CUIABÁ/MT - Darlan Romani deu mais uma prova na sexta-feira (7) de que é o principal nome do esporte brasileiro no arremesso do peso, pois conquistou, pela 11ª consecutiva, a medalha de ouro da modalidade no Troféu Brasil Interclubes de Atletismo, que está sendo disputado no Centro Olímpico de Treinamento da Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá.

Para alcançar a vitória, o catarinense de 32 anos alcançou a marca de 21,58 metros, distância com a qual também superou os índices mínimos exigidos para participar tanto do Mundial de Atletismo, que será realizado em Budapeste (Hungria), e dos Jogos Olímpicos de 2024, que serão disputados em Paris (França).
“Estou satisfeito com os índices e agora vou decidir meus próximos passos. Vou conversar com meu treinador [o cubano Justo Navarro] e decidir o que vou fazer até o Mundial”, afirmou Darlan, falando da competição que será disputada entre os dias 19 e 27 de agosto.
Na prova de arremesso de peso, a prata ficou com Welington Silva Morais, que alcançou a distância de 20,18 metros, e o bronze foi para Willian Denílson Venâncio Dourado, com 19,36 metros.
SÃO PAULO/SP - Um dia após a velocista acreana Jerusa Geber, da classe T11 (cegas), superar o recorde mundial paralímpico dos 100 metros, o Circuito Loterias Caixa de atletismo foi palco no domingo (26) de outras duas quebras de índices. No lançamento de dardo, a paulista Beth Gomes, da classe F53 (cadeirantes), estabeleceu uma nova marca internacional: 13,69 metros. O índice anterior - 11,89m - fora obtido pela ucraniana Lana Lediedieva, em 2021, na Paralimpíada de Tóquio. Quem também brilhou hoje (26), no último dia do Circuito, no Centro de Treinamento Paralímpico (CTP), em São Paulo, foi a pernambucana Ana Cláudia da Silva, da classe T42 (deficiência nos membros inferiores,sem uso de prótese), ao alcançar 4,13m no salto em distância. O índice anterior era de 4,03m. 

Em meio ao ciclo paralímpico para Paris 2024, os resultados deste fim de semana são um incentivo a mais para atletas de alto rendimento, como Beth Gomes, de 58 anos, atual recordista mundial no arremesso de peso e no lançamento de disco (classe F52), além de medalhista de ouro no lançamento de disco nos Jogos de Tóquio.
"Estou vindo de uma preparação muito boa. Mas, com essa mudança de classe, foi uma surpresa para mim. As provas de dardo estão no programa dos Jogos de Paris 2024 e pretendo me dedicar bastante para buscar uma medalha também, além do disco, que é a minha prova principal", afirmou a atleta, diagnosticada nos anos de 1990 com esclerose múltipla, em depoimento ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
RECORDE MUNDIAL! ???
— Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) March 26, 2023
Beth Gomes bateu o recorde mundial no lançamento de dardo F53 com 13m69 na etapa Nacional do Circuito de #atletismo
Mais um recorde para o currículo da atleta que também é recordista no lançamento de disco e arremesso de peso. ??#LoteriasCaixa pic.twitter.com/EgPNGiv3Rb
A recifense Ana Cláudia da Silva, que competiu na Rio 2016 e em Tóquio 2020, também festejou muito a façanha de superar o índice mundial no salto em distância.
“Estávamos fazendo saltos próximos a essa marca nos treinos e hoje tivemos a felicidade de conseguir esse feito. O trabalho do atleta é duro e árduo e chegar a um recorde mundial não é de um dia para o outro", admitiu Ana Cláudia, que sofreu uma queda e fraturou o fêmur quando tinha seis anos.
No sábado (25), a acreana Jerusa Geber - medalhista em Pequim 2008, Londres 2012 e Tóquio 2020 - superou a própria marca, o recorde mundial da prova dos 100 m da classe T11 (cegas). Geber completou a distância em 11s83, baixando em dois centésimos o índice obtido por ela mesma em 2019, também o CTP, em São Paulo.
