Prefeito Dr. Lapena acompanha de perto as reformas do CER Maria Pradelli Malara e da EMEF Professor Luiz Roberto Salinas Fortes; intervenções buscam mais segurança, qualidade estrutural e melhores condições para alunos e profissionais da rede municipal
ARARAQUARA/SP - O prefeito Dr. Lapena visitou duas escolas municipais que passam por reformas estruturais, acompanhado do secretário de Obras e Serviços, Walter Rozatto, o Laxixa, do secretário de Educação, Rogério Portapilla, e das equipes técnicas. As inspeções aconteceram na manhã desta quarta-feira (21).
As visitas tiveram como objetivo verificar o andamento das intervenções, avaliar as etapas já concluídas e discutir os próximos passos para a recuperação dos espaços escolares.
No CER Maria Pradelli Malara, no Jardim Roberto Selmi Dei, estão sendo realizados serviços de pintura, iluminação e reparos elétricos.
O secretário de Obras e Serviços, Walter Rozatto, destacou a importância de acompanhar cada etapa da execução e manter o planejamento dos trabalhos.
“Já avançamos em etapas importantes, mas nosso compromisso é acompanhar cada detalhe e garantir que os serviços sejam realizados com responsabilidade. Nossa previsão é concluir essa etapa das obras até o início de dezembro, dando continuidade à pintura, aos reparos elétricos e às intervenções previstas na caixa-d'água”, afirmou Laxixa.
Já na EMEF Professor Luiz Roberto Salinas Fortes, as obras incluem melhorias nos pisos, nas instalações elétricas e na reorganização dos espaços internos. A equipe também discutiu alternativas para reorganizar o atendimento dos estudantes e otimizar a utilização da estrutura escolar.
Para o secretário de Educação, Rogério Portapilla, o andamento das obras são de grande relevância para a comunidade escolar.
“A conclusão das obras poderá beneficiar diretamente as famílias e contribuir para uma melhor distribuição dos alunos na rede municipal, especialmente em um complexo educacional que deverá atender cerca de 600 crianças.
O prefeito Dr. Lapena destacou a importância do acompanhamento direto das intervenções.
“Nosso compromisso é garantir escolas mais adequadas, seguras e preparadas para atender nossas crianças. Estamos acompanhando de perto cada etapa, cobrando resultados e trabalhando para que os investimentos públicos se transformem em melhorias concretas para a população”, afirmou.
As visitas reforçam o trabalho da nova administração no acompanhamento das obras públicas e na busca por melhores condições de infraestrutura para a educação municipal
BRASÍLIA/DF - Melhorias relacionadas ao ensino e à aprendizagem são a principal expectativa de pelo menos um quarto dos estudantes brasileiros do ensino médio em relação aos governos que se iniciam em 2027. A qualidade do ensino, para esse grupo, está diretamente relacionada à atuação do professor.
O levantamento ouviu 5.296 alunos do ensino médio e do ensino fundamental 2 (6° ao 9° ano), nas cinco regiões do país. Segundo eles, tais mudanças devem contemplar:
A pesquisa O que os estudantes pensam sobre a Educação? foi encomendada ao Instituto DataFolha pelas fundações Itaú, Lemann, Telefônica Vivo e pelos institutos Natura, Sonho Grande, Unibanco e Todos Pela Educação.
Entre os temas abordados nas perguntas, estão o processo de aprendizagem, a atuação dos professores, educação profissional, uso de tecnologia, educação em tempo integral.
Dados do estudo indicam que a percepção dos estudantes entre 12 e 21 anos sobre a forma como os professores explicam os conteúdos está associada à avaliação que fazem da escola.
Entre os que dizem que os professores explicam bem os conteúdos, 75% avaliam a escola como boa ou ótima. Entre aqueles que afirmam que os professores não explicam bem, esse percentual cai para 48%.
O diretor de Políticas Públicas do Todos Pela Educação, Gabriel Corrêa, afirma que os estudantes colocam as oportunidades de aprendizagem no topo de suas expectativas sobre o que é uma boa escola.
“É um dado que ajuda a reforçar onde deve estar a prioridade absoluta da política pública nos próximos anos: na aprendizagem.”
Segundo ele, o momento de eleições e o início de novos mandatos trazem oportunidade de revisão de estratégias e de repactuação de compromissos.
“[Nesse contexto], o país precisa acelerar muito o ritmo de crescimento dos indicadores de qualidade educacional.”
Ainda em relação aos professores, na etapa 2 do ensino fundamental, 78% avaliam que os professores estão motivados para dar aulas, enquanto no ensino médio esse número cai para 69%.
