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Andar descalço, dispensar as meias e não secar bem entre os dedos são os principais descuidos. Atitudes favorecem micoses, bicho de pé e outros problemas

 

SÃO PAULO/SP - A estação mais quente do ano chegou e com ela, a oportunidade perfeita para exibir os pés em sandálias ou calçados abertos, mas para isso é essencial cuidar muito bem desta parte do corpo. O calor e a transpiração em excesso, por exemplo, podem provocar o surgimento de fungos e bactérias, causando frieiras,  micoses ou até  queda das unhas, nos casos mais graves.  Para evitar esse tipo incômodo, a podóloga e coordenadora técnica da Doctor Feet, rede especializada em cuidados com os pés, Malú Pinheiro, listou os seis erros mais comuns que as pessoas cometem no verão e que podem afetar a saúde dos pés. Confira!

 

  • Dispensar as meias

No calor algumas pessoas renunciam às meias, mas isso é um erro, especialmente quando se usa tênis. “Dê preferência às meias de algodão; elas absorvem melhor o suor dos pés melhorando o conforto para a prática de exercícios”, aconselha Malú.

  1. Usar o mesmo calçado

Esse erro é comum em qualquer época do ano, mas no verão os pés transpiram ainda mais, por isso, o recomendado é alternar os calçados e deixá-los em local arejado após o uso.

  1. Não cuidar dos pés

Muita gente só se lembra dessa parte do corpo na hora de calçar uma sandália, mas descuida da saúde dos pés o ano todo. “Aconselho observar qualquer alteração na coloração das unhas, ressecamento nos pés ou surgimento de bolhas, uso de produtos específicos para os pés, alimentação balanceada e a visita regular ao podólogo para não só no verão mas em todo ano ter unhas e pés saudáveis”, recomenda a podóloga.

  1. Deixar os pés molhados

Secar bem os pés após o banho é essencial, mesmo nos dias de calor,  principalmente se, logo na sequência, já for calçar o sapato. A umidade entre os dedos pode provocar frieiras. 

  1. Andar descalços em locais públicos

Esse é um erro comum, especialmente nessa época do ano. “É necessário estar com o calçado, principalmente na praia, onde a incidência de parasitas, como Tunga Penetrans (causador do bicho de pé), é maior”, avisa a especialista.

Sobre a Doctor Feet

Pioneira no segmento, a Doctor Feet é a mais ampla rede de serviços de podologia e venda de produtos médicos/ortopédicos. Comemorando 22 anos de mercado, a marca conta com mais de 80 unidades, em 14 estados brasileiros. Informações: www.doctorfeet.com.br / Instagram: @doctor_feet / Facebook: /doctorfeet.podologia

 

O pedido foi feito pelo Ministério da Saúde à Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos para enfrentar a crise de falta de leitos no Estado do Amazonas

 

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos vai ceder 2 dos 3 leitos de UTI COVID Neonatal do hospital para que sejam usados, em caso de necessidade, por bebês transferidos de Manaus (AM). A solicitação foi feita pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (14) à Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), que acionou a rede de hospitais filantrópicos em todo o país.

“O pedido de apoio foi direcionado principalmente às Instituições em Estados mais próximos ao Amazonas, como Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Piauí e Goiás. Mas, na falta de leitos nesses lugares, nós aqui no interior de São Paulo podemos colaborar. Por isso, estamos oferecendo nossos leitos para socorrer a comunidade de Manaus, diante dessa crise sem precedentes”, afirma o Provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior.

Manaus enfrenta uma explosão de casos de COVID-19. A média móvel de mortes cresceu 183% no Amazonas nos últimos 7 dias. Até quarta-feira (13), mais de 219 mil pessoas haviam sido infectadas pela COVID em todo o estado, e mais de 5,8 mil morreram com a doença. Com isso, unidades de saúde ficaram até mesmo sem oxigênio.

Ainda segundo o Provedor, os leitos que serão cedidos, voltados a cuidados intensivos infantis para enfrentamento da COVID 19 (3 leitos UTI COVID Pediátrica e 3 leitos UTI COVID Neonatal), estão com baixa ocupação desde o dia 2 de agosto de 2020. Portanto, o fato de cedê-los para possíveis pacientes vindos de Manaus, não deixará nem o município nem a região desassistidos.