Na história, apenas outras três atletas completaram 100m em menos de 12 segundos nos últimos quatro anos: as chinesas Cuiqing Liu e Guohua Zhou, além da britânica.
“Estava perseguindo o recorde já no Grand Prix de Marrakech [Marrocos], início de março, que foi a primeira competição do ano. Mas era para conseguir aqui, na minha casa. Eu gosto muito desta pista e me sinto bem nela”, disse Jerusa, que nasceu totalmente cega.
Todos os recordes mundiais ainda necessitam de homologação pela Word Para Athletics (WPA), ligado ao Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês). A expectativa é de que o trâmite ocorra em breve, uma vez que o Circuito atende a todos os critérios estabelecidos pelo IPC. O Circuito Caixa, idealizado e organizado pelo CPB, reuniu 324 atletas neste fim de semana (sábado e domingo), tanto na na pista, quanto no campo do CTP, em São Paulo.
A Secretaria de Esportes e Cultura em parceria com a ASA (Associação São-carlense de Atletismo) informa que a partir desta segunda-feira (13/03) vai oferecer aulas de atletismo PCD, gratuitamente, para crianças e adolescentes de 7 a 15 anos.
As aulas serão ministradas no campus 1 da Fundação Educacional São Carlos (FESC) na Vila Nery e na Pista de Atletismo de Água Vermelha. Podem participar pessoas com deficiência física, intelectual, visual e autismo. Crianças e adolescentes sem deficiência também podem se inscrever.
Confira os dias e horários das aulas:
- Segunda-feiras - 17h15 às 18h05 - FESC Vila Nery (somente para PCD/Autismo). Professor responsável - Altair Pereira;
- Terças-feiras - 14h às 15h - FESC Vila Nery (crianças e adolescentes sem deficiência). Professor responsável - Samuel Ferreira;
- Quartas-feiras - 17h15 às 18h05 - FESC Vila Nery (somente PCD/Autismo). Professor responsável - Altair Pereira;
- Quinta-feira - 14h às 15h - FESC Vila Nery ((crianças e adolescentes sem deficiência). Professor responsável - Paulo César Paiutto;
- Sábados - 7h30 às 9h - Pista de Atletismo de Água Vermelha (somente PCD/Autismo). Professores responsáveis: Altair Pereira, Paulo César Paiutto; Samuel Ferreira e Israel Ortega Pelosi;
As inscrições devem ser realizada diretamente com os professores. Outras
informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 99709-1728.
PARAGUAI - O brasileiro Caio Bonfim conquistou o segundo lugar na temporada de 2022 na prova de 20 mil metros da marcha atlética do Race Walking Tour, espécie de circuito mundial, comparado à Liga Diamante. A World Athletics, órgão que regulamenta o atletismo em nível mundial, considera os três melhores resultados no circuito durante a temporada de 2022. Os resultados foram divulgados neste fim de semana.

Este ano, Bonfim, que já havia sido vice-campeão na temporada de 2017, foi o melhor do Grande Prêmio de Podebrady, na República Checa, em abril. Ele fechou em terceiro em La Coruña, na Espanha, em maio, e terminou na sexta colocação no Campeonato Mundial dos Estados Unidos, em julho.
Essas posições deixaram o atleta, nascido no Distrito Federal, com 3.910 pontos, atrás apenas do sueco Perseus Karlstrom, com 3.959, superando o equatoriano Brian Daniel Pintado, o italiano Massimo Stano e o espanhol Álvaro Martín. Para encerrar a temporada, Caio ainda disputará os 20 mil metros da marcha atlética nos Jogos Sul-Americanos Assunção 2022, na próxima semana no Paraguai.
EUA - Na noite de domingo, aconteceu a final do Mundial de Atletismo do Oregon, nos Estados Unidos. Entre as provas disputadas, a brasileira Letícia Oro Melo surpreendeu na final e conquistou a medalha de bronze no salto em distância feminino.
