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Somente serão imunizados idosos com 60 anos ou mais, profissionais da saúde e da educação

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Saúde, por meio do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial, comunica que neste sábado, dia 22 de maio, vai realizar mais um plantão de vacinação nos postos volantes localizados na FESC, na Vila Nery e no Luisão, na Vila Prado, com sistema drive thru, para continuar vacinando, das 9h às 13h, os seguintes grupos:

  • - 1ª e 2ª doses de idosos acima de 60 anos;
  • - 1ª dose (já autorizada) e 2ª dose de profissionais da saúde;
  • - 1ª e 2ª doses de profissionais da educação;

Para as primeiras doses de idosos é necessário fazer o cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br, levar  preenchido e  impresso o formulário disponível no link http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/VacinaJa e apresentar documento com foto e CPF.

Os profissionais da saúde em 1ª dose já autorizados pela Vigilância Epidemiológica devem levar documentos pessoais. Para a 2ª é necessário levar também o próprio cartão de vacinação que comprova a data da primeira imunização, documento oficial com foto e CPF.

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Para receber a primeira dose os profissionais da educação acima de 47 anos precisam fazer cadastro no site www.vacinaja.educacao.sp.gov.br e aguardar confirmação com QRcode. É preciso levar o QRcode impresso e apresentar documento com foto e CPF.

Já para receber a segunda dose é necessário levar somente documento com foto e CPF e a carteirinha de vacinação com a anotação da 1ª dose.

ESPANHA - A Espanha permitirá que pessoas de países de fora da União Europeia (UE) que foram vacinadas contra a covid-19 entrem no país a partir de 7 de junho, disse o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, na sexta-feira (21).

A nova regra se aplicará a viajantes vacinados, independentemente de seu país de origem, principalmente dos Estados Unidos, acrescentou Sánchez em discurso na Feira Internacional de Turismo, em Madri.

Um dia depois de a União Europeia chegar a um acordo muito aguardado para certificados de vacinas digitais, Sánchez afirmou que o retorno do turismo seria o principal motor da recuperação econômica do país.

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Paralelamente, a partir de 24 de maio, a Espanha permitirá que turistas de países de fora da UE, considerados de baixo risco de infecção pelo novo coronavírus, entrem sem um teste de PCR negativo.

O Reino Unido, maior mercado espanhol para turistas estrangeiros, fará parte da lista, assim como a Austrália, Nova Zelândia e Israel, entre outros.

"Eles são bem-vindos, mais do que bem-vindos, sem restrições nem controles de saúde", disse Sánchez a repórteres na feira.

Com as reservas de hotel já se recuperando desde que o estado de emergência na Espanha foi suspenso no início deste mês, Sánchez afirmou que o novo regime de viagens permitirá que a chegada de turistas internacionais atinja até 70% dos níveis pré-pandêmicos até o fim do ano.

Neste verão, ele previu que as chegadas poderiam atingir 30% (-40% dos níveis de 2019). O número de turistas estrangeiros na Espanha despencou mais de 80% em 2020, seguindo as restrições da pandemia.

 

 

*Por Nathan Allen, Clara-Laeila Laudette, Belén Carreño e Inti Landauro - Repórteres da Reuters

BRASÍLIA/DF - O ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, aproveitou a Cúpula Global de Saúde do G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais), que ocorreu na sexta-feira (21) de forma remota, para tentar atrair, para o Brasil, o investimento financeiro de empresas farmacêuticas internacionais.

“Estamos prontos para firmar novas parcerias com empresas interessadas em produzir no Brasil, beneficiando-se de nossas instalações industriais, força de trabalho e experiência no desenvolvimento, produção e distribuição de vacinas”, disse França ao participar da abertura do evento que reúne líderes políticos do G20, chefes de organismos internacionais e empresários.

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Em seu discurso representando o Brasil no encontro, França declarou que a cooperação internacional será essencial para que o mundo supere a pandemia da covid-19, e que as empresas farmacêuticas têm um papel “essencial” neste processo.

“Para acelerar o processo global de vacinação e fortalecer o combate ao novo coronavírus, o Brasil defende a adoção de medidas concretas para fortalecer a produção internacional de vacinas, medicamentos e equipamentos em um grande número de países em desenvolvimento, bem como a facilitação de acordos e a transferência de tecnologias”, acrescentou o chanceler.

França acenou aos executivos farmacêuticos estrangeiros destacando que o Brasil não só possui um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, o Sistema Único de Saúde (SUS), como tem projetos para ampliar a capacidade produtiva nacional, como o Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) estão construindo na zona oeste do Rio de Janeiro.