O novo canal foi criado para facilitar as contribuições dos voluntários. O hospital enfrenta uma crise financeira, agravada pelo corte de verbas do Governo do Estado

 

SÃO CARLOS/SP  - A Santa Casa disponibiliza um novo canal de doações para quem quiser fazer contribuições mensais ao hospital. A partir de agora, os moradores de São Carlos vão receber um informativo na conta de água.

Quem quiser aderir, só precisa entrar em contato com o Setor de Captação de Recursos do hospital (confira os telefones abaixo). Então, uma equipe vai até à casa do morador uma única vez para entregar um termo de adesão. O valor mínimo de contribuição é de R$ 5,00.

Todos os valores doados vão ser direcionados para uma conta específica criada apenas para esse projeto. A cada seis meses, a Santa Casa vai prestar contas do montante das doações e informar para que ações e obras os recursos foram usados.

O novo canal de doação é mais uma ferramenta para ajudar a Santa Casa a arrecadar recursos. Com a pandemia do COVID-19, cerca de 2 mil doadores fixos deixaram de contribuir com a Santa Casa, uma queda de 25%. Além disso, os preços dos medicamentos, materiais e equipamentos de proteção individual aumentaram em torno de 11% em 2020. E para agravar a situação, o Governo do Estado cortou 12% das verbas destinadas às Santas Casas e hospitais filantrópicos paulistas.                                                                                

 “Nós disponibilizamos contas bancárias para transferências, criamos o Cartão Fidelidade +30 e, agora, a conta de água é mais um instrumento para facilitar as doações”, explica a coordenadora do Setor de Captação de Recursos, Ariellen Guimarães.

                        

POR QUE DOAR?

A Santa Casa é o principal hospital da região para média e alta complexidade (urgência e emergência, cardiologia, neurologia, neurocirurgia, cirurgia ortopédica, oftalmologia, maternidade e, também, referência no enfrentamento à COVID-19). A Instituição atende 6 municípios (São Carlos, Dourado, Ribeirão Bonito, Porto Ferreira, Descalvado e Ibaté), em um total de 400 mil habitantes.

Por conta da pandemia, o hospital vem enfrentando uma série de dificuldades financeiras. Os preços dos medicamentos, materiais e equipamentos de proteção individual aumentaram em torno de 11% em 2020. Os valores de alguns produtos, como máscaras, luvas, aventais e anestésicos, subiram ainda mais, cerca de 300%.

Além disso, com a decisão do Governo do Estado de cortar 12% as verbas para as Santas Casas e hospitais filantrópicos, a Santa Casa de São Carlos vai deixar de receber R$ 128.388,48 por mês. No ano, são R$ 1.540.661,76 a menos para o hospital. “Esses recursos são usados para o custeio da operação da Instituição, ou seja, pagamento de materiais, medicamentos, produtos de limpeza, gases medicinais, tudo aquilo que a gente usa para manter o hospital em funcionamento”, explica o Diretor de Operações da Santa Casa, Everton Beggiato.

O corte de 12% das verbas vai atingir 180 unidades hospitalares de todo o Estado de São Paulo, que deixarão de receber, ao todo, R$ 80 milhões de reais.

“Nossa preocupação é com a manutenção dos serviços oferecidos pelo hospital. Com certeza, essa redução de verbas pode trazer consequências para os atendimentos pelo SUS. Nós, da Provedoria e da Diretoria da Santa Casa estamos pedindo ajuda às autoridades municipais, aos deputados amigos das Santas Casas. Mas precisamos também do apoio e das doações da população para nos ajudar a fechar as contas e manter os atendimentos”, explica o Provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Júnior.  

SERVIÇO:

CAMPANHA “DOE AMOR PELA CONTA DE ÁGUA”

Valor mínimo: R$ 5,00

Mais informações: 3509-1270/ (16) 99230-9294

SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (PL) protocolou um ofício ao presidente do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus, Mateus de Aquino, sugerindo dois locais alternativos para a imunização da COVID-19: A Fundação Educacional de São Carlos (FESC) Campus 1 na Vila Nery e também o Estádio Municipal Professor Luiz Augusto de Oliveira (Luizão).

