Cooperativa comemora data mantendo excelência de serviços prestados e ampliando atendimentos
SÃO CARLOS/SP - Neste domingo, 16, a Unimed São Carlos completa 50 anos. São 5 décadas de muitas histórias e de um trabalho consolidado em São Carlos e região. Desde 1971, a cooperativa vem exercendo seu papel na saúde suplementar como operadora de plano de assistência à saúde, no segmento de cooperativa médica. E para celebrar esse marco histórico, a Unimed São Carlos está preparando uma lembrança que poderá ser vista no céu de São Carlos no domingo, dia 16, a partir das 19h.
A área de ação da Unimed São Carlos compreende os municípios de São Carlos, Ibaté, Descalvado, Dourado e Ribeirão Bonito. Atualmente, a operadora tem em seu quadro mais de 350 médicos cooperados, em 48 diferentes especialidades, Hospital Próprio acreditado ONA (Organização Nacional de Acreditação) nível 2 – Acreditado Pleno, com Pronto Atendimento, Centro Cirúrgico e Unidade de Terapia Intensiva Adulto e Neonatal, Laboratório de Análises Clínicas certificado ISO 9001 com 3 postos de coleta, serviço de Medicina Preventiva e Centro de Apoio a Crianças.
A cooperativa também está ampliando sua estrutura de atendimento, com a finalização das obras do Hospital Unimed São Carlos - Unidade 2. As obras da primeira etapa estão em fase de acabamento. Já a segunda etapa está passando pela concretagem. O novo Hospital vem para consolidar ainda mais a atuação de referência da Unimed São Carlos na região, com estrutura e atendimento de ponta. A unidade vai oferecer prontos atendimentos pediátrico e obstétrico, espaço para exames laboratoriais, raio-x e tomografia, centro cirúrgico para várias especialidades, internações clínicas gerais, e UTI’s neonatal e pediátrica. Já as obras da segunda fase compreendem a construção de um prédio anexo ao atual, com cinco andares, onde funcionarão os setores de Hemodiálise, Hemodinâmica e Oncologia, além de leitos de UTI e enfermaria adulto, espaço ecumênico, área administrativa e fábrica do laboratório. Além disso, a unidade de Descalvado também foi ampliada e a previsão é que o novo espaço comece a operar ainda esse mês, trazendo mais conforto e qualidade no atendimento.
Para Daniel Canedo, presidente da Unimed São Carlos, os 50 anos de história da cooperativa se consolidaram pelo esforço de todos os envolvidos.
“Com todos os cooperados, colaboradores e a confiança dos beneficiários, construímos 5 décadas de muito sucesso, que refletem em toda nossa região. Superamos muitos desafios ao longo desses anos que tornaram a cooperativa a referência que é hoje. Queremos continuar trazendo muita qualidade, cuidado e dedicação para todos que confiam no nosso trabalho.”
“Depois do nascimento da minha filha, essa foi a melhor coisa que me aconteceu”, destacou o cabo PM Comparetti
NOVO HORIZONTE/SP - A Polícia Militar do Estado de São Paulo protagonizou um salvamento emocionante na noite da última segunda-feira (10), na cidade de Novo Horizonte. Na ocasião, um bebê se engasgou e só voltou a respirar graças ao preparo e rapidez de um integrante do Corpo de Bombeiros.
O policial apoiava outra ocorrência, de dentro do quartel da Estação de Bombeiros da cidade, quando uma caminhonete chegou de forma inesperada, com dois pais desesperados porque seu filho, de um ano e meio, estava com as vias aéreas totalmente obstruídas por causa de um engasgamento.
“De imediato peguei a criança do colo e fiz o procedimento ensinado pela Instituição calmamente, porém com rapidez e presteza, até a criança regurgitar e voltar a respirar”, relembrou o cabo Everton Luis Bueno Comparetti, integrante do 13º Grupamento de Bombeiros.
