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Município faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e atingiu as metas propostas para a edição de 2025


ARARAQUARA/SP - Araraquara foi contemplada com o Selo Ouro na edição 2025 do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, como participante do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) do Ministério da Educação. A premiação reconhece esforços e iniciativas no desenvolvimento de políticas públicas que garantam a aprendizagem e o direito de cada criança a uma alfabetização de qualidade no tempo adequado. A cerimônia de entrega do emblema está prevista para acontecer em março, em Brasília (DF).

O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem como objetivo alfabetizar todas as crianças até o final do 2º ano do Ensino Fundamental, além de recompor a aprendizagem de alunos do 3º, 4º e 5º ano afetados pela pandemia.

De acordo com Fernando Diana, secretário municipal da Educação, a conquista é fruto do trabalho coletivo de uma rede que acredita na educação como prioridade. "Agradeço a todos(as)  professores(as) alfabetizadores(as), diretores(as) de escola, diretores(as) adjuntos(as), coordenadores(as) pedagógicos(as), AEPs, supervisores (as) de ensino, equipe técnica da SME, equipe de PEAPEs e nossos profissionais de apoio, que diariamente dedicam tempo, conhecimento e sensibilidade para garantir que nossas crianças aprendam com a dignidade e excelência que merecem".

O secretário destaca, ainda, que a participação das famílias é fundamental para fortalecer o vínculo entre escola e comunidade, contribuindo para o desenvolvimento dos estudantes. "Essa conquista é de Araraquara, das nossas escolas, das nossas crianças e de todos que acreditam que a alfabetização na idade certa é a base para uma educação com equidade", completa.

Araraquara já havia conquistado o Selo Ouro na edição 2024, e conseguiu acompanhar a elevação dos critérios de avaliação exigidos em 2025, atingindo 131 dos 150 pontos possíveis, e alcançando a meta do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).

"Seguiremos avançando, juntos, com responsabilidade e compromisso, para que nossa educação municipal continue sendo referência e motivo de orgulho para toda a cidade", finaliza Fernando Diana.

BRASÍLIA/DF - O Ministério da Educação (MEC) autorizou um novo reajuste no valor do repasse para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) em todo o país. O aumento anunciado é de 14,35% para este ano, com o objetivo de recompor o poder de compra de estados e municípios diante da inflação de alimentos.

Com a atualização, o investimento total no programa chega a R$ 6,7 bilhões em 2026. Segundo o governo federal, o montante representa aumento de 55% no orçamento da merenda desde 2023 e um salto de 80% em relação ao que era investido há quatro anos.

O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que o reajuste será aplicado na primeira parcela do cronograma de pagamentos.

"Estamos saindo de um orçamento de 2022 de R$ 3,6 bilhões em 2022 para o programa, para esse ano com orçamento de R$ 6,7 bilhões", destacou o ministro.

 

Incentivo à agricultura familiar

Além do aporte financeiro, o governo oficializou o aumento da cota mínima para compras da agricultura familiar. Por lei, estados e municípios agora devem destinar obrigatoriamente 45% dos recursos do Pnae para a aquisição de produtos de pequenos produtores e cooperativas locais. Anteriormente, o percentual mínimo era de 30%.

A estimativa do MEC é que aproximadamente R$ 3 bilhões sejam injetados diretamente na economia rural por meio dessa medida.

O Pnae atende alunos de toda a educação básica — da educação infantil ao ensino médio, incluindo a educação de jovens e adultos (EJA) — matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal Especial de Infância e Juventude de São Carlos deu início a uma nova fase de enfrentamento à violência contra crianças, em parceria com a Diretoria Regional de Ensino e a Secretaria Estadual de Educação. O programa, que já vinha sendo desenvolvido na Rede Municipal de Ensino, será agora expandido para as escolas estaduais, fortalecendo a rede de proteção e conscientização.

