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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos realizou, na última segunda-feira (31/08), no auditório do Paço Municipal, mais um encontro do ciclo formativo destinado aos professores de Educação Especial da Rede Municipal de Ensino. A formação foi promovida pelo Departamento de Educação Inclusiva e teve como tema “Aspectos Educacionais da Deficiência Visual”, com abordagem voltada ao trabalho desenvolvido no Espaço Braille.

O encontro contou com a participação das professoras Adriana Dutra e Ivone Camargo, que conduziram as discussões e reflexões com os profissionais da rede sobre aspectos relacionados à educação de estudantes com deficiência visual.

A formação integra o Ciclo Formativo de Educação Especial, iniciativa que busca proporcionar aos professores momentos permanentes de estudo, troca de experiências e aprofundamento de conhecimentos relacionados às diferentes especificidades atendidas pela Educação Especial na rede municipal.

Durante o HTPC, os profissionais tiveram a oportunidade de ampliar as discussões sobre os aspectos educacionais relacionados à deficiência visual, fortalecendo conhecimentos que podem contribuir para a organização das práticas pedagógicas e para o atendimento às necessidades dos estudantes.

O Espaço Braille também esteve entre os elementos relacionados à formação, reforçando a importância de recursos, estratégias e práticas que favoreçam o acesso dos estudantes com deficiência visual ao processo de ensino e aprendizagem.

Para o secretário de Educação, Roselei Françoso, a formação continuada dos profissionais é fundamental para fortalecer uma educação cada vez mais inclusiva, garantindo que os professores estejam preparados para reconhecer as diferentes necessidades dos estudantes e desenvolver práticas pedagógicas que favoreçam sua participação e aprendizagem.

A iniciativa integra as ações do Departamento de Educação Inclusiva voltadas ao aprimoramento permanente do trabalho desenvolvido pelos profissionais da rede e reforça o compromisso da Prefeitura de São Carlos com a inclusão, a equidade e a garantia do direito à educação para todos os estudantes.

SÃO PAULO/SP - O Prêmio Educador Nota 10, um dos mais importantes do país voltados na área da educação, divulgou os trabalhos desenvolvidos por cada um dos 12 finalistas da 28º edição da premiação. Os vencedores serão anunciados no dia 10 de novembro, durante cerimônia presencial na Pinacoteca de São Paulo. Esta é a primeira vez que o prêmio tem uma categoria voltada para gestores escolares.

Neste ano, a premiação recebeu mais de 3,9 mil inscrições. O prêmio reconhece práticas educacionais de excelência desenvolvidas por professores, coordenadores e gestores de escolas públicas e privadas de todo o Brasil.

Entre os finalistas estão profissionais que desenvolvem projetos que tratam do uso de dados para melhorar a aprendizagem; da criação de uma minifloresta com espécies do Cerrado; da promoção de uma feira de ciências realizada com estudantes privados de liberdade; e de tecnologia aplicada à gestão escolar.

Ao todo, são nove finalistas na categoria Professor/Coordenador, distribuídos nos eixos Direitos Humanos, Inovação e Tecnologia e Sustentabilidade; e três na categoria Gestor Escolar, voltada a iniciativas de Gestão da Aprendizagem.

Premiação

Na categoria Professor/Coordenador, são escolhidos os três primeiros colocados em cada eixo temático. Entre os primeiros colocados de cada eixo será escolhido o Educador do Ano.

Na categoria Gestor Escolar, os três finalistas também serão classificados, e o primeiro colocado será reconhecido como Gestor do Ano.

Os primeiros colocados receberão um prêmio de R$ 25 mil, além de bolsa de pós-graduação no Instiuto Singularidades e acesso por 24 meses à plataforma PROFS, voltada pra a formação continuada e apoio pedagógico. 

Já os segundos colocados receberão R$ 20 mil, bolsa de 50% na pós-graduação e acesso à PROFS por 12 meses. Já os terceiros colocados receberão R$ 15 mil, bolsa de 50% na pós-graduação e acesso à plataforma por 12 meses.

O Prêmio Educador Nota 10 é realizado pelo Instituto Somos e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. 