Depois de salvo, o bebê foi levado a uma unidade médica, onde foi atendido e passa bem. Emocionado, o bombeiro destacou a felicidade pelo sucesso no atendimento. “A sensação foi a melhor possível, totalmente inenarrável. Depois do nascimento da minha filha foi a melhor coisa que me aconteceu. Foi um misto de alívio com dever cumprido.”
SÃO PAULO/SP - O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (12) a retomada da vacinação contra COVID-19 das grávidas e puérperas (mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias) com comorbidades a partir da próxima segunda-feira (17).
“Preocupados com a imunização das grávidas, orientamos para que a partir da próxima segunda-feira elas possam ser vacinadas em todo o Estado de São Paulo, não havendo portanto interrupção de um tempo maior. Isso será possível por conta do remanejamento da vacinação e entrega de novas doses da vacina do Butantan e da Pfizer realizadas hoje”, afirmou o Governador.
A data de retomada foi definida graças ao remanejamento da vacinação e entrega de mais doses da vacina do Butantan ao Ministério da Saúde na manhã de hoje e à chegada de mais imunizantes da Pfizer a São Paulo.
No total, 100 mil gestantes e mulheres adultas (com 18 anos ou mais) que tiveram partos recentes poderão se vacinar com estes dois tipos de vacinas.
Inicialmente, a imunização deste público estava prevista para começar ontem (11), mas foi suspensa pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa com as vacinas da Fiocruz/Astrazeneca especificamente para as mulheres com estes perfis. Os demais públicos seguem contando com este imunizante, que é seguro e eficaz.
O Governo Federal sinalizou que emitirá nota técnica com relação às gestantes que já receberam a primeira do imunizante.
“O planejamento que nós fazemos todo o tempo nos permite que no dia 17 de maio, a gente reabra para este grupo que ontem logo pela manhã foi suspenso. O Estado de São Paulo foi um dos primeiros estados a suspender a vacinação das gestantes e puérperas com comorbidades acima de 18 anos com a vacina da Astrazeneca. Faremos agora com a vacina do Butantan e o município de São Paulo também tem a da Pfizer”, explicou a Coordenadora Geral do Programa Estadual de Imunização (PEI), Regiane de Paula.
As grávidas em qualquer período gestacional deverão também apresentar comprovante de acompanhamento e/ou pré-natal ou laudo médico. As puérperas podem utilizar a declaração de nascimento da criança.
Para ambos os casos, é necessário comprovar a comorbidade apresentando documentos de saúde como exames, receitas, relatório ou prescrição médica, bem como cadastros pré-existentes nas UBS (Unidades Básicas de Saúde).
Relação de comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde:
• Doenças Cardiovasculares
• Insuficiência cardíaca (IC)
• Cor-pulmonale (alteração no ventrículo direito) e Hipertensão pulmonar
• Cardiopatia hipertensiva
• Síndromes coronarianas
• Valvopatias
• Miocardiopatias e Pericardiopatias
• Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas
• Arritmias cardíacas
• Cardiopatias congênitas no adulto
• Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
• Diabetes mellitus
• Pneumopatias crônicas graves
• Hipertensão arterial resistente (HAR)
• Hipertensão arterial – estágio 3
• Hipertensão arterial – estágios 1 e 2 com lesão e órgão-alvo e/ou comorbidade
• Doença Cerebrovascular
• Doença renal crônica
• Imunossuprimidos (transplantados; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas em uso de corticoides; pessoas com câncer).
• Anemia falciforme e talassemia maior (hemoglobinopatias graves)
• Obesidade mórbida
• Cirrose hepática
NOVA DÉLHI - As mortes por coronavírus da Índia passaram de 250 mil nesta quarta-feira, as 24 horas mais letais desde o início da pandemia, e a doença se alastra pelo interior do país, sobrecarregando um sistema de saúde rural frágil.