Na primeira reunião realizada com a dirigente regional de ensino, professora Débora Gonzalez Costa Blanco, além de representantes do projeto Faça Bonito e da Escuta Especializada, foram definidos os próximos passos para a implementação. A iniciativa terá início em 7 escolas municipais e 15 escolas estaduais de São Carlos, atendendo inicialmente crianças da segunda infância (7 a 11 anos).

O secretário de Infância e Juventude, Emerson Morais, ressaltou que o programa nasceu há dois anos e agora ganha força com a integração das redes de ensino. “Estamos ampliando esse trabalho porque entendemos que todas as nossas crianças, sejam da rede municipal ou estadual, precisam estar protegidas. O foco é a conscientização e a orientação, para que elas saibam identificar e denunciar situações de violência sexual, psicológica ou física. Esse é um compromisso que assumimos junto à Vara da Infância e Juventude e que agora se torna realidade em mais escolas”.

Além da atuação direta nas unidades escolares, o programa prevê formações para gestores e professores, que terão papel fundamental na identificação de sinais de violência.

Outro ponto central será o envolvimento das famílias, consideradas essenciais para o sucesso da iniciativa.

O juiz da Vara da Infância e Juventude, Daniel Borborema, tem acompanhado de perto as ações voltadas à proteção da criança e do adolescente em São Carlos. Sua atuação tem sido decisiva para fortalecer a rede de proteção e garantir que as medidas sejam efetivas e integradas entre os diferentes órgãos.

Após a identificação de casos, o trabalho seguirá com a escuta especializada, que acolhe a criança e a família, encaminhando os casos para os órgãos competentes. “O sucesso desse trabalho também se deve ao respaldo do prefeito Netto Donato, que tem apoiado a expansão das ações voltadas à primeira e segunda infância no município”, disse Emerson.

SÃO CARLOS/SP - O vice-prefeito de São Carlos, Roselei Françoso, representou o prefeito Netto Donato e o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, no 2º Encontro do Sebrae com Prefeitos e Secretários Municipais de Educação do Estado de São Paulo. O evento foi realizado, na quinta-feira (06/02), na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo, e organizado pelo Sebrae-SP.

Com o tema “Educação, gestão pública e inovação em pauta”, o encontro reuniu gestores públicos, acadêmicos e autoridades para debater práticas inovadoras e estratégias de gestão aplicáveis às políticas públicas educacionais. A educação empreendedora foi o eixo central das discussões, destacada como instrumento estratégico para a transformação social, a promoção da equidade e o desenvolvimento humano.

Roselei Françoso ressaltou a importância de levar o debate sobre empreendedorismo para dentro das redes de ensino, alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“Discutimos governança, educação empreendedora, matemática financeira e saúde mental dos servidores. São temas cada vez mais presentes nos currículos das redes municipais e estaduais e fundamentais para preparar nossos alunos e professores para os desafios da vida em sociedade”, afirmou.

O vice-prefeito de São Carlos destacou ainda a participação do deputado estadual Itamar Borges, presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, que compartilhou experiências de sua gestão em Santa Fé do Sul, reforçando o impacto positivo da educação empreendedora e da educação em período integral.

“Foi uma oportunidade de socializar experiências e aprendizagens, além de fortalecer políticas públicas que incentivam o microempreendedorismo e a educação financeira desde a escola. Senti-me orgulhoso de representar São Carlos nesse espaço de construção coletiva”, completou.

O encontro contou também com a presença de Marco Vinholi, diretor técnico do Sebrae-SP, e Ariane Canellas, gerente do Sebrae em São Carlos, além de gestores de diversas regiões do Estado.

SÃO CARLOS/SP - A construção do novo prédio do Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) “Dionísio da Silva”, no distrito de Santa Eudóxia, avança e já entrou na fase de elevação das paredes, após a conclusão da etapa de fundação. A obra é realizada pela Prefeitura de São Carlos e representa um importante investimento na ampliação e qualificação da educação infantil no distrito.