A ausência de professores parece ser um problema mais comum também no ensino médio, onde 66% concordam totalmente ou em parte que “há disciplinas que ficam um tempo sem ter professor”. No fundamental2, são 61% os que afirmam o mesmo.
Mais de 90% consideram importante ter a oportunidade de fazer um curso técnico ou profissionalizante durante essa etapa da educação.
O dado contrasta com o alcance atual da educação profissional e tecnológica: de acordo com o Censo Escolar 2025, cerca de 20% dos estudantes do ensino médio estão matriculados na educação profissional.
A tecnologia é percebida como presente na rotina escolar: 70% dos estudantes afirmam que os professores usam tecnologia nas aulas pelo menos uma vez por semana.
A inteligência artificial aparece entre as ferramentas: 71% dizem usar IA com frequência ou às vezes para estudar. Ao mesmo tempo, quase um em cada três estudantes discorda de que seus professores estejam bem preparados para usar tecnologia em sala de aula.
Entre os estudantes que estudam em tempo integral, 74% avaliam a escola como boa ou ótima, ante 68% dos estudantes do ensino regular. A diferença aparece nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Entre os benefícios estão mais tempo para aprender, participação em atividades esportivas, artísticas e culturais, preparação para o futuro e mais tempo de estudo para vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem.
Entre os estudantes do ensino médio que afirmam que não estão no tempo integral, 20% dizem trabalhar ou exercer atividade para garantir remuneração.
Para Patricia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social, a pesquisa revela que os estudantes têm consciência sobre o que é importante para a escola.
Quando a aprendizagem aparece como prioridade e a formação técnica, a tecnologia, o tempo integral e a possibilidade de escolha ganham relevância, há um recado claro para as políticas públicas, de acordo com a especialista.
“Ouvir os jovens é fundamental para construir respostas mais conectadas à realidade das escolas e garantir condições para que cada estudante e futuro profissional avance em sua trajetória com qualidade, equidade e perspectivas concretas para o futuro.”
AGÊNCIA BRASIL
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Fórum Municipal de Educação (FME) e o Conselho Municipal de Educação (CME), realizou na última sexta-feira (16/10), no CEMEI Professor Vicente de Paulo Rocha Keppe, a primeira Pré-Conferência temática sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA), como parte da elaboração do novo Plano Municipal de Educação (PME).
O encontro reuniu estudantes da EJA, gestores escolares, professores, educadores do Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), representantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e integrantes das entidades envolvidas na construção do plano. A atividade promoveu o diálogo sobre as necessidades, os desafios e as perspectivas da modalidade no município.
O novo PME estabelecerá objetivos, metas e estratégias para orientar as políticas públicas educacionais de São Carlos pelos próximos dez anos. A proposta é construir o documento de forma participativa, ouvindo profissionais da educação e estudantes para que suas experiências e demandas contribuam para o planejamento das ações futuras.
“Construir o Plano Municipal de Educação com a participação da comunidade é fundamental para que tenhamos políticas públicas conectadas à realidade de São Carlos. Na Educação de Jovens e Adultos, é ainda mais importante ouvir os estudantes e os profissionais que conhecem de perto os desafios dessa modalidade. Queremos elaborar um plano que garanta oportunidades, fortaleça o acesso e a permanência na escola e reconheça a educação como um direito de todos, em todas as fases da vida. A participação da população é essencial para definirmos metas e ações que contribuam para uma educação cada vez mais inclusiva e de qualidade”, reforça o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso.
A próxima Pré-Conferência sobre Educação de Jovens e Adultos será realizada no dia 22 de outubro, das 19h às 21h, na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Arthur Natalino Deriggi, localizada na Rua José Francisco Bicaletto, 13, no bairro Cidade Aracy, na região sul.
A Secretaria Municipal de Educação, o FME e o CME convidam a comunidade a participar das discussões e contribuir para a elaboração de um plano alinhado às necessidades da população e com metas que possam ser efetivamente implementadas nos próximos dez anos.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos reuniu, na última quarta-feira (14/10), diretores e supervisores de ensino da Rede Municipal para discutir a Portaria de Atribuição de Aulas.
O encontro teve como objetivo alinhar as orientações sobre o processo de atribuição, esclarecer procedimentos e fortalecer o diálogo entre a Secretaria e os profissionais responsáveis pela gestão e pelo acompanhamento das unidades escolares.
A discussão da portaria é importante para garantir que os gestores conheçam as diretrizes estabelecidas pela Secretaria e possam orientar os procedimentos em suas respectivas unidades, contribuindo para a organização do trabalho escolar e o planejamento das atividades pedagógicas.