Atiçada por variantes altamente infecciosas, a segunda onda começou em fevereiro, sobrecarregando hospitais e equipes médicas, além de crematórios e necrotérios. Especialistas ainda não conseguem dizer com certeza quando as cifras atingirão um pico.
As mortes aumentaram um recorde de 4.205, e as infecções subiram 348.421 nas 24 horas transcorridas até esta quarta-feira, elevando o total de casos acima dos 23 milhões, mostraram dados do Ministério da Saúde --mas especialistas acreditam que os números reais podem ser de 5 a 10 vezes maiores.
Piras funerárias ardem em estacionamentos, e dezenas de corpos aparecem nas margens do sagrado Rio Ganges depois de terem sido imersos por parentes cujos vilarejos ficaram sem madeira para cremações.
Na falta de leitos, remédios e oxigênio medicinal, hospitais são forçados a recusar levas de doentes, e histórias de familiares desesperados em busca de alguém que trate de entres queridos se tornaram desoladoramente comuns.
Muitas vítimas morrem sem um médico ao alcance para emitir uma certidão de óbito, e mesmo quando um está disponível a Covid-19 não é especificada como causa da morte a menos que o falecido tenha feito um exame da doença, o que é o caso de poucos.
Embora a curva de infecções possa estar dando os primeiros sinais de achatamento, os casos novos provavelmente recuarão lentamente, disse o virologista Shahid Jameel.
"Parece que estamos tendo platôs de cerca de 400 mil casos por dia", disse ele, segundo citação do jornal Indian Express.
Com uma população de 1,4 bilhão de habitantes, a Índia responde por metade dos casos e 30% das mortes em todo o mundo, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) em seu relatório semanal mais recente.
O impacto total da variante B.1.617 encontrada na Índia, que a agência designou como um perigo global, ainda não está claro, acrescentou.
As infecções diárias estão disparando no interior na comparação com cidades grandes, onde diminuem desde a disparada do mês passado, segundo especialistas.
Mais da metade dos casos desta semana em Maharashtra, Estado do oeste indiano, surgiram em áreas rurais --um mês atrás eram um terço. Esta parcela é de quase dois terços em Uttar Pradesh, Estado mais populoso do país e essencialmente rural, mostraram dados do governo.
*Por Danish Siddiqui e Sanjeev Miglani / REUTERS
Unidade tem previsão de oferecer até 250 consultas e 400 exames mensais
SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) oferece atendimento especializado em Ginecologia e Obstetrícia para mulheres de São Carlos e região por meio do Centro de Cuidado Integrado à Mulher. O espaço foi estruturado para promover atendimento a casos referenciados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e a previsão é que sejam realizadas mensalmente 250 consultas ambulatoriais e 400 exames de apoio diagnóstico.
Além dos médicos ginecologistas do corpo clínico do HU e de professores do Departamento de Medicina da UFSCar, o Centro também contará com uma equipe multidisciplinar composta por enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos, dentre outros, garantindo à mulher um atendimento integral e resolutivo, já que ela terá acesso, no mesmo local, às consultas médicas e aos exames prescritos.
No atendimento ambulatorial, haverá consultas em diferentes especialidades dentro da Ginecologia e Obstetrícia: ambulatório de Planejamento familiar, incluindo a inserção de dispositivo intrauterino (DIU) e implantes contraceptivos e orientações para o adequado planejamento das famílias; ginecologia endócrina e reprodução humana, atendendo pacientes com problemas hormonais e mulheres que querem engravidar, além de assistência em patologia do trato genital inferior, sexualidade e uroginecologia. Também haverá atendimento para gestantes de alto risco, incluindo medicina fetal e diabetes gestacional. Além disso, serão realizados procedimentos como ultrassonografias, biópsias de colo uterino e das mamas, histerossalpingografia (exame para avaliação da permeabilidade tubária), histeroscopia e laparoscopia.