A nova unidade será destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos, oferecendo um espaço moderno, seguro e totalmente acessível, com ambientes adequados ao desenvolvimento pedagógico na primeira infância. O prédio atual, inaugurado em 1986, será desativado e passará a abrigar um centro de fisioterapia voltado ao atendimento da população idosa da região, ampliando a oferta de serviços públicos em Santa Eudóxia.

A obra está sendo executada pela empresa HS Lopes Construtora, vencedora do processo licitatório, com investimento estimado em R$ 3 milhões e prazo de execução de 240 dias.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, a nova estrutura permitirá avanços significativos na qualidade do atendimento. “A primeira infância é a base de tudo. No novo prédio, poderemos garantir um ambiente mais acolhedor, com acessibilidade e recursos pedagógicos atualizados, fortalecendo o desenvolvimento integral das crianças”, destacou.

O vice-prefeito Roselei Françoso ressaltou o esforço necessário para viabilizar a obra. “Foi preciso muito empenho do poder público, mas com planejamento e compromisso estamos transformando um sonho em realidade. A nova unidade permitirá ampliar a oferta de vagas na educação infantil e melhorar as condições de atendimento às famílias do distrito”, afirmou.

“Essa obra simboliza o cuidado da nossa gestão com as pessoas, em todas as fases da vida. Estamos investindo na primeira infância, oferecendo um espaço moderno, seguro e preparado para garantir um começo de vida com mais qualidade às nossas crianças, especialmente aqui em Santa Eudóxia”, disse o prefeito Netto Donato.

O prefeito ressaltou, ainda, que ao mesmo tempo, a Prefeitura deu uma destinação socialmente importante ao antigo prédio do CEMEI, que será transformado em um centro de fisioterapia para atender a população idosa do distrito. “É planejamento, é responsabilidade com o recurso público e é compromisso com quem mais precisa. Educação de qualidade começa com estrutura adequada, profissionais valorizados e visão de futuro. É isso que estamos construindo aqui: mais oportunidades, mais dignidade e mais qualidade de vida para a população do distrito”, finalizou Netto Donato.

BRASÍLIA/DF - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou para 16 de fevereiro o prazo de adesão de postos interessados em aplicar as provas da primeira edição de 2026 do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras).

O Celpe-Bras é o exame brasileiro oficial para certificar proficiência em português como língua estrangeira. A prova avalia a competência e o desempenho do falante no uso da língua, com um exame gramatical e observação da comunicação de forma eficaz.

A solicitação de adesão ao Celpe-Bras 2026/1 deve ser realizada no Sistema Celpe-Bras pelos postos interessados.

São exemplos destes locais: instituições de educação superior, representações diplomáticas, missões consulares, centros e institutos culturais, bem como outras instituições interessadas na promoção e na difusão da língua portuguesa.

Na primeira edição do ano passado, o exame foi realizado em 33 países, distribuído em 46 postos no Brasil e 64 no exterior.

 

Aplicação

A parte escrita da prova do Celpe-Bras deve ser realizada em até três horas e é composta por quatro tarefas de produção textual que abrangem mais de um componente ou habilidade de uso da língua portuguesa.

Já a parte oral consiste em uma interação presencial, face a face, entre o participante, o avaliador-interlocutor e o avaliador-observador, com duração de 20 minutos.

A proficiência é avaliada a partir do desempenho do participante nas duas partes.

Celpe-Bras

O Celpe-Bras é aceito em universidades para ingresso em cursos de graduação e em programas de pós-graduação e, também, por empresas brasileiras. O exame ainda é admitido em processos de validação de diplomas de profissionais estrangeiros que pretendem trabalhar no país.

O prazo de validade do exame e o nível de fluência na língua portuguesa exigido para determinada função são determinados pelas instituições que o exigem. 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação deu início, nesta terça-feira (03/02), ao Projeto Férias, que acontece até o dia10 de fevereiro em 53 escolas da Rede Municipal de São Carlos. A iniciativa reúne cerca de 1.600 alunos dos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) e aproximadamente 230 estudantes das Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEBs).