Ele argumentou que o município de São Carlos, através do secretário de Saúde, Marcos Palermo, anunciou os 39 pontos de imunização, sendo 23 Unidades de Saúde da Família, 12 Unidades Básicas de Saúde e quatro pontos alternativos, e neste sentido propôs este dois locais.

“São espaços abertos e amplos e com grande ventilação. Diante do expressivo número de munícipes que receberão tais doses, precisamos nos atentar para possíveis aglomerações e nestes espaços sugeridos, feito de forma organizada, isto dificilmente irá acontecer”, disse Bruno Zancheta.

O vereador também fez outra ponderação: “Depois de falar com profissionais da saúde e obter um entendimento técnico, seguindo uma de nossas propostas de campanha que é o mandato participativo, me foi apontado a necessidade de uma equipe médica e uma ambulância no local como uma medida de precaução para termos o suporte numa possível eventualidade”, finalizou o vereador.

O ofício com os locais alternativos foi enviado pelo parlamentar e será analisado pelo Comitê Emergencial e também pelos responsáveis pela saúde do município.  

A taxa de ocupação da UTI COVID da Santa Casa também volta a aumentar

 

SÃO CARLOS/SP - O número de óbitos por COVID-19 em São Carlos voltou a subir nas duas últimas semanas. De 14 a 20 de dezembro, o município não registrou nenhum óbito. De 21 a 27 de dezembro, 5 mortes foram registradas. De 28 de dezembro de 2020 a 3 de janeiro, 2 mortes foram registradas. De 4 a 10 de janeiro o número de óbitos voltou a aumentar e foram registradas 3 mortes. E nesta semana, até agora, já são 3 falecimentos. A análise foi feita pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência em Saúde (SCIRAS) da Santa Casa.

A ocupação dos leitos de UTI da Santa Casa também aumentou no mesmo período. De 14 a 20 de dezembro, a média da taxa de ocupação foi de 43%. Subiu para 51% entre 21 e 27 de dezembro. Diminuiu para 39% entre 28 de dezembro de 2020 e 3 de janeiro. E de 4 a 10 de janeiro, voltou a subir e ficou em 52%.

“Os números começaram a subir depois das festas de Natal e Ano Novo, provavelmente porque muita gente viajou ou passou a folga em lugares com aglomeração. E os reflexos estão aparecendo. No momento, 90% dos leitos da cidade estão lotados. Vemos isso em todo o país. Por isso, reforçamos mais uma vez que é preciso continuar usando máscara, higienizando as mãos e a manter o distanciamento social. Sabemos que as pessoas estão cansadas, mas nós, profissionais da saúde também. E continuamos a lutar pela vida nos hospitais”, afirma o infectologista e gerente médico da Santa Casa, Roberto Muniz Junior. 

A Santa Casa possui 18 leitos de UTI (14 em funcionamento), 24 leitos de enfermaria (14 em funcionamento) na ALA COVID, 3 leitos pediátricos (2 em funcionamento) e 3 leitos neonatal (2 em funcionamento) e uma equipe altamente capacitada formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas para garantir o melhor atendimento aos nossos pacientes. Diferentemente de outros lugares do país, em São Carlos não faltaram leitos para atendimento.

“Temos 4 leitos de UTI COVID Adulto, 10 leitos de enfermaria e 2 leitos pediátricos preparados que podem ser colocados em operação diante de uma necessidade. Mas é preciso que a população continue respeitando as medidas de segurança e de isolamento social. E também respeite o fluxo de atendimento. Quem apresentar os primeiros sintomas respiratórios ou suspeita de COVID- 19 deve, primeiro, procurar o Centro de Atendimento e Triagem de Síndrome Gripal (Covidário), instalado no Ginásio Milton Olaio Filho. Os profissionais de saúde de lá é que avaliam a necessidade de encaminhar o paciente para a Santa Casa e solicitam o transporte do SAMU para isso”, explica o infectologia e Diretor Técnico da Santa Casa, Vitor Marim.

 

Em caso de escassez de vacinas, no entanto, Ministério da Saúde pode requisitar estoques excedentes, explica a especialista em Direito Médico, Mérces da Silva Nunes

 

SÃO PAULO/SP - Uma comitiva de empresários de clínicas particulares de vacinação seguiu para a Índia, no início da semana, com o intuito de firmar parcerias e adquirir vacinas para serem comercializadas no Brasil. A Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) anunciou que o grupo está negociando a aquisição de 5 milhões de doses do imunizante chamado Covaxin.