A reunião faz parte das ações de orientação e acompanhamento da Rede Municipal de Ensino, reforçando a comunicação entre a Secretaria e as equipes gestoras e o compromisso da Prefeitura com a organização dos processos administrativos e pedagógicos da Educação.
Evento apresentou cursos, formas de ingresso e apoio à permanência a estudantes de escolas de São Carlos e região
SÃO CARLOS/SP - A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebeu, nos dias 13 e 14 de outubro, mais de 4.500 estudantes do Ensino Médio, de cursinhos e do 8º e 9º anos de escolas públicas e particulares de São Carlos e região na edição 2026 do Universidade Aberta. O evento foi realizado na área de exposições da Biblioteca Comunitária (BCo), no Campus São Carlos.
A feira teve 34 estandes dedicados aos cursos presenciais do Campus São Carlos, com atendimento de docentes, graduandos, pós-graduandos e técnico-administrativos. Os campi Araras, Sorocaba, Lagoa do Sino e Rio Preto também participaram, assim como o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), parceiro da Universidade. A Coordenadoria de Ingresso na Graduação (CIG) apresentou os processos seletivos, e a Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE) explicou as formas de apoio a quem ingressa, como alimentação, moradia e saúde.
"Realizamos o Universidade Aberta todos os anos para que esses jovens conheçam a UFSCar e os cursos que oferecemos. A ideia é ajudá-los a definir o caminho que vão seguir na graduação", afirma Fernando Petrilli, Secretário-Geral de Cerimonial e Eventos Institucionais (SCEI) e organizador do evento.
A programação incluiu palestras nos três auditórios da BCo e um tour de trenzinho pelo campus. Aberto a toda a comunidade, o evento contou com o apoio de prefeituras da região no transporte dos estudantes. "A Prefeitura de São Carlos disponibilizou 13 ônibus para as escolas do município, e a de Ibaté também trouxe turmas. Inclusão e acessibilidade começam por garantir que todas as escolas consigam chegar até a Universidade e que esses jovens saibam que este também é um espaço para eles", diz Petrilli.
Para quem atuou nos estandes, o contato direto faz diferença, sobretudo entre os alunos que ainda não escolheram uma carreira. "É o meu segundo ano no evento e percebo que, para muitos estudantes, esse é o primeiro contato com áreas como a Fisioterapia. Os estandes oferecem uma experiência prática e a oportunidade de estar dentro da Universidade e conhecer de perto o que temos a oferecer", relata Mariana Palhares, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar.
De visitante a calouro
Mateus de Freitas Branco participou da edição de 2025 e hoje cursa o primeiro ano de Engenharia de Computação na UFSCar. "Foi muito importante participar. Vim com meus pais, fiz um tour pelo departamento, que foi muito receptivo, e hoje estou no curso que escolhi. Sempre quis esse curso, sempre gostei dessa parte de computadores, de hardware, de máquinas. E está sendo bem na linha do que me apresentaram", conta.
Para ele, a participação vale tanto para quem já tem um curso em mente quanto para quem quer entender como funciona a Universidade. "É um universo muito diferente do que a gente conhece. Meu recado para quem está decidindo é estudar em uma universidade, porque é uma experiência de vida", afirma o estudante.
Acompanhe as próximas edições e oportunidades de conhecer a UFSCar em visite.ufscar.br.
SÃO CARLOS/SP - A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Prof.ª Dalila Galli recebeu, no início de outubro, uma atividade do projeto “Ações Afirmativas: Abraçando as Diferenças”, desenvolvido em parceria pelas secretarias municipais de Desenvolvimento Social e Cidadania e de Educação. A iniciativa busca ampliar o acesso dos estudantes a informações sobre direitos humanos, igualdade, respeito às diferenças e convivência democrática.
O projeto promove ações educativas e formativas nas unidades escolares, contribuindo para a formação cidadã de crianças, adolescentes e jovens. Por meio do diálogo e da informação, as atividades incentivam o respeito à diversidade, a valorização da dignidade humana e a prevenção de diferentes formas de discriminação, violência e violação de direitos.
A proposta também estimula o protagonismo dos estudantes e a participação social, reconhecendo a escola como um espaço essencial para a construção de valores e para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária.
Para a secretária adjunta de Cidadania, Ana Paula Vaz Panhoca, o projeto é uma importante ferramenta de conscientização e transformação social. “Acreditamos que a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva começa pela educação. Ao levarmos para o ambiente escolar reflexões sobre direitos humanos, estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, empáticos e comprometidos com o respeito às diferenças”, afirmou.