“Estamos investindo na aceleração de nossa capacidade produtiva com a construção do complexo do [bairro de] Santa Cruz, no Rio de Janeiro, que será o maior polo biofarmacêutico da América Latina. E também planejamos instalar, futuramente, no país, um laboratório do mais alto nível de biossegurança”, comentou o ministro.

Admitindo que o Brasil ainda precisa de assistência internacional para lidar com a pandemia, França agradeceu o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e dos países que têm colaborado com vacinas, medicamentos, equipamentos e outros insumos hospitalares. Mas também criticou as desigualdades entre nações na distribuição dos suprimentos.

“Infelizmente, o acesso equitativo às vacinas, testes e tratamentos com que nós, membros [de organismos internacionais], nos comprometemos a fim de garantir que ninguém ficasse para trás, ainda não é uma realidade”, lamentou França. “Enquanto alguns países ricos têm abundância de vacinas, os países menos desenvolvidos estão sofrendo as consequências da pressão sobre seus sistemas de saúde, sem o mesmo acesso aos suprimentos e tratamentos existentes.”

 

 

*Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

EUROPA - A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou, hoje (21), que a União Europeia pretende doar ao menos 100 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para países de baixa e média renda até o fim de 2021.

O anúncio foi feito esta manhã, durante a abertura da Cúpula Global de Saúde do G20, da qual participam, remotamente, representantes dos países que integram o G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) e de organismos multilaterais, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. E no qual o governo chinês prometeu doar US$ 3 bilhões a países em desenvolvimento.

Ursula confirmou a intenção da Comissão Europeia em sua conta pessoal no Twitter, onde classificou a realização da cúpula como um “novo capítulo na história da saúde pública global”.

Organizado pelo governo italiano, que, atualmente, preside o G20, e pela Comissão Europeia, o evento propõe que os líderes globais discutam maneiras de garantir que as vacinas contra a covid-19 cheguem rapidamente a todo os países. Não à toa, pedidos por mais cooperação e solidariedade deram o tom dos discursos de abertura do evento.

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Em resposta, a China prometeu conceder, nos próximos três anos, mais US$ 3 bilhões para iniciativas que ajudem os países em desenvolvimento a lutar contra a covid-19 e superar a crise econômica decorrente da pandemia. Além disso, o presidente Xi Jinping se comprometeu a apoiar os laboratórios farmacêuticos chineses a transferirem conhecimento tecnológico para outros países e, “na medida de nossas possibilidades”, oferecer mais vacinas ao restante do globo.

Xi Jinping assegurou que a China já forneceu mais de 300 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para outros países e já se manifestou favorável para discutir a possível quebra de patentes dos imunizantes. “Apoiaremos a Organização Mundial do Comércio e outras organizações internacionais a tomar uma decisão a respeito [deste assunto] com a maior brevidade possível”, garantiu o presidente chinês antes de propor a criação de um foro de cooperação internacional para “explorar formas de promover a distribuição equitativa e razoável das vacinas”.

Ao discursar, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, destacou que pessoas continuarão a morrer em todo o globo enquanto a disparidade em termos de distribuição de vacinas persistir. “O rápido desenvolvimento das vacinas é um triunfo da ciência, mas a distribuição desigual é um fracasso para a humanidade”, afirmou Adhanon, enfatizando que a pandemia só será superada quando todos os países tiverem “as ferramentas para impedi-la”, o que, além dos imunizantes, exige outras medidas sanitárias.

 

 

*Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - A Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Jardim Botafogo recebeu melhorias em sua infraestrutura por meio de recursos destinados pelo vereador Elton Carvalho (Republicanos).

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Melhorias na pintura, manutenções corretivas na estrutura predial e principalmente a instalação de uma grade de proteção foram algumas das reivindicações da população e da equipe de servidores.

É um prazer imenso ser um facilitador dessas melhorias realizadas na UBS Jardim Botafogo. Ainda no ano passado conseguimos diversas melhorias junto à Secretaria de Saúde, no que diz respeito a manutenções corretivas e prediais, agora, através de uma parceria com o secretário municipal de Serviços Públicos, Mariel Pozzi Olmo, conseguimos instalar a grade de proteção, pedido bastante reivindicado pela equipe da unidade”, comemorou.

De acordo com a equipe gestora da unidade, vândalos depredavam continuamente a unidade pelo fato da fachada estar totalmente exposta e vulnerável. A aquisição oferece proteção aos servidores e principalmente ao patrimônio público.

A unidade é um importante dispositivo de saúde na região, sendo responsável pelo atendimento de mais de 16 mil pessoas mensalmente.