A brasileira conquistou sua melhor marca na carreira e saltou 6,89m logo na primeira tentativa, o que lhe garantiu um lugar entre as primeiras. Completando o pódio, a alemã Malaika Mihambo ficou com o ouro ao saltar 7,12m e a nigeriana Ese Brume conquistou a prata, com 7,02m. Ambas atletas alcançaram sua melhor marca na temporada.
O feito de Letícia Oro Melo foi histórico. Em apenas sua quinta competição na carreira, a atleta de 24 anos conquistou a melhor marca de uma brasileira na história da prova no mundial. Ademais, o bronze foi, também, a primeira medalha do país no salto em distância feminino em campeonatos mundiais.
“Esse é meu jeito, concentrada, não tenho medo de ninguém. Como falei ontem, estava muito focada, vim para melhorar. Dentro de mim, vim para pegar medalha. Não estava nervosa, porque ia chegar o momento e chegou. 6,89m, minha melhor marca, ainda estou processando. Mas gostaria de agradecer a todos e continuar treinando, porque quero buscar os sete metros e sei que tenho condições”, disse a brasileira em entrevista ao SporTV.
Por fim, esta foi a segunda medalha conquistada pelo Brasil na competição. Antes da saltadora em distância, Alison dos Santos, o Piu, conquistou o ouro nos 400m com barreiras, na última quarta-feira. Além disso, Letícia conquistou a 15ª medalha do país em mundiais.
É 4° lugar para Thiago Braz, no Mundial de Atletismo ??
— Time Brasil (@timebrasil) July 25, 2022
5.87m para ele no salto com vara.
A medalha não veio, mas Thiago segue entre os melhores do mundo! ???#WCHOregon22 pic.twitter.com/1vtIeBewAT
Thiago Braz fica sem medalha no salto com vara
Um pouco mais tarde, no salto com vara masculino, o brasileiro Thiago Braz bateu na trave. O campeão olímpico no Rio-2016 e bronze em Tóquio-2020 saltou para 5,87m e ficou na quarta colocação da prova.
Como não conseguiu ultrapassar a marca de 5,94m - saltada pelo sueco Armand Duplantis, pelo americano Christopher Nilsen e pelo filipino Ernest John Obiena -, o brasileiro ficou sem chances de medalha.
EUA - O brasileiro Alison dos Santos fez história no final da noite de terça-feira. O atleta venceu a prova de 400m com barreiras e conquistou a medalha de ouro do Mundial disputado no Oregon.
Mais conhecido como Piu, o brasileiro venceu com o tempo de 46s29, recorde do campeonato e melhor marca sul-americana. Os norte-americanos Rai Benjamin (46s89) e Trevor Bassitt (47s39) completaram o pódio nos Estados Unidos.
Após cruzar a linha de chegada na frente dos dois representantes locais, Piu comemorou intensamente a conquista. Com a bandeira do Brasil, o jovem nascido em São Joaquim da Barra festejou com a torcida e concedeu autógrafos.
Não canso de ver e rever a prova do Alison dos Santos ??
— Time Brasil (@timebrasil) July 20, 2022
Foi histórico, @PiuzeR!
? @WorldAthletics pic.twitter.com/9BpTJnhYzg
“É uma sensação maravilhosa alcançar o topo do mundo”, disse Piu em entrevista ao Sportv. “Eu e meu treinador conversamos muito e sempre falamos de querer fazer história. Queremos ser lendas e deixar nossos nomes, que, daqui a 50 anos, quando falarem de 400m com barreiras, lembrem quem foi Alison dos Santos”, afirmou.
“Para isso, tem que começar cedo. Não dá para esperar até 2028 para começar a fazer história. Quanto mais a gente conseguir, melhor. Então, sempre que entrar na pista, é para dar o melhor, fazer história e deixar o nome na prova”, completou o atleta brasileiro.
Com apenas 22 anos de idade, Alison dos Santos consolida seu status na elite do atletismo mundial. Em 2021, o brasileiro conquistou a medalha de bronze na prova de 400m com barreiras dos Jogos Olímpicos de Tóquio.
Alison dos Santos foi responsável pela primeira medalha do Brasil no Oregon, a 14ª do País na história dos Mundiais. Além dele, apenas Fabian Murer, ouro no salto com vara em Daegu 2011, alcançou o topo do pódio na competição.