O projeto tem como eixo principal a ludicidade, oferecendo oficinas culturais, jogos, brincadeiras, rodas de conversa e atividades alinhadas à Base Nacional Comum Curricular. A proposta é garantir acolhimento às crianças e jovens durante o período de recesso escolar, proporcionando momentos de aprendizado e lazer.

O secretário de Educação, Lucas Leão, destacou a importância da ação para as famílias da cidade. “O Projeto Férias é um acolhimento fundamental, principalmente para os pais que precisam trabalhar e não têm com quem deixar os filhos. Nossa preocupação é oferecer um espaço seguro, com atividades educativas e recreativas, garantindo tranquilidade às famílias e bem-estar às crianças”, afirmou.

As aulas da Rede Municipal de Educação estão previstas para começar no dia 12 de fevereiro, e as equipes seguem realizando manutenções nas unidades escolares para receber os alunos com segurança e qualidade.

SÃO CARLOS/SP - A Capes divulgou o resultado preliminar do Edital nº 13/2025 do Programa Redes para Internacionalização Institucional - Capes Global.edu. Entre as propostas recomendadas está a Rede Sinapse - Saberes e Territórios Interconectados para a Internacionalização Sustentável da Pós-Graduação, coordenada pela UFSCar. Ao todo, o edital contemplou 23 projetos, organizados em redes compostas por uma instituição coordenadora e universidades associadas, distribuídas em diferentes regiões do país e estruturadas em torno de temas estratégicos.

A Rede Sinapse reúne seis instituições públicas de ensino superior localizadas em quatro regiões brasileiras (Norte, Nordeste, Sul e Sudeste). Além da UFSCar, integram a Rede a Universidade Federal do Cariri (UFCA), a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

"A recomendação da Rede Sinapse no Edital Capes Global é um marco para a UFSCar. Após o sucesso do Programa Capes-PrInt, quando demos passos importantes na internacionalização de nossa pós-graduação, viemos propor uma rede de instituições nacionais para uma atuação articulada em nível internacional. E, nesta direção, assumimos a coordenação de esforços voltados à pesquisa e formação em níveis internacionais, bem como a partilha de experiências com instituições parceiras que se identificam com a trajetória da UFSCar e de seus programas de pós-graduação", destaca Rodrigo Constante Martins, Pró-Reitor de Pós-Graduação da UFSCar.

"A composição da Rede expressa o compromisso com a diversidade territorial, a densidade científica e a equidade na internacionalização da pós-graduação, ao articular instituições situadas majoritariamente em territórios interioranos ou não metropolitanos e conectá-las a redes globais de produção de conhecimento. E estas redes contemplam o Norte e o Sul globais", complementa o Pró-Reitor. 

A proposta da Rede Sinapse está estruturada em três temas estratégicos: Inovação, desenvolvimento e soberania tecnológica, com foco em cidades inteligentes, energias limpas e materiais estratégicos; Saúde, Tecnologia e Meio ambiente, voltada a soluções inovadoras para a reabilitação física e mental em contextos globais; e Educação inclusiva e cidadania global, dedicada a desafios e estratégias para a justiça social e ambiental. Todos os temas contam com programas de pós-graduação de excelência internacional da UFSCar. Ao todo, estão envolvidos na iniciativa 77 programas de pós-graduação. As instituições participantes atuarão de forma complementar nos três eixos, combinando densidade científica consolidada e inserção estratégica em contextos sociais e ambientais diversos.

"A coordenação de uma rede nacional no Capes Global.edu coloca a UFSCar em uma posição estratégica na articulação de parcerias, agendas de pesquisa e ações de internacionalização da pós-graduação. Esse resultado reconhece a capacidade institucional da Universidade de liderar projetos cooperativos de grande porte, com diversidade regional e temática, e amplia as condições para consolidar conexões internacionais de forma estruturada e sustentável", reforça Ana Beatriz de Oliveira, Reitora da UFSCar.