Conheça os finalistas

Na categoria Gestor Escolar foram selecionados os seguintes profissionais:

Edileuza Araujo de Souza - Escola Estadual Floresta, em Paranã (TO)

O projeto Dados que Inspiram Mudança, Resultados que Transformam implantou uma gestão pedagógica baseada em evidências. Entre as principais estratégias adotadas estão o Painel Vivo de Aprendizagem, o Assessoramento Pedagógico por Dados, o boletim de devolutiva para famílias e a ação Adote uma Habilidade, que engajou toda a equipe escolar na recomposição das aprendizagens.

João Carlos Carneiro - CEMEB José dos Santos Novaes, em Itapevi (SP)

O projeto Menos Processos, Mais Aprendizagem: Inovação e Tecnologia a Serviço da Educação apresenta um sistema integrado de gestão escolar com uso de tecnologias acessíveis para reduzir burocracias, automatizar processos e devolver tempo à equipe pedagógica. A iniciativa utilizou ferramentas como WhatsApp com chatbot, QR Codes, catracas biométricas, câmeras Wi-Fi, dashboards, sistema de som setorizado, Chromebooks e o sistema de gamificação “Notinhas”.

Tânia Maria de Farias Pereira - EMTI Francisco de Assis Gomes Rufino, em Tambori (CE)

O projeto Conectando Vidas: gestão baseada em evidências para proporcionar aprendizagem, protagonismo e transformação social fortaleceu a aprendizagem e o protagonismo estudantil por meio de uma gestão orientada por evidências, integrada a projetos de leitura, matemática, cultura, empreendedorismo, educação ambiental e projeto de vida.

Entre os professores e coordenadores, os finalistas na categoria “Inovação e Tecnologia” são:

Michelle Mariano Mendonça, coordenadora pedagógica na EMEF Raul de Leoni, em São Paulo (SP)

O projeto Rede Formativa: Fortalecendo Elos na Escola Pública criou uma rede de colaboração entre escola, universidades e instituições de pesquisa, aproximando estudantes e professores da produção científica e cultural.

Josane do Nascimento Ferreira Cunha, professora de Química no Instituto Federal de Mato Grosso – campus Cuiabá Bela Vista

O projeto MIPIPEQ: Democratização da Ciência Química e Protagonismo Estudantil utiliza uma metodologia própria para transformar o ensino de química em uma experiência investigativa, criativa e conectada a desafios reais da sociedade. Os estudantes desenvolvem produtos, protótipos e soluções voltadas à inclusão, sustentabilidade, saúde e inovação, articulando ciência e impacto social.
 

Daniela Steinheuzer, professora na Rede Estadual de Ensino em Blumenau (SC)

O projeto Terrário e o Ciclo da Água na Previsão do Tempo, realizado na Escola Estadual Básica Bruno Hoeltgebaum utilizou terrários e o horto escolar para transformar conceitos científicos abstratos em experiências concretas.

Na categoria “Sustentabilidade”, os finalistas são:

Fernanda Ferreira de Oliveira, professora na EM Antonio Boldrin, em Piracicaba (SP)

O projeto Encantados levou crianças da educação infantil a investigar seres presentes em narrativas indígenas, afro-brasileiras e da cultura popular, utilizando literatura, oralidade, arte e brincadeiras como caminhos para a aprendizagem.

Renata Araujo de Souza, professora concursada da Educação Básica na EMEB Agostinho dos Santos, em São Bernardo do Campo (SP):

Em Infâncias em Estado de Pesquisa: As Poéticas do Pensar com a Natureza como Território de Descobertas, bebês e crianças bem pequenas foram estimulados a investigar a natureza por meio de experiências sensoriais, artísticas e científicas.

Lazelane Ferreira da Silva, professora de geografia no Colégio Estadual Professor Joaquim Carvalho Ferreira, em Goiânia (GO)

O projeto Miniflorestas como Estratégia para o Conforto Térmico mobilizou estudantes na criação de uma minifloresta formada por espécies nativas do Cerrado em uma escola localizada em uma região urbana com pouca arborização.