A parceria entre as duas secretarias reforça o compromisso do município com a promoção dos direitos humanos e aproxima as políticas públicas da comunidade escolar, fortalecendo valores como respeito, igualdade, cidadania, inclusão e dignidade humana.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos realizou, na quinta-feira (8/10), a segunda aula aberta do ciclo formativo para a construção do Currículo Municipal. O encontro abordou o financiamento da Educação e a importância do planejamento dos recursos públicos para garantir a implementação das diretrizes pedagógicas na Rede Municipal de Ensino.
A atividade foi conduzida pela secretária adjunta de Educação, Rafaela Marchetti, que discutiu a relação entre o financiamento educacional e a elaboração do currículo, considerando as condições materiais, estruturais e financeiras necessárias para colocar em prática os objetivos de aprendizagem nas unidades escolares.
O debate destacou que a construção curricular vai além da definição de conteúdos e metodologias, exigindo também o planejamento dos recursos necessários para assegurar condições adequadas de ensino e aprendizagem.
“A construção do Currículo Municipal exige diálogo, planejamento e responsabilidade com a educação pública. Discutir o financiamento é fundamental para que as diretrizes pedagógicas estejam alinhadas às condições reais da nossa rede e às necessidades de cada unidade escolar. Queremos um currículo que respeite a realidade do município e, ao mesmo tempo, esteja comprometido com a qualidade da educação e o desenvolvimento dos nossos estudantes”, destacou o vice-prefeito e secretário municipal de Educação, Roselei Françoso.
O ciclo formativo faz parte do processo de construção coletiva do Currículo Municipal, que busca adequar as diretrizes educacionais à realidade de São Carlos, considerando as experiências dos profissionais da rede e as especificidades das unidades escolares, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as demais normas vigentes.
BRASÍLIA/DF - Saber interpretar textos é tão importante quanto conhecer os conteúdos na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, que faz parte do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para 8 de novembro.
Uma das formas de se preparar é resolver questões de edições anteriores, prestando atenção nos comandos e nos contextos que envolvem os assuntos. O professor Eduardo Calbucci explica que as habilidades avaliadas em Linguagens seguem um histórico consolidado.
"O Enem tem uma matriz de referência que é a mesma desde 2009. Então, a prova tem um grau de previsibilidade bastante grande”.
“A primeira orientação que a gente dá aos alunos é estudar provas anteriores. As habilidades que estão sendo exigidas pelo Enem são as mesmas há 16, 17 anos."
O professor Eli Carlos Guimarães define que a espinha dorsal da prova é a leitura e a interpretação de texto.
"Todo ano, mais de um terço das questões exige análise de gêneros textuais, como charge, artigo de opinião, resenha, canções, postagens digitais, além de variação linguística e funções da linguagem. O texto muda, mas a habilidade cobrada é totalmente previsível".
Para o estudante Pedro Augusto Rocha Rodrigues, de 18 anos, o grande volume de leitura nas questões é um dos desafios da avaliação.
"Como sempre, o Enem tem muito texto, uma coisa muito bruta para ser processada, digerida. Se você não entende o comando, não tem como você resolver a questão de uma forma adequada".
O professor Eli concorda com o Pedro e detalha que a melhor estratégia para a prova é ler primeiro o comando da questão, que fica abaixo do texto.
“Sabendo exatamente o que a banca está pedindo, você vai para o texto com um olhar focado na informação correta. Dessa forma, você economiza tempo e evita releituras desnecessárias."
Na reta final, o professor recomenda revisar funções da linguagem, variação linguística e coesão textual, com foco em conectores, como "contudo", "portanto" e "embora", entendendo como as palavras se articulam para construir o sentido do texto.
O mais importante é compreender as relações entre o contexto histórico, as ideias de uma época e as características das obras literárias, os temas. O professor exemplifica que o contexto do modernismo brasileiro e da Semana da Arte Moderna de 22 ajuda a entender a busca por novas formas de expressão que marcaram a época.
Entre os conteúdos e autores que merecem revisão, Eli destaca:
"Modernismo, principalmente a primeira e segunda fases, com Drummond, Graciliano Ramos, Cecília Meirelles, o realismo de Machado de Assis e o romantismo. Também ficar atento à literatura contemporânea, porque ela dá voz a pautas sociais, como as obras de Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus e a literatura indígena".
No Inglês, é preciso ir além da leitura tradicional de textos, como explica o professor Tiago Gentil.
"O Enem tende a empregar não somente textos e interpretação, mas a relação entre imagens, diagramas, situações do dia a dia e documentos. Não é se ater somente ao vocabulário, à gramática, mas se atentar a contextos, à mensagem global do que está sendo dito".
Segundo Gentil, poemas em Inglês têm aparecido nas edições mais recentes do exame.