Dados detalhados sobre a Rede Sinapse estão disponíveis no site da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (ProPG) da UFSCar, em https://www.propg.ufscar.br/pt-br/capes-global.edu.

Sobre o Capes Global.edu
O Capes Global.edu é um programa voltado à formação de redes temáticas de cooperação acadêmico-científica entre instituições brasileiras, com o objetivo de fortalecer a internacionalização da pós-graduação. A iniciativa busca integrar instituições com diferentes níveis de internacionalização, promovendo a colaboração científica entre universidades brasileiras e parceiras internacionais. 

O programa prevê investimento de R$ 350 milhões por ano, com apoio a bolsas no Brasil e no exterior, missões de trabalho internacionais, participação em eventos científicos e ações institucionais de cooperação acadêmica. O resultado divulgado é preliminar e está sujeito a recursos, conforme cronograma estabelecido pela Capes. A divulgação do resultado final está prevista pela Capes para a partir de 27 de fevereiro, com início das atividades estimado para o mesmo ano, com duração de até cinco anos. 

Mais informações podem ser obtidas no site da Capes.

SÃO PAULO/SP - Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos de história, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.

A partir de 9 de fevereiro, estão abertas as matrículas 2026. Ao todo, são mais de 120 mil vagas para os cursos gratuitos de música, distribuídas nos 634 polos de ensino espalhados pela capital, região metropolitana, interior e litoral do estado. Um crescimento de 20% comparado com o ano passado e de 59% em relação à 2022, quando eram 398 polos. Em quatro anos, o GURI aumentou em 74% o número de vagas.

O GURI é a porta de entrada para quem quer aprender a cantar e tocar um instrumento, e quem está interessado em iniciar os estudos, a hora é agora. Não exige ter conhecimento musical prévio e nem o instrumento em casa. No GURI, os alunos têm todo o suporte em sala de aula. E o que é melhor, não paga nada para se matricular e nem para estudar. É tudo gratuito.

As aulas já começam em fevereiro, mas as inscrições podem ser feitas até 13 de março. Basta comparecer a um polo de ensino com os documentos pessoais do estudante e do responsável (confira a lista abaixo), escolher o curso e se matricular.

“O GURI é uma grande potência de transformação. Essas 120 mil novas vagas refletem o quanto essa política pública é fundamental e gera impacto para toda a população do estado de São Paulo. Cultura, educação e desenvolvimento humano caminhando juntos, por meio do GURI ”, destaca Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

De acordo com Paulo Zuben, Diretor Artístico-Pedagógico da Santa Marcelina Cultura, o GURI tem por missão formar pessoas para a vida e a sociedade, por meio da educação musical. “No GURI, os estudantes desenvolvem outras habilidades que vão muito além das necessidades do fazer musical. Seja nas aulas de canto ou instrumento, a metodologia de ensino coletivo potencializa nos jovens o trabalho em grupo. O fazer em conjunto. Desenvolve a escuta. O GURI é uma oportunidade não só de aprender música, mas também de melhorar de vida”, comenta.

Para executar suas atividades, o GURI conta com o apoio e a parceria de empresas e pessoas que acreditam no poder transformador da arte e da cultura.

 

Ampliação

A reestruturação estratégica da rede de polos abertos proporcionará, a partir deste ano, educação musical a mais jovens de todas as regiões do Estado. A nova organização dos polos em quatro modalidades, denominados Harmonia, Polifonia, Acordes e Melodia, visa aprimorar o atendimento e oferecer uma experiência artística completa aos estudantes.

 

InscriçãoPara realizar a matrícula é necessário comparecer ao polo de ensino do GURI que deseja estudar, na companhia de um responsável, e apresentar a certidão de nascimento ou RG (original e cópia) do aluno, da aluna; um comprovante de matrícula escolar ou declaração de frequência escolar; e uma foto 3x4 recente. O responsável também deve apresentar o RG (original e cópia) e um comprovante de endereço para consulta.