Os finalistas na categoria “Direitos Humanos” são:

Rodrigo da Vitória Gomes, professor de química e pedagogo da Educação de Jovens e Adultos na EE Foz do Riacho - Centro de Detenção e Ressocialização de Linhares (CDRL), em Linhares (ES)

O projeto Além das Grades: A Ciência como Ponte para a Liberdade utilizou uma Feira de Ciências como instrumento de educação, cidadania e ressocialização para estudantes privados de liberdade. Desenvolvido em uma unidade prisional, o projeto criou oportunidades para que os participantes atuassem como pesquisadores, desenvolvendo investigações científicas relacionadas a problemas reais.
 

Qircia Aparecida Fonseca Santana, professora no Colégio Estadual de Tempo Integral de Iraquara, em Iraquara (BA)

O projeto Leituras Negras: diálogos com as comunidades tradicionais de Iraquara promoveu o encontro entre literatura afro-brasileira e indígena e os saberes das mulheres quilombolas da região.
 

Daniela Aparecida Ferreira Arfelli atua na Escola Estadual Assentamento Santa Clara, em Mirante do Paranapanema (SP)

O projeto Vozes em Territórios de Luta: Práticas de Letramento com Estudantes Acampados e Assentados nasceu da necessidade de ampliar o letramento em um contexto de vulnerabilidade social. Por meio de práticas significativas de leitura e produção textual, os estudantes foram incentivados a registrar suas histórias, vivências e identidades. O resultado foi a produção do livro coletivo Palavras que se Conectam.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - Quem pretende disputar uma vaga nas Fatecs pode reduzir ou até eliminar o custo da inscrição no Vestibular. Está aberto o período para solicitação dos benefícios de isenção total ou desconto de 50% na taxa.

Os pedidos podem ser enviados até as 23h59 do dia 11 de setembro de 2026.

Atualmente, a taxa de inscrição é de R$ 90. Os candidatos aprovados no pedido de redução pagarão R$ 45, enquanto aqueles que tiverem direito à isenção ficarão dispensados do pagamento.

Os benefícios são destinados aos candidatos que se enquadram nos critérios definidos para renda e escolaridade. Para participar da seleção, é indispensável apresentar corretamente os documentos comprobatórios exigidos.

O pedido deve ser feito exclusivamente pela internet, no site:

Portal do Vestibular Fatec

Os candidatos precisam ficar atentos a uma etapa fundamental: conseguir a isenção ou o desconto não significa estar automaticamente inscrito no Vestibular. Depois que o resultado dos pedidos for divulgado, será necessário concluir a inscrição no processo seletivo.

A oportunidade pode representar uma importante ajuda para estudantes que desejam ingressar no ensino superior tecnológico, mas enfrentam dificuldades para arcar com o valor integral da taxa.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Educação, publicou o edital para contratar uma empresa de engenharia responsável pela ampliação do Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Professor Paulo Freire, no Jardim Itamarati. A disputa está marcada para o dia 15 de setembro e o valor máximo fixado para a contratação é de R$ 556.622,97.

O projeto prevê a expansão da capacidade de atendimento do CEMEI de 120 para 168 alunos em período integral, ou de 240 para 336 crianças, no caso de funcionamento em dois turnos.

Serão construídas duas novas salas de pré-escola, com capacidade para 24 crianças cada, destinadas a alunos de 4 a 5 anos e 11 meses, além de sanitários infantis masculino e feminino, solário e área de circulação. Segundo o memorial, o módulo terá 115,46 m² de área construída, com mais 42,66 m² de projeção de cobertura, totalizando 158,12 m² de área ocupada.

Os recursos para a obra são provenientes de transferências e convênios estaduais vinculados à educação infantil, dentro do programa municipal “Educação para Todos”. A empresa vencedora terá 120 dias para executar os serviços, contados a partir da ordem de início expedida pela Secretaria Municipal de Educação. O prazo total de vigência do contrato será de 240 dias, podendo ser prorrogado.

Para o secretário de Educação, Roselei Françoso, “investir na ampliação do CEMEI Paulo Freire é garantir que mais crianças tenham acesso a um espaço adequado, seguro e de qualidade para o seu desenvolvimento. Essa obra representa nosso compromisso em ampliar oportunidades e fortalecer a educação infantil em São Carlos”.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos está realizando encontros com diretores dos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) que atendem crianças das Fases 1, 2 e 3 e com coordenadores pedagógicos da Educação Infantil para elaborar, de forma participativa, um Referencial de Qualidade para as creches da Rede Municipal.
A proposta é estabelecer diretrizes que contribuam para o aprimoramento do atendimento oferecido aos bebês e às crianças bem pequenas, considerando as necessidades das unidades e as experiências dos profissionais que atuam diariamente na Educação Infantil.