Em Espanhol, um dos cuidados é com os falsos cognatos: palavras parecidas nos dois idiomas, mas com significados diferentes. Esse é o alerta do professor Júlio Manuel Sanchez Tello.
"Por exemplo: para nós, falantes da língua espanhola, algo esquisito é algo requintado, é algo saboroso, é algo delicioso. Não o esquisito de raro, de raridade e rareza como seria na língua portuguesa".
O professor comenta que a estrutura da prova de Espanhol costuma incluir dois ou três textos em espanhol e cinco questões em português, fundamentalmente para interpretação.
“Gramática pura aparece pouquíssimo. Sinônimos e antônimos aparecem dentro do contexto do próprio texto. A sintaxe é raríssima."
AGÊNCIA BRASIL
Universidade Aberta reúne atividades nesta terça e quarta-feira, em São Carlos, com informações sobre profissões, ingresso no ensino superior e assistência estudantil
SÃO CARLOS/SP - Estudantes e moradores de São Carlos e região têm a oportunidade de conhecer de perto a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) a partir desta terça-feira (13), quando começa a edição 2026 do Universidade Aberta. O evento será realizado também na quarta-feira (14), das 9h às 17h, na área de exposições da Biblioteca Comunitária, no campus da instituição.
A proposta é apresentar o cotidiano universitário a quem está se preparando para escolher uma carreira ou pretende ingressar no ensino superior. A programação contempla especialmente alunos do Ensino Médio, de cursinhos e dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, de escolas públicas e privadas.
Nos estandes, os visitantes terão contato com representantes dos cursos presenciais de graduação do Campus São Carlos. Docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos poderão explicar as características das formações, as áreas de atuação e as experiências oferecidas pela vida acadêmica.
O evento também reunirá representantes dos demais campi da UFSCar e do Instituto Federal de São Paulo. A Coordenadoria de Ingresso na Graduação terá um espaço para orientar o público sobre as formas de acesso à Universidade.
A programação inclui ainda informações sobre permanência estudantil. A Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis apresentará iniciativas de apoio aos alunos, como bolsas, auxílios financeiros e moradia destinada a estudantes de baixa renda.
Palestras e apresentações serão realizadas em três auditórios durante o evento. Outra opção para os participantes será um passeio de trenzinho pelo campus, que permitirá conhecer alguns dos espaços da Universidade.
O cadastro antecipado de escolas já foi encerrado, mas isso não impede a participação de outros interessados. A UFSCar informa que o evento é aberto à comunidade e que o público pode comparecer sozinho, com amigos ou familiares, sem a necessidade de participar nos dois dias.
A iniciativa busca oferecer informações que ajudem os jovens a tomar decisões sobre o futuro acadêmico e profissional, mostrando não apenas os cursos disponíveis, mas também a estrutura e os serviços de apoio oferecidos pela instituição.
Os horários e detalhes das atividades podem ser consultados no portal visite.ufscar.br. Dúvidas também podem ser encaminhadas ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos iniciou nesta quarta-feira (7/10) o projeto “Caçadores de Mosquito”, que utiliza o teatro para conscientizar crianças sobre a prevenção à dengue, zika e chikungunya. A primeira apresentação desta edição foi realizada no CEMEI Olívia Carvalho, em parceria entre as secretarias municipais de Saúde e Educação e a Trupe Tópatu.
Ao todo, estão previstas 72 apresentações em Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs). Por meio de personagens, brincadeiras e situações do cotidiano, o espetáculo ensina as crianças a identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti e a importância de eliminar recipientes que acumulam água parada.
A proposta é estimular hábitos preventivos desde a infância e ampliar o alcance das orientações, incentivando os alunos a compartilhar o que aprendem com familiares e a comunidade.
A diretora do CEMEI Olívia Carvalho, Daiane Zuffo, destacou a importância da abordagem lúdica. Segundo ela, além de facilitar a aprendizagem, a iniciativa incentiva as crianças a reconhecer situações de risco e comunicar aos adultos quando identificarem possíveis focos do mosquito.
Para a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a integração entre arte, saúde e educação contribui para tornar a prevenção mais próxima da realidade dos estudantes. “A criança é um agente multiplicador na família. O conhecimento adquirido na escola pode chegar aos pais, avós e outros familiares, ajudando a eliminar criadouros e reduzir a incidência da dengue no município”, ressaltou.
A Secretaria Municipal de Saúde também reforça a importância de manter quintais e demais ambientes livres de recipientes que possam acumular água. A população deve colaborar com as ações de vistoria e orientação, permitindo o acesso dos agentes de saúde e de controle de endemias aos locais a serem inspecionados.
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