Alguns especialistas da área de saúde questionam a movimentação da Associação. Em nota, o Ministério da Saúde disse que as clínicas particulares devem seguir a ordem dos grupos prioritários, como consta no plano nacional de imunização.

Especialista em Direito Médico, a advogada Mérces da Silva Nunes afirma que, mesmo que a promoção de uma estratégia coletiva de vacinação gratuita e em condições de igualdade seja prioridade do Poder Público, não há impedimento legal para que as clínicas privadas comercializem vacinas. “Mas é importante ressaltar que o imunizante somente poderá ser oferecido após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) conceder o registro”, explica a advogada. 

Para Mérces, a inércia do Ministério da Saúde na celebração de acordos para aquisição de vacinas e insumos foi o que fomentou este movimento do setor privado, sob a justificativa de necessidade de retomada imediata da atividade econômica. “Porém, se estivermos em um cenário de efetiva escassez de vacinas no mundo, sem doses suficientes para imunizar a população brasileira, o Ministério da Saúde ou os gestores locais podem requisitar o estoque de vacinas existente nas clínicas particulares, com respaldo na Lei nº 13.979/20, mediante o pagamento de indenização”, alerta a especialista.

Planos de vacinação estadual

A estratégia dos governadores que planejam iniciar um processo de imunização estadual antes do plano nacional não irá sofrer nenhuma alteração em função da aquisição de vacinas por clínicas privadas. “O que pode alterar o plano dos governadores, especialmente no Estado de São Paulo, é a possiblidade de o governo federal adquirir a produção de vacinas produzidas no Instituto Butantan para distribuição pela rede pública (SUS), por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI)”.  

PERFIL DA FONTE

Mérces da Silva Nunes – Advogada especialista em Direito Médico. Possui graduação em Direito - Instituição Toledo de Ensino - Faculdade de Direito de Araçatuba, Mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006) e Doutorado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2014). Advogada - sócia titular da Silva Nunes Advogados Associados. Autora de obras e artigos sobre Direito Médico.

IBATÉ/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de Ibaté, por meio da Vigilância Epidemiológica, confirmou a sétima morte por Covid-19 no município, ocorrida na madrugada desta quarta-feira (13). Trata-se de uma mulher de 72 anos, com histórico de comorbidades, que estava internada no Hospital Escola de São Carlos desde o dia 4 de dezembro de 2020.

Com essa confirmação, Ibaté registra sete óbitos por Covid-19, 888 casos positivos, sendo que 847 já estão recuperados e  34 casos ativos, sendo que 26 se recuperam em domicílio e oito estão internados (dados de quarta-feira 13.01.2021).

MUNDO - O Japão ampliou o estado de emergência na área de Tóquio para mais sete prefeituras nesta quarta-feira (13), em meio a um aumento constante nos casos do novo coronavírus (covid-19), enquanto uma pesquisa da emissora pública NHK mostrou que a maioria das pessoas deseja que a Olimpíada seja cancelada ou adiada.

Os governantes de Osaka, Kyoto e outras prefeituras duramente atingidas pediram ao governo que anunciasse a emergência, o que dá às autoridades locais a base legal para conter a movimentação e os negócios.

O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, tem sido cauteloso em tomar medidas que prejudiquem a atividade econômica.

"A declaração do estado de emergência é um meio poderoso, baseado na lei, para combater a propagação de infecções, mas também impõe grandes restrições à vida das pessoas", disse Suga em entrevista coletiva. “Portanto, é necessária uma decisão muito cuidadosa do governo.”

À medida que as infecções atingem níveis recordes, pesquisas de opinião mostram uma oposição cada vez maior à realização dos Jogos Olímpicos. Os casos de coronavírus no Japão chegaram a 300 mil nesta quarta-feira (13), com o número de mortos de 4.187, disse a NHK.

Em uma pesquisa no fim de semana da NHK, apenas 16% dos entrevistados disseram que os Jogos devem ocorrer - 11 pontos percentuais abaixo da pesquisa anterior no mês passado - enquanto 77% acham que o evento deveria ser cancelado ou adiado.