Os encontros são espaços de estudo, diálogo, escuta e reflexão sobre as práticas desenvolvidas nas escolas. Entre os temas discutidos estão organização dos ambientes, higiene, alimentação, práticas pedagógicas, cuidados, acolhimento e a relação das unidades com as famílias.

O processo também amplia a participação das equipes escolares na elaboração do documento, permitindo reunir diferentes experiências e perspectivas. A intenção é que o Referencial de Qualidade esteja alinhado à realidade da Rede Municipal e possa orientar ações voltadas ao bem-estar, à segurança e ao desenvolvimento integral das crianças.

A iniciativa parte do princípio de que, na primeira infância, educação e cuidado devem caminhar juntos. Por isso, o documento deverá contemplar condições que favoreçam ambientes seguros, acolhedores, estimulantes e adequados às diferentes necessidades dos bebês e das crianças.

Para o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, a participação dos profissionais é fundamental para a formulação de políticas públicas conectadas à realidade das escolas. “A escuta das equipes contribui para identificar desafios, compartilhar experiências e definir, de maneira conjunta, estratégias para fortalecer a qualidade da Educação Infantil”, avalia o secretário.

Com a iniciativa, a Prefeitura de São Carlos reforça o compromisso com uma Educação Infantil acolhedora, segura, inclusiva e de qualidade, tendo as crianças como prioridade e valorizando a participação dos profissionais e das comunidades escolares na construção das políticas públicas para a primeira infância.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos, em parceria com o Conselho Municipal de Educação (CME) e o Fórum Municipal de Educação (FME), promoveu, na última segunda-feira (24/8), um encontro com professores da Educação Especial da rede municipal para discutir a elaboração do novo Plano Municipal de Educação (PME).

A atividade apresentou as etapas de construção do documento, que definirá metas e estratégias para orientar as políticas educacionais do município nos próximos dez anos. O processo foi iniciado a partir da homologação do novo Plano Nacional de Educação (PNE), em abril de 2026.

Durante a formação, os profissionais conheceram o cronograma previsto e participaram de uma dinâmica de trabalho em grupo. A proposta foi identificar objetivos centrais, levantar possíveis causas dos desafios educacionais e discutir metas capazes de contribuir para seu enfrentamento. As contribuições apresentadas foram sistematizadas e serão utilizadas nas próximas fases de elaboração do PME.

A participação dos professores da Educação Especial busca garantir que o planejamento municipal contemple as especificidades da educação inclusiva e as necessidades dos estudantes público-alvo da Educação Especial.

Para o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, a construção do plano deve envolver diferentes profissionais e segmentos da comunidade escolar. Segundo ele, a participação coletiva é importante para que as metas definidas estejam alinhadas à realidade e às necessidades de São Carlos.

O encontro integra o processo de elaboração do novo Plano Municipal de Educação e reforça o compromisso do município com um planejamento participativo, com diálogo entre os profissionais da rede e o fortalecimento de uma educação pública inclusiva e de qualidade.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação vai liberar a segunda parcela do Programa Dinheiro Direto na Escola Municipal (PDDE Municipal) 2026. O anúncio foi feito pelo secretário de Educação, Roselei Françoso.

“Nós faremos a liberação da segunda parcela do PDDE Municipal”, afirmou o secretário, ao pedir que diretores e diretorias executivas das Associações de Pais e Mestres (APMs) encaminhem a solicitação à Secretaria Municipal de Educação para que o pagamento seja autorizado.

Segundo Roselei, a segunda parcela seguirá os mesmos critérios da primeira, com valor per capita estabelecido pela lei do PDDE, na proporção de 60% para custeio e 40% para capital, além do valor fixo de R$ 3 mil destinado à Sala de Recursos. “A segunda parcela será feita de maneira semelhante à primeira”, explicou.

O recurso será destinado às APMs das unidades escolares que estiverem com as prestações de contas regularizadas e em dia, uma condição reforçada pelo próprio secretário. “Logicamente que tem que estar em dia com a prestação de contas, para que a gente possa avaliar e autorizar o mais breve possível o pagamento da segunda parcela”, disse.