RIO DE JANEIRO/RJ - A velocista Melânia Luz dos Santos passará a integrar o Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB). A atleta, que faleceu em 2016 aos 88 anos de idade, foi três vezes medalhista sul-americana, além de ser a primeira mulher negra brasileira a participar de uma edição dos Jogos Olímpicos, em Londres (1948). A confirmação da homenagem ocorreu no domingo (3).

Em 2020, a Assembleia Extraordinária da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) reconheceu Melânia Luz como membro emérito da entidade, por causa da sua participação no esporte depois de apenas 50 anos da abolição da escravatura no país. A família recebeu a homenagem do COB na categoria “In Memoriam”.
Assim, o atletismo passa a ter seis representantes no seleto grupo de homenageados: Melânia Luz, Adhemar Ferreira da Silva (bicampeão olímpico do salto triplo), Joaquim Cruz (ouro e prata olímpicos nos 800 metros), João do Pulo (duas medalhas olímpicas de bronze no salto triplo), Vanderlei Cordeiro de Lima (bronze olímpico na maratona) e Sylvio de Magalhães Padilha (finalista olímpico dos 400 metros com barreiras e ex-presidente do COB).
Além de Melânia, ingressaram no Hall da Fama nesse ano Manoel dos Santos (natação), Marcelo Ferreira (vela), Ricardo Prado (natação), Renan Dal Zotto (vôlei), Walter Carmona (judô) e Yane Marques (pentatlo). Os novos membros serão homenageados em eventos do COB e deixarão seus pés ou mãos eternizados em moldes que serão exibidos em uma futura exposição no Centro de Treinamento da entidade.
Atletas do Projeto Atletismo e Cidadania faturam medalhas de ouro, prata e bronze
RIBEIRÃO PRETO/SP - Os atletas do Projeto Atletismo e Cidadania, realizado pela AAARP (Associação dos Amigos do Atletismo de Ribeirão Preto), subiram ao pódio do 98º Campeonato Paulista Adulto de Atletismo, promovido nos 27, 28 e 29 de maio, no Centro Olímpico, em São Paulo. Na categoria masculina, Vitor Hugo Alves Santos consagrou-se campeão na prova dos 1.500m rasos, além de faturar a medalha de prata nos 800m rasos. Já no feminino, a equipe formada por Perla Moreira Pimentel, Rita Marques da Costa e Thaísa Cristina dos Santos Xavier classificou-se para a final do revezamento 4x100 e ficou com a medalha de bronze.
Outros atletas também participaram da competição e representaram a cidade nas provas de 100m e 400m rasos, 110m e 400m com barreiras, além do salto em distância e salto triplo. A equipe foi acompanhada pelos profissionais de Educação Física Alex Ribeiro da Costa Faustino e Diego Pimenta dos Santos. O Campeonato Paulista Adulto de Atletismo é organizado pela FPA (Federação Paulista de Atletismo).
CATAR - A sexta-feira (13) foi dourada para o paulista Alison dos Santos, de 21 anos, que venceu a prova dos 400 metros com barreiras, em Doha, no Catar, e de quebra assumiu a liderança do ranking mundial. A prova em Doha faz parte da primeira etapa da Liga Diamante 2022, principal circuito da World Athetics (Federaçao Internacional de Atletismo).

Medalha de bronze na Olimpíada de Tóquio, o brasileiro foi 25 centésimos mais rápido que o segundo colocado, o norte-americano Rai Bejamim, prata em Tóquio. Também conhecido pelo apelido de Piu, Alison concluiu o percurso em 47s24, Benjamim em 47s49, e o irlandês Thomas Barr, terceiro colocado, em 47s38.
É OUROOOOOOOO! ??♂️?
— Time Brasil (@timebrasil) May 13, 2022
É do Alison dos Santos, na etapa de Doha ?? da Liga ?