Os Jogos estão programados para 23 de julho a 8 de agosto. As prefeituras a serem adicionadas ao estado de emergência a partir desta quinta-feira (14) são Osaka, Kyoto, Hyogo, Fukuoka, Aichi, Gifu e Tochigi.

 

 

 

* Reportagem de Chang-Ran Kim, Elaine Lies, Kiyoshi Takenaka, Mari Saito, Takashi Umekawa, Tetsushi Kajimoto, Ritsuko Ando

Por Elaine Lies e Chang-Ran Kim* REUTERS

 

Doutor em Ciências da Saúde nas áreas de neurociência e psicologia, Fabiano de Abreu diz que um dos segredos para uma boa saúde mental, é a consciência de que existimos para sobreviver e que nosso tempo é finito 

 

SÃO PAULO/SP - O ano começa relembrando a importância da saúde mental. Janeiro Branco enfatiza a importância de uma mente sã principalmente em meio ao período que vivemos. O neurocientista, psicanalista e jornalista Fabiano de Abreu procura despertar na consciência de cada um, o que devemos fazer para alcançar o equilíbrio e, por consequência, viver uma vida mais feliz e tranquila. 

"É necessário antes de mais nada saber diferenciar a razão de nossa existência, das fantasias criadas pelo nosso desejo. Nós criamos aplicativos que mostram uma realidade ficcional , se nós publicamos em nossa rede social essa ficção pessoal, ela apenas concretiza nosso desejo secreto.  Também almejamos um cotidiano que vai muito além da necessidade, passa pelo conforto, chega ao luxo e atinge a ostentação.", alerta Abreu.

O neurocientista relembra que não devemos deixar totalmente a rota para a qual fomos traçados. Esquecer o essencial é adoecer. Abreu recorda-nos "que, a verdadeira razão de nossa existência é a sobrevivência e a perpetuação da espécie; e a isso estamos condicionados, a rodar um programa impresso em nosso código genético. A prova disso, são as disfunções neuronais que revelam doenças mentais, já que o nosso organismo utiliza as mesmas funções instintivas para as necessidades inventadas por nós, nessa sociedade pós moderna.".

Este desfasamento entre o que queremos e o que necessitamos causa uma série de transtornos.

"Ansiedade, agonia, transtornos, tristezas, insuficiência, entre outros sentimentos que nos afetam, a maioria, é inventado por nós ou é resultado da falta de capacidade em lidarmos com uma realidade natural. ", refere o neurocientista.

A conjectura atual foi responsável por nos mostrar a realidade, a nossa verdadeira natureza. Segundo Abreu, "A pandemia nos mostrou isso, mas nem todos ainda conseguem enxergar, não somos máquinas, não somos superiores, não somos nossos objetos. Somos humanos, frágeis e orgânicos. Por isso desenvolvemos a inteligência, pois nosso cérebro foi a melhor ferramenta para sobrevivermos e evoluirmos, já que temos um corpo frágil e, por isso, aproveitamos bem as vantagens de sermos bípedes. ".

No contexto científico é fácil mostrar a pressão a que estamos sujeitos e o porquê do que nos está a acontecer. 

"Neste momento, o que temos que perceber é a realidade; e esta advém da razão, que vem da consciência. Esta que localiza-se no lobo pré frontal, região do uso da inteligência emocional, da Cognição com todas as suas funções executivas. Hoje nossa meta é sobreviver, nosso desafio é ter paciência, sermos racionais e criarmos estratégias para o presente, já que o futuro a “Deus pertence”. Não deixando de pensar no futuro, mas criando metas possíveis e logo alcançáveis e liberar a dopamina necessária para produzir o humor que nos impulsiona a seguirmos adiante.", indaga.

Tudo é regido pelo desejo de conquistar, de alcançar. Tudo na vida se move pela recompensa e como nos sentimos diante dela.

"Se não tivéssemos a dopamina (hormônio da recompensa), não teríamos o prazer da conquista, então, não buscaríamos seguir adiante para nada, nem mesmo nos alimentarmos. Se não houvesse a ansiedade não nos levantaríamos para buscar a liberação da dopamina. Mas estamos usando esses componentes de forma diferente da necessidade real que é sobreviver e garantir a perpetuação da espécie, liberando todo o tempo com excesso de conquistas, muitas, irrelevantes e aumentando nossa ansiedade para liberar mais dopamina: vício. O que acontece é que nosso organismo não diferencia a necessidade real da criada por nós fabricando nossos componentes químicos da mesma maneira.", esclarece 

Fabiano de Abreu apresenta uma série de soluções para repensar e sair de algumas situações.