Para o recebimento dos recursos, as Unidades Executoras deverão apresentar ao Departamento Financeiro/Seção de Apoio ao PDDE e PDDEM a documentação prevista, incluindo a Declaração de Adesão ao PDDE Municipal, a declaração de ciência quanto às responsabilidades relacionadas à prestação de contas e o Termo de Compromisso de cumprimento das disposições da lei.

No caso do valor de R$ 3 mil destinado à Sala de Recursos, a Unidade Executora poderá indicar se o recurso será aplicado na categoria econômica de custeio ou de capital. Os demais valores do PDDE Municipal serão distribuídos conforme a legislação vigente, com 60% destinados a despesas de custeio e 40% para despesas de capital. Os repasses da segunda parcela serão realizados ao longo do mês de setembro.

A Secretaria Municipal de Educação destaca a importância da gestão responsável dos recursos públicos pelas unidades escolares, permitindo que os investimentos sejam planejados de acordo com as necessidades de cada escola e convertidos em melhorias concretas para o cotidiano escolar e para os estudantes.

“Esse é o compromisso da Secretaria de Educação e do prefeito Netto Donato, o fortalecimento da autonomia das unidades escolares, a gestão responsável dos recursos públicos e a melhoria das condições de atendimento aos alunos da rede municipal de ensino”, disse Roselei Françoso, que reconheceu o trabalho desenvolvido pelas equipes gestoras e pelas Associações de Pais e Mestres na aplicação dos recursos, destacando que planejamento, responsabilidade e transparência são fundamentais para garantir que os investimentos contribuam efetivamente para uma educação pública cada vez melhor.

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou a entrega de novos brinquedos e recursos pedagógicos destinados ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) das unidades escolares da rede municipal de ensino.

Mais do que brinquedos, os materiais representam importantes ferramentas para promover a aprendizagem, a autonomia, a interação e o desenvolvimento dos estudantes público-alvo da Educação Especial.

No AEE, os recursos são utilizados de forma planejada pelos profissionais da Educação Especial, levando em consideração as necessidades, potencialidades e características individuais de cada estudante. 

Brincar, explorar, criar e interagir também são importantes formas de aprender.

A utilização de materiais diversificados contribui para o desenvolvimento de diferentes habilidades, entre elas:

  • coordenação motora e percepção sensorial;
  • comunicação e linguagem;
  • atenção, concentração e raciocínio;
  • interação social e participação;
  • autonomia e resolução de problemas;
  • expressão de sentimentos e criatividade.

A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Ibaté e da Secretaria Municipal de Educação com a Educação Inclusiva, garantindo recursos e condições para que todos os estudantes tenham oportunidades de aprender, se desenvolver e participar plenamente da vida escolar.

Investir no Atendimento Educacional Especializado é investir em uma escola mais inclusiva, acessível e preparada para acolher e valorizar as potencialidades de cada estudante.

SÃO CARLOS/SP - As condições climáticas enfrentadas pelos principais parceiros comerciais de um país podem afetar seus preços de alimentos com mais intensidade do que o clima registrado em seu próprio território. Essa é uma das principais conclusões de uma pesquisa desenvolvida por Diego Ferreira, egresso do curso de Ciências Econômicas da UFSCar e atualmente professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com Andreza Palma, docente do Departamento de Economia (DEc-So) do Campus Sorocaba da UFSCar; Ana Kreter, da Hochschule Rhein-Waal University of Applied Sciences (HSRW); e Jefferson Staduto, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

O trabalho foi apresentado por Ferreira na conferência internacional Nature and the Macroeconomy, realizada em Santiago, no Chile. O evento anual é promovido pelo Centre for Economic Transition Expertise (CETEx), da London School of Economics and Political Science (LSE), e, nesta edição, foi organizado em conjunto com o Banco Central do Chile.

A pesquisa analisa como eventos climáticos ocorridos em países exportadores de produtos agrícolas são transmitidos aos preços dos alimentos nas economias importadoras. Para isso, os autores combinaram dados climáticos da base ERA5, ponderados pelas áreas cultivadas nos países exportadores, com participações bilaterais predeterminadas nas importações.