SÃO PAULO/SP - Cerca de 41,6 % da população da cidade de São Paulo já possui anticorpos contra o SARS-CoV-2, o que equivale a 3,5 milhões de pessoas já infectadas. A estimativa chega a 48,4% entre os que declaram raça/cor de pele parda e preta e a 51,3% entre pessoas com idade entre 35 e 44 anos, o que significa que estão mais expostos ao vírus.

Não foi detectada diferença de soroprevalência entre vacinados e não vacinados - no período do levantamento, 16,3% já haviam sido imunizados.

Os dados se referem à sexta fase do projeto SoroEpi MSP, formado por cientistas e médicos com o apoio do Grupo Fleury, IPEC, Instituto Semeia e Todos pela Saúde. A pesquisa foi realizada entre os dias 22 de abril e 1º de maio, 58 semanas após o primeiro caso registrado na cidade.

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Foram analisadas 1.187 amostras de sangue para identificar o percentual daqueles que foram expostos ao vírus e produziram anticorpos específicos para o SARS-CoV-2.

A soroprevalência aumentou de 29,9% para 41,6%, um acréscimo de 11,7 pontos percentuais de janeiro para abril. "Isso se deve principalmente à chegada da segunda onda ao município. No estrato mais rico, passou de 22,8% para 35,9% e no mais pobre de 36,4% para 47,0%", aponta o relatório.

Pela primeira vez foi detectada uma diferença significante na soroprevalência entre domicílios com 1 e 2 pessoas e com 5 ou mais (34,3% versus 48,2%). "Isso sugere que a transmissão intradomiciliar aumentou", conclui.

 

 

*Por: R7

BRASÍLIA/DF - Foi lançada quarta-feira (19), a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno 2021. Em evento online, promovido pelo Ministério da Saúde, a pasta e organismos internacionais defenderam a ampliação dessa prática para atender à demanda no país.

O Brasil conta com 222 bancos de leite materno e 220 pontos de coleta. Em 2020, foram doados 229 mil litros de leite materno por 182 mil mulheres. Esses números marcaram um aumento de 2,7% em relação ao ano anterior.

Mas de acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, esse quantitativo representa apenas 64% do que seria necessário. “É preciso avançar ainda mais. A pandemia exige que muitos esforços sejam adotados para garantir informações qualificadas sobre a doação do leite materno”, disse.

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“O leite humano é a 1ª vacina que a criança recebe. Nestes tempos que estamos dedicando às vacinas que nos permitirão superar essa grave crise sanitária, devemos lembrar da importância do leite humano”, acrescentou a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade. 

Cristina Albuquerque, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), destacou a importância de ampliar a divulgação junto às mulheres para angariar mais voluntárias para a doação de leite materno.

“Temos não só que avançar nesta sensibilização para a doação do aleitamento materno, porque sem ele não há doação, e envolver não só as mulheres. Aqui o Unicef está trabalhando cada vez mais com a ideia de parentalidade”, disse a representante do Unicef.

O diretor da Agência Brasileira de Cooperação, embaixador Rui Pereira, lembrou que o Brasil teve papel fundamental na criação da rede global de bancos de leite materno, já que o país iniciou a implantação dessas estruturas em 1943.

“Este é um exemplo exitoso da cooperação sul-sul resultando na criação da rede global de banco de leite humano. A rede global é pedra fundamental na articulação de estados em prol da saúde global”, disse.

A campanha contará com peças de divulgação em veículos de comunicação e redes sociais. As peças, exibidas no evento de lançamento, apontam a importância da doação de leite materno e seu impacto na saúde pública.

 

 

 

*Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

IBATÉ/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de Ibaté informa que vai iniciar nesta quinta (20) e sexta-feira (21), apenas na Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Icaraí, das 9h às 15h, a aplicação da segunda dose da vacina Coronavac/Butantan, nas pessoas com 68 anos, que já haviam tomado a primeira.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Paula Salezzi Fiorani, ressalta que a primeira dose das gestantes e puérperas a partir de 18 anos, que tenham comorbidades, também passa a ser aplicada apenas na UBS Jardim Icaraí, a partir desta quinta-feira.

As gestantes com comorbidade, em qualquer período gestacional, deverão também apresentar comprovante de acompanhamento e/ou pré-natal ou laudo médico. As puérperas – mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias – poderão utilizar a declaração de nascimento da criança e também laudo médico da comorbidade.

Ainda serão vacinadas apenas na UBS Jardim Icaraí, as pessoas com 64 anos que já tomaram a primeira dose da Coronavac. Paula ressalta que essas pessoas devem verificar na Carteira de Vacinação, a data para tomar a segunda dose. “As pessoas com 64 anos devem olhar na carteirinha se já deu o prazo para a segunda dose”, contou.