"Paciência, inteligência, observação, avaliação, solidariedade, compaixão e muitos outros adjetivos necessários neste momento. Se hoje a sua empresa não vai bem, sua saúde como vai? Sem saúde não há empresa, sem empresa pode haver saúde pois empresa e emprego, há muitos e, se alguém ainda vai bem, é porque você pode ir bem também. O falido se reergue, o falecido não! A questão hoje é se preparar para se reinventar, seja no trabalho ou nos pensamentos. Se recicle, se reinvente, pense com bom humor, se apoie na natureza, no que te faz bem, se alimente bem, faça exercícios, leia bastante, aprenda, absorva conhecimento, faça a neuroplasticidade cerebral para que seus neurônios fortes e saudáveis possam trazer melhores ideias para um melhor futuro.", conclui.

 

Biografia curta

Fabiano de Abreu Rodrigues

Doutor e Mestre em Psicologia da Saúde pela Université Libre des Sciences de l'Homme de Paris; Doutor e Mestre em Ciências da Saúde na área de Psicologia e Neurociência pela Emil Brunner World University; Mestre em psicanálise pelo Instituto e Faculdade Gaio, Unesco; Pós-Graduação em Neuropsicologia pela Cognos de Portugal; Três Pós-Graduações em neurociência, cognitiva, infantil, aprendizagem pela Faveni; Especialização em propriedade elétrica dos Neurônios em Harvard; Especialista em Nutrição Clínica pela TrainingHouse de Portugal.

Neurocientista, Neuropsicólogo, Psicólogo, Psicanalista, Jornalista e Filósofo integrante da SPN - Sociedade Portuguesa de Neurociências – 814, da SBNEC - Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento – 6028488 e da FENS - Federation of European Neuroscience Societies - PT30079.  E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Último caso confirmado da doença no município foi registrado há mais de seis meses

 

IBATÉ/SP - Segundo dados atualizados na última sexta-feira (8) pela Secretaria Municipal de Saúde de Ibaté, por meio da Vigilância Epidemiológica, em 2020 o município registrou 24 positivos de Dengue, com 141 casos notificados, sendo que 115 deram negativos. Nessa atualização, apenas dois casos suspeitos da doença aguardavam resultado.

Os bairros que tiveram mais casos foram Jardim Cruzado (9), Jardim Icarai (3), São Benedito (2), Centro (2) e CDHU (2). "Outras cidades" e os bairros Popular, Jardim América, Santa Terezinha, Jardim Menzani e Vila Bandeirantes tiveram apenas um cada.

O último caso de Dengue confirmado no município foi no dia 19 de junho de 2020 e, com isso, Ibaté está há mais de seis meses sem novos registros da doença, resultado de ações de orientação que são realizadas contra o criadouro do mosquito aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya.

Em dezembro de 2020, em uma ação conjunta entre a Vigilância Epidemiológica, Serviços Públicos e Fiscalização, a Prefeitura de Ibaté realizou um Arrastão contra a Dengue no bairro Popular e no bairro Encanto do Planalto, contabilizando mais de mil casas visitadas e a retirada de 16 caminhões de lixos dos dois bairros.

Ibaté vem realizando um trabalho contínuo contra a Dengue, com ações que são intensificadas no período de chuvas e com orientações para eliminar criadouros do aedes aegypti.  O ciclo de vida do mosquito é de 7 a 10 dias, por isso, cada munícipe, mesmo aquele que more em bairros que não tenham casos registrados, deve fazer a limpeza de seu quintal uma vez por semana.

Os principais cuidados que devem ser tomados são: manter a caixa d´água sempre fechada, guardar garrafas de cabeça para baixo, furar  vasos e pratos de plantas ou encher de areia até a borda, deixar as calhas d'água limpas de folhas, galhos e sempre desobstruídas, efetuar tratamento adequado em piscinas com cloro, fechar com tela e adicione sal ou água sanitária, semanalmente, em ralos e canaletas.

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