47s24 pra ele nos 400m com barreiras
VAI VAI, MALVADÃO!! ??? pic.twitter.com/RfWdnd96UZ
No segundo triunfo seguido nos 400m com barreiras em menos de 15 dias, Piu consegui baixar em mais de um segundo o tempo da prova. No último dia 30, ele foi ouro no tradicional Meeting Drake Relays, na cidade de Des Moines, no Iowa (Estados Unidos), com o tempo de 48s41.
Com a performance desta sexta (13), em Doha, Alison desbancou da liderança do ranking mundial o norte-americano Kallifah Rosser (48s26). O brasileiro detém a terceira melhor marca da história da prova - tempo de 46s72 obtido em Tóquio – e segue como um dos principais nomes do atletismo nacional para os Jogos de Paris 2024.
Alison volta a competir em 28 de maio, em mais uma etapa da Liga Diamante, na cidade de Eugene, no estado do Oregon (Estados Unidos).
Luísa Baptista e Manoel Messias são campeões sul-americanos 2022 e triatletas da base/rendimento dominam o pódio da Copa Interior
O último domingo foi palco do esporte nacional e internacional para os atletas da equipe de Triathlon do Sesi São Carlos. Onze atletas da casa participaram de competições importantes e dez deles subiram ao pódio.
Medalhas de ouro no Chile
Manoel Messias e Luísa Baptista representaram o Sesi São Carlos e o Brasil com maestria no Chile.
Os atletas olímpicos foram campeões do Sul-americano realizado em Villarrica em prova disputada também na categoria olímpica (1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida).
Messias finalizou a prova do masculino com o tempo de 01h48min08s, cerca de 17 segundos antes do segundo colocado, o compatriota Miguel Hidalgo.
No feminino, Luísa cruzou a linha de chegada em 02h01min01s, 10 segundos à frente da segunda colocada, a canadense Emy Legault, e 2 minutos antes da terceira colocada, a japonesa Sarika Nakayama.
Na semana anterior, ambos atletas do Sesi-SP já haviam conquistado importantes vitórias na etapa de Viña Del Mar da Copa América da modalidade, realizada no dia 13 de fevereiro, também no Chile, onde triatletas garantiram a medalha de ouro e somaram pontos importantes para sequência na temporada.
Com as vitórias, Luísa e Manoel encerraram o período de provas no Chile e mantém 100% de aproveitamento em 2022.
Sesi-SP no pódio em Paulínia/SP
No Brasil os triatletas da equipe também não desapontaram seus companheiros. Julia Munhoz, Luigi Vanzella, Pedro Fernandes, Flávio Raul Shianti, Vitor Hugo Pereira, João Victor Pereira, Lucas Rollon e Rafael Prado participaram da 14ª Copa Interior de Triathlon, em Paulínia/SP e subiram ao pódio da categoria Sprint (750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida).
No feminino, Julia Munhoz foi campeã geral e Junior da categoria, fechando sua prova em 01h06min39s.
No masculino, Luigi Vanzella foi campeão Sub-23 com o tempo de prova de 01h00min56s, ficando 1min02s do também atleta do Sesi-SP, Pedro Fernandes, que garantiu segundo lugar na categoria.
Na categoria Sprint Junior Masculino o Sesi-SP dominou o pódio. Flávio Raul Shianti garantiu o 1º lugar em 01h00min16s de prova, Vitor Hugo Pereira chegou apenas 8 segundos depois conquistando o 2º lugar. O 3º ficou com João Victor Pereira que finalizou sua prova em 01h00min44s. Lucas Rollon garantiu o 4º lugar com o tempo de 01h06min53s e Rafael Prado fechou o pódio em 5º lugar ao finalizar sua prova em 01h07min47s.
O paratleta olímpico, Carlos Viana também participou da prova, mas conforme o planejado não finalizou as três etapas da modalidade, completando apenas a natação e o ciclismo.
A estratégia foi preservar um de seus tendões que estava inflamado e assim conseguir se recuperar mais rápido para garantir uma boa colocação em seu foco principal: o Panamericano de Paratriathlon que será realizado em março deste ano em Sarasota, nos Estados Unidos.
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