Rodrigo Alves Ferreira, Diretor Técnico do HU, aponta que "o Centro vai oferecer atendimento de primeira qualidade para as mulheres de São Carlos e região". Serão atendidas mulheres de todas as idades, da pré-adolescência à senilidade, nos mais diversos problemas de saúde femininos. O local também é um importante cenário de prática para cursos de graduação da área da Saúde, como Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia, Educação Física, dentre outros; além da residência médica em Ginecologia e Obstetrícia.
Suelen Vitoria Diniz dos Santos, paciente atendida no HU já há sete anos, está satisfeita com o serviço ofertado no Centro de Cuidado Integrado à Mulher. "Todas as vezes que necessitei de atendimento, era encaminhada ao Hospital Universitário, normalmente para o Clínico Geral. Hoje eu vim encaminhada para o ginecologista. Fui super bem atendida e instruída para o meu caso. Eu não tinha conhecido essa nova parte do Hospital e vi que a estrutura ampliou e a melhoria foi muito boa. Os médicos já fizeram todos os encaminhamentos para os exames que necessito. Tive um bom atendimento pelo médico e pelos residentes", afirmou.
Recursos
As consultas voltadas ao atendimento à mulher já eram realizadas no HU, mas o recebimento de recursos por meio de emendas parlamentares possibilitou a organização do espaço e o aprimoramento da infraestrutura necessários para ampliar a oferta e a qualidade dos serviços. As emendas foram possíveis por iniciativas dos deputados Ivan Valente (federal) e Isa Penna (estadual), com intermédio do vereador de São Carlos Djalma Nery, todos do PSOL. O valor recebido pelo HU é de R$2,25 milhões e está sendo empregado na aquisição de equipamentos e custeio de produtos mensais.
Fábio Fernandes Neves, superintendente do HU, reforça a importância do Centro no atendimento global às mulheres da região com a oferta de consultas especializadas, exames complementares e procedimentos cirúrgicos, e destaca que esse cuidado só está sendo possível pelo empenho dos deputados e vereador. "O HU agradece o envolvimento dos parlamentares que acreditaram no projeto", conclui.
SÃO PAULO/SP - A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou na noite de 2ª feira (10) a suspensão do uso da vacina contra covid-19 da AstraZeneca em grávidas. O imunizante, desenvolvido em parceria com a Universidade de Oxford, é produzido no Brasil pela Fiocruz.
Em nota, a agência informou que a orientação “é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas covid em uso no país”.
Não foram especificados quantos e quais eventos adversos a agência identificou em mulheres grávidas.
A vacina da AstraZeneca é um dos principais imunizantes contra covid do PNI (Plano Nacional de Imunizações) brasileiro. As autoridades de saúde também aplicam as vacinas do Butantan (CoronaVac) e da Pfizer.
Mulheres grávidas e puérperas foram incluídas no grupo prioritário para vacinação contra covid-19 em 26 de abril de 2021.
*Por: PODER360
SÃO PAULO/SP - As doenças respiratórias atingem, em média, 30% da população mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), porém em tempos de Covid-19 a atenção deve ser ainda maior.
“É bastante comum nesta época do ano, com as sucessivas frentes frias, muitas pessoas sofrerem com alergias respiratórias, resfriados e gripes, que aumentam em 40% a incidência, por conta das oscilações climáticas. O grande vilão não é só o vírus, mas o ar frio e a poluição do ar. Tomar a vacina é fundamental, por que diminui o risco de gripes e suas complicações, mas a frente fria, o tempo seco e a baixa umidade relativa do ar contribuem para o aumento das doenças respiratórias devido à alta concentração de poluentes na atmosfera, propiciando o aparecimento de doenças respiratórias como rinite, sinusite, asma e bronquite”, ressalta o otorrino Dr. Alexandre Colombini.
Segundo o especialista, cerca de 10% dos brasileiros apresentem quadros variados de asma, enquanto 30% sofram com rinite alérgica.
