pessoas poderão voltar a viver com cautela, com cuidado, sempre se protegendo e protegendo aos demais. Mas a história começa a mudar e a esperança começa a chegar definitivamente ao Brasil."
Para agilizar o momento da vacina, a população deve se cadastrar no site Vacina Já. Não é obrigatório, mas, segundo o governo, economiza até 90% no tempo de atendimento nos postos. O formulário pode ser preenchido no site ou via WhatsApp, pelo número +55 11 95220-2923.
Apesar do clima do otimismo, Doria destacou a importância de não se esquecer das mortes ocorridas por causa da disseminação do vírus no País. "Mas eu lamento que quase 500 mil brasileiros não terão a oportunidade para celebrar. Nós temos de chorar a morte de quase meio milhão de brasileiros. Quantos poderiam ter sido salvos se tivéssemos comprado mais vacina e tivéssemos iniciado mais cedo a vacinação, como nós sempre apregoamos aqui em São Paulo?"
A coordenadora de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Regiane de Paula, destacou a importância da vacinação contra covid-19 e pediu que a população não tente escolher qual imunizante vai receber.
“Todas as vacinas são boas, excelentes. Não há porque escolher, nós só devemos fazer essa escolha no caso das gestantes”, afirmou. “Lembrando que para as grávidas são recomendadas as vacinas do Butantan e vacina da Pfizer”, explicou a representante. Conforme divulgado, a partir de segunda-feira, 14, o Estado terá à disposição quatro tipos de vacinas: Coronavac, do Butantan, Astrazenica/Fiocruz, Pfizer e Janssen. Esta última teve a aprovação da agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos (FDA, sigla em inglês) para o envio de 3 milhões de doses para o Brasil neste sábado, 12. O lote ainda não chegou ao País.
Na última quarta-feira, 9, a gestão estadual havia anunciado que o calendário para pessoas acima de 18 anos tinha sido antecipado em 15 dias, fazendo com que a previsão de oferta da primeira dose para a população geral passasse de 31 de outubro para o dia 18 do mesmo mês.
Também no último dia 9, a gestão Doria anunciou a antecipação da vacina para profissionais da educação básica com 18 anos ou mais, que começou na sexta-feira, 11. O grupo é estimado em 363 mil pessoas.
Com as atualizações, o cronograma de vacinação fica assim:
Doria enfatizou a importância da vacinação de toda a população paulista para a retomada da economia. Conforme anunciou o governador, a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado para 2021 é de 7,6%.
“Se São Paulo cresce, ele ajuda o Brasil a avançar, portanto a imunização dos que vivem aqui contribui muito para o ânimo, esperança e ativação econômica de todos os setores da economia do Estado e do País”, afirmou.
Em crítica ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o governador João Doria negou que governo federal tenha atuado para colaborar financeiramente com a produção das vacinas do Instituto Butantan.
“Eu quero esclarecer que o presidente da República não ajuda São Paulo, nunca ajudou ao longo desta pandemia e só prejudicou. Ele prejudicou o Brasil.”
Segundo o diretor do instituto, Dimas Covas, recentemente, o único apoio federal ao órgão tem sido a atuação do ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto Franco França, nas tratativas com o governo chinês para o fornecimentos de insumos para vacina.
“Após a posse do ministro França que isso tem acontecido, ele tem ajudado para que esses trâmites burocráticos sejam feitos muito rapidamente”, esclareceu.
Em relação à Butanvac, candidata a vacina do instituto que recebeu na semana passada a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a realização de testes clínicos, o governador explicou que este não será um imunizante para este ano, mas para 2022.
“Assim como a gripe, nós teremos que nos vacinar contra a covid-19 anualmente. A vantagem da Butanvac é que essa é uma vacina brasileira, produzida integralmente aqui, como insumos, envase, logística facilitada e custo reduzido”, afirmou.
A plataforma Vacinômetro, que permite acompanhar o número de vacinados no Estado, mostra que foram aplicadas 18.785.749 doses de vacina desde o início da campanha, das quais 13.026.324 foram a primeira dose e 5.759.425, a segunda.
No Estado, de acordo com dados divulgados neste sábado, 12, foram contabilizados 3.449.577 casos da doença e 117.887 óbitos desde o início da pandemia.
*Por: Paula Felix e Wesley Gonsalves / ESTADÃO
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