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A secretaria municipal da Saúde, Elaine Sartorelli Breanza, lembra que no ato da vacinação, as pessoas contempladas pelo Plano Estadual de Imunização (PEI), além de CPF, devem apresentar documento com foto e comprovante de endereço atualizado.

Elaine ressalta que a Secretaria Municipal de Saúde também prossegue a aplicação da primeira dose nos grupos anunciados e divulgados anteriormente. “Ibaté segue o cronograma do Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19, tendo como base as doses de vacina encaminhadas pela DRS III (Diretoria Regional da Saúde) de Araraquara”, explica.

A secretária ressalta que, com exceção dos grupos anunciados acima, que estão sendo imunizados com a Coronavac, os demais grupos contemplados no PEI, seguem recebendo a vacinação nas Unidades Básicas de Saúde Jardim Icaraí, Jardim Cruzado e Popular, das 8h às 15h.

‘Vacinação Contra a Fome’

A Prefeitura de Ibaté também continua com a campanha estadual de arrecadação de alimentos chamada de ‘Vacina Contra a Fome’, que tem o objetivo de beneficiar famílias carentes e com déficit nutricional, durante o enfrentamento da pandemia do Coronavírus.

Durante todo o período de vacinação contra a Covid-19, as pessoas que quiserem doar um quilo de alimento não perecível, no momento da vacinação, poderão fazer nas três Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) Jardim Icaraí, Jardim Cruzado e Popular. “Cada pessoa que for tomar a vacina pode colaborar fazendo a sua doação, porém, aqueles que não forem tomar a vacina também podem doar”, explica Adriana.

Toda a arrecadação será revertida para famílias do próprio município. A distribuição será realizada pela própria Secretaria Municipal de Assistência Social, que já faz a triagem de todas as famílias da cidade. “Esperamos poder contar com o apoio e a adesão da nossa população, pois unidos somos mais fortes”, finaliza Adriana.

A população também poderá optar em fazer suas doações diretamente no Complexo Social, localizado na Avenida São João, 231, no Centro.

SÃO PAULO/SP - O governador João Doria (PSDB) anunciou em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 19, que ampliará o horário de funcionamento e a ocupação máxima de estabelecimentos comerciais a partir de 1º de junho. Além disso, divulgou o início da vacinação contra a covid-19 para pessoas de 55 a 59 anos entre 1º e 20 de julho.

A atual fase emergencial será ampliada até 31 de maio, mas a ocupação máxima permitida subirá de 30% para 40% a partir de segunda-feira, 24. Após 1º de junho, os setores comerciais que hoje funcionam até as 21 horas poderão permanecer em atendimento ao público até as 22 horas e com 60% de ocupação. Além disso, o toque de recolher passará a valer entre as 22 e as 5 horas, diariamente.

O calendário de vacinação deste mês prevê início da vacinação para pessoas com deficiência e com comorbidades de 50 a 54 anos em 14 de maio, grávidas de puérpera com comorbidades com 18 anos ou mais em 17 de maio, motoristas e cobradores em 18 de maio, pessoas com deficiências permanentes e comorbidades de 45 a 49 anos em 21 de maio e, por fim, pessoas com deficiências permanentes e comorbidades de 40 a 44 anos em 28 de maio.

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Além disso, ele anunciou um plano de testagem rápida no Estado a partir de 1º de junho. Segundo a secretária estadual do Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen, a “força-tarefa” ocorrerá em eventos privados teste, com o acompanhamento dos participantes nas semanas seguintes.

O objetivo estadual é finalizar a imunização da população com deficiência e comorbidades em junho. Além disso, o governador destacou que a vacinação dos professores estará completa até julho, a fim de permitir a retomada das aulas presenciais no segundo semestre.

A média móvel de novas internações relacionadas ao novo coronavírus no Estado está em uma curva ascendente desde 6 de maio, quando marcava taxa de 2.195 hospitalizações por dia, chegando a 2.376 na terça-feira, 18.

Segundo dados do governo da tarde de terça-feira, 18, a média de ocupação é de 78,8% em UTI e de 60% em leitos de enfermaria. Ao todo, são 105.105 óbitos e 3.112.624 casos confirmados da doença no Estado.

Na terça-feira, 18, a média móvel de novas internações (calculada com dados dos últimos sete dias) chegou a 2.376. O número é superior ao pico da pandemia de 2020, quando chegou a 1.972 em 16 de julho, embora seja inferior ao auge desde ano, quando se alcançou o patamar de uma média de 3.999 hospitalizações em 26 de março.