“ As crianças sofrem mais, com idade abaixo dos 05 anos, e os idosos acima dos 60 anos também, isto por que o sistema imunológico nestas faixas etárias é menos funcional. Com isso as chances de as gripes e resfriados voltarem a cada semana é maior, o que também acaba levando a um gasto maior dos anticorpos, abaixando ainda mais a resistência para que peguem mais e mais doenças respiratórias”, explica o doutor.
VÍRUS DA GRIPE E ALERGIAS- RECOMENDAÇÃO:
Aqueles que são alérgicos ou que têm rinite alérgica ou bronquite são mais sensíveis nessa época do ano e sofrem mais. Devem previamente consultar o médico para poderem se fortalecer, evitando quadros mais graves. Busque um profissional de sua confiança e se possível consultas online. A ida ao pronto-socorro pode prejudicar ainda mais qualquer quadro, pois ali com certeza é um ambiente fechado onde há acúmulo de doenças respiratórias de todo tipo e agora temos mais um alarmante que é o COVID-19.
12 Dicas do especialista. Anote:
SÃO PAULO/SP - Internada no Hospital Albert Einstein para o tratamento de problemas cardíacos e renais desde o dia 15 de abril, a atriz Eva Wilma, de 87 anos, descobriu, agora, um câncer no ovário.
Segundo o boletim médico Eva Wilma segue na UTI esperando “resposta clínica” ao tratamento oncológico que foi iniciado esta semana.
UTI - por causa de uma pneumonia, no Hospital Vila Nova Star, também em São Paulo. Cinco anos atrás, a artista teve embolia pulmonar.
Eva Wilma tem 66 anos de carreira, foi protagonista da primeira versão de Mulheres de Areia (1973), onde interpretou as gêmeas Ruth e Raquel, e atuou em A Viagem (1975), no papel de Diná. Veterana da televisão, cinema e teatro, seu trabalho mais recente foi na série Os Experientes (2019), no papel de Betinha.
*Por: ESTADÃO
IBATÉ/SP - Seguindo o Plano Estadual de Imunização (PEI) do Estado de São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde de Ibaté inicia na terça-feira, 11 de maio, a vacinação contra COVID-19 para pessoas com comorbidades e deficiências permanentes na faixa de 55 a 59 anos.
As doses seguem sendo aplicadas nas Unidades Básicas de Saúde Jardim Icaraí, Jardim Cruzado e Popular, de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h.
A secretária municipal da Saúde, Elaine Sartorelli Breanza, ressalta que serão contempladas as pessoas que tiverem uma e/ou outras comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde [ver relação abaixo].
Elaine destaca que na segunda-feira (10), as doses serão aplicadas nos pacientes com Síndrome de Down [de 18 a 59 anos de idade] e transplantados que utilizam imunossupressores. Já os pacientes em tratamento de diálise (Terapia Renal Substitutiva), com idade entre 55 e 59 anos,serão vacinados no próprio local onde realizam o tratamento.
Na terça-feira (11), será a vez das gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) com idade de 18 a 59 anos e com comorbidades. No mesmo dia também começa a valer o cronograma para as pessoas com deficiência permanente que têm entre 55 e 59 anos. Do dia 12 (quarta-feira) em diante, pessoas com comorbidades desta mesma faixa etária [55 a 59 anos].
A secretária da Saúde destaca que para receber as doses, qualquer pessoa com comorbidades e que integre os grupos anunciados [ver tabela], além de CPF, documento com foto e comprovante de endereço, devem apresentar comprovante da condição de risco por meio de exames, receitas, relatório ou prescrição médica.
“Essa orientação da Secretaria Estadual da Saúde vale tanto para as pessoas com comorbidades nas faixas etárias de 50 a 59 anos quanto para as pessoas de 18 a 59 anos com Down e transplantados, sendo que para este último grupo, é também recomendável a apresentação de receita médica do medicamento imunossupressor em utilização pelo paciente”, explica.