A análise reúne informações mensais de 49 economias importadoras entre 2005 e 2023. Os resultados identificam três efeitos distintos, associados a diferentes mecanismos agronômicos.

Temperaturas elevadas produzem impacto praticamente imediato sobre os preços, pois o mercado antecipa e precifica possíveis perdas nas safras antes mesmo que ocorram ajustes nos embarques. Os efeitos do frio aparecem cerca de três meses depois e constituem o resultado mais robusto encontrado no estudo. Já os impactos da seca levam aproximadamente 12 meses para chegar aos consumidores, refletindo o tempo necessário para que a redução da umidade do solo percorra a cadeia produtiva até alcançar as prateleiras. Para o excesso de chuva, não foi identificado efeito estatisticamente detectável.

Outro resultado importante é que os impactos permanecem concentrados nos preços dos alimentos. A pesquisa não encontrou efeitos significativos sobre o núcleo da inflação, o índice geral de preços ou, em média, sobre as taxas de juros.

Com base nas estimativas empíricas, os pesquisadores também calibraram um modelo dinâmico estocástico de equilíbrio geral - conhecido como modelo DSGE - para uma pequena economia aberta. Os resultados indicam que o coeficiente climático ideal em uma regra de Taylor ampliada fica próximo de zero.

A conclusão reforça a estratégia de look-through adotada por bancos centrais, segundo a qual choques climáticos temporários e restritos aos alimentos não devem provocar automaticamente uma resposta da política monetária. O estudo contribui, assim, para o debate internacional sobre mudanças climáticas, inflação de alimentos e atuação dos bancos centrais em economias integradas pelo comércio exterior.

 Evento gratuito acontece no dia 28 de agosto e oferece oficinas, workshops, atendimentos e experiências em diversas áreas do conhecimento

 

SÃO CARLOS/SP - No dia 28 de agosto, sexta-feira, o Senac São Paulo convida toda comunidade a participar do Casa Aberta Senac 2026. As 63 unidades do estado estarão abertas com programação gratuita, pensada para quem deseja explorar novas possibilidades de carreira, se atualizar ou vivenciar experiências transformadoras.

Ao longo do dia, as pessoas poderão participar de workshops, oficinas, palestras, atendimentos, vivências práticas e bate-papos com especialistas, em temas que vão ao encontro com as áreas do conhecimento presentes no portfólio da instituição, como Saúde, Bem-estar, Tecnologia da Informação, Beleza e Estética, Gestão e Negócios, Meio Ambiente, Segurança e Saúde do Trabalho, Turismo e Hospitalidade entre outras. A ideia é mostrar, na prática, como o Senac forma profissionais preparados para se destacarem no mercado de trabalho, com um ensino conectado às tendências atuais de cada setor e à inovação.

A proposta do Casa Aberta Senac é aproximar a comunidade da instituição, mostrando que a educação profissional pode ser acessível, prática e transformadora. Toda a programação foi pensada para acolher desde jovens em busca da primeira formação até profissionais que desejam se reinventar e iniciar uma nova carreira. O evento é uma oportunidade para conhecer de perto a infraestrutura da unidade e entender como funciona o Jeito Senac de Educar, presente em cursos livres, técnicos e no programa de aprendizagem.

                                                             

Veja abaixo os destaques da programação:

 

Senac São Carlos

Da Massa ao Futuro: Transformando Sabores em Oportunidades

Horário: 19h às 20h

Local: Laboratório 15

Vivencie de forma prática e dinâmica, como um hobby pode se tornar fonte de renda e negócio. Uma experiência interativa em panificação onde você monta sua própria esfirra enquanto descobre como transformar criatividade em oportunidade. Vagas limitadas. Por ordem de chegada.

 

O Rádio e o Teatro

Horário: 19h às 19h15 / 19h45 às 20h

Local: Sala 13

O radioteatro nasceu na década de 1920 com a chegada do rádio no Brasil. Agora, a turma de teatro e rádio traz essa arte para a atualidade, encenando uma peça direto do estúdio. Os participantes poderão conhecer os bastidores e como a sonoplastia moderna dá vida à história, mostrando como se faz o teatro nos tempos atuais. Vagas limitadas. Por ordem de chegada.

A programação completa está disponível no Portal do Senac São Paulo.

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