Além disso, a taxa é superior à registrada antes do agravamento da segunda onda, quando era 1.445 hospitalizações, em 16 de fevereiro. No início de novembro, essa média era de 840.

Até as 12h21, o "Vacinômetro" estadual apontava 15.069.219 vacinas aplicadas contra a covid-19, das quais 5.147.899 de segunda dose.

 

 

*Por: Priscila Mengue / ESTADÃO

BRASÍLIA/DF - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado ouve, nesta terça-feira (18), o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, sétimo a falar ao colegiado. Desde as 9h30 da manhã, Araújo tem respondido a perguntas sobre a condução da diplomacia brasileira durante a pandemia, com foco na relação do Brasil com a China e nas negociações para compras de vacina.

O ex-ministro negou que tenha causado qualquer atrito com a China “antes ou durante a pandemia” e que isso tenha dificultado a aquisição de vacinas para o Brasil. “Não entendo nenhuma declaração que eu tenha feito em nenhum momento como antichinesa. Houve determinados momentos em que, como se sabe, por notas oficiais, o Itamaraty, eu tomei a decisão, nós nos queixamos de comportamentos da Embaixada da China ou do embaixador da China em Brasília, mas não houve nenhuma declaração que se possa qualificar como antichinesa. Não há nenhum impacto de algo que não existiu”, declarou.

Segundo Ernesto Araújo, o Itamaraty acompanhou os trâmites burocráticos dos insumos para as vacinas, mas não foi identificada nenhuma correlação entre atraso dos insumos e declarações do governo brasileiro.

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Saída do governo

Ao falar de sua saída do posto de chanceler brasileiro, ocorrida em março deste ano, o diplomata disse que o fato não teve qualquer relação com a questão das vacinas. “Certamente não foi a questão de vacinas, como foi falado. O presidente manifestou que havia surgido, a partir de determinados fatos, dificuldades que poderiam dificultar o relacionamento, especificamente com o Senado e diante disso me pediu que colocasse a disposição o cargo, o que eu fiz”, afirmou.

Araújo afirmou que ainda em 2020 o Ministério das Relações Exteriores (MRE) já havia instruído postos diplomáticos brasileiros a prospectar estudos no exterior, sempre em parceria com a pasta da Saúde, com a qual tinha bom relacionamento, seja a gestão de Luiz Henrique Mandetta, sejam as de Nelson Teich e Eduardo Pazuello.

 

Estados Unidos

Perguntado se declarações do governo brasileiro mal recebidas pela China tinham a ver com um alinhamento à política internacional norte-americana de Donald Trump, Ernesto Araújo disse que não. Ainda sobre o governo Trump, disse que o que houve foi uma "aproximação", mas que a relação não trouxe benefícios à imunização de brasileiros visto que os Estados Unidos proibiram a exportação de vacinas.

De acordo com Araújo, com Joe Biden na Presidência dos Estados Unidos, houve mudança de ênfase por parte do governo americano, mas havia contato estreito e frutífero com o novo governo, para rearmar a relação a partir das novas prioridades do governo americano.

 

Cloroquina

O relator Renan Calheiros (MDB-AL) pediu explicações ao diplomata sobre a aquisição de hidroxicloroquina pelo governo brasileiro. O ex-ministro disse que em março de 2020 havia uma expectativa de que houvesse eficácia com o uso da cloroquina, não só no Brasil, mas no mundo. “Os estoques de cloroquina baixaram e ajudamos a viabilizar. É um remédio necessário, usado para outras doenças crônicas, e o estoque havia baixado”, explicou.

 

Covax Facility

Sobre a decisão do Brasil de obter o equivalente a 10% da população brasileira de doses de vacinas pelo consórcio internacional Covax Facility – iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o fornecimento de imunizantes para o mundo –, o diplomata relatou que houve uma reunião na Casa Civil para analisar a entrada do Brasil no grupo. Segundo Araújo, partiu do Ministério da Saúde a decisão sobre a porcentagem de doses, que poderia ter sido de até 50%.

“Jamais fui contra [o consórcio internacional], o Itamaraty esteve atento desde abril de 2020, assim que o Covax tomou forma, em julho, assinei carta para o gestor do consórcio dizendo que o Brasil tinha interesse em entrar. O contrato ficou pronto em setembro e assinamos naquele momento”, disse Araújo. O contrato resultou na aquisição de 2,9 milhões de doses de vacinas para os brasileiros.

 

 

*Por Karine Melo - Repórter da Agência Brasil

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