As pessoas com deficiência permanente [de 55 a 59 anos] precisam apresentar o cartão bancário de recebimento do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC). Dúvidas podem ser esclarecidas diretamente na Secretaria Municipal de Promoção e Bem-Estar Social.
As gestantes com comorbidade, em qualquer período gestacional, deverão também apresentar comprovante de acompanhamento e/ou pré-natal ou laudo médico. As puérperas, ou seja, as mulheres que deram à luz nos últimos 45 diaspoderão utilizar a declaração de nascimento da criança e também laudo médico da comorbidade.
Nova faixa etária
O governador João Doria anunciou nesta sexta-feira (7), que a vacinação contra COVID-19 para as pessoas que tenham comorbidades e deficiências permanentes,com idade de 50 a 54 anos, receberão a primeira dose do imunizante a partir da próxima sexta-feira, dia 14 de maio.
As exigências para direito à vacinação seguirão as mesmas anunciadas para pessoas com idade entre 55 e 59 anos.
Relação de comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde:
• Doenças Cardiovasculares
• Insuficiência cardíaca (IC)
• Cor-pulmonale (alteração no ventrículo direito) e Hipertensão pulmonar
• Cardiopatia hipertensiva
• Síndromes coronarianas
• Valvopatias
• Miocardiopatias e Pericardiopatias
• Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas
• Arritmias cardíacas
• Cardiopatias congênitas no adulto
• Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
• Diabetes mellitus
• Pneumopatias crônicas graves
• Hipertensão arterial resistente (HAR)
• Hipertensão arterial - estágio 3
• Hipertensão arterial - estágios 1 e 2 com lesão e órgão-alvo e/ou comorbidade
• Doença Cerebrovascular
• Doença renal crônica
• Imunossuprimidos (transplantados; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas em uso de corticoides; pessoas com câncer).
• Anemia falciforme e talassemia maior (hemoglobinopatias graves)
• Obesidade mórbida
• Cirrose hepática
BRASÍLIA/DF - Em depoimento nesta quinta-feira (6) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, atribuiu à falta de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) o recrudescimento da pandemia no Brasil.
Há 45 dias no cargo, Queiroga fez aos senadores uma defesa enfática da vacinação, que considerou ser a "resposta da ciência" à pandemia. “Nós só temos um inimigo: o vírus, o novo coronavírus. E temos que unir as nossas forças para cessar o estado pandêmico dessa doença.” Segundo ele, além da questão sanitária, há outros aspectos que precisam ser considerados, como os socioeconômicos, que podem levar o país a uma situação “muito complexa”.
Em resposta ao relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Marcelo Queiroga disse que não autorizou a distribuição de hidroxicloroquina a estados e municípios para tratamento de pacientes com a covid-19. “Não tenho conhecimento de que está havendo distribuição de cloroquina”, afirmou. Já sobre a administração desse fármaco para o tratamento da covid-19, o ministro disse que se trata de uma questão técnica a ser discutida pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). “O ministro é a última instância na Conitec, então eu vou precisar me manifestar tecnicamente."
Marcelo Queiroga disse que, quando assumiu a pasta, encontrou uma situação em que a logística de distribuição de insumos “acontecia de forma apropriada”. Para ele, o colapso no sistema de saúde decorreu de uma "imprevisibilidade biológica” do vírus.
O ministro destacou as iniciativas de diálogo com organizações multilaterais, secretários estaduais e municipais e sociedades científicas. “Não devemos aprofundar divergências, mas construir consensos, criar estradas pavimentadas para a saída dessa situação complexa”, pediu.
Durante seu depoimento à CPI, Marcelo Queiroga destacou ainda o trabalho do novo chanceler, Carlos França, nas negociações com outros países e organizações para a obtenção de vacinas e insumos.
*Por Karine Melo - Repórter da Agência Brasil
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