 

Quem pode participar

Crianças a partir dos 6 anos de idade já podem se matricular. Para estudar no GURI, não é necessário ter conhecimento musical e nem ter o instrumento em casa. O GURI oferece cursos regulares de iniciação musical (de 6 a 9 anos) e curso sequencial (10 a 18 anos), que ensina a cantar ou a tocar um instrumento de forma fundamentada e consistente. Nesta modalidade, as alunas e os alunos podem optar por uma dentre as diversas opções de instrumento, a depender da oferta de cada polo de ensino.

 

Cursos

São diversas disciplinas musicais oferecidas e as opções variam de acordo com cada polo de ensino. Em instrumentos, há cursos de violão, bateria, guitarra, contrabaixo elétrico, acordeão, cavaquinho, bandolim, viola caipira, violão de 7 cordas e muito mais, como piano, teclado e percussão. Há também cursos dos instrumentos que compõem uma orquestra, como violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta doce, flauta transversal, clarinete, saxofone, oboé, fagote, trompete, trompa, trombone, tuba, eufônio, percussão e por aí vai. A lista é extensa. Além das tradicionais aulas de instrumento, o GURI também oferece aulas de canto coral e teoria musical, além da organização das práticas de conjunto de acordo com cada tipo de instrumento.

SÃO PAULO/SP - Os 3,1 milhões de estudantes das mais de 5.000 unidades estaduais de São Paulo retornam às salas de aula nesta segunda-feira (2). Para o ano letivo de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) organizou uma série de mudanças e ajustes com foco na melhoria da aprendizagem dos alunos, incluindo expansão de vagas do Ensino Médio Técnico, início das atividades das escolas cívico-militares e ampliação do projeto de tutoria e recomposição de aprendizagem a classes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“Começamos mais um ano letivo com a continuidade de projetos exitosos da pasta como os programas Provão Paulista, Prontos pro Mundo e Alfabetiza Juntos SP. Ao mesmo tempo, planejamos ajustes e novidades que devem impactar positivamente no aprendizado e no avanço dos índices educacionais de nossos estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio”, afirma o secretário da Educação de São Paulo, Renato Feder.

Confira algumas das iniciativas:

Ensino Médio Técnico: mais vagas e mais estágios

Neste ano, a soma de alunos na educação profissional chegará a 231 mil matrículas em 2.212 escolas em todo o Estado — em 2023, eram 35 mil vagas. Outra novidade é a ampliação do número de cursos. A partir de agora, são 11 opções: os novos eletrônica e meio ambiente, além de administração, agronegócio, ciência de dados, desenvolvimento de sistemas, enfermagem, farmácia, hospedagem, logística e vendas. Há ainda outras 60 formações ofertadas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-SP).

Em São Paulo, estudantes matriculados na 2ª e 3ª série do itinerário formativo técnico do Ensino Médio também participam do Programa BEEM (Bolsa Estágio Ensino Médio). A Seduc-SP fechou o ano de 2025 com 10 mil estudantes contratados por empresas parceiras. Os estagiários recebem bolsas mensais de até R$ 851,46, de acordo com o curso. A expectativa é que sejam abertas mais 30 mil oportunidades até o segundo semestre.

100 unidades do programa Escola Cívico-Militar (ECM)

Após três rodadas de consulta pública com toda comunidade escolar (estudantes, responsáveis, diretores, professores e funcionários), 100 unidades dão início ao modelo Escola Cívico-Militar (ECM). As escolas do programa ofertam vagas no Ensino Fundamental e Médio e estão distribuídas em 89 municípios.

As unidades selecionadas seguirão as diretrizes do Currículo Paulista e a gestão escolar terá apoio de monitores e monitores-chefes na segurança, disciplina, acolhimento e na promoção de valores cívicos.

Todos os militares do Programa Escola Cívico-Militar serão avaliados periodicamente, por diretores e alunos, e submetidos ao processo semestral de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência no modelo.

Tutoria e recomposição de aprendizagem

Para recompor a aprendizagem em língua portuguesa e matemática, a Seduc-SP vai expandir o programa de tutoria para alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Enquanto para as classes dos anos iniciais (1º ao 5º ano) o foco é o apoio à alfabetização e ao letramento matemático, nos anos finais a atenção é para estudantes com alta defasagem nas duas disciplinas — componentes estruturantes da educação básica. Do 6º ao 9º ano, o número de escolas participantes vai aumentar de 2.800 para 3.400 em toda rede.

São selecionados para o projeto docentes tutores com experiência em alfabetização e letramento. Em colaboração com os professores regentes de turma, serão definidos os estudantes que participarão das aulas após resultados no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), Prova Paulista e avaliações de sondagem. A proposta é identificar dificuldades específicas e níveis de aprendizagem em cada uma das duas disciplinas. As aulas com tutores são ofertadas no mesmo turno em que o estudante está matriculado.

Para o Ensino Médio, professores de orientação de estudos (língua portuguesa e matemática) têm o apoio de estagiários do programa Aluno Monitor do BEEM. Em 2025, mais de sete mil estudantes da 3ª série foram selecionados e atuaram como monitores dos próprios colegas de turma com dificuldades nas disciplinas. Os candidatos devem ter registrado, obrigatoriamente, frequência escolar superior a 85% no último ano letivo. Para a classificação geral são consideradas as notas do Saresp e o desempenho na entrevista com a banca examinadora da escola. Neste ano, alunos da 1ª à 3ª série podem concorrer a uma vaga. A seleção para 2026 está prevista para começar no dia 9 de fevereiro.

Alfabetiza Juntos: próximos da meta

A rede estadual de São Paulo dá início ao novo ano letivo mais próxima de alcançar a meta de 90% dos estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental alfabetizados aos sete anos de idade. A última edição da Avaliação de Fluência Leitora, aplicada no fim de 2025 e divulgada em janeiro, mostra que 76% dos participantes — estudantes das escolas estaduais e das 645 prefeituras paulistas — têm leitura adequada (fluentes e iniciantes) para a idade.

Na comparação com o primeiro ano da iniciativa, em 2023, as redes públicas avançaram em 50% a quantidade de crianças leitoras. Na época eram 220 mil nos melhores níveis de aprendizado, enquanto agora são 330,5 mil considerados alunos leitores. Por outro lado, no mesmo período, o número de estudantes nos níveis mais críticos de pré-leitura caiu de 26% para 7%.

A Avaliação da Fluência Leitora faz parte do Alfabetiza Juntos, programa do governo de São Paulo em colaboração com os municípios paulistas. Em 2025, de maneira inédita, estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental de todas as 645 cidades participaram das provas, uma no primeiro bimestre e outra ao fim do quarto bimestre. Além dos testes de mensuração do nível de leitura e das provas do Saresp, o Alfabetiza inclui um conjunto de ações de apoio para o cumprimento das metas de alfabetização, como material didático, acesso à plataforma Elefante Letrado e Matific e formação de professores.

Equipe gestora ampliada

A partir deste ano, as escolas da rede estadual de São Paulo passarão a ter o número de gestores diretamente vinculado ao total de alunos atendidos. Quanto maior o porte da unidade, maior será o quadro de direção e coordenação pedagógica. Com a mudança, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP) e um gerente de organização escolar (GOE).

Na faixa entre 201 e 500 alunos, a pasta prevê o reforço da equipe com um vice-diretor. A partir de 501 matrículas, o número de gestores cresce progressivamente. Outra mudança é em relação ao número de agentes de organização escolar (AOE). Todas as escolas terão, no mínimo, dois